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5 Dicas para uma gravidez saudáve

A maioria das mulheres quando desejam engravidar se preocupam em manter uma gestação saudável para que o bebê venha forte e saudável. A maternidade é um período que deixa muitas mulheres em dúvida do que se deve ou não fazer para ter uma gestação tranquila, geralmente nessa fase o corpo passar por várias transformações, sem falar no psicológico da mulher que passa por diversos estágios e as emoções ficam a flor da pele.

O que fazer para passar por mais essa etapa da vida de maneira saudável e serena ?Hoje separamos cinco dicas para as futuras mamães que desejam passar por uma gravidez tranquila e saudável confira abaixo quais são elas:

1) FAÇA EXAMES DE ROTINA

Para ter uma gestação saudável e segura é importantíssimo que a mulher faça sempre o pré-natal com todos os exames e consultas prescritos pelo seu médico obstetra, havendo alguma dúvida ela deve sempre esclarecer com o seu médico todas as suas inseguranças e qualquer mudança que esteja lhe incomodando no momento da gestação.

O acompanhamento médico é essencial para observar todas as mudanças não só para o desenvolvimento fetal do bebê, como também para acompanhar a futura mamãe em seu quadro de gestação e assegurar a ambos uma gravidez tranquila e saudável!

2) SAIA DO SEDENTARISMO = PRATIQUE ATIVIDADES FÍSICAS

O sedentarismo não faz bem a ninguém e a prática de atividades físicas é muito importante para todas as mulheres até para aquelas que estão no período de gestação devem fazer atividades físicas durante a gravidez, lógico que sempre recomendado pelo seu médico e exercícios apropriados para uma gestante, fazer atividades físicas durante a gravidez vai além do controle de peso, qualquer atividade física ajuda e muito a futura mamãe aliviar as tensões, melhora ainda a circulação sanguínea, a postura e o condicionamento cardiorrespiratório, fortalece a musculatura abdominal, diminui as dores lombares, facilita a recuperação pós-parto, além de prevenir o diabetes gestacional ou permitir um controle adequado para quem já o possui.

As mulheres que estão no período de gestação e já faziam antes atividades físicas podem continuar a pratica-las; porém, mas sempre devem ser acompanhadas por um profissional. Já para as sedentárias, comece aos poucos boas opções são a hidroginástica e a caminhada.

3) ATENÇÃO REDOBRADA NA ALIMENTAÇÃO

Manter uma alimentação saudável e equilibrada é um passo bastante complicado para a maioria das gestantes, porém é fundamental que durante toda a gestação a mulher tome bastante cuidado com a alimentação, o ideal é procurar um médico nutricionista para fazer um cardápio apropriado para esse período, nessa fase a mulher tende abusar de certos alimentos que costumam trazer futuramente sérios problemas não apenas na parte estética como também na saúde como um todo. A grávida deve ingerir bastante líquido, evitar todo o excesso de frituras, açúcar e sal, então nada se sair comendo todos os salgadinhos e doces que achar pela frente. Alimentos que não são saudáveis só vão fazer você engordar ainda mais e vão ajudar a retenção de líquidos, além de repercussões do excesso de insulina para o bebê o que é prejudicial ao feto.

Por esse motivo a alimentação é um fator que deve ter a sua atenção redobrada e acompanhada se possível de um médico nutricionista, alimentar-se, a cada três horas de alimentos com baixo valor calórico e grande valor nutricional é o melhor a se fazer quando desejamos ter uma gravidez saudável e sem riscos. Programe-se para fazer uma dieta balanceada,com um cardápio que inclua frutas, legumes, vegetais e proteínas durante e após a gestação. Então já sabe nada de se render aos famosos “desejos de grávida”, policie-se!

4) DURMA BEM

A gestante necessita de boas noites de sono para ter uma melhor qualidade de vida, e além disso o descanso programado devem fazer parte da rotina de toda mulher que está grávida, eles são fundamentais para uma gestação tranquila e saudável. Caso necessário invista em um colchão adequado e um travesseiro que não force muito a região cervical são pré-requisitos para um bom descanso.

Procure criar hábitos de deitar por 20 minutos no meio da manhã e a da tarde, sempre que possível, outra dica é manter as pernas levemente elevadas, para ajudar na circulação e evitar os famosos inchaços que a maioria das gestantes costumam ter nos pés. Vale ainda apostar em técnicas de relaxamento, ou praticar ioga, alongamentos,até mesmo massagens relaxantes para aliviar a tensão e o estresse, agindo assim você certamente terá uma boa noite de sono, que irá refletir trazendo ótimos benefícios durante toda a sua gestação.

5) NUNCA TOME REMÉDIOS SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA

Sabe aquela azia que a maioria das grávidas sentem? cuidado com os medicamentos, nunca tome nada sem antes conversar com o seu médico. Todo e qualquer remédio deve ser prescrito pelo seu médico, por mais simples e inofensivo que ele lhe pareça.

Sempre pergunte ao seu obstetra se está liberada durante a gestação os remédios que tiver dúvida e relate sempre ao médico sobre possíveis reações alérgicas. Alguns medicamentos são abortivos e podem causar hemorragia nas mulheres grávidas, ou até afetar o bebê ,então fique atenta e NUNCA se auto medique.

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Amamentação X Seios Turbinados com Silicone

Queria abordar hoje em nosso blog para grávidas antenadas é uma dúvida que ronda a cabeça das mulheres turbinadas e também daquelas que pensam em colocar implantes de silicone: tenho próteses nas mamas, ainda assim posso amamentar?

A resposta é: Sim!

Para isto pedimos ajuda a um cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, que é Dr. André Colaneri, que nos ajudou a responder algumas das principais dúvidas comuns quando o assunto é silicone e amamentação, e que ouvimos bastante no provador da loja da Zazou:

1) A presença de próteses altera a quantidade de leite produzido? E a qualidade?

Não, pois a prótese quando colocada não interfere nas glândulas mamárias. Independente do plano de colocação (subglandular, submuscular, subfascial ou duplo plano) não interfere.

2) O bebê pode rejeitar a mama devido à textura diferente?

Não. A mama com prótese pode ter uma consistência mais firme, porém a textura, o cheiro é o mesmo. O bebê também vai conhecer a mama já aumentada e para ele esse será o padrão normal.

3) O silicone pode vazar durante a amamentação?

Não. As próteses são resistentes e passam por rigoroso teste de qualidade. A amamentação não exerce nenhuma pressão ou trauma sobre a prótese.

4) O período de amamentação de uma mulher com próteses é o mesmo de uma que não passou pela cirurgia?

O tempo possível de amamentação de uma mulher com ou sem próteses é igual.

5) As próteses agravam a flacidez após o período?

A flacidez pós-amamentação é quase inevitável, pois as mamas aumentam de volume com o leite produzido e depois diminuem, o que faz com que a mama laceie mesmo sem ter prótese. A prótese abaixo da glândula, por não ter nenhuma sustentação, pode levar à maior queda, se comparada à abaixo do músculo.

6) O leite pode empedrar por causa das próteses?

O leite fica "empedrado" quando a mama não é totalmente esvaziado durante mamada. Portanto, as próteses não tem nenhuma relação com a situação.

7) Os implantes podem fazer os mamilos racharem?

Não. Na verdade, o que pode causar danos às mamas é a "pega" incorreta (maneira de posicionar o bebê na hora de amamentar), além do ressecamento das aréolas.

8) Os implantes causam dor à mulher durante a amamentação?

A dor durante a amamentação também está relacionada, muitas vezes, à pega. A presença de próteses não aumenta ou diminui as dores.

9) O uso de bombas de sucção de leite pode "estourar" as próteses?

Não, as bombas não interferem nos implantes, mas o uso desses produtos deve ter sempre orientação médica.

10) É possível colocar implantes durante o período de amamentação?

Não, pois as mamas ficam inchadas com o volume extra. É necessário aguardar três meses para realizar a cirurgia, para que as mamas voltem ao tramalho natural e o leite seque.

Para cada tipo de mama, de biotipo e perfil psicologico há uma prótese ideal. Logo, a protese indicada para uma paciente pode não ser indicada para sua amiga, mesmo que semelhante. Para maior segurança sempre procure um especialista da Soc Brasileira de Cirurgia plástica e opere em ambiente hospitalar.
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Pregorexia = Anorexia na Gravidez

Queria usar aqui o caso da modelo Sarah Stage, que está a menos de uma semana do nascimento de seu primeiro filho, mas o que mais chama a atenção é a barriga definida que ela continua exibindo no nono mês de gravidez, para um assunto importante que esta pode de trás disto tudo...
“É sem dúvida um caso de transtorno alimentar”, garante a psicóloga Irema Barbosa Magalhães, que já acompanhou mais de cem casos de grávidas anoréxicas.


Há seis anos, a especialista estuda casos de “pregorexia” (termo em inglês para definir anorexia na gravidez) e avalia de perto essas mulheres desde o início da gestação até dois meses após o parto.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, estima-se que os transtornos alimentares atinjam 3% das gestantes. “Mas alguns estudos já mostraram que, nos Estados Unidos, por exemplo, cerca de 10% das grávidas sofrem de algum transtorno alimentar não identificado”, comenta Irema, que estuda o tema como parte de seu doutorado na Universidade Paris V da Sorbonne.

Segundo a especialista, o tema não é novo, começou a ser estudado no final dos anos 80. Mas casos como o de grávidas saradas, que expõem a gestação no Instagram, e de famosas que continuam magras durante a gravidez, como Victoria Bekcham, contribuem para que o assunto volte à tona.

O caso da modelo norte-americana Sarah Stage alerta para possíveis consequências que o movimento de musas fitness, obcecadas em documentar suas rotinas de exercícios e alimentação no Instagram, pode provocar.
“Trata-se de um transtorno alimentar só pelo fato de ela não querer ganhar peso durante a gravidez. E o exibicionismo da barriga nas redes sociais para mostrar que não está engordando é um comportamento muito peculiar de quem sofre com isso”, diz a especialista. “Em uma das fotos, ela chegou a dizer que a criança está pesando 2 quilos. Isso é impossível. Considerando líquido amniótico e placenta, não tem como o bebê ter esse peso dentro da barriga que ela mostra nas fotos.”


O controle de alimentação, calorias e exercícios é o que diferencia uma grávida anoréxica daquela naturalmente magra. Um referencial mais exato pode estar no IMC (Índice de Massa Corporal).
“Quando ele está abaixo de 18,5, é sinal de desnutrição. Neste caso, a recomendação é de um ganho de peso em torno de 12,7kg a 18kg. Mas também não quer dizer que uma pessoa com um índice maior não vá ter grandes problemas de transtorno alimentar”, esclarece a psicóloga.


Ela explica, ainda, que desenvolver algum distúrbio só durante a gestação é raro. Na verdade, o histórico de anorexia ou bulimia pré-gravidez pode contribuir para o quadro durante a gestação. O que acontece, segundo Irema, é que, em alguns casos, a patologia existiu, mas nunca foi diagnosticada. E daí a futura mãe pode ser surpreendida de alguma forma.
“Essas mulheres tendem a comer exatamente aquilo que o médico sugere, nenhum grama a mais. Eu já vi paciente emagrecer, engordar só três quilos ou então engravidar pesando apenas 34kg. Essas jamais vão se adaptar nutricionalmente para a vinda do bebê. Elas vão é fazer muito exercício físico”, diz Irema.


A especialista também descarta que os distúrbios possam aparecer em alguém sob influência de grávidas saradas ou famosas magras. “Isso só acontece se as seguidoras ou admiradoras tiverem tendência a apresentar algum distúrbio psicológico.”

Para Irema, a anorexia é um mal-estar muito mais profundo do que a simples questão de querer se adequar a certo padrão de beleza. “É muito mais sobre não querer ter aquele corpo de mulher, mais profundo do que querer parecer uma modelo de capa de revista.”

Na verdade, o quadro se manifesta como uma forma de controlar tudo aquilo que ela puder, corpo e alimentação, quando não é possível dominar algum conflito interno. "É exatamente por isso que ela acontece, principalmente, na gravidez e na adolescência – dois momentos de transição significativos", diz.
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Exercícios podem sim e eles são bem-vindos para aliviar as dores nas costas das gestantes

A gravidez é um dos momentos mais especiais da vida da mulher. Acompanhar, dia a dia, o bebê crescer dentro da barriga é uma das sensações mais incríveis da vida. Entretanto, para muitas, os momentos de prazer são consumidos pelos incômodos, também muito comuns durante o período. As dores nas costas, segundo os especialistas, são um desses males que tiram o brilho neste momento mais sublime da mulher. De acordo com o ortopedista Maurício Lebre Colombo, membro da equipe de cirurgia do joelho do Hospital do Servidor Público Estadual, a partir do segundo trimestre da gravidez, quando o bebê ganha mais peso, é que as dores aparecem.
“No início elas ainda são tímidas, mas é do terceiro mês em diante que elas se intensificam por conta do crescimento do bebê e da mudança do corpo da mulher, que passa por transformações diárias para abrigar, da melhor maneira possível, a criança.”


Apesar do cansaço regular das grávidas, existem alguns exercícios que podem ser feitos. Uma boa medida que pode ser tomada, segundo o ortopedista, é se alongar. De acordo com ele, não abrir mão dos exercícios físicos de baixo impacto, durante a gravidez, pode ser a saída.
“Muita coisa não pode ser feita durante a gestação, mas se exercitar, com o acompanhamento de um profissional da área, é importante. Alongamento, ioga e pilates são bem indicados e podem se tornar fortes aliados contra a dor na região lombar.”


Um bom caminho também pode ser a prevenção. No caso dos filhos planejados, dá para fazer um trabalho antes da gestação, fortalecendo a musculatura e prevenido as dores.

Maurício Colombo ressalta, no entanto, que é comum mulheres se queixarem de dores nas costas quando acontece o aumento de peso na região abdominal baixa, mas não se pode ignorar a intensidade da dor.
“Se for o caso, buscar a ajuda de um profissional é o mais indicado para só ter boas lembranças do período gestacional”.


Ele alerta para um mito que deixa as grávidas preocupadas: as dores nas costas, em geral, tendem a desaparecer após o nascimento do bebê. Se não passar, procure um ortopedista.
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Deficiência de Ferro na Gravidez e consumo de substâncias estranhas

Você tem desejos de comer coisas estranhas na sua gravidez?

Pois para quem não ainda sabe, a Picamalácia é uma desordem alimentar caracterizada pela ingestão persistente de substâncias inadequadas com pequeno ou nenhum valor nutritivo, ou de substâncias comestíveis, mas não na sua forma habitual. Substâncias não alimentares podem ser ingeridas como: palitos de fósforos queimados, cabelo, pedra e cascalho, carvão, fuligem, dentre outras.

A prática da picamalácia não está limitada a uma área geográfica, raça, crença religiosa, cultura ou sexo, contudo, é comumente relatada especialmente em mulheres na gestação.

Um estudo realizado com 158 adolescentes grávidas examinou os valores séricos de hemoglobina, transferrina, ferritina, ferro e hepcidina durante a gestação (18,5 – 37,3 semanas) e no momento do parto. Dentre as adolescentes, 46% relataram ingerir: gelo (37%), amido (8%) e pó (poeira, talco e poeira coletada no aspirador de pó (4%), e de sabão (3%)).

Durante a gravidez o valor de transferrina sérica médio foi de 13,6 mg / L, ferro sérico de 2,5 ± 4,2 mg / Kg e a hepcidina: 19,1 ug / L, sendo que as concentrações foram significativamente menores no grupo que apresentou picamalácia. Mais estudos são necessários para descobrir a etiologia da picamalácia e sua associação com o baixo nível de ferro sérico além do prejuízo que tais práticas podem acarretar para saúde. Evidências asseguram que a suplementação de ferro, e consequentemente, a correção dos níveis carenciais associam-se ao desaparecimento deste estranho comportamento alimentar.
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Vídeo = Musicoterapia na Gestação

Veja no vídeo abaixo uma matéria com a Dra. Erika Mantelli com a Carol Minhoto no programa Você Bonita sobre os benefícios da Musicoterapia na Gestação para o emocional do seu bebê e você.
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Vídeo = Saiba tudo sobre a Toxoplasmose na Gravidez

Vejam no vídeo abaixo uma entrevista com a Dra. Alessandra Peloggia, ginecologista e obstetra, que traz muitas informações sobre toxoplasmose na gravidez. Fica a dica em especial para as mulheres grávidas que tem gatos em casa, e os cuidados que precisa ter. Fica a dica e o alerta. Sempre bom estar bem informada.
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Gravidez influi na visão

As alterações hormonais durante a gestação podem causar graves doenças nos olhos, e é este o tema que queria compartilhar mais informações com vocês.

