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Quadrigêmeos com três anos de diferença

Vejam só este incrível caso que aconteceu na Inglaterra, e nos foi mostrado pela Revista Crescer, em que a Alice Baxter, essa menina linda que está segurando os bebês na foto abaixo do Jornal, é três anos mais velha que seus irmãos gêmeos, mas ainda assim eles são quadrigêmeos.

Revista Crescer

“Como isso é possível?” , você deve estar se perguntando.

Eles são frutos de uma fertilização in vitro…

As quatro crianças foram concebidas ao mesmo tempo, ao todo seis embriões foram fertilizados. Quatro deles foram congelados e dois foram implantados no útero da mãe, Helen. Duas semanas depois, ela descobriu que estava grávida de Alice. A menina nasceu em 2007.

Animados com o sucesso da primeira gestação, Helen e seu marido Shane tentaram ter outro bebê naturalmente, mas sofreram dois abortos espontâneos. Decidiram, então, voltar à clínica de fertilização para implantar os quatro embriões que estavam congelados. A grande surpresa do casal foi quando descobriram que três embriões se fixaram no útero e estavam se desenvolvendo bem.

“É muito raro ver trigêmeos nascidos de embriões congelados depois de uma gravidez bem sucedida da mesma concepção”, disse o porta-voz na clínica de fertilização ao jornal inglês Daily Mail.

Detalhe, os bebês nasceram saudáveis e não são idênticos. Incrível, não?

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Atriz Drica Moraes adota criança

Depois da Gloria Maria, agora é a vez da atriz Drica Moraes adotar uma criança. Legal, não? Segundo ela contou adotar é uma experiência maravilhosa, você escolhe aquela criança para a sua vida. E a maternidade é uma renovação do olhar, passou a valorizar mais a saúde e a felicidade. Além de esta muito feliz. Mais um bom exemplo a ser seguido!
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Apresentadora Glória Maria adotou duas crianças

A mídia começou a divulgar uma novidade: Glória Maria é mamãe! E em dose dupla... Sim, a apresentadora acaba de adotar duas meninas, mas não quer falar muito sobre o assunto, pois quer preservar as novas filhinhas. De acordo com o colunista Bruno Astuto, do jornal O Dia, os nomes das duas meninas são Maria, de 1 e 6 meses, e Laura, de 7 meses. Ainda segundo ele, o processo de adoção teria começado há alguns meses, quando a jornalista se mudou para Salvador, na Bahia, onde faz um trabalho social junto a crianças carentes. Legal não? Para muitas que não conseguem ter as suas próprias acho que a adoção é o melhor caminho de realizar este sonho de ser mãe e ter uma família.
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Viciada em gravidez = Inglesa já foi Mãe de Aluguel 12 vezes

Vejam só o caso da Carole Horlock, de 42 anos, que já deu à luz 12 crianças! Mãe de Aluguel Por 12 Vezes O detalhe curioso é que todos de outras mães... A inglesa que vive em Paris já foi mãe de aluguel 12 vezes e não pretende encerrar a carreira. Ela é recordista no Reino Unido. Barriga de aluguel é uma prática legal no Reino Unido e pode render até o equivalente a 40 mil reais. Para ter uma idéia deste mercado, nas duas últimas décadas, mais de mil crianças nasceram de aluguel no país. No currículo de Carole há um escândalo. A nova gravidez não foi gerada com espermatozóide do contratante, mas sim do marido de Carole, Paul. O casal decidiu continuar com a gravidez e a inglesa não foi processada. Carole é uma "viciada" em gravidez, conforme mostra um documentário do Channel Four. A maior parte das mulheres que se submetem à "gravidez de outras" o faz por solidão e um desejo incontrolável de ser mãe. Mesmo com todas as consequências ao corpo.
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Meio milhão de mulheres morrem todo ano por causa da gravidez

O Relatório sobre a Situação da População Mundial 2008, divulgado no final do ano passado pelo Fundo de População das Nações Unidas (Unfpa), alerta que o número de mulheres que morrem em decorrência da gestação e do parto permanece basicamente inalterado desde 1980. A média é de 536 mil óbitos por ano em todo o mundo. Outros cerca de 15 milhões de mulheres sofrem lesões ou adoecem. A publicação sugere que abordagens sensíveis às diferenças culturais são ferramentas "essenciais" para ações focadas na promoção da saúde reprodutiva e sexual, bem como para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. A redução da mortalidade materna e a prevenção de lesões, ressalta a Unfpa, dependem de um melhor atendimento durante a gestação e o parto, além de serviços de emergência em casos de complicações e do acesso ao planejamento familiar. Como exemplo, o texto cita que diversos governos e mesmo a comunidade internacional em geral consideram a mutilação genital feminina uma violação aos direitos humanos e um perigo à saúde mental e física das mulheres. Entretanto, de acordo com o relatório, a prática permanece disseminada e arraigada em algumas comunidades. Ela pode até mesmo ser considerada essencial para o ingresso na vida adulta e para a aceitação plena na comunidade. As mulheres que não se submetem podem ser consideradas feias e sujas. Acabar com essa prática implica levar em consideração todos os diferentes significados culturais e descobrir alternativas relevantes, em estreita cooperação com a comunidade.
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Múltiplos nascimentos suscitam questões para clínicas de fertilidade

Cerca de um terço das inseminações artificiais resultam em filhos gêmeos ou em número ainda maior de crianças. O governo, e diversas associações profissionais, vêm pressionando os médicos que trabalham nesse campo a reduzir o número, mencionando as desastrosas consequências de saúde que ocasionalmente acompanham os nascimentos múltiplos, mortalidade infantil, peso baixo ao nascer, deficiências em longo prazo e milhares de dólares em custos de assistência médica. A Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (a associação dos médicos especialistas em fertilidade), chegou a adotar diretrizes, em 2008, para encorajar a transferência de apenas um embrião, para as mulheres de menos de 35 anos, e não mais de dois, exceto sob circunstâncias extraordinárias. As diretrizes permitem número mais alto para mulheres mais velhas, até um máximo de cinco. Mas ao contrário do que acontece em outros países, os Estados Unidos não têm leis que imponham essas normas. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) tem um sistema de vigilância que recolhe dados sobre clínicas de fertilidade, mas a prestação de contas é voluntária e não existem sanções do governo a instituições que não reportem. Como resultado, dizem os especialistas, muitos médicos ainda implantam número exagerado de embriões a fim de ampliar a chance de gravidez. Apenas 11% dos procedimentos in vitro nos Estados Unidos envolvem embriões únicos, de acordo com dados do CDC para 2006. Mas as diretrizes de 2008 afirmam que, em muitos casos, o mais saudável seria implantar apenas um embrião, mesmo que isso signifique que o processo precisará ser repetido, devido ao risco de nascimentos múltiplos. No caso de Suleman, o Conselho Médico da Califórnia informou estar investigando se seu médico, Michael Kamrava, havia violado as normas aceitáveis da medicina. Em entrevista à rede de TV ABC, Suleman, 33 anos, disse que Kamrava havia implantado seis embriões, e que dois deles se haviam dividido em gêmeos, o que elevou o total de bebês a oito. "Ela queria ter muitos, muitos bebês", disse Chiu, que acrescentou que já tratou de Suleman no passado mas não forneceu outros detalhes. As tentativas de reduzir o número de nascimentos múltiplos também são fonte de tensão no setor. Um ciclo de fertilização in vitro custa cerca de US$ 12 mil. As mulheres que não obtém sucesso no primeiro ciclo muitas vezes repetem a tentativa por diversas vezes, o que pode elevar o custo de ter um bebê a mais de US$ 100 mil. Porque essa tecnologia muitas vezes não conta com cobertura de planos de saúde, os médicos dizem que sempre insistem junto às pacientes para que elas implantem mais embriões. Uma mulher, que trabalha como enfermeira e só podia pagar por uma inseminação, persuadiu Chiu a implantar oito embriões. "Eu aceitei, com uma condição", ele diz. "A de que ela assinasse um termo de redução seletiva". Ou seja, se mais de um embrião sobrevivesse, ela removeria alguns dos demais. O acordo provavelmente não teria valor legal, mas tudo saiu bem no final: apenas um embrião sobreviveu e a paciente teve um bebê saudável. Chiu afirma que uma situação em que ele aceitasse implantar oito embriões seria raridade, acrescentando que "não creio que médico algum procure induzir deliberadamente uma gestação múltipla". Suleman agora tem 14 filhos, todos gestados depois de inseminação artificial. Ela declarou em sua entrevista à NBC que sabia dos riscos de gestações múltiplas, mas que desejava usar todos os embriões disponíveis. O tratamento envolve remover óvulos dos ovários de uma mulher, combiná-los com espermatozóides em laboratório e implantar os embriões resultantes no útero da mulher. (Os óvulos podem vir de uma doadora.) O número de embriões a implantar muitas vezes é decidido caso a caso e pode fazer grande diferença no resultado de uma gestação. O médico Daniel Potter, diretor médico do Centro Reprodutivo Huntington, também no sul da Califórnia, diz que o ônus continua a ser do médico, não importa o que deseje a paciente. "Se alguém quer transferir seis embriões e a situação não justifica, o médico tem a obrigação de proteger a paciente e não permitir que ela aja de maneira insensata", disse Potter. Kamrava, o médico de Suleman, suscitou dúvidas entre os colegas ao defender um procedimento conhecido como implante subendometrial de embriões, ou SEED, que ele diz pode propiciar mais gestações ao inserir embriões no revestimento do útero para amadurecimento, em lugar de inseri-los no útero. O valor clínico do método não tem prova científica, diz Potter. Diversos médicos do sul da Califórnia revelam média de embriões implantados superior à nacional, de acordo com o CDC. As estatísticas de Kamrava em 2006, por exemplo, seriam causa de alarme. Sua média de embriões implantados em mulheres jovens foi de 3,5, ante a média nacional de 2,3. Mesmo assim, nas 56 implantações realizadas por sua clínica em 2006, apenas duas resultaram em partos - um par de gêmeos e um bebê solo. Os gêmeos talvez sejam os filhos que Suleman teve naquele ano.
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Clínica dos EUA suspende serviço de “bebê à la carte”

A Fertility Institutes, que é uma conhecida clínica norte-americana de fertilidade que provocou polêmica mundial após anunciar que ofereceria em breve, "bebês à la carte", informou que o serviço foi suspenso temporariamente... Sei não. Mas tá parecendo apenas uma jogada de marketing... O centro havia anunciado recentemente que daria aos clientes a opção de escolher embriões que tivessem a cor da pele e dos olhos preferidas dos pais. A empresa também havia dito que os clientes poderiam optar por filhos sem genes associados a determinadas doenças. Em comunicado publicado em seu site, a clínica declarou que "permanece atenta à opinião pública" e acredita que os benefícios do serviço não superam "o aparentemente negativo impacto social". A clínica continuará oferecendo o diagnóstico para pais com albinismo, mas não para os que simplesmente desejarem um bebê com determinadas características estéticas. Jeff Steinberg, fundador da clínica e pioneiro da fecundação in vitro nos anos 70, disse não estar preocupado com a polêmica. "Outros estão assustados com as críticas, mas nós não temos problema algum com isso", rebateu. Alguns especialistas do setor denunciaram também que se tratava de uma mera estratégia de marketing e que ainda não é tecnicamente viável garantir a seleção de embriões com traços estéticos determinados, como cor dos olhos ou do cabelo. E você o que acha disto?
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Clonagem de seres humanos

