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Dicas sobre Roupas para Grávidas da Estilista da Zazou Moda Gestante

Segue abaixo para sua informação, algumas dicas sobre roupa para grávidas da Estilista da Zazou, que responde algumas das principais dúvidas das gestantes, que se preocupam em estar bem vestida durante toda a gravidez:

1. A partir de quanto tempo de gravidez as mulheres costumam passar a procurar roupas específicas para grávidas?

Isto varia bastante, dependendo do perfil do corpo da gestante, e até de que gestação é, já que na segunda em diante, o corpo muda mais rápido. Ou ainda aquelas que são muito magras ou pequenas, que também demorar um pouco mais.

Mas normalmente a partir do terceiro mês o ventre já esta ficando maior, o culote mais largo e o busto um tamanho acima do usual, mais a mulher ainda não tem cara de gravida, mais a roupa já começa a ficar apertada. Apesar de muitas tentarem, dificilmente depois do quinto mês, conseguem continuar usando suas roupas normais.

2. A que pontos as grávidas precisam ficar atentas na hora de escolher um vestido?

Não existem regras para as gestantes se preocuparem. Na verdade, podem começar em não cair na tentação, e besteira, de comprar um tamanho maior em loja de roupa feminina normal, quando o melhor é logo investir em uma peça com modelagem especializada para as mudanças no corpo que a grávida passa, pois assim ela vai aproveitar bem mais, pois acaba usando do início ao fim da gestação, e até depois na recuperação do pós parto.

Quanto ao estilo, a grávida deve manter o mesmo que já tinha, pois não é por que esta grávida, que precisa muda-lo. E hoje lojas especializadas, como a Zazou, já oferecem uma coleção ampla, seguindo as mesmas tendências da estação da moda feminina. Portanto deve comprar um vestido, que siga o estilo que ela usava antes de estar gravida, porém com a modelagem apropriada da para as gestantes, para que tenha caimento, conforto (de não apertar) e segurança (de não ficar caindo).

3. Quais os melhores modelos de vestidos para as gestantes?

Sim, existem alguns modelos que são mais apriprados, até para explorar estas mudanças no corpo, com por exemplos os modelos de vestido com decote em “V”, que são legais, pois valorizam os seios, que sempre ficam bonitos na gestante. Ou ainda os vestidos com o “corte império”, aqueles logo abaixo do busto, pois ali é que vai ficar a “nova” cintura da gravida.

4. E quanto à escolha da blusa, quais os pontos que elas devem notar?

O segredo é escolher blusas confortáveis, com a modelagem de gravida, e com tecidos gostosos de usar, que não esquentem muito. Outro ponto legal de prestar atenção e procurar, são peças com recortes e decotes valorizam a gestante.

5. A grávida precisa necessariamente usar uma bata? Quais outros modelos de blusas que também são interessantes para as gestantes?

Não. Ela pode usar camisas sem problema algum. Inclusive a procurar por camisas sociais, para a grávida trabalhar com calças sociais, tem muita procura e saída. Sendo uma das nossas especialidade, até pelo corte próprio que temos.

6. Quais os cuidados ao escolher uma calça?

As calças são as peças que mais vendemos na loja. Até por que estas não tem como muito fugir de uma boa modelagem especializada, que devem tomar muito cuidado, pois é o que permite que a mesma peça acompanhe com bom caimento e conforto toda a gravidez, devido a seus ajustes internos, com uso de malhas, elásticos, botões, etc.

Procurem calças que usem tecidos de qualidade, sempre com elastano, pois acabam sendo bem mais confortáveis, pela flexibilidade.

Já quando ao estilo e modelo da calça, fica a critério do estilo e gosto de cada futura mãe, desde as que tem a malha a volta toda na cintura, ou aquelas em que a malha esta somente nos bolsos da frente, e ainda as que nem malha tem, apenas com ajustes, ou ainda a mais confortável de todas com a malha alta. O legal é que a Zazou tem o diferencial de oferecer exatamente toda esta variedade de opções de modelos.

Portanto vários são os modelos de calças para gestante, mais a modelagem é escolhida sempre no provador, aonde ao experimentar na prática, a gestante percebe no seu corpo o diferencial desta modelagem, e acaba com que leva as que ficam mais confortáveis e que tem o melhor caimento no corpo dela.

Para as mulheres mais altas, a Zazou toma um cuidado extra, de fazer uma calça com bastante tecido no comprimento, pois como temos uma costureira de plantão, para fazer a barra, sem custo extras, é mais fácil cortar o pedaço que sobra, do que faltar e ficar curta. Este risco as grávidas altas não vão ter na Zazou. Uma economia que muitas fazem de tecido, e que achamos que não vale a pena.

7. A partir de quando elas começam a optar pelas calças de maternidade?

Podemos dizer sem dúvida, de que esta é a primeira peça que as gravidas procuram no terceiro mês de gestação, para depois então mais tarde elas se preocuparem e comprem as blusas e os vestidos. Geralmente chegam nas lojas da Zazou procurando uma polivalente calça preta de alfaiataria para trabalhar, e logicamente um jeans, que como é mais justinho no corpo, é a primeira peça que a grávida “perde” no seu armário.

8. O cinto é uma opção para as gestantes? Se sim, como ele deve ser usado?

Sim, as gestantes podem, e aliás devem, abusar dos acessórios. E neste caso, o cinto com certeza é um grande aliado, que pode ser usado logo abaixo da barriga, ou então logo abaixo do busto para dividir a silhueta. Vendemos diversos modelos de cintos, mas todos normalmente menores e delicados.

9. E quanto a escolha dos sapatos, a que pontos as grávidas devem ficar atentas?

Devem usar sapatos confortáveis, e principalmente que sejam seguros. Ou seja, nada de usar sapatos com pouca base, ou que não deem equilíbrio para a gravida, que jã tem seu centro de gravida deslocado para frente, com a barriga e seios maiores. Algumas vezes a vaidade não vale o risco que pode estar correndo de cair e se machucar.

10. Quais os melhores modelos para as gestantes?

De sapato, ela pode abusar das sapatilhas, dos sapatos baixo com um salto de no máximo uns 4 cm, além dos scarpins baixos e das sandálias anabelas. Logicamente no verão que esta chegando, ela pode também usar as sandálias rasteirinhas, sendo que o ideal são as que são presas no pé, como as gladiadoras, tão na moda neste verão.

11. No inverno, como deve ser a escolha do casaco?

Geralmente os cardigans e casacos abertos são os mais procurados, mais ela também pode usar pullovers. Mesmo no verão sempre temos alguns casaquinhos leves, pois muitas trabalham em escritórios climatizados, muitas vezes um pouco mais frios, e precisam de algo para esquenta-las nestas situações.

Outra coisa interessante que acontece muito nas lojas da Zazou em pleno verão, é chegarem clientes que vão viajar para os EUA ou Europa, aonde esta frio pelo inverno, e comprar peças mais quentes e pesadas, para enfrentar o frio da viagem do enxoval. E acabamos vendendo peças do inverno passado, com bom preços para elas.

12. E quanto à meia calça, deve haver algum cuidado em especial?

A dica mais importante é comprar as meias calças com modelagem especializada, feitas especialmente para o corpo e necessidades das grávidas. Que tem uma modelagem própria para a barriga maior, sem que fiquem apertando ou rasquem. Além disto devem ter algum tipo de compressão, muitas indicadas inclusive pelas médicas, pois é bem importante para a gravida se preocupar com a boa circulação dos membros inferiores, evitando as temidas varizes depois.

Hoje estas meias para grávidas já tem modelos bem melhores, inclusive na cor preta. Muito procuradas em nossas lojas para serem usadas com vestidos de festa para gestante, que também vendemos.

13. Quais as suas dicas para que a mulher não deixe o seu estilo de lado durante a gravidez?

Antes de mais nada, ela não precisa mudar seu estilo de se vestir, só por que esta grávida. Depois de que ela deve procurar, e comprar, peças que tem haver com a sua profissão e a sua vida pessoal, mas só que adaptadas para as suas novas necessidades deste período de gestação. Se ela gosta de usar vestido estampado, ela deve continuar a usa-los, apenas com uma modelagem especializada.

Importante que ela não deixe de lado as sua vaidade feminina, e o cuidado que tem com sua beleza e forma de vestir. Não é por que esta grávida que pode ficar largada e usar roupas largas.

Muitas mulheres ainda acham que roupa para grávida é sinônimo de roupa larga e de tamanho maior, quando na verdade é exatamente o contrário, ou seja, ela tem mais é que ficar justa, mas confortável, marcando bem sua nova silueta e corpo, deixando claro que esta sim uma grávida linda e elegante, e não apenas mais gorda e largada.

Fica o convite para que venham ver tudo isto que colocamos acima na prática em uma das lojas da Zazou, seja em São Paulo, que fica na Av, Juriti 433 em Moema (Tel: 11-3846-6511), ou então no Rio de Janeiro, que fica na Galeria do Forum de Ipanema (Tel: 21-2247-4645), ou ainda para o restante do Brasil pela loja virtual ou telefone, com entrega por Sedex na sua casa.

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Dicas de uma Baby Planner dos Itens que Não Pode Faltar nos 3 Primeiros Meses

Pedimos ajuda para a Baby Planner Patricia da Mommy in Bloom (www.mommyinbloom.com.br) para listar para vocês aqui no Blog da Zazou quais seriam os itens indispensáveis nos 3 primeiros meses de vida do seu bebê, para que você possa fazer uma compra do enxoval de maneira mais adequada e os cuidados que tem que tem com cada item. Veja só o que ela nos contou:

• Berço:

Deve seguir os padrões de segurança do INMETRO para que não represente nenhum risco para o bebê

• Carrinho:

Existem muitas opções de marcas e modelos, alguns inclusive já até incluem o bebê conforto. Mas o importante é escolher o carrinho que melhor se encaixe ao estilo de vida da família, e principalmente da futura mamãe. Porém é preciso que sempre tenha cinto de segurança de 5 pontas, e seja fácil de limpar, manusear. Neste sentido a dica é que antes de comprar passeie com o carrinho na loja e faça o teste de abrir e fechar simulando o uso no dia a dia, porque muitas vezes o carrinho pode ser lindo, mas não é prático para o dia a dia da mamãe.

• Bebê Conforto e Cadeirinha de Segurança p/ o Carro:

Pode ser comprado (ou não) junto com o carrinho de bebê, mas o importante é verificar os itens de segurança como o cinto de 5 pontas, e se ele é fácil de manusear para colocar o bebê no carro principalmente pela mamãe.

• Fraldas:

A dica é organizar por tamanho, sendo que não é necessário comprar uma quantidade muito grande de tamanho RN ou P, pois o bebê cresce rápido.

• Aparelho para tirar Leite:

Pode não parecer para muitas, mas é sim uma ótima aquisição, principalmente para a mamãe que planeja continuar amamentando quando voltar ao trabalho. Existem no mercado diversos modelos, sejam eles manuais e ou elétricos, e fica a critério da mamãe. Nossa dica é que os os elétricos facilitam bastante a vida e o retirar do leite materno.

• Mamadeiras:

Pelo menos 4 unidades, que podem ser 3 grandes e uma pequena. Lembrando que o recomendado é o bebê ser alimentado exclusivamente com o leite materno até os 6 meses, segundo a Organização Mundial da Saúde.

• Chupeta:

Pelo menos 4 unidades. Cuidado em verificar a faixa etária indicada na embalagem ao comprar.

• Carregador de bebê (Canguru ou Sling):

Indicados para aqueles momentos onde a mamãe precisa ter as mãos livres, e quando o bebê já está maiorzinho pois ajuda muito.

• Kit de Cuidados Higiene:

Formado por: um cortador unha, uma escova cerda bem macia para o cabelo, mais kit de algodão, álcool 70oC, pomada p/ assaduras, e lenços umedecidos sem perfume, mais sabonete liquido para bebê, e um termômetro. Vai usar tudo isto bastante...

• Banheira do Bebê + assento para banho + tapete antiderrapante c/ ventosas:

Você também pode optar pela banheira portátil para levar em viagens, ou o tummy tube, que imita o útero materno recomendado até os 6 meses.

• Trocador de Bebê:

Para ser colocado em cima da cômoda desde que ele não escorregue ou ofereça risco de cidente para o bebê> Inclusive uma dica importante é que nunca deixar o bebê sozinho no trocador, sem estar segurando ele.

• Babá eletrônica:

Existem vários modelos e marcas, por isto mais uma vez a escolha é feita de acordo com o perfil familiar. A dica é comprar em uma loja que tenha vários modelos diferentes, pois muitas dão interferência, e ai só ir na loja e trocar por outra marca. Ter video é um plus, mas não é obrigatório. Importante é não chiar, para que possa dormir alguns (poucas) horas sem este incomodo da chiadeira.