Começando comentado sobre um recente estudo realizado na Turquia apontou por exemplo o agravamento do ceratocone como um dos distúrbios oculares relacionados à gestação. Já no Brasil a evolução dessa doença que afina e deforma a córnea está por trás de 7 em cada 10 transplantes. A boa notícia é que a aplicação na córnea do crosslink, associação de riboflavina com radiação ultravioleta, pode fortalecer as fibras de colágeno antes da gravidez e evitar a evolução do ceratocone. A má é que falta planejamento familiar no Brasil. Prova disso é o índice de 11,7% de partos prematuros revelado pelo Ministério da Saúde, muitos relacionados a doenças que podem ser diagnosticadas por exame ocular.

Outro ponto interessante de comentar é que uma das queixa mais comum entre gestantes é a visão desfocada, que está relacionada à maior retenção de líquidos pelos tecidos oculares que provoca oscilação na refração. Mas é apenas uma alteração temporária, que geralmente após o parto a mulher volta ao grau usado antes de engravidar. Por isso, novos óculos ou lentes de contato só são indicados quando a visão atrapalha as atividades do dia-a-dia. Por causa da instabilidade do grau, comenta, a cirurgia refrativa para corrigir miopia, hipermetropia ou astigmatismo é contra-indicada para gestantes.

A maior produção de estrogênio durante a gravidez também provoca a síndrome do olho seco que desencadeia intolerância às lentes de contato. Os sintomas são visão embaçada que melhora com o piscar, desconforto após ver TV ou trabalhar no computador, sensação de areia nos olhos, vermelhidão, coceira e lacrimejamento excessivo. As recomendações dos médicos para diminuir o ressecamento dos olhos são: instilar lágrima artificial sem conservante, evitar o consumo excessivo de carboidratos, gordura e carne bovina e adicionar à dieta frutas, verduras e fontes de ômega (semente de linhaça, sardinha e salmão).

Dados do IBGE (Instituto brasileiro de Geografia e estatística) apontam que no Brasil cerca de 18% das mães têm pouca idade, de 15 a 19 anos. e 14% mais de 0 anos. Significa que mais de 3 em cada 10 gestantes brasileiras têm maior risco de desenvolver a chamada hipertensão gestacional, que é uma que traz o risco para o desenvolvimento da pré-eclâmpsia. A doença acontece depois da 20ª semana de gravidez, quando além da hipertensão, a mulher elimina proteína pela urina e tem inchaço generalizado, o que representa a maior causa de morte na gestação. A boa notícia é que um exame de Dopplerfluxometria, uma espécie de ultrassom dos olhos, pode antecipar o diagnóstico desta doença, pela análise da velocidade do fluxo sanguíneo nos vasos do globo ocular. Assim se faz o diagnóstico precoce da hipertensão gestacional e da pré-eclâmpsia que são sinalizadas por manchas e pontos escuros na visão.

O diabetes gestacional também pode ser diagnosticado pelo exame de fundo de olho. A doença atinge cerca de 7% das gestantes e pode ser evitada com uma dieta rica em proteínas, com pouco açúcar e carboidratos, que é desencadeada pelo aumento da produção de HLP (Hormônio Lactogênio Placentário) que inibe a produção de insulina pelo pâncreas. Isso aumenta o nível de glicose no sangue e faz crescer novos vasos na retina que comprometem gravemente a visão. Pode também causar hemorragia vítrea com obstrução visual, descolamento da retina sinalizado pela visão de flashes ou glaucoma neovascular caracterizado pelo crescimento de vasos na íris que provocam súbita perda da visão. O diabetes gestacional geralmente aparece na 24a semana da gestação e desaparece após o parto. Os exames devem ser feitos a partir da 12a semana nos grupos de risco.
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Sono na gravidez

Estava lendo a crescer que fez uma interessante matéria sobre 5 coisas sobre o sono na gravidez, que compartilho agora abaixo com as demais grávidas.

1) Cada um com seu sono

A tendência é que você se sinta mais sonolenta graças à queda de pressão, natural no período. Mas isso varia de caso para caso. Quem sofre com insônia pode se beneficiar na gravidez.

2) Profundidade

O número de horas que você dorme pode ser irrelevante se o estágio de sono profundo não for atingido. Para tanto, é preciso ter um sono tranquilo, sem interrupções.

3) Alimentação

Estômago e intestino ficam mais preguiçosos durante a gestação. Você dormirá melhor se optar por refeições leves à noite.

4) Posição delicada

No início da gestação, durma como preferir. Quando a barriga crescer, opte por dormir virada para o lado esquerdo, pois isso favorece a oxigenação do bebê.

5) Ele fica acordado

É comum que o feto se mexa enquanto você dorme. Durante o sono, o ambiente intrauterino fica melhor para ele se desenvolver, graças aos hormônios que você libera.
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Podoposturologia ajuda a corrigir a postura após a gravidez

O período gestacional provoca diversas modificações corporais na mulher. Uma das alterações mais notórias encontra-se na postura. Conforme ocorre o crescimento do útero, o centro de gravidade do corpo começa a sofrer mudanças, causando um grande impacto na coluna vertebral.

O fisioterapeuta Dr. Helder Montenegro, especialista em coluna vertebral, presidente da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna – ABRC, diretor do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral e criador da técnica reconstrução músculo-articular da coluna vertebral, descreve que a mudança do centro de gravidade provoca uma sobrecarga na coluna da gestante e é esta a razão pela qual as dores começam a aparecer.

Dessa forma, os incômodos e desconfortos começam a trazer limitações para a grávida, sobretudo, na realização de tarefas no cotidiano.
“No decorrer do desenvolvimento do bebê no útero começa a ocorrer um mecanismo compensatório que é marcado pelo aumento da curvatura normal da coluna, a lordose lombar. Dessa forma, a pelve pode ficar inclinada para frente causando uma sobrecarga nos músculos”, afirma Montenegro.


Logo após o parto, os problemas posturais ainda são sentidos pelas mamães. Isso ocorre porque, como no pós-parto o corpo sofre uma nova mudança em decorrência da perda de peso, a falta de tônus que se instala no abdômen deixa a coluna mais desprotegida e suscetível as dores na região lombar.
“A má postura ao carregar a criança no dia a dia é um fator que contribui para que haja um aumento da curvatura da coluna cervical”, informa o fisioterapeuta.


Segundo o Helder tarefas simples realizadas pela mamãe com o bebê podem comprometer a região da lombar.
“Muitas delas realizam atividades em postura inadequada tanto pela falta de rigidez nos músculos abdominais como por falta de prática com a criança. Por exemplo, durante a amamentação é preciso ter apoio no braço e no pescoço e os braços devem ser alternados. Já na troca de fraldas, o trocador deve estar em uma altura, na qual a coluna possa ficar alinhada para evitar vícios de postura”, orienta.


Reeducar a postura exige disciplina e muita determinação da mamãe. E para dar uma forcinha nessa tarefa, a podoposturologia tem sido uma grande aliada.
“Trata-se de uma técnica de origem francesa que tem a finalidade de corrigir a postura por meio das palmilhas posturais, proporcionando, dessa forma, um equilíbrio corporal pelos neurorreceptores que ficam localizados na pele sobre os músculos das plantas dos pés”, diz o especialista.


O objetivo é que através dos neurorreceptores diminuam os picos de pressão em determinadas regiões dos pés e ajudem a disseminar igualmente a força por toda a superfície plantar.
“As palminhas posturais utilizam mecanismos diferenciados das palmilhas mecânicas, pois proporcionam um melhor equilíbrio postural que resulta um gasto de energia menor dos músculos da coluna”, esclarece Montenegro.


Essas palmilhas são confeccionadas de forma individual para atender as necessidades de cada pessoa, sendo que existem três modelos que atuam no tratamento da Podoposturologia: básica, indicada para as correções posturais; conforto corrige a postura e são recomendadas a pacientes que têm dores nos pés, sobrepeso, sofrem com artrose nas articulações dos membros inferiores ou para quem sofre com diabetes e ainda as do tipo esportiva recomendada para esportistas para reduzir o impacto na pisada. Segundo o fisioterapeuta, a diferença entre as palmilhas está na composição e maciez da mesma.
“Algumas delas possuem elementos que são fixados para entrar em contato diretamente com a pele da planta dos pés com a finalidade de mandar informações ao sistema postural. Para isso, o mecanismo das mesmas atua estimulando ou inibindo os receptores podais, promovendo um ajuste biomecânico que, como resposta, faz o corpo corrigir as assimetrias corporais”, elucida Helder.


Contudo, antes de utilizar o método é importante buscar orientação de um fisioterapeuta para que ele indique a melhor palmilha postural, de acordo com a sua necessidade.
“A avaliação prévia é indispensável, pois é possível identificar a situação de desajuste da postura, verificar o equilíbrio e demais aspectos pertinentes. Somente após a análise minuciosa será prescrita o par de palmilhas com a densidade e função específica para cada paciente”, finaliza Montenegro.
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Dicas Úteis sobre a Gestação e Detalhes dos Trimestres da Gravidez para o Bebê e a Grávida

Um dos períodos mais importantes na vida de uma mulher é a gravidez. E claro, é um motivo e tanto para comemoração. Afinal, cada dia, cada semana, cada mês, traz consigo um sentimento diferente.

A gravidez, embora seja um momento carregado de bastante magia, deve ser vivenciado com muito cuidado e atenção à saúde, tanto da gestante quanto do bebê. Para ter uma gestação e um pós-parto tranquilo, as futuras mamães devem cuidar do corpo e, principalmente, da mente. E, o mais importante, todo período deve ser acompanhado por um especialista. Qualquer sintoma ou sensação diferente devem ser imediatamente comunicados ao médico.

O pré-natal é o primeiro passo para garantir a saúde das mamães e dos bebês. Este acompanhamento médico é de extrema importância para a mulher esclarecer dúvidas e possibilitar uma maior segurança tanto para a gestação quanto para o parto. As consultas e exames permitem a identificação e monitoramento de problemas como anemia, diabetes, hipertensão, além de doenças sexualmente transmissíveis, como a presença do HIV e da sífilis, que podem colocar em risco a formação do bebê e da própria mãe. O crescimento do feto é acompanhado de perto tanto pela medida da altura uterina durante as consultas de pré-natal, quanto pelo exame de ultrassom.

Para ter disposição para encarar nove meses de preparação para o nascimento, as gestantes devem estar preparadas para cada mês. Os nove meses de gravidez podem ser divididos em três trimestres. E cada uma dessas fases é marcada por algo importante no desenvolvimento do feto e constantes alterações na mulher. Sendo assim, para que tudo saia como planejado, confira abaixo as principais alterações de cada trimestre, tanto para a mamãe quanto para o bebê.

• Primeiro Trimestre (semana 1 a 13)

- Bebê:

Esta etapa da gravidez é marcada pelo rápido desenvolvimento do feto. O sistema nervoso inicia seu desenvolvimento na quinta semana e o coração, do então embrião, começa a pulsar no final da sexta. Ao final do primeiro trimestre os principais órgãos do bebê já estão formados.

- Grávida:

As mulheres podem ficar indispostas, com náuseas, vômitos e sonolência. Outros sintomas bastante comuns nessa fase são: vontade de urinar com frequência, dores de cabeça esporádicas, prisão de ventre, tonturas, falta ou excesso de apetite assim como aversão ou desejo de determinados alimentos e alteração das mamas (aumento, sensibilidade, dor ao toque e escurecimento das aréolas).

• Segundo Trimestre (semana 14 a 27)

- Bebê:

O bebê continua seu desenvolvimento a todo vapor. A partir da décima sexta semana, já é possível saber o sexo do bebê. Os órgãos continuam sendo ajustados e detalhes como cílios, sobrancelhas, impressões digitais e fios de cabelo vão aparecendo.

- Grávida:

Conforme o terceiro trimestre vai se aproximando, é normal sentir dor nas costas e desconforto nos músculos e ossos do quadril pela própria movimentação fetal e peso do bebê, além da mudança do eixo de equilíbrio materno.

• Terceiro Trimestre (semana 28 a 40)

- Bebê:

Na reta final, os olhos e ouvidos do bebê já funcionam bem, conseguindo perceber a luminosidade e sons a sua volta. Geralmente, na trigésima semana, o feto se apresenta em posição apropriada para o nascimento.

- Grávida:

Com o fim da gravidez, a ansiedade toma conta da mulher. Por conta do peso da barriga, as futuras mamães tem dificuldade para dormir e se movimentar. Dores nas pernas e nas costas também são mais intensas. A ansiedade também pode ser maior.

Agora, que tal conferir abaixo algumas dicas com o especialista a fim de combater os incômodos mais comuns da gravidez?

1) Atividade Física:

Para as mulheres que já praticavam alguma atividade física, é importante mantê-la. Porém, sempre com a supervisão de um profissional, que poderá dizer a necessidade de se diminuir o ritmo uma vez que o excesso pode precipitar ao trabalho de parto prematuro. A hidroginástica e a caminhada são boas alternativas para as mulheres que não realizavam exercícios antes da gestação;

2) Posição para dormir:

O mais indicado é que a grávida durma virada para o lado esquerdo. Esta posição ajuda na circulação do sangue. Porém, vale lembrar que ela não está rigorosamente restrita a este lado.

3) Pernas e pés inchados:

O inchaço durante a gravidez, principalmente nos membros inferiores, é muito comum. Para melhorar com esse incomodo, a gestante deve, sempre que possível, descansar e manter as pernas em posição pouco elevada em relação ao tórax. Além disso, recomenda-se diminuir a ingestão a de sal, aumentar o consumo de água e, para algumas pacientes, recomenda-se o uso de meias elásticas de média compressão.
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Trabalhando durante a gravidez

A cada ano aumenta o número de mulheres grávidas que continuam trabalhando, isso porque é cada vez mais explícito que trabalhar não vai machucar o bebê e porque as mulheres atuais estão mais ativas do que nunca. Exceções feitas para mulheres que têm uma gravidez de alto risco, o trabalho não prejudica em nada o período da gestação, só é preciso tomar cuidados especiais.

Por exemplo veja abaixo o caso da Carol Chab, engenheira agrônoma e radialista, está grávida de seu primeiro filho e continua trabalhando diariamente, apenas reforçando alguns cuidados médicos.
“Apresento meu programa na rádio de segunda à sábado, das dez da manhã ao meio dia, e não quero deixar de lado a minha profissão por causa da gravidez: quero agregar aos dois”, comenta.


O ideal é que mulheres grávidas adaptem a sua função à gravidez de forma que sintam-se mais seguras, façam boas refeições e possam descansar sempre que sentirem vontade.

Não é novidade que, durante esse período, é preciso evitar esforços exagerados, como fazer muitas horas extras, viagens prolongadas sem orientação do seu médico e até as festas depois do expediente se a futura mamãe estiver cansada, mas isso não é motivo para deixar de viver.
“A gravidez é um momento único, especial, mas, ao mesmo tempo, não se pode deixar que ela seja o único foco da sua vida. Você tem pessoas ao seu redor, sua profissão e seus hobbies. O legal mesmo é poder unir tudo isso”, comenta Carol.


As principais dicas para continuar na ativa e evitar problemas com o bebê são fazer pausas a cada três horas, caminhar, fazer alongamentos, elevar os pés algumas vezes ao dia para facilitar a circulação e evitar inchaços.
“Além disso percebi, na prática, que nós, grávidas, vamos ao banheiro com muito mais freqüência. Por isso, se puder trabalhar perto de um banheiro será melhor para você, qualquer coisa peça para mudar de lugar com algum colega, ele não irá recusar. E, é claro, sempre que precisar ir ao banheiro, vá. Não fique segurando a vontade”, sugere Carol.


Fazendo refeições leves e saudáveis a futura mamãe se sentirá mais confortável para trabalhar, assim como evitando ambientes quentes e abafados.
“Sempre que ficar com calor abra as janelas ou saia do local por algum tempo, afinal, ninguém quer que a sua pressão baixe, não é?”, brinca.


