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8 mitos e verdades sobre o surgimento de manchas na pele durante a gestação

Após o primeiro trimestre da gestação, muitas futuras mamães começam a notar o escurecimento dos mamilos e o aparecimento de manchas acastanhadas na pele. A mudança na tonalidade ocorre devido às alterações hormonais típicas desta fase, e pode tanto sumir após o parto, como se tornar permanente e necessitar de tratamento.

Procedimentos invasivos não são indicados, pois ao invés de solucionar o problema, podem causar efeito rebote e produzir mais pigmento na área. O melhor mesmo é investir em métodos suaves como cremes manipulados e peelings superficiais seriados.

Veja abaixo explicação de oito mitos e verdades sobre o surgimento de melasmas durante a gestação com o dermatologista na Clínica D’Castro em São Paulo Denner de Castro:

1- A gravidez pode causar manchas na pele

Verdade. Uma alteração hormonal, causada pelo aumento de progesterona no organismo, potencializa a produção de pigmentos da pele e com isso forma manchas. O problema fica ainda maior quando há grande exposição ao sol.

2- É possível prevenir ou evitar manchas

Mito. Não existem formas de evitar a formação de melasmas na gestação, uma vez que a causa tem fundo hormonal. No entanto, é possível amenizar a situação evitando o sol, do contrário, é necessário aplicar uma generosa camada de protetor solar.

3- Manchas podem sumir naturalmente após o parto

Verdade. Em algumas pacientes a diferença na tonalidade da pele regride, porém em outras mamães há o risco do melasma se tornar permanente. Tudo dependerá do satisfatório funcionamento orgânico de cada pessoa.

4- Braços e colo são os lugares mais comuns para o surgimento de manchas

Mito. Raramente os melasmas aparecem nestas regiões, apesar de estarem constantemente expostas. As áreas mais afetadas são o rosto, as axilas, a virilha e o abdômen.

5- O surgimento de manchas depende do tom de pele

Verdade. Peles morenas e negras carregam mais pigmentos e, por isso, têm mais facilidade em sofrer com melasmas. A dificuldade de recuperação com tratamento também é maior para esse fototipo.

6- Melasmas são reversíveis

Verdade. O problema pode ser tratado com peelings químicos, medicação tópica ou laser. Esta última opção é a melhor escolha, pois oferece resultados mais eficientes.

7 – Após o tratamento, a pele recupera o tom uniforme

Mito. Apenas em poucos casos a pele consegue se recuperar totalmente. Na maioria dos casos, há uma melhora de 60% a 70%, mas o pigmento residual permanece e pode voltar a escurecer se os cuidados com proteção solar não forem tomados.

8- O problema deve ser tratado somente após a gravidez

Verdade. Isso porque tanto os tratamentos estéticos quanto os medicamentos tópicos podem apresentar riscos à gravidez.

Manchas acastanhadas costumam surgir durante a gravidez ou mesmo após o parto devido a alterações hormonais que estimulam o aumento de pigmentação. Além disso, a exposição solar sem os devidos cuidados ajuda a escurecer ainda mais determinadas regiões do corpo, como axilas e virilha. Embora os tratamentos ofereçam resultados satisfatórios para clareá-las, na maioria dos casos a pele não recupera o tom original.

E você, sofreu com manchas na gravidez? Conte sua experiência nos comentários deste post…

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A verdade sobre 5 mitos que assustam mulheres na gravidez

A história é de Emily Oster, professora assistente de economia da Universidade de Chicago, nos EUA, e autora do livro “EXPECTING BETTER: Why the Conventional Pregnancy Wisdom is Wrong — and What You Really Need to Know” (algo como “Esperando melhor: porque a sabedoria convencional sobre gravidez está errada e o que você realmente precisa saber” em português).

Quando engravidou da sua filha, há três anos, começou a pesquisar dicas sobre gravidez e se assustou. “Eu definitivamente tinha a impressão de que havia muita coisa para se preocupar, mas ninguém parecia ser capaz de concordar sobre estas preocupações. Cada um tem uma opinião diferente”, disse Emily.

Os livros nem sempre concordam com as opiniões médicas, o médico nem sempre concorda com as recomendações oficiais e a internet nunca concorda com ninguém. Ela comenta que rapidamente percebeu que as recomendações médicas vêm de estudos e que poderia usar o treinamento e estudo em economia e estatística para avaliar o que é falado e entender melhor as “regras” da gravidez.

Algumas descobertas estavam de acordo com o esperado, mas outras foram bem diferentes. Confira alguns mitos selecionados por Emily:

Mito 1: A cafeína é proibida

Falso. Muitos livros dizem que uma quantidade moderada é aceitável, mas outros proíbem a cafeína em tudo. O grande risco com a cafeína, dizem, é especialmente no início da gravidez, pois pode provocar aborto. Os estudos de Emily fizeram-na descobrir que não havia risco em consumir menos de 200 miligramas de cafeína por dia – cerca de duas xícaras de café. Mas ela encontrou informações que permitiam até quatro xícaras por dia.

Mito 2 : O tipo de teste pré-natal depende da sua idade

Falso. Teste pré-natal é uma decisão complicada para muitas mulheres, obrigando-as a enfrentar as preocupações sobre a criança e os riscos de aborto espontâneo. A recomendação mais comum é que as mulheres com mais de 35 anos façam um teste mais elaborado, tipicamente uma amniocentese ou CVS, para procurar anormalidades genéticas (ambos os testes carregam algum risco de aborto). Já as mulheres com menos de 35 anos geralmente são orientadas a passar por um processo de triagem, que não apresenta qualquer risco, mas oferece menos informações.