Tem muita coisa falta por aí, apenas atrás de publicidade e fama. Já vimos no passado outros dizendo coisas, que não são verdade. Mesmo assim trago a notícia, não apenas para informar, porém mais para levantar o debate sobre a clonagem humana e os limites da ética. Especializado em reprodução humana, o Dr. Panayiotis Zavos se deixou filmar realizando o que assume ser a primeira clonagem de seres humanos. O vídeo e os detalhes da experiência foram veiculados nesta semana, pelo jornal inglês The Independent. Onze dos 14 clones foram injetados em úteros de mulheres que esperavam ansiosamente por uma gravidez que não chegou a se viabilizar. Mas além de quebrar um tabu universal, Panayiotis Zavos desafia a lei britânica, onde é um crime clonar embriões humanos, e de muitos outros países. O trabalho foi realizado num laboratório secreto cujo local não foi revelado, mas que o jornal suspeita ser no Oriente Médio, onde a clonagem é permitida. Dr Zavos, um cipriota naturalizado americano, está realizando esta experiência com clientes britânicos, americanos e de um país não especificado do Oriente Médio. Dr. Zavos declarou que, apesar da inviabilidade de gravidez, este é apenas o "primeiro capítulo" nas complexas e longas tentativas de produzir bebês clonados das células da pele de seus "pais". "Não há dúvida de que o bebê clonado será uma realidade", disse. "E isso pode acontecer em até dois anos, Mas não estamos sobre pressão para dar ao mundo bebês clonados, mas bebês clonados saudáveis". Apesar dos protestos da comunidade científica para que a mídia britânica não dê espaço para Dr. Zavos, depois de cinco anos de silêncio, ele aparece agora fazendo estardalhaço com casos de casais inférteis os quais ele acredita estar ajudando utilizando a mesma técnica usada para criar Dolly, a primeira ovelha clonada do mundo, em 1996. E aí o que acham? Mais uma mentira? É a falor da clonagem?
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Bombeiro salva pelo telefone bebê que engasgou com leite no interior de SP

Um sargento do Corpo de Bombeiros de Pederneiras, a 320 km de São Paulo, ajudou neste domingo a salvar a vida de um bebê de apenas 12 dias pelo telefone. A criança engasgou com o leite materno e não conseguiu respirar. A mãe da menina ligou para os bombeiros e conseguiu ajuda. Foi um sargento quem passou as instruções à mulher. Da base da corporação, ele deu as orientações que salvaram a menina. O atendimento foi feito na tarde deste domingo e, à noite, o homem foi até a casa da mãe da criança para ver como o bebê estava. E você sabe o que fazer se seu bebê engasgar? Pois um caso semelhante não teve o mesmo final feliz. Um outro bebê morreu de parada cardiorrespiratória, em Bauru, a 329km da capital paulista. A criança também teria se engasgado com o leite. Ela foi levada ao pronto-socorro, onde os médicos constataram que estava morta. A menina tinha dois meses. A família da vítima não foi encontrada para comentar o caso, tido pelos bombeiros como uma fatalidade.
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Curiosidade = Viúva ganha direito de usar espermatozóide de marido morto

Vejam só o caso incrível desta britânica que obteve o direito de engravidar usando espermatozóides do marido morto, mesmo sem ele ter assinado uma autorização para isso, informou a imprensa da Grã-Bretanha. A decisão, da Autoridade de Fertilização e Embriologia Humana (HFEA, na sigla em inglês), é inédita no país, onde é ilegal colher amostras de esperma sem autorização por escrito do doador. A mulher, de 42 anos, cujo nome não foi divulgado, havia conseguido que médicos colhessem espermatozóides do marido horas depois da morte dele, em uma cirurgia de rotina, em 2007. Na época, um juiz autorizou a retirada das amostras porque o casal havia procurado um especialista, uma semana antes da morte do marido, para pedir conselhos sobre fertilidade, segundo o jornal "The Times". Por causa da autorização concedida pelo juiz, a HFEA resolveu, mais de um ano depois, abrir uma exceção e permitir que a mulher use os espermatozóides. Mas a mulher terá que fazer a inseminação em outro país - ela optou pelos Estados Unidos -, já que continua sendo ilegal usar esperma colhido sem autorização por escrito na Grã-Bretanha. O caso fez com que a HFEA revisse seus procedimentos. Segundo a imprensa, a partir de agora as autorizações assinadas por casais para o uso de óvulos e espermatozóides em tratamentos de fertilidade vão perguntar, especificamente, se os homens concordam que espermatozóides sejam retirados ou usados após sua morte. O advogado da viúva, David Josiah-Lake, disse que sua cliente está "extremamente satisfeita". "Ela está muito feliz. Ela agora espera que o tratamento funcione, e que ela consiga dar um irmão ou irmã para sua outra filha", disse ele. "Nós estávamos lutando havia mais de um ano para convencer a HFEA a tomar esta decisão e acredito que foi graças à perseverança de minha cliente que ela chegou tão longe. Ela é muito forte e muito corajosa." A discussão chegou ao parlamento através do parlamentar Vince Cable, do Partido Liberal, que se disse "extremamente satisfeito" com o resultado. Armazenar o esperma de alguém sem autorização por escrito é ilegal na Grã-Bretanha. Neste caso, a Corte Suprema afirma que isso jamais deveria ter sido permitido. Mas depois que o esperma foi retirado, a HFEA abriu uma exceção e decidiu que a mulher pode usá-lo, mas afirmou que o caso não abre um precedente.
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Novo procedimento de fertilização transfere só 1 embrião

Transferir para o útero apenas um embrião após a fertilização in vitro e congelar separadamente os restantes para, se necessário, repetir o ciclo é mais seguro, mais eficaz e mais barato para mulheres com menos de 40 anos do que implantar três ou quatro de uma só vez, como ainda se faz na maior parte dos casos hoje em dia, segundo o maior estudo comparativo sobre o tema realizado pelo Instituto de Fertilização da Universidade de Oulu na Finlândia. A pesquisa analisou dados de 1.510 mulheres que se submeteram a reprodução assistida de 1995 a 1999 e de 2000 a 2004. A constatação foi que implantar um embrião e repetir o ciclo nos meses seguintes com os que foram congelados teve uma taxa de sucesso de 41,7%. A transferência de vários embriões foi bem-sucedida em 36,6% dos casos. Assim, os médicos evitam riscos e custos de uma gravidez múltipla: mães precisam de repouso por mais tempo, o parto é feito por cesárea, os bebês nascem prematuros e ficam meses nas UTIs neonatais. Na Finlândia, Suécia e Bélgica o governo recomenda a transferência de um embrião. Em vários países europeus, são dois. Nos Estados Unidos a média é de dois a três. No Brasil, o Conselho Federal de Medicina permite até quatro. Quantos você acha que seriam o adequado? Ou o governo não deveria se meter nisto e deixar a decisão livre?
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Video = Hospital na Espanha atende cinco grávidas de trigêmeos

Qual a probabilidade de uma mulher ter trgêmeos? E de um hospital maternidade ter ao mesmo tempo cinco grávidas de trigêmeos? Vejam só então o vídeo abaixo:
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Barriga de aluguel e venda de bebês vão ser discutidas por senadores

Gostaria de voltar a destacar dois assuntos já tratados neste Blog, porém que estão bem atuais, pois a a presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigou redes de exploração sexual de crianças e adolescentes, senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), deu entrada em um pedido de realização de audiência pública no Congresso Nacional para debater o comércio ilegal de barriga de aluguel no Brasil e a venda de bebês em fóruns e comunidades na Internet. Segundo ela, serão chamados para participar da audiência o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, e representantes de entidades e associações médicas ligadas à reprodução assistida. A senadora tomou a iniciativa após série de reportagens que o Jornal O Dia do Rio, revelaram a existência de um mercado virtual de barrigas de aluguel. Através da Internet, mulheres também negociam a venda de bebês que ainda estão sendo gestados. “É importante discutir com especialistas esse tema complexo, atual e novo, analisar a possibilidade de criar lei capaz de regulamentar a prática e punir quem comercializa a vida ”,diz. Hoje, não existe no País lei que regulamente a gravidez de substituição. No Brasil não é permitida a cobrança pela barriga de aluguel, que deve ser feita entre mulheres da mesma família com grau de parentesco até segundo grau. A Polícia Federal instaurou inquérito para investigar a existência de quadrilha especializada no tráfico internacional de crianças. E você o que acha? É a favor de existir uma lei regulamentando esta situação e mercado? Mande seus comentários!
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Homem furta ambulância para levar mulher grávida a hospital

Trago abaixo para sua informação mais uma daquelas histórias curiosas que envolvem a gravidez: Um homem furtou uma ambulância de um posto de saúde em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba. Segundo a Polícia Militar, ele levou a mulher grávida ao posto por volta de meio-dia, mas como não recebeu atendimento, furtou a ambulância e fugiu do local. Segundo a polícia, o casal chegou de moto ao posto de saúde em Campo Largo e foi informado que poderia ser atendido somente após do horário de almoço. O homem deixou a moto no estacionamento e furtou a ambulância que estava no local para levar a mulher até um posto de saúde em Curitiba. Durante o trajeto, de acordo com a PM, ele mantinha contato telefônico com a polícia para informar onde estava. Às 16h, a ambulância foi encontrada intacta no posto de Curitiba. O casal já não estava no local, porque tinha sido transferido para o Hospital Santa Cruz, em Curitiba. A Prefeitura de Campo Largo disse que espera que a polícia investigue o caso. O secretario da Saúde Luciano Werner afirma que o Serviço Atendimento Móvel de Urgência (Samu) da cidade de Campo Largo é que levou a mulher para o hospital Santa Cruz. No entanto, a Prefeitura de Curitiba afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que foi o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) da capital que fez a transferência da mulher ao hospital. De acordo com o hospital, a mulher está grávida de cinco meses, mas não revela detalhes do estado de saúde da paciente. E você o que achou disto? O homem estava certo? Deve ser preso e processado por isto?
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Presídio para Grávidas

O programa Fantástico da TV Globo deste último domingo apresentou ma matéria sobre presídio para grávidas, que eu trago agora também para sua informação neste Blog. Na cidade de Vespasiano, interior de Minas Gerais, fica uma cadeia exclusiva para mulheres grávidas. A cadeia cor-de-rosa chama-se Centro de Referência da Gestante Privada de Liberdade, um lugar construído para receber crianças. O presídio só para grávidas tem quartos no lugar de celas. Os bercinhos estão ao lado de camas. O banho de sol é liberado. Na cozinha, além das refeições, papinhas e mamadeiras. Mimos como xampu, sabonetes e banheirinhas nos banheiros. E, é claro: é uma prisão com bebês por toda parte. Mãe e filho ficam juntos por um ano. Veja o vídeo abaixo com a matéria completa sobre o assunto: “A mãe que vai ter o bebê tem que estar mais tranquila, e as agentes também têm que estar preparadas para recebê-las, para cuidar delas lá dentro”, explica a diretora do presídio, Mariana Theodossakis. Nos outros presídios, mães, filhos e presas comuns dividem celas. A lei de execução penal determina a criação de berçários para garantir a amamentação. Mas isso a maioria dos presídios não cumpre. “Se não fosse essa unidade, minha filha ia ser arrancada de mim lá no hospital mesmo. Isso é muito importante para a gente, porque os primeiros passinhos que a gente começa a dar, os dentinhos já começam e já sentam e as primeiras coisas que estão aprendendo ela estão do lado da gente”, diz Wagneia Silva, de 28 anos, uma das presidiárias. Hoje 45 mães cumprem pena no lugar. Elas têm entre 18 e 24 anos e a maioria é acusada de tráfico de drogas. Dessas, 16 têm maridos que também estão presos. “Estamos fazendo um contato com as penitenciárias, com os presídios onde eles estão presos para elas terem o direito de, pelo menos, uma vez por mês, falarem com eles pelo telefone”, explica a diretora. Adriele foi a primeira das 39 crianças que moram no lugar a ganhar a tão esperada festa do primeiro aniversário. Tudo estava sendo planejado desde janeiro, quando ela e a mãe, Juliana, chegaram ao presídio. Juliana tem 21 anos e morava com os pais e os irmãos quando foi presa na casa do namorado. Os dois são acusados de tráfico de drogas. “Quando a gente usa o crack a gente só quer saber de fumar. Não quer saber de mais nada”, destaca a presidiária. Na época, estava com um mês de gravidez. “Eu até assustei quando eu fiquei sabendo que eu estava grávida. Eu nem sabia como cuidava de uma criança.” Hoje ela é uma supermãe, grudada com a filha. “Sou acostumada a dormir agarradinha com ela. Eu durmo junto com ela, não deixo ela dormir no berço". “Mais ou menos lá para o sexto, sétimo mês a gente já começa a trabalhar com a mãe a saída desse bebê próximo a um ano para que seja menos doloroso”, afirma a psicóloga Diana Mara. As mães indicam guardiões para cuidar dos filhos. Os pais de Juliana já são os responsáveis por Adriele. Dividem os poucos minutos que têm para matar a saudade da filha e saber mais da neta. Juliana foi para o presídio de Araxá, em Minas, e aguarda a redução da pena, de oito anos. Adriele foi para a casa dos avós, também em Araxá.
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PGD = Escolha da Cor do Cabelo, Cor dos Olhos e Sexo do Bebê

