Category Archives: Peso Ideal

Pesquisa sugere melhor período para mulher perder peso após gravidez

Uma pesquisa conduzida por médicos do Canadá sugere que o período entre três e 12 meses depois do parto é o ideal para perder os quilos a mais ganhos durante a gravidez.

Segundo o estudo, publicado na revista especializada ‘Diabetes Care’, as mães que não conseguem perder o excesso de peso dentro de um ano depois do nascimento do bebê, ou engordam neste período, podem correr sérios riscos de saúde.

Os pesquisadores afirmam que esse grupo pode vir a sofrer problemas como hipertensão e outros fatores que provocariam diabetes e doenças cardíacas no futuro.

O estudo revelou que os fatores de risco mais elevados para a saúde das mulheres – observados um ano depois do parto e naquelas que não emagraceram – não foram verificados três meses após o nascimento do bebê.

A conclusão sugere que o período crítico para as mulheres perderem pelo menos uma parte do peso extra ganho durante a gravidez se estende de três a 12 meses depois do parto.

Os pesquisadaores canadenses acompanharam o emagrecimento depois do parto de um grupo de cerca de 300 mulheres saudáveis. Eles também monitoraram fatores de risco para diabetes e doenças do coração, como a pressão sanguínea, o LDL (colesterol ruim) e a resistência à insulina (hormônio responsável pela redução da glicemia, a taxa de glicose no sangue).

A maioria das mulheres não está voltando ao peso de antes da gravidez logo imediatamente (depois do parto) e descobrimos que o padrão típico é que mais de 80% não fazem isto durante três meses, disse Ravi Retnakaran, pesquisador em diabetes e clínico do Hospital Mount Sinai, de Toronto, responsável pela pesquisa.

Sugerimos que, entre 3 e 12 meses, a mulher já deva estar na trajetória do emagrecimento’, acrescentou.

Percebemos que o período entre 3 e 12 meses depois do parto é crucial. Neste período, médico e paciente devem prestar atenção ao controle do peso, o que poderá ser muito importante para a saúde metabólica e vascular a longo prazo’, afirmou Retnakaran.

Por causa do crescimento do bebê, é normal o aumento de peso durante a gravidez. Em média, ao longo dos nove meses de gestação, mulheres costumam ganhar cerca de 20% ou mais de seu peso total.

Depois do parto, as tentativas de perder peso podem ser prejudicadas pela falta de exercícios e também pela falta de sono.

A pesquisa também mostrou que o peso de uma mulher um ano depois do parto é um forte indício de como será seu peso 15 anos depois.

A hipótese, segundo os médicos do Hospital Monte Sinai, é que o efeito cumulativo do ganho de peso durante cada gravidez contribui para que a mulher tenha um risco maior de desenvolver doenças como diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.

Ao fim do estudo, os médicos descobriram que 75% das pesquisadas perderam peso entre três e 12 meses após o parto. Eles acrescentaram que a prática de exercícios foi importante para alcançar a meta.

As 25% restantes que não emagreceram ou que engordaram tinham um perfil que mostrava um risco maior de desenvolver diabetes e doença cardíacas no futuro.

Maureen Talbot, enfermeira cardíaca da organização especializada em cuidados com o coração British Heart Foundation, reconhece que pode ser difícil perder peso depois da gravidez, mas lembra que ficar acima do peso aumenta o risco de ataque cardíaco e derrame.

‘Com um bebê novo você vai, sem dúvida, ficar ocupada, então não tente correr para dietas e uma rotina extenuante de exercícios’, diz Talbot.

‘Ao invés disso, volte a fazer exercícios de forma equilibrada encaixando atividades físicas em sua rotina, por exemplo, uma caminhada na hora do almoço ou uma aula de ginástica com o bebê’, acrescentou.

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Vídeo = Obesidade em Gestantes

Vejam no vídeo abaixo o depoimento do especialista Dr. Roberto Rizzi explicando os riscos da obesidade em gestantes e os problemas relacionados.


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Sobrepeso pode contribuir para inflamações na gravidez

Ao engravidar, mulheres obesas ou com sobrepeso apresentam maior risco de desenvolver complicações como pré-eclâmpsia e diabetes gestacional. Uma pesquisa recentemente concluída na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com apoio da FAPESP, oferece pistas para entender por que isso ocorre.

Por meio da análise de amostras sanguíneas de quase 200 gestantes, os pesquisadores concluíram que o sobrepeso está associado a alterações significativas nos níveis de duas substâncias secretadas pelo tecido adiposo, adiponectina e leptina, que podem contribuir para o aumento do grau de inflamação sistêmica.
“Durante a gravidez, existe um grau de inflamação fisiológico resultante da interação entre mãe e feto. Por outro lado, a obesidade, a diabetes e a hipertensão são doenças com forte componente inflamatório. Avaliar a combinação entre gestação e obesidade com foco em inflamação, portanto, parece importante para entender os riscos e os mecanismos envolvidos nessas patologias obstétricas”, disse Silvia Daher, coordenadora do Laboratório de Obstetrícia Fisiológica e Experimental da Unifesp.


A coleta do sangue foi feita no terceiro trimestre de gestação uma vez que, de acordo com Daher, o diabetes gestacional é uma doença que geralmente só se instala a partir da segunda metade da gravidez. Com base no Índice de Massa corporal (IMC) pré-gestacional, as voluntárias foram divididas em quatro diferentes grupos: as com sobrepeso saudáveis (IMC igual ou maior que 25), as com sobrepeso e diabetes gestacional, as com peso ideal (IMC entre 18,5 e 24,9) saudáveis e as com peso ideal, mas com diabetes gestacional.
“Fizemos essa separação para que pudéssemos verificar com precisão se as alterações encontradas estavam associadas ao diabetes ou seriam de fato decorrentes do sobrepeso”, disse Daher.


Três diferentes parâmetros capazes de mensurar o grau de inflamação sistêmica foram analisados nas amostras sanguíneas. O primeiro passo foi medir os níveis séricos de três diferentes citocinas, o fator de necrose tumoral alfa (TNF-α) e as interleucinas (IL) 6 e 10, que são moléculas produzidas por células do sistema imunológico e têm um papel importante na modulação da resposta inflamatória no combate a infecções.
“No caso da IL10, cuja ação é anti-inflamatória, notamos uma queda associada apenas ao diabetes, mas não houve diferença relacionada ao sobrepeso. Em relação à IL6 e ao TNF-α – citocinas pró-inflamatórias –, não notamos diferenças significativas nos grupos”, contou Daher.


O segundo parâmetro avaliado foi a presença de células imunológicas ativas no sangue das voluntárias, entre elas as células exterminadoras naturais ou NK (Natural Killers na sigla em inglês) e as células TCD8, dois tipos de linfócitos capazes de liberar substâncias tóxicas para matar, por exemplo, células tumorais ou infectadas por vírus.
“A essa altura da gravidez, essas células de defesa teriam de estar diminuídas, pois podem ser agressivas para o feto. Verificamos uma maior ativação dos linfócitos relacionada ao diabetes, mas não ao IMC”, disse Daher.


Por último, foram medidas nas amostras de sangue os níveis de algumas adipocinas – peptídeos secretados pelas células adiposas com diversas funções, entre elas a regulação da resposta imunológica.
“A adiponectina é uma adipocina com ação anti-inflamatória e anti-hiperglicêmica. Normalmente, ela diminui durante a gestação porque é preciso aumentar a quantidade de glicose circulante para suprir as necessidades do feto. Já a leptina e a resistina são adipocinas que induzem a produção de citocinas inflamatórias, como a IL6 e o TNF-α, podendo agravar a resistência à insulina típica da gestação e também a inflamação sistêmica”, explicou Daher.