• Almofada para amamentação:

Pode não parecer, mas é sim um item importante pois auxilia bastante a mamãe se posicionar durante a amamentação.

• Bolsa do Bebê:

Mais um item indispensável para os passeios da mamãe com o bebê. Escolha de preferência uma bolsa grande, onde possa organizar todos os itens do bebê desde fraldas, roupas extras, kit de limpeza, mamadeiras, etc. Uma dica na hora da escolha de uma bem prática para facilitar e deixar as mãos livres da mamãe para manusear o bebê, prefira as mochilas que são super práticas principalmente durante viagens (aeroporto).

Ficamos por aqui, mas na semana que vem, trago mais algumas dicas úteis e práticas da Baby Planner.
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Para ajudar na Amamentação = Dica da Pulseira “Mame Aqui”

Nove entre dez mães se confundem na hora de amamentar e esquecem se a última mamada foi no peito direito ou esquerdo. Fazer o rodízio das mamas é importante para que o bebê possa se beneficiar de todas as fases do leite e cada mãe usa o truque que conhece para “marcar” o peito, que foi oferecido ao seu pequeno por último. Tem mãe que amarra fitinha no dedo mindinho. Mãe que deixa a alça do sutiã em posição diferente ou que deixam aberto. Outras que fazem marquinhas com caneta na mão e algumas que levantam a barra da calça. Criatividade e truque é o que não falta... Mas a dica que quero dar é que para facilitar a vida das mamães, a Carlotha Bolota lançou a charmosa pulseira "Mame Aqui". Ajustável, a pulseira é de elástico e vem com um descolado pingente de aço com um pezinho de recém-nascido gravado.
Disponível nas cores preta e bege, a Mame Aqui custa R$ 30, e é vendida somente no site da marca: www.carlothabolota.com.br e em breve também nas lojas da Zazou... Lembrando ainda, de que a Zazou tem para venda em nossas lojas em SP e Rio, toda uma linha de lingeries com sutiãs próprios para amamentação, das melhores marcas e pelos melhores preços.
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Forma Correta de Carregar os Bebês

Uma dúvida comum das futuras mães, e por que não pais também, é como cerregar seus bebês recém nascidos? Saibam de que ps médicos dizem sempre de que não existe uma única forma correta de passear com o bebê, mas é preciso ficar atento a alguns cuidados. Até os seis meses, em média, o bebê não tem capacidade de sustentar a cabeça, por isso é preciso que os pais, ao pegá-los no colo, deem sempre um apoio com as mãos. A falta desse apoio pode provocar lesões ou dificultar o adequado desenvolvimento músculo-esquelético (os músculos e o esqueleto são essenciais na sustentação do corpo).
Forma Correta de Carregar os Bebês
A dica vale também para os momentos em que os bebês são transportados em cadeirinhas, slings (tecido que fica amarrado ao corpo) e o chamado canguru (tipo de cadeira que fica presa ao tronco do adulto, como a bolsinha onde o canguru leva os filhotes, daí o nome!). Quando carregadas assim, os bebês até seis meses também devem estar com a cabeça amparada.
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Video = Reflexões sobre a maternidade

Se você pudesse voltar no tempo, até pouco antes de ter seu primeiro filho, o que diria a si mesma? Com a palavra no vídeo abaixo, as mães e suas reflexões sobre a maternidade...
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Veja como voltar à forma depois do parto, mas sem neurose e nem exageros

Logo depois de ter dado à luz, a mulher comum vê notícias sobre alguma celebridade que surgiu magérrima semanas após o parto. A reação à foto é dúbia. De um lado, há a desconfiança de que a famosa amamente montada na bicicleta ergométrica. De outro, inveja ao pensar que ela mesma vai demorar meses antes de se reencontrar com o jeans favorito.
"Emagrecer é mais difícil para as novas mães por conta do contexto social", diz a nutricionista Cynthia Antonaccio, da Equilibrium Healthy Food.
Ela enumera: a licença-maternidade, que põe a mulher o dia inteiro perto da geladeira, o hábito de comer a sobra de comida que a criança deixa, as festas infantis e a falta de tempo para exercícios são alguns sabotadores da volta à silhueta. Há "excesso de autoindulgência" no comportamento das novas mães, diz Andrea Santa Rosa, membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Institute for Functional Medicine (EUA).
"Muitas mulheres usam a gravidez ou a amamentação como justificativa para fazer atrocidades alimentares que elas não se permitiriam em outras fases da vida. Depois do parto o corpo 'quer' emagrecer, é natural que volte ao peso anterior, mas você também não pode fazer de tudo para impedi-lo", diz.
Para a apresentadora Angélica, que voltou ao seu peso (53 quilos) seis meses após o nascimento do segundo filho, o segredo é o equilíbrio.
"As prioridades mudam. Você passa a se preocupar mais com o bebê, a madrugada é pontuada por mamadas, você não dorme muito bem, fica com menos disposição nessa fase. Tudo tem seu tempo", diz ela, que fez drenagem linfática até no dia do parto e muita dieta e malhação logo depois.
A mulher que ganhou entre nove e 12 quilos na gestação deve recuperar o peso anterior em cerca de seis meses. Quem engordou mais pode levar até nove meses para perder os quilos extras, segundo o obstetra Paulo Martin Nowak, da Unifesp. O ideal para emagrecer com saúde nessa fase é perder até um quilo por semana, segundo a nutricionista Cynthia Antonaccio. Quem manteve o peso adequado na gestação e se alimentou bem pode perder os quilos extras só com o gasto calórico do aleitamento. É o caso de Amanda Agostini, 28. Dois meses após a chegada de sua filha, a publicitária já havia recuperado seu peso. Na gravidez, ganhou só os dez quilos recomendados e fez caminhadas. Hoje, três meses depois do parto, não faz dieta. Seu único exercício é passear com a filha pelas ruas do bairro. Tanta facilidade, no entanto, foi possível porque antes da gravidez Amanda corria e nadava: "Agora fico cansada só de pensar em exercício. Quando tenho tempo livre quero mais é descansar". Mesmo quem não teve dificuldade para perder os quilos a mais deve praticar algum exercício leve. A atividade física ajuda a superar outros percalços do pós-parto, como a queda abrupta na quantidade de hormônios, que pode levar a mulher a comer mais ou a se sentir "feia". Além disso, a distensão sofrida pela pele da barriga pode causar estrias e flacidez; o útero ainda dilatado faz com que a postura permaneça como na gravidez, com a barriga projetada para frente e o bumbum para dentro. A falta de preparo físico faz com que muitas mães sintam dores nas costas e nos braços. Magrinha e sedentária, a redatora Luciane Zardo, 31, pretende fazer pilates para se livrar das dores de coluna: "A gente fica o tempo inteiro com a coluna projetada para frente para cuidar do filho, uma hora começa a doer".
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Video = Pediatra dá dicas para as mães sobre cuidados com recém-nascidos

No vídeo abaixo um pediatra dá dicas para as mães sobre cuidados com recém-nascidos, explicando e dando dicas práticas sobre amamentação, cólicas e sono dos bebês.
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Para que serve uma doula pós-parto?

Já haviamos comentado aqui da importância de uma Doula no parto, mas será que ela também pode ser útil no pós-parto? O parto constitui-se num processo de transição que coloca um ponto final no estado da gravidez e dá início ao puerpério ou pós-parto. Durante os longos meses de gestação, a mulher foi se adaptando às transformações internas e externas que ocorriam lenta e gradualmente. Todos à sua volta eram-lhe solícitos aos seus desejos e cuidados, ela era o centro das atenções. Com o nascimento do bebê, nasce uma família. As mudanças são bruscas e tudo muda em sua vida. Ocorre, então, uma mistura profunda de sentimentos: alívio e euforia por já terem passado pela experiência do parto e por ter sido constatado que o bebê nasceu perfeito e saudável, o que aumenta sua autoconfiança por ter sido capaz de procriar bem. Quando o bebê é apresentado aos pais, todas as atenções se voltam para ele. Muitas vezes surgem sentimentos de frustração com o filho, por ser diferente do idealizado seja pelo sexo ou mesmo pela aparência física, ou até mesmo um diagnostico de alguma patologia. Ao olharem para aquele ser tão pequeno e indefeso, totalmente dependente e ainda desconhecido, é que os pais sentem o profundo impacto do compromisso assumido para toda a vida, o que os torna fragilizados e assustados. A mãe neste período passa por diversas angustias: 1) A Amamentação: Vou ter leite o suficiente? Até quando amamentar? Vai doer? Vou agüentar acordar e amamentar?, 2) Estar sozinha: Os medos de assumir responsabilidades, visitas e comemorações afetam esta angustia a fazendo ficar com mais perguntas ao seu redor, 3) O corpo: Confronto com o corpo atual é um aspecto difícil a ser superado, pois já havia se acostumado com a imagem do corpo grávido, um vazio dentro dela que não sabe por que sente, 4) Abstinência sexual: Vem fortalecer o sentido de fealdade na mulher, de perda da sensualidade e do poder de sedução e que a leva, muitas vezes, a suspeitar da fidelidade do companheiro. Estes e ainda outros fatores, como: fadiga, prisão de ventre, depressão, sangramentos, desconfortos e contrações, que nos faz observar que, o pós-parto é um período muito delicado, porém riquíssimo em aprendizagens.
Para que serve uma doula pós-parto?
A doula pós-parto faz o que for necessário para que a mãe possa cuidar e apreciar o seu novo bebê, prestando apoio emocional e físico. Apoia a mãe e os restantes membros da familia a transmitirem calmamente para a sua nova situação familiar. No pós-parto, além de mãe de mãe a doula é também mãe da família, cuidando desta no seu todo e apoiando cada elemento. Os serviços variam de acordo com as necessidades da mãe. Amamentação, cuidados com a rotina domestica e a cuidar dos outros filhos do casal, informações sobre puericultura e ajudar o parceiro e outros filhos do casal a apoiar a mãe. A doula encoraja a mãe a cuidar de si mesma e do seu bebê, para que ambos passem mais e melhor tempo junto, verifica também se a mãe esta bem alimentada, hidratada, confortável, ajudando–a no puerpério. Se ficou interessada neste tipo de ajuda para você também, fica a dica da Mércia Nelly de Morais, que aos 30 anos é fisioterapeuta e coordenadora do projeto Recanto Mãe Coruja. Pode entrar em contato com ela pelo email: recandomaecoruja@gmail.com.
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9 motivos para ter um filho

Vejam abaixo uma lista de 9 motivos para ter um filho: 1) Realização pessoal: Sonhar que uma criança complemente o universo familiar faz com que casais optem por ter filhos. O sentimento de ser pai ou mãe é intraduzível, é um amor que você não sentirá por nada ou ninguém, é singular. O casal se ama tão imensamente que quer ter um filho para ver o amor de um pelo outro se refletir em futuras gerações. 2) Adorar crianças: Há quem cuide dos filhos dos outros por anos a fio sem reclamar. Algumas mulheres, desde a infância, gostam de crianças e se veem como mães desde pequenas. 3) Religião: A religiosidade tem e teve como princípio o sexo com a função de procriação. A visão da mãe com o amor incondicional também faz com que este modelo de comportamento seja admirado e aceito pela maioria. 4) Vaidade ou orgulho: A mulher grávida é enaltecida pela sociedade e, para ela, tudo pode. Inclusive, ter desejos descabidos e fora de hora. “A mulher que não tem filhos é vista por alguns como alguém que apresenta problemas físicos ou psicológicos. Algumas pessoas dão demasiada importância ao que os outros pensam”, diz Sueli. 5) Valores morais e éticos: Segundo o modelo considerado adequado pela sociedade, a vida só teria sentido quando se cria uma família com filhos, seguindo o padrão familiar em que a maioria foi educada. Além da pressão social, os próprios amigos e parentes cobram o casal para ter filhos. 6) Realizar-se por meio dos sucessores: Querer dar aos filhos o que não teve ou ganhou dos pais, assim como projetar expectativas e sonhos não realizados na criança, também pesa. Dar melhores condições aos filhos faz com que o casal sinta-se útil. 7) Projeto de vida: Ser bem-sucedido profissionalmente, comprar um apartamento e se tornar pai ou mãe. Há casais que planejam todos os detalhes do futuro, incluindo o projeto de ter filhos. 8) Amor incondicional: Sente aquele desejo de ver a barriga crescer ou de acompanhar a evolução de uma pessoa que depende exclusivamente de você? Então você tem muita vocação para criar uma criança e vai ter o maior prazer em ensinar os primeiros passos e as primeiras palavras. Amar um ser mais do que a si próprio ou qualquer outro amor que passou pela vida é uma experiência realmente especial. 9) Simplesmente quer: Há pessoas que nunca cogitaram a hipótese de viver por anos sem ter filhos e, desde pequenas, sabiam que um dia os teriam. Essa pode ser uma necessidade biológica e psicológica.
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Será que existe o momento certo para ter filho?

Você quer ser uma profissional de sucesso, ser chefe, alta executiva. Mas também quer engravidar e ser mãe! Diante disso vem aquela venha pergunda e dúvida que será que existe um momento certo para gerar o primeiro filho, sem que isso atrapalhe demais o curso da carreira? Todos os especialistas concordam em um ponto: não há regras...
“É um olhar muito pequeno ficar subordinando a vida pessoal à vida profissional”, afirma a sócia-diretora da FM Consultores, Fátima Motta.
Para Fátima, as mulheres precisam entender que maternidade e carreira não necessariamente devem ser vistos de forma separada. Pois sim é possível administrar estas duas esferas da vida, sem que uma prejudique a outra.
“A mulher não deve pensar que a gravidez vai atrapalhar sua carreira. Tudo se ajusta, é apenas uma questão de flexibilidade”, diz.
Para aquelas profissionais que pensam em esperar uma promoção ou assumir determinado cargo ou ainda ter terminado a pós-graduação, Fátima faz a seguinte consideração: depois de um objetivo, sempre virá outro e, se você sempre postergar a maternidade para atingir suas metas profissionais, é possível que se arrependa de ter conquistado determinados objetivos e de nunca ter tido um filho. Mas o que você quer? O mais adequado, portanto, é observar o seu momento, o que você quer. É consenso entre os especialistas que cada caso é um caso. A coach de carreira, Daniela do Lago, também fala do difícil dilema: “enquanto o relógio biológico vai chegando ao fim, a carreira está apenas começando”. Assim como Fátima, Daniela acredita que a mulher deve sentir o que para ela é o mais adequado naquele momento. Mesmo porque é, sim, possível ter uma carreira bem-sucedida e engravidar. De acordo com o professor do curso de Gestão em Recursos Humanos da Veris Faculdades, Cristiano Luiz Rosa, as próprias empresas já mudaram bastante esse pensamento de que o filho atrapalha a trajetória profissional da mulher. Rosa, porém, dá algumas sugestões às mulheres que estão pensando em ter seu primeiro filho. Já ter definido qual a área que você pretende atuar, ter terminado pelo menos a graduação e ter certo tempo na mesma empresa, podem tornar esse momento mais tranquilo. Caso tenha acabado de receber uma promoção, pode ser interessante esperar estar mais adaptada às novas funções e às novas demandas. É importante ponderar se você terá tempo de se dedicar à maternidade, principalmente quando acaba de iniciar uma nova posição. Mas não deixe que essa ou aquela questão profissional faça você postergar o desejo de ser mãe por muito tempo. Lembre-se ainda de que “o elástico da carreira é um pouco maior do que o de mãe”, como diz a coach Daniela. Na prática, a carreira tem um tempo muito mais longo do que o relógio biológico.
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Maternidade X Vida Profissional = Dá para Conciliar?

Seu primeiro filho nasceu. No início, tudo é lindo e perfeito. A mãe acompanha os primeiros meses do pequenino que é tão dependente e frágil. Até que chega ao fim o período da licença-maternidade e a mamãe precisa voltar a sua rotina profissional. Se você ainda não passou por esse dilema, com certeza um dia vai passar. Por mais amor que tenhamos pela profissão que escolhemos, deixar os filhos em casa é sempre uma decisão complicada. Bate aquela dúvida: continuo trabalhando, ou abro mão por um tempo para me dedicar à criação do meu bebê? Claro que essa decisão envolve vários fatores, entre eles o financeiro. Por isso, vale analisar a situação com cuidado para encontrar a melhor saída.
Maternidade X Vida Profissional = Dá para Conciliar?
Veja o caso da Sabrina Dantas, de São Paulo, que deixou de trabalhar há cerca de dois anos. O motivo foi a sua primeira gravidez.
“Estava tentando engravidar há muitos anos e, quando aconteceu, foi maravilhoso. Sempre tive o sonho de ser mãe. Quando consegui, me foquei somente na minha filha.”
Sabrina trabalhou por sete anos na empresa da família. Por isso, assim que soube da gravidez, se desligou e resolveu se dedicar ao momento e à pequenina que estava por vir.
“O fato de trabalhar com minha família tornou bem mais tranquila a possibilidade de ficar em casa para cuidar da minha filha.”
Há pouco tempo, Sabrina perdeu o pai em um acidente. Depois do ocorrido, ela resolveu que voltaria a trabalhar. No entanto, o retorno durou apenas um mês e meio. Logo ela percebeu que ainda não consegue ficar muito tempo longe da filha, que hoje está com 1 ano e 2 meses.
“Vi que não daria certo, pois minha filha precisa muito da minha atenção. Eu ainda amamento e faço questão de continuar amamentando até o momento em que sentir que ela precisa disso.”
Sabrina não se arrepende de sua decisão.
“Se eu pudesse, não voltaria mais a trabalhar. Sinto-me muito realizada como mãe e quero estar presente em todos os momentos importantes do desenvolvimento da minha filha. Mas a parte financeira sempre fala mais alto. Por isso, espero voltar a trabalhar quando me sentir segura para deixar meu bebê aos cuidados de outras pessoas.” “Não queria terceirizar a criação e educação da minha filha”
Veja também o caso da Isabela Kanupp, de Campinas (SP), que também deixou seu trabalho para se dedicar à maternidade, mas deu um jeitinho de unir um pouquinho da vida profissional com sua nova “carreira” de mãe.
“A logística para continuar a trabalhar fora com crianças pequenas é muito complicada. É escolinha, babá, uma diarista para manter a ordem... Eu queria uma vida simples, mandar na minha casa, na minha vida e nos meus horários.”
Isabela trabalhava na empresa dos sogros e, desde a metade de sua gravidez, não voltou mais. Hoje, ela organizou sua rotina para trabalhar em casa.
“Foi uma escolha que eu fiz. Acredito que você tem que colocar na balança para ver se vale a pena ou não voltar a trabalhar fora.”
Com sua logística montada, Isabela encontrou o estilo de vida que a faz feliz e realizada como mãe e como profissional.
“Sou muito feliz. É aquela escolha que eu não me arrependo nem um pouco. Ver seu filho crescer, acompanhar cada passo, cada descoberta de perto, não tem preço.”
Cada situação é uma, mas vale repensar e ver o que de fato vai falar mais alto. Com certeza, não é fácil para nenhuma mãe deixar seu pequeno em casa e sair para trabalhar, mas às vezes é a solução. No entanto, não deixe de pensar bem e conversar com seu marido. Juntos, vocês vão encontrar uma solução ideal para o impasse. E poderão curtir esse momento tão especial na vida de vocês.
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Video = Sala de Apoio à Amamentação

Veja no vídeo abaixo realizado pelo Ministério da Saúde, que mostra os benefícios do apoio à mulher que esta amamentando, e seus direitos de que a empresa tem de disponibilizar para montar uma sala de apoio à amamentação.
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Etiqueta nas Visitas aos Recém Nascidos na Maternidade e em Casa

Queria trazer aqui para este blog que é um assunto delicado, que é em relação as visitas aos bebês recém nascidos, seja na maternidade, seja já na casa dos recentes pais. Pois infelizmente muitas visitas não tem a real idéia de como se portar nesta situação, e acabam cometendo uma série de gafes básicas...
Etiqueta nas Visitas aos Recém Nascidos na Maternidade e em Casa
Quando é melhor ir? Que horário? O que levar de presente? Levar crianças ou não? Queria então trazer uma lista de tópicos elaborado pela Constance Zahn para podermos pensar melhor no assunto. Espero que ao abordá-los possa auxiliar muitos papais, mamães e visitas. 1) Existem maternidades nas quais os familiares podem acompanhar a gestante na enfermaria e posteriormente em uma grande janela, assistindo ao parto, lembre-se esse é um momento delicado e não uma partida de futebol. 2) Antes de ir visitar o bebê avise os pais e nunca apareça de surpresa. Nesse momento a mamãe estará se recuperando do parto (cirúrgico ou não) ao mesmo tempo em que se adapta à nova rotina. 3) Atenção ao tirar fotos do bebê (e da mamãe). Um festival de flashs não é muito agradável para quem acabou de nascer. E lembre-se antes de publicar qualquer foto ou vídeo comunique os pais. 4) Limite a visita ao tempo de 15 minutos e não leve um batalhão de gente com você. Quando o bebê estiver em casa também seja breve e nunca apareça sem avisar. 5) Parcimônia e elegância com relação às lembrancinhas da maternidade. Nada de exageros. 6) Evite partilhar todas as desgraças que aconteceram com você ou com aquela conhecida que quase morreu no parto, que teve todos os problemas para amamentar etc. Esse é o momento para boas histórias e dividir aprendizados. 7) Não preciso nem dizer que não se deve pedir para mamãe para pegar o bebê recém-nascido. Mas caso, depois de pelo menos um mês, ela o deixe segurá-lo, sempre esteja com as mãos limpas. 8) Quando o bebê chegar em casa espere ao menos 30 dias para visitá-lo e ligue antes perguntando qual melhor momento para a visita. 9) Nunca apareça na casa do papai e da mamãe para tomar café, almoçar ou jantar. Lembre-se os pais estão muito atarefados para se preocupar em fazer comida e lavar ainda mais louça. É muito gentil de sua parte levar um bolo, uma torta ou até mesmo um pouco de comida. Faça aquele seu prato predileto e o leve com você. 10) Evite contato físico com o bebê, beijar nem pensar e se você estiver doente nem sonhe em visitá-lo. 11) Ajude os pais. Ofereça-se por exemplo, caso tenha disponibilidade, para ”fazer” a feira ou mercado para o papai e a mamãe. Quase ninguém se lembra disso, mas é muito importante. 12) Se tiver filhos pequenos, oriente-os antes das visitas para se comportarem. 13) Não faça visitas tarde da noite, é gentil que sejam feitas no máximo até as 20h. O bebê precisa dormir e geralmente depois de ser visitado fica agitado. 14) Guarde suas superstições com você: quebrante, moeda no umbigo, visita menstruada, leite fraco, a necessidade de chazinhos e água para o bebê (antes dos 6 meses) são lendas. Deixe que a mamãe amamente sossegada e exclusivamente seu bebê até ele completar 6 meses e respeite a maneira dela criar o filho. 15) Não organize por conta própria festas de boas vindas para o bebê. O papai e a mamãe devem pensar em fazê-las convidando quem desejarem e no momento mais oportuno. 16) Cuidado com os presentes e lembranças para o Bebê e a Mãe que for levar, pois muitas maternidade não permitem por exemplo comida ou flores no quarto da grávida. 17) Organize visitas com pequenos grupos, evitando assim confusão e barullho na maternidade, que muitas vezes não permite que entrem todos ao mesmo tempo no quarto. Não é uma festa, 18) E por fim (para a mamãe), não acorde seu bebê caso ele receba alguma visita, a prioridade é o bem estar dele. Se ele quiser mamar comunique que irá se ausentar e que retorna assim que terminar a mamada, as pessoas certamente entenderão que esse é um momento íntimo muito importante para a mamãe e o bebê. E você tem mais alguma dica para complementar a lista?
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Video = Dicas sobre a alimentação da futura mãe durante a amamentação

Veja no vídeo abaixo algumas dicas práticas bem legais e úteis da nutricionista Mariana Marques Negrão da Pro Matre, que fala sobre a alimentação da gestante durante a amamentação.
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I Encontro Aleitamento Materno Solidário AMS Brasil

Queria comentar aqui com vocês a respeito do primeiro Encontro Aleitamento Materno Solidário AMS Brasil, cujo tema central escolhido é "Amamentação em 3D: uma experiência que veio para ficar!". Assunto que a Zazou já apoia há muito tempo e sempre dá o destaque que merece. Por isto queria recomendar o evento que acontece no dia 6 de Agosto, que é um sábado, aliás no mesmo dia do Day Spa da Gestante que estamos também organizando. Será no auditório da Livraria Saraiva Mega Store no Center Norte das 10 às 17hs. Veja só a agenda e programação: 1) ABERTURA = 10:00hs Apresentação da AMS Brasil: Sua história, missão, objetivo e impacto na rede social do Facebook e no mundo. Com Simone de Carvalho: Fundadora da AMS Brasil 2) Palestra com Grasielly Mariano = 10:30hs "O que falta para o Brasil amamentar mais e melhor" 3) DISCUSSÃO 11:30hs Pergunta á Mesa e Respostas aos Congressistas. 4) Almoço: 12:00hs ás 13:30hs 5) Palestra com o Dr. José Martins Filho 14:00hs "A Criança Terceirizada" 6) DISCUSSÃO 15:00hs Pergunta á Mesa e Respostas aos Conferencistas 7) AGRADECIMENTOS 16:30hs Simone Tenório de Carvalho 8) ENCERRAMENTO Fechamento com a exposição de vídeo de depoimentos de mães da comunidade sobre dificuldades e superações no Aleitamento Materno. Sorteios Sessão de Autógrafos com os palestrantes. Lembrando de que neste ano de 2011, a Semana Mundial de Amamentação traz uma abordagem temática de extrema pertinência: Uma experiência 3D. Não faz muito tempo que o Brasil se tornou uma potência em termos de aleitamento materno. E nossos índices ainda estão bem longe dos objetivos propostos pela Organização Mundial de Saúde. Hoje, embora sejamos o país que mais abriga Bancos de Leite Humano, o desmame precoce ainda é uma assustadora realidade. Assusta porque as causas que levam a mãe brasileira a desmamar são facilmente prevenidas com boa orientação e acompanhamento profissional desde a gestação. Mãe que recebe apoio, orientação, informação é a nossa mãe “empoderada”. É essa mãe que vai chegar à maternidade já sabendo, no mínimo, a teoria da amamentação. A empoderada é capaz de identificar um problema, saber como solucioná-lo e, quando não consegue, tem forças e motivação para buscar ajuda imediatamente, sem desmamar ao sinal da primeira dificuldade. Não há dúvidas de que a internet se tornou uma poderosa ferramenta para educar em saúde, uma vez que favorece estratégias, divulgação de campanhas, disponibiliza mais facilmente as publicações científicas, proporciona levantamento de necessidades de treinamento e até ajuda a identificar riscos, além de agilizar o compartilhamento de dados entre cidades, estados, países. A internet é SIM uma aliada para fazer pomoção, prevenção e suporte – O grupo Aleitamento Materno Solidário no Facebook é a maior prova de sucesso desta experiência em 3D. Hoje, a comunidade virtual é administrada pela fundadora, e pedagoga, Simone de Carvalho e pela enfermeira consultora em amamentação Grasielly Mariano, as quais disponibilizam ajuda em tempo real e contam com o importante auxílio de todos os seus membros. A ajuda é de mãe para mãe, de profissional para mãe e até de mãe para profissional! É um espaço para educar e aprender, uns com os outros. Em comemoração a este tema tão especial da Semana Mundial de Amamentação 2011, a AMS estará mais perto de mães, pais, avós, tias, profissionais de todas as áreas em um evento singular, que promete não só enriquecer conhecimentos, mas principalmente sensibilizar os participantes para a causa do prolongamento da prática de amamentação. Não perca a oportunidade de ouvir o renomado médico pediatra Dr. José Martins Filho, autor do livro A Criança Terceirizada e a Enfª e consultora em amamentação Grasielly Mariano, autora do livro Socorro, eu não sei Amamentar! É preciso unir forças para que o 3D continue a ser um meio mais educador do que deseducador. Que nossas mães amamentem mais e melhor! Faça já a sua inscrição gratuita – vagas limitadas! Para isto basta enviar seu nome, endereço, telefone, profissão, instituição para a qual trabalha para o e-mail conferenciaams@hotmail.com​. Você receberá um e-mail que confirmará a sua inscrição.
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Amamentação pode diminuir risco de enfarte

Você sabia de que as mães que amamentam seus filhos por um ano podem reduzir o risco de enfarte em 13%? E o número pode até chegar a 37% quando o tempo de amamentação ultrapassa os dois anos! Pelo menos foi o que concluiu um recente estudo publicado no American Journal of Obstetrics & Gynecology, que traz a primeira evidência de que o tempo acumulado de amamentação pode influenciar a saúde cardiovascular no longo prazo.
Amamentação pode diminuir risco de enfarte
O estudo foi realizado com 89,326 mulheres cujo último filho tivesse nascido até 30 anos antes. Dessas, 63% já haviam amamentado. Os pesquisadores levaram em consideração fatores como idade, número de partos, peso, histórico familiar, dieta e sedentarismo. Uma das hipóteses levantadas pelos cientistas é que a amamentação tenha um efeito antiestresse de longa duração por conta da produção do hormônio oxitocina, que melhora a resposta ao estresse. O aleitamento materno também contribui para que a mulher recupere seu perfil metabólico pré-gravidez. Durante a gestação, a quantidade de gordura visceral, a resistência à insulina e os níveis de lipídios e triglicérides aumentam no organismo feminino, prejudicando seu coração e sobrecarregando o sistema cardiovascular da mãe. A pesquisa aponta que isso pode ser contornado quanto mais a mulher amamentar.
Linha de Roupas para Amamentar da Zazou
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Volta da Maternidade = Dicas para Organizar a Nova Rotina da Família

Com a chegada do bebê tudo muda! Antes da maternidade é fácil conciliar vida de casal com trabalho, estudos, prática de esporte, lazer e até a macarronada com a família aos domingos! Na volta da maternidade com o bebê no colo e muitas novidades é normal os pais ficarem perdidos na organização de tempo, aliás qual tempo? Volta da Maternidade Organizar a nova rotina da família é uma aventura e não é só o casal que precisa disso, o bebê também. Saber o que acontecerá funciona como um efeito calmante para o pequeno. Na hora em que tudo parece estar fora do lugar mantenha o bom humor e não sejam tão exigente consigo. Errando e acertando, você encontrará o caminho. Lembrem-se que a família está se adaptando a uma nova vida. Sejam os pais que vocês podem ser e não o que os outros esperam. Preparar-se é fundamental, por isso veja algumas dicas da Denise Gurgel Barboza, que é Fisioterapeuta Materno-Infantil especialista em Shantala (www.cursoshantala.com.br), para que os primeiros dias do bebê em casa deixem boas saudades: 1) Consulte-se com uma nutricionista para elaborar um cardápio para o pós parto, é comum as mamães se preocuparem com a alimentação durante a gestação e no pós parto liberarem tudo. Depois sofrem com as cólicas dos bebês, aliás nessa fase você precisa de uma dose extra de energia e alimentar-se bem é fundamental; 2) Que tal deixar algumas refeições congeladas um pouquinho antes do bebê nascer tornará sua vida mais prática e você terá mais momentos livres para descansar; 3) Não exija demais de si e não ultrapasse seus limites físicos e emocionais. Nada de dar uma de super mãe, peça ajuda, não espere alguém lhe oferecer; 4) Licença a maternidade é para você curtir o bebê e não para organizar os armários em casa. Nada de querer mexer naquela papelada que há anos está no armário; 5) Que tal escrever um recadinho para os amigos dizendo que o seu bebê logo nascerá e que em breve você chamará cada um para visitá-los. Eu chamo isso de resguardo de visitas! Receba-as de forma gradual na maternidade e em casa, os recém-nascidos são delicados e tem atividade imunológica baixa nos primeiros meses. Precisam de mais atenção nessa fase de adaptação com a amamentação e geralmente não têm hora para mamar; 6) Nos intervalos das mamadas, enquanto o bebê dorme, aproveite para descansar. Repousar é fundamental para se recuperar do pós parto e aumentar a produção de leite; 7) Quando o seu obstetra liberar, tente praticar exercícios começando com alongamentos e caminhada leve. Uma boa forma de conciliar tudo é sair com o bebê enquanto ele toma o banho de sol.
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Palestras sobre beleza e saúde em homenagens às futuras mães

Esta fica é para as futuras mães cariocas com um convite para uma palestras sobre beleza e saúde em homenagens às mães, que estamos apoiando. Como já é tradição, o Vida – Centro de Fertilidade da Rede D’Or presta uma homenagem às mães e futuras mamães todo o mês de maio com um evento especial dedicado a elas. Mas este ano o presente vai ser ainda maior! O Vida se uniu a outras duas clínicas que cuidam da saúde e beleza das mulheres para oferecer um encontro ainda mais repleto de dicas e surpresas. A COI - Clínicas Oncológicas Integradas, o Vida – Centro de Fertilidade da Rede D’Or e a Clínica Beaux vão oferecer às mães e futuras mamães um delicioso café da manhã, acompanhado de palestras sobre saúde e muitos brindes. Será no próximo dia 7 de maio, sábado que vem, das 9h30 às 12h, no auditório do MD.X Barra Medical Center. Veja abaixo os temas que a agenda vai abordar. 1) Hábitos saudáveis e prevenção da saúde: Com o Dr. Ronaldo Silva, da COI - Clínicas Oncológicas Integradas 2) Como a mulher moderna pode preservar sua fertilidade: Com a Dra. Maria Cecília Erthal, especialista em reprodução humana, do Vida – Centro de Fertilidade da Rede D’Or 3) Saúde e beleza da pele na gravidez: Com a Dra. Paula Raso, dermatologista da Clínica Beaux Ficou interessada em participar sem qualquer custo deste evento? Pois saibam de que as inscrições gratuitas, podem ser feitas previamente pelo telefone (21) 3282-7800, dizendo que são convidadas da Zazou. Para quem não sabe, o MD.X fica na Av. das Américas, 6.205 na Barra, e o Auditório no subsolo. Nos vemos por lá! Palestras sobre beleza e saúde em homenagens às futuras mães
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Capa de Amamentação em Público da Baby Moment À Venda nas Lojas da Zazou em SP e Rio

Quer amamentar em público com discrição e charme? A dica é para que use as capas de amamentação, super confortáveis para você e seu bebê.
Capa de Amamentação do Baby Moment na Zazou
Nem toda mãe é desinibida o suficiente para sentar em um lugar público e dar o peito para o bebê ali, na frente de todo mundo. Quando estamos fora de casa, a amamentação, momento tão íntimo e gostoso, acaba virando um tormento, não só constrangedor pra a gente, como para os outros também. A solução de algumas mães é cobrir o bebê com uma fraldinha comum, mas ela nem sempre resolve e geralmente atrapalha, porque escorrega e fica difícil de segurar tudo ao mesmo tempo. Só quem já passou por isso para entender o problema que é... Foi por isso que uma mãe experiente no assunto criou essa capa bem simpática. Feita de algodão e com estampas lindas, a capa mantém a sua privacidade e conforto. O melhor de tudo é que ela tem como diferencial em relação a outras cópias mais baratas uma gola especial com estrutura rígida que permite o contato visual entre mãe e filho. Fazer isso é muito melhor do que se esconder no banheiro ou sacar a mamadeira.
Capa de Amamentação do Baby Moment na Zazou
Além de uma linha de roupas próprias para amamentação, e de diversos modelos de sutiã de amamentação das principais marcas, a Zazou também oferecer as futuras mães a capa de amamentação da marca Baby Moment, pioneira deste produto no Brasil, que permite que as mães possam amamentar seus bebês em público com um pouco mais de privacidade e segurança, mas sem perder o estilo.
Capa de Amamentação da Baby Moment À Venda nas Lojas da Zazou em SP e Rio
Venha conhecer pessoalmente estes diversos produtos de amamentação em uma das lojas da Zazou em Sâo Paulo (11-3846-6511) ou no Rio de Janeiro (21-2247-4645).
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Desenvolvimento bucal do bebê

É importante ressaltar a importância da amamentação, pois além dos benefícios para a saúde física e psicológica, a sucção estimula o crescimento dos ossos da face, a formação da arcada dentária e o correto posicionamento da língua do bebê.
Mamadeira
Caso seja necessário o uso de mamadeira, opte pelos bicos ortodônticos de silicone. Eles são menos prejudiciais, pois o tamanho do orifício do bico é menor e sua posição ajuda a criar um movimento de sucção parecido com o que o bebê faz quando mama no seio materno. Além disso, o material deforma menos e facilita a limpeza, acumulando menos restos de alimentos e micro-organismos. A posição correta para dar a mamadeira é a mesma da amamentação no seio.
Chupeta
O uso da chupeta ainda é muito controverso, pois já foi comprovado que ela acalma o bebê, porém o uso diário indiscriminado por um longo período pode prejudicar a fala, a deglutição, a fonação, além da estética, trazendo muitos malefícios para a saúde bucal do seu bebê. Caso você decida dar chupeta, escolha os bicos ortodônticos e não a deixe pendurada na roupinha dele. Use para acalmá-lo e fazê-lo dormir, mas assim que ele dormir retire a chupeta. Se tiver que escolher entre deixar o bebê usar chupeta ou chupar o dedo, escolha a primeira opção, pois é um hábito mais fácil retirar depois. Antes de o bebê nascer você pode marcar uma visita ao odontopediatra, que é o dentista responsável por cuidar da saúde da boca das crianças. Ele irá orientá-la sobre os cuidados necessários com a higiene bucal do bebê.
odontopediatria
Um bom momento para retornar ao odontopediatra é quando os dentinhos começarem a despontar. Seu filho começará a salivar bastante, a coçar a gengiva e ficará mais irritadiço. Existem vários tipos de mordedores, que aliviam o desconforto. Os que vão à geladeira são ótimos, pois têm efeito anestésico. Outra boa opção é passar chá de camomila concentrado e gelado sobre as gengivas com uma gaze. Há outras opções para aliviar o incômodo em farmácias, mas peça orientação para o pediatra ou odontopediatra antes de comprar.
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Amamentar impede nova gestação?

Mulher que está amamentando não corre o risco de engravidar. Certo? Nem sempre... O elevado índice de hormônios presentes no organismo feminino após o parto é necessário para viabilizar a amamentação e isso, na teoria, seria capaz de impedir a ovulação. Mas, na prática, algo pode dar errado. Uma pesquisa recente confirma o que muitos médicos já testemunharam em sua experiência clínica. A gravidez pode acontecer até três semanas após o parto. O estudo, que acaba de ser publicado na revista científica “Obstetrics & Gynecology”, é uma análise de diversas pesquisas com mulheres após o parto. A amamentação impede a ovulação quando é dado leite ao bebê várias vezes ao dia, cerca de seis vezes. Menos que isso, o risco de ovular (e de engravidar) é maior.
Amamentação

Se a mulher não amamentar, o risco de engravidar pode existir logo na terceira semana após o parto, de acordo com o estudo publicado na revista científica. Contudo, a ovulação começa a se tornar mais frequente entre mulheres a partir da sexta semana pós-parto.

Mas não pense em sair tomando qualquer pílula anticoncepcional. Isso porque a maioria delas tem estrogênio, hormônio que apresenta índices elevados no organismo feminino por meses após o parto. Essas pílulas são contraindicadas.
“A mulher deve tomar uma pílula de progesterona”, recomenda Machado. Este tipo de medicamento é seguro para os meses pós-parto e igualmente eficaz. “Se a mulher estiver amamentando, as pílulas de estrogênio podem prejudicar a qualidade do leite”, alerta o médico da Febrasgo. O excesso do hormônio interfere nas proteínas do leite.
Outros métodos contraceptivos também podem ser adotados, como preservativo, DIU e injeções de progesterona. Mas, antes disso, o ideal é que a mulher fique alguns dias sem atividade sexual até uma avaliação ginecológica. Existem dois tipos de pílula de progesterona. Uma delas consegue realmente impedir a ovulação, enquanto outra, chamada de minipílula, não consegue. Ela age engrossando a secreção próxima ao colo do útero, impedindo a passagem do espermatozóide. As duas têm eficácia comprovada, embora as pílulas que impedem a ovulação sejam mais confiáveis. A vantagem da minipílula é que ela tem menos contraindicações, portanto pode ser uma alternativa para mais mulheres no pós-parto.
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Flash Frozen = Congelamento de Óvulos = Maternidade cada vez mais Tardia

O caso do nascimento de uma bebê na Inglaterra tem sido considerado um marco no tratamento para mulheres com mais de 50 anos conseguirem engravidar. De acordo com notícia publicada no site britânico Daily Mail, que aponta a viabilidade da maternidade cada vez mais tardia, a técnica utilizada para gerar Olívia foi o congelamento de óvulos, conhecido como flash frozen (ou congelamento instantâneo, em português). O procedimento acelera o tempo de congelamento que era de duas horas para apenas 60 segundos.
Flash Frozen = Congelamento de Óvulos = Maternidade cada vez mais Tardia

Com a rapidez do congelamento, a taxa de sobrevivência dos óvulos sobe de 65% para 95%, e isso contribui para o processo de fertilização, mesmo em mulheres mais velhas. Com a menor degeneração do produto genético, as chances de aborto e do desenvolvimento da síndrome de Down seriam equivalentes às da gravidez de uma mulher de 30 anos.

"O nascimento de Olívia dá esperança para muitas mulheres jovens que querem preservar a fertilidade, principalmente em casos de tratamentos contra o câncer, ou até para as mulheres que não se sentem preparadas para gerar uma vida agora, mas querem ser mães um dia", disse Gillian Locwood, da Midland Fetility Services, ao site britânico.
A mulher moderna enfrenta o dilema de possuir uma estreita janela entre os 30 anos e o fim da idade fértil. Elas têm se casado mais tarde e optado por construir famílias em idade próxima ao limite do declínio reprodutivo. Com a consolidação desta técnica, as mulheres poderiam se programar para ter filhos mais tarde e com maior facilidade, já que o processo de congelamento deve exigir menos ciclos de tratamento. Os pais de Olívia, Karen Bateman e Carl Bate, começaram a planejar a família em 2002, mas o diagnóstico de endometriose em Karen fez os médicos alertarem sobre a possibilidade de ela não engravidar no futuro. Em 2009, Karen optou pela fertilização in vitro, mas apenas um embrião, dos 17 produzidos, se tornou viável e o tratamento falhou. No entanto, o casal não desistiu e, ainda em 2009, se tornou o primeiro a experimentar a técnica de congelamento instantâneo. Durante o processo, o óvulo é coberto por uma película e inserido em uma gota de solução. Por meio de partículas de nitrogênio líquido, a solução é rapidamente congelada e, em apenas um minuto, o material genético pode ser armazenado em nitrogênio líquido para ser utilizado no futuro. Em março de 2010, cinco meses após terem sido congelados, os óvulos de Karen foram descongelados e dois embriões foram colocados de volta em seu ventre. Durante duas semanas, o casal esperou ansioso pelos resultados, que foi confirmado com um teste simples de gravidez. Dos dois embriões, um deu origem à Olívia, o bebê que traz novas esperanças para a mulher moderna. E você o que acha da idéia de congelar seus óvulos para usar no futuro?

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Primeiros cuidados com a saúde bucal do bebê = Proteção desde a gravidez

Os primeiros cuidados com a saúde bucal do bebê já devem se iniciar durante a gravidez, fase em que a mamãe está superdisposta a fazer mudanças de hábitos e adquirir novos conhecimentos que farão toda a diferença no crescimento saudável de seu filho. Vejam então abaixo algumas informações e dicas úteis da Mariah Mordente Cascão Marrey Ferreira, que é uma cirurgiã-dentista especializada em Odontopediatria.
Primeiros cuidados com a saúde bucal do bebê = Proteção desde a gravidez

O ideal é que a mulher vá ao dentista antes de engravidar e faça todos os tratamentos necessários. Durante a gravidez é importante que a alimentação seja balanceada, rica em cálcio e flúor, e que a gestante escove os dentes e use fio dental após todas as refeições. É recomendado marcar uma profilaxia (limpeza) nos dentes; a melhor época é no segundo trimestre de gestação, em que a fase mais crítica de enjoos já passou e a barriga ainda não está tão grande. Os cuidados com a saúde da boca da gestante são extremamente importantes, pois problemas nos dentes ou na gengiva durante a gravidez podem levar ao parto prematuro. Vale lembrar que as bactérias da boca são transmissíveis, por isso não se deve beijar na boca do bebê, soprar seu rostinho nem soprar suas papinhas. É importante que você comece a higiene bucal do bebê pouco tempo depois que ele nascer. Não precisa ser nos primeiros dias, quando você ainda estará se acostumando com a nova vida e tudo será muito novo, os primeiros banhos, os cuidados com o umbigo, as noites sem dormir. Primeiros cuidados com a saúde bucal do bebê = Proteção desde a gravidez Mas logo você estará tirando tudo de letra, então poderá iniciar a higienização bucal do recém-nascido. Enrole uma fralda limpa ou uma gaze no seu dedo indicador e embeba-a com água filtrada ou fervida. Passe nas gengivas, bochechas e língua do bebê. Faça esse procedimento com suavidade para não ferir os tecidos bucais. Não precisa ser após toda amamentação. Um bom momento é durante ou logo após o banho; o seu bebê associará a limpeza da boca com hábitos de higiene.

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Video = Dicas sobre Amamentação

Veja no vídeo abaixo o programa Bem Estar sobre Amamentação com dicas do especialista Dr. Anthony Wong, que tira as principais dúvidas sobre amamentação, falando sobre mitos e o que as mães de primeira viagem podem fazer, para proporcionar uma vida saudável para o seu filho. Lembrando de que a Zazou tem uma linha de roupas próprias para facilitar a amamentação. Venha conhece-las pessoalmente em nossas lojas.
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A Difícil Tarefa de Ensinar Bons Bábitos às Crianças = Hábito Alimentar

Hoje quero falar sobre a difícil tarefa de ensinar. Ensinar, segundo o dicionário Michaelis, significa dar as indicações ou sinais precisos para se reconhecer. Parece simples, mas como a própria definição diz, são necessários sinais (no plural) precisos para que algo ou alguém seja reconhecido, para depois se tornar apreciado ou não. Ensinar a criança a comer bem, de forma saudável e adequada para o seu crescimento, também é algo preciso em ambos os sentidos: necessário e exato!
Habito ALimentar

A primeira atitude e talvez a mais importante para ensinar bons hábitos às crianças é modificar o seu próprio hábito alimentar, caso ele não seja o mais adequado ou aquele que você quer transmitir ao seu filho. Se os pais não praticam bons hábitos, jamais conseguirão convencer seus filhos.

Veja abaixo mais algumas dicas da Débora Rosa, que é uma Nutricionista Materno Infantil (CRN3 15777) especializada no assunto, que gentilmente compartilhou conosco um pouco desta sua experiência. Realizar as refeições junto com a criança para que ela possa ver o que os pais ingerem e, conseqüentemente, copiá-los é mais uma atitude de extrema importância e quase intransferível, afinal os maiores espelhos para as crianças são os próprios pais. Essa medida fará a criança sentir-se mais segura e encorajada para provar tudo o que lhe for oferecido. Quando oferecemos os primeiros alimentos à criança, o fazemos com o intuito de apresentar a ela aquilo que ela ainda não conhece, e, portanto, não aprecia nem desgosta. Apenas não o conhece. Como memória de criança é “curta”, ela precisa ser exposta diversas vezes ao mesmo alimento, mesmo que este tenha sido rejeitado nas primeiras tentativas. Essa recusa automática de colocar o alimento para fora da boca é um reflexo fisiológico, determinado como reflexo de protrusão, e não merece preocupação nem suspensão do alimento “recusado” Diversos estudos demonstram que as preferências alimentares são determinadas após repetidas experiências com os alimentos, mas são necessárias aproximadamente 15 ofertas sem sucesso para determinar aversão alimentar. Evitem afirmar que acriança não gosta de determinados alimentos, ela apenas não os conhece. Ela deverá ser apresentada aos alimentos para poder reconhecê-los e, posteriormente, selecionar o seu próprio repertório alimentar. Para que a criança adquira bons hábitos alimentares os pais ou os envolvidos nessa tarefa, como avós e babás, precisarão de muito esforço, persistência e paciência para introduzir determinados alimentos na rotina das crianças. Não desistam na primeira recusa, ela acontecerá, mas vocês ainda terão muitas tentativas pela frente. Boa sorte! Mais informações no site: www.nutriterapia.com.br ou pelo Twitter: @nutriterapia
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12 Perguntas e Dúvidas são Comuns sobre Dentes do Bebê

A odontologia para bebês tem a finalidade de educar os pais desde o período pré-natal, fornecendo informações quanto à dieta, higiene bucal, uso de flúor, crescimento e desenvolvimento dental da criança, além de introduzir hábitos saudáveis para a saúde bucal de seu filho.
Dentes do Bebê
Perguntas e dúvidas são comuns. Selecionamos algumas: 1) Quando devo levar meu filho ao dentista? O ideal é que a primeira consulta seja agendada durante a gestação, para que o profissional possa orientar e educar os pais quanto à importância da saúde bucal de seu filho, ensinando e introduzindo hábitos corretos de dieta e higienização. 2) A nutrição e a dieta da mãe durante a gestação são importantes? Sim, pois todos os dentes decíduos (de leite) e os primeiros molares permanentes são formados entre o segundo e o sexto mês de gravidez. A partir do quarto mês de gestação começa o desenvolvimento do paladar da criança. Por isso, a gestante deve evitar alimentos açucarados nessa fase. 3) E o leite materno? O leite materno é muito importante para o bebê, é o alimento mais completo e digestivo, contém água, proteínas, sais minerais e vitaminas. Tem ação imunizante e protege contra diversas doenças. A criança amamentada no peito tem melhor desenvolvimento mental e equilíbrio emocional. 4) Quais os benefícios da amamentação? A mãe que amamenta tem uma recuperação mais rápida (involução do útero) e redução nos riscos de desenvolver câncer de mama. Durante a amamentação o bebê desenvolve corretamente os músculos e os ossos da face e aprende a respirar corretamente. 5) Quando deve ser o desmame? O ideal é por volta dos 6 aos 10 meses, no máximo até 1 ano. O processo deve ser gradual e respeitar a individualidade de cada bebê. 6) Devo higienizar a boca do bebê mesmo antes dos primeiros dentinhos? Sim, após cada mamada utiliza-se gaze ou fralda embebida em soro fisiológico ou água fervida ou filtrada, passando em toda a gengiva e língua do bebê. O bebê habitua-se à limpeza da cavidade oral, que se torna um ato de prazer. 7) Quando devo utilizar escova de dentes? As escovas próprias para bebês devem ser usadas a partir do momento em que já existirem dentes na boca, sem uso de creme dental, pois nessa fase a criança ainda não sabe cuspir. 8) Quando nascem os dentes-de-leite? Os dentes-de-leite começam a nascer por volta dos 6 meses de idade. Nessa época poderão ocorrer sintomas como coceira e abaulamento da gengiva, aumento da salivação, irritação, estado febril e as fezes poderão ficar mais líquidas. 9) Qual a importância dos dentes-de-leite? Os dentes-de-leite são muito importantes, pois além da função da mastigação, influenciam na fonação (fala), deglutição, servem de guia e guardam espaço para os dentes permanentes. 10) O uso da chupeta pode prejudicar os dentes? Sim, o uso da chupeta ou o hábito de chupar o dedo pode levar a várias alterações na posição dos dentes e causar interferência no desenvolvimento muscular e ósseo da face. 11) Um bebê pode ter cáries? Sim, a partir do momento em que tiver dentes na boca. A cárie é uma doença transmissível, portanto deve-se evitar o contato da saliva das pessoas com a boca do bebê. 12) O que é cárie de mamadeira? É um tipo de cárie de rápido desenvolvimento que acomete a dentição decídua (de leite), associada ao uso prolongado e freqüente de leite ou líquidos açucarados na mamadeira.
dentes Bebe
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Video = Depressão Pós-parto

Vejam no vídeo abaixo uma matéria de um programa americano (em inglês mas com legendas em português) que fala um pouco mais da Depressão Pós-parto, mostrando casos reais e dicas de especialistas no assunto.
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Razões para prolongar a amamentação

Agora que mais e mais mamães estão amamentando seus bebês, mais e mais estão também descobrindo que “adoram” amamentar e querem continuar a prática para além do tempo planejado inicialmente.
 amamentação

Por isto formos buscar mais informações sobre o assunto com uma especialista no tema que é a Grasielly Mariano, que é uma enfermeira e conhecida consultora em aleitamento materno, membro pesquisador do Núcleo de Ensino e Pesquisa em Aleitamento da Escola de Enfermagem da USP, tem formação em aleitamento materno em três países e realiza pesquisas no Canadá sob orientação do Dr. Jack Newman, que é um renomado médico pediatra canadense e consultor internacional em aleitamento materno, MD, IBLCE, que fundou e dirige o Newman Breastfeeding Clinic Institute (Toronto) e é professor da Toronto University A Unicef encoraja que o aleitamento seja mantido até dois anos ou mais, e a Academia Americana de Pediatria incentiva que a amamentação perdure até que mãe e bebê desejem. Até mesmo a Sociedade Canadense de Pediatria reconhece que as mulheres tem desejado amamentar por mais de dois anos, sendo comum em algumas sociedades que crianças recebam o leite materno até quatro anos. Mas por que amamentar para além de 6 meses? Porque mamães e bebês geralmente sentem muito prazer no aleitamento. Por que interromper uma relação prazerosa? Além disso, o leite materno continua a proteger a saúde e bem-estar da díade mãe-filho. Mas dizem que o leite materno não tem valor passado 6 meses. Pode ser que você tenha esta informação, mas ela é verdadeiramente errada. Ninguém (incluindo pediatras) pode oferecer esta informação e isto só mostra o quanto nossa sociedade está mal-informada sobre aleitamento materno. Leite humano é, acima de tudo, LEITE. Mesmo após seis meses ele ainda tem proteínas, gorduras e outros elementos apropriados e nutricionalmente importantes, necessários para bebês e crianças. Leite materno ainda contém substâncias imunológicas que protegem a criança mesmo se ela tem mais de dois anos. De fato, algumas substâncias imunológicas do leite materno estão presentes em quantidades maiores no segundo ano de vida, do que no primeiro. Isto é evidente já que as crianças com mais de 1 ano estão geralmente mais expostas a ter infecções do que os bebês mais jovens. Leite materno ainda apresenta fator de crescimento que ajuda no amadurecimento do sistema imune de seu bebê, ajuda no desenvolvimento cerebral, intestinal e outros órgãos em desenvolvimento. Tem sido bem descrito por pesquisadores que as crianças em aleitamento, que vão para escolinhas, adquirem menos infecções e quando as adquirem, estas são muito menos severas do que em crianças que não recebem o leite materno. As mamães então perdem menos dias de trabalho se continuarem a amamentar seus bebês. Mas eu quero que meu bebê seja independente.

Aleitamento Materno

E o aleitamento materno torna seu bebê dependente? Não acredite nisso. O bebê amamentado até que desmame sozinho é geralmente mais independente, e mais seguro nessa independência. Ele recebe conforto e segurança até que se sinta seguro e decida por si mesmo deixar de mamar. Frequentemente nós forçamos nossas crianças a se tornarem independentes muito cedo. Dormir sozinho cedo demais, desmamar cedo demais, deixar de usar fraldas cedo demais. Para que a pressa? Você quer que seu filho saia de casa aos 14 anos? Tudo acontecerá no tempo em que a criança se sentir preparada. Possivelmente o mais extraordinário em amamentar passados dois anos não são os aspectos nutricionais e imunológicos, apesar de sua grande importância. A mais relevante é o relacionamento especial entre mãe e filho, a re-afirmação diária de amor que se repete sempre que o bebê mama, e isso continua quando o bebê cresce. Se a criança/bebê se machuca ou fica doente, o aleitamento materno é a melhor maneira de acalmá-lo e tranqüilizar também a mamãe e a família. Se procura pormais informações sobre aleitamento recomendo que entrem em contato com a Grasielly Mariano pelo E-mail: enfgrasi@lactare.com ou então pelo telefone: (11) 7761-3254.

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Pesquisa sustenta que amamentação exclusiva deve parar aos 4 meses

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o leite materno deve ser o único alimento ofertado para os bebês nos seis primeiros meses de vida. Para a instituição, apenas após meio ano de vida é que devem ser introduzidos outros alimentos, como frutas e papinhas. No entanto, um estudo realizada por pesquisadores da University College, do Reino Unido, questiona a exclusividade da amamentação pelo período advogado pela OMS e sustenta que o ideal é que a inclusão de novos alimentos na dieta dos pequenos ocorra já a partir dos 4 meses. Isso ajudaria a prevenir problemas de saúde, como a deficiência de ferro. A proposta reacende a discussão sobre quando devem ser oferecidas outras formas de alimentação para os bebês. No estudo, os especialistas britânicos cruzaram dados relacionados ao aleitamento materno e à incidência de diversas doenças. Segundo a pesquisa, as crianças que a partir dos 4 meses consomem alimentos semissólidos, como frutas amassadas e cremes, apresentaram índices menores de doença celíaca. Além disso, a deficiência de ferro, mal bastante comum em crianças que ainda não ingerem outras formas de alimentação, praticamente não ocorre com a alimentação semissólida. A pesquisa partiu da divergência entre a recomendação da OMS, que afirma que no primeiro meio ano de vida só se deve tomar o leite materno, e da Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar (EFSA, na sigla em inglês), que recomenda apenas quatro meses de aleitamento exclusivo. De acordo com a líder do estudo, Mary Fewtrell, a pesquisa propõe que os pais ponderem os prós e os contras da introdução de outros alimentos antes de tomar essa decisão.
“Se, por um lado, o aleitamento exclusivo por mais tempo diminui a chance do desenvolvimento de infecções, por outro, a deficiência de ferro, a doença celíaca e alergias podem ser prevenidas com o ‘reforço’ na alimentação logo aos quatro meses”.
Para ela, os pais devem ponderar qual a melhor relação custo-benefício na saúde de seus filhos.
“Assim, se os pais viverem em regiões como o Reino Unido, onde alergias e falta de ferro são um problema, indicamos a alimentação semissólida aos 4 meses, mas, se na região onde a criança viver o problema maior for infecções, então apoiamos os pais a manterem apenas o leite até os 6 meses”, pondera Mery.
Apesar dos resultados apresentados pela pesquisa europeia, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) mantém a recomendação da amamentação exclusiva até os 6 meses. Para a pediatra Keiko Teruya, diretora de Aleitamento Materno da SBP, vale a recomendação da OMS.
“Pesquisas mostram que o leite materno consegue sim suprir as necessidades do bebê no primeiro meio ano”, diz. “Assim, continuam mantidas as determinações da OMS e do Unicef, que afirmam que a alimentação vinda da mãe deve ser a única e exclusiva forma de alimentação dos bebês nesse período”, completa.
A pediatra pondera, no entanto, que, em algumas situações, podem haver exceções. Sempre com a orientação de um médico, pode-se determinar a adição de alimentos ricos em ferro, nos casos em que o bebê nasceu prematuramente, por exemplo.
“Isso também pode ser indicado quando a mãe não conseguiu a licença-gestação de seis meses, uma realidade ainda infelizmente bastante comum “, conta a especialista da SBP.
É o caso de Jackeline Nunes Barbosa, 25 anos. A mãe de primeira viagem deve deixar o pequeno Hiago, de 4 meses, em casa para voltar aos estudos. Sem a possibilidade de manter o aleitamento exclusivo, a estudante começou esta semana a introduzir outras forma de alimentação.
“Busquei um alimento em pó específico para bebês, porque me disseram que é o mais parecido com o leite materno”, conta a mãe, que avalia o aleitamento no peito ainda como a melhor forma de nutrir o filho.
A estratégia é uma tentativa de facilitar a adaptação para a nova, realidade que o bebê deve enfrentar.
“Ele mama muito, então acho que se eu deixasse para dar o leite em pó de uma vez ele sentiria muito, por isso optei por ir substituindo aos pouquinhos para ele se acostumar”, afirma Jackeline. “Estou dando uma vez por dia há dois dias e vejo que o intestino dele não está funcionando tão bem quanto antes", conta a mãe, que pretende continuar a amamentar Hiago quando não estiver estudando.
Independentemente do momento ideal para a introdução de outros alimentos, especialistas, tanto do Reino Unido quanto do Brasil, são unânimes ao defender que o leite materno deve ser mantido até os 2 anos, como recomendam todos os organismos internacionais.
“Não desaconselhamos de forma alguma as mães a pararem de amamentar, muito menos encorajamos o uso de alimentos comerciais na alimentação de bebês”, afirma a britânica Mary Fewtrell.
A opinião é compartilhada por Eucicleide dos Santos Gomes, 19 anos. O pequeno Victor Emanuel, 2, só deixou de mamar quando nasceu a irmã, Maria Vitória, que com 1 ano ainda é amamentada.
“Acho que é importante, ajuda a fortalecer a criança e mantê-la com mais saúde”, diz a dona de casa, que atribui ao leite materno a vitória do filho contra uma pneumonia que o atingiu quando ele tinha cerca de 6 meses. “Acho que se ele não tivesse mamado como o médico aconselhou, talvez não tivesse resistido”, avalia a mãe.
De acordo com a pediatra Keiko Teruya, o leite materno não contribui apenas para a melhoria da saúde das crianças. Ela lembra que o ato de amamentar cria um vínculo entre o bebê e a mãe que dura a vida toda. “Olhar nos olhos da criança, acariciar o corpinho dela, ajuda a ampliar e fortalecer o laço que os une. É como se apaixonar, é olhando no olho que o sentimento de amor surge”, compara a médica. Para ela, crianças que mamam no peito são mais amorosas e carinhosas, especialmente com suas mães. É pensando em todos esses benefícios que a futura mamãe Ana Lídia Lima, 24 anos, pensa quando planeja como vai criar seu filho. Aos oito meses da primeira gravidez — de um menino, que deve nascer em março —, já está consciente da importância da amamentação. “Enquanto ele quiser mamar, eu não vou impedir. O médico orientou até os 2 anos, e eu espero que até lá ele não largue o peito”, afirma. Para ela, que aguarda ansiosa a chegada do bebê, alimentar é um ato de amor. “Acho que o leite é uma das coisas mais importantes que a mãe pode dar para seu filho”, resume.
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Qual a Idade Ideal para Tirar a Fralda, Chupeta e Mamadeira?

Desde que recebem a notícia da gravidez os pais se preocupam com as épocas certas para o desenvolvimento de seus bebês. Depois do parto, a preocupação se transforma em milhares de dúvidas: será que se ele sair das fraldas depois dos dois anos é muito tarde? Será que sou uma boa mãe ao tirar a chupeta da minha filha tão cedo? Será que pode usar mamadeira até os três anos? E dormir sozinho, a partir de quando? Apesar de passarem por fases parecidas, nem toda criança é igual... Por isso é complicado afirmar com exatidão a idade em que ela precisa aprender certos comportamentos. Por isso, médicos e pediatras calculam períodos estimados para o abandonos de hábitos como o uso da fralda (entre 2 e 4 anos) e a amamentação (entre 2 e 3 anos). Seu filho está um pouco fora desta média? Claudionor da Silva, neonatologista da maternidade Pró Matre, recomenda aos pais que fiquem calmos. "Não entrem em pânico, vai dar tudo certo", diz o médico. Ele explica que os pais precisam respeitar os sinais que os filhos mostram. A psicóloga Renata Kraiser concorda: os pais não podem comparar o andamento de seu filho com o dos outros. "Se a filha da vizinha fazia isso, ótimo para ela. O seu filho vai ter o tempo dele, não há nada de mal nisso. Fazer algo antes não significa fazer melhor", resume. Crianças devem ser estimuladas, independentemente de quando seu filho vai alcançar os marcos do desenvolvimento. Por isso, anote as dicas para ajudá-lo em cada uma dessas conquistas. O abandono da fralda tem dois aspectos importantes. O primeiro e principal é o fator motor e físico da criança. O presidente do Comitê de Aleitamento da Sociedade Brasileira de Pediatria, Luciano Borges, explica que se trata do controle fisiológico da criança e, biologicamente, isso só acontece depois dos dois anos de idade. O segundo fator é emocional. Claudionor da Silva explana que as crianças encaram as fezes e a urina como parte do corpo delas e podem não se sentir bem quando os pais veem o ato de fazê-las como algo nojento.
"Fazer cocô e xixi mexe muito com a emoção da criança, por isso precisa ser uma atividade tranquila. E não é estipulado pela medicina que alguém com 3 anos precisa usar a privada. Se o seu filho não está preparado, pode acontecer um pouco mais tarde", afirma Claudionor.
Soraia Azzi, psicóloga infantil do Hospital Albert Einstein, sugere que os pais tirem as fraldas dos filhos em épocas em que estejam em casa, para monitorar a transição com paciência. "Além disso, é preferível que seja uma época de verão, pois a criança percebe que ficar sem fralda é mais agradável para ela", diz. Quando ele está pronto? As crianças podem dar sinais como: se incomodar com as fraldas, avisar quando precisam usar o banheiro e parecer constrangida ao ter que fazer na fralda, na frente de todo mundo. Sugar é um reflexo intuitivo e se torna a primeira atividade do bebê. Por isso, deixar o hábito para trás significa uma grande conquista. "Os pais devem mostrar que a criança vai deixar um hábito para um comportamento novo", diz Soraia Azzi. "Precisa transparecer um sentimento de conquista para ela". Ela sugere que os pais ressaltem para as crianças as vantagens de deixar a mamadeira para trás. "Se a criança toma mamadeira deitada na cama ou no sofá de manhã, mostre que ela pode tomar café à mesa com a família, que gosta da companhia dela e que isso é algo que ela não teria se continuasse com a mamadeira", exemplifica. Quando ele está pronto? Claudionor da Silva e Renata Kraiser afirmam que, assim que a criança conseguir dormir a noite inteira, a chupeta já pode ser retirada (leia aqui o dossiê da chupeta). "Isso pode acontecer a partir dos seis meses", completa o médico. No caso da mamadeira, não há idade certa para o abandono, mas é melhor que seja um pouco depois do desmame e que seja feito de forma gradual. A Organização Mundial da Saúde recomenda que o aleitamento seja exclusivo nos primeiros seis meses de vida e depois conviva com outros tipos de alimentação até os dois anos de idade da criança. A psicóloga Renata Kraiser, que também é autora de "O Sono de seu Bebê" (Editora CMS), diz que as crianças já podem dormir sozinhas no quarto desde bebês. "A criança que dorme no espaço dela dorme melhor. Essa é a melhor forma de repousar", diz. Mesmo nos casos de terror noturno e de sono interrompido, a criança deve ser estimulada a voltar para a própria cama. "Se ela acordar no meio da noite, é preciso acalmá-la, passar segurança", diz. "Se for muito difícil fazê-la voltar para a cama, deixe-a escolher um brinquedo ou um cobertorzinho que fará companhia para ela", afirma. Agindo dessa forma os pais ensinam as crianças não só a dormirem sozinhas, como também a pedir ajuda. "Estudos mostram que a maioria das crianças desmamam sozinhas, entre os dois e três anos de idade. Foram muito baixos os números de crianças que passaram dessa idade e ainda mamavam no peito da mãe", afirma Luciano Borges, presidente do Comitê de Aleitamento da Sociedade Brasileira de Pediatria. Ele diz que, a partir dos seis meses, as mães podem começar a incluir certos tipos de comida no cardápio de seus filhos, como recomenda a Organização Mundial da Saúde. "Assim, o desmame será feito de maneira natural", diz. Muitas vezes, a amamentação mais prolongada é estimulada pelas mães. As mães criam vínculos quando amamentam e algumas delas temem perdê-los ao deixar de fazer isso. "É difícil deixar de amamentar. Mas a criança não pode mamar para sempre. O que as mães precisam saber é que o fim da amamentação é apenas o fim de uma fase, como o de várias outras", diz Renata Kraiser. "Se a criança dá sinais de desenvolvimento, independência e autonomia, como andar e falar, ela está nos dizendo que não precisa mais dessa ligação com a mãe - mas pode ter uma ligação diferente", completa Soraia Azzi.
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As mães estão mais felizes quando os bebês têm seis meses

Um estudo realizado na Noruega avaliou o grau de bem-estar das mulheres durante a gravidez, e nos primeiros anos do bebê. Foram avaliados dois níveis de satisfação: com a vida de um modo geral e na relação com o companheiro. Os pesquisadores concluiram que o grau de satisfação das mães vai aumentando após o parto de um modo crescente até aos seis meses de vida do bebê. Essa é a fase em que atingem um pico de bem-estar. A partir daí a satisfação com a vida vai diminuindo até aos três anos do bebê. Em relação à satisfação com a sua relação amorosa, esta é determinante para o grau de satisfação com a vida em geral. A pesquisa, que envolveu 60 mil mulheres, permitiu concluir que aquelas que se sentem bem com o companheiro durante a gravidez têm mais probabilidades de sentir o mesmo três anos depois. No entanto é de notar que durante os primeiros anos de um filho existe uma diminuição nos dois tipos de satisfação e bem-estar. Na relação com o companheiro, o grau de satisfação vai diminuindo desde o final da gravidez até aos três anos do bebé. E você concorda com os resultados desta pesquisa? Mandem seus comentários.
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Video = Atriz Camila Pitanga conta como concilia maternidade e trabalho

Trago no vídeo abaixo um depoimento da atriz Camila Pitanga que conta como ela consegue conciliar a maternidade e o seu trabalho, que é um tema que tenho certeza a maioria das mulheres se depada no pós-parto com o fim da licença maternidade. E você como faz (ou pensa em fazer) esta conciliação de ser mãe e uma profissional bem sucedida no trabalho? Acha que isto é possível? Mande também seus comentários e depoimentos.
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Video = Dicas para Mães de Primeira Viagem da SIlvia Faro sobre Férias com o Bebê

Queria trazer mais um episódio da série de vídeos para mães, pais e interessados em aprender e compartilhar as descobertas de cuidar de um filho, que a Silvia Faro esta fazendo contando suas experiências de forma prática. Desra vez ela fala um pouco mais e dá dicas úteis sobre férias com o bebê, que pode ser uma novidade para muitas mães de primeira viagem.
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Pele= A Importância das Primeiras Impressões

Ainda no útero da mãe, o tato é o sentido mais diretamente ligado à pele. É o primeiro a se desenvolver e tornar-se funcional no embrião humano. O contato com a mãe é a porta de entrada do bebê para o mundo externo, fora do útero, a partir do seu nascimento o bebê lida com um ambiente bastante diferente do que estava acostumado, passa a respirar, sente fome, as oscilações de temperatura e os estímulos de luminosidade, tudo é diferente. Agora, neste novo ambiente o contato com a pele da mãe é de extrema importância, seu cheiro, sua voz, os ruídos internos do seu corpo são familiares ao bebê e lhe trazem segurança e tranqüilidade. Para que a criança se desenvolva de uma forma satisfatória, ela precisa ser tocada, levada ao colo e acariciada. É importante falar com ela de forma carinhosa, ainda que esta não esteja sendo amamentada, o aconchego do colo é muito significativo e proporciona sensações como segurança e afeto que são essenciais para o bebê. Massagens como Shantala e O Toque da Borboleta podem ser prazerosas para a dupla mãe-bebê, pois proporciona um momento de intimidade e carinho, além de contribuir para o fortalecimento do vínculo. Em atividades do dia-a-dia como banhar e amamentar, a mãe e o bebê podem se beneficiar do contato pele-a-pele, basta que a mãe esteja voltada para aquele momento e possa aproveitá-lo, evitando realizar outras atividades como atender telefones ou assistir televisão. Tocar o bebê é uma forma de amor, e esta é reconhecida por ele e o acompanhará por todo seu desenvolvimento. Estas foram algumas das idéias que a Maria Elisangela, que é Psicóloga CRP 06/98989 do Maternar Vida (www.maternarvida.com.br), parceira da Zazou, gentilmente compartilhou conosco.
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Procura-se Mães Recentes de Etnia Asiática e/ou Negras para Matéria de Revista de Gestante e Bebê

Estamos ajudando uma revista do segmento de gestante e Bebê a achar mulheres que sejam já sejam mães, de etnia asiática (japonesas, coreanas ou chinesas), assim como também negras, com idade entre 30 e 40 anos, que topem participar da matéria, que inclui uma sessão de fotos. Interessadas em participar e que desejem mais detalhes em private, mandem email para: zazou@zazou.com.br.
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Lançamento do livro infantil Do Tamanho de Um Botão = Difundir informações sobre a Prematuridade

Gostaria de contar a respeito do lançamento do livro "Do Tamanho de Um Botão", que narra como a vida de uma menina muda quando nasce seu irmão prematuro. Ela precisa lidar com a ausência da mãe e a dúvida de onde foi parar a barriga e o irmãozinho que não veio para casa, baseado na uma experiência pessoal da blogueira e escritora Monica Bednarczuk Lopes da Silva, coordenadora do blog Pequenos Guerreiros (http://peqguerreiros.blogspot.com).
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Trata-se de um interessante projeto social para difundir informações sobre a prematuridade, que espero de certa forma estar ajudando aqui também.

“Durante meu período na UTI Neonatal vi vários irmãozinhos que não conseguiam entender o que estava acontecendo. As mães passavam o dia na maternidade e as crianças na casa das avós, sem entender porque a mãe estava ausente”, conta Monica.
Do Tamanho de um Botão tem 28 páginas, com ilustrações de Leandro Lauer e custa R$ 10.

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7 Dicas Úteis que Podem Garantir o Sucesso da Amamentação

Durante a gestação, muitas mamães direcionam toda sua atenção para o desenvolvimento do bebê e o crescimento da barriguinha, a montagem do novo quarto, a rotina familiar após a chegada do bebê e, principalmente, para o parto. Porém, muitas vezes se esquecem de um assunto bastante importante: a amamentação. Isto porque, convencionou-se dizer que a amamentação é um ato instintivo. Muito pelo contrário! A sucção realmente é instintiva para o bebê, porém a amamentação é um aprendizado, tanto para o bebê quanto para a mãe. Por isso, nada melhor do que munir-se de boa informação e orientação ainda durante a gestação, para evitar que os pequenos percalços e intercorrências dos primeiros dias, ponham fim ao sonho da grande maioria das mamães de amamentar suas crias. Listarei abaixo as melhores dicas para garantir o sucesso na amamentação: 1) Combinar com o pediatra que fará a sala de parto, de preferência em uma consulta ainda durante a gestação, que você quer o bebê no seio na primeira hora de vida. Colocar o bebê ao seio imediatamente após o nascimento ajuda na manutenção da temperatura corporal do bebê, estimula a liberação da ocitocina – hormônio que rege as contrações uterinas para expulsão da placenta e que dá início à liberação do colostro - estando associado a uma maior duração do período da amamentação exclusiva e, é claro, estimula os sentidos do bebê para que este aprenda com mais facilidade a abocanhar o seio; 2) Pedir também ao pediatra que avise por escrito em seu prontuário da maternidade que não é necessário ofertar complemento ao seu bebê Pois estará em aleitamento materno exclusivo, além de proibir a exposição à bicos artificiais (mamadeiras e chupetas) e pedir o alojamento conjunto. Todas essas medidas facilitarão o início da amamentação, pois o bebê estará alerta quando vier ao seio, aprendendo com mais facilidade como mamar com eficiência; 3) Prestar atenção ao posicionamento e pega do bebê: Ele deve abocanhar toda a aréola e não somente o mamilo, pois somente assim consegue extrair o leite que necessita. Além disso, o bebê que puxa somente o mamilo fica cansado e irritado com mais facilidade e acaba, por fim, machucando o seio da mãe. Além disso, a boca deve estar bem aberta e com os lábios pra fora (lábios de peixinho). 4) Esquecer o relógio! Durante 9 meses seu bebê teve acesso à alimentação através da placenta durante 24 horas por dia. Não espere que ele vá nascer e se alimentar como um reloginho, com intervalos pré-determinados. Ofereça o seio ao bebê sempre que ele pedir, de 8 a 12 vezes ao dia, sem olhar pro relógio. Apenas fique atenta, pois se as mamadas começam a ficar muito longas (40, 50 minutos) geralmente o bebê está fazendo uma sucção não nutritiva – apenas mexendo de leve a boquinha, sem abocanhar toda a aréola e movimentando a mandíbula – então é hora de descansar um pouquinho, para evitar as fissuras e rachaduras. 5) Comece dando um peito por vez: Isso vai garantir que o bebê chegue ao leite posterior, aquele que é mais rico em gorduras e que vai saciar a fome, deixando-o dormir por um pouco mais de tempo. 6) Nos primeiros dias, seu bebê terá acesso ao colostro Que é um leite bastante denso e amarelado, que contém os anticorpos de que ele tanto necessita. Porém, não se assuste! O volume deste leite é bem pequeno, mas ele é capaz de nutrir e satisfazer o bebê por vários dias. A grande maioria das mães percebe a descida do leite entre o 3º e o 7º dia pós-parto. Nesta fase, os seios ficam bastante duros e pesados, a aréola esticada e algumas mães chegam a sentir febre e moleza no corpo. Caso o seio esteja muito duro, com a pele brilhosa e endurecida, faça massagens circulares com movimentos firmes, iniciando da aréola até a extremidade do seio. Depois, faça um pouco de ordenha manual, tirando o excesso de leite até que sinta a aréola bem mole e flexível. Só então ofereça o seio ao bebê, pois com o peito muito cheio e duro é difícil que ele consiga abocanhar a aréola toda e massagear os ductos da maneira necessária para extrair o leite que precisa. 7) Caso sinta dor, desconforto, ou mesmo dúvidas, procure a ajuda de um profissional o quanto antes! Algumas maternidades oferecem o serviço de uma enfermeira de lactação, ou você pode chamar uma consultora em amamentação (em sua casa ou no próprio hospital) ou ainda visitar um Banco de Leite, onde será orientada. Não ofereça a mamadeira antes que buscar ajuda pois, sem saber, você pode estar minando a amamentação de seu filho. As dicas acima são da Bianca Balassiano Najm , que é psicóloga e uma boa consultora em amamentação, realiza atendimentos domiciliares e mantém o site Posso Amamentar (www.possoamamentar.com.br). Para as interessadas que querem mais informações e ajuda prática fica o contato do email da Bianca: bianca@possoamamentar.com.br e também seu telefone celular: (21) 8877-9834 Lembrando por fim de que a Zazou tem tambem uma linha de roupas próprias para amamentação, com blusas e vestidos com uma modelagem que facilita bastante, como podem ver pelas fotos abaixo.
Linha de Blusas e Vestidos para Amamentação
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Video = Médica ensina a melhor posição para o bebê no berço

Veja no vídeo abaixo uma matéria do Bom Dia Brasil em que a pediatra Ana Maria Escobar tira as principais dúvidas das mães sobre a forma mais confortável de colocar o bebê para dormir, em que ele deve ficar de barriga para cima.
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Video = Aprenda a melhor forma de colocar um bebê para dormir

Veja no vídeo abaixo uma matéria do Bom Dia Brasil da TV Globo que mostrar a melhor forma de colocar um bebê para dormir. A principal dica dos especialistas é não colocar o bebê de bruços, pois a melhor posição é de barriga para cima e com a cabeça para o lado. Isso faz com que o bebê não engasgue ou sufoque.
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Video = Mãe precisa de ajuda para regular o sono da filha

Veja no vídeo abaixo algumas dicas práticas para uma mãe que precisa de ajuda para regular o sono da filha.
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Mulheres que amamentam não dormem menos do que aquelas que dão leite artificial

Mães que acabaram de dar à luz seus bebês e estão amamentando não dormem menos do que aquelas que dão mamadeira aos filhos, mostra um novo estudo da Universidade de West Virginia, nos Estados Unidos. Segundo a pesquisa, as que dão o seio aos recém-nascidos dormem o suficiente à noite e sentem-se menos cansadas durante o dia do que aquelas que não amamentam ou os bebês não estão exlcusivamente no peito.
Apesar dos benefícios da amamentação serem indiscutíveis, as preocupações das mães sobre como a amamentação afeta o sono são pertinentes - explica o pesquisador e pediatra Hawley E. Montgomery-Downs, da Universidade de West Virginia University. Mais informações devem ser dadas para ajudar as mães a tomarem decisões sobre que método usar. Elas devem, principalmente, saber que dar mamadeira não vai melhorar o sono delas.
Neste estudo, 80 mães com bebês recém-nascidos tiveram seus sonos monitorados de dia e de noite durante 10 semanas, duas semanas após o nascimento. Os pesquisadores mediram o tempo de sono total, o tempo em que ficaram acordadas durante a noite, a qualidade do sono, o cansaço e as dormidas durante o dia. Os resultados não apresentaram diferenças no total de horas dormidas à noite entre as que amamentavam versus as que davam mamadeira ou combinavam os dois métodos (leite artificial mais leite materno). Também não houve diferença quanto ao cansaço e as horas dormidas durante o dia. Os pesquisadores disseram que as mães que amamentavam acordaram com maior frequência à noite mas voltaram a dormir rapidamente e não registraram esses intervalos.
"As possíveis explicações para isso é que elas não se expuseram a ambientes com muita luz ou a alguma atividade física em comparação com aquelas que tiveram que levantar para preparar a fórmula", escreveram os autores da pesquisa.
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Video = Rotina do Bebê

Veja abaixo mais uma edição do programa para mães, pais e interessados em aprender e compartilhar as descobertas de cuidar de um filho. Nesse episódio com a Silvia Faro, que grávida foi modelo de nossa coleção passada, que como Mãe de Primeira Viagem fala sobre a Rotina do bebê.
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Volta ao trabalho após gravidez é desafio a ser encarado

Segundo uma pesquisa realizada por uma marca de produtos para lavar roupas na Inglaterra, as novas mamães ainda precisam enfrentar o desafio de estar à altura das colegas mais estilosas do escritório. Mais da metade das entrevistadas disseram se sentir intimidadas pelas funcionárias mais jovens e que se sentem preteridas em favor das colegas mais fashion. Quarenta e quatro por cento delas chegaram a afirmar que não foram escolhidas para novos cargos por causa de suas aparências. As funcionárias mães disseram que são muito preocupadas com suas roupas e que se sentem num beco sem saída em relação à moda. Vinte e seis por cento delas disseram que se sentiriam mais confiantes se se vestissem melhor. Os problemas com as roupas se devem principalmente ao aumento de peso na gestação, apontado por 54% das entrevistas. Vinte e três por cento das mulheres afirmaram que nunca mais recuperaram a silhueta anterior e que isso teve impacto sobre seus guarda-roupas de trabalho. Depois de ter filhos, as mulheres revelaram que quase nunca saem para fazer compras para si mesmas e que não conseguem comprar roupas na companhia das crianças. Mais de um terço chegou a apontar que sente inveja das colegas solteiras que têm muito mais tempo para cuidar da aparência, o que lhes ajuda a impulsionar a carreira. A pesquisa ainda revelou que moda é um dos cinco assuntos mais discutidos nas empresas, de maneira geral, e que as mamães geralmente usam calça com blusa de decote V, uma espécie de uniforme. A preocupação com a aparência foi além para muitas mulheres: 37% disseram ter recusado convites para empregos por não gostarem de sua aparência. Será que os resultados de uma pesquisa assim seriam os mesmo no Brasil? Mande sua opinião.
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Video = Hora do Banho do Bebê

Veja no vídeo abaixo um programa para mães, pais e interessados em aprender e compartilhar as descobertas de cuidar de um filho. Nesse episódio da "Mãe de Primeira Viagem" fala sobre a hora do banho, com dicas bem legais da Silvia Faro, que foi modelo da Zazou durante sua gravidez na coleção passada.
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Video = Dicas de Especialistas de como fazer o Desmame

Veja no vídeo abaixo uma interessante matéria da Revista Crescer em relação ao aleitamento materno com uma entrevista com o pediatra Alessandro Danesi, do Hospital Sírio Libanês (SP) e com o obstetra Abner Lobão Neto, da UNIFESP, que tiram as principais dúvidas sobre o desmame.
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Video = Depressão pós-parto e Como as mães podem buscar ajuda

O programa Bom Dia Rio fez recentemente uma reportagem especial a respeito deste tema que é muito difícil para as mulheres, que é a depressão pós-parto, dando dicas de como as mães podem buscar ajuda. Para ter uma idéia do tamanho do problema, cerca de 10% das grávidas passam por isto, e o que deveria ser uma realização se transforma em um período de profunda tristeza. Veja detalhes no vídeo abaixo: E você passou por isto? Mande seus depoimentos.
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Dica de Bazar Beneficente da Confraria Fashion de Moda Feminina e Infantil – Hoje Dia 27/10 das 8hs às 20hs

Gostaria de dar uma dica para as mães paulistas de um Bazar beneficente da Confraria Fashion que acontece hoje (27/10) das 8hs às 20hs com muita moda feminina e infantil legal, com cnsultoria dqa Personal Stylist Daniele Ferraz, cuja renda vai ser toda revertida para entidades que ajudam mães carentes em São Paulo. Segue o convite com mais detalhes para você prestigiar e ajudar: Bazar Beneficente de Moda Nos vemos por lá!
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Video = Dicas para Mãe de Primeira Viagem sobre Roupinhas para o Bebê

Gostaram do vídeo do primeiro episódio da série da Silvinha Faro (que foi modelo da nossa coleção passada), "Mãe de Primeira Viagem", que fala sobre como prevenir assaduras no bêbê? Pois hoje trago agora um vídeo abaixo do segundo episódio da série que desta vez fala sobre quais as melhores roupinhas para o bebê, com dicas práticas de quem acabou de ser mãe e esta passando exatamente por esta situação, e que pode ajuda-la até na hora de fazer melhor as compras do enxoval do seu bebê. Legal, não? Depois eu trabo outros video que ela for fazendo. Se gostaram confiram mais dicas no site dela em: www.silvinhafaro.com.br
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Video = Dicas para Mãe de Primeira Viagem sobre Assaduras

A Silvinha Faro, que foi nossa modelo do catalogo de inverno passado, é uma apresentadora e produtora conhecida, e resolveu curtir a gravidez e licença maternidade fazendo uma série de vídeos com dicas práticas e bem úteis para mães, pais e interessados em aprender e compartilhar as descobertas de cuidar de um filho. Trago então para vocês o primeiro episódio da série "Mãe de Primeira Viagem", que fala sobre como prevenir assaduras no bêbê. Legal, não? Depois eu trabo outros video que ela for fazendo. Se gostaram confiram mais dicas no site dela em: www.silvinhafaro.com.br
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Video = Massagem em Bebês + Óleos + Armomaterapia

O programa Alternativa Saúde do GNT fezrecentemente uma matéria direto de Paris em que mostra uma massagem especial para bebês, contando detalhes sobre óleos essenciais e aromaterapia. Confira um trecho do programa no vídeo abaixo: Enquanto acompanha a massagem da pequena Joséphine, de três meses, Cynthia escuta as recomendações da fisioterapeuta.
“Tem que ser um óleo natural, de primeira qualidade e que seja comestível. O óleo de calêndula é bem doce e nutre profundamente”, recomenda.
Adeline explica ainda por que a massagem não deve ser feita antes do sono.
“Evitamos fazer antes de ir deitar, senão vira um ritual. Se fizer antes de dormir, ele sabe da massagem e você sabe que vai fazer. No dia em que você voltar do trabalho sem vontade de fazer a massagem, o bebê chora se ficar sem”, revela.
No Brasil, Patricya Travassos conversa com a aromaterapeuta Karina de Araújo sobre os benefícios da técnica.
“Aromaterapia é a quinta essência, não é só fisicamente a planta. Quando acontece uma destilação (extração da essência das plantas), a gente está retirando as moléculas dessa planta, as moléculas ativas. São moléculas que contêm hormônios e vitaminas”, revela a aromaterapeuta.
Já Karina explica por que os cheiros mexem tanto com as pessoas.
“Eles acionam o nosso maior sentido, que é o olfato. Você entra em um ambiente, você sente, a nível vibracional, através do olfato, se aquele ambiente está carregado ou não”, conta.
Para quem não tem o hábito ou acha que não precisa de aromaterapia, Karina faz recomendações.
“Quem nunca usou óleo essencial na vida, o mais indicado para se usar é lavanda”.
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