Category Archives: Dicas para Tentantes

5 atitudes que você deve ter antes de engravidar

As dicas de hoje são para a “Tentantes”, com as 5 atitudes que vocês devem ter antes de engravidar!

Qual é a mãe que não deseja uma gravidez sem complicações e que seu bebê nasça de uma forma saudável? Se você decidiu engravidar comece o quanto antes a se preparar para os nove meses de gestação.

Antes de engravidar é indispensável que a mulher tome alguns cuidados. Se consultar com o ginecologista pode ser o primeiro passo para uma gestação saudável. A mulher deve fazer alguns exames como hemograma, análise de colesterol e diabetes, ultrassonografia, sorologias, dosagens hormonais, verificação pressão arterial para avaliar suas condições físicas. Além disso, para a segurança da mulher é importante ela informar o médico sobre medicações que está tomando, pois algumas podem ser perigosas para o bebê, devendo ser suspensas e substituídas antes mesmo da gravidez.

O corpo da mulher sofre uma série de mudanças durante os noves meses e, por conta disso, a futura mamãe também precisa estar atenta a seu peso e eliminar alguns hábitos que podem ser prejudiciais à saúde. Se a mulher está acima do peso é importante que ela faça uma dieta para voltar ao seu peso normal e largar vícios como cigarro e bebidas alcoólicas. No entanto, é necessário também colocar as vacinas em dia.

Mulheres que pretendem engravidar novamente após abortos ou que tiveram alguma complicação na gravidez também devem fazer exames para diagnosticar as causas e tratá-las. As complicações podem ter sido anatômicas como má formação do útero ou das trompas, hormonais, doenças infecciosas, imunológica ou genética. Identificar as causas de um aborto é importante para garantir que a próxima gestação seja bem-sucedida.

Você não precisa viver no consultório para ser saudável. Basta seguir alguns cuidados, fazer os exames recomendados pelo seu ginecologista e se preparar para ser mamãe.

Confira a seguir orientações da ginecologista Erica Mantelli sobre o que a mulher deve fazer antes de engravidar, que muitas podem parecer óbvias, mas mesmo assim nem todas seguem…

1) Cuide da alimentação

Algumas futuras mamães precisam receber uma dose extra de vitaminas para que seu bebê se desenvolva com saúde e, por isso, muitos médicos recomendam a ingestão de ácido fólico. O ácido fólico pode prevenir defeitos no fechamento do tubo neural e também doenças congênitas. O recomendado é a mulher tomar 400 mcg (0,4 mg) de vitamina três meses antes de começar as tentativas para engravidar. Consuma também alimentos ricos em ácido fólico, como verduras escuras (couve, escarola, espinafre), batata, feijão, lentilha, ervilha, ovo, salmão, carne vermelha, laranja, limão e tangerina.

2) Pratique exercícios

Que tal começar fazer exercícios antes da gravidez? Além de ajudar a manter o peso, o seu corpo aos poucos vai se habituando aos exercícios. Essa prática só irá trazer benefícios para o seu bebê e também para você, melhorando sua postura, prevenindo dores lombares, reduz inchaço nas pernas e também auxilia para o trabalho de parto e para reduzir o risco de doenças graves como o diabetes gestacional e hipertensão.

3) Vá ao dentista

Cheque se está tudo em ordem na sua saúde bucal. As mudanças hormonais decorrentes da gravidez podem deixar os dentes e gengivas mais sensíveis. Por isso, é importante cuidar da saúde bucal antes da gestação. Visite seu dentista e faça um check-up e limpeza para evitar complicações posteriores.

4) Evite infecções

Manter hábitos saudáveis evita qualquer tipo de infecção que possa prejudicar a saúde do bebê. Verifique se as comidas na sua geladeira são mantidas a menos de 4ºC de temperatura para evitar o risco de contrair infecções bacterianas e fique atenta ao preparo do alimento, com lavagem adequada de frutas e verduras.

5) Conheça o histórico familiar de doenças

Investigue se tem casos na sua família de síndrome de Down, anemia falciforme, fibrose cística, atrasos de desenvolvimento, defeitos congênitos ou problemas de coagulação do sangue. Essa investigação é necessária para prevenir complicações da gravidez e avaliar a possibilidade do seu bebê desenvolver algum tipo de anormalidades.

Se você descobriu que está grávida, procure o seu ginecologista o quanto antes para iniciar o pré-natal e seguir com uma gestação tranquila e saudável.

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Vídeo = Ovário micropolicístico e a gravidez

Muitas mulheres tem problemas de ovário micro policístico, e tem dificuldades de engravidar, por isto trazemos aqui um vídeo com um especialista explicando mais sobre o tema e como fazer para conseguir engravidar.
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Video = Gravidez Tardia

Vejam um video sobre a gravidez tardia depois dos 35 anos com dicas de especialistas e casos reais.
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Video = É Possivel Saber Quando Estou Ovulando?

Um dos problemas que a maioria das mulheres encontram hoje em dia é saber se ela está de fato Ovulando corretamente. E para isso disponibilizei este super vídeo aonde você aprenderá quais são os sintomas da gravidez. Este vídeo explicativo que irá lhe guiar de forma correta para saber o momento certo da ovulação.


A Zazou também disponibiliza uma calculadora online gratuita para saber o seu período fértil em:

http://periodofertil.zazou.com.br/
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Vídeo = Aconselhamento Pre-Concepcional

Você saber o que pode ser feito antes da gestação?

A orientação adequada, em algumas situações especiais, pode prevenir problemas gestacionais futuros que colocam em risco a saúde do feto. O esclarecimento das preocupações, mitos e fantasias vivenciados pelos pais trará, sem dúvida, conforto e segurança durante a futura gestação. Nestas situações cabe ao geneticista avaliar, informar e esclarecer objetivamente os riscos genéticos para aquele indivíduo, ou casal.

Este risco é estabelecido após coleta e análise de uma história familiar ampla e detalhada, avaliação clínico-laboratorial de indivíduos afetados, quando necessário, e estudo de exames anteriormente já realizados por outros familiares e pelos próprios consulentes.
Indicações para Aconselhamento Genético antes da gestação: - Mulheres com amenorréia primária - Homens com oligo/azospermia (baixa produção de espermatozóides) - História de 2 ou mais abortamentos, principalmente em 1º trimestre de gestação - Doença cromossômica em gestação anterior, confirmada ou suspeita - História de Defeitos de Fechamento de Tubo Neural (Anencefalia, etc) - Exposição materna ou paterna a agentes mutagênicos (ex.: radioterapia) - Consangüinidade - Filho anterior ou história de outros familiares com doença neuro-degenerativa - Filho anterior ou história de outros familiares portadores de alguma malformação - Filho anterior ou história de outros familiares com retardo mental - Filho anterior ou história de outros familiares com diagnóstico de doença gênica - Risco para infecções congênitas


Vejam então uma video com uma médica dando dicas abaixo:
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Primeira gravidez na América Latina após transplante de tecido ovárico

Queria contar aqui o caso da Rita, de 36 anos, e do Fernando, que esperam para fevereiro a chegada de seu primeiro filho, depois que ela se tornou a primeira mulher na América Latina a ficar grávida graças a um transplante de tecido ovárico após superar um agressivo câncer.

O médico Fabián Lorenzo considera este o segundo milagre na vida de Rita. O primeiro foi se recuperar de um câncer altamente mortal. O câncer de Askin foi diagnosticado em Rita em 2005, quando ela tinha 28 anos. Para superar esse câncer, que afeta o tórax, Rita precisou se submeter a um tratamento com quimioterapia que podia causar menopausa precoce, explicou o especialista em medicina reprodutiva.

Ela então optou pela extração mediante laparoscopia e congelamento ultrarrápido e a criopreservação de minúsculos fragmentos de tecido de seus dois ovários no Instituto de Ginecologia e Fertilidade (IFER). A equipe médica descartou congelar óvulos em vez do tecido ovárico pela falta de tempo, indicou Lorenzo. Tinha dois dias (para começar a quimioterapia). Para os óvulos necessitamos de um prazo que varia entre 10 e 12 dias.

Dois anos após vencer o câncer, a paciente foi autorizada a tentar um transplante ovárico que permitisse engravidar. A primeira tentativa, iniciado em 2009 através da técnica de fecundação in vitro, falhou. Em março, o casal fez uma nova tentativa, em que foi realizada uma inseminação intrauterina bem sucedida, e que hoje está na 22ª semana.

Orgulhoso, o diretor científico do IFER, Ramiro Quintana, disse que "trata-se do primeiro caso na América Latina e o 25º no mundo todo". A técnica abre uma porta importantíssima a todas as pacientes jovens que diagnosticadas com câncer.

A criopreservação de mostras de sêmen, embriões, tecido ovárico ou óvulos na Argentina custa ao redor de 10.000 pesos (R$ 3.800) mais uma mensalidade entre 120 e 150 pesos mensais (R$ 45 e 55) até seu uso. A reimplantação de tecido ovárico permite as mulheres recuperarem sua menstruação e terem a chance de engravidar em qualquer idade, possibilidade contemplada na lei argentina de reprodução assistida.
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Fundador do PayPal cria app para gravidez

Max Levchin, um dos cofundadores do PayPal, quer colocar a tecnologia móvel a serviço da reprodução humana. Para isso, ele anunciou o Glow, um app que pretende reunir dados e ações de usuários para ajudar famílias a terem seus bebês.

De olho no mercado de fertilidade e tecnologias de concepção, que movimenta cerca de US$ bilhões só nos Estados Unidos, o executivo criou um app, que alimentado por dados do casal, fornece informações sobre a melhor época para "engravidar".
Fundador do PayPal cria app para gravidez chamado Glow


Levchin, que além de fundar a plataforma de pagamento móvel e o Yelp, faz parte do conselho diretor do Yahoo, investiu cerca de US$ 1 milhão próprios para a criação do Glow.
"Ter bebês é uma necessidade para a raça humana. O que falta para as pessoas que não podem tê-los é informação e poder financeiro", afirmou Levchin, que apresentou a novidade em conferência organizada pelo site All Things D.


Segundo destacou Levchin, o app, que sairá em breve para iOS, será capaz de prever com precisão os períodos de ovulação da mulher, e também é capaz de analisar outros dados, como temperatura corporal e estado emocional, quando alinhado a outras APIs e periféricos de medição corporal.

Segundo analisa o site CNET, se o Glow cumprir a sua promessa, pode ser uma séria ameaça para as clínicas de fertilidade, onde famílias gastam em tratamentos que chegam a US$ 30 mil.

Gostou da idéia?

Mais informações em: www.glowing.com

Aproveitando o tema, segue a dica de outros 8 aplicativos para celulares relacionados a gravidez que você deveria ter instalado:

1) Ovuline
2) My Days - Period and Ovulation Tracker
3) Pregnancy++]
4) Belly Snaps
5) CineMama
6) Pregnancy Food Guide
7) Sculpt My Pregnancy
8 ) Baby Names

E você tem mais alguma dica de um app legal sobre gravidez para indicar para as outras grávidas deste Blog?
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Video = Dicas de Como Engravidar

Vejam o video abaixo da série "Sexo a Duas", que é um interessante projeto de educação sexual do Erosdita (www.erosdita.com), cujo objetivo é responder a dúvidas dos internautas sobre sexo e sexualidade. E o vídeo abaixo é exatamente de um programa focado apenas sobre gravidez, dando dicas inclusive para quem quer engravidar.
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Relação entre a Idade e a Fertilidade

A atriz Marcia Cross é mais conhecida por seu papel como Bree van de Kamp, em The Desperate Housewife, mas, recentemente ela tem recebido atenção também por falar abertamente sobre sua experiência com a infertilidade, um caso raro entre celebridades do mundo todo. Em entrevista concedida à revista britânica Easy Living, a atriz afirmou com todas as letras, sem omitir nada: "40 anos não é a idade certa para começar a pensar em engravidar".
É fácil imaginar outra mulher na mesma faixa etária, que está tentando engravidar, se ressentindo a respeito desta declaração, mas a experiência de Cross a legitima a ser porta-voz desta causa, principalmente porque ela não desistiu do tratamento longo e penoso, marcado por insucessos no meio do trajeto. Somente aos 44 anos a atriz conseguiu engravidar de gêmeas. Ela revelou à revista que, antes, era muito difícil conciliar seu desejo de ser mãe com a trajetória de sua carreira.
E apesar de classificar as filhas como "um verdadeiro milagre", Marcia Cross não alimenta as ilusões de muitas sobre ter filhos na casa dos 40. Quando perguntada sobre ser a "garota propaganda" para as mães mais velhas, a estrela, que teve uma gravidez difícil, revelou que esta não era uma boa ideia... Hoje, com 49 anos, a atriz revelou que começou o tratamento de infertilidade um dia depois de seu casamento, e por isto mesmo, nem sequer teve lua de mel. E apesar de ter engravidado rapidamente, sofria de pressão alta e teve de ficar na cama nos últimos meses da gestação. Também desenvolveu pré-eclâmpsia e teve que passar por atendimentos de emergência, diversas vezes.
"O que faz a declaração de Marcia Cross tão difícil ‘de engolir’ para muitas mulheres é que ela realmente diz a verdade, de maneira clara: é difícil engravidar aos 40 anos, mais difícil do que algumas mulheres podem admitir", afirma o ginecologista Nelson Júnior, diretor do Projeto ALFA, Aliança de Laboratórios de Fertilização Assistida.
Segundo dados de um estudo de 2001, conduzido por bio-farmacêutica EMD Serono, as mulheres subestimam drasticamente a idade em que sua fertilidade começa a diminuir.
"A pesquisa, realizada com mais de 1.000 mulheres com idade entre 25 e 35 anos, constatou que as mulheres estavam erradas, na maioria das vezes, sobre quanto tempo levariam para engravidar e sobre o quanto sua fertilidade diminui de acordo com a idade", diz o médico.
Muitas entrevistadas não sabiam que uma mulher saudável de 30 anos tem apenas 20% de chances de conceber a cada mês. Aos 40 anos, este percentual cai para 5%. As mulheres pesquisadas ampliaram muito as probabilidades reais: a maioria achava que uma mulher de 30 anos de idade teria cerca de 70% de chances de conceber e que aos 40 anos, estas chances poderiam chegar a 60%.
"Ou seja, segundo a pesquisa, há uma clara necessidade de educar o público feminino sobre o impacto da idade sobre a fertilidade. É importante que as mulheres saibam que com a idade torna-se cada vez mais difícil conceber - de maneira natural ou empregando técnicas de reprodução humana assistida - e que as taxas de concepção não são tão elevadas como a maioria das pessoas acredita", destaca Nelson Júnior.
Ainda segundo a pesquisa, outro campo onde há uma grande lacuna de conhecimento está no tempo em que das mulheres acreditam que demoram para engravidar. Apenas 14% das entrevistadas respondeu corretamente esta pergunta. Elas achavam que uma mulher de 20 anos poderia engravidar em menos de dois meses de relações sexuais desprotegidas, quando a média real é de cinco meses.
"As questões levantadas pela pesquisa são básicas e têm um impacto muito grande sobre a fertilidade feminina. Talvez, seja por falta de informação que vemos mulheres com 40 anos de idade ou mais tentando engravidar por um ano ou mais, sem buscar ajuda", diz o ginecologista.
Segundo Nelson Júnior, as declarações da atriz impressionam porque "as notícias freqüentes de celebridades que engravidam depois dos 40 anos de idade confundem muito o público. O que se noticia é o nascimento e não o tempo de tratamento das celebridades até elas levarem a gravidez a termo. Por tudo isto, é muito difícil não admirar a honestidade da atriz", afirma o diretor do Projeto ALFA.
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Vídeo = A mulher tem que se preparar para a gestação?

A mulher tem que se preparar para a gestação? Quem responde esta no vídeo abaixo é o Dr. Antonio Carlos V. Cabral.
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Mãe perde mais de 40 quilos para poder ter filho com fertilização in vitro

Vejam só este caso de uma britânica que precisou perder 42 quilos para poder ter seu primeiro filho, após uma fertilização in vitro. o caso da Suzanne Gaskell, de 30 anos, que chegou a pesar 108 quilos e tentava há 9 anos engravidar, foi contado pelo jornal britânico "Daily Mail".
Mãe perde mais de 40 quilos para poder ter filho com fertilização in vitro
Moradora na cidade de Warrington, na Inglaterra, Suzanne tem um salão de beleza e é casada com Chris Gaskell desde junho de 2002. Desde aquela época, o casal já tentava sem sucesso ter um bebê pelos métodos convencionais. Ao procurar ajuda de especialistas em fertilidade pela primeira vez, em 2005, ela recebeu a notícia de que precisaria perder peso para que um tratamento de reprodução assistida pudesse funcionar. Após saber que precisaria perder peso para engravidar, Suzanne ficou arrasada e insistiu por mais três anos em tentar engravidar sem ajuda médica. Ela conta que seu tamanho nunca havia impedido nenhuma tarefa. Na época, ela estava com 107 quilos e afirmava que seu marido não ligava para os quilos a mais. Sua mãe sugeriu que ela procurasse outra opinião e Suzanne visitou novamente os médicos em 2008. Um novo especialista disse a ela que o excesso de peso poderia estar atrapalhando e sugeriu realizar testes, caso Suzanne conseguisse perder alguns quilos. Para emagrecer, ela se submeteu a uma dieta rigorosa e passou a fazer exercícios físicos três vezes por semana. Ela retornou ao local depois de três meses, com 12 quilos a menos. Até o final de 2009, ela havia alcançado 66 quilos e passou por um exame para analisar suas trompas de falópio, os canais que ligam os ovários ao útero. Como as estruturas internas do sistema reprodutor de Suzanne estavam normais, ela tentou engravidar mais uma vez com a ajuda de remédios, mas fracassou mais uma vez. Somente em junho de 2010, após se submeter a uma fertilização in vitro é que Suzanne conseguiu ficar grávida. A filha Lily-Ann nasceu em maio de 2011, pesando 3,1 quilos.
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9 motivos para ter um filho

Vejam abaixo uma lista de 9 motivos para ter um filho: 1) Realização pessoal: Sonhar que uma criança complemente o universo familiar faz com que casais optem por ter filhos. O sentimento de ser pai ou mãe é intraduzível, é um amor que você não sentirá por nada ou ninguém, é singular. O casal se ama tão imensamente que quer ter um filho para ver o amor de um pelo outro se refletir em futuras gerações. 2) Adorar crianças: Há quem cuide dos filhos dos outros por anos a fio sem reclamar. Algumas mulheres, desde a infância, gostam de crianças e se veem como mães desde pequenas. 3) Religião: A religiosidade tem e teve como princípio o sexo com a função de procriação. A visão da mãe com o amor incondicional também faz com que este modelo de comportamento seja admirado e aceito pela maioria. 4) Vaidade ou orgulho: A mulher grávida é enaltecida pela sociedade e, para ela, tudo pode. Inclusive, ter desejos descabidos e fora de hora. “A mulher que não tem filhos é vista por alguns como alguém que apresenta problemas físicos ou psicológicos. Algumas pessoas dão demasiada importância ao que os outros pensam”, diz Sueli. 5) Valores morais e éticos: Segundo o modelo considerado adequado pela sociedade, a vida só teria sentido quando se cria uma família com filhos, seguindo o padrão familiar em que a maioria foi educada. Além da pressão social, os próprios amigos e parentes cobram o casal para ter filhos. 6) Realizar-se por meio dos sucessores: Querer dar aos filhos o que não teve ou ganhou dos pais, assim como projetar expectativas e sonhos não realizados na criança, também pesa. Dar melhores condições aos filhos faz com que o casal sinta-se útil. 7) Projeto de vida: Ser bem-sucedido profissionalmente, comprar um apartamento e se tornar pai ou mãe. Há casais que planejam todos os detalhes do futuro, incluindo o projeto de ter filhos. 8) Amor incondicional: Sente aquele desejo de ver a barriga crescer ou de acompanhar a evolução de uma pessoa que depende exclusivamente de você? Então você tem muita vocação para criar uma criança e vai ter o maior prazer em ensinar os primeiros passos e as primeiras palavras. Amar um ser mais do que a si próprio ou qualquer outro amor que passou pela vida é uma experiência realmente especial. 9) Simplesmente quer: Há pessoas que nunca cogitaram a hipótese de viver por anos sem ter filhos e, desde pequenas, sabiam que um dia os teriam. Essa pode ser uma necessidade biológica e psicológica.
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Acupuntura pode ajudar na fertilização in vitro?

A acupuntura pode ajudar algumas mulheres a engravidar através da fertilização in vitro, pelo menos é o que mostra uma nova análise de pesquisas, ainda que o verdadeiro benefício da técnica ainda não está claro. A técnica tem sido usado durante milênios na medicina tradicional chinesa, para uma vasta gama de doenças. Dez anos atrás, um estudo na Alemanha foi o primeiro teste clínico a mostrar que a acupuntura parece melhorar as taxas de gravidez em mulheres que fazem FIV. Mas desde então a pesquisa forneceu diversos resultados.
"Eu digo às mulheres que a literatura ainda não nos convenceu de que a acupuntura ajude a engravidar", diz Frederick Licciardi, líder do programa mente/corpo do centro de fertilidade da New York University.
No centro, mulheres podem optar por sessões de acupuntura, ioga e outros serviços "mente/corpo", mas eles são voltados a reduzir o estresse e promover bem-estar geral, e não o sucesso das taxas de gravidez FIV, diz Licciardi. Os ensaios clínicos sobre o tema têm sido pequenos e, frequentemente, de qualidade questionável. No novo estudo, relatado no periódico Fertility and Sterility, pesquisadores chineses combinaram os resultados de estudos anteriores para ter uma ideia do panorama geral. O pesquisador Cui Hong Zheng e colegas do Tongji Medical College avaliaram os resultados de 24 pequenos ensaios clínicos que testavam os efeitos da acupuntura em mulheres que passavam por tratamento de fertilização in vitro. Os testes variaram bastante: muitos usaram acupuntura com agulhas, outros a chamada eletroacupuntura e alguns incluíram laser acupuntura. Os estudos também variaram no quesito grupo-controle. Em alguns, pacientes de FIV receberam acupuntura e outros nenhum tratamento. Em outros estudos, os pesquisadores usaram placebo acupuntura, por exemplo, estimulando pontos não relacionados à fertilidade, de acordo com a medicina tradicional chinesa. Os autores descobriram que as mulheres que recebiam acupuntura tinham uma taxa de gravidez levemente superior àquelas que não passaram pelo tratamento - mas as taxas de nascimento não foram mais elevadas. Porém especialistas apontam que um dos problemas da análise é que ela combinou estudos focados em pontos muito diferentes: diversos tipos de acupuntura, diversos grupos-controle e diversas sessões de acupuntura.
"Eles são muito heterogêneos para generalizar e tirar conclusões", diz Licciardi.
No contexto maior da pesquisa em acupuntura, encontrar um bom controle tem sido um problema. O padrão outro para provar que qualquer tratamento funciona é dividir pacientes em grupos para receber o tratamento ou apenas placebo, sem que nem os pacientes nem os pesquisadores saibam quem está recebendo o quê. Se um ensaio está testando uma droga, é fácil dar ao grupo controle pílulas de açúcar. Mas com a acupuntura tem sido difícil encontrar uma versão placebo da técnica - que não tenha, ou que tenha efeitos mínimos sobre o organismo, mas que seja suficientemente convincente para que os pacientes acreditem estar recebendo acupuntura. De acordo com Licciardi, o problema é que ninguém sabe ainda se a acupuntura pode realmente fazer diferença no sucesso da FIV. Mas se uma mulher quer tentar simplesmente para se sentir melhor ou menos estressada, não haveria grande dano. A acupuntura geralmente é considerada segura, com efeitos colaterais como manchas nos pontos de aplicação das agulhas. O custo varia muito - e pode ou não ser coberto pelos seguros.
"Se a acupuntura ajuda a se sentir melhor e se isso ajuda a passar pelo processo da FIV, então ótimo", diz Licciardi.
Mas por que acupuntura ajudaria a engravidar após uma FIV, ninguém sabe ao certo. Há alguma evidência de que a estimulação das agulhas pode aumentar o fluxo sanguíneo no útero. E pesquisadores pesquisam se a técnica poderia tornar a parede do órgão mais receptiva ao embrião.
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Estudo defende limite de 2 embriões para uso em fertilizações in vitro

Um estudo conduzido por cientistas britânicos defende um limite de no máximo 2 embriões a serem usados nas tentativas de gravidez por fertilização in vitro. O trabalho foi divulgado na revista médica "The Lancet", umas das principais publicações científicas do mundo. Na pesquisa, foram analisadas 124.148 ciclos de fertilização, que geraram 33.514 nascimentos. Os cientistas compararam as taxas de gestações, o número de gêmeos, se os bebês nasceram prematuros (menos de 37 semanas de gestação) ou com pouco peso com menos de 2,5 quilos. As mães foram divididas em dois grupos: um com mulheres abaixo de 40 anos e outro com gestantes acima desta faixa etária. Nos dois grupos, o uso de apenas um embrião tornava as chances de nascimento menores quando comparadas com a implantação de dois embriões. Mas transferir 3 embriões se mostrou menos eficiente que utilizar somente dois em mulheres mais novas e não apresentou diferenças para mães acima desta idade. O risco de adversidades perinatais era maior em fertilizações com dois e três embriões. Já o risco de parto prematuro com menos de 33 semanas de gestação foi muito maior em fertilizações com três óvulos fecundados, segundo os autores do estudo. Como estudos anteriores já haviam mostrado, mulheres mais velhas apresentaram mais dificuldade para engravidar do que as mães abaixo de 40 anos. Mas quando dois embriões eram utilizados durante a fertilização, o risco de nascimento de gêmeos, peso baixo e partos prematuros era menor no grupo de mulheres mais idosas. Para os pesquisadores, o trabalho mostra que o número ideal de embriões a serem usados para mulheres mais velhas que querem engravidar é 2. Apesar de definirem que o limite para fertilizações em qualquer idade deve ser de 2 embriões, os autores pedem por maior liberdade aos médicos para analisarem caso a caso se a fertilização assistida deve ser conduzir com um ou dois óvulos fecundados. Um comentário publicado junto ao artigo ressalta que a decisão sobre o número de embriões a serem usados deve ser um consenso entre as pacientes, embriologistas e médicos, que devem levar em conta casos especiais como mulheres com restrições para partos de gêmeos.
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Novas técnicas permitem que casais inférteis voltem a ter filho

Em 1978, o mundo presenciou um marco na área da reprodução humana: nascia na Inglaterra o primeiro bebê de proveta!
Primeiro Bebe de Proveta em 1978
Casais inférteis, antes sem a possibilidade de obter a gravidez tão desejada, tiveram, a partir dessa data, esperanças renovadas.
“A infertilidade, que atinge cerca de 15% dos casais no período reprodutivo, ou seja, entre os 15 e 45 anos - passou a ter uma ampla gama de tratamentos cada vez mais bem sucedidos a medida que as pesquisas evoluem”, considera o especialista em reprodução humana Felipe Oliveira de Albuquerque.
A literatura médica diz que a pesquisa do casal infértil visa atingir identificar e corrigir as causas de infertilidade, informar detalhadamente cada passo do tratamento, proporcionar apoio emocional durante a pesquisa e tratamento do casal e oferecer as formas de tratamentos convencionais, bem como técnicas de fertilização assistida, se necessárias. Conforme explica Felipe Oliveira, o primeiro passo é a avaliação da infertilidade através da análise do fator masculino, com o estudo do sêmen por meio da coleta e do exame conhecido como espermograma.
“Vale salientar que em 35% a 40% dos casos de infertilidade a causa é masculina. Já quando analisamos o fator feminino é fundamental, a princípio, afastar a possibilidade da existência de doenças sistêmicas que interferem no processo reprodutivo, tais como: diabetes, doenças da tireóide, obesidade e outras”, acrescentou Felipe Albuquerque.
De acordo com o histórico da paciente e considerando outros fatores clínicos, o médico pode lançar mão de um extenso arsenal de métodos de diagnóstico para identificar a origem da infertilidade, como por exemplo videohisteroscopia, videolaparoscopia, ultrasonografia, dosagens hormonais entre outros. Após esse estudo do casal, é possível identificar as principais doenças envolvidas na origem da infertilidade. No homem, a varicocele – conhecida varize que se forma na bolsa escrotal - é a principal causa. Já na mulher a falta de ovulação, a endometriose e alguns processos infecciosos estão entre as doenças mais freqüentes. Os avanços na terapêutica do casal infértil tem sido constantes e incluem desde a descoberta de substâncias mais eficientes no tratamento de indução da ovulação até as técnicas mais avançadas de fertilização “in vitro”. Não foram poucas as mães beneficiadas por cirurgias videohisteroscópicas, que permitem a retirada de pólipos, miomas, septos e aderências no útero sem a necessidade de cortes, assim como por técnicas minimamente invasivas como a videolaparoscopia, que possibilitam o tratamento de endometriose, cistos de ovários e aderências pélvicas utilizando microcâmeras e pinças e descartando incisões de grande porte. Conforme destaca o médico Antonio Carlos Albuquerque, um dos principais nomes da reprodução humana em Alagoas, no campo da fertilização “in vitro” os resultados alcançam até 65% de chances de se alcançar a gravidez, dependendo o sucesso, basicamente, da idade da mulher. Ele cita ainda a injeção intracitoplasmática de espermatozóide (ou ICSI, por sua sigla em inglês), técnica iniciada na década de 90 que tornou possível a fertilidade em homens vasectomizados e em mulheres que retiraram as trompas. A ICSI favoreceu o desenvolvimento de novos exames a serem realizados antes do implante do embrião no útero, oferecendo aos pais a tranqüilidade de iniciar uma gravidez com um embrião sem alteração genética ou cromossomial.
injeção intracitoplasmática de espermatozóide
“Toda essa evolução no campo da reprodução humana propiciou a casais antes inférteis, a possibilidade de alcançar a gestação desejada. A tecnologia avança a cada segundo, novas técnicas deverão surgir nos próximos anos e, consequentemente melhores resultados deverão ser obtidos. O importante é que, antes de mais nada, sejam resultados conquistados dentro de princípios éticos”, finalizou Felipe Albuquerque.
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Nascimento de gêmeos aumenta 17% no País em menos de uma década ‎

Na contramão do encolhimento da população em geral, o número de gestações de gêmeos, trigêmeos e até quadrigêmeos aumentou no País, impulsionado pela popularização do uso de métodos de reprodução assistida. Em sete anos, houve um aumento de 17% nesses nascimentos. Os dados são da Pesquisa do Registro Civil 2010, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Eles mostram que a proporção de brasileiros nascidos de partos múltiplos passou de 1,59% em 2003 para 1,86% do total de partos em 2010. Ou seja, a cada ano, nascem mais de 51 mil múltiplos. Estatisticamente, a chance de uma mulher engravidar naturalmente de dois bebês de uma só vez é de 1 para cada 80 gestações. Mas em Estados com maior acesso a tratamentos de alta complexidade, como Rio de Janeiro e São Paulo, a ocorrência tem sido bem maior que a média. Entre os 599 mil paulistas nascidos no ano passado, 13.215 eram gêmeos - 1 para cada 45. No Rio de Janeiro, onde nasceram 200.257 bebês no mesmo período, a proporção de gêmeos foi de 1 para cada 51. De acordo com o médico Renato Fraietta, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o aumento do número de gestações múltiplas está diretamente relacionado ao uso de técnicas de reprodução assistida. Uma em cada cinco mulheres que engravida por meio de tratamento dá à luz mais de um bebê. Isso acontece porque, para aumentar as chances de gravidez, os médicos "turbinam" o organismo da paciente com hormônios para estimular a ovulação ou implantando vários embriões de uma vez. Para quem está correndo contra o tempo, a ideia de fazer algo para melhorar a performance do organismo é irrecusável. Afinal, além do custo elevado: de R$ 2 mil a R$ 15 mil por tentativa, os tratamentos têm um pesado ônus emocional. Moradores do Rio, Adriana Valle e Eduardo Matta viveram essa angústia durante três anos. Primeiro, eles tentaram estimulação hormonal. Em seguida, a fertilização in vitro. Nesse processo, o médico retira óvulos da paciente e os insemina em laboratório. Dias depois, os embriões que vingaram são inseridos no útero da paciente. Nas duas primeiras tentativas, a gestação de Adriana não foi adiante. Na terceira, ela engravidou dos gêmeos Bruno e Carol, hoje com 5 anos.
"Foi um processo longo e desgastante física e emocionalmente", lembra Matta. "Mas, ao ver a carinha deles, vejo que tudo valeu a pena."
Casos de trigêmeos e quadrigêmeos são bem menos comuns, apenas 1,3 mil por ano. Mas, quando acontecem, ainda assustam. A assistente de importação Elisângela Ramos recorreu à técnica aos 30 anos, após 3 de casamento. Por ter histórico de obstrução nas trompas e endometriose, partiu logo para a inseminação artificial, processo em que o sêmen do marido é injetado no útero da mulher no dia fértil. Elisângela recebeu injeções do hormônio FSH, que estimula a ovulação, e foi submetida à inseminação. Não apenas um, mas quatro óvulos foram fecundados.
"Eu não acreditava que seriam tantos", diz. "Se fosse hoje, talvez tentasse engravidar pelo método natural."
Os quadrigêmeos Bruno, Beatriz, Lucas e Lívia nasceram em novembro de 2008, com pouco mais de 1 quilo cada um. E só foram para casa depois de dois meses na incubadora. Elisângela parou de trabalhar e contratou duas babás, que se revezavam dia e noite. Só neste ano, quando as crianças entraram na escola, ela pôde começar a retomar a vida normal.
"Ninguém imagina o trabalho que dá cuidar de quatro bebês prematuros", conta.
E não é só isso. Segundo o médico Artur Dzik, presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana, as gestações múltiplas oferecem maior risco à saúde da mãe e dos bebês.
"Antigamente, os tratamentos tinham uma taxa de sucesso menor e se costumava colocar mais embriões", diz. "Hoje, esse procedimento é questionável, pois há o risco de a gestação não terminar bem."
Bebês múltiplos têm dez vezes mais chance de necessitar de UTI neonatal. Nos próximos anos, a taxa de nascimento de gêmeos deve baixar. Em 2010, o Conselho Federal de Medicina limitou o número de embriões que as pacientes podem receber a cada tentativa. Para mulheres de até 35 anos, são no máximo dois. Para as de 36 a 39, três. E para as de 40 em diante, quatro. O médico Isaac Yadid, que participou da equipe responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta do País, em 1984, diz que a medida é acertada.
"As técnicas evoluíram e nosso dever é conduzir o processo com segurança."
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No Portal Múltiplos e no grupo Unidas pela Dor, mulheres que tiveram dificuldade de engravidar trocam experiências

Junto com a alegria, a gravidez múltipla costuma trazer muita apreensão. Há nove anos, quando descobriu estar esperando três bebês, a empresária Majoy Antabi entrou em parafuso.
"Na época, não havia onde buscar informações sobre o tema. Eu temia dar à luz antes da hora ou perder algum deles", conta.
Enquanto gestava Henry, Laila e Maia, a empresária criou um blog para trocar experiências com mães de gêmeos. Com o tempo, o projeto foi crescendo e se tornou o Portal Múltiplos, que mantém um cadastro de 6.890 supermães. Hoje, os trigêmeos de Majoy estão crescidos e ela teve até mais uma filha, Raica, concebida naturalmente. Mas não abandona o projeto. Além de se encontrar com leitoras, mantém uma rede de apoio que distribui roupas, carrinhos e brinquedos usados para as mães de primeira viagem.
"Quem vê gêmeos ativos e saudáveis não sabe o drama que a mãe deles passou nos primeiros meses", diz Majoy.
"Depois da angústia de vê-los lutando pela vida na UTI, vem o trabalho duro. São pelo menos 18 fraldas por dia, mais de 30 mamadas ou então latas de leite em pó especiais que custam no mínimo R$ 40. No primeiro ano, a maioria das mães não consegue fazer a unha nem ir a um restaurante, porque o dinheiro vai todo para os gastos com os bebês."
O pior é quando a gravidez múltipla apresenta complicações. Após oito tentativas de inseminação, a engenheira civil Odete Santos ficou grávida aos 48 anos. Mas a gestação foi dificílima.
"Quando o médico falou que eu estava grávida de trigêmeos, senti a maior felicidade da minha vida", lembra. "Mas logo tive um sangramento, provocado pela perda de um dos bebês. No restante da gravidez, fiquei em repouso, tentando fazer tudo certo para não perder os outros."
Quando a gestação completou sete meses, constatou-se que um dos bebês estava crescendo muito mais lentamente que o outro. Submetida a cesariana de emergência, Odete deu à luz um menino e uma menina. A nenê, que pesava 480 gramas, morreu aos 20 dias.
"Fiquei só com o Ricardo, que graças a Deus hoje é um menino forte de 5 anos", afirma.
Com base em sua experiência, Odete ajudou a criar um grupo chamado Unidas Pela Dor. Suas integrantes se reúnem periodicamente para desabafar sobre o drama de não conseguir engravidar.
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Conheça 3 Simpatias que podem lhe ajudar a Engravidar

Em pleno terceiro milênio, com a tecnologia a cada dia trazendo milhões de novidades e a ciência anunciando milhões de curas, um grande problema ainda aflige muitas mulheres: não conseguir engravidar. Como diz um antigo ditado, "ser mãe é padecer no paraíso". Uma gravidez não é um simples ato de reproduzir a espécie humana. Engravidar é ter um filho e um dos grandes milagres e mistérios do Universo. Gerar uma criança é ver uma nova vida sair de você, que terá uma vida inteira pela frente. Quer engravidar? Para as mulheres que querem ser mães e que por algum motivo ainda não realizaram este sonho, segue abaixo com ajuda do especialista Franco Guizzetti, algumas simpatias para engravidar: 1) Simpatia da lua cheia Na primeira noite de lua cheia, acenda uma vela dourada para Nossa Senhora, mãe de Jesus. Faça este ritual às 21hs. Ao acender a vela, faça seu pedido à Santa. Fortaleça o pedido e alegria de ser mãe, o quanto esta criança será bem vinda e cuidada. Faça este procedimento durante sete noites da lua cheia, no mesmo horário. 2) Simpatia dos sapatinhos de bebê Compre dois pares de sapatinhos de bebê: Um rosa para menina e um azul para menino. Encha-os com balas e doces coloridos. Leve até uma praça ou jardim. Pendure-os numa árvore ou os coloque perto dela. Quando pôr no jardim, peça às crianças ou a Cosme e Damião que lhe tragam um bebê. 3) Outra Simpatia dos sapatinhos de bebê Compre dois pares de sapatinhos de bebê: Um rosa para menina e um azul para menino. Encha-os com balas e doces coloridos. Coloque em uma gaveta junto com a sua roupa íntima e ofereça à Cosme e Damião, prometendo dar um uma cesta de doces a uma criança carente quando seu pedido for atendido, ou seja, quando você engravidar. Mas será que funciona? Como dizem que a "fé move montanhas", não custa tentar...
Simpatias para Engravidar
Você conhece alguma outra legal e que funcione para indicar para as tentantes que estão lendo este post? Quer saber mais sobre o trabalho de Franco Guizzetti, ou entrar em contato com ele, escreva para franco.guizzetti@terra.com.br.
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Posição sexual tradicional pode facilitar a gravidez

Se você já se sente preparada para ser mãe, mas o teste ainda não deu positivo, deve se lembrar que um casal fértil pode levar até um ano para engravidar. No entanto, se você está disposta a contar com toda e qualquer ajuda, pode experimentar mudar a posição na hora do sexo. Segue abaixo algumas dicas úteis para ajuda-la. De acordo com o ginecologista Eduardo Motta, especialista em reprodução humana da Unifesp, não há provas científicas da existência de uma posição mais eficiente para engravidar. Mas, por experiência, muitos médicos recomendam o tradicional papai e mamãe...
"A posição ideal seria aquela em que o espermatozóide fica mais represado no fundo da vagina, e o famoso papai e mamãe proporciona isso", diz Eduardo.
O ginecologista e obstetra Malcolm Montgomery, autor de "Mulher: um Projeto sem Data de Validade" (Integrare Editora) e outros livros relacionados ao tema, concorda. Segundo ele, a posição papai e mamãe favorece, anatomicamente, a fisiologia da fecundação. Para a mulher engravidar, o espermatozóide precisa percorrer um caminho que, ao homem, corresponde à aproximadamente 10 quilômetros de nado. Se as águas estiverem turbulentas, fica mais difícil alcançar o objetivo final, o útero. O período fértil da mulher significa águas calmas. Fora desse período, fica ainda mais difícil do espermatozóide chegar. Segundo Malcolm, se a gravidade colaborar é melhor ainda.
"Se a mulher está deitada de costas pra baixo, a vagina serve como um tobogã para o espermatozóide alcançar o colo do útero", diz ele. "Quando a mulher fica de pé, por exemplo, está em uma posição em que o útero fica para cima e a barriga para baixo, tornando mais fácil para o sêmen descer", completa.
Segundo o ginecologista e obstetra Flávio Garcia de Oliveira, especialista em reprodução humana da Clínica FGO, em São Paulo, a posição realmente colabora para o útero "sugar" o sêmen depositado na vagina. Mas, segundo ele, a posição papai e mamãe pode não beneficiar as mulheres com útero fora da posição habitual. "Para mulheres com útero retroverso, a melhor posição é deitada de bruços", diz. A relação sexual não precisa ser necessariamente nesta posição: o que vale é ficar deitada de bruços por algum tempo depois. De acordo com Eduardo Motta, o hábito comum de se levantar e ir ao chuveiro logo depois do sexo também pode dificultar a concepção.
"Se ficar deitada por aproximadamente 40 minutos depois do sexo, a mulher facilita a migração do espermatozóide para dentro do útero", diz.
O ginecologista Flávio Garcia de Oliveira concorda. Como o sêmen demora por volta de 30 minutos para se liquefazer, o ideal é permanecer um tempo deitada. Segundo o ginecologista e obstetra Gustavo Kröger, especialista em reprodução humana da Clínica Genics de Medicina Reprodutiva e Genômica, em São Paulo, não há realmente uma posição ideal para a mulher engravidar com maior facilidade.
"Há orientações gerais a serem seguidas para a saúde melhorar e a gestação possa acontecer mais facilmente, mas nenhuma posição aumenta a possibilidade da gravidez", diz. "O ideal é que o sexo seja confortável para a mulher", completa.
E saber do que pode dificultar a chegada da gravidez, como fumar e ter o peso muito acima ou muito abaixo do indicado. Ainda, de acordo com o obstetra Mario Burlacchini, do Hospital das Clínicas de São Paulo, não é necessário levar em consideração a posição sexual.
"Se a mulher for fértil, de qualquer maneira ela irá engravidar", diz. Mas a frequência influencia. "Se o casal tiver relações sexuais apenas uma vez por mês, fica mais difícil. Se estiver em busca da gravidez, é melhor ter de duas a três vezes por semana", afirma.
Segundo o especialista, problemas de fertilidade possíveis de vir à tona não serão superados pela posição sexual. O que vai ajudar mesmo é estar tranquila no momento". Para ele, o casal que deita na cama querendo ter um filho acaba direcionando a relação sexual para a futura gravidez, mas isto não pode se tornar uma obrigação. "Senão o sistema límbico, responsável pelas emoções, é capaz de bloquear a gravidez", diz. Mario aconselha ficar mais ligada às questões básicas de saúde e fertilidade do que atenta somente à posição sexual. E relaxar. Mas tentar com o papai e mamãe de vez em quando mal não faz.
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Video = Sonho Realizado

Após três tentativas frustradas, casal finalmente consegue ter sua primeira filha, e o programa Mais Você acompanha a história do casal, que pode ser visto no vídeo abaixo:
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Tomar aspirina não ajuda no tratamento de fertilidade

Diferente do que indicaram pesquisa anteriores, parece que tomar aspirina durante o tratamento de fertilidade não aumenta as chances da mulher engravidar.
Aspirina
Alguns estudos sugeriram que a aspirina pode ajudar mulheres submetidas à fertilização in vitro, talvez pela melhora da oferta de sangue para o útero e os ovários. O uso de aspirina é controversa, mas muitas clínicas de fertilidade fazem a prescrição durante o tratamento. A nova análise foi publicada pela Biblioteca Cochrane, especilizada em saúde, que rotineiramente realiza análises independentes de pesquisa existentes para ajudar a orientar médicos. A análise incluiu 13 estudos envolvendo um total de 2.653 participantes. A maioria dos estudos utilizou uma dose de 100 mg de aspirina por dia, começando quando as mulheres começaram a receber tratamentos hormonais, em preparação para a fertilização in vitro. Nenhuma diferença significativa nas taxas de natalidade ou taxas de gravidez foram encontradas entre mulheres que tomaram aspirina durante seus tratamentos de fertilidade e as que tomaram placebo, de acordo com os estudos incluídos na revisão. Nos estudos que analisaram as taxas de aborto espontâneo, mais uma vez não foram encontradas diferenças entre os grupos de aspirina e placebo. O novo artigo é uma atualização para uma análise realizada em 2007 que chegou a mesma conclusão. Outra revisão publicada este mês por pesquisadores holandeses também não encontrou qualquer benefício de se tomar aspirina durante a fertilização in vitro, mas uma revisão em 2008 fez sugerir alguma vantagem. São necessários mais ensaios sobre a questão, disseram os pesquisadores.
"O uso de aspirina para mulheres submetidas à fertilização in vitro não pode ser recomendado, devido à falta de provas a partir dos dados do estudo atual", disseram os autores, liderados por Charalambos Siristatidis, da Universidade de Atenas, na Grécia.
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Anorexia e bulimia podem prejudicar a fertilidade

Mulheres com anorexia e bulimia podem demorar mais para engravidar do que mulheres sem esses transtornos alimentares, aponta um novo estudo feito na Inglaterra. Pesquisadores do Reino Unido pediram a 11.088 grávidas para preencher questionários na 12ª e 18ª semanas de gestação, e o resultado mostrou de que entre as mulheres, 1,5% tiveram anorexia em algum momento de suas vidas, 1,8% tiveram bulimia, e outras 0,7% haviam tinham experimentado ambas as condições.
Anorexia e bulimia podem prejudicar a fertilidade
A maior proporção das mulheres com transtornos alimentares levou mais de seis meses para conceber em comparação com aquelas sem história de transtornos alimentares (39,5% contra 25%). No entanto, os pesquisadores constataram que as mulheres com transtornos alimentares não eram mais propensas a demorar mais de 12 meses para engravidar. Mulheres com anorexia ou bulimia foram mais de duas vezes mais propensas a engravidar com a ajuda de tratamentos de reprodução assistida: 6,2% contra 2,7% nas sem os transtornos. O estudo também constatou que 41,5% das mulheres com anorexia, disse que sua gravidez não foi planejada, em comparação com 28,6% das mulheres na população em geral. Isto sugere que as mulheres com anorexia tendem a subestimar suas chances de engravidar, acreditam os pesquisadores.
“Esta pesquisa destaca que há riscos para a fertilidade associados aos transtornos alimentares. No entanto, as altas taxas de gravidez não planejada em mulheres com histórico de anorexia sugerem que elas podem estar subestimando suas chances de engravidar”, disse a autora Abigail Easter, do Instituto de Psiquiatria do Kings College, de Londres (Reino Unido).
"As mulheres que planejam engravidar devem, idealmente, procurar tratamento para seus sintomas de transtorno alimentar antes da concepção e os profissionais de saúde devem estar cientes da possibilidade desses problemas ao investigar a fertilidade e fornecer tratamento para engravidar", acrescentou.
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Café Diminui as Chances de Engravidar

Você sabia de que a cafeína reduz a atividade dos músculos que levam o óvulo desde os ovários até o útero, o que diminui a chance de a mulher engravidar?
Cafè Diminui as Chances de Engravidar
Pois foi exatamente essa a conclusão de um estudo realizado pela Universidade de Nevada, nos Estados Unidos, e publicado recentemente na revista científica British Journal of Pharmacology. Sean Ward, professor de Fisiologia e Biologia Celular da Faculdade de Medicina da Universidade de Nevada e coordenador do estudo, explica que os óvulos humanos são muito pequenos, mas precisam atingir o útero para que a mulher fique grávida. Embora esse processo seja muito importante, existem poucas informações a respeito de seu mecanismo. O que os cientistas sabem é que as tubas uterinas possuem células com cílios que, por meio de contrações, movimentam o óvulo até o útero. Ao estudar o útero de camundongos, os pesquisadores descobriram que a cafeína interrompe a ação das células presentes na parede das tubas uterinas. Como são essas células que coordenam as contrações, os óvulos não conseguem mais se mover quando elas são inibidas. De acordo com Ward, essas células são mais importantes do que os cílios para realizar a movimentação.
Isso dá uma explicação sobre por que as mulheres que consomem bastante cafeína geralmente demoram mais para engravidar do que as que não tomam a substância.
Para Ward, a descoberta traz alguns benefícios.
Além de ajudar mulheres que estão com dificuldade para engravidar, uma melhor compreensão de como funcionam as tubas uterinas vai ajudar os médicos a tratar inflamações na região pélvica e doenças sexualmente transmissíveis.
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Vacina contra o Aborto Recorrente = Imunoterapia com Linfócitos Paternos

Queria trazer um tema que nem sempre é conversado abertamente e muitos ainda tratam de forma silenciosa, mas que achamos importante abordar aqui neste Blog, até para melhor informa-las. Outro dia recebemos a visita da Ana do Blog Nasci Para Ser Mãe (http://eunasciparasermae.blogspot.com), que deu uma interessante dica para as tentantes como ela, sobre uma nova técnica apresenta resultados positivos contra o “aborto recorrente”, com vacina produzida do sangue paterno. Só após ter tido três abortos, normalmente entre a sexta e a sétima semana de gestação, é que a professora universitária Viviane de Souza Garrido, 34 anos, chegou ao final da gravidez. A decepção a cada novo aborto era seguida de milhões de dúvidas sobre a impossibilidade de levar a gestação até o fim. “Nenhum médico que consultei em Salvador me dava resposta. Os exames passados eram os comuns para esses casos e não acusavam nada de anormal”, conta Viviane, que chegou a ouvir de um obstetra que aquilo era “comum acontecer”. Decidida a ser mãe, não se conformou com o diagnóstico.
“Passei a pesquisar até chegar a um médico de Fortaleza, que me aconselhou a investigar a causa do problema por meio de uma técnica nova no Brasil, uma vacina, que vinha dando bons resultados em casos como o meu”, relata.
O tratamento a que se submeteu é a chamada imunoterapia com linfócitos paternos. Não se arrependeu. Hoje, feliz e realizada, é mãe da pequena Marianna, de 9 meses. “Foram dois meses de tratamento. Engravidei dois meses depois e consegui levar a gestação até o final. O tratamento me deu uma explicação lógica para o meu problema. Eu apostei e não me arrependi. Valeu a pena”, diz. Viviane tinha o que os médicos chamam de aborto recorrente, de repetição ou habitual, que se caracteriza por três perdas consecutivas de gestação. Normalmente, esses abortos acontecem pela semelhança entre as informações imunológicas da mulher e do marido, o que faz com que o organismo materno não produza os anticorpos bloqueadores que têm a função de impedir o mecanismo de rejeição em relação ao embrião, que traz informação imunológica do pai.
“Quando a informação imunológica do casal é diferente, como acontece normalmente, o organismo da mulher reconhece o feto como um corpo estranho, mas, logo depois, passa a produzir os anticorpos bloqueadores que evitam o aborto espontâneo”, esclarece o ginecologista e obstetra Manoel Sarno.
Estima-se que em torno de 20% dos casais no mundo tenham um aborto. Destes, entre 1% e 3% são recorrentes. Os abortos recorrentes podem ser precoces, quando acontece até a 12ª semana, ou tardios, a partir da 12ª até a 20ª semana, e chamados de primário, se a mulher não teve nenhum filho, ou secundário, quando tem pelo menos um. São várias as causas que levam a um aborto recorrente. Os precoces geralmente estão ligados a causas genéticas, imunológicas, infecciosas e hematológicas (alteração na coagulação do sangue). Problemas hormonais, como a imunodeficiência lútea (incapacidade de o organismo feminino produzir progesterona), também são causas importantes de abortamentos precoces, além de doenças maternas graves. Os abortamentos tardios estão mais relacionados, além dos problemas infecciosos, a defeitos anatômicos do útero, como incompetência istmo-cervical (dificuldade do colo em segurar a gestação), ou a defeitos na divisão do útero (bicorno, didelfo ou septado).
“Dentre as causas genéticas, deve-se chamar a atenção para mutações de gens responsáveis pela coagulação do sangue”, salienta Sarno.
O médico explica ainda que a causa imunológica pode ser auto-imune (imunidade contra si mesmo) ou aloimune (imunidade contra outro indivíduo). É aí que a vacina tem-se mostrado eficaz.
“Cada vez que a mulher tem mais aborto, maiores são as chances de ela ter aborto novamente. Se são mais de três, as chances de um outro aborto pode chegar a até 70%, destaca.
Foi também a semelhança imunológica sua e do marido que fez com que as três fertilizações in vitro feitas pela empresária Andréa Leone Bastos não tivessem dado certo. Na época, ela não sabia disso. Descobriu através de um obstetra que integrou a equipe do médico que utilizava a imunologia da reprodução em Campinas, São Paulo, o médio Ricardo Barini.
“O crossmatch, o exame que detecta a compatibilidade imunológica, e o tratamento foram feitos lá, já que, na época, Salvador não tinha esse tipo de tratamento”, relata Andréa. Com o resultado, o médico indicou três doses da vacina antes de ela engravidar e, posteriormente, que repetisse o exame. “Logo depois, engravidei, e foram indicadas mais três doses”, conta Andréa, grávida de cinco meses.
“Acho que quem tem dificuldade em engravidar deve tentar descobrir se é esse excesso de compatibilidade a razão do problema e, se for, tomar a vacina. Acredito que foi isso que me fez engravidar. É importante que a técnica já esteja disponível em Salvador, o que dá maiores chances para quem quer ser mãe”, avalia.
Outras técnicas, além da vacina, que beneficiam as mulheres que sofrem de aborto recorrente são a cirurgia no colo do útero após 14 semanas de gravidez (cerclagem), o uso de anticoagulantes, corticóides (doença auto-imune) e imunoglobulina venosa, além da correção dos fatores maternos, como diabetes, hipotireoidismo, reposição de progesterona, dentre outras. Existem trabalhos indicando que o uso de vitaminas antioxidantes C e E pode diminuir a chance de problemas genéticos no embrião, o que reduz as taxas de abortamento.
“É importante que as mulheres que sofrem abortamento de repetição