A diferença entre exames de acordo com a idade da gestante é baseada no fator de risco para problemas cromossômicos, que aumenta com o tempo. Aos 35 anos, a probabilidade de um problema cromossômico é aproximadamente igual ao risco de aborto a partir da amniocentese.

Mito 3: Ter relações sexuais pode impulsionar o trabalho de parto

Falso. Embora não haja uma razão química que comprove isso, os dados de ensaios clínicos randomizados não apoiam essa afirmação. Quando os médicos aleatoriamente incentivaram casais a ter relações sexuais no final da gravidez, as mulheres não entraram em trabalho mais rápido do que os casais que não foram incentivados a fazer sexo. Em geral, não houve diferença entre casais que tiveram relações sexuais no final da gravidez e os que não tiveram.

Mito 4: Epidural prolonga o tempo de trabalho de parto

Esse é verdadeiro. Algumas mulheres reclamam que o tempo de trabalho de parto aumenta em praticamente uma hora com a epidural, enquanto outras dizem que isso não existe. A verdade é que tomar uma epidural prolonga o trabalho em cerca de 15 minutos, de acordo com um estudo de 2011.

Mito 5: Queijo não pasteurizado está proibido

Também é verdadeiro. O maior risco relacionado com a alimentação na gravidez é listeria. É uma bactéria perigosa, a qual as mulheres grávidas são especialmente suscetíveis, e que pode levar ao aborto ou natimorto. A preocupação com a contaminação por listeria é a razão para queijos não pasteurizados ficarem fora do menu para gestantes. Cerca de 20% dos casos de listeriose nos Estados Unidos ao longo dos últimos 15 anos foram causados por queijo fresco de leite não pasteurizado. É interessante notar, no entanto, que isto é sobre queijo não pasteurizado. Portanto, sinta-se livre para desfrutar de alguns Brie – apenas certifique-se que o leite é pasteurizado.
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Video = Conheça os mitos e verdades da gravidez

A gravidez é um período especial na vida das mulheres, entretanto, muitas dúvidas costumam surgir nesta fase. Conheça no vídeo abaixo alguns mitos e verdades que atormentam as mamães durante a gestação.
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Video = Mitos da gravidez

Quando recebe a notícia que está grávida, a mulher fica cheia de dúvidas: se pode pintar o cabelo, fazer ginástica, se precisar mudar a alimentação? Existem algumas adaptações nesse período, mas a maioria das informações não passa de puro mito! Assista a essa animação abaixo e tire suas dúvidas sobre os principais mitos da gravidez.
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Grávidas mudam seus comportamentos por causa de mitos sobre a gravidez

Vejam alguns mitos comuns sobre a gravidez como: de evitar fios ou cintos para a criança não nascer “esganada” com o cordão umbilical, ou então de não usar chaves nem beber por copos rachados, pois o bebé pode nascer com lábio cortado; e ainda não comer polvo, porque pode provocar aborto ou manchas; e também coser roupa vestida ou usar alfinetes pode trazer complicações à criança; ou até evitar funerais pois o feto pode morrer, ficar amarelo, mudo, com espírito do falecido e acreditar que se a barriga estiver empinada é rapaz ou redonda é mulher são alguns dos mitos que ao longo dos anos têm sido identificados pelas grávidas. Queria então comentar sobre o recente trabalho da pesquisadora portuguesa Maria Fátima Martins, da Escola Superior de Enfermagem da Universidade do Minho (UMinho), que ganhou o prémio da melhor comunicação livre dada pela Ordem dos Enfermeiros Portugueses (OEP) pela tese: "A Educação para a saúde e as tradições durante a gravidez". Sendo que inclusive as conclusões deste trabalho foram recentemente apresentada num congresso internacional em Malta, em que destaca de que 82 por cento das mulheres entrevistadas modificaram os seus comportamentos durante a gravidez em função do estabelecido por determinados mitos e crenças. E você? Mande seus comentários! O estudo teve como objetivo analisar os comportamentos expressos pelas grávidas dependentes de tradições e conhecer a importância que os enfermeiros atribuem às mesmas.
“Os resultados podem induzir que os mitos e as crenças são percebidos como elementos de segurança, de protecção, de conservação, de fé e de tradição que é necessário manter”, referiu.
Segundo Maria Fátima Martins, “verificou-se que os médicos e enfermeiros, durante as consultas do pré-natal, raramente abordam o assunto dos mitos, das crenças ou das tradições. Esta omissão leva a que as mulheres vivam a sua gravidez num clima permanente de ansiedade, de medo ou mesmo de insegurança”.
O trabalho deu origem ao livro "Mitos e Crenças na Gravidez – Sabedoria e Segredos Tradicionais das Mulheres de Seis Concelhos do Distrito de Braga", de 340 páginas, editado pela Colibri.
Mitos e Crenças na Gravidez – Sabedoria e Segredos Tradicionais das Mulheres de Seis Concelhos do Distrito de Braga
Alguns dos mitos ainda defendem que não se deve comer polvo e evitar fios, cintos ou funerais, que cara com sardas é menino, cara limpa é menina; subir a escada com pé direito é sexo masculino, pé esquerdo é feminino; ser proibido cheirar flores, senão o bebé pode nascer com uma flor no corpo, marcas ou manchas; se a grávida não comer o que deseja, a criança pode nascer com a boca aberta ou com o cabelo “espetado”; uma mulher grávida recusar ser madrinha, pois pode provocar a morte do bebé que está na barriga ou do que vai ser batizado; se ao amamentar deitar restos de comida ao lixo e um animal fêmea prenha os comer, a mãe pode ficar sem leite; entre outros... Em qual deles você acredita? Conheçe outros para compartilhar conosco?
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