Uma clínica dos Estados Unidos iniciou uma polêmica ao oferecer a casais que querem ter filhos a chance de escolher características como cor do cabelo ou dos olhos do bebê. Você faria se tivesse a chance? A clínica Fertility Institutes de Los Angeles, que por sinal é dirigida por um dos pioneiros dos tratamentos de fertilização artificial na década de 70, Jeff Steinberg, espera para 2010 o nascimento do primeiro bebê com características escolhidas pelos pais. Sendo que a clínica de Steinberg também oferece a escolha do sexo dos bebês. Escolheria também o sexo do seu bebê? Especialistas britânicos criticam a clínica americana e afirmam que o serviço vai desviar a atenção das pessoas de como a mesma tecnologia pode proteger crianças de doenças herdadas dos pais. A ciência que envolve as escolhas nos bebês é baseada em uma técnica de laboratório chamada de pré-implantação de diagnóstico genético (PGD, na sigla em inglês). A técnica envolve a retirada de uma célula de um embrião muito novo, antes que ele seja implantado no ventre da mãe. Os médicos então selecionam um embrião que seja livre de genes indesejáveis ou, neste caso, um embrião com os traços físicos desejados como cabelo loiro e olhos azuis, para continuar com a gravidez e descartar outros embriões. Um casal pode querer um bebê com a pele mais escura para ajudar na prevenção de câncer de pele, se já tiver um filho que tenha desenvolvido o melanoma. Mas outros pais podem simplesmente querer um menino com cabelos loiros. A clínica de Steinberg oferece a seleção cosmética para pacientes que já passaram por exames genéticos para problemas gerados por cromossomos anormais em seus embriões. Segundo eles, nem todos os pacientes serão qualificados para esses exames e não damos garantias de uma 'previsão perfeita' de coisas como cor do cabelo ou dos olhos. Steinberg, por sua vez, diz que a capacidade de oferecer este tipo de serviço para casais que querem ter filhos já existe há anos, mas foi ignorada pela comunidade médica. "É hora de todos tirarem a cabeça da areia", afirmou o médico. "Eu não diria que é um caminho perigoso. É um caminho desconhecido." Gillian Lockwood, especialista britânica em fertilidade e integrante do comitê ético do Royal College of Obstetricians and Gynaecologists, questiona se é moralmente correto usar a ciência desta forma. E você o que acha? "Se chegarmos ao ponto de decidirmos qual gene ou combinação de genes são responsáveis pelos olhos azuis ou cabelo loiro, o que você vai fazer com todos aqueles outros embriões que são ruivos ou têm olhos verdes?" A pesquisadora alerta ainda para a possibilidade de "transformar bebês em produtos que as pessoas escolhem em uma prateleira". "Este é inevitavelmente um caminho escorregadio do processo de fertilização, que cria muito mais embriões do que os que podem ser implantados", diz Josephine Quintavalle, fundadora da organização Comment on Reproductive Ethics. "Escolhas sempre serão necessárias", acrescenta. "Você escolhe ter oito bebês ou aqueles que têm o nariz mais bonito?"
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Adotar para Não Engordar na Gravidez

Queria trazer este tema para sua atenção neste Blog do caso em que a cantora Mariah Carey, possivelmente recorrerá à adoção para ter uma criança para chamar de sua. Até nada demais. Mas segundo o jornal Chicago Sun Times, ela não quer engravidar do marido, Nick Cannon, porque teme ganhar peso. Mariah é conhecida por se preocupar demais com o peso não estando grávida, imagina se tivesse... E você o que acha disto? Faria a mesma coisa ou não? Tem medo de engordar demais na gravidez? Tem medo de não conseguir voltar ao normal depois do parto? Aguardamos seus comentários.
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Recém-nascido aguarda cirurgia cardíaca há 15 dias

Trago infelizmente o triste caso de uma mãe que precisa operar com urgência seu filho recém nascido de apenas 15 dias e não consegue. Com o laudo médico na mão, a mãe da criança, já foi ao Ministério Público e à Defensoria, mas até agora nada foi resolvido. O Incor informa que a UTI pediátrica está lotada. Não deve ser fácil passar por isto. Por isto estamos torcendo aqui que dê tudo certo que consiga fazer a operação e que sejam sucesso!
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Grávidas Famosas = Atriz Suzy Rêgo Grávida Fazendo Compras na Zazou na Revista Caras (Ed. 803)

Quem esteve fazendo compras de roupas para grávidas recentemente na loja da Zazou foi a atriz Suzy Rêgo. Vejam só abaixo a matéria que saiu na Revista Caras desta semana (Ed. 803): SUZY RÊGO MÃE Juntos há quatro anos e meio, os atores Suzy Rêgo (42) e Fernando Vieira (46) terão agora alegria em dobro: eles esperam para daqui a quatro meses a chegada de dois meninos, Massimo e Marco. "Estou muito feliz com estes seios fartos e o rubor no rosto. A estrutura do corpo muda e a grávida também gosta de se sentir atraente e elegante, sem abrir mão da beleza e do conforto. Adoraria aproveitar este momento para estrelar campanhas de conscientização sobre amamentação, de cuidados na gravidez, por exemplo", declarou a morena, enquanto escolhia roupas na Zazou, em São Paulo. Suzy Rêgo Grávida na Loja da Zazou "Suzy está cada vez mais bonita, está radiante", derrete-se o futuro papai. "Quando nos conhecemos, sabíamos que formaríamos uma família. Por causa da idade, fiz tratamento de estimulação hormonal para conseguir engravidar. Acho até que este é um dos motivos de serem gêmeos. Recomendo a todas as mulheres maduras que queiram ter filhos que tentem, nunca estive tão feliz em minha vida", contou Suzy, que se inspirou na Itália, país que ama, para escolher o nome dos bebês. Suzy Rêgo Grávida na Loja da Zazou Para acessar a matéria completa e mais fotos basta acessar o seguinte link abaixo: http://www.caras.com.br/edicoes/803/textos/10437/
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Mãe e filha dão à luz quase juntas

Trago mais uma destas histórias curiosas e incríveis a respeito de gravidez e parto, desta vez o caso de uma mãe e sua filha deram à luz quase juntas. Era meia-noite do último dia 6 quando a operadora de telemarketing Kelli Lages Cardoso, de 33 anos, começou a sentir as primeiras contrações. Iago veio ao mundo às 3h15m, de cesariana. No dia seguinte, outra surpresa: - Ainda estava na maternidade quando meu marido me ligou e disse "oi vovó!". Quase caí para trás. Emanuele, neta de Kelli, não quis esperar até o dia 16, data inicialmente prevista para seu nascimento. Filha de Kelli e mãe de Emanuele, Tainá Lages Rezende, de apenas 14 anos, deu à luz às 16h57m do dia 7, após um périplo por cinco hospitais: - Fiquei muito agarrada à minha mãe durante a gravidez. Talvez seja por isso que Emanuele quis nascer só um dia depois do tio Iago, brinca Tainá, admitindo que ficou grávida por um descuido na troca do anticoncepcional. Para conhecer mais deste caso veja o depoimento das duas com seus bebês em um vídeo no link abaixo: http://extra.globo.com/geral/video/2009/11161/ Mae e Filha Tem Bebe Juntas Mas é preciso dizer como é dura a vida das duas, pois a família, agora de seis pessoas, mora numa casa humilde em Realengo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O imóvel possui sala, cozinha, banheiro e apenas um quarto. As obras para a construção de mais dois quartos andam devagar, já que apenas o marido de Kelli está trabalhando. Ivanildo Cardoso, de 39 anos, ganha R$ 640 por mês como cobrador de ônibus. O dinheiro, que já era pouco para sustentar Kelli e os filhos Tainá e Igor, ficou ainda mais curto com a chegada de Iago e Emanuele. O namorado de Tainá, Felipe, está desempregado. Para piorar, na madrugada da última segunda, a casa da família foi invadida e os bandidos roubaram 15 dos 20 pacotes de fralda, além de sabonetes e xampus que Kelli ganhou num chá de bebê no trabalho. Dá para acreditar nisto? Por isto quem quiser ajudar a família, deve ligar para (21) 8539-0131 (Kelli) ou (21) 9472-2531 (Tainá).
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Grávidas Famosas = Bianca Rinaldi posa grávida para revista de beleza

Sempre achei que a gravidez é uma fase linda, em que a mulher apesar de ganhar barriga, fica bonita e exuberante. Mas infelizmente não é algo que elas mesmo acham isto. Talvez influenciadas pelos hormônios e preconceitos, que as fazem achar que estão simplesmente gordas, o que não é verdade. Um olhar independente mostra isto facilmente... Por isto gosto quando algumas grávidas mostram o contrário, ou seja, que estão lindas grávidas. E fotografar sua gravidez é uma forma de provar isto. Acho mais legal ainda quando uma grávida é capa de revista, ainda mais de uma revista de beleza, comprovando mais uma vez que sim a gravidez é bela! Por isto mesmo queria trazer aqui a notícia de que a atriz Bianca Rinaldi, que esta grávida de gêmeos, e se veste nesta fase de Zazou, vai mostrar sua barriga de grávida na capa da edição de abril da revista Embelleze. Bianca Rinaldi Grávida de Gêmeos A revista será lançada dentro do evento HairBrasil, uma feira internacional de beleza, cabelos e estética que acontece todos os anos. O evento acontece nos últimos quatro dias de março, em São Paulo. A publicação, que já teve Isis Valverde, Ildi Silva e Fernanda Vasconcelos na capa, e agora traz uma grávida, é distribuída para um mailing de empresários e jornalistas de todo Brasil, Para mais fotos da Bianca Rinaldi fazendo compras de roupas de grávidas na loja da Zazou, basta acessar o link abaixo da área das grávidas famosas em: http://www.zazou.com.br/home/default.asp?id=album&pg=BiancaRinaldi
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Direitos da Gestante = Justiça nega indenização a gestante exonerada por nepotismo

Dando continuidade ao assunto dos direitos das gestante, desta vez trago para este Blog o caso de uma servidora gestante que foi exonerada por justa causa pela prática de nepotismo, e por isto não tem direito a indenização. Esse foi inclusive o entendimento da Justiça através da 2ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, que, em decisão unânime, confirmou a exoneração de Maria Bernadete Demeneck do quadro de servidores da Prefeitura de Curitibanos, pela prática de nepotismo. Os desembargadores ainda isentaram poder público de indenizá-la. O valor pedido correspondia aos vencimentos do cargo que ocupava desde a dispensa até cinco meses após o nascimento do filho. Maria Bernadete ocupava cargo de confiança e foi exonerada quando a prefeitura firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público, no qual a administração pública se comprometia a exonerar servidores com parentesco com o prefeito, vice-prefeito e secretários municipais, no prazo de 60 dias.
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Big Brother Brasil 9 = Brincando de Estar Grávida

O assunto gravidez não para nesta edição do BBB9, principalmente depois dos teste de Gravidez feito e que deram negativo. Desta vez as "Sisters" colocam almofadas na barriga e simulam como seria a gravidez. E você já brincou alguma vez na vida de estar grávida fazendo o mesmo? Vejam só o vídeo: O que ficou faltando eram elas estarem vestindo roupa própria para grávida, com uma modelagem especial para as mudanças no seu corpo, assim os vestidos delas, não iam ficar levantando e mais curtos na frente e longo atrás. Perfeito mesmo se elas estivessem se vestindo de Zazou, aí iam ficar elegantes e confortáveis...
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Quem é a Mãe Mais Sexy Atualmente?