As análises mostraram uma redução significativa nos níveis de adiponectina associada ao sobrepeso, bem como aumento nos níveis de leptina. “É um fator que pode estar contribuindo para a inflamação e para uma maior resistência à insulina nas gestantes com sobrepeso”, avaliou Daher.

Segundo Daher, o fato de os resultados mostrarem alterações nas células imunes e nas citocinas apenas associadas ao diabetes e não ao IMC deve-se, possivelmente, ao pequeno número de obesas na amostra avaliada.
“Pretendemos agora estudar um grupo de mulheres com IMC maior ou igual a 30 para ver se há alterações mais intensas nesses e em outros mediadores inflamatórios”, contou.


A crescente epidemia de obesidade no mundo, ressaltou Daher, afeta também mulheres em idade reprodutiva. Dados da literatura apontam que a gestante obesa tem quatro vezes mais risco de desenvolver diabetes gestacional e o dobro de chance de desenvolver pré-eclâmpsia.
“Quem sofre de diabetes gestacional, por sua vez, tem risco aumentado de sofrer de diabetes do tipo 2 no futuro e a criança também fica mais propensa a distúrbios metabólicos. O mesmo ocorre no caso da pré-eclâmpsia. É um risco para a geração atual e a futura”, disse Daher.


Parte dos dados levantados durante a pesquisa e também em estudos anteriores do grupo financiados pela FAPESP foram divulgados em duas revisões publicadas no American Journal of Reproductive Immunology e no Journal of Reproductive Immunology.

Atualmente, a equipe avalia o perfil lipídico de gestantes com sobrepeso para descobrir como as alterações nos níveis de colesterol se relacionam com os mediadores inflamatórios já estudados.
“Também estamos investigando alguns polimorfismos genéticos para saber, por exemplo, se alguém pode ser geneticamente propenso a produzir níveis maiores adiponectina ou menores de leptina. Isso nos ajudará a entender por que algumas pessoas com sobrepeso adoecem e outras, não”, disse Daher.


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O ideal é mulher ganhar de 9 a 11 kg durante a gravidez X Perda de Peso depois do parto

Perder peso depois da gravidez não é uma tarefa muito fácil, mas é importante que a mulher emagreça os quilos que ganhou na gestação nos primeiros seis meses após o nascimento do bebê já que, após esse período, o cérebro começa a entender que aquele é o peso normal dela e, por isso, pode ficar mais difícil voltar ao corpo normal. No entanto, para emagrecer, ela não deve fazer dietas restritivas e deve se alimentar bem, ingerir fibras e muita água.

Como explicou recentemente o ginecologista José Bento no programa Bem Estar, o ideal é que a mulher ganhe de 9 a 11 kg durante a gestação, desses, ela já consegue perder 6 kg só na maternidade. O restante do peso pode ser eliminado durante a amamentação, que também queima calorias. Para ter uma idéia um dia amamentando, por exemplo, equivale a 30 minutos de corrida. Em relação à atividade física, após 10 dias do parto, a mãe já pode começar a fazer caminhada leve. Mas outras atividades, como a musculação, só devem ser retomadas cerca de um mês após o parto, mas sempre com consentimento do médico.

Caso a gestante não consiga controlar o peso e engorde muito, ela pode ter um estiramento de pele muito grande na barriga e, nesse caso, muitas vezes os exercícios não são suficientes para resolver, em caso de pele muito flácida, tratamentos estéticos ou cirurgias plásticas são as opções indicadas para melhorar a aparência.

O peso adquirido na gravidez interfere também no tamanho dos seios. É normal que eles fiquem mais volumosos durante a gestação e amamentação, mas quando o bebê deixa de mamar, os ligamentos responsáveis pela sustentação das mamas não voltam mais ao que eram antes e, por isso, os seios ficam caídos. Há ainda a possibilidade de o tecido mamário diminuir e o seio ficar menor do que era, mas tudo isso vai depender do peso que a gestante ganhar.

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Futuras mamães não devem exceder o peso extra na gestação

O ganho de peso durante a gravidez é inevitável, mas, em alguns casos, a gestante abusa de alimentos gordurosos e em grandes quantidades e acaba ganhando quilos extras, expondo-as a doenças características do período gestacional, como diabetes e hipertensão arterial. Mas quadros de pregorexia, um novo comportamento alimentar cada vez mais comum entre as brasileiras e que leva mulheres grávidas a ficarem magérrimas, também é um processo perigoso para a saúde da mãe e do bebê.

De acordo com as nutricionistas, esse comportamento pode prejudicar, e muito, a saúde da mãe, pois pode levar ao desenvolvimento de transtorno alimentar grave, como anorexia ou bulimia nervosa, e do bebê. Nesta fase, a mulher geralmente se sente mais gordinha, as roupas não servem, mas é normal. A mulher tem que, apenas, manter o peso próximo do ideal para seu porte físico, já que o excesso de peso na gestação é muito ruim.

No entanto, o baixo peso também é arriscado para quem está grávida. A gestação é um período em que a necessidade nutricional aumenta muito e a quantidade de nutrientes ingerida tem que ser superior para suprir a mãe e o bebê. Se a mãe não se alimenta bem, haverá deficiência dos dois, o que pode se refletir na criança com o aparecimento de doenças. Esta não é a hora de fazer dieta.

A amamentação é um período em que a mulher perde peso de forma rápida e natural. Ela gasta calorias enquanto amamenta, mas a alimentação é fundamental até mesmo para evitar cólicas no bebê, porque tudo que a mãe ingere passa para o bebê através do leite. Alimentos muito condimentados e apimentados não são indicados, nem mesmo a cerveja preta, que dizem aumentar a produção do leite. Por conter álcool, ela é prejudicial à formação do bebê.

O ideal é se manter dentro da margem de segurança, que é o ganho de peso entre 8 e 10 quilos acima do peso inicial. A avaliação de especialista é capaz de encontrar deficiências ou excessos de nutrientes, vitaminas e minerais fundamentais para adequar o melhor peso durante a gravidez. O excesso de peso e altas taxas de glicose no sangue, por conta de uma alimentação descontrolada com ingestão de muito açúcar e gordura, geram alterações perigosas na pressão arterial, levando à pré-eclampsia. A doença é caracterizada pela hipertensão, que pode evoluir para convulsão e coma, problema que acaba levando ao aborto ou ao nascimento prematuro.

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Qual é o ganho de peso ideal na gravidez?

Gestantes que se alimentam de forma adequada e evitam riscos tendem a ter menos complicações durante a gestação e no parto. E elas dão à luz a bebês maiores e mais saudáveis. Uma dieta balanceada é um dos elementos mais importantes para assegurar o futuro da mãe e do bebê.

As mulheres que entram na gestação no peso ideal e ganham entre 11 e 15 kg têm menos problemas do que as que ganham mais ou menos que isso. Se a gestação é múltipla, deve-se ganhar pelo menos 4,5 kg adicionais.

O peso ganhado durante a gestação representa o peso do feto e das partes do organismo que suportam o desenvolvimento dele. O volume sanguíneo aumenta em 50% ou mais e as mamas também crescem. O organismo ainda constrói reservas para sustentar o crescimento rápido do bebê e para proporcionar energia para o trabalho de parto e amamentação.

De acordo com a nutricionista do Meu Pratinho Saudável, Lara Natacci, muitas mulheres se preocupam demasiadamente com o peso e temem um aumento excessivo durante a gestação. Mas nessa época, a prioridade deve ser o ganho adequado de peso para o completo desenvolvimento do bebê.

Se a mãe estiver abaixo do peso quando ficar grávida, um aumento de 12 a 18 kg é indicado. Se estiver acima do peso, esse aumento deve ser de 7 a 12 kg.