Quando estiver no final da gravidez você poder decidir junto com seus colegas e superiores qual é o melhor momento para parar de trabalhar.
“Algumas mulheres trabalham até o último dia da gestação, outras optam por parar algumas semanas antes. Independente da sua escolha, o ideal é deixar tudo planejado com antecedência para não comprometer o trabalho de ninguém”, opina Carol.


Porém, é preciso lembrar que quando o parto se aproxima, a mulher tende a se cansar mais rápido e poderá ser difícil manter o trabalho no nível de sempre. Além disso, é importante deixar um pouco de tempo para descansar, afinal, esses são os últimos dias em que a mamãe vai poder dormir sem as preocupações de o neném acordar durante a noite.
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Vídeo = Conheça os problemas de pele mais comuns durante a gravidez

A dermatologista Dra. Ana Beatriz Schmidt traz muitas informações sobre doenças de pele na gravidez no vídeo abaixo.
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Endometriose

Antes de entender o que é a Endometriose, seus sintomas e tratamentos, é importante saber o que é o endométrio. O endométrio é um tecido que tem como função acolher e nutrir o embrião nos primeiros meses da gravidez, viabilizando, sobretudo, a implantação e desenvolvimento inicial do óvulo fecundado. Quando não há fecundação, o endométrio descama, fenômeno este conhecido como menstruação. Após a menstruação, o tecido reinicia o seu crescimento, para voltar a descamar novamente no próximo ciclo menstrual.

Segundo o ginecologista e especialista Dr. Renato de Oliveira, algumas células desse tecido, muitas vezes, se implantam em outros órgãos como, ovários, peritônio, tubas uterina, intestinos, bexiga e, até mesmo, no próprio útero, dentro do músculo.
“Quando isso acontece, dá-se o nome de endometriose, ou seja, o endométrio localizado fora do seu lugar habitual. Além disso, deve-se ressaltar que o diagnóstico é cirúrgico e permite, além da confirmação da doença, classificação e a possibilidade de tratamento”, explica.


A doença pode acometer mulheres desde a primeira menstruação até a última, sendo a dismenorréia, as temidas cólicas menstruais, o principal sintoma. As cólicas, muitas vezes, intensas, incapacitam as mulheres de exercerem suas atividades habituais e a dor pode ainda manifestar-se durante a relação sexual.
“Além desses sintomas, as mulheres podem apresentar dificuldades para engravidar e ter alterações urinárias ou intestinais durante a menstruação. Nos casos mais avançados, a dor pode ocorrer também fora do período menstrual”, esclarece Dr. Renato.


Uma das principais preocupações das mulheres diagnosticadas com endometriose é a impossibilidade de ter filhos. Segundo o especialista, a doença pode afetar as chances de engravidar. A relação da endometriose e a infertilidade varia de acordo com a idade da paciente e o grau de avanço da enfermidade. Depois dos 35 anos, a fertilidade da mulher tende a diminuir naturalmente e, se ela for diagnosticada com endometriose, a concepção pode ocorrer com uma dificuldade um pouco maior.

Se a mulher com endometriose deseja engravidar, é indispensável que procure um especialista sobre as possibilidades e os tratamentos adequados. Os métodos de reprodução assistida, por exemplo, são alternativas para a conquista da gravidez tão desejada. No caso da inseminação intrauterina, a estimulação ovariana pode corrigir a disfunção ovulatória proveniente da endometriose, facilitando a formação do embrião. Já a Fertilização in vitro (FIV) é uma técnica na qual o encontro dos gametas femininos e masculinos ocorre fora do organismo, ou seja, no laboratório. Neste procedimento, há uma possibilidade de formação de um maior número de embriões, além de independer de um acometimento das tubas uterinas pela endometriose. Consequentemente, há uma maior chance de alcançar a tão desejada gravidez.
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Café durante a gravidez pode aumentar chances de leucemia no bebê

Mulheres que consomem café durante a gravidez podem prejudicar os seus bebês. Pelo menos foi o que indicou um estudo divulgado recentemente pelo jornal inglês "Daily Mail", que diz de que as crianças nascidas de mães que tomaram dois copos da bebida por dia na gestação têm mais de 60% de chances de desenvolver leucemia na infância.

Segundo a pesquisa, a cafeína altera o DNA dos embriões e os torna mais vulneráveis a desenvolver tumores. Estudiosos afirmaram que as autoridades devem alertar as gestantes sobre o consumo de café, assim como são aconselhadas a cortar o fumo e o álcool.

O professor de Efeitos da Radiação da Universidade de Bristol, Denis Henshaw, informou que não considera que as gestantes devam parar de tomar a bebida, mas devem reduzir o consumo.
"As gestantes podem beber menos de dois copos por dia, ou talvez até ocasionalmente. Os estudos confirmam que há risco de 60% da criança desenvolver leucemia quando o consumo é superior a isso. A incidência da doença aumentou muito nas últimas décadas", disse o professor.
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Síndrome Bartholin-Patau

Lendo esta semana sobre a trágica morte do candidato Eduardo Campos, e que ele havia tido um bebê com problemas há poucos meses, resolvi trazer um assunto que nem sempre é algo que as futuras mães querem ler, mas achamos importante assim mesmo informar, sobre um tipo de problema que pode acontecer.

Conhecida como Síndrome Bartholin-Patau, é uma doença genética rara que causa má formações no sistema nervoso, defeitos cardíacos, fenda em lábio e no céu da boca do recém-nascido. É uma trissomia no cromossomo 13, enquanto que a síndrome de Down, que também é uma trissomia, acontece no cromossomo 21.

Mesmo assim esta não é uma doença hereditária, faz parte de um acidente genético, onde ocorre uma cópia extra do cromossomo 13, passando o indivíduo a ter três cromossomos 13, ao invés de apenas dois.

A incidência é muito mais elevada em crianças do sexo feminino, afetando em torno de um em cada 5.000 nascimentos, sendo que apenas 2,5% dos fetos portadores chegam ao parto a termo, sendo esta uma das principais causas de aborto espontâneo nos três primeiros meses de gestação. Normalmente os bebês com esta doença sobrevivem menos de três dias, em média, mas há casos de sobrevivência em até dez anos, dependendo da gravidade da síndrome.

Causas definidas para a síndrome de Patau não existem, mas como costuma ocorrer com a maioria das trissomias, a idade da mãe pode ser um fator de risco, mulheres com mais de 35 anos são mais propensas a este acidente cromossômico.

Sinais e Sintomas:

- Malformações graves no sistema nervoso central;
- Retardo mental grave;
- Defeitos cardíacos congênitos;
- Defeitos urogenitais como a não descida dos testículos da cavidade abdominal para o escroto no caso dos meninos e, no caso das meninas, alterações no útero e
ovários não desenvolvidos;
- Rins policísticos;
- Lábio Leporino;
- Fenda palatina;
- Má formação das mãos;
- Defeitos na formação dos olhos ou ausência dos mesmos.

O diagnóstico é realizado durante a gravidez por meio de exames de aminiocentese, ultrassonografia e de identificação cromossomica.

Testes genéticos pré-natais não invasivos são capazes de detectar o risco de um bebê nascer com a síndrome de Patau a partir da nona semana de gravidez, com índice de acerto de 99,99%. Esse teste está disponível no Brasil desde 2013 e pode diagnosticar outras síndromes cromossômicas, como a de Down, de Edwards e alterações nos cromossomos ‘X’ e ‘Y’, além de microdeleções genéticas.

Geralmente são casais que se enquadram em algum tipo de risco genético de concepção, quer esteja na história familiar (doença hereditária), quer seja devido à idade da mãe, ou por conta de outros critérios. Em menos de 3% dos casos pode haver a recorrência da síndrome de Patau em gestações futuras, isso ocorre quando um dos genitores apresenta uma alteração no exame de cariótipo. A maioria das crianças (cerca de 90%) não fala e não anda sem ajuda de aparelhos. Fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia podem ajudar no desenvolvimento das crianças. Alguns bebês podem apresentar como sintoma baixo peso ao nascer e ainda um sexto dedo nas mãos ou nos pés.

Infelizmente, não existe cura viável para esta síndrome, mas algumas intervenções cirúrgicas podem ser providenciais para diminuir o risco de morte e mesmo conseguir a melhoria de alguns sintomas dos menores. Parte da terapia inclui o treinamento dos pais para que estejam habilitados para realizar algumas tarefas que podem ser de importância vital para o recém-nascido.
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Grávida Patricia Abravanel gravou para a campanha #GravidezSemÁlcool contra a Síndrome Alcoólica Fetal (SAF)

Já na reta final de gravidez a apresentadora Patricia Abravanel gravou para a campanha #GravidezSemÁlcool contra a Síndrome Alcoólica Fetal (SAF), em que é a primeira embaixadora. A ação, que deve ser lançada no início de setembro, é da Sociedade de Pediatria de São Paulo, e tem apoio também da Sociedade Brasileira de Pediatria.
Grávida Patricia Abravanel gravou para a campanha #GravidezSemÁlcool contra a Síndrome Alcoólica Fetal (SAF)


Para quem ainda não tinha ouvido falar, a Síndrome do Alcoolismo Fetal, ou SAF, termo usado para descrever o dano sofrido por alguns fetos quando a mãe ingere bebidas alcoólicas durante a gravidez, foi identificada pela primeira vez por volta de 1970. A ingestão de álcool pela mãe durante a gravidez, atinge a corrente sanguínea da mesma, passando, em seguida, para o feto através das trocas de nutrientes na placenta. Não há quantidade segura de álcool que possa ser ingerido durante a gravidez. Entretanto, a quantidade e a fase da gravidez podem aumentar o risco de surgimento da síndrome, o filho pode ser submetido a uma dose tóxica de álcool durante sua gestação. O feto pode ocasionar defeitos que variam de leve a grave, causando gestos desajeitados, problemas de comportamento e falta de crescimento. Um dos efeitos mais graves da toxicidade do álcool na gravidez podem ocasionar rosto desfigurado e retardo mental.
Grávida de oito meses de Pedro, seu primeiro filho, a apresentadora opinou sobre a campanha: “É um assunto impactante e de interesse de toda população, independente de classe social. Poucos têm conhecimento sobre essa terrível síndrome. Só para se ter uma ideia, até mesmo um golinho supostamente inofensivo de álcool pode levar o bebê a nascer com a SAF. Em breve, todos conhecerão a campanha, que promete emocionar e informar mães e famílias de todo o País”, informa Patricia.
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Secreções vaginais durante a gestação

A saúde ginecológica deve ser uma preocupação de toda gestante!

A gravidez é um período de grandes transformações físicas e psicológicas na vida de uma mulher, afinal, serão nove meses de grandes descobertas. Todas essas novidades e mudanças acabam preocupando as futuras mamães e podem gerar diversas dúvidas. Durante os meses de desenvolvimento do futuro bebê, mudanças como alteração de peso, manchas na pele, varizes, variações de humor e no padrão de sono, dentre outras, são naturais. Entretanto, há de se ressaltar outra alteração que também ocorre neste período: o aumento ou aparecimento das secreções vaginais.

De acordo com o ginecologista especialista em Reprodução Humana da Criogênesis, Dr. Renato de Oliveira, as secreções na gravidez é algo que pode estar presente. “O aumento das secreções vaginais é comum durante a gestação e, na maioria das vezes, trata-se de algo benigno e fisiológico, decorrente do maior fluxo de sangue na região vaginal. Essa secreção não apresenta riscos à mãe ou ao bebê. Seu aspecto é transparente ou levemente esbranquiçado, não possui cheiro e não causa coceira ou irritação”, explica o médico.

Ainda, de acordo com o especialista, próximo ao parto, a secreção torna-se mais volumosa e pode adquirir uma coloração avermelhada ou amarronzada. “Esse é um sinal de que o corpo da mulher está se preparando para o nascimento do bebê, o que não significa que o parto será logo, pois isso varia conforme cada mulher”, ressalta.

Durante a gestação, as futuras mamães devem ficar atentas, pois algumas secreções funcionam como sinais de alerta e devem ser observadas. Devido às alterações hormonais, a vagina está mais suscetível a apresentar infecções, o que pode gerar a dúvida: é um corrimento ou uma secreção normal? Embora, às vezes parecidos, eles apontam problemas diferentes, podendo ter várias causas.

Secreção vaginal normal não apresenta cheiro, coceira e tem coloração clara, semelhante à secreção do período fértil, podendo ser esbranquiçada ou transparente. “Esse tipo de corrimento é uma secreção fisiológica que tem como principal função umedecer e lubrificar a vagina. Durante a gravidez, tende a se intensificar devido à estimulação hormonal, sendo considerado extremamente normal”, esclarece Dr. Renato.

Já o corrimento pode apresentar desconforto, coceira, cheiro desagradável, ou seja, fatores relacionados a um desequilíbrio da flora vaginal que podem ser decorrentes da infecção por fungos, bactérias e/ou protozoários. “Os corrimentos de caráter infecciosos, se não forem devidamente tratados durante a gravidez, podem prejudicar tanto a mãe quanto a criança, considerando um aumento na chance de trabalho de parto prematuro. Além disso, podem ser sinais de doenças como candidíase, vaginose bacteriana, tricomoníase e gonorréia, por exemplo”, alerta o médico.

Como forma de prevenção, a grávida deve evitar o uso de roupas apertadas, preferir o uso de calcinhas de algodão, dormir sem as mesmas e lavá-las com sabão de coco ou sabão neutro, não utilizar absorventes diários e não realizar duchas vaginais. Alimentação saudável e atividade física também são importantes para manter o equilíbrio da flora vaginal. “O acompanhamento durante o pré-natal também é essencial. No surgimento de qualquer secreção ou sintoma inesperado, procure seu obstetra a fim de evitar consequências indesejáveis para a gestante e para o bebê”, finaliza.
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Colesterol alto na gravidez

O aumento de colesterol na corrente sanguínea pode ocasionar entupimento de veias e artérias causando o infarto e o derrame. O colesterol provém de duas fontes: do seu organismo e dos alimentos que você ingere. Mohamad Barakat, médico,alerta sobre esse tipo de problema em mulheres grávidas.

Durante o período de gestação o cuidado tem que ser redobrado.
“É esperado um aumento de cerca de 60% do colesterol total, e, portanto, as futuras mamães precisam ficar atentas a esses níveis. Geralmente eles começam a subir na 16ª semana de gestação e por volta das 30 semanas, ele pode chegar a ser 50 ou 60% mais alto que antes da gestação”, comenta Barakat.


Para quem já apresenta níveis altos, o cuidado deve ser ainda maior, principalmente com a alimentação, pois o colesterol alto pode ser prejudicial para o bebê.
“Durante a gravidez, a criança pode acumular fios de gordura dentro de seus vasos sanguíneos, e consequentemente, pode vir a favorecer a instalação de doenças cardíacas ainda na infância”, ressalta o médico.


Dicas: a alimentação deve ser rica em fibras em vitamina C, ou seja, é aconselhável consumo de frutas, principalmente as vermelhas, que se mostraram eficazes na diminuição do colesterol ruim. Coma cerca de 3 vezes ao dia, como legumes duas vezes por dia e cereais integrais, sempre que possível. Prefira peixes e adicione azeite de oliva, esse tipo de óleo aumenta o colesterol bom, e isso fará muito bem para quem apresenta nível elevado do LDL (colesterol ruim), além de ficar longe de carboidratos, açúcares e sucos industrializados e refinados.
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Dicas para Minimizar as Dores nas Costas Durante a gravidez

A Lombar é a região das costas que mais sofre durante a gestação, e para ajuda-la a fisioterapeuta Talmai Fernandes, grávida de nove semanas, dá algumas dicas legais para driblar os possíveis desconfortos:

1) Na hora de dormir, deite de lado e coloque um travesseiro entre as pernas para aliviar a pressão nas costas.

2) Você não deve carregar peso, mas se precisar pegar seu filho mais velho no colo, por exemplo, agache primeiro, traga-o para junto do corpo e, em seguida, erga-o lentamente usando a força da perna.

3) Quando estiver em pé, mantenha as pernas um pouco afastadas e os joelhos levemente dobrados. Isso diminui a curvatura da lombar.

4) Ficar sentada força mais a coluna do que ficar em pé. Então, sente sempre em cima dos ísquios, os ossos pontudos que ficam embaixo do bumbum.

5) Um bom exercício, que melhora instantaneamente a dor, é a contração do músculo transverso, que fica em volta da lombar e do abdômen. Localize os ossos do seu quadril e escorregue um dedo em direção ao centro da barriga. Para encontrar esse músculo, tussa, porque ele dá uma leve saltadinha. Contraia o músculo como se estivesse segurando o xixi. Faça esse movimento 15 vezes. Depois, repita essa série mais duas vezes.