Na Ingaterra o dia das mães é comemorado agora, e o site MSN local fez uma recente pesquisa para saber quem é a "mamãe mais sexy" atualmente? Sabem quem ganhou? A atriz Angelina Jolie, que tem três filhos adotados (Maddox, Zahara e Pax) e três biológicos (Shiloh, Knox e Vivienne), levou 29% dos votos dos internautas ingleses. Ficou à frente de duas outras estrelas de Hollywood, Reese Witherspoon (mãe de Deacon e Ava) e Halle Berry (que recentemente deu à luz a pequena Nahla). Ambas empataram em segundo lugar. O ranking ficou assim: 1) Angelina Jolie 2) Halle Berry e Reese Witherspoon 3) Kate Winslet 4) Jennifer Garner 5) Katie Holmes 6) Gwyneth Paltrow 7) Cate Blanchett E você concorda? Se fossemos fazer um ranking de belas mães brasileiras, quem você acha que deveria estar presente? E se fosse um ranking das grávidas? Mandem seus comentários!
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Video = Crianças com síndrome de down não conseguem vagas em escolas regulares

Infelizmente muitos bebês nascem com problemas, mas isto não pode impedi-los de ter uma vida normal. Ontem vi no Jornal Nascional da Globo uma matéria que achei importante trazer para este Blog. Trata-se da história da menina gaucha Clara Piantá de 1 ano, que é portadora da síndrome de Down, e começou a frequentar uma escola regular em Porto Alegre. Esta é a parte boa, mas a ruim é que o caminho que a família trilhou até conseguir a vaga é parte da polêmica que envolve o atendimento a crianças especiais. O primeiro colégio procurado pelos pais de Clara disse que não atenderia a menina. “É um abandono, um desamparo, uma indignação, uma tristeza, uma impotência. Se estão nos dizendo não agora, que ela tem um ano, o que dirão depois”, diz a mãe Marília Piantá. A legislação prevê que crianças com síndrome de Down estudem em escolas regulares, mas muitas instituições particulares entendem que não são obrigadas a receber estes alunos. É o caso do colégio que negou a matrícula a Clara. Mesmo atendendo outros alunos com necessidades especiais, a direção alega que não está preparada para acolher estudantes com síndrome de Down. “Isso não quer dizer que futuramente não vamos receber crianças nessas condições, mas no momento não podemos aceitá-la porque não temos a estrutura adequada em termos profissionais”, diz o irmão Celso Schneider, vice-diretor acadêmico do colégio. Para o Ministério da Educação (MEC), a adaptação deve ser feita com o aluno especial já dentro da escola. “A escola não pode deixar de efetivar a matrícula. Ela deve buscar os recursos necessários. A família tem direito de buscar esse acesso e pode recorrer ao Ministério Público caso seja negado o direito à educação do seu filho”, diz Claudia Pereira Dutra, Secretária de Educação Especial do MEC. No Brasil, mais da metade dos alunos especiais está matriculada em cursos regulares. Mas faltam vagas nas escolas particulares: só no colégio da Clara a lista de espera é de 78 crianças e adolescentes. Outra história bonita é da Florença Sanfelice, que também com síndrome de down, enfrentou e venceu essas dificuldades. Há três anos passou no vestibular de fisioterapia, mas descobriu que gosta mesmo é das artes. Aos 26 anos, decidiu fazer faculdade de dança. "É preciso estudar muito e não desistir", diz. O Sindicato das Escolas Particulares do Rio Grande do Sul recomenda a inclusão de alunos especiais, mas alega que nem todas as instituições estão preparadas e que a legislação não obriga as escolas a receber alunos com síndrome de Down. Segundo a lei número 7.853, a recusa das escolas em matricular alunos especiais, sem justa causa, é crime. A definição e o que é ou não justa causa cabe à Justiça, que decide se a matrícula deverá ou não ser aceita. Veja o Vídeo abaixo com a matéria completa:
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Histórias Curiosas = Mulher dá à luz em voo e abandona bebê no avião na Nova Zelândia

Trago para este Blog mais uma destas históricas curiosas sobre gravidez e parto que acontece com mais frequência que imaginamos, mas não deixa de nos supreender... Desta vez de uma mulher que deu à luz em pleno vôo e abandona bebê no avião na Nova Zelândia! E o mais incrível é que nem a tripulação, e nem os passageiros, perceberam parto na aeronave.... Já pensou? Uma mulher deu à luz em um voo da companhia Pacific Blue entre Apia (Samoa) e Auckland (Nova Zelândia), e abandonou no avião o recém-nascido, que acabou sendo encontrado por outros passageiros na hora do desembarque, informou um porta-voz do aeroporto neozelandês. A polícia, que não informou o sexo do bebê nem a identidade da mãe, investiga o caso, conforme noticiou a agência neo-zelandesa "NZPA". As autoridades locais encontraram a mãe minutos depois da aterrissagem e a levaram junto ao filho a um hospital, onde ambos se encontram bem. A polícia questiona como pode ser possível que a tripulação e os demais passageiros não tenham percebido o parto e abriu uma investigação para determinar as circunstâncias do ocorrido.
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Casal de Lésbicas Vai Ter um Bebê

Gostaria de trazer para este Blog uma matéria da Revista Época desta semana que conta a história de um casal de lésbicas de São Paulo, que esta grávida e que pode ser assim o primeiro a registrar os filhos com o nome de duas mães. "Munira Khalil El Ourra não vai dar à luz, mas é mãe de duas crianças que vão nascer até a primeira semana de maio. Quem está na 31ª semana de gestação é sua companheira, Adriana Tito Maciel. A barriga é de Adriana. Os óvulos fecundados que grudaram no útero dela pertenciam a Munira. Os bebês já têm nome: Eduardo e Ana Luísa. Serão paridos e amamentados por Adriana, de pele marrom e cabelo que nasce crespo. Mas terão a cara de Munira, branquinha e de cabelo liso. Para a lei, mãe biológica é quem carrega a criança no ventre. Mas um exame de DNA mostraria o contrário. Nem Adriana nem Munira pretendem disputar na Justiça a guarda das crianças. O que elas querem é sair da maternidade juntas, com um documento que permita registrar as crianças no cartório com o sobrenome de cada uma e o nome das duas mães na certidão de nascimento. Como qualquer família normal. O sonho de ter filhos era antigo para as moças de 20 e poucos anos que se conheceram em Carapicuíba, na região metropolitana de São Paulo. A decisão de namorar sério foi influenciada por esse interesse em comum. Em poucos meses, estavam dividindo um apartamento e fazendo planos. Algum tempo depois, Adriana descobriu no ginecologista que seu útero estava ameaçado por uma doença que já lhe tinha arrancado um ovário: a endometriose. “Fiz tratamento desde os 18 anos”, diz Adriana. “Na época, achavam que era cólica menstrual e medicavam com morfina. Quando descobriram, já tinha perdido o ovário direito. E as dores continuavam.” O médico disse a ela que uma gravidez reduziria o problema em 80% e ainda lhe daria a chance de ter um filho antes que o útero ficasse inválido. Apesar do relacionamento ainda recente, Munira e Adriana aceitaram a ideia e procuraram um especialista em reprodução humana no Hospital Santa Joana para fazer a inseminação artificial. “A gente achava que iria comprar esperma, levar para casa e aplicar com uma seringa”, diz Munira. Os planos mudaram quando o novo médico descobriu que Adriana só tinha metade do ovário esquerdo e já não podia engravidar com os próprios óvulos. Ele sugeriu que Munira cedesse os seus. Se usassem o sêmen de um homem de mesmos traços que Adriana, o filho seria parecido com as duas mães. As duas moças se animaram com a possibilidade de ter um filho que tivesse um pouco de cada uma. Ainda hoje, Adriana se emociona ao contar essa parte da história. Tinha sido muito dolorido receber a notícia de que não poderia ter filhos do seu próprio sangue, e o gesto de Munira foi mais que bem-vindo. “Foi a maior prova de amor que ela poderia me dar.” Decisão tomada, era preciso fazer alguns exames e começar o tratamento hormonal para estimular os ovários de Munira e sincronizar os ciclos menstruais das duas. Os óvulos de Munira deveriam estar prontos para a inseminação artificial (em laboratório) na mesma época em que o útero de Adriana estivesse pronto para fixar os embriões. Munira se queixava dos percalços do tratamento. De abril a agosto do ano passado, as injeções diárias na barriga, a oscilação de humor que parecia uma TPM constante, a ultrassonografia vaginal toda semana, o acúmulo de líquido no corpo e o ganho de peso eram o preço que ela tinha de pagar pela bênção de ser mãe. Em breve, seria a vez de Adriana suportar a gravidez. Quando essa fase chegou, Munira diz ter sentido em seu corpo muitos dos sintomas da gravidez da companheira. “Parecia que eu tinha ficado grávida também.” Ela diz ter sentido enjoos, estrias que nunca haviam existido, mau humor, dores nas costas, dor nas pernas, cansaço de dia, insônia de noite e até desejos estranhos. Fernando Prado, o ginecologista das duas, diz não ter explicação para essa sintonia. Ele não descarta que Munira possa até mesmo ter leite quando os bebês nascerem. Dos exames à gravidez, todo o processo funcionou até melhor que o esperado. “Eu não imaginava que daria certo de primeira”, diz Prado. Segundo ele, a chance de uma inseminação desse tipo vingar é de 50%, levando em consideração a idade das pacientes e outras condições de saúde. Como Adriana ainda tinha miomas no útero por causa da endometriose, imaginou que seria preciso retirá-los antes. Mas eles nem fizeram cócegas. Para ajudar, em vez dos dez a 15 óvulos esperados após o tratamento hormonal, Munira rendeu mais de 20. Outro possível obstáculo para o procedimento era uma resolução de 1992 do Conselho Federal de Medicina. Ela estabelece que a técnica do “útero de substituição”, nome oficial da “barriga de aluguel”, só é permitida entre parentes. Prado deu uma interpretação mais moderna à regra. Decidiu considerar o relacionamento de suas pacientes um modelo de família. “Essas novas famílias têm uma formação diferente, mas continuam tendo o mesmo propósito e a função social de sempre.” Munira e Adriana sabem que muita gente acha que elas não serão capazes de manter uma família como os casais heterossexuais. Mas estão seguras de sua decisão e têm o apoio da família. Dizem que contarão com os tios para ensinar Eduardo a fazer coisas de menino – jogar bola, brincar de carrinho, defender-se na rua. Munira diz que, na empresa em que trabalha como analista financeira, todos festejam a gravidez da companheira. “Quando contei que eram gêmeos, fizeram uma festa surpresa para mim”, afirma. “Minhas faltas durante o tratamento também eram perdoadas sem drama.” Outro sinal de solidariedade foi a sugestão do departamento de RH de que ela registrasse em cartório sua união estável com Adriana e requeresse no plano de saúde a inclusão do nome da parceira como dependente. Só ficou faltando a licença-maternidade. Para seguir a lei, a empresa vai conceder a Munira uma semana de licença, a mesma que é concedida aos pais. Apesar do sucesso do procedimento e de todo o acolhimento que tem recebido, o casal ainda se sente injustiçado por uma legislação que não prevê seu direito de registrar os filhos no nome das duas mães. Logo que entenderam que seriam ambas mães biológicas dos gêmeos (uma de acordo com a lei, outra de acordo com a ciência), procuraram quem as ajudasse a conseguir um documento que regularizasse essa situação. Encontraram a advogada Maria Berenice Dias, há 35 anos dedicada à causa dos homossexuais no Rio Grande do Sul. Maria Berenice assumiu o caso, segundo ela inédito. Não se tem notícia de um processo judicial no Brasil movido por um casal gay interessado em registrar dupla maternidade. Justamente pelo ineditismo, as chances de vitória não são grandes. Embora não exista na legislação nada que impeça o registro de uma criança por duas mulheres, Maria Berenice teme que o preconceito seja uma barreira intransponível. “Podemos topar com um juiz que decida negar o pedido alegando que as crianças poderão sofrer consequências terríveis por ter duas mães e nenhum pai.” Maria Berenice chama sua especialidade de Direito Homoafetivo. O Rio Grande do Sul, onde mora, é o Estado que mais tem avançado na jurisprudência favorável à união estável de casais gays e à adoção de crianças por duplas de homens ou de mulheres. São Paulo teve o primeiro caso de adoção de uma criança por um casal gay – em 2006, em Catanduva, no interior do Estado –, mas na maior parte das cidades o tema ainda é um tabu. A legislação brasileira não é a única que permanece lenta diante das mudanças na ciência e na sociedade. A chef americana Cat Cora, que comanda um programa de culinária na TV, está passando por transtorno semelhante ao das brasileiras. Ela mantém um relacionamento estável há dez anos e já tem dois filhos gerados por sua companheira, Jennifer. O segundo filho foi feito por fertilização in vitro com óvulos de Cat, mas ela foi impedida pela lei americana de registrá-lo diretamente no cartório como a segunda mãe. Foi preciso entrar com um pedido de adoção para garantir direitos e deveres de mãe sobre ele. “É injusto, mas é a lei”, disse Cat. Agora, Jennifer está grávida de novo, e Cat engravidou pela primeira vez. Desta vez, ambas retiraram óvulos para a fertilização in vitro, formando embriões que foram transferidos para as duas barrigas. Ainda não se sabe de qual delas é o DNA do bebê que vai nascer de cada uma. Para todos os óvulos, foi usado sêmen do mesmo doador anônimo. Assim, as crianças serão irmãs também por parte de pai. Na Espanha, a legislação é mais aberta. Com base em uma lei do Código Civil de 2005 que iguala em direitos e deveres a união estável de homossexuais ao casamento heterossexual, no final do ano passado o governo espanhol permitiu que um casal de mulheres gerasse um bebê por fertilização in vitro, usando um doador de sêmen anônimo, e o registrasse no nome das duas. Ambas são oficialmente consideradas mães biológicas porque uma doou os óvulos e a outra gestou o feto em sua barriga – exatamente como fizeram Adriana e Munira. O presidente da Comissão Nacional de Reprodução Humana Assistida do Ministério da Saúde e do Consumo da Espanha, Augusto Silva, diz que a lei garante direitos iguais a casais de qualquer gênero. “Não estamos estabelecendo uma obrigação. Mas deve ficar claro que a permissão que demos a essas mulheres vale para todos.” Silva diz que a Comissão está trabalhando pela modificação da lei de assistência reprodutiva para que não haja mais dúvidas de que, onde há casamento, há o direito à reprodução assistida. Munira poderia ter seus direitos de mãe reconhecidos de forma mais fácil. Bastaria entrar com uma ação para adotar seus próprios filhos. Com a jurisprudência construída desde 2006, é provável que ela ganhasse uma ação desse tipo. Mas não é isso que ela e Adriana querem. Sua expectativa é ganhar a ação da maternidade e dar origem a uma jurisprudência para favorecer casos como este no Brasil. Embora não sejam ativistas, Munira e Adriana dizem que ficariam orgulhosas de abrir caminho para outros casais homossexuais. Se perderem o caso, ficarão tristes. Mas a derrota não terá efeito nenhum na forma como pretendem criar seus filhos. “Registrando ou não, elas serão mães dessas crianças”, diz a advogada Maria Berenice. “Juiz nenhum vai apagar o que já existe.” E Você o que acha disto? Aguardo seus comentários sobre este caso.
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Big Brother Brasil 9 = Possível Gravidez