A nutricionista ainda orienta que o peso deve aumentar gradativamente. No final do terceiro mês, deve ser esperado um ganho de 1 a 2 kg. Nos meses subsequentes, o ganho deve ser de aproximadamente 450 g por semana. Se o ganho for muito maior do que isso, deve-se tentar um controle das calorias ingeridas, sem privar o bebê de nutrientes essenciais, como mostram as dicas a seguir:

- dar preferência a leite ou iogurte desnatados e queijos magros;
- evitar alimentos ricos em gorduras e altamente calóricos, mas pobres em nutrientes, como doces, bolos, frituras;
- usar alimentos assados, cozidos e grelhados ao invés de fritos;
- consultar o médico a respeito de começar ou aumentar a atividade física.

Vejam abaixo uma matemática que mostra exatamente o que deveria ser em cada item o ganho total mínimo de peso em quilogramas:

1) Bebê: 3,200 a 3,600 kg
2) Placenta: 0,450 a 0,900 kg
3) Líquido Amniótico: 0,900 kg
4) Mamas: 0,450 kg
5) Útero: 0,900 kg
6) Volume Sangüíneo: 1,360 kg
7) Gordura Corporal: 2,300 kg
8 ) Massa Muscular e Líquidos: 1,800 a 3,200 kg
9) Total, no minimo: 11,360 Kg

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Video = Dicas para Manter o Peso Ideal Durante a Gravidez

Vejam no video abaixo uma especialista do Programa "Eu Magro" da Clínica Win Saúde, que dá dicas ajudando as gestantes a não excederem o peso ideal nos nove meses da gravidez.


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Risco de obesidade entre crianças partir de cálculos matemáticos ainda no momento da gravidez

Uma equipe de pesquisadores da Imperial College de Londres desenvolveu um método para avaliar o risco de obesidade entre crianças partir de cálculos matemáticos ainda no momento da gravidez. Os cientistas analisaram dados de bebês nascidos na Finlândia, Itália e Estados Unidos. Foi criada, então, uma equação que permite avaliar com quase certeza, dizem os especialistas, o peso futuro da criança.

A fórmula utiliza o índice de massa corporal (IMC) dos pais antes da gravidez, o peso da mãe durante a gravidez e o peso do bebê ao nascer, agregando a profissão da mãe, tabagismo durante a gravidez e o número de filhos da família. A equação, dizem os cientistas, fornece um índice de risco para recém-nascidos em segundos. Ela evitaria, também, a necessidade da realização de exames, inclusive o de sangue.
Risco de obesidade entre crianças partir de cálculos matemáticos ainda no momento da gravidez


A equação foi observada a partir da observação de 4 mil crianças finlandesas nascidas em 1986 e de 1.500 italianos e 1 mil americanos nascidos nesta década. Cada um dos fatores já era conhecido, mas é a primeira vez que são utilizados de maneira combinada para prever o risco de sobrepeso entre crianças.

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Qual o peso normal de um bebê durante a gestação?

Foram estudadas cerca de 3 mil "gestantes normais" da cidade de Campinas, efetuando-se exame ultrassonográfico obstétrico de rotina com medida da biometria fetal e usando a fórmula de Hadlock e colaboradores para o cálculo do peso fetal. Veja o peso fetal de acordo com a idade gestacional na tabela abaixo. Mas lembre-se: trata-se de uma estimativa. Não significa que há algo de errado com o peso do seu bebê se ele não estiver com o mesmo peso da tabela. O mais importante é a realização de um pré-natal completo, com avaliação da gestante e do bebê ao longo do período gestacional. Para isto, toda grávida deve ser acompanhada por um obstetra do início até o final da gravidez. Tabela da média e desvio-padrão do peso fetal estimado de gestantes normais, segundo a idade gestacional (Universidade Estadual de Campinas):
Idade gestacional (semanas) X Peso fetal estimado Médio (gramas) X Peso fetal estimado Desvio (gramas) 20 X 368,84 X 45,78 21 X 427,05 X 46,49 22 X 504,05 X 62,14 23 X 581,79 X 59,97 24 X 677,95 X 62,76 25 X 776,53 X 84,66 26 X 908,45 X 112,90 27 X 1.045,82 X 112,7 28 X 1.190,82 X 127,95 29 X 1.360,74 X 152,82 30 X 1.527,48 X 210,2 31 X 1.715,41 X 194,27 32 X 1.926,81 X 200,02 33 X 2.101,71 X 201,63 34 X 2.294,31 X 193,35 35 X 2.536,17 X 225,47 36 X 2.725,14 X 237,23 37 X 2.943,85 X 305,21 38 X 3.119,97 X 335,67 39 X 3.267,18 X 372,36 40 X 3.344,06 X 383,83 41 X 3.373,33 X 396,12 42 X 3.417,18 X 378,43
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Obesidade na Gravidez e as complicações associadas

A obesidade na gravidez pode causar muitas complicações. Essas complicações vão desde a saúde da gestante, saúde do bebê, como também riscos para o parto. Quanto mais acima do peso a gestante estiver, maiores as chances de complicações ocorrerem na gravidez. Mas há coisas que a mamãe você pode fazer antes e durante a gravidez por ela e também para que seu bebê fique mais saudável. Veja o peso ideal durante a gravidez em: www.zazou.com.br/home/default.asp?id=calculadoras&pg=peso_ideal Outra forma para saber se você está com sobrepeso ou obesa, é descubrir o seu índice de massa corporal (IMC) antes de engravidar. O IMC é um cálculo com base no seu peso e altura. Se você estiver com sobrepeso, seu IMC é de 25,0-29,9 antes da gravidez. Duas a cada 3 mulheres (66%) em idade reprodutiva (15 a 44 anos) estão acima do peso nos Estados Unidos. Não se engane, nossas estatísticas não estão tãooo distantes assim. Se você é obesa, o seu IMC é de 30,0 ou mais antes da gravidez. Cerca de 1 em cada 4 mulheres (25%) é obesa nos Estados Unidos. Que tipo de complicação o sobrepeso e obesidade causam na gravidez? Antes da gravidez tem o problema da infetilidade, dificultando a mulher a engravidar, Já durante a gravidez, tem a pressão arterial elevada e pré-eclâmpsia, uma forma de pressão arterial elevada durante a gravidez. Ela pode causar sérios problemas para a mãe e o bebê. Tem ainda a diabetes gestacional, que faz aumento da glicemia durante a gravidez. Tem também as Complicações durante o parto e nascimento, incluindo ter um bebê muito grande (chamado grande para a idade gestacional) ou a necessidade de uma cesariana (secção-c), ou até casos de aborto, quando um bebê morre no ventre antes de 20 semanas de gravidez, ou do natimorto, quando um bebê morre no ventre materno antes do nascimento, mas após 20 semanas de gravidez. Alguns destes problemas, como pré-eclâmpsia, pode aumentar as chances de parto prematuro. O nascimento prematuro é o nascimento antes de 37 semanas completas de gestação. Esta é cedo demais e pode causar sérios problemas de saúde para seu bebê. Orientações nutricionais e a associação de exercícios físicos são meios importantes para a saúde da gestante. Ambos irão contribuir para o maior bem estar da mamãe e consequentemente do bebê. O programa Mais Vida Gestantes da Gizele Monteiro apresenta além do programa gestante e também o programa pré-gravidez e pós-parto para auxiliar as mulheres em qualquer fase.
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Calculadoras Úteis para Grávidas no Site da Zazou = Peso Ideal a Cada Semana de sua Gravidez

Para quem ainda não conhece a Zazou disponibiliza gratuitamente uma série de calculadoras úteis para as grávidas em nosso site, pois queremos ser mais do que uma simples loja que vende roupas para grávidas, queremos estar perto e participar de sua gestação, lhe dando informações e dicas úteis, para que possa aproveita-la da melhor forma possível.
Calculadoras Úteis para Grávidas no Site da Zazou = Peso Ideal a cada semana de sua gravidez
Entre estas calculadoras, gostaria de destacar uma em especial hoje, que é a que vai lhe dizer a faixa do seu peso ideal a cada semana de sua gravidez, segundo os padrões do Ministério da Saúde.
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Video = Qual o peso ideal na gravidez?