Outra coisa que ajuda muito são as faixas abdominais próprias para segurar a barriga e ajuda assim com a lombar. Vendemos alguns modelos delas nas lojas da Zazou em SP (Moema | 11-3846-6511) e RJ (Ipanema | 21-2247-4645), como esta da foto abaixo.
Dicas para Minimizar as Dores nas Costas Durante a gravidez = Faixa Abdominal para Grávidas
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Vìdeo = Higiene bucal na gestação

Vejam só no vídeo abaixo uma matéria do SBT Saúde em que entrevistam um especialista que fala da higiene bucal na gestação.
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Suplementos e Vitaminas Durante a Gravidez

É muito comum as gestantes saírem da primeira consulta do pré-natal com uma lista de suplementos para garantir uma gravidez saudável e o desenvolvimento perfeito do bebê. Mas será que tudo isso é mesmo necessário. Os especialistas afirmam que não. Indispensável, mesmo, somente o ácido fólico. O ferro é prescrito com frequência porque maioria das pessoas tem carência desse mineral, mas uma alimentação balanceada pode assegurar as outras vitaminas.

A importância do ácido fólico, explica o nutrólogo Roberto Navarro, é porque ele pode reduzir pode reduzir em até 75% os casos de má-formação do tubo neural do feto, como mielomeningocele e espinha bífida. Por isso, o Conselho Federal de Medicina recomenda que os médicos receitem no primeiro trimestre da gestação. Nesse caso, a alimentação não supre.

Apesar de a farinha de trigo branca ser, por lei, enriquecida com ácido fólico, o que trouxe melhora, de modo geral, nos casos de má-formação e também na redução da anemia na população, o suplemento não está presente nas quantidades adequadas para as gestantes. Além disso, o ácido fólico aquecido é menos absorvido no organismo e tudo o que se faz com a farinha de trigo é normalmente assado.

Para trazer benefícios para uma gestação, é preciso ingerir 400 mg de ácido fólico por dia, que pode ser adquirido no comprimido diário. O mais indicado é que a mulher comece a tomar os suplementos de ácido fólico de dois a três meses antes de engravidar e siga até a amamentação. "Apesar do benefício contra a má-formação vir apenas no primeiro trimestre, sugere-se que continuar tomando até o final da gravidez possa trazer benefícios não relacionados ao tubo neural", explica o ginecologista Rafael Davi Botelho, do HCor.

O médico afirma que, no caso das outras vitaminas, as mulheres que se alimentam bem podem dispensá-las “Na ausência de uma avaliação cuidadosa por um nutricionista, é prudente, no entanto, recomendá-los”, ressalva.

Para a mulher que for tomar suplementos polivitamínicos na gravidez, sempre recomendado por um médico, o ginecologista Cláudio Severino, do Hospital Samaritano dá a dica: a vitamina deve ser ingerida 15 minutos antes do almoço ou jantar, uma vez ao dia. “A recomendação é porque está perto da refeição, o estômago está mais ácido”, diz. Além disso, tomar a vitamina com sucos ácidos, como o de laranja ou limão, aumenta a absorção dos nutrientes.

Veja abaixo onde encontrar as vitaminas necessárias e quando a suplementação é importante:

Ferro: recomendado para gestantes a partir do segundo trimestre da gestação, quando a mãe precisa produzir mais hemácias e o feto também. Se a mãe estiver anêmica antes do segundo trimestre, o ferro é recomendado antes. De praxe, é estendido até a amamentação.

Para o ginecologista Cássio Sartorio, do Vida, Centro de Fertilidade da Rede D’Or, se a mãe tiver uma alimentação adequada com ferro de origem animal (que tem alta absorção) e o exame de sangue mostrar que os níveis estão dentro do padrão, ela não precisa de suplementação. “O problema é que a maioria tem carência de ferro na gravidez”, explica Sartorio. O acompanhamento médico para quem optar por não tomar suplemento deve ser rígido.

Ômega 3: Navarro conta que alguns estudos mostraram que a mãe que tem uma dieta mais rica em ômega-3 resulta em um bebê com quociente de inteligência maior no primeiro ano de vida, bem como diminui a chance de parto prematuro e bebê de baixo peso. Essa substância é principalmente encontrada na gordura do peixe (DHA e EPA), que são fundamentais para o desenvolvimento do feto.

Se a mãe come peixe diariamente ou três vezes na semana (atum, sardinha, salmão ou truta), não é preciso suplementar. Caso contrário, uma cápsula ao dia durante toda a gestação supre a necessidade. Mas atenção, apesar da venda livre, a grávida só deve tomar suplemento se for orientação médica. “Em doses muito altas, o ômega-3 altera a coagulação do sangue e pode dar hemorragia no parto”, alerta o nutrólogo, lembrando que as grávidas devem passar longe de peixe cru.

Vitamina A: a grávida precisa de 10% a mais de vitamina A do que se não estivesse gerando um bebê. Nos suplementos direcionados para gestantes, essa vitamina já está dosada. “Se ela optar pela alimentação, três cenouras a mais por dia, por exemplo, é suficiente para suprir essa necessidade”, explica Navarro.

Se for por meio de suplementos, é preciso tomar estritamente a quantidade receitada pelo médico, porque a dose alta de vitamina A aumenta as chances de má-formação fetal. “Pela alimentação é muito difícil ter excesso de vitamina”, explica.

Vitamina C: quando há um bebê na barriga, o aporte de vitamina C deve ser de 13% a mais, ou uma laranja a mais por dia, além da quantidade comum que já se consumia da vitamina, explica o nutrólogo.

Vitaminas do complexo B (B1, B2, B3, B6): uma grávida precisa de 30% a mais dessas vitaminas, que estão presentes normalmente nas carnes. “Cem gramas a mais de carnes magras já supre essa necessidade”, conta o nutrólogo. Há, também nos vegetais, mas aí a quantidade deveria ser maior – um prato a mais, com todas as cores de vegetais (vermelho, verde, laranja), ou uma colher de chá de levedo de cerveja por dia. No caso da vitamina B12, a mulher precisa de 8% a mais.

Zinco: para estar dentro dos padrões, uma futura mamãe precisa de 38% a mais de zinco do que quem não está grávida. Esse mineral está presente onde tem proteína, seja vegetal ou animal. Se a mulher já come 100 gramas a mais de carne por dia por conta do complexo B, ela já consegue a quantidade de zinco necessária. Para quem não gosta da carne, há zinco no feijão, grão-de-bico, soja, e basta uma concha a mais no prato.

Iodo: suprir 47% de iodo pode não ser uma tarefa simples, já que a maior parte está presente no sal e nas algas marinhas, dois alimentos que as grávidas devem passar longe, uma vez que sal em excesso aumenta a pressão arterial e as algas marinhas podem estar contaminadas, causando sérios danos à saúde. O jeito, então, é ficar com as castanhas, nozes e amêndoas. Uma castanha a mais por dia já impede que a grávida tenha carência de iodo.

Selênio: para uma boa gravidez, é preciso ter mais 9% de selênio, que pode ser encontrado em uma castanha-do-pará a mais por dia.
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Infecção urinária na gravidez

Uma das alterações mais comuns que acometem a mulher durante a gestação é a infecção urinária, que atinge de 10 a 20% das gestantes. As mamães devem ficar atentas ao primeiro trimestre da gestação, período que normalmente aparecem os sintomas dessa alteração.

A disfunção ocorre por razões explicáveis: a presença de glicose na urina da mulher grávida aumenta devido às alterações hormonais que ocorrem nesse período, deixando a uretra um ambiente mais propício à proliferação de bactérias.

Além disso, o hormônio progesterona, que oferece condições da mulher ficar grávida, relaxa os músculos da uretra, diminuindo a velocidade do fluxo da urina dos rins para a bexiga, aumentando os fatores favoráveis à proliferação de bactérias. Temos que lembrar também que durante a gestação a resistência da mulher fica mais baixa, sendo mais fácil o ataque de qualquer microorganismo.

A forma menos agressiva da infecção urinária é a cistite, infecção da bexiga, e a mais grave é a pielonefrite, que acomete os rins. A infecção leve pode ser assintomática, mas, na maioria das vezes, a infecção se agrava levando aos sintomas como dor e ardor ao urinar, sensação de desejo de urinar, vontade freqüente de urinar com pouca quantidade de xixi e mudanças no cheiro e na cor da urina.

Nos casos mais graves, os sintomas são náuseas, vômitos, febre, urina turva com odor, calafrios e uma dor intensa na região lombar (rins) ocorrem geralmente no último trimestre da gestação.

As toxinas liberadas pelas bactérias desse tipo mais grave de infecção urinária podem causar contrações do útero, levando ao trabalho de parto prematuro, abortamentos, hipertensão arterial, morte do bebê e até mesmo da mãe quando a infecção se torna severa e generalizada.

As pielonefrites ocorrem após as infecções assintomáticas (que não apresentam sinais da infecção). Por isso a importância de se descobrir as infecções urinárias logo no início para que o tratamento seja realizado antes que a situação piore para mamãe e bebê.

Como evitar a infecção?

Como sempre, o pré-natal é essencial para que se tenha uma gestação mais saudável, em que busca coibir qualquer tipo de complicação. Nele, os médicos pedem exames de urina de três em três meses, diagnosticando a infecção urinária o mais precoce possível.

Existem algumas medidas que a gestante deve realizar para prevenção da infecção urinária, como beber bastante líquido durante todo o dia (de 1 a 2 litros). Outra recomendação é ir ao banheiro com freqüência, não segurando o xixi quando a vontade vier, principalmente depois das relações sexuais. É fundamental que a mamãe cuide bem de sua higiene pessoal, passando o papel higiênico de frente para trás.

O tratamento da infecção é feito com antibióticos. Ele deve ser indicado pelo médico para que não afete o desenvolvimento do bebê, pelo menor tempo possível, mas que seja um tempo seguro para um tratamento acertado e eficiente.
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Orientação médica é essencial para uso de medicamentos na gravidez

Analisar os fatores associados ao uso de medicamentos em mulheres que estão na primeira gestação foi o objetivo de uma pesquisa que considerou 887 primigestas com idade média entre 21 anos e constatou que a média do uso de medicamento na primeira gestação é de 2,42, sendo os medicamentos mais consumidos: antianêmicos (47,5%), suplementos e vitaminas (18,7%), analgésicos (13,8%) e antibióticos (10,5%).


A pesquisa foi liderada pela pesquisadora do Departamento de Epidemiologia e Métodos Quantitativos em Saúde da ENSP Rosalina Koifman, em parceria com os pesquisadores da Universidade Federal do Acre Alanderson Alves Ramalho, Andréia Moreira de Andrade, Leila Maria Geromel Dotto, Margarida de Aquino Cunha e Simone Perufo Opitz. O estudo aponta também para a necessidade de investimentos para divulgação e educação profissional continuada. Os autores explicaram que a utilização de medicamentos no período da gestação tem sido alvo de discussões no que diz respeito à segurança, e empregada de maneira geral com restrições desde o acidente da talidomid, substância usualmente utilizada como medicamento sedativo, anti-inflamatório e hipnótico. Por outro lado, a gestação é acompanhada muitas vezes de intercorrências, necessitando de intervenções medicamentosas.

De acordo com os autores, no Brasil, os estudos de utilização de medicamentos revelam que a média de consumo é de dois medicamentos por gestante, e esse fato impulsiona iniciativas de pesquisas em nível local, na tentativa de descrever perfis de utilização e padrões de prescrição e de consumo.
“No estudo, foram considerados medicamentos classificados como de risco aqueles categorizados como C, D e X pelo Food and Drug Administration (FDA). Esses, representam os medicamentos que apresentaram efeitos adversos ao feto em trabalhos experimentais em animais, independente de evidências em humanos. Os medicamentos antianêmicos, suplementos e vitaminas com uso preconizado pelo Ministério da Saúde na atenção pré-natal foram denominados essenciais”, descreveram os autores.


Os resultados ressaltaram que a gestação não constitui um estado de enfermidade, porém as gestantes compõem um grupo de risco quando se trata de inserção de tratamento farmacológico. De acordo com os autores, exceto em casos extremos, é possível compatibilizar as prescrições com as características do estágio gestacional.
“Ao profissional de saúde, responsável pelo acompanhamento da gestante, cabe o conhecimento necessário e a opção por medicamentos cujos benefícios superem os riscos e os mecanismos de ação estejam claramente definidos na literatura, embora haja a constatação da escassa produção científica, bem como as limitações na avaliação da segurança dos medicamentos pelos órgãos competentes”, defenderam.
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Gravidez com RH Negativo e os riscos da Incompatibilidade Sanguinea = Eritroblastose fetal

O agente Rh é uma proteína sanguínea que pode ou não estar presente no sangue humano. No primeiro caso, diz-se que a pessoa possui Rh (Rh positivo); no outro, Rh – (Rh negativo).

Eritroblastose fetal é uma doença hemolítica causada pela incompatibilidade do sistema Rh do sangue materno e fetal. Ela se manifesta, quando há incompatibilidade sanguínea referente ao Rh entre mãe e feto, ou seja, quando o fator Rh da mãe é negativo e o do feto, positivo. Quando isso acontece, durante a gestação, a mulher produz anticorpos anti-Rh para tentar destruir o agente Rh do feto, considerado “intruso”.

Uma vez produzidos, esses anticorpos permanecem na circulação da mãe. Caso ela volte a engravidar de um bebê com Rh positivo, os anticorpos produzidos na gravidez anterior destroem as hemácias (glóbulos vermelhos do sangue) do feto. Para compensar essa perda, são fabricadas mais hemácias, que chegam imaturas ao sangue e recebem o nome de eritroblastos.

O primeiro filho, portanto, apresenta menos risco de desenvolver a doença do que os seguintes, porque a mãe Rh- ainda não foi sensibilizada pelos anticorpos anti-Rh. No entanto, na falta de tratamento, esses anticorpos produzidos na primeira gestação podem destruir as hemácias do sangue dos próximos fetos Rh .

A doença hemolítica por incompatibilidade de Rh varia de leve à grave. Os sintomas vão desde anemia e icterícia leves à deficiência mental, surdez, paralisia cerebral, edema generalizado, fígado e baço aumentados, icterícia, anemia graves e morte durante a gestação ou após o parto.

Recém-nascido portador da enfermidade tem uma cor amarelada, porque a hemoglobina das hemácias destruídas é convertida em bilirrubina pelo fígado e seu acúmulo provoca um quadro de icterícia na criança.

A pesquisa de anticorpos anti-Rh por meio do teste de Coombs indireto é o principal exame a ser realizado durante o pré-natal de mãe com Rh negativo cujo parceiro é Rh positivo, ou que tenha recebido uma transfusão de sangue inadequado. Esse exame deve ser repetido mensalmente para verificar a existência de anticorpos anti-Rh.

Em caso positivo, a mulher precisa tomar uma dose de 300 mg de gamaglobulina anti-Rh, um concentrado de anticorpos que combate os antígenos Rh. A aplicação deve ser feita por via intramuscular após 72 horas do parto do primeiro filho, após aborto espontâneo ou induzido ou gravidez ectópica.

Como os anticorpos da imunoglobulina destroem as células Rh positivas do feto, a mãe não produzirá anticorpos anti-Rh. Desse modo, na gestação seguinte, o feto não desenvolverá eritroblastose. Administrar outra dose de imunoglobulina na 28ª semana de gestação pode representar uma medida adicional de segurança.

A prevenção é o melhor tratamento para a doença hemolítica por incompatibilidade de RH e deve começar antes mesmo de a mulher engravidar.

No entanto, se o bebê nascer com a doença, a primeira medida terapêutica é substituir seu sangue por meio de transfusão de sangue negativo, que não será destruído pelos anticorpos anti-Rh da mãe que passaram ao filho através da placenta. Como vivem cerca de três meses, as hemácias transferidas serão substituídas aos poucos pelas do bebê cujo fator Rh é positivo. Quando isso ocorrer por completo, não haverá mais anticorpos anti-Rh da mãe na circulação do filho.

Toda mulher deve saber qual seu fator Rh e o do seu parceiro antes de engravidar;Tão logo seja confirmada a gravidez, mulher Rh negativo com parceiro Rh positivo deve realizar o exame de Coombs indireto para detectar a presença de anticorpos anti-Rh no sangue;

Após 72 horas do parto do primeiro filho, nos casos de incompatibilidade sanguínea por fator RH, a mulher deve tomar gamaglobulina injetável para que os anticorpos anti-Rh sejam destruídos.