A bela Josi do BBB9 diz que está "atrasada" e faz exame de sangue. Será gravidez? Esta manhã Josi foi chamada pela produção para ver um médico, que seria procedimento normal, já que os confinados estão há quase dois meses no programa, mas acabou fazendo um exame de sangue. A sister, que namorou com Newton dentro da casa, já havia comentado que sua menstruação está atrasada há cerca de três semanas. Em conversa com Priscila, ela disse ter estranhado o exame de sangue. Priscila sugeriu que poderia ter sido justamente por causa dos comentários de Josi sobre a menstruação atrasada para, talvez detectar uma gravidez. Josi ficou de olhos arregalados: "Mas não é possível! Será?". Aguardem os próximos programas...
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Mais Um Grande Tenista Vai Ser Pai Pela Primeira Vez

Depois do Meligeni, outro grande tenista vai ser pai! Trata-se do suíço Roger Federer, que anunciou ontem que sua namorada, a Mirka Vavrinec, está grávida e espera seu primeiro filho. Fez o anúncio após encerrar o treinamento do dia em Indian Wells, o número 2 do mundo mostrou sua satisfação e surpreendeu o mundo do tênis. "Tenho uma notícia fantástica para dar: Mirka e eu estamos muito animados em lhes contar que seremos pais no próximo verão", anunciou o tenista de 27 anos, que se prepara para disputar o Torneio de Indian Wells nos Estados Unidos. Após o anúncio, Federer mostrou sua felicidade e compartilhou seus sentimentos. "Mirka está grávida e estamos muito felizes em começar uma família juntos. Isso é um sonho que está se tornando realidade para nós. Amamos crianças e estamos ansiosos em nos tornar pais pela primeira vez. Mirka se sente ótima e está tudo indo bem." O suíço e Mirka se conheceram nas Olimpíadas de 2000, em Sydney, na Austrália, quando ambos competiam por uma medalha no tênis mundial. Contudo, a namorada de Federer abandonou o tênis profissional em 2002, e passou a acompanhar o jogador durante sua vitoriosa carreira.
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Nova técnica amplia chance de sucesso da fertilização in vitro

Esta é uma notícia para as mulheres que estão tentando engravidar, e que agora tem mais uma esperança em conseguir. Trago para este Blog a notícia do caso de uma equipe britânica que usou com sucesso pela primeira vez uma nova técnica de fertilização in vitro que dá maior precisão na escolha de óvulos capazes de serem fecundados. Este novo tratamento combina os exames feitos atualmente com um novo programa de computador que rastreia os óvulos em busca de falhas nos cromossomos, que possam levar a abortos espontâneos. A primeira paciente, uma britânica de 41 anos que tivera 13 tentativas frustradas de fertilização artificial, agora está grávida, segundo os pesquisadores. Simon Fishel, diretor-gerente da clínica CareFertility, responsável pela técnica, disse que o objetivo é produzir mais gestações, mas com menor incidência de gravidez múltipla. "Vamos devagar com essa tecnologia, porque não queremos criar esperanças", disse Fishel em entrevista coletiva. "O Santo Graal é conseguir uma gravidez com um embrião." Desde julho de 1978, mais de 3,5 milhões de bebês já nasceram em todo o mundo graças a técnicas de reprodução assistida, e o número continua crescendo, especialmente entre mulheres de 30 a 39 anos. A técnica consiste em retirar cirurgicamente os óvulos dos ovários e combiná-los em laboratório com o esperma. Os melhores embriões, normalmente um ou dois, são implantados no útero. "Agora podemos olhar todos os cromossomos em um embrião em tempo real", disse ele. A equipe de Fishel, que refinou uma técnica complexa para detectar problemas cromossômicos, colheu uma pequena amostra do óvulo, chamada corpo polar, que contém metade dos cromossomos do óvulo, mas não participa no processo de fertilização. Um novo programa de computador concluiu que dois dos nove óvulos da paciente eram mais promissores. A mulher, que pede anonimato, já está nos dois últimos meses de gestação. "Embora ainda esteja em um estágio muito preliminar, esta técnica pode oferecer um novo diagnóstico e esperança terapêutica para casais que sofrem de repetidas falhas na implantação da fertilização in vitro", disse Stuart Lavery, diretor de fertilização in vitro do Hospital Hammersmith, em Londres.
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Brasil Desigual = Na Amazonia e no Nordeste, morre um quarto dos bebês brasileiros

Abaixo um post do Blog Brasil do B do jornalista Bernardo de la Peña, que aborda um tema que mostra como o Brasil ainda é desigual, retratado através das estatisticas de morte de bebês. "Entre 2000 e 2007, como mostrou hoje a turma da coluna no Globo, morreram em apenas 46 municípios na Amazônia e 161 no Nordeste 112 mil crianças, antes de completar um ano. O número representa mais de um quarto dos 443 mil óbitos infantis no mesmo período ocorridos em todos os 5.564 municípios brasileiros. Ou seja, um quarto dos bebês brasileiros morreram nestes municípios. De olho nestes dados, o ministro José Gomes Temporão reuniu na semana passada representantes dos 17 estados, onde ficam estes 207 municípios para que eles assumam o compromisso de reduzir, com apoio do governo federal, em pelo menos 5% ao ano a mortalidade infantil nas duas regiões. Este acordo deve ser assinado entre Lula e os governadores dia 15. Hoje, a taxa de mortalidade infantil brasileira é de 19,6 óbitos por mil nascidos vivos, de acordo com dados de 2007, os mais recentes. Os estados com as piores taxas são o Acre, onde 28 crianças morrem a cada mil nascidas vivas e Alagoas, onde o mesmo índice é de 26,6 óbitos. Já as melhores taxas são a de Santa Catarina (12,6) e do Distrito Federal (13,6)."
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Direitos da Gestante = Licença-maternidade estendida completa 6 meses sob críticas e aplausos