Uma das questões mais frequentes entre as futuras mães é: qual o peso ideal na gravidez? Vejam então a resposta neste vídeo abaixo, com o Prof. Luís Graça da Faculdade de Medicina de Lisboa, que explica qual então seria a variação de peso natural e saudável esperada no decorrer das diferentes fases da gravidez. Para facilitar ainda mais sua vida, a Zazou tem uma calculadora online gratuita que lhe diz qual a faixa do peso ideal a cada semana de sua gravidez em: www.zazou.com.br/home/default.asp?id=calculadoras&pg=peso_ideal
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Obesidade na gravidez X Dieta é melhor do que exercício para grávidas acima do peso

Uma pesquisa britânica concluiu que uma dieta balanceada seria mais eficiente do que atividades físicas para ajudar mulheres com sobrepeso a evitarem engordar excessivamente na gravidez. A pesquisa, publicada no British Medical Journal, analisou os resultados de 44 estudos, com dados sobre 7.000 mulheres. O sobrepeso durante a gravidez está associado a problemas como diabetes, pressão alta e parto prematuro. Até agora a recomendação do sistema de saúde britânico era que as gestantes não fizessem dieta, porque acreditava-se que isso poderia prejudicar o bebê. Mas, o estudo concluiu que o peso do recém-nascido não é afetado pela dieta. A pesquisa comparou mulheres que adotaram uma dieta balanceada com outras que fizeram apenas exercícios físicos e um terceiro grupo que combinou os dois. Os pesquisadores analisaram quanto peso as mulheres ganharam durante a gestação e se elas sofreram com complicações. Enquanto todos os métodos ajudaram as mulheres a evitar um ganho de peso excessivo, o mais eficiente foi a dieta com restrição calórica e rica em frutas, verduras e grãos integrais. As gestantes que fizeram só dieta ganharam em média 4 kg a menos que o grupo de controle, contra 0,7 kg das que fizeram atividades físicas e 1 kg das que combinaram os dois.
Estamos vendo um número cada vez maior de mulheres grávidas com excesso de peso e sabemos que essas mulheres e seus bebês estão sob risco crescente de complicações. A pesquisa demonstrou que fazer dieta é seguro e o peso do bebê não é afetado, diz a obstetra Shakila Thangaratinam, da Universidade de Londres, que coordenou o estudo.
Obesidade na gravidez X Dieta é melhor do que exercício para grávidas acima do peso
Na Europa e nos Estados Unidos, entre 20% e 40% das mulheres ganham mais peso que o recomendado durante a gravidez.
É preciso ressaltar que os pesquisadores não estão recomendando que as mulheres emagreçam durante a gravidez, mas que apenas controlem o ganho de peso. Se uma mulher já está ganhando uma quantidade ideal de peso durante a gravidez, não deve fazer dieta ou restringir calorias, afirmou Janine Stockdale, pesquisadora da Royal College of Midwives.
Em comentário ao artigo, na mesma publicação, especialistas em saúde da mulher do hospital St Thomas, em Londres, disseram que ainda é cedo para mudar as atuais diretrizes do sistema de saúde britânico.
Obesidade na gravidez X Dieta é melhor do que exercício para grávidas acima do peso
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Tabela de peso e altura dos bebês brasileiros de ambos os sexos

Sabe quanto deveria ter na média de peso e altura o seu bebê mês a mês no primeiro ano? Esta é uma das muitas questões que mais inquietam as mães de primeira viagem, que querem sempre saber mais sobre o desenvolvimentode seus bebês, em especial o crescimento de altura e peso. Para ajudar e criar uma referência, disponibilizamos abaixo uma tabela de crescimento que apresenta a taxa média, até os 12 meses, de desenvolvimento dos bebês do sexo masculino e feminino no Brasil. Mas é importante ressaltar que todos os dados apresentados mostram um valor médio não oficial. Podem e devem haver alterações que são normais. Por isto sempre recomendamos que consulte um médico pediatra para acompanhar e avaliar de forma precisa a taxa de crescimento do seu filho. Tabela de Peso e Altura dos Bebês:
Tabela de peso e altura dos bebês brasileiros de ambos os sexos
E o seu bebê esta nesta média? Para as grávidas temos algo similar de nossa calculadora do peso ideal a cada semana de gravidez em: www.zazou.com.br/home/default.asp?id=calculadoras&pg=peso_ideal
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Quanto uma gestante pode engordar na gravidez?

Quando está grávida a mulher passa por diversas mudanças. Uma delas é o incomodo de ter que ganhar peso. Porém o maior problema não esta aí, mas sim quando a mamãe passa dos limites recomendados, e acaba ganhando muito mais gordura, do que é o saudável. A mulher ganha peso porque, durante o período da gestação, o organismo faz reservas calóricas que serão utilizadas pelo feto no parto. Todavia, no último trimestre ocorre um ganho maior, por causa do aumento do peso dos chamados "produtos da concepção" (feto, placenta, líquido amniótico), e também pela retenção hídrica ocasionada pelos fenômenos compressivos devida ao aumento do volume uterino. Sendo que normalmente o ganho de peso de uma gestação é mais bem observado entre o segundo e o terceiro trimestre de gestação. Porém, numa gravidez considerada saudável, este ganho cumulativo deve variar entre 9 a 12 Kg. Porém no caso daquelas pacientes que já se encontram acima do peso no início da gravidez, este ganho deve ser mais cauteloso. Para ajuda-la neste acompanhamento, a Zazou tem uma calculadora gratuita online que vai lhe dizer qual a sua faixa de Peso Ideal a cada semana de sua gravidez em: http://www.zazou.com.br/home/default.asp?id=calculadoras&pg=peso_ideal
Quanto uma gestante pode engordar na gravidez?
Sabemos de que toda a aflição e as emoções na flor da pele que toda grávida passa neste período, com as mudanças horminais ajudando nisto, podem fazer com que as mamães ganhem mais peso. Sempre há fatores nutricionais e emocionais envolvidos nesse aumento descontrolado. A fome aumenta, mas a ansiedade também pode fazer a mulher se alimentar além do necessário. Deve-se então tomar cuidado com isso. Outro fator que acaba elevando a ansiedade das mamães é a preocupação com a hora do parto. O temor do trabalho de parto e o evento em si, bem com a insegurança da gestante em virar mãe e toda a responsabilidade que dela advém, levam a uma carga emocional muito grande, sendo importante o apoio familiar, principalmente do companheiro, e seguimento do pré-natal em intervalos mais curtos para que o obstetra possa acompanhá-la, orientá-la e tirar as dúvidas tão comuns nesta fase, tornando o final da gestação mais tranquila. Por isto que os médicos e especialistas sempre recomendam uma dieta equilibrada, que é fundamental para que a gestante garanta a obtenção adequada dos nutrientes necessários neste momento especial. O ideal é que todas as refeições tenham pelo menos um alimento de cada grupo: proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas, sais minerais, fibras e água. Estes mesmo especialistas também aconselham as mamães a fazerem exercícios físicos e boa alimentação. Deve-se cuidar da alimentação desde o pré-natal, tomar cuidados com os doces e carboidratos e praticar uma atividade física dentro da necessidade de cada mamãe. É importante a futura mãe se alimentar várias vezes ao dia, mas com quantidades fracionadas. E se ficar ansiosa a sugestão é trocar as bolachinhas e doces por frutas e iorgutes.
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Video = Porque a gravidez muda o corpo da mulher?

Vejam no vídeo abaixo a Dr. Daniela Fontes no programa Dr. Hollywood Brasil, explicando porque a gravidez muda o corpo da mulher.
Vejam qual deveria ser a faixa do seu peso ideal a cada semana de sua gravidez em: www.zazou.com.br/home/default.asp?id=calculadoras&pg=peso_ideal
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Aonde acontece o aumento de peso durante a gravidez?

Numa gestação normal, o ganho de peso ocorre devido a aumento de tecidos maternos e dos produtos da concepção. Mas aonde exatamente vai acontecer este ganho? A distribuição do ganho de peso materno durante a gestação acontece logicamente primeiro no que os médicos chamam de produtos da concepção: 1) Feto de 2,7 kg a 3,6 kg 2) Líquido aminiótico de 0,9 kg a 1,4 kg 3) Placenta de 0,9 kg a 1,4 kg. Ou seja, só aqui o ganho de peso pode ser entre 4,5 kg a 6,4 kg. Mas aonde vem o restante? Ela acontece principalmente mais com o aumento dos tecidos maternos: 4) Expansão do volume sanguíneo de 1,6 kg a 1,8 kg. 5) Expansão do líquido extracelular de 0,9 kg a 1,4 kg. 6) Crescimento do útero de 1,4 kg a 1,8 kg. 7) Aumento do volume de mamas de 0,7 kg a 0,9 kg. 8 ) Aumento dos depósitos maternos e tecido adiposo de 3,6 kg a 4,5 kg. Ou seja, só aqui na mãe o ganho varia entre 8,2 kg a 10,4 kg.
Para saber o seu peso ideal a cada semana de sua gravidez basta acessar a calculadora online gratuita do site da Zazou em: www.zazou.com.br/home/default.asp?id=calculadoras&pg=peso_ideal
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Video = Estou ganhando muito peso na gestação. Quais os riscos?

Estou ganhando muito peso na gestação. Quais os riscos? Veja o que diz a respeito no vídeo abaixo com a obstetra Dra. Marilza V. Cunha Rudge.
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Busca pelos Padrões Tradicionais de Beleza e Corpo Perfeito X Anorexia na Gestação = Mommyrexia

Um assunto bastante delicado para algumas mulheres que estão grávidas ou planejam encomendar um herdeiro é a profunda mudança pela qual o corpo passa quando se está gerando uma criança. Os ponteiros da balança sobem, a barriga cresce e os seios aumentam, isso para citar apenas algumas das transformações visíveis, sem contar com as alterações no campo emocional e as muitas variações hormonais presentes nesta fase da vida da mulher.
Busca pelos Padrões Tradicionais de Beleza e Corpo Perfeito X Anorexia na Gestação = Mommyrexia
Não é difícil ouvir algumas gestantes dizerem que estão se sentindo enormes, inchadas "como um balão". Mas a questão é preocupante porque um número cada vez maior de futuras mamães passa a se preocupar excessivamente com o peso e fazer de tudo para manter a silhueta magérrima durante a gestação. A tendência, apelidada nos Estados Unidos de mommyrexia, o que quer dizer algo como "anorexia da mamãe", tem se espalhado em parte com base na pressão que as mulheres sofrem para se manterem magras durante toda a vida. O exemplo de celebridades como Victoria Beckham e outras famosas, que voltaram à forma pouquíssimas semanas depois de dar à luz, coloca expectativas irreais na cabeça das novas mães, que se pressionam a seguir esses exemplos. Problemas no relacionamento com o marido também podem contribuir para o quadro.
As mulheres comuns, com rotinas que envolvem trabalho, cuidados com o bebê, com a casa e outros afazeres, e que conseguiram manter um ganho de peso considerado normal durante a gestação, se sentem inferiores porque dificilmente conseguem voltar ao peso de antes da gravidez em tão pouco tempo quanto as celebridades. A busca pela boa forma em uma época tão delicada é extremamente perigosa para a saúde da mãe e do bebê, alerta a ginecologista e obstetra Viviane Monteiro, acrescentando que esse tipo de preocupação afeta as gestantes de todas as classes.
Viviane conta ainda que, para não adquirirem mais quilos, muitas mulheres restringem o consumo alimentar no final da gravidez, justamente quando o bebê precisa de nutrientes para manter o ganho de peso normal. As consequências de uma dieta de poucas calorias para a criança são bastante graves. Além do risco de mortalidade após o nascimento aumentar exponencialmente, aborto, má formação fetal, diabetes gestacional, hipertensão, depressão e complicações no parto podem ocorrer se a desnutrição for extrema. De acordo com a especialista, a mulher precisa ter consciência de que o ganho de peso durante a gestação não só é necessário, como inevitável. A quantidade de quilos a mais vai depender do tipo físico de cada uma, pois o organismo necessita fazer vários ajustes para dar suporte ao ser humano que vai abrigar pelos próximos meses. Placenta, bebê e líquido amniótico ajudam a empurrar os ponteiros da balança para cima e aumentar o susto ao se pesar.
Peso Ideal na Gestação
A nutricionista paulista Elaine de Pádua é especializada no atendimento de gestantes e recebe diariamente em seu consultório pacientes que cerca de 40 dias após dar a luz já estão angustiadas por não terem retornado ainda ao peso de antes da gestação, embora, segundo a especialista, o corpo não chegue a desinchar por completo antes de dois ou mais meses.
Cada vez mais parece que existe uma exigência pela magreza por parte das gestantes após o parto, o que faz com que muitas pacientes que nunca tiveram histórico de transtornos alimentares passem a viver uma espécie de obsessão, explica Elaine.
Ela afirma ainda que a melhor forma de a grávida aproveitar a gestação e garantir sua saúde e do bebê após o parto é ficar atenta aos nutrientes e não às calorias. Alguns cuidados são importantes para se assegurar um adequado estado nutricional materno durante a gestação. Uma alimentação diversificada, rica em frutas e verduras, é a melhor escolha sempre. O consumo diário de calorias pode aumentar um pouco conforme a gravidez avança, mas nada de fast food. As refeições precisam ser pensadas e equilibradas, para que se nutra o corpo e não apenas se ingira calorias. Isso se reflete na saúde da mãe e é muito importante para a correta formação do feto. Uma das melhores formas de perder peso após o parto é a amamentação, já que o metabolismo da mulher fica mais acelerado nessa fase para produzir um leite forte e bastante calórico para o bebê. Além de fortalecer os laços com o recém-nascido de uma forma única, a amamentação ajuda a mulher a ficar em contato e apreciar o próprio corpo. Como complemento, a produção de leite materno é tão intensa, que ela chega a gastar por dia cerca de 400 calorias a mais do que o normal, o equivalente a meia hora de corrida na esteira. Por isso, o apetite acaba ficando mais aguçado, mas se a mamãe cuidar da alimentação e dos nutrientes que ingere diariamente, é possível voltar ao peso normal com facilidade e prazer, já que o momento com o bebê é muito benéfico para os dois. Por fim fica a dica para saber se esta na faixa do seu peso ideal a cada semana de sua gravidez em: www.zazou.com.br/home/default.asp?id=calculadoras&pg=peso_ideal
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Calculadoras Online Gratuitas no Site da Zazou = Cálculo do Peso Ideal a Cada Semana de sua Gestação

No site da Zazou, existe uma área, com uma série de calculadoras online gratuitas com informações úteis para grávidas, como por exemplo o cálculo do seu Peso Ideal a cada semana de sua gestação, e saber e acompanhar de perto se esta ou não engordando demais durante sua gravidez.
Calculadoras Online Gratuitas no Site da Zazou = Cálculo do Peso Ideal a Cada Semana de sua Gestação
Para saber o seu peso ideal, basta entrar em que semana de gravidez você esta atualmente e sua altura.
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Veja só um exemplo real do resultado que a calculadora traz para uma grávida de 28 semanas com 1,69 de altura, sobre a faixa do seu peso ideal, de acordo com a recomendação do Ministério da Saúde:
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Podem acessa-la diretamente pelo seguinte link abaixo: www.zazou.com.br/home/default.asp?id=calculadoras&pg=peso_ideal Mais uma vez a Zazou oferecendo um conteúdo diferenciado com informações e dicas úteis para as grávidas, pois queremos mais do que simplesmente ser mais uma loja de moda gestante, queremos estar ao lado das grávidas e fazer parte deste momento especial de suas vidas!
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Vídeo = Quantas refeições a gestante deve fazer por dia?

Quantas refeições a gestante deve fazer por dia? Quem responde esta dúvida no video abaixo com dicas de alimentação durante a gravidez é o Dr. Victor Hugo Sanches.
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Grávida de olho na dieta

O que evitar e o que acrescentar na alimentação durante a gravidez? Essa dúvida de muitas mães é bem comum e até justificável. A dieta é fundamental tanto para uma gestação saudável como para preparar a mãe para o período da amamentação. Segundo os especialistas, um menu desequilibrado pode até mesmo criar predisposição a algumas doenças aos futuros bebês, como a obesidade. A alimentação influencia diretamente no crescimento e desenvolvimento da criança. Então, se a mãe se alimenta bem, mais chances de o bebê nascer com saúde. Em média, as mulheres podem ter um acréscimo de até 12/14 quilos durante a gestação.
Aliás como anda o seu peso? Veja qual deveria ser o seu peso ideal a cada semana de sua gravidez em: www.zazou.com.br/home/default.asp?id=calculadoras&pg=peso_ideal
Peso Ideal na Gravidez
A recomendação médica é que haja um aumento de 300 calorias na dieta, mas só a partir do terceiro mês. Essa regra só não vale para as mulheres que possuem sobrepeso ou obesidade e para aquelas que já consomem um volume de comida acima da média. Tanto as mães desnutridas como as obesas e as que têm uma alimentação acima da recomendada desenvolvem predisposições negativas para os bebês. Há mães que engordam até 30 quilos durante a gestação, dando o gatilho para desenvolver essa doença no seu filho. Se o acréscimo de calorias só é recomendado a partir do segundo trimestre da gestação, a qualidade da dieta é fundamental para o período inicial da gravidez. No primeiro trimestre da gestação, não é preciso se preocupar em aumentar a quantidade, mas é fundamental atentar para a qualidade. Nesse período, o bebê está formando toda a parte do tubo neural. Nessa dieta saudável estão a ingestão de alimentos ricos em proteínas, cálcio, ferro, vitaminas e o ácido fólico, que é um elemento fundamental para a formação do feto. Os alimentos que têm acido fólico em quantidades pequenas são os folhosos, como brócolis e espinafre, o feijão, fígado bovino, germe de trigo. Há um pouco também no suco de laranja. Em geral, o consumo desses alimentos acabam não suprindo, sendo preciso uma suplementação, que deve ser feita sob indicação médica. Há uma série de recomendações que já são conhecidas pela maioria das gestantes, como banir o álcool e o fumo durante a gravidez. Mas há alimentos aparentemente menos nocivos, que estão na dieta diária da maioria das pessoas e que precisam também ser evitados, como o café, chocolate e o refrigerante, pois as bebidas com gás não deixam o organismo absorver cálcio e ferro, que são fundamentais para esse período. A cafeína também reduz a capacidade do corpo de absorver ferro, o que aumenta os riscos de anemia nas mulheres. Estudo publicado pelo American Journal of Obstetrics and Gynecology, em 2008, apontou que mulheres com consumo diário a partir de 200 mg de cafeína tinham o risco de aborto espontâneo dobrado, quando comparadas às que não consumiam a substância. O consumo de adoçantes artificiais e de frituras são outros pecados gastronômicos a serem deixados de lado na gestação. É fundamental evitar alimentos tóxicos dos hábitos alimentares. As gestantes devem preferir alimentos naturais, evitando sempre aqueles industrializados e ricos em gorduras trans, como margarinas, salgadinhos, biscoitos recheados. Comida fast-food está entre os alimentos tóxicos a serem esquecidos pela gestante. As futuras mamães devem tomar muito cuidado com os desejos típicos desse período. As nutricionistas alertam que os desejos estão relacionados diretamente a fatores emocionais e não fisiológicos, podendo surgir, neste caso, o anseio por alimentos que podem ser até nocivos à gravidez. Esses comportamentos são provocados por carências afetivas. Esse é um período em que as mães se sentem muito fragilizadas, quando os hormônios estão alterados. É comum a mãe ter desejos ou rejeição a alguns alimentos. A gestante não pode comer tudo o que vem na cabeça. A alimentação adequada é fundamental também para que a mulher se prepare para o período de lactação (fase de produção do leite). Segundo as especialistas, a falta de reservas nutricionais da gestante pode ocasionar a restrição da quantidade necessária do leite ou a redução da sua qualidade. Como a alimentação do bebê nos seis primeiros meses deve ser exclusiva de leite materno, a mãe precisa se preparar para esse período. O leite praticamente fica insuficiente se a mulher não tiver uma boa alimentação e, principalmente, se não ingerir líquidos de forma adequada.
Grávida de olho na dieta
Ciente de todas as recomendações, a enfermeira Priscila Ferraz, 31 anos, que está no quarto mês de gestação, tem dificuldades de manter a dieta ideal por fazer diversas refeições fora de casa.
“Me alimento na maioria das vezes na rua devido às minhas atividades profissionais. Se não andar com um lanchinho é difícil ter uma alimentação saudável”, confessa a enfermeira, que já ganhou três quilos nos quatro primeiros meses de gestação.
E você tem esta mesma dificuldade? Priscila está se adaptando à gestação, buscando se alimentar com mais frequência e em menor quantidade.
“Procuro fazer refeições menores e mais vezes ao dia”, explica.
O fato de a maioria das lanchonetes e cantinas oferecerem principalmente frituras, dificulta as pretensões da futura mamãe.
“Imploro para a vendedora de lanches trazer salada de frutas, mas ela é adepta das frituras”, lamenta a enfermeira, que evita comidas embutidas e cruas, como sushis, sob orientação médica.
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5 dicas para voltar à boa forma após o parto

Voltar ao peso ideal logo após o parto é o desejo de toda mãe. Dietas, exercícios e plásticas são algumas opções para remodelar o corpo, mas é preciso respeitar as alterações características do período. Sugiro não ter pressa. O pós-parto é uma fase de acomodação para o organismo da mãe, que sofreu alterações importantes, especialmente na região abdominal Veja abaixo algumas dicas de especialista no programa Mãe no GNT para eliminar a flacidez e os quilos extras da gestação: 1) Dieta Fazer uma dieta rigorosa nessa fase pode ser perigoso, já que o leite deve ser o alimento exclusivo do bebê até os 6 meses de idade. Os nutrientes ingeridos pela mãe passam para o bebê através do leite, por isso é necessário continuar controlando a alimentação, assim como na gravidez. Sugiro ingerir bastante água e seguir um cardápio balanceado, mas sem radicalismos, que podem prejudicar o desenvolvimento do bebê. Vale lembrar que o excesso de certos alimentos pode provocar reações na criança. Grãos como feijão, soja e grão de bico devem ser ingeridos com moderação, já que fermentam, dão gases e o bebê poderá sentir cólicas. 2) Exercícios físicos Para não ganhar muito peso, o ideal é praticar exercícios regulares durante toda a gravidez. Após o nascimento do bebê, alguns cuidados devem ser tomados. Independentemente do parto, é preciso aguardar seis semanas para voltar a praticar exercícios físicos, começando com atividades de intensidade leve a moderada. Os músculos do abdômen, assoalho pélvico e costas precisam de atenção especial, já que foram muito exigidos durante a gravidez. Caminhadas, exercícios na água e yoga são boas opções. É importante lembrar que amamentar o bebê também ajuda a eliminar os quilos extras. 3) Lipoaspiração A lipoaspiração é o procedimento mais realizado por mulheres que querem eliminar a gordura, mas ele ressalta que é preciso aguardar seis meses após o parto. A chamada hidrolipo é o método mais seguro. O procedimento permite retirada de volumes maiores de forma segura, diminui o sangramento, dor, gera menos hematomas e permite retorno precoce às atividades regulares. Geralmente, é possível ter vida normal em 5 ou 10 dias. Quando a flacidez é maior, com excesso de pele, indico uma lipoabdominoplastia, procedimento em que a gordura é aspirada através da lipo e as formas são redesenhadas com cirurgia plástica. 4) Tratamentos estéticos Procedimentos estéticos modernos podem ser bons aliados para a perda de medidas e a redução da flacidez no pós-parto. Os mais modernos são o V3 Contour, que usa um sistema de ultrassom guiado por software específico, o Venus, que utiliza radiofrequência, além do Coolsculpting e Proshock Ice, que reduzem a gordura localizada através do processo de resfriamento da pele. Em geral, é preciso aguardar 30 dias após o nascimento do bebê para submeter-se aos tratamentos. O ideal é começar durante o período de amamentação. Os aparelhos são seguros e nessa fase ainda há liberação do hormônio prolactina, que estimula a produção de leite e também ajuda na perda de peso. 5) Cirurgia Plástica O abdômen e seios são as partes do corpo que as mulheres costumam retocar após a gravidez. Para o sucesso de intervenções cirúrgicas nessas regiões, o médico recomenda calma. Logo após o parto a mulher encontra-se acima do peso, com flacidez dos músculos, inchada e o bebê precisa de atenção exclusiva. Nesse período, os riscos de infecções e trombose também são maiores. Recomendo aguardar 6 meses, para que os músculos retomem o tônus e o peso retorne ao que era antes da gestação. O resultado é melhor e a cirurgia muito mais segura. Os seios podem ser levantados, aumentados ou diminuídos e a abdominoplastia para eliminação da flacidez do abdômen.
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Mitos e verdades sobre gravidez e obesidade

Queria abordar aqui alguns mitos e verdades sobre gravidez e obesidade, até por incrível que pareça ironicamente, apesar da ingestão calórica excessiva, muitas mulheres obesas são deficientes em vitaminas vitais para uma gravidez saudável. E por que existem muitas outras estatísticas alarmantes que surgem quando obesidade e gravidez coincidem. Juntas, elas apresentam um conjunto único de desafios que as mulheres e seus médicos devem enfrentar para alcançar o melhor resultado possível para a mãe e para o bebê. Na edição de dezembro da revista Seminários em Perinatologia, a especialista em medicina materna, Loralei Thornburg (Universidade de Rochester - EUA) revisa as principais mudanças e obstáculos relacionados à gravidez que as mulheres obesas podem ter de enfrentar antes do parto.
"Embora você possa ter uma gravidez bem-sucedida com qualquer peso, as mulheres precisam entender os desafios que o seu peso irá criar e se tornar uma parceira no seu próprio tratamento, pois elas precisam conversar com seus médicos sobre a melhor forma de otimizar a sua saúde e a saúde de seu bebê"
"Eu trato pacientes obesas o tempo todo, e embora nem tudo saia sempre exatamente como planejado, elas podem ter uma gravidez saudável" afirma a médica.
Mitos e verdades sobre gravidez e obesidade
Os seguintes mitos e verdades destacam alguns dos obstáculos para se ter em conta antes, durante e após a gravidez com obesidade. Alguns são bem comuns, mas alguns chegam a ser surpreendentes. 1) Muitas mulheres obesas apresentam deficiência de vitaminas Verdadeiro! Quarenta por cento são deficientes em ferro, 24% em ácido fólico e 4% em vitamina B12. Esta é uma preocupação porque certas vitaminas, como o ácido fólico, são muito importantes antes da concepção, diminuindo o risco de problemas cardíacos e defeitos da coluna vertebral em recém-nascidos. Minerais, como cálcio e ferro, são necessários durante a gravidez para ajudar os bebês crescerem. A especialista afirma que a deficiência de vitamina tem a ver com a qualidade da dieta, e não com a quantidade. Mulheres obesas tendem a fugir dos cereais fortificados, frutas e legumes, e comer mais alimentos processados, que são ricos em calorias, mas pobres em valor nutritivo. Assim como todo mundo, as mulheres que estão pensando em engravidar, ou estão grávidas, devem adotar uma mistura saudável de frutas e legumes, proteínas magras e carboidratos de boa qualidade. 2) Pacientes obesas precisam de ganhar pelo menos 7 quilos durante a gravidez Meia verdade! Em 2009, o Instituto de Medicina dos Estados Unidos revisou suas recomendações para ganho de peso gestacional de mulheres obesas de "pelo menos 7 quilos" para "de 5 a 9 quilos". O detalhe é que, além de um menor limite inferior, agora há um limite máximo. De acordo com pesquisas anteriores, as mulheres obesas com ganho de peso excessivo durante a gravidez têm um risco muito elevado de complicações, incluindo o nascimento prematuro, cesariana, falha na indução do parto, bebês grandes demais para a idade gestacional e recém-nascidos com baixo teor de açúcar no sangue. Se uma mulher começa a gravidez com sobrepeso ou obesa, não ganhar muito peso pode de fato melhorar a probabilidade de uma gravidez saudável. Falar com seu médico sobre o ganho de peso adequado para a sua gravidez é fundamental. 3) O risco de parto prematuro espontâneo é maior em obesas do que em não-obesas. Mito! Mulheres obesas têm maior probabilidade de parto prematuro recomendado, um parto antecipado por razões médicas, como diabetes materno ou pressão arterial elevada. Mas, paradoxalmente, o risco de parto prematuro espontâneo, quando uma mulher entra em trabalho de parto por uma razão desconhecida é, na verdade, 20% menor em obesas do que em não-obesas. Não há explicação para o porquê disso, mas Thornburg diz que a hipótese corrente sugere que isto está provavelmente relacionado a alterações hormonais nas mulheres obesas que podem diminuir o risco de parto prematuro espontâneo. 4) Doenças respiratórias na obesidade aumentam risco de complicações não pulmonares na gravidez Verdadeiro! As doenças respiratórias na obesidade incluem a asma e apneia obstrutiva do sono, enquanto as complicações não-pulmonares na gravidez incluem o parto cesáreo e a pré-eclâmpsia (pressão alta). Mulheres obesas têm taxas de complicações respiratórias mais elevadas, e até 30% têm uma exacerbação da asma durante a gravidez, um risco quase uma vez e meia maior do que as mulheres não-obesas. De acordo com Thornburg, as complicações respiratórias representam apenas uma peça do quebra-cabeça dos problemas de saúde na obesidade, que aumenta a probabilidade de problemas na gravidez. Bom salientar a importância de manter a asma e outras condições respiratórias sob controle antes de engravidar. 5) As taxas de amamentação são elevadas entre mulheres obesas Mito! As taxas de amamentação são baixas entre as mulheres obesas, com apenas 80% amamentando nos primeiros dias, e menos de 50% indo além de seis meses, ainda que a amamentação esteja associada com menor retenção de peso pós-parto. Pode ser um desafio para as mulheres obesas amamentarem. Muitas vezes leva mais tempo para seu leite descer e elas podem ter menor produção, já que o tamanho do peito não tem nada a ver com a quantidade de leite produzido. Devido a estes desafios, as mães precisam ser educadas, motivadas e trabalharem com seus médicos, enfermeiros e profissionais de lactação para caprichar na amamentação. Mesmo que só seja possível fazer o aleitamento parcial, ainda é melhor do que amamentação nenhuma.
calculadora onine gratuita que diz qual deveria ser o seu peso ideal a cada semana de sua gravidez
Por fim deixo ainda a dica da calculadora onine gratuita que diz qual deveria ser o seu peso ideal a cada semana de sua gravidez, que pode ser acessada em: www.zazou.com.br/home/default.asp?id=calculadoras&pg=peso_ideal
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Bebê Nasce com o Dobro do Peso Normal com 6,350 Kgs

Vejam só este caso de uma inglesa chamada de Miriam Pearman, de 33 anos, que planejou durante toda a gravidez ter o filho por parto normal, mas quando a hora chegou, os médicos perceberam que não poderiam realizar o desejo da mãe, já que o bebê pesava "apenas" 6,350 Kg! Para ter uma idéia, o pequeno Conor nasceu com o dobro do peso médio...
Bebe com 6 kilos
“Eu não senti muita dor, mas no fim eu tive mesmo que fazer uma cesárea porque ele era tão grande que não estava saindo”, contou Miriam ao jornal “Daily Mail”.
O primeiro filho da inglesa, que mora na cidade de Nottingham, nasceu com o peso normal, em 2008. Mas ainda assim ela precisou se submeter a uma cesárea na época. Por isso queria tentar o parto normal com o segundo bebê. Miriam contou que, apesar de ter crescido bastante durante a gravidez de Conor, sequer imaginou que ele seria tão grande. Quando Conor nasceu, ele se tornou logo a atração do hospital. “A parteira disse que era o maior bebê que ela já tinha visto e nos fez tirar fotos dele”, revelou. Hoje, Conor já tem oito meses, mas a mãe garante que ele usa roupas para crianças entre 12 e 18 meses.
“Ele sempre usou roupas pelo menos um tamanho maior que a idade dele”, disse Miriam.
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Mulheres de baixa renda engordam com frequência durante gestação

Um novo estudo nos EUA descobriu que mulheres jovens e de baixa renda muitas vezes ganham muito peso durante a gravidez, o que levanta preocupações sobre o risco de obesidade a longo prazo. Quase dois terços das 427 mulheres grávidas, a maioria negras ou hispânicas, atendidas em duas clínicas médicas nos EUA ganharam mais do que o peso recomendado durante a gestação. Um ano após o parto, cerca de metade tinha mantido pelo menos 10 kg conquistados durante a gravidez. No estudo publicado no "American Journal of Obstetrics & Gynecology", Bonnie E. Gould Rothberg, da Yale University School of Medicine em New Haven, Connecticut, e seus colegas afirmaram que os resultados são preocupantes. O excesso de ganho de peso durante a gravidez aumenta as probabilidades de ter um bebê maior do que o normal, que pode necessitar de uma cesárea, por exemplo. E as mulheres têm menos probabilidade de emagrecer depois da gravidez, o que aumenta o risco de diabetes e hipertensão. Outras pesquisas ainda sugerem que recém-nascidos grandes têm mais chance de se tornarem obesos ao longo da vida. Os pesquisadores descobriram que antes da gravidez, apenas um quarto das mulheres estavam acima do peso, e um pouco mais do que isso eram obesas. Entre as que estavam com peso normal antes da gravidez, quatro em cada dez se encaixaram na definição de sobrepeso um ano após o parto, e uma em 20 caiu na categoria de obesa. Das que estavam acima do peso antes de engravidar, mais da metade eram obesas um ano após o parto, com base no IMC (índice de massa corporal), uma medida do peso em relação à altura. IMC acima de 25 é considerado sobrepeso e acima de 30, obesidade. Como as mulheres no estudo tinham apenas idades entre 14 e 25, segundo os pesquisadores, é provável que elas tenham mais filhos e, possivelmente, ganhem mais peso após as gestações. O IOM (Institute of Medicine), um órgão consultivo do governo dos EUA, recomenda que o ganho de peso normal é de 11 kg e 16 kg durante a gestação. Mulheres que estão abaixo do peso ideal são aconselhadas a ganhar 12 kg a 18 kg, enquanto aqueles que estão acima podem ganhar entre 7 kg e 11 kg.
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Peso Ideal Durante a Gravidez = IMC (Indice de Massa Corporal)

Você sabe quantos quilos as mulheres devem ganhar durante a gravidez? O ideal é que seja nem engordar a mais, nem a menos que o que necessário e recomendado pelos médico para a saúde do bebê e da mãe. Por isto é fundamental que o peso esteja de acordo com o seu índice de massa corporal, e para tal que tenha uma alimentação balanceada, que é sempre a melhor pedida. Para facilitar sua vida a Zazou disponibiliza em nosso site uma calculadora online gratuita que calcula seu peso ideal a cada semana de sua gravidez de acordo com sua altura, baseado em uma tabela do Ministério da Saúde, no seguinte link abaixo: http://www.zazou.com.br/home/default.asp?id=calculadoras&pg=peso_ideal Se você não quer ter problema para perder os quilos ganhos durante a gestação, é melhor controlar os ponteiros da balança nos nove meses. Para ter uma idéia uma pesquisa realizada pela Universidade de Queensland, na Austrália, revelou que as mulheres que ganham peso excessivo durante a gestação têm até quatro vezes mais chances de se tornarem obesas. Para o estudo, os pesquisadores mediram o IMC de 2.055 mulheres que tiveram filhos entre 1981 e 1983. Vinte e um anos darem à luz, aquelas que engordaram além do ideal estavam cerca de 20 quilos mais pesadas. A recomendação de quantos quilos engordar durante a gestação não é a mesma para todas as mulhereres. Por conta do crescente número de mulheres fora do peso ideal, o Instituto de Medicina dos Estados Unidos (IOM) recomenda que aquelas que estão com excesso de peso ganhem entre 5 e 9 quilos na gestação. O ideal é que a mulher que pretende engravidar esteja com o índice de massa corporal (IMC) dentro do normal, entre 18,5 e 24,9. Porém não é o que acontece muitas vezes. Assim, é fundamental ter um controle dos quilos a serem ganhos de acordo com o seu peso. Mulheres muito magras (com IMC abaixo do normal, menos de 18,5) têm de engordar um pouco mais, para evitar que o bebê nasça com baixo peso. “Já as que estão acima do peso têm uma reserva natural e não precisam ganhar massa gordurosa. Porém, devem seguir uma dieta balanceada, rica em proteína, vitamina, ferro, cálcio”, afirma Pupo. O controle de peso durante a gravidez, aliás, serve como prevenção. Estudos realizados para o relatório do IOM confirmam que engordar demais durante os nove meses aumenta o risco de diabetes gestacional, hipertensão e ter parto cesárea. Abaixo, você confere uma tabela de quantos quilos engordar dependendo do seu IMC. Segue abaixo então alguns número da recomendações para ganho de peso na gravidez de acordo com o Instituto de Medicina dos Estados Unidos: 1) Abaixo do peso = IMC < 18.5 = Engostar entre 13 e 18Kg 2) Peso normal = IMC entre 18.5 a 24.9 = Engordar entre 11 e 16Kg 3) Sobrepeso = IMC entre 25 a 29.9 = Engordar entre 7 a 11Kg 4) Obesidade = IMC > ou igual 30 = Engordar de 5 a 9 Kg Para calcular o seu IMC fica a dica da calculadora online gratuita de IMC da Revista Crescer em: http://editora.globo.com/pesquisas/imc_gravidas/escolha.htm
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