Desse modo, os anticorpos presentes em seu sangue não destruirão o sangue do próximo filho.
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Video = Dicas sobre a Gravidez com a Dra. Erica Mantelli

Vejam no vídeo abaixo do programa Você Bonita, as dicas práticas sobre sua gravidez saudável da Dra. Erica Mantelli, que por sinal também esta grávida!
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Dor nas costas na gravidez e a Quiropraxia

O início da gravidez traz muitas alegrias para as novas mamães, mas também muitas delas enfrentam uma grande vilã: a dor nas costas durante a gestação. Por isto para falar mais sobre o tema, pedimos ajuda a duas especialistas Quiropraxista: a Dra. Ana Paula A. Facchinato (ABQ 048), Mestre em Ciências da Saúde. Coordenadora e professora do curso de Quiropraxia da Universidade Anhembi Morumbi, e a Dra. Hanna Kratz (ABQ 0635), Especialista em Aparelho Locomotor pelo Hospital Israelita Albert Einstein, para compartilhar conosco um pouco deste conhecimento e dicas úteis.

A lombalgia na gravidez é uma ocorrência comum. Cerca de 61% das grávidas apresentam este sintoma. Isto ocorre não somente devido ao aumento do peso corpóreo, mas também pelo fato que o “centro de gravidade” é alterado, mudando completamente a postura da nova mamãe, e muitas vezes trazendo desconforto. Além disso, o processo de gravidez envolve alterações hormonais que afetam o corpo como um todo, alterando o metabolismo e estrutura das articulações.

A terapia alopática com analgésicos e antiinflamatórios é freqüentemente utilizada para o controle da dor, porém existe uma grande discussão entre médicos, enfermeiras e anestesistas sobre os riscos e benefícios deste tipo de conduta. Muitos são contra a medicação durante a gravidez, para evitar qualquer efeito indesejável ao bebê.

Nos Estados Unidos, muitas grávidas utilizam outros tipos de terapias para o alívio destes sintomas, como Massagem, Acupuntura, Relaxamento, Yoga e Quiropraxia.

A Quiropraxia é uma profissão de formação universitária e o profissional precisa passar por um curso de graduação com duração mínima de 4 anos. Essa é a formação preconizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e por todas as Instituições que representam oficialmente a Quiropraxia no mundo todo. O Quiropraxista passa por uma formação completa, e estuda desde as disciplinas básicas da área da saúde como Anatomia, Fisiologia e Patologia até disciplinas específicas da área como Radiologia, Manipulação Articular e Técnicas Especiais em Quiropraxia.
Dor nas costas na gravidez e a Quiropraxia


O tratamento com Quiropraxia baseia-se na manipulação articular, que além de trazer uma melhora na amplitude de movimento articular, traz também um alívio dos sintomas que tanto incomodam nesta fase. O Quiropraxista está habilitado para avaliar, examinar e decidir qual a melhor técnica a ser utilizada em cada situação. Muitas grávidas têm se beneficiado deste tratamento, pois além de ser uma terapia não invasiva, traz resultados rápidos e eficazes.

O tratamento deve ser minuciosamente explicado e discutido, pois apesar de não apresentar riscos, os três primeiros meses de uma gestação apresentam um alto índice de aborto espontâneo, que muitas vezes podem ser associados erroneamente à técnica.

Mas a dica é que sempre procure um Quiropraxista Graduado! Além da formação acadêmica em Quiropraxia, é fundamental que o profissional seja vinculado à Associação Brasileira de Quiropraxia (ABQ – www.quiropraxia.org.br), que é o órgão que representa oficialmente os Quiropraxistas no Brasil. Assim minimima seus riscos.

Fica então a dica do trabalho delas, que pode ter acesso e contato pelo site:

http://www.anafacchinato.com.br
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Tire suas dúvidas sobre a Depilação durante a sua Gravidez

Em nove meses de mudanças, a barriga cresce e o corpo se transforma: as mudanças são graduais e mudam a rotina da gestante. Quando o assunto é depilação algumas adaptações são necessárias. Vejam abaixo algumas dicas úteis da médica Fátima Maria Cunha, que é membro da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Rio Grande do Sul.

1) Como a gravidez influencia na depilação?

Em primeiro lugar é importante esclarecer que as mulheres podem continuar a remover os pelos do rosto e do corpo, sim. Contudo, nessa fase a pele tende a ficar mais sensível. Desse modo, é normal sentir um desconforto maior e um pouquinho mais de dor ao se depilar.

2) O que os especialistas dizem sobre a depilação íntima total?

A região pélvica, por exemplo, é a que mais sente as consequências da gravidez: o afastamento dos ossos da bacia somado ao maior fluxo de sangue correndo pelo corpo, especialmente na área vaginal, deixam a região bem mais sensível. Para driblar esse cenário, alterne os métodos: a cera, por exemplo, pode ser substituída pela lâmina ou aparelhos elétricos em um primeiro momento - até a sensibilidade se estabilizar.

3) Ao que se atentar na hora de escolher o método de depilação?

Em primeiro lugar, aos riscos que determinados procedimentos podem representar para o bebê e para a saúde da própria gestante.

Não há consenso entre a comunidade médica sobre o uso dos cremes depilatórios. Há fabricantes que atestam a segurança de seus produtos para mulheres grávidas. Outros não são testados em mulheres nessas condições. Portanto, em um primeiro momento é recomendado evitá-los e inclui-los na rotina somente se o ginecologista-obstetra autorizar.

Já os métodos de depilação definitiva, como o laser, estão expressamente proibidos pois a maioria desses aparelhos não são testados em gestantes. Não há estudos que garantam a segurança para o desenvolvimento do feto.

Os outros procedimentos como aparelhos elétricos, lâmina, cera e linha, estão liberados mediante cuidados básicos de higiene. A cera, por exemplo, não pode ser reaproveitada e deve ser ministrada por um profissional experiente uma vez que, conforme mencionado anteriormente, a pele está mais sensível; assim, a temperatura adequada é a mais amena.

4) O clareamento dos pelos é uma opção segura?

De forma alguma. Não há garantias de que as substâncias químicas e ativos presentes nas fórmulas para descolorir os pelos não penetrem na pele e, assim, ofereçam riscos ao bebê. Além disso, todo o organismo está mais sensível e propenso à irritações e alergias.
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Colestase Intra-hepática da Gestação

Navegando pelas redes sociais, olhando o tema relacionados as gestantes e seus bebês, conhecemos a história da Daniela, que além de mãe do Otávio, também é autora do blog Dia de Semana (www.diadesemana.com), e pedimos para ela compartilhar conosco e vocês uma complicação que tive no finalzinho da sua gestação, ela se chama Colestase Intra-hepática da Gestação, um nome complicado, mas que ela conseguiu explicar bem, até para que todas as demais grávidas tenham mais informações a respeito.
Colestase Intra-hepática da Gestação


Esta complicação afeta o fígado, órgão que em algumas mulheres fica sensível demais aos hormônios da gravidez. O fígado é responsável pela produção da bile, que vai para o intestino onde ajuda na digestão. Na Colestase o fluxo da bile para o intestino é reduzido e a bile se acumula no sangue.

O principal sintoma da Colestase é a coceira na pele (que costuma se agravar à noite), em muitos casos a coceira começa nas palmas das mãos e solas dos pés e se espalha para o corpo todo. O mais interessante deste problema é que (normalmente) se resolve logo após o parto (no caso dela em 2 dias já não tinha mais a coceira).

Normalmente a coceira é o sintoma que leva a desconfiar do problema, que pode ser confirmado através de um exame de sangue que apresentará alterações nas funções do fígado. Mas pode demorar algum tempo depois do início dos sintomas para os resultados mostrarem o problema.

A coceira associada a Colestase Obstétrica é mais comum nas últimas dez semanas de gravidez, é constante (o dia todo) e muitas vezes intolerável (é mesmo INTOLERÁVEL).

Este problema é considerado raro! Mas há suspeitas que esta informação não seja realmente verdadeira, já que muitas gestantes não chegam ao diagnóstico da Colestase. Ela pode ser facilmente “confundida” com outros problemas na gestação. Um exemplo é o inchaço/ edema que quando exagerado pode causar coceiras na pele (devido a distensão da pele).

No entanto só quem teve esta coceira sabe que não é algo “normal” (causado por edemas), é insuportável (dá a sensação de vir de dentro do corpo).

Agora muitas de vocês devem estar se perguntando: qual o motivo dela estar falando desta complicação já que ela é rara?

Como ela nos disse antes antes: nãos sabemos ao certo se realmente ela é rara mesmo ou não é chegado ao diagnóstico (não existem muitos estudos sobre isso), normalmente este diagnóstico não é dado em função de muitos médicos não conhecerem ou darem a atenção devida a esta complicação, assim muitos bebês acabam chegando à óbito (a probabilidade de o bebê nascer morto é 15% maior em mulheres que têm Colestase obstétrica).

Quando descoberto este problema o objetivo é fazer o bebê nascer assim que seus pulmões estiverem maduros para sobreviver fora do útero.

O conselho dela, que já passou por isto, para quem suspeitar estar com a Colestase é pedir para o seu médico uma solicitação de exame de sangue da função hepática.

No caso dela ela descobriu a Colestase apenas com 33 para 34 semanas, sendo que seu filho acabou nascendo (super bem) de 36 semanas. Felizmente a médica dela deu toda a assistência necessária para lidar com esta complicação, que podem ver em mais detalhes no seu blog em: www.diadesemana.com, pois infelizmente muitas mulheres não tiveram o mesmo final do que o dela, a ponto que infelizmente muitas até acabaram perdendo o seu bebê, por este motivo resolvemos ambas divulgar a Colestase.
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Dores na Coluna Vertebral durante a Gravidez Podem Ser Evitadas

A gravidez pode ser considerada um dos momentos mais importantes, especiais e sensíveis da vida de uma mulher e, consequentemente, do casal. Desde a confirmação da notícia da chegada de uma criança até o nascimento, são semanas em que a mulher vivência constantemente sensações diferentes e um leque infinito de descobrimentos de sentimentos. O fato é que o surgimento de incômodos na coluna vertebral, principalmente nos últimos meses da gestação, pode estar associado a diversos fatores externos e internos.

O crescimento da barriga e o aumento do peso na região abdominal altera o centro de gravidade. Esta mudança expande a lordose lombar e gera dores na coluna. O recomendável é que a grávida possa contar, além dos acompanhamentos médicos tradicionais, a presença de um fisioterapeuta no pré e pós-parto.

As mulheres podem ainda desenvolver crises de ciático devido à compressão nervosa ocasionada pelas transformações no corpo. Existe uma elevação na produção de hormônios que geram frouxidão nas articulações e nos ligamentos da coluna e do quadril, assim, dores podem aparecer até mesmo dias após o parto.

No entanto, a alteração de hábitos é fundamental para prevenir leões. É imprescindível ter boa postura nas atividades diárias e evitar ficar mais que uma hora na posição sentada, além da prática de exercícios físicos sob a orientação médica, como por exemplo, o pilates ou a hidroginástica, além de ser importante manter uma alimentação saudável e balanceada e nunca se automedicar.

Confira mais orientações de um especialista em: www.itcvertebralribeirao.com.br/media/upload/cartilha.pdf
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7 Cuidados que deve ter no início de sua gravidez

Por conta disso, a mulher precisa manter alguns cuidados muito antes da concepção. O ideal é começar o acompanhamento médico antes que ocorra a gravidez, para se preparar e fazer todos os exames necessários como sorologias, hemograma, dosagens hormonais, urina, Papanicolaou, colposcopia e ultrassonografia para garantir que a mãe e o bebê não corram nenhum risco de saúde.

Para ajuda-la nesta fase, pegamos então algumas dicas com a Dra. Erica Mantelli (CRM-SP: 124.315), que é ginecologista e obstetra pós–graduada em Sexologia pela Universidade de São Paulo (USP).

A primeira delas é que após os resultados dos exames é hora da mãe investir em suplementação, afinal toda mulher que deseja ter um filho precisa redobrar a atenção, principalmente com a alimentação. A gestante precisa por exemplo passa a consumir mais ácido fólico, que é uma vitamina do complexo B presente em espinafre, brócolis, vegetais de folhas verde-escuras, fígado, frutas cítricas e gema de ovo. A deficiência dessa vitamina pode causar uma má-formação do tubo neural do bebê que está iniciando o seu desenvolvimento dentro da barriga da mãe.

Para conseguir levar a diante uma gravidez, a ginecologista e obstetra Erica Mantelli listou sete dicas para você futura mamãe se preparar para a gravidez. Confira:

1) Pré-natal

É importante que a mulher faça um bom pré-natal para garantir uma gestação tranquila. A escolha do obstetra e do ginecologista deve ser levada em consideração, o bom relacionamento entre o médico e a gestante é fundamental em todo os meses da gravidez.

2) Alimentação

Muitas mulheres se preocupam tanto com a alimentação nessa fase que param de comer certo tipo de alimento. O ideal é fazer uma dieta que inclua verduras, legumes e frutas, carboidratos (de preferência integrais), proteína -que pode vir do peixe, da carne, do frango, dos ovos, de castanhas ou sementes -- e também leite e laticínios em geral.

3) Faça atividade física regularmente

A atividade física na gestação melhora o humor com a liberação da serotonina. Se você já está acostumada a se exercitar, mantenha a caminhada leve, desde que se sinta confortável.

A atividade física auxilia no controle do peso, menor risco de diabetes gestacional, hipertensão arterial e de problemas com coluna. Mas, antes de fazer qualquer atividade, consulte o seu médico.

4) Não se automedique

É importante não tomar nenhum tipo de remédio antes de consultar o seu médico. Além disso, na primeira consulta durante o pré-natal informe o seu médico quais são os medicamentos que você toma com frequência e pergunte se o remédio irá fazer mal a saúde do seu bebê.

O ideal é antes mesmo de engravidar já substituir os medicamentos e cosméticos por aqueles que são permitidos na gravidez, para que não prejudique o bebê desde as primeiras semanas.

5) cuidado com o consumo de cafeína

O consumo de café, chás, refrigerantes devem ser reduzidos na gestação. O seu excesso pode contribuir para o baixo peso do bebê.

6) Pare de fumar e beber

Lembre-se que gestantes fumantes correm um risco maior de abortamento espontâneo, de parto prematuro e de ter um natimorto. O ideal é parar de fumar antes mesmo de engravidar, porém, se não conseguir tente reduzir o número de cigarros por dia, qualquer redução pode salvar a vida do seu bebê.

Em relação ao álcool, o seu excesso pode ser responsável por várias causas desde dificuldade para aprender até problemas congênitos. Procure não beber nessa fase.

7) Descanse

O cansaço e o sono também podem interferir no bebê. Técnicas de relaxamento como ioga, alongamentos e massagem ajudam a reduzir o estresse e colaboram para você dormir melhor.

Para mais dicas dela, basta acessar o site: www.ericamantelli.com.br
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Conheça os exames recomendados durante a gravidez que garantem a saúde da mãe e do bebê

Queria reforça aqui e a importância da realização dos exames do pré-natal. São testes laboratoriais simples, que garantem a saúde tanto do bebê quanto da grávida e podem evitar diversas complicações, mesmo durante o parto.

Alguns dos procedimentos são obrigatórios, outros são recomendados pelos médicos e outros, ainda, são mais específicos, solicitados de acordo com o desenrolar da gestação. A principal função dos testes é dar informações tanto sobre o desenvolvimento do feto quanto da saúde da mulher. As mães devem sempre estar atentas às recomendações médicas durante todo o ciclo da gravidez e alguns exames devem ser repetidos para acompanhamento. Dessa forma, a gravidez será uma experiência tranquila e saudável tanto para a mulher quanto para o bebê e que caso a mãe apresente quadros de doenças associadas, a gama de exames também deve englobar o problema base.

Confira a seguir os exames recomendados durante o pré-natal:

1) Hemograma completo:

Realizado durante os três trimestres da gravidez, verifica sinais de infecção, anemia ou alterações nas plaquetas e é pedido pelo ginecologista logo na primeira consulta. Para realizar o exame, a mulher não pode ter feito esforços físicos.