Seis meses depois de assinada a Lei 11.770, que aumentou a licença-maternidade de 120 para 180 dias, as avaliações sobre a medida são positivas, mas também apontam a necessidade de avanços. Aprovada em setembro de 2008, para trabalhadoras da iniciativa privada, em dezembro do mesmo ano, a licença foi estendida às funcionárias públicas federais. Na iniciativa privada, no entanto, o benefício só entrará em vigor em 2010, já que não houve tempo de incluir no Orçamento Geral da União de 2009 o impacto da isenção fiscal que será concedida às empresas que aderirem à ampliação. Até agora, segundo levantamento da Sociedade Brasileira de Pediatria, 108 municípios brasileiros e 14 estados, além do Distrito Federal, transformaram em leis locais a licença-maternidade ampliada, oferecendo-a a suas servidoras. A licença de seis meses atendeu a recomendações médicas e a uma reivindicação antiga de diversas entidades de classe e movimentos sociais. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a mãe deve amamentar o bebê por no mínimo seis meses e preferencialmente até dois anos. A ampliação da licença-maternidade colocou o Brasil à frente de muitos países. Com a amamentação, a criança desenvolve segurança e será um indivíduo melhor no futuro. Como podemos orientar que a mãe amamente por seis meses, se ela tem que voltar a trabalhar antes? Do lado dos trabalhadores há opiniões de que a lei ainda é restritiva, porque será aplicada apenas às empresas que quiserem obter o benefício fiscal concedido por meio do programa federal Empresa Cidadã. A obrigatoriedade de oferecer o benefício definida por meio de acordos coletivos das categorias de trabalhadores é mais eficiente do que a lei, já que abrange maior número de pessoas. Apesar de alguns avanços, os empresários continuam resistentes. Eles acham que as mulheres vão querer ter mais filhos, mas, desde que temos os direitos adquiridos, reduziu-se a taxa de natalidade por família. Ter filho é muito caro. Outras limitações da lei, como por exemplo, o fato de o benefício só ser concedido nas empresas privadas mediante a solicitação da empregada gestante, mesmo quando já houve adesão do patrão ao programa do governo. A lei dá como faculdade a possibilidade. Não necessariamente todas as empregadas serão beneficiadas. Depende da opção da mulher. Existe ainda a opinião de qe embora muitas vezes a ampliação da licença seja vista como um benefício dado exclusivamente à mulher, a garantia não foi dada pela lei em função de gênero.“A reprodução humana precisa ser compartilhada entre homens, mulheres, empresariado e Estado. Mesmo sem receber o benefício fiscal do governo, algumas empresas já estão concedendo a licença estendida, pois a medida foi incluída em acordos coletivos de trabalho assinados com os sindicatos. É o caso de empresas do setor de produtos químicos e de petróleo da Bahia e de metalurgia do ABC paulista. O Sindicado dos Químicos e Petroleiros da Bahia foi o primeiro a definir a ampliação da licença- maternidade para o conjunto das empresas do setor. A técnica em automação industrial da empresa Deten Química S.A. Quitéria Rodrigues, de 30 anos, acaba de retornar da licença de seis meses. Quitéria mora em Salvador e leva mais de uma hora para chegar ao município de Camaçari, onde cumpre jornada de oito horas diárias de trabalho. Ela conta que, somados o tempo de trabalho e o gasto no trajeto e no almoço, passa 12 horas longe do filho Pedro Henrique. “O benefício maior que vejo é podermos garantir o aleitamento materno por meio ano. Além disso, a separação é menos traumática para a mãe e para o bebê”, afirma Quitéria. O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) antecipou, em maio de 2008, a ampliação da licença. A funcionária Elza Muzi, de 27 anos, grávida de sete meses, disse que a licença ampliada é uma vitória. “Eu estou usufruindo da conquista de outras mulheres”, disse. De acordo com Elza, uma das vantagens da licença ampliada será a possibilidade de escolher melhor o profissional ou a creche que irá cuidar de sua filha. “A dificuldade das mães de deixar o bebê com alguém é tanto pela necessidade que a criança tem da nossa presença, quanto do tempo disponível para conseguir uma babá de confiança.” E você o que acha? Mandem seus comentários!
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PM salva Bebê Engasgado ao Amamentar no interior de SP

Vejam só o caso de um policial militar de Bauru, a 329 quilômetros de São Paulo, que salvou a vida de um bebê de um mês que se engasgou logo depois de ser amamentado pela mãe. De acordo com a PM, os policiais estavam fazendo patrulha no Parque Jaraguá quando viram uma mulher de camisola que, aos gritos, dizia que seu filho estava morrendo engasgado. Os policiais observaram que o bebê estava roxo e adotaram procedimentos de primeiros socorros para que a criança voltasse a respirar. A mãe e a criança foram levadas a uma unidade de saúde e passam bem. Por isto todo cuidado é pouco neste momento...
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Curiosidade = Bebê de 6,1 kg e 56 cm nasce no Rio Grande do Sul

Vejam só mais um caso de um bebê enorme! Trata-se de uma menina de 6,1 quilos e 56 centímetros nasceu na tarde desta quinta-feira (5), no Hospital de Caridade de Alecrim, cidade gaúcha de mesmo nome e que fica na fronteira do Brasil com a Argentina. Já pensou? Veja só na imagem abaixo... Bebe de 6 Kilos Luana Cleci Lichkoviski foi transferida para um hospital em Santa Rosa (RS) no mesmo dia. Neste domingo (8), o bebê foi levado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Porto Alegre, onde segue internado, segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Alecrim. A secretaria informou ainda que a mãe já recebeu alta médica e está em casa, na zona rural de Alecrim. Ela deve ser levada para Porto Alegre, quando deve começar a amamentar a filha. De acordo com Jorge Leandro Krechowiecki, secretário de Saúde de Alecrim, a criança passa bem, mas apresenta uma pequena cardiopatia em decorrência do peso acima do normal. "Ainda não temos um retorno técnico da Santa Casa de Porto Alegre, mas o quadro de saúde do bebê é estável e só está internado para acompanhamento. A menina irá para casa assim que estiver mais forte e respirando melhor". A mãe, a agricultora Maria da Cruz da Silva, 40 anos, tem outros cinco filhos. "Todos foram de parto normal. Apenas neste caso, após a ecografia realizada três dias antes do parto é que foi descoberto o tamanho do bebê", disse Jorge Leandro. O médico que realizou o parto, Paulo Dorneles, disse ao que a alimentação da mãe pode ter relação com o tamanho da criança. "As pessoas comem muito amido, muita batata e mandioca aqui na região. Isso poderia ser um fator para a criança crescer um pouquinho, mas não explicaria esse tamanho todo". Ele disse ainda que a ecografia indicou 40 semanas de gestação, mas a previsão do parto era para o dia 20 deste mês. "Por isso ela foi transferida para Santa Rosa e depois para Porto Alegre. Era necessária uma avaliação mais detalhada para saber se o bebê tem problema respiratório ou cardíaco" Outra suspeita para justificar o tamanho da criança seria a diabete gestacional da mãe, mas a hipótese foi descartada, segundo Dorneles. Só para lembrar de outros casos recentes, teve aquele menino com 6,690 quilos e 57 centímetros que nasceu no dia 8 de janeiro, no Recife. A mãe, Luzia Carmelita, foi submetida a uma cesária e teve de doar todo o enxoval que tinha comprado para o filho, que não coube nas roupinhas. Tem ainda o caso em Salvador, um menino de 7,5 quilos nasceu na Maternidade Albert Sabin, no bairro de Cajazeiras, em Salvador, em janeiro de 2005. A criança é o quinto filho de Francisca Ramos dos Santos, que tinha 38 anos no dia do parto. Ou ainda de um recém-nascido com 6,5 quilos e 53 centímetros virou atração na maternidade do Hospital Santo Antônio, em Blumenau (SC). Aline Guimarães Krüger nasceu em outubro de 2007. Já em São Paulo, teve um bebê com 6,1 quilos e 57 centímetros nasceu em fevereiro de 2007, no Hospital Doutor Fernando em Mirassol, a 453 km de São Paulo. O tamanho de Arthur Silva Santos surpreendeu os pais e a equipe médica, que esperava um bebê de 4,5 quilos. Já pensou tendo um bebê assim tão grande?
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Combate a Mortalidade de Recém Nascidos X Resultado de Pesquisa

Sete de cada dez mortes de bebês no Brasil poderiam ter sido evitadas por um atendimento melhor à mãe e à criança, segundo estudo realizado pelo Ministério da Saúde. Depois de analisar as declarações de óbito de 48.332 bebês registradas em 2006, o estudo do governo federal concluiu que pelo menos 15.224, ou seja, 31,5% dos bebês que morreram poderiam estar vivos se tivessem sido bem atendidos nos primeiros dias de vida. Somado a outros fatores, como cuidados à gestante, no parto, em diagnósticos e tratamento e ações de saúde, esse percentual sobe para 71%! A mortalidade de crianças até um ano está em queda no país desde a década de 1980. Mas ainda é alta se comparada a de outros países. No Brasil, para cada mil crianças nascidas vivas em 2007, 19,3 morreram antes do primeiro aniversário. Índice maior do que na Argentina (15), EUA (7) e Cuba (5). Os dados do estudo nacional foram apresentados pelo ministro José Gomes Temporão a governadores do Nordeste e da Amazônia Legal em reunião reservada no Palácio do Planalto em janeiro. As duas regiões concentram cerca de metade da mortalidade infantil do país, com apenas 13% da população total brasileira. Os cuidados nas primeiras horas significam dar medicamentos adequados aos prematuros, como o sulfactante, usado para expandir o pulmão, e garantir atendimento especializado aos bebês com problemas de saúde, cerca de 10%, segundo a área técnica de saúde da criança e aleitamento materno do Ministério da Saúde. Infelizmente a dura realidade é que em diversas maternidades brasileiras há uma deficiência de leitos de UTI neonatal e que em outras o equipamento é bom, mas não há especialistas. Porém a possibilidade de um bebê nascer com problemas de saúde diminui quando a gravidez tem um acompanhamento adequado. Um diagnóstico precoce de infecção urinária na mãe, por exemplo, pode impedir o nascimento de uma criança prematura Entretanto, a falta de um atendimento de qualidade durante a gestação é justamente a segunda maior causa evitável de morte de bebês, poderia ter poupado 13% das vidas, concluiu o estudo do ministério. Na lista das causas de óbitos injustificáveis, seguem, em ordem, ações adequadas de diagnóstico, tratamento, imunização e ações preventivas e de promoção à saúde, como combate à desnutrição. São consideradas mortes inevitáveis aquelas provocadas por doença sem cura ou por má formação incompatível com a vida, como a anencefalia. A representante do Ministério da Saúde reconhece que, em muitos locais, faltam profissionais capacitados e/ou a estrutura é precária, resultando em maternidades superlotadas. Ela afirma, que não se pode atribuir a responsabilidade pelas mortes evitáveis apenas ao sistema de saúde. Segundo ela, o serviço de saúde pode até deixar de salvar um bebê que nasce com baixo peso, mas ele talvez não tivesse esse problema se a mãe fosse bem nutrida. Não há como não concordar de que há diversos fatores em jogo, mas diz que há, sim, uma corresponsabilidade do sistema de saúde. Óbitos evitáveis podem ser devido a um sistema mal organizado e à falta de comprometimento de alguns profissionais. Um sistema de saúde que não proporciona atendimento adequado e acesso para a gestantes fazer pré-natal também tem uma parcela de culpa!
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Taxa de Mortalidade de recém-nascidos = Tragédia Silenciosa X ONG Viver e Sorrir

Dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) para o Brasil assinalam que, de cada 77 bebês que nascem, um morre nos primeiros 27 dias de vida. A taxa de mortalidade de recém-nascidos nessa tragédia silenciosa é de 13 mortes a cada 1.000 nascidos vivos, segundo neonatologistas da Unifesp. Para colaborar com as autoridades da área de saúde pública e ajudar famílias carentes com crianças prematuras, diminuindo o risco da mortalidade precoce, o professor Benjamin Kopelman e seus colegas da Unifesp fundaram a ONG "Viver e Sorrir" (http://www.viveresorrir.org.br). A ajuda inclui o fornecimento de recursos como leite, roupas, remédios e aparelhos de reabilitação, além de oferecer transporte para que as mães possam visitar os bebês internados. Gostaria de avisa-las de que eles trouxeram para São Paulo uma exposição itinerante da OMS "Arte em Prol da Saúde", que retrata jovens mulheres de diferentes etnias em quadros da artista italiana Elisabetta Farina. No dia 8 de março, que é o Dia Internacional da Mulher, a médica Ana Pilar Betrán, da OMS, preside a abertura da exposição, às 18 horas, no Hotel Maksoud Plaza (Al. Campinas, 150). A atriz Cristiane Torloni é embaixadora da exposição no Brasil. Fica a dica!
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Grávidas Famosas = Revista Caras Desta Semana com Bianca Rinaldi Fazendo Compras na Zazou

