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Náuseas e vômito na gravidez fazem bem ao feto

Náuseas matinas e vômito, problemas comuns durante a gravidez, podem ter um lado positivo!

Se por um lado se tornam insuportáveis para as mulheres, por outro podem fazer bem às crianças. Os sintomas estão relacionados com um desenvolvimento mais saudável do feto, menos exposto a má formação, problemas de crescimento e um baixo risco de aborto.

O resultado foi obtido através de uma pesquisa realizada em cinco países com 850 mil grávidas, conduzida pelo Hospital for Sick Children, da Universidade de Toronto, no Canadá, e publicada pela revista Reproductive Toxicology.

“85% das mulheres sofrem com distúrbios matutinos, com sintomas de médio a grave. Descobrimos que o risco de aborto é três vezes maior nas mulheres que não têm náuseas e vômitos. Em particular, observamos que as mulheres com mais de 35 anos de idade, as mais expostas ao aborto, parecem ter mais benefícios quando sofrem desses males matutinos”, explicam os pesquisadores.

Náusea e vômito reduzem o risco de pouco peso e tamanho do bebê no nascimento. O risco de problemas de nascimento é reduzido em 30%.

“Tomar remédios anti-náusea não parece prejudicar o efeito protetor dos distúrbios nos fetos”, afirmou ao jornal Wall Street Journal Gideon Koren, do Hospital for Sick Children e autor principal do relatório.

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Enjôo na Gravidez

Um dos sintomas mais comuns da gestação, com certeza, é o enjoo. Você pode ficar enjoada com algo que ama, seja um cheiro ou uma comida. E a alimentação, tão importante para a saúde da mãe e do bebê, também ajuda a amenizar esse mal-estar típico do começo da gestação. As dicas abaixo são da nutricionista Andréa Santa Rosa, que por sinal também está grávida de cinco meses.

Como o enjoo é mais comum quando a grávida acorda, é importante que a primeira refeição do dia tenha alimentos mais "secos". Normalmente, sugiro uma maçã, torradas feitas com pão integral com um fio de azeite ou pouca manteiga clarificada.

Ao longo do dia, sabe aquela regrinha de comer de três em três horas para manter o corpo funcionando e não engordar?

Também se aplica na gravidez, sempre levando em conta as questões individuais. Lascas de gengibre em pequenas quantidades, chips de batata doce no forno e até a pipoca de panela são boas dicas para os lanches.

Vale lembrar que o mal-estar pode estar ligado à falta de vitamina B6, por isso invista em alimentos que suprem essa deficiência, como farelo e gérmen de trigo e carnes. O gelado também é um ótimo aliado contra o enjoo: picolé de frutas pode funcionar como um SOS quando a gestante está na rua e o mal-estar não vai embora de jeito nenhum.

Um cuidado importante que você deve ter é com os líquidos: o excesso piora a digestão e pode indiretamente agravar o problema. Para se manter hidratada (algo fundamental na gestação!), tome água, água de coco e sucos naturais aos poucos. Fique atenta também a alguns alimentos, como frituras, doces, e alimentos com temperos e odores muito fortes, que agravam o enjoo.

Depois do primeiro trimestre, a tendência é o mal-estar melhorar e talvez você precise ajustar a sua dieta por conta da restrição de alimentos que sofreu no início da gravidez. Vale procurar um especialista para ajudar você a equilibrar as suas refeições. Manter-se bem nutrida garante um ganho de peso dentro do ideal, saúde e boa nutrição para o bebê e uma excelente recuperação no pós-parto. Então cuide-se e tenha uma excelente gestação!
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Video = Enjoos no início da gestaçã

Ao contrário do que muitas pessoas acham, o sexo ou os cabelos do bebê nada têm a ver com os enjoos no início da gestação. O mal estar é gerado pela ação de dois hormônios no organismo. Saiba mais a respeito no vídeo abaixo.
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Gengibre é recomendado para tratar enjoos da gravidez

As náuseas e vômitos, é um um problema que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aflige anualmente cerca de 3 milhões de gestantes no Brasil.

Entre outras recomendações, a Normativa para Tratamento de Náuseas e Vômitos na Gestação (NVG), divulgada pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), sugere a prescrição de até mil miligramas diárias de gengibre, além de piridoxina (uma das vitaminas do complexo B), para combater os enjoos da gravidez.

A normativa é resultado de uma extensa revisão de pesquisas publicadas nos últimas anos pela literatura médica. Em linhas gerais, após descartadas as causas não relacionadas à gestação, como distúrbios gastrointestinais, é recomenda a piridoxina com extrato de gengibre, combinação considerada classe A — não apresenta risco para a gestante ou o bebê.

O gengibre (por seu componente ativo, o gingerol) age no sistema nervoso central, inibindo os receptores da serotonina e exercendo efeitos antieméticos (que inibem o vômito). O fosfato de piridoxal (forma ativa da vitamina B6), além da serotonina, modula a formação e a degradação de outros neurotransmissores envolvidos com as NVG, como a dopamina e a noradrenalina.

De acordo com estudos internacionais, casos de náuseas e vômitos na gestação representam aumento nos custos na saúde pública e prejuízos no mercado de trabalho, mas principalmente problemas psicológicos e sociais para a gestante, com a diminuição da qualidade de vida e, em casos extremos, prejuízos até para o bebê.

A Febrasgo recomenda ainda paliativos naturais, como mudança na dieta, exercícios leves e acupuntura. Se necessário, deve ser usada a ondansetrona (princípio ativo da medicação usada para evitar enjoos em tratamentos de quimio e radioterapia).

Como evitar o mal-estar:

1) Beba pequenas quantidades de líquidos, várias vezes ao dia, principalmente água e sucos de frutas.

2) Evite ficar com o estômago vazio: faça lanches leves entre as refeições.

3) Ao acordar, coma um biscoito seco do tipo água e sal, antes de sair da cama.

4) Evite alimentos cujo odor seja incômodo para a grávida.

5) Fracione a dieta: ingira pequenas quantidades de comida com mais frequência (a ca­da du­as ou três horas), em vez de grandes refeições.

6) Evite alimentos gordurosos, condimentados ou picantes.

7) Aproveite ao máximo o melhor tempo do dia, ou seja, coma quando se sentir melhor ou sempre que sentir fome.

8 ) Deite-se quando estiver enjoada.
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Duquesa Kate Middleton Grávida do Herdeiro Real Britanico com Hiperemese Gravídica

Não se falou em outra coisa na semana passada, que grávida do príncipe William, o segundo na linha de sucessão da Coroa Britânica, a duquesa Kate Middleton teve de ser internada com urgência na semana passada para tratar uma hiperemese gravídica. A condição, que surge no início da gravidez, é severa e demanda tratamento com urgência. Caso contrário, pode levar à perda do bebê, como aconteceu entre outras com a Ivete Sangalo.

Queremos então que entenda mais sobre o tema. Caracterizada pelo excesso de vômitos e náuseas nos três primeiros meses da gestação, a condição clínica faz com que a mãe não consiga se alimentar. É tão severo que tudo o que ela come, acaba pondo para fora.
Duquesa Kate Middleton Grávida do Herdeiro Real Britanico com Hiperemese Gravídica


Se não tratada, a doença pode levar a uma anemia extrema e colocar em risco a própria gravidez. Isso porque o organismo, tende a preservar a vida da mãe. Portanto, quando "identifica" que o mau estado de saúde é decorrente da gravidez, a tendência (em um quadro extremo) é o abortamento do feto.

Uma vez confirmado o quadro clínico é preciso internar a gestante, para que possa repor o líquido perdido. A condição, além da desidratação, causa o chamado desequilíbrio hidroeletrolítico, caracterizado pela perda de sódio e potássio. Assim os enjoos passam a ocorrer também em decorrência da perda desses nutrientes. É importante que a paciente não fique mais de dois dias sofrendo os sintomas. A primeira coisa a ser feita é repor sódio e potássio, sedar a paciente e fornecer líquido e nutrientes via terapia intravenosa.

Não se sabe ao certo a causa da hiperemese gravídica. Acredita-se que a condição seja uma resposta do organismo à produção de hormônios típicos da gravidez. Em caso de gêmeos, portanto, as chances são maiores.

Diferentemente do enjoo matinal comum no início da gravidez, a hiperemese gravídica é mais severa e rara, acometendo poucas gestantes. Os especialistas mostram de que cerca de 60% das grávidas sofrem enjoos e náuseas. Dessas, 5% podem ter hiperemese gravídica. Depois do terceiro mês, a tendência é condição 'desaparecer' e a gestante não sentir mais enjoo ou vomitar.

E você também passou mal no iníco da gravidez? Chegou a ter hiperemese Gravidica?
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Dicas de Como Evitar os Temidos Enjôos na Gravidez

Os enjoos costumam ser os primeiros sinais de que uma mulher está grávida e muitas vezes são eles que levam elas a fazer o teste e descobrir a gestação. O problema afeta a maioria das mães durante os três primeiros meses da gestação. Eles podem acontecer a qualquer hora do dia. Em alguns casos, o sintoma é tão intenso que as gestantes chegam a perder peso e a precisar de alimentação reforçada com soro, por exemplo.
Dicas de Como Evitar os Temidos Enjôos na Gravidez
Suas causas ainda não foram bem definidas pelos médicos. O que se sabe é que o hormônio progesterona desacelera os movimentos gastrointestinais, de modo que a comida permanece no estômago por mais tempo e se move lentamente pelo sistema digestório materno. O hormônio hCG (gonadotrofina coriônica humana) também exerce algum papel, pois as gestações com altos níveis de hCG, como a de gêmeos, provocam muito enjôo. Mas não existe relação consistente entre dado nível de hCG e enjôo. Existem alguns truques para evitar esse desconforto. Um deles é não deixar o estômago vazio por muito tempo. Os enjôos podem melhorar se você insistir e comer pequenas porções de carboidratos leves ao longo do dia, como macarrão e arroz sem temperos fortes, batata cozida e bolacha de água e sal. Outra dica bacana é tomar café da manhã antes mesmo de escovar os dentes. Isso porque a grávida geralmente acorda com enjoos fortes e isso tem a ver com o grande tempo em jejum. Se escovar o dente antes de comer a água fria tende a aumentar o enjoo. Outra dica é comer várias vezes por dia em poucas quantidades. Comer uma fruta no intervalo das refeições ajuda a amenizar o mal-estar. A gestante também deve evitar alimentos pesados, como fritura, ou os muito temperados e de difícil digestão.
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Video = Como tratar os enjôos do início da gravidez?

Segue no vídeo abaixo algumas explicações por que as grávidas tem enjôos no inicio da gravidez e dicas de como tratar e minimizar os seus efeitos:
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Video = Alimentos aliviam enjoos na gravidez?

Vejam no video abaixo as dicas de uma especialistas de como aliviar enjoos na gravidez:
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Video = O que provoca os enjôos na gravidez?

Veja no vídeo abaixo de que as substâncias produzidas pelo útero durante a gravidez, são consideradas estranhas para o cérebro, e é o o que provoca as náuseas. Os hormônios também deixam as gestantes mais sensíveis, a ponto de se sentirem enjoadas com o cheiro do pai da criança.
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Esta no começo da gravidez e anda muito enjoada e vomitando muito? Você sabe o que é hiperêmese gravídica?

Para mais de 60% das mulheres, gravidez e enjoo são palavras de mesma ordem. Até aí, náuseas e vômitos eventuais, já nas primeiras horas da manhã, são reações fisiológicas consideradas normais por médicos e pacientes. Esse desconforto tem nome próprio, emese gravídica, e costuma dar trégua lá pela 12ª semana de gestação. Aliás para isto a Zazou tem uma solução que tem feito muito sucesso lá fora, que você precisa vir conhecer pessoalmente nas lojas da Zazou antes que acabem...
Balas para acabar com os enjôos do inicio da gravidez na Zazou
Já a hiperêmese gravídica (HG), porém, é uma espécie de emese gravídica turbinada, na qual vômitos e náuseas são tão constantes, que colocam a vida de mãe e bebê em risco. O problema ganhou destaque recentemente na imprensa mundial com os casos das britânicas Cheryl Harrison e Claire Barwell, divulgados pelo jornal Daily Mail, que tiveram de suspender suas gestações por chegarem a vomitar até 40 vezes ao dia. A notícia sobre os abortos gerou polêmica no Reino Unido. Afinal, não havia outra forma de preservar o bem-estar das mães e também salvar os bebês? Como a polêmica vai além da internet, antes de tudo, é preciso dizer que vítimas de HG, além de não conseguirem segurar alimento algum no estômago, acumulam impactos à saúde que vão desde perda de peso acelerada e desidratação, a quadros extremos de disfunção hepática ou renal. A boa notícia é que o problema acomete somente de 5% a 10% das grávidas, sendo que apenas de 0,5% a 2% das hiperêmeses levam aos sintomas mais graves, além das chances de aborto. Exclusivamente em episódios em que a mulher está debilitando, sem possibilidade de reversão, interromper a gravidez é a alternativa restante para salvar a vida dessa paciente, e isso está até previsto no nosso código penal.
“É importante dizer que não é uma evolução da emese gravídica. É um quadro que pode estar relacionado a histórico familiar, gestações de gêmeos ou feto do sexo feminino, hipertireoidismo, diabetes ou distúrbios psiquiátricos preexistentes, além de hiperêmese na gravidez anterior”, relata Fernanda Couto Fernandes de Oliveira, médica do Departamento de Obstetrícia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
As múltiplas causas, ainda pouco estudadas, renderam uma pesquisa do Instituto Norueguês de Saúde Pública, em 2010, sobre a relação entre hiperêmese e o DNA das grávidas. Os resultados publicados no British Medical Journal confirmaram risco de desenvolvimento de HG 3% maior nas mulheres cujas mães também sofreram do problema. Saber diferenciar um enjoo teimoso de uma HG não é tarefa simples. Mas quando o sintoma for acompanhado de vômitos que não cessam com medidas caseiras ou com remédios contra náusea, a internação com sedativo costuma ser obrigatória. Os ginecologista alertam de que há muita perda de líquido e eletrólitos, como sódio e potássio, então, a reposição hídrica deve ser imediata. O objetivo é quebrar este ciclo vicioso, pois quanto mais líquido perde, mais enjoo e vômito tem a gestante. Vitaminas do complexo B, glicose, ferro e ácido fólico também entram na nutrição. É justamente esse pacote emergencial, aliado a uma dieta fracionada, que evita diagnósticos mais graves para a gestação, como anemia e complicações nos rins. Outro sinal de alerta na doença é percebido logo na balança. Para se ter ideia, o emagrecimento, em geral, fica acima de 5% do peso anterior à gravidez. No entanto, em estudo publicado no Journal of Women’s Health, no ano passado, pesquisadores americanos avaliaram 214 pacientes com hiperêmese que apresentaram perda superior a 15% do peso pré-gestacional. Entre elas, houve até casos de disfunção da vesícula biliar (órgão que funciona como reservatório para a bílis).
Esta no começo da gravidez e anda muito enjoada e vomitando muito? Você sabe o que é hiperêmese gravídica?
A paulista Ediene Belloti Coelho, 23 anos, de São Bernardo do Campo, teve HG durante a gestação. Ela conta que perdeu 13 quilos em 40 dias. Tentava comer a cada três horas, mas vomitava tudo em cinco minutos.
"Desidratei rapidamente e tinha de ir ao hospital quase todo dia, além de ter sido internada duas vezes com anemia. Não conseguia mais andar ou dormir e só tomava banhos de um minuto, senão a pressão caía e eu vomitava mais. Chorava muito, tinha medo de morrer”.
Para Ediene, a falta de informação sobre a doença dificultou a recuperação.
“É normal acharem que você está com frescura. Até no hospital escutava comentários desagradáveis como ‘se não se esforçar, seu bebê não vai resistir’”.
No caso dela com 16 semanas de gestação, o caos da HG amenizou. Agora, no oitavo mês, já recuperou o peso normal e está feliz da vida porque a sua bebê conseguiu atingir os dois quilos. Assim como a história de Ediene, em muitas mulheres a HG diminui ou desaparece a partir da 12ª semana de gestação. Antes dessa melhora, ou para os casos insistentes, há medicamentos que prestam um socorro bem-vindo à paciente. Os mais populares, usados sempre sob orientação médica, são ondansetrona (comum contra os efeitos colaterais da quimioterapia), dimenidrinato, cloridrato de meclizina.
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Dicas de Como Solucionar os Enjoos durante a Gravidez = Novidade das Famosas Balas Anti-Enjôos na Zazou

No começo da gravidez, é normal ficar enjoada, com vontade de vomitar e fugindo de determinados cheiros e alimentos. Má notícia: acontece com 70% das mulheres. Boa notícia: passa, lá pelo terceiro mês. Difícil escapar dessa sensação tão desconfortável que traz, ainda, tontura e excesso de saliva. As alterações hormonais, próprias da fase, diminuem o ritmo da digestão e relaxam a válvula que separa o esôfago do estômago, aumentando o refluxo. Além disso, a ansiedade, os medos e o stress também contribuem para o aparecimento dos enjôos. Mas você pode atenuar os sintomas.
Enjôos na Gravidez
Veja como em 20 dicas práticas e bem úteis: 1) Deixe, sempre, três biscoitos de água e sal na mesinha de cabeceira. Para comer, logo ao acordar, sem ingerir água ou qualquer outro líquido. Ajuda no controle do excesso de saliva. Em seguida, tome um suco bem gelado – abacaxi, laranja, limão – ou uma água de coco. 2) Está deitada, dormindo ou apenas descansando? Não se levante bruscamente. 3) Passas e biscoitos de trigo integral ajudam na recuperação do nível de glicose. 4) Não fique com o estômago muito cheio ou muito vazio. 5) Faça, pelo menos, seis pequenas refeições ao longo do dia. Evita a distensão do estômago e o agravamento do enjôo. 6) Diminua a quantidade de doces e massas, principalmente à noite. 7) O excesso de açúcar e farinha de trigo aumenta a fermentação no aparelho digestivo, podendo provocar mal-estar. 8) Caminhe ou permaneça em movimento por algum tempo logo após as refeições. Ajuda a digestão e segura a vontade de vomitar. 9) Na hora do lanche, troque os doces por abacaxi, gelatina ou sorvete de frutas. Além de mais saudável, fermenta menos. 10) Tome chá de gengibre e chupe balas de hortelã ou de própolis. Diminuem o enjôo. 11) Fuja dos temperos fortes (alho, cebola, pimenta, etc). Podem provocar enjôo. 12) Diga não às frituras, ao creme de leite e à manteiga. A digestão fica mais difícil. 13) Faça exercícios com a orientação de um profissional especializado. Melhora o metabolismo, desenvolve a resistência muscular e a flexibilidade, o que, indiretamente, ajuda a diminuir o enjôo. 14) Depois de vomitar, controle a dieta. Prefira líquidos, frutas (pêra e maçã, por exemplo) e carboidratos (batata, arroz, pão). 15) Descasque – sempre – as frutas. A digestão da grávida é mais lenta e as cascas, mais difíceis de serem processadas pelo organismo. 16) Alimentos gelados ajudam. 17) Chupar gelo dá um grande alívio. Mas, para dar um gostinho e ficar, ainda, nutritivo experimente colocar sucos de frutas na forminha. 18) Evite se estressar, principalmente durante as refeições. Dificulta a digestão. 19) Antiácidos, só se o obstetra receitar. Muitas vezes, o mal-estar é causado, exatamente, pela queda na produção de ácidos gástricos. 20) A última refeição do dia deve ser leve. Sem acompanhamento de água ou qualquer outro líquido. Um prato perfeito: arroz com legumes. E se nada disto ajudar, a Zazou tem ainda uma opção bem legal e prática contra estes enjôos, que funciona muito bem, e por isto mesmo tem sido um sucesso de vendas nas lojas da Zazou, seja no Rio (21-2247-645), seja em São Paulo (11-3846-6511). Estou falando das famosas balas anti-enjôos. Uma novidade que estamos trazendo para vocês. Venha experimentar uma pessoalmente na Zazou...
Dicas de Como Solucionar os Enjôos durante a Gravidez = Balas Anti-Enjôos
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