2) Exame qualitativo de urina e urocultura:

Os médicos pedem que a gestante realize esse procedimento no primeiro, segundo e terceiro trimestres, pelo menos uma vez. O exame é feito para checar se há alguma patologia ou anormalidade nos rins e no aparelho urinário da mulher. Caso haja algum tipo de infecção e a doença não seja tratada, pode levar ao trabalho de parto prematuro.

3) Ultrassonografia obstétrica:

O ideal é que seja realizada no primeiro trimestre, entre a 8ª e a 10ª semana, já que vai mostrar se a gestação é única ou múltipla e determinar a idade gestacional exata. Deve ser repetida no segundo e terceiro trimestres para acompanhar se o desenvolvimento do feto está dentro do esperado e verificar seus batimentos cardíacos.

4) Ultrassom morfológico do 1º trimestre:

É realizado entre a 11ª e a 14ª semana de gestação e tem por finalidade predizer qual o risco que o feto tem de apresentar alguma síndrome, principalmente a Síndrome de Down. O risco é calculado com base em achados ultrassonográficos, como a medida da translucência nucal, bem como nos resultados da avaliação da circulação fetal e pela presença ou não do osso nasal. Com muitas mulheres engravidando em idade cada vez mais avançada, o exame é adotado rotina nesses casos.

5) Ultrassom morfológico do 2º trimestre gestacional:

É realizado entre a 19ª e a 24ª semana de gestação. Trata-se de uma análise detalhada da anatomia fetal, já que essa é a melhor época para visualizar a formação do bebê por meio do ultrassom. O exame irá determinar o crescimento fetal e o bom desenvolvimento da criança por meio da avaliação da movimentação do feto, fluxos sanguíneos e crescimento médio.

6) Glicemia:

Útil para detectar intolerância à glicose e diabete. O teste é feito no início da gravidez e será repetido na 26ª semana de gestação, quando o corpo apresenta mais dificuldade para assimilar o açúcar.

7) Tipagem sanguínea e fator RH:

Deve ser realizado no primeiro trimestre. Verifica a compatibilidade de sangue do casal. Se a mãe for RH negativo e o pai RH positivo, a mulher deve tomar uma injeção de imunoglobulina na 27ª semana da gravidez e até 72 horas após o parto para que, caso o bebê seja RH positivo, não haja aglutinação do sangue.

8 ) Sorologia para HIV, sífilis, toxoplasmose, hepatite B, hepatite C e rubéola:

São exames que precisam ser feitos no primeiro e no terceiro trimestres. Eles determinam se a gestante já teve contato com as doenças para que, em caso positivo, sejam tomados os cuidados necessários para que o bebê não seja infectado. Algumas das doenças podem trazer consequências sérias como má-formação, cegueira e até mesmo a morte.

9) Ecocardiografia fetal:

Feito no segundo trimestre da gravidez, o exame verifica a presença de problemas cardíacos no feto por meio de um ultrassom do abdômen materno. O médico recomenda principalmente se há histórico de doenças cardíacas na família da mãe ou se a mulher engravidou após os 40 anos de idade.
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Por que o ultrassom é tão importante durante a gravidez?

O ultrassom é o exame mais realizado durante o pré-natal, e não poderia ser diferente. Fazendo uso de ondas sonoras de alta frequência, inaudíveis para os ouvidos humanos, o equipamento permite visualizar as condições em que o bebê está se desenvolvendo e, principalmente, diagnosticar anomalias anatômicas ou ainda defeitos congênitos.

De acordo com Victor Bunduki, especialista em medicina fetal e ultrassonografia do Centro de Diagnósticos Brasil (CDB Premium), quando o exame detecta cardiopatias e doenças do tórax, podem ser realizadas intervenções ainda no ambiente intrauterino, como transfusões de sangue, derivações (ventriculares, renais), punções de líquido amniótico com finalidade terapêutica etc, embora o feto portador de malformação cardíaca grave deva nascer em um centro de referência provido de UTI neonatal, cardiologistas pediátricos e cirurgiões cardíacos, já que desse atendimento depende a sua sobrevida.

Mesmo sendo tão importante para a saúde da mãe e do bebê, dados do IBGE revelam que 40% dos brasileiros vêm ao mundo sem que a gestante tenha passado por todas as consultas e exames do pré-natal. Na opinião de Bunduki, quatro exames seriam o mínimo necessário durante uma gestação normal.
“O primeiro exame é muito útil para confirmar a gestação, identificar o local da implantação e determinar a idade gestacional. O segundo, também chamado de morfologia do primeiro trimestre, mede a ‘translucência nucal’. O terceiro exame morfológico confirma a idade gestacional, avalia o crescimento e, principalmente, a morfologia fetal. Já o quarto tem o objetivo de avaliar o crescimento, a quantidade de líquido e a placenta – além de revisar a morfologia. Isso tudo pode ser realizado também no segundo trimestre, mas existem patologias típicas do terceiro trimestre que podem levar a alterações de líquido e da placenta”.


Quem determina os pedidos de exame é o obstetra da paciente, de acordo com as características da gestação. O ultrassom não tem qualquer contraindicação tanto para a mãe quanto para o feto. A partir da quinta semana depois da última menstruação, é possível enxergar o embrião pelo ultrassom transvaginal ou, ainda, a partir da sexta semana via supra púbica. É nessa fase que, apesar de o embrião medir poucos milímetros, podemos identificar e ouvir seus batimentos cardíacos.

Ainda no primeiro trimestre de gravidez é possível realizar o exame de translucência nucal. Trata-se de um exame de rastreamento de alterações genéticas (cromossomopatias) como a Síndrome de Down, por exemplo, em que a região da nuca do bebê é medida. Em bebês que têm alterações cromossômicas, essa medida pode estar aumentada. O exame não tem finalidade diagnóstica, mas seleciona as pacientes que teriam indicação de estudo do cariótipo, colhido por punção do líquido amniótico, ou ainda a pesquisa de DNA fetal no sangue materno, exame que vem ganhando importância por não ser invasivo para o feto.

Outras malformações estruturais podem ser detectadas pelo ultrassom. A hidrocefalia, que é o acúmulo de fluido cérebro-espinhal nas cavidades ventriculares do cérebro, é uma das mais recorrentes, bem como distúrbios do sistema nervoso central e alguns tipos de malformações cardíacas. A taxa de detecção do ultrassom gira em torno de 90% na identificação de problemas estruturais. Já o sexo do bebê poderá ser confirmado por volta do quarto mês de gravidez. Apesar de o sexo ser definido no momento da concepção, o órgão genital se desenvolve entre nove e doze semanas de gravidez. Portanto, entre a 14ª e a 16ª semana, dependendo da posição do bebê, é possível identificar o sexo da criança.

Exames um pouco mais sofisticados, como o ultrassom 3D, 4D e Doppler, também são indicados para checar eventuais problemas. O ultrassom com Doppler é indicado para avaliar a circulação da mãe para o bebê e para checar o fluxo nos vasos internos do bebê. É importante nos casos de diabetes, hipertensão e retardo de crescimento fetal, por exemplo. Já o ultrassom 3D nos permite enxergar as estruturas fetais em três dimensões, melhorando muito a visão da anatomia de superfície, principalmente do rostinho do bebê. Também é muito útil como complemento do ultrassom convencional em caso de diagnóstico de malformações. No 4D, além das imagens bastante reais, também é possível acompanhar os movimentos do bebê.
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Vídeo = Hipertensão arterial na gravidez

Veja neste vídeo abaixo mais informações sobre a hipertensão arterial na gravidez, e saiba como evita-la com as dicas da ginecologista e obstetra dra. Patrícia Gonçalves.
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Meias de compressão reduzem inchaço e varizes das pernas

Além de protegerem e aquecerem os pés nos dias mais frios, as meias também podem proporcionar diversos benefícios para a saúde e, principalmente, para o bem-estar feminino. Isso porque uma variedade delas é capaz de ajudar na circulação sanguínea das pernas e ainda prevenir inchaços e varizes.

Criados a partir de uma malha especial elástica, as chamadas meias de compressão, que vendemos na loja da Zazou, exercem sobre a área tratada uma pressão que pode variar entre suave, média, forte e extraforte, de acordo com as necessidades específicas de cada caso. Geralmente, elas são indicadas para as pessoas que apresentam problemas de circulação ou passam por processos pós-operatórios, já que evitam o surgimento dos perigosos coágulos, que podem dar origem a tromboses no sistema venoso profundo. Além disso, os acessórios espantam a famosa sensação de peso e cansaço nas pernas.
“As pessoas que permanecem muitas horas em pé ou sentadas costumam sentir muita dor e cansaço ao final do dia. Nesta hora, as meias de compressão são uma ótima opção para relaxar e aliviar a região”, afirma Ary Elwing, angiologista e especialista em cirurgia vascular periférica e tratamento a laser.


Ideais para o combate às varizes e vasinhos, as peças podem ser encontradas em diversas formas no mercado. As mais utilizadas são a antitrombo (que vai dos pés à batata da perna), 3/4 (que fica dois dedos abaixo do joelho), 7/8 (que fica acima do joelho e vai até o meio da coxa) e a meia-calça, que vai até a altura do umbigo. Apesar da tamanha diversidade do artigo, as varizes em estágios mais avançados exigem um tratamento médico feito por meio de cirurgias ou tratamentos estéticos com laser e aparelhos de radiofrequência.

Embora vistos pela maioria das pessoas como um problema que se resume ao espelho, vale lembrar que, quando não tratados, os risquinhos avermelhados das pernas podem se agravar e desencadear até mesmo uma úlcera. Por isso, recomenda-se sempre o acompanhamento de um médico especialista, assim que houver qualquer indício de dor e inchaço na região e, até mesmo, na hora da escolha do modelo de meia mais adequado para o problema.

Multifuncional, o item do guarda-roupa também é uma boa solução para as mulheres que costumam sofrer bastante com o inchaço durante a gravidez, decorrente da falta de retorno venoso.
“As alterações hormonais típicas desta fase, assim como a obesidade, os problemas cardíacos ou renais e a dificuldade de bombeamento de sangue na panturrilha, também podem aumentar não só o risco de inchaço nas pernas, como também desencadear as varizes”, explica Fernando Bacalhau, cirurgião vascular com título de especialista pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV).


Por conta dessa oscilação no funcionamento dos hormônios, além do uso diário da meia, devidamente receitada pelo médico especialista, a adoção de atividade física constante, de uma dieta feita à base de alimentos com pouco sal e de sessões de drenagem linfática deve passar a fazer parte da rotina das futuras mamães para que o tradicional inchaço nas pernas vá embora. O velho hábito de colocar as pernas para cima e repousar também pode amenizar a dor e o inchaço.
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Hipotensão = Pressão Baixa na Gravidez

Dentre muitos sintomas nada agradáveis da gravidez, a hipotensão, ou pressão baixa, é um dos mais incômodos. Apesar de não representar um problema sério como a hipertensão, que pode levar à eclâmpsia ou aborto espontâneo, as quedas de pressão são desconfortáveis e atrapalham o dia a dia da mulher.

O problema é uma resposta fisiológica do corpo frente a vasodilatação. Traduzindo: os vasos sanguíneos crescem para receber mais sangue e levá-lo até a placenta. Consequentemente, o fluxo perde força, fazendo a pressão cair.

Entretanto, apesar da insegurança provocada pela fraqueza, a boca seca, as mãos geladas e a visão escurecida, a hipotensão não costuma representar um problema. De acordo com o obstetra José Carlos Sadalla, do Hospital Sírio-Libanês (SP), as quedas de pressão acompanham a grávida durante os nove meses, mas, em geral, ocorrem de maneira mais frequente durante o segundo trimestre. Esta é a fase em que o bebê está crescendo e, por isso, exige maior aporte sanguíneo na placenta. Nos últimos meses, a tendência é que ela volte a subir, mantendo um padrão semelhante ao do início da gravidez.

Justamente por se tratar de um processo fisiológico, não é possível prevenir a hipotensão, mas é possível atenuar as crises. Para a ginecologista e obstetra Mônica Rezende, do Hospital São Luiz Itaim (SP), a grávida deve evitar locais quentes e aglomerados, além de se manter bem hidratada e alimentada, comendo a cada três horas. O calor dilata ainda mais os vasos sanguíneos da gestante, portanto, redobre o cuidado com banhos quentes, piscinas aquecidas e ofurôs.

Por fim, Mônica alerta que as mulheres hipertensas apresentam uma pequena diminuição na pressão na gravidez, mas não vão deixar de ter pressão alta. Como o medicamento pode descompensá-la, a gestante deve fazer um acompanhamento médico ainda mais rigoroso.

Minha pressão caiu, e agora?

Se, mesmo evitando locais aglomerados e fugindo dos banhos quentes, você sentir que a sua pressão está caindo, respire fundo e procure um local para se sentar. Beba água e coma uma bolacha de água e sal. O sódio vai reter os líquidos e aumentar o volume de sangue nos vasos. Outra opção é deitar e elevar as pernas. Isso melhora o retorno do sangue para o coração e o cérebro, oxigenado melhor esses órgãos vitais.

Caso a pressão caia demais e você sinta que vai desmaiar, coloque uma pitada de sal embaixo da língua. Faça isso apenas em situações extremas, já que o sal pode provocar rapidamente um pico de pressão, o que também causa mal- estar.

Atenção às quedas muito recorrentes, principalmente se forem acompanhadas de desmaio e não controladas com as precauções mencionadas anteriormente. Nesses casos, a hipotensão pode não ser um sintoma fisiológico e seu médico terá de investigar seus gatilhos.
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Oftalmologista diz que uso de colírio durante gravidez é perigoso

Com a proximidade do dia das mães, o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, alerta as gestantes para o risco do uso indiscriminado de colírios durante s gravidez.

Só para se ter uma ideia, ele afirma que a estimativa da OMS (Organização Mundial da Saúde) que 3% dos defeitos congênitos sejam causados pelo uso de medicamentos ou drogas durante a gravidez. Até as gotinhas de colírio, aparentemente inofensivas, podem afetar o bebê, isso porque, em mulheres grávidas a elevação dos hormônios sexuais altera o metabolismo hepático das drogas que ficam mais concentradas na corrente sanguínea. O problema é que um levantamento feito pelo médico nos prontuários de 80 gestantes atendidas pelo hospital, mostra que 4 em cada 10 chegam à consulta usando colírio por contra própria.

Para o FDA (Food em Drugs Administration), agência americana que regulamenta os medicamentos, nenhum tipo de colírio pode ser considerado sem risco para o feto por falta de testes com gestantes antes dos lançamentos.

Queiroz Neto destaca que alguns remédios afetam o bebê pela menor troca de oxigênio e nutrientes entre a mãe e o feto através da placenta. É o que acontece com os bebês da maioria das gestantes que usam colírio vasoconstritor para ficar com os olhos branquinhos. O problema é que o colírio faz com os vasos sanguíneos da placenta também contraiam e a nutrição do feto fica comprometida.

O médico destaca que embora esta privação não seja suficiente para que o bebê nasça com alguma deformidade, pode refletir na saúde em algum momento da vida. Para a futura mãe, o uso indiscriminado desse tipo de colírio predispõe à catarata precoce, alterações cardíacas e elevação da pressão arterial.

O especialista afirma que a maioria das gestantes fica com o olho vermelho porque o aumento da produção do estrogênio provoca a síndrome do olho seco. Outros sintomas da síndrome são: ardência, coceira, queimação, visão borrada que melhora com o piscar, lacrimejamento excessivo e sensibilidade à luz. O tratamento pode ser feito com lágrima artificial que não prejudica o feto, ou com uma dieta rica em ômega 3. O nutriente é encontrado em semente de linhaça, castanha do Pará, sardinha e salmão.

Queiroz Neto alerta as gestantes portadoras de glaucoma para passar por reavaliação com um oftalmologista. Isso porque, a classe de colírio antiglaucomatoso mais utilizada no Brasil é a dos análogos de prostaglandina que são contra-indicados durante a gravidez. Este tipo de colírio pode induzir à contração da musculatura uterina, podendo levar à interrupção prematura da gestação. Já os beta-bloqueadores, destaca, podem alterar a frequência cardíaca do feto. Dos medicamentos para glaucoma o mais seguro para gestantes é o tartarato de brimonidina que não revelou alterações em fetos nos testes de laboratório. Ele diz que a boa notícia para gestantes é que a pressão intraocular geralmente diminui, principalmente na segunda metade da gestação por causa do aumento da produção de progesterona e relaxina.

Qualquer classe de colírio usado por gestantes pode afetar a saúde do bebê. Por isso, a recomendação é lavar as mãos com frequência, evitar aglomerações, compartilhamento de maquiagem, fronhas e computadores para prevenir a contaminação dos olhos por bactéria ou vírus. Usar colírio antibiótico ou antiinflamatório pode comprometer a imunidade do feto. Muitos dos adultos que têm astigmatismo e até ceratocone, abaulamento da parte central da córnea, são alérgicos que foram e expostos a antibióticos durante a gestação ou nos primeiros meses de vida. A boa saúde começa na gestação. Por isso, todo cuidado é pouco neste período.
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Tipo de coceira rara na gravidez pode representar risco ao bebê

Uma manchinha na pele e já dá aquela vontade de coçar. Mas, futura mamãe, é preciso ficar atenta a alguma coceira inexplicável, que pode fugir do controle.

A Hpa colestase intra-hepática da gravidez, ou chamada de ICP, é uma doença hepática específica da gravidez. Ela é causada por altos níveis de ácidos biliares, que são substâncias químicas produzidas no fígado que ajudam a digestão.

Geralmente sem erupção, o problema pode tornar a urina mais escura, além de promover sensação de mal-estar e cansaço. De acordo com um estudo divulgado no ano passado em Londres, a colestase intra-hepática da gravidez triplica o risco de morte fetal.

Apenas no Reino Unido, ela afeta cerca de 5.000 mulheres a cada ano Em casos muito graves, o risco de morte fetal é nove vezes maior do que em uma gravidez normal.

O incômodo é mais comum nas solas dos pés e nas palmas das mãos. Por isso é recomendado manter seu médico sempre informado em qualquer caso que saia do normal.
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Video = Iinfecção Urinária na Gravidez

Vejam no vídeo abaixo um Médico falando mais sobre os riscos de uma infecção urinária na gravidez, que é algo comum de acontecer nesta época, mas que precisa tomar cuidados.
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Usar antibiótico durante a gravidez pode prejudicar o bebê

Mulheres grávidas que consomem antibióticos podem estar colocando o bebê em risco. Pois alguns pesquisadores descobriram recentemente de que os medicamentos utilizados para combater algumas infecções podem sim interferir também no sistema imunológico do feto.

Um estudo realizado no Children’s Hospital of Philadelphia, nos Estados Unidos, mostrou que as bactérias do intestino desempenham um papel crucial na produção dos glóbulos brancos, responsáveis por combater as infecções, do bebê. Os pesquisadores descobriram que, assim como os humanos, os ratos têm um aumento destes glóbulos próximo ao nascimento e que esta resposta é reduzida quando as mães ingerem antibióticos. Isso faz com que os bebês fiquem mais vulneráveis a infecções por E.coli, especialmente quando nascem prematuros.

Os especialistas mostraram que estas bactérias regulam a produção de células brancas do sangue de filhotes de ratos. Expor mães e fetos a antibióticos reduz a diversidade das bactérias, sendo que muitas são benéficas, e também prejudicam a resistência à infecção do recém-nascido. A pesquisa incita os médicos a se esforçarem para diminuir o uso deste tipo de medicamento durante a gestação.
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Vídeo = Médico Tira Dúvidas Comuns das Grávidas

Vejam no vídeo abaixo um médico especialista tirando alguns dúvidas muito comuns entre as grávidas.
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Conheça riscos, mitos e benefícios de cada tipo de parto

Normal ou cesárea?

Cientistas de 25 países resolveram estudar o impacto da realização de cesarianas em grávidas de gêmeos. O esforço internacional foi motivado pelo aumento do número de cirurgias agendadas nestes casos em todo o mundo devido à crença de que há um risco maior para a mãe e os bebês quando o nascimento ocorre por parto normal. Só nos Estados Unidos, o índice saltou 50% entre 1995 e 2008, para 75% dos partos de gêmeos.

O estudo analisou 2,8 mil partos ao longo de oito anos e seu resultado, publicado no fim do ano passado, vai contra o imaginário coletivo. 'A cesárea planejada não reduz o risco de morte em gravidez de gêmeos', diz o obstetra Renato Sá, vice-presidente da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado do Rio de Janeiro (Segorj), que participou da pesquisa. 'Provou-se que era mito.'

Não se trata do único falso motivo apontado como indicação de cesárea em consultórios Brasil afora. Obstetras ouvidos pela BBC Brasil relatam casos em que mulheres fizeram cesáreas desnecessárias porque 'o bebê é grande ou pequeno demais', 'a mãe tem bacia estreita' ou 'o bebê virou de posição durante o parto'.

Uma dos mitos mais frequentes na indicação de cesariana é o bebê estar com o cordão umbilical enrolado no pescoço. 'O cordão é como um fio de telefone: para enforcar a criança, seria necessário muito esforço', diz Sá. 'De qualquer forma, quando ela desce pelo canal vaginal, o cordão vai se desenrolando.'

Na verdade, são poucas as situações que podem ser solucionadas apenas pela cesariana, segundo os médicos consultados para esta reportagem. Uma delas é quando a placenta se desloca e bloqueia a saída do bebê, fenômeno conhecido como placenta prévia total. A força feita pela criança ao tentar nascer pode causar uma hemorragia grave e o óbito da mãe e do filho.

Outro caso é a hipertensão desenvolvida pela mulher durante gestação, a eclampsia. 'Se a mãe é diabética grave, também é preciso fazer cesárea', afirma Etevino Trindade, presidente da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Quando a gestante tem um problema de coração grave, a cirurgia deve ser feita.

Ainda estão nessa categoria grávidas portadoras do vírus HIV que tenham uma carga viral alta e imunidade baixa ou com uma lesão de herpes genital ativa no fim da gestação (a cesárea evita o contágio do bebê) e o descolamento prematuro da placenta, que gera risco de sangramento excessivo. Na maioria dos casos, a situação específica deve ser avaliada. 'Uma cesárea também traz riscos, apesar de serem menores do que no passado', diz o obstetra Pedro Octávio Britto Pereira, professor da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio). 'É preciso saber qual é a forma de parto mais segura e optar por ela.'

Não se pode negar que a cesariana é um recurso valioso para salvar vidas e deve ser usada num quadro crítico. Pode ser o caso, por exemplo, de quando o cordão umbilical sai antes do bebê, durante o parto, fenômeno conhecido como prolapso. Isso corta o fluxo de sangue para a criança. A situação deve ser resolvida em minutos, caso contrário o bebê morre.

No entanto, a cesárea é em geral mais arriscada e pode trazer prejuízos para a mãe e o bebê. O estudo 'Morte materna no século 21', publicado em 2008 no periódico American Journal of Obstetrics and Ginecology, analisou 1,46 milhão de partos e encontrou um risco de óbito dez vezes maior para a gestante em cesarianas. Enquanto a taxa de morte em partos normais foi de 0,2 para 100 mil, no caso das cesáreas chegou a 2,2 por 100 mil.

Deve-se levar em conta que, em parte dessas cesáreas, a situação já era emergencial e mais arriscada. Mas o aumento do agendamento deste tipo de parto torna o índice preocupante. A cesárea é uma cirurgia e pode gerar hemorragia, infecções e danos a órgãos internos da gestante, sem que fosse necessário assumir o risco de ter estas complicações.

O maior número de cesáreas agendadas também coincide com o aumento de bebês prematuros, já que a idade gestacional não pode ser calculada com exatidão. Isso faz com que nascimentos ocorram muito antes do recomendado, algo associado a problemas respiratórios no bebê.

O parto normal traz benefícios para o bebê e a mãe. Durante o parto, a mãe produz os hormônios oxitocina, que estudos indicam ser capaz de proteger o recém-nascido de danos no cérebro e ajudar no amadurecimento cerebral, e prolactina, que favorece a amamentação. 'O parto normal é um processo fisiológico normal. Não há por que transformar isso num procedimento cirúrgico sem necessidade', afirma Sá, do Segorj.

Uma situação em que a cesárea costuma ser pré-agendada no Brasil é quando o bebê está 'sentado' na barriga da mãe. Isso gera o risco da sua cabeça ficar presa na pélvis da mãe. Mas a cesárea não é a única saída. O médico pode tentar, durante a gestação, colocar manualmente o bebê de ponta cabeça, posição mais indicada para o nascimento, por meio de uma manobra conhecida como versão externa.

Ter feito duas cesáreas anteriormente também não é indicação absoluta de necessidade de nova cesárea. Como o útero tem cicatrizes de operações anteriores, elas podem se romper durante o parto normal. 'Mas a literatura médica indica que a mulher tem o direito de tentar porque o risco absoluto é baixo, de menos de 1%', afirma o obstetra Jorge Kuhn. 'Se os pais acharem que ainda assim é um risco alto, é melhor nem tentar.'

Os obstetras ouvidos são unânimes numa questão: a melhor forma da mãe tomar uma decisão é informar-se. É possível consultar os sites da Febrasgo e da Associação Médica Brasileira, órgãos que publicam diretrizes sobre partos normais e cesarianas. Os colégios de ginecologia e obstetrícia dos Estados Unidos, da Austrália, do Canadá e do Reino Unido servem de referência para profissionais de todo o mundo.

'Se a mulher não vai atrás de informação, ela dá ouvidos aos relatos de amigas e parentes. Muitas dessas mulheres fizeram cesáreas por razões que consideram justificáveis, mas que não são', afirma Kuhn. 'A mãe também pensa que o médico estudou muito para se formar e que não tem autoridade para questioná-lo. Mas é importante que ela saiba as indicações reais e seus direitos para ser a protagonista de seu parto, em vez de delegar isso ao obstetra.'

Caso a mulher opte pelo parto normal, é indicado que ela descreva num documento o plano de parto, como gostaria de ser tratada antes, durante e depois, deixando suas preferências claras para a equipe médica. São importantes dados como quem será o acompanhante, as intervenções médicas bem-vindas ou não e se quer dar de mamar logo depois do bebê nascer.

Assim, a mulher pode debater com o médico para que tudo fique esclarecido. O plano de parto não tem validade legal, como um contrato, mas aumenta as chances da mãe ter seu filho da forma como deseja. 'Não quer dizer que isso será obedecido, mas garante um questionamento jurídico se houver necessidade', explica a obstetriz Ana Cristina Duarte, uma das principais vozes do movimento de humanização do parto no país.

Se a mãe não tiver sua vontade respeitada ou sofrer algum tipo de violência no parto, ela deve exigir uma cópia de seu prontuário no hospital e denunciar o caso. É aconselhado escrever uma carta com os detalhes do ocorrido. 'Envie para a ouvidoria do hospital com cópia para a diretoria clínica, para a Secretaria Municipal de Saúde e para a Secretaria Estadual de Saúde', diz Duarte.

A obstetriz acrescenta que, se o parto ocorreu em uma maternidade particular, a diretoria do plano de saúde e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) também devem ser comunicadas. 'Se for um caso grave, procure a ajuda de um advogado', afirma Duarte.
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Consumo de álcool na gestação

Chegando o final de semana e os programas sociais, logo vem a tentação de beber durante a gravidez, mas queremos fazer um alerta de que segundo a Sociedade de Pediatria de São Paulo, o consumo de álcool em excesso na gestação é a principal causa não hereditária de retardo mental. A exposição pré-natal a qualquer tipo e quantidade de bebida alcoólica pode acarretar problemas graves ao bebê, até mesmo surgir tardiamente e ainda se perpetuar na fase adulta.

A SAF (Síndrome Alcoólica Fetal) apresenta diversas manifestações, desde alterações comportamentais até malformações congênitas neurológicas, cardíacas e renais. Contabiliza, no mundo, de 1 a 3 casos por 1.000 nascidos vivos. Segundo Conceição Aparecida de Mattos Segre, coordenadora do Grupo de prevenção dos efeitos do álcool na gestante, no feto e no recém-nascido da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), no Brasil não há dados oficiais no país sobre a afecção.

Importante ressaltar que o melhor caminho é a prevenção. Não há nenhuma comprovação de uma quantidade segura de bebida alcoólica que proteja a criança de risco. Neste caso, a gestante ou a mulher que pretende engravidar deve optar por tolerância zero à bebida alcoólica.

O conjunto de efeitos decorrentes do consumo de álcool, em qualquer dosagem ou período da gravidez, é chamado de “espectro de distúrbios fetais relacionados ao álcool”, que inclui a SAF.

A frequência dessas implicações varia conforme etnia, genética e até mesmo a quantidade ingerida. Isso não significa que todos os bebês expostos serão afetados, mas a probabilidade é alta.

Bebês com SAF têm alterações bastante características na face, as chamadas dismorfias faciais. Além disso, faz parte do quadro o baixo peso ao nascer devido à restrição de crescimento intrauterino e o comprometimento do sistema nervoso central. Essas são as características básicas para o diagnóstico no período neonatal.

No decorrer do desenvolvimento infantil, o dismorfismo facial atenua-se, o que dificulta o diagnóstico tardio. Permanece o retardo mental (QI médio varia de 60 a 70), problemas motores, de aprendizagem (principalmente matemática), memória falha, transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, entre outros.

Os adultos demonstram problemas de saúde mental em 95% dos casos, como pendências com a lei (60%); comportamento sexual inadequado (52%) e dificuldades com o emprego (70%).

Em São Paulo, o Grupo da SPSP, coordenado por Conceição, cria ações para conscientizar os pediatras, com distribuição de material em eventos científicos, publicações disponíveis na internet aos associados da SPSP e cursos voltados para equipes multidisciplinares de capacitação para reconhecimento e condutas nesses casos.

Nos Estados Unidos e Canadá, existe um teste que identifica produtos do álcool no mecônio ou cabelo do recém-nascido. É uma técnica de alto custo, que ainda não está disponível no Brasil.

Sabemos que o diagnóstico precoce da doença melhora os resultados obtidos por meio de tratamento multidisciplinar ainda na primeira infância. Vale lembrar que os efeitos do álcool ocasionados pela ingestão materna de bebidas alcoólicas durante a gestação não têm cura, por isso vale a máxima, o quanto antes parar, melhor para a gestante e para o bebê.

Sabe o que mais?

O consumo de álcool durante a gestação pode potencializar as estrias, já que a bebida é altamente calórica!
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Fisiculturista malha pesado durante gravidez

Vejam só o caso da Lea-Ann Elison de 35 anos, que não deixou de malhar pesado durante a sua gravidez!

A atleta continuou normalmente sua rotina de exercícios físicos no decorrer de sua gestação, o que muita gente reprovou, é o que afirma Elison. Conforme a mãe, muitas pessoas diziam que iria perder o bebê por conta dos exercícios, que era loucura, e até foi chamada de egoísta por não se dedicar exclusivamente à gestação. Mesmo com a aversão das pessoas próximas ao seu convívio, Lea desafiou todos e fez questão de publicar sua rotina nas redes sociais, o que de fato causou maior repercussão negativa em relação a sua atitude.
Fisiculturista malha pesado durante gravidez


Sua rotina de treinos pesado foi rotina durante todo período gestacional. Malhação pesada, atividades aeróbicas e levantamento de peso. Além de práticas de esportes fora do ambiente da academia, como o stand up paddle, que se trata de um esporte praticado com uma prancha e um remo, modalidade que tornou-se popular nos últimos anos.

Após os nove meses o neném nasceu saudável e a mãe continuou sarada. O principal objetivo da atleta foi demonstrar aos que pensavam o contrário, que os exercícios físicos são saudáveis a qualquer momento, mesmo no decorrer de uma gestação.

E você o que acha de casos como este?
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Confira alguns mitos e verdades sobre tinturas durante a gravidez

O uso de máscaras, tinturas ou qualquer outro tipo de produto químico capilar durante a gestação gera uma série de dúvidas entre as futuras mamães e os profissionais da saúde. O dermatologista do Hospital Federal de Bonsucesso, Paulo Cotrim, esclareceu alguns mitos e verdades sobre o tema.

1) Amônia ou metais pesados não são recomendados durante a gestação?

Verdade.
"Apesar de não existirem estudos conclusivos sobre o assunto, a utilização desses produtos não é recomendada durante a fase gestacional. Isso porque o contato dessas substâncias químicas com o couro cabeludo pode fazer com que elas sejam absorvidas e levadas à circulação sanguínea da mãe e, assim, serem tóxicas e prejudicais ao feto", afirma Cotrim.


2) As tinturas sem amônia podem ser usadas durante a gestação?

Meia verdade.
"Para as mulheres que pintam o cabelo regulamente, uma das opções são as tinturas sem amônia, xampus tonalizastes e hennas naturais, por exemplo. Mesmo assim, é recomendado que a gestante evite tingir os cabelos antes das 14ª ou 16ª semana de gestação, quando o feto ainda está em formação. Vale ressaltar que, por ser um assunto controverso, o mais importante é consultar seu médico antes de usar qualquer produto."


3) Permanentes e alisamentos podem trazer riscos à saúde do bebê?

Verdade.
"Permanente, hidróxido de potássio, alisamentos, químicas e tratamentos à base de formol devem ser evitados pelas gestantes. O formol, por exemplo, é altamente tóxico, além de ser uma química cancerígena. Essa substância pode atrapalhar o desenvolvimento do bebê causando má formação, baixa de peso, entre outras anomalias"


4) Quando a grávida faz tratamentos estéticos nos cabelos, traz riscos não só para o feto, mas para ela mesma?

Meia verdade.
"O risco não é comprovado, não existe nenhum estudo oficial sobre o tema, mas as grávidas não devem arriscar".


5) Tinturas não têm níveis de substâncias químicas capazes de prejudicar a saúde do bebê?

Verdade.
"Não existe nenhuma comprovação científica que condene o uso de tintura durante a gravidez. As pinturas não oferecem risco à saúde do bebê pelo fato de não apresentar níveis significativos de substâncias químicas que possam levar à má formação da criança. Para garantir a segurança da mãe e do bebê, todos os produtos escolhidos pela gestante devem ser liberados pelo médico".


6) Durante a amamentação, a mulher pode pintar o cabelo, alisar e fazer outros tratamentos?

Meia verdade.
"Durante a fase da amamentação, a utilização desses produtos é visto com menos alarde pelos médicos. Entretanto, eles não podem conter amônia ou metais pesados, como o chumbo, por exemplo. Uma sugestão é optar pela henna ou outro produto capilar natural. Já os tratamentos para alisar os cabelos devem ser feitos somente após o período de amamentação".


7) Tratamentos para alisar os fios podem contaminar o leite da gestante?

Verdade.
"O formol deve passar longe das lactantes, pois não se conhecem ao certo a absorção, transmissão ou efeitos do produto em recém-nascidos. Como não há uma comprovação científica, o ideal é evitar qualquer risco. Além disso, essas químicas podem acarretar uma série de reações alérgicas. Caso isso aconteça, a mãe precisará fazer o uso de medicamentos que também podem interferir na qualidade da amamentação".
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Sonolenta? Saiba como lidar com as alterações do sono na gravidez

A gravidez causa um grande impacto sobre o sono da mulher. No princípio aparece uma sonolência constante, com o passar do tempo, a barriga incomoda à gestante a encontrar uma posição confortável. A grávida pode ter dias de insônia e também passar a roncar durante a noite. Saiba mais sobre as alterações do sono na gravidez. Os hormônios são os culpados pelas alterações do sono na gravidez.

A principal razão pela qual as gestantes sofrem com distúrbios do sono na gestação é a mudança e a elevada taxa de hormônios. Principalmente no começo da gestação, seu corpo ainda está se acostumando com esses hormônios que deixam a grávida mais ativa, causando dificuldade para dormir, sono leve e pesadelos. Essas alterações são perfeitamente normais e afetam a maioria das mulheres. Ao passar do tempo, a barriga da gestante vai crescendo e o problema passa a ser encontrar uma posição cômoda na hora do sono na gravidez. Essa fase é também quando as grávidas costumam ter sonolência durante e dia, mas muitas vezes dormir à noite é bastante difícil.

O sono na gravidez também pode ser influenciado por outras questões. O crescimento do bebê, que pressiona sua bexiga e causa vontade de ir ao banheiro frequente; o bebê também pressiona o estômago e pode causar azia. Igualmente há o aumento do metabolismo na gestação, que deixa a grávida mais ativa e a prepara para o nascimento.

Contudo, muitas gestantes devem ficar atentas aos sinais de distúrbios de sono na gravidez. Segundo Geisa Quental, médica homeopata da Associação Paulista de Homeopatia (APH), distúrbios do sono em gestantes e lactantes não são necessariamente uma doença, mas sintomas que indicam que algo está errado e precisa ser corrigido. Ela diz que pior do que não dormir são as consequências de uma noite em claro:
“A maior queixa das grávidas em relação às consequências dos distúrbios do sono são as alterações no humor, brigas com o parceiro, crises de angústia, aumento da ansiedade e queda da imunidade,” explica Geisa.


Para controlar e evitar os problemas relacionados ao sono na gravidez, existem medidas simples que a gestante e seu médico podem tomar:

- Faça um ritual para dormir. Vá diminuindo gradualmente seu ritmo, procurando fazer atividades que relaxem desde o começo da noite.

- Antes de ir para a cama, peça massagens relaxantes para seu companheiro, faça alongamentos. Seu sono será estimulado.

- É importante manter o peso estável e praticar exercícios durante o dia. Isso auxilia no sono, ajuda a manter uma boa pressão arterial e evita diversos problemas na gestação e no parto.

- Mantenha uma dieta leve e saudável, de fácil digestão. Nada de comer alimentos gordurosos ou picantes no jantar. Evite a acidez estomacal.

- A televisão não é sua aliada. Se você tiver uma tv no quarto, desligue-a para dormir. Prefira dormir com o quarto escuro e sem barulho.
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Uso de paracetamol na gravidez pode levar a déficit de atenção e hiperatividade nos filhos

Paracetamol (ou acetaminofeno), encontrado em diversos remédios como Excedrin e Tylenol, fornece alívio para dores de cabeça e dores musculares. Quando usado adequadamente, é considerado na sua maioria inofensivo. Nas últimas décadas, a droga tornou-se o medicamento mais comumente usado por mulheres grávidas para febres e dores.

Agora, um estudo de longo prazo feito pela Universidade da Califórnia em Los Anegeles (EUA), em colaboração com a Universidade de Aarhus, na Dinamarca, tem levantado preocupações sobre o uso do paracetamol durante a gravidez.

O estudo mostrou que tomar a droga durante a gravidez está associado a um risco maior de crianças com transtorno hiperquinético ou hipercinético, uma forma particularmente grave do transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH).

TDAH, um dos transtornos neurocomportamentais mais comuns em todo o mundo, é caracterizado por desatenção, hiperatividade, aumento da impulsividade e desregulação motivacional e emocional.
“As causas do TDAH e transtorno hipercinético não são bem compreendidas, mas ambos fatores ambientais e genéticos contribuem claramente”, disse Beate Ritz, uma das autores sêniores do estudo. “Sabemos que tem havido um rápido aumento em distúrbios neurológicos, incluindo TDAH, ao longo das últimas décadas, e é provável que o aumento não seja apenas atribuído a melhores diagnósticos ou sensibilização dos pais. É provável que existam componentes ambientais também”. Por conta disso, os pesquisadores resolveram procurar causas ambientais evitáveis que poderiam desempenhar um papel na doença.


Parte da neuropatologia pode já estar presente no momento do nascimento, fazendo com que a exposição durante a gravidez e/ou infância fosse de interesse particular. Como o paracetamol é o medicamento mais comumente usado para dor e febre durante a gravidez, os cientistas focaram nele.

Os pesquisadores usaram um estudo nacional dinamarquês sobre gestações que incide especialmente sobre os efeitos colaterais dos medicamentos e infecções. Eles estudaram 64.322 crianças e mães com dados de 1996 a 2002. O uso do paracetamol durante a gravidez foi determinado por meio de entrevistas telefônicas realizadas até três vezes durante a gravidez, e seis meses após o parto.

Os pesquisadores acompanharam os pais até quando seus filhos atingiram a idade de 7 anos, perguntando sobre os problemas comportamentais das crianças através de um questionário padrão que avalia cinco domínios, incluindo sintomas emocionais, problemas de conduta, hiperatividade, relações entre pares e comportamento social.

Além disso, obtiveram diagnósticos de transtorno hipercinético entre as crianças do estudo a partir de registros de hospitais dinamarqueses.

Mais da metade de todas as mães relataram o uso de paracetamol durante a gravidez. Os pesquisadores descobriram que as crianças cujas mães usaram a droga tinham um risco 13 a 37% maior de receber um diagnóstico hospitalar de distúrbio hipercinético, ser tratado com medicamentos de TDAH ou apresentar comportamentos de TDAH aos 7 anos.

Quanto mais tempo o paracetamol foi tomado, ou seja, nos segundo e terceiro trimestres de gravidez, mais fortes foram as associações. Os riscos foram elevados para 50% ou mais quando as mães tinham usado o analgésico comum por mais de 20 semanas na gravidez.
“Sabe-se a partir de dados obtidos em estudos com animais que o paracetamol é um disruptor hormonal, e exposições hormonais anormais na gravidez podem influenciar o desenvolvimento cerebral do feto”, disse Ritz.


Paracetamol pode atravessar a barreira placentária, por isso é plausível que a droga possa interromper o desenvolvimento do cérebro fetal, interferindo com hormônios maternos ou através de neurotoxicidade, como a indução de estresse oxidativo, que pode causar a morte de neurônios.
“Precisamos de mais pesquisas para verificar estes resultados, mas se eles se mostrarem verdadeiros, então o paracetamol não deve mais ser considerado uma droga segura para o uso durante a gravidez”, disse o Dr. Jørn Olsen, outro autor sênior do estudo.
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Cuidados e Dicas para as Futuras Mães para depois do parto durante o Puerpério

Muitas grávidas não sabem, mas o período imediatamente a seguir, ao nascimento do seu filho, chama-se de Puerpério.

Será por exemplo necessário, se cuidar e medir a sua tensão arterial, a temperatura e os pulsos, após o nascimento do seu filho. Deve ficar de olho em eventuais hemorragias vaginais, os seios, as pernas, o funcionamento da bexiga e dos intestinos. Os seus orgãos reprodutores deverão regressar ao estado normal, passadas quatro a seis semanas. A permanência no hospital, será de dois a três dias, mas se fez uma cesariana poderá demorar um pouco mais, mas no máximo cinco dias, após o parto. Mas que seu corpo não volta ao normal depois que sai da maternidade. Provável que, talvez necessite de cerca de um ano, para se recompor do seu estado físico e psicológico, proporcionado pela gravidez e pelo parto.

O corrimento sanguinolento, que o útero liberta após o parto, chamado de lóquios, é muito abundante nos primeiros dias, podendo mesmo apresentar pequenos coágulos. Inicialmente vermelho, passará depois a ser castanho e cada vez mais reduzido. Se a cor vermelha voltar a aparecer, a seguir à mamada ou após realizar uma atividade física, não se assuste. Ao fim de 10 a 14 dias, os lóquios tendem a desaparecer, mas caso voltem, consulte o seu médico.

Se estiver amamentando o bebê, o seu ciclo regressará após o desmame, mas se não estiver amamentando por algum motivo, é provável que volte, passadas seis a dez semanas. Por isto cuidado, pois pode voltar a engravidar, logo com o reaparecimento da menstruação e com a nova ovulação, ao retomar a sua vida sexual sem precauções.

A vontade de urinar, durante os primeiros dias pode ser muito frequente. Mas, é também possível que sofra de prisão de ventre. Beba muitos líquidos, e coma fruta, legumes, pão integral e cereais.

A zona entre a vagina e o anus, pode estar muito dorida, principalmente se fez uma episiotomia. As dores podem durar muito tempo, mesmo meses, e para ser aliviada poderá fazer, algumas coisas: experimente tomar banhos de sal, sentar-se em cima de uma bóia insuflável ou almofadas, faça ginástica adequada para o pós-parto, deite-se de lado quando amamenta ou aplique um saco de um gelo, de maneira a reduzir o inchaço. Estas dores, provocadas pela contração e descontração do útero, poderão ser suaves num primeiro parto, porque nos seguintes podem ser muito dolorosas.

As hemorróidas é outra das coisas que ataca, antes e depois do parto. Aplique um saco de gelo, um spray ou uma pomada e, sentir-se-à melhor. Tenha atenção ao peito. Após o segundo até ao quarto dia, o seu peito estará mais cheio devido à subida do leite. Portanto, compre um bom soutien, ainda que este desconforto dure cerca de 36 horas.

As estrias, também marcam o seu território, nas coxas, nos seios, e abdómen, mas desaparecerão passado um tempo. O seu cabelo cairá mais do que o normal, após três meses de parto. Não se preocupe, isto é apenas passageiro.

Durante ou depois da gravidez, as dores das costas são muito habituais, ainda para mais se tiver utilizado a anestesia epidural. Para que as dores não se agravem, tenha as costas apoiadas enquanto amamenta o bebé, dobre os joelhos ao levantar objectos pesados, tenha uma postura correcta ao estar de pé ou ao caminhar e, se estiver muito mal das costas, procure um fisioterapeuta.

Pratique os exercícios adequados, para que não venha a expelir urina quando ri, tosse ou espirra. Alguns dos exercícios, são muito simples. Inspirar devagar, deixando o abdómen subir. Depois expire, puxando os músculos do abdómen para dentro, com força. Este é um dos vários exercícios, próprios para o pavimento pélvico, mas pode também praticar natação, ginástica normal ou aeróbica. Deve é informar o professor, que foi mãe há pouco tempo.

Não comece logo a fazer uma dieta, após o parto. Continue com o mesmo tipo de alimentação equilibrada, que realizava durante a gravidez. Assim, o seu peso normal será recuperado, e será ainda mais eficazmente atingido, se fizer os exercícios de ginástica recomendados. Se amamentar o seu bebê, vai precisar de muitas mais calorias por isso, coma devidamente alimentos à base de muitas proteínas.

Quando voltar a fazer sexo, vai estar ainda sensivel por umas 3 a 4 semanas depois do parto, e é normal que se sinta um pouco dorida ou seca. Use um lubrificante ou geleia. Atenção, que este período de 3 a 4 semanas, pode ser mais longo, pois o apetite sexual da mulher pode ser relativamente baixo.

Um esgotamento físico e psicológico, acontece à maioria das mães. São as noites mal dormidas, a ansiedade, o receio de não estar a cumprir na perfeição o seu papel de mãe, as alterações na rotina diária e, um estado irritável que a domina sem cessar. Procure amigos e familiares, onde a boa disposição deve reinar, vá às compras, à cabeleireira e distraia-se bastante.

Os sintomas de uma depressão pós-parto, surgem a três, cinco dias depois do mesmo e, é habitual a vontade de chorar, a incapacidade de concentração, perda de memória, sono excessivo, perda de interesse por sexo, receio de tocar no bebé, alterações no apetite e energia excessiva.

Uma consulta pós-natal é recomendada, especialmente por volta das 6 semanas depois de já ser mãe, para verificar se o útero já recuperou e, se todas as suas componentes internas ou externas, se encontram em perfeitas condições.
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Mães acima dos 35 têm menos chances de ter filhos com malformação congênita

Embora a gravidez depois dos 35 anos pareça ser no mínimo arriscada, um novo estudo garante que crianças nascidas desta forma estão menos sujeitas a riscos de malformação genética.

A pesquisa que chegou a essa conclusão foi extensa, envolveu ecografias retiradas do ventre de 76 mil futuras mães residentes no estado do Missouri, nos EUA. As voluntárias foram divididas entre as de idade superior a 35 anos e as mais jovens do que isto.

Uma malformação congênita é qualquer defeito ou conjunto de defeito na constituição de órgãos de um bebê ao nascer. Alguns, como a anencefalia, praticamente eliminam qualquer chance de sobrevivência, enquanto outros significam deficiências permanentes em várias partes do corpo.

Categorizando as malformações por órgãos específicos, os cientistas obtiveram resultados quase unânimes. Gestantes acima dos 35 anos carregavam fetos com 40% menos chance de ter malformações no cérebro, rins e intestinos. Já para o coração, houve um empate técnico entre os dois grupos.

O objetivo do estudo, segundo uma das líderes do levantamento, não é necessariamente incentivar as mulheres a adiar a gravidez, mas fazê-las se sentir mais seguras. Não se deve, segundo a pesquisadora, desprezar os riscos que uma gestação em idade avançada oferece. Mas o argumento de que a condição aumenta os riscos de deficiência nas crianças, de acordo os cientistas, não pode se sustentar.
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Vìdeo = Alimentação na Gravidez

Vejam no vídeo abaixo a Nutricionista Dra. Marianna falando sobre alimentação na gestação.
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