Segue abaixo a matéria que saiu na Revista Caras desta semana (Edição 800), em que saiu a atriz Bianca Rinaldi fazendo compras do seu enxoval na loja da Zazou: Revista Caras com Bianca Rinaldi Grávida de Gêmeos Fazendo Compras na Zazou Sendo que bom dizer de que ela esta usando nas duas fotos roupas de grávida da Zazou. Caso queiram vez mais fotos dela na loja da Zazou, basta acessar seguinte link: http://www.zazou.com.br/home/default.asp?id=album&pg=BiancaRinaldi Comprovando mais uma vez de que a Zazou é mesmo a grife de moda gestante preferida das grávidas antenadas! Faça como a Bianca Rinaldi e tantas outras grávidas antenadas, e venha conhecer pessoalmente e experimentar os diferenciais que só a Zazou oferecer para as grávidas...
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Exercícios podem reduzir necessidade de anestesia no Parto

Além dos seus já bem conhecidos benefícios, os exercícios na gravidez podem ajudar as mulheres a reduzir a necessidade de anestesia durante o parto, segundo descobriu um pequeno estudo. Os pesquisadores acompanharam 34 mulheres grávidas em exercícios aeróbicos aquáticos três vezes por semana, 50 minutos por sessão, e 37 de um grupo de controle sedentário seleccionado por idade, peso, educação, partos anteriores e massa corporal antes da gravidez. As mulheres em ambos os grupos eram saudáveis e em boas condições físicas, e o seu condicionamento, medido pelo consumo de oxigénio e batimento cardíaco, foi melhor em ambos os grupos no segundo trimestre, retornando aos níveis anteriores à gravidez no terceiro. Este estudo foi publicado recentemente em um artigo na revista Reproductive Health. Não houve diferença entre os dois grupos quanto ao esforço no nascimento, tipo de parto ou saúde do recém-nascido, e o programa de exercícios não mostrou qualquer efeito na capacidade cardiovascular das mulheres. Mas apenas 27% das que se exercitaram, pediram medicamento para dor durante o trabalho de parto, comparado a 65% do grupo de controle. "Esse estudo aponta para uma pequena vantagem quanto à necessidade de anestesia epidural", disse a líder da pesquisa, Rosa I. Pereira, da Unicamp, Brasil. "Mulheres saudáveis com gravidez de baixo risco devem praticar exercícios físicos moderados e regulares durante a gravidez".
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Americana com dois úteros dá à luz duas gêmeas (sendo uma de cada órgão)

Olhem só este caso incrível e raro de uma mulher do estado americano do Michigan, que possui dois úteros, e deu recentemente à luz filhas gêmeas, porém o mais incrível foi que uma de cada órgão! A imprensa local relatou que os dois bebês saudáveis de Sarah Reinfelder nasceram prematuros no Hospitall Geral Marquette, após uma cesariana. Com 21 anos, a mãe possui uma malformação rara conhecida como útero didelfo. De acordo com os médicos, esse tipo de nascimento é raro. Os úteros têm tamanhos diferentes, e a menina maior nasceu do maior deles. As crianças foram batizadas como Valerie Marie e Kaylin Joy. De acordo com os médicos, eles vão ficar hospitalizados durante três ou quatro semanas, para fortalecer seus pulmões.
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Dicas de Saúde = Mais Detalhes da Doença Lúpus nas Grávidas

O caso da brasileira Paula Oliveira supostamente atacada por neonazistas na Suiça, fazendo que ela perdesse seus bebês gêmeos ainda esta mal explicado... Porém a mãe da brasileira, Jeni Ventura, afirmou que ela sofre de uma doença chamada: "lúpus". Aí fui tentar entender melhor o que seria isto? Esta é uma doença crônica que ataca o sistema imunológico da pessoa, principalmente mulheres, e pode causar alucinações nos casos mais graves. Apesar de muitos homens serem afetados pelo Lúpus, ele costuma ocorrer de 10 a 15 vezes mais nas mulheres adultas do que nos homens adultos. Mesmo entre as mulheres, acredita-se que aquelas de origem africana, indígena ou asiática desenvolvam a doença com mais freqüência do que mulheres brancas. Possivelmente os fatores hormonais seriam responsáveis pela maior incidência do Lúpus entre as mulheres. Isso pode ser suspeitado tendo em vista o aumento dos sintomas que ocorre antes do período menstrual e durante a gravidez. Particularmente o estrogênio estaria relacionado à doença. Quanto à idade, o Lúpus pode aparecer em qualquer faixa etária e os sintomas serão os mesmos nos homens e mulheres. O Lúpus Eritematoso Sistêmico ou, mais simplesmente Lúpus, é uma doença crônica, auto-imune, que causa inflamações em várias partes do corpo, especialmente na pele, juntas, sangue e rins. Confira com a reumatologista Mirhelen Abreu as principais implicações do problema, principalmente para quem planeja engravidar. 1) O que acontece quando se tem lúpus? É o que chamamos de doença auto-imune. Ela confunde o sistema imunológico do paciente, que começa a reconhecer alguns órgãos como estranhos ao corpo, principalmente os rins, as articulações e a pele, e passa a produzir anticorpos contra eles. As causas ainda são desconhecidas, mas sabemos que há fatores hereditários e que ela pode ser desencadeada por alterações hormonais, estresse ou alguma infecção. 2) A mulher com lúpus pode engravidar? Pode, mas é necessária uma preparação para que ela engravide num momento em que a doença esteja menos ativa. Deve haver um acompanhamento cuidadoso do obstetra e do reumatologista, que é o médico que, normalmente, trata do problema. Durante muito tempo se considerou que a mulher com lúpus não poderia engravidar, mas isso é mito. 3) Quais são os principais riscos para a gravidez? São aborto no início da gestação, em razão do aumento de estrogênio, hipertensão e parto prematuro. 4) Como deve ser a preparação? Por intermédio do uso de medicação, os chamados imunossupressores, e pelo controle com exames, para que o médico saiba exatamente o momento em que a doença está menos ativa. É importante lembrar que a gravidade do lúpus varia de um paciente para outro.
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Grávidas fazem dança do ventre = Sayuntis

Um grupo de mulheres nas Filipinas está contrariando a crença de que lugar de mulher grávida deve ficar de repouso e resolveu balançar os quadris. Elas praticam Sayuntis, que em filipino quer dizer dança do ventre para grávidas. A modalidade criada pela obstreta Stephanie Fay combina movimentos de dança do ventre e de yoga. O objetivo é estimular as futuras mamães a se exercitar e se preparar para o parto. Veja o video e a matéria completa da BBC Brasil no link abaixo: http://www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia/2009/02/090211_gravidas_fp.shtml
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Genética permite escolher cor dos olhos e cabelos do bebê

Se você pudesse, você escolheria cor dos olhos e cabelos do seu bebê? Provavelmente muitas de vocês. Afinal que mulher grávida não tenta adivinhar quase que diariamente a cor dos olhos, o tipo de cabelo e até a estatura do futuro bebê? Mas saiba de que com os avanços na pesquisa genética, o sonho se tornou realidade em algumas clínicas dos Estados Unidos. É o que informa a versão online do The Wall Street Journal. Segundo a publicação, a clínica Fertility Institutes, em Los Angeles, já estaria oferecendo o procedimento Pre-implantation Genetic Diagnosis (PGD - que pode ser traduzido por Diagnóstico Pré-Implantacional) a alguns clientes. Usado anteriormente apenas para evitar doenças congênitas graves nos recém-nascidos, a técnica foi aprimorada para que se pudesse selecionar o padrão estético das crianças. Apesar de não estar formalmente provado que a Fertility Institutes possa mesmo promover essa seleção, ela deu um salto nas pesquisas mostrando que um bebê pré-selecionado não é mais algo à la ficção científica. "Se nós vamos produzir bebês condicionados a serem superiores geneticamente, estamos correndo o risco de criar novas formas de discriminação", rebate Marcy Darnovsky, diretor executivo do Centro de Genética e Socidade. O que significa que a seleção de crianças com tendências a serem alta, por exemplo, pode induzir a um preconceito silencioso contra pessoas de baixa estatura. Uma pesquisa feita com 999 pessoas que buscavam por aconselhamento genético descobriu que a maioria gostaria de eliminar os riscos de doenças hereditárias graves. O estudo aponta ainda que 56% buscavam eliminar cegueira, 75% doenças mentais, enquanto 10% gostariam de descobrir habilidades genéticas e selecionar estaturas altas. Os dados mostram ainda que 13% dos entrevistados apóiam a seleção de inteligências superiores. Mas, o aprimoramento genético pode não ser tão simples. A maioria das características humanas, por exemplo, são controladas por múltiplos fatores, e o conhecimento sobre seu funcionamento é ainda incompleto. Apesar das habilidades atléticas e da inteligência serem determinadas pelo DNA, fatores ambientais são determinantes e não podem ser controlados por laboratório. A técnica PGD pode ainda ser usada para selecionar embriões com propensão a ter as mesmas deficiências dos pais, como a surdez. Pesquisa encabeçada por John Hopkins descobriu que 3% das clínicas de fertilização têm oferecido o tratamento - o que, as vezes, é descrito como "aprimoramento negativo". Os grupos que defendem a opinião argumentam, por exemplo, que uma criança surda nascida de pais surdos tem melhores chances de interagir na cultura de sua família. Kari Stefansson, chefe executivo do deCode, salienta que os testes podem apenas promover um certo nível de probabilidade das características físicas da criança, não uma garantia absoluta. "Sou veementemente contra essas descobertas, elas diminuem a diversidade humana, isso é perigoso", comenta.
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Video = UTI neonatal de maternidade no Recife é interditada

O cuidado ao escolher a maternidade é importante. Você já escolheu aonde vai ter seu bebê? Veja só abaixo o video de uma recente matéria do Jornal Nacional da TV Globo, que mostra que uma infecção em seis bebês levou a Agência Sanitária Estadual de Pernanbuco, a fechar a unidade de terapia intensiva do Hospital das Clínicas, que é por incrível que pareça referência em casos de gravidez de risco. Os partos estão suspensos.
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Mãe que superou o risco de morrer para cuidar do bebê

Gostaria de trazer uma bela história de esperança que é a última que morre, em que a determinação faz a diferença, de uma mãe que superou o risco de morrer para cuidar do bebê. Trata-se de uma matéria do programa Bom Dia Brasil no Hospital do Câncer, mostrando um grupo de pessoas que ficaram curadas. São ex-pacientes ensinam a enfrentar os problemas que surgem após a doença.
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Video = Drama de não saber se seu filho foi trocado na maternidade

Trago um vido abaixo com uma matéria do drama de não saber se seu filho foi trocado na maternidade, que é algo que toda grávida teme. Este caso aconteceu recentemente em Pendotiba, na região oceânica de Niterói no Rio, e a Alexsandra dos Santos viveu este pesadelo de achar que seu bebê foi trocado na maternidade. Enquanto ela e seu marido são negros, o menino Gabriel é branco e de olho azul.
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Grávida é vítima de trote violento no interior de SP

A violência contra as grávidas não acontece penas na Suiça, como contamos no post anterior, mas também no Brasil e precisamos atertar até para que isto seja combatido. Neste novo caso conteceu infelizmente com uma estudante grávida de três meses foi internada na Santa Casa de Santa Fé do Sul no interior paulista, com queimaduras depois de ter sido vítima de trote violento no primeiro dia de aula das Faculdades Integradas de Santa Fé do Sul (Funec). De acordo com o boletim de ocorrência, Priscila Rezende Muniz, de 18 anos, teria sido atacada em uma rampa da faculdade por uma aluna do curso de pedagogia. A menina teria jogado solvente misturado com gasolina e creolina sobre o corpo de Priscila, que foi medicada e liberada do hospital. Priscila teve queimaduras de 2º grau. Ela fará exames de ultrassonografia amanhã para saber o estado de saúde do seu bebê, pois tenho medo de perder o bebê. Aluna do curso de análises de sistemas da Fundação Educacional de Santa Fé do Sul, Priscila teve de ser internada com queimaduras de segundo grau nas costas, nádegas, coxas e cotovelos, provocadas por produtos químicos despejados em seu corpo durante o trote de recepção aos calouros, na noite de segunda-feira. O primeiro dia de aula se transformou numa noite de terror... As marcas das agressões continuam pelo corpo. Ficou com várias manchas, que passou por exames de corpo delito. O líquido teria sido jogado por uma aluna veterana, do curso de Pedagogia, irritada com o fato de Priscila ter sido preservada pelos outros veteranos porque estava grávida. A menina já tinha dito que se não a pegasse do lado de dentro ia me pegar do lado de fora da faculdade. Antes do início das aulas, Priscila e uma amiga, Bruna da Silva Prado, recém-formada na mesma faculdade, pediram aos estudantes da sala que, devido à gravidez, a deixassem de fora do trote. Eles concordaram, mas a menina da outra sala, não pensou assim. Priscila diz que vai pedir a punição de sua agressora. Ela disse muito bem que se a faculdade não a expulsar, vai processar a faculdade. Mas aqui entre nós acho que este caso não é apenas para expulsão, mas sim um caso de polícia e de cadeia para esta inresponsável que sabia que a outra estava grávida e assim mesmo fez o que fez! Veja abaixo o video da matéria abaixo:
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Direito da Gestante = Maternidade é condenada a pagar R$ 100 mil por sequelas de bebê em parto

A escolha da maternidade e do médico são fundamentais. Veja abaixo por que em mais um caso triste... A maternidade Pró-Matre do Rio foi condenada pela 16ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro a pagar R$ 100 mil de indenização a uma família pelas lesões apresentadas em um recém-nascido. O parto do bebê durou 16 horas, segundo informou o TJ. A maternidade ainda não se pronunciou sobre a decisão, que ainda cabe recurso. Para o relator do processo, desembargador Eduardo Gusmão, a argumentação do hospital de que o acompanhamento da frequência cardíaca do bebê era dispensável causou estranheza. “Mesmo não sendo médico, a afirmação surpreende. É justo dizer, no mínimo, que o instrumento aumentaria as chances do feto, evitando assim o padecimento que acabou por se verificar”, afirmou. Como o estabelecimento não possuía UTI neonatal, a pequena Jullya, atualmente com 6 anos, ficou internada durante 18 dias no berçário coletivo do hospital, apresentando convulsões frequentes. Segundo laudo pericial, os danos irreversíveis sofridos pela recém-nascida ocorreram por causa da ausência de oxigênio e ao atendimento inadequado no pós-parto. Além da indenização por danos morais, Jullya receberá do hospital pensão vitalícia no valor de dez salários mínimos.
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Saúde Materna e Neonatal X Políticas Públicas

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) divulgou recentemente o seu relatório "O Estado das Crianças do Mundo 2009 – Saúde Materna e Neonatal". E segundo este relatório, o Brasil piorou sua posição no ranking de mortalidade infantil entre crianças com até cinco anos de idade. O País passou da 113ª para a 107ª posição no ranking dos países que têm as maiores taxas, e é apontado pela organização como o que apresenta um dos piores resultados entre as nações latino-americanas: 22 mortes por mil nascidos vivos. Na América Latina, o Brasil só fica em melhor posição em relação a Bolívia (61ª) e Peru (97ª). Entre os emergentes, o resultado do País só não é melhor que o da Rússia (125ª). China e Índia ficaram na 101ª e 49ª posições, respectivamente. Outro dado lamentável constatado pelo estudo é que as mulheres dos países menos desenvolvidos têm 300 vezes mais chances de morrer durante o parto, ou por complicações derivadas da gravidez, do que as mulheres de nações desenvolvidas. As crianças nascidas em um país em desenvolvimento também têm 14 vezes mais possibilidades de morrer durante o primeiro mês de vida do que uma criança nascida em um país desenvolvido. Em consequência, desde 1990 (o ano de referência dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio), as complicações derivadas da gravidez custaram a vida de cerca de 10 milhões de mulheres. Cerca de 4 milhões de recém-nascidos morreram a cada ano desde 1990 durante os primeiros 28 dias de vida. O relatório do Unicef destaca que embora muitos países tenham conseguido nos últimos anos grandes progressos para melhorar a taxa de sobrevivência infantil, os avanços foram inferiores na redução da taxa de mortalidade materna. Assim, no mundo em desenvolvimento, o risco de uma mulher morrer por causas relacionadas à maternidade é de um em 76, em comparação com a probabilidade de um em 8 mil no caso das mulheres nos países desenvolvidos. Ou seja: para cada mulher que morre no mundo, outras 20 sofrem doenças ou lesões em consequência da gravidez ou do parto, às vezes com resultados graves e duradouros. Outro dado agravante é quanto à gravidez e à maternidade prematuras, que representam um perigo considerável para a saúde das meninas. O casamento cedo, a gravidez, a aids, a violência sexual, e outros abusos relacionados ao gênero, contribuem também para grandes riscos às jovens. Frente a esses números e dados preocupantes, o relatório destaca que 80% das mortes poderiam ser evitadas se as mulheres tivessem acesso a serviços essenciais de atendimento básico de saúde. Especialistas no assunto afirmam que a maior parte das mortes maternas e neonatais pode ser evitada por meio de intervenções de eficácia comprovada, que incluem uma nutrição adequada, uma melhora das práticas de higiene, atendimento pré-natal, a presença de trabalhadores capacitados da saúde nos partos, atenção obstétrica e neonatal de emergência, e visitas pós-parto para mães e recém-nascidos. O Brasil tem adotado medidas de saúde pública como campanhas de imunização, o uso de antibióticos, a pulverização com inseticidas para erradicar as doenças causadas por insetos transmissores, o uso de cloro na água, a suplementação alimentar que contaram, em sua grande maioria, não somente com as ações dos gestores públicos, mas, principalmente, com a contribuição de igrejas, organismos não-governamentais, organismos internacionais e a grande mobilização da sociedade civil, como campanhas de combate à fome e à pobreza. A ampliação dos serviços de saneamento básico a áreas até então excluídas, os programas de saúde materno-infantil, sobretudo os voltados para o pré-natal, parto e puerpério, a ampliação da oferta de serviços médico-hospitalares, as campanhas de vacinação, os programas de aleitamento materno e reidratação oral, em muito também colaboraram para a continuidade da redução dos níveis de mortalidade infantil e infanto-juvenil, principalmente a partir dos anos 1980. A conjugação de vários desses programas e da queda da fecundidade intensificou o processo de declínio da mortalidade infantil, a qual vem caindo a patamares relativamente baixos, quando se leva em conta a longa trajetória de níveis elevados de mortalidade infantil no Brasil, que estão ainda muito altos, quando comparados com os existentes em países socialmente mais evoluídos. Apesar de o Brasil ter piorado sua classificação no ranking de mortalidade infantil, não podemos esquecer as grandes transformações na sociedade brasileira, durante as últimas décadas, na dimensão econômica, social e política e que só se tornou possível, em parte, pela grande mobilidade populacional para os centros urbanos, redefinindo os papéis dos novos agentes sociais. Tenhamos em mente que os mais necessitados, naturalmente, não são os responsáveis pela sua situação de indigência. A maioria deles só conseguirá superar tais condições se lhes forem dadas as mínimas condições, com a criação de uma situação de desenvolvimento sustentável no País. Desenvolvimento que significa, nada mais nada menos, a distribuição dos frutos do crescimento econômico por todos, com um mínimo de justiça social, seguida de eficácia e eficiência nas ações do poder público.
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Brasileira grávida é agredida por neonazistas na Suíça e perde gêmeos

Desta vez trago um caso triste que acon5teceucom uma grávida, que sofreu violência e acabou perdendo os bebês. E pior de tudo qe foi na dita pacata Suiça... A bacharel em Direito brasileira Paula Oliveira, de 26 anos, foi agredida por três homens brancos, com cabelo raspados, na noite de segunda-feira em Dubendorf, cidade que fica perto de Zurique. Grávida de gêmeos havia três meses, ela acabou perdendo as crianças e sofreu cortes em todas as partes do corpo. Segundo relatos que fez para o pai, ela havia acabado de sair do trem e ia em direção à casa onde reside com o companheiro, Marco Trepp, quando, segundo ela, foi surpreendida por três homens, aparentemente neonazistas. “Deram socos, chutaram e a cortaram com estiletes no corpo inteiro e até fizeram a sigla SVP nas pernas”, afirmou Paulo Oliveira por telefone, de Zurique, ao G1. “Eles tinham suásticas na cabeça”, informou ele. Paula Oliveira Grávida de Gêmeos na Suiça Paulo Oliveira, que é secretário parlamentar, foi avisado por ela, por telefone, sobre o ocorrido na madrugada de terça-feira (10), pelo horário de Brasília. Em seguida, avisou ao deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), para quem trabalha, e também o senador Marco Maciel (DEM-PE) e pegou o primeiro voo em direção a Zurique, juntamente com a mãe de Paula, Geni. Nesta quarta-feira (10), Paula foi encaminhada novamente ao Hospital da Universidade de Zurique. “Ela foi chamada para tomar vacinas antivirais. Como foi ferida por objetos cortantes, os estiletes poderiam estar contaminados com hepatite ou outra doença”, disse ele. O pai da vítima contou ainda que a polícia ainda não procurou a filha para obter mais detalhes do ataque. "Aparentaram nenhum interesse. Aparentemente estão trabalhando sem nos dar informação", afirmou. "Mas neste momento a prioridade é cuidar da minha filha. Ela está em estado de choque", completou. Veja no video abaixo a matéria do Jornal Nacional:
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Menino nasce com 24 dedos na Califórnia

Um menino nasceu na Califórnia com 24 dedos perfeitamente formados, sendo seis em cada mão e pé. Bebê com 24 Dedos Nascer com dedos a mais, condição conhecida como polidactilia, não é totalmente incomum, mas é raro um caso em que há dedos a mais em todas as extremidades. O hospital de Bay Area, onde o menino nasceu, disse que os médicos não perceberam os dedos extras nos exames de ultra-sonografia durante a gravidez e nem mesmo quando Kamani Hubbard nasceu. Seu pai, Kris, foi quem percebeu a anomalia. A polidactilia é genética e o pai explicou que havia um histórico da condição na família. Mas ele acrescentou que o caso de seu filho é único. "Alguns membros da família tinham seis dedos, mas não completamente desenvolvidos. Mas não os dedos do pé." O pediatra Michael Treece, do St Luke's Hospital, na Inglaterra, disse que "se trata meramente de uma linda e interessante variação, e não é motivo de preocupação". "Imagine que pianista poderia ser uma pessoa com 12 dedos. Imagine que tipo de violonista de música flamenga. Pense nas habilidades de datilógrafo", disse o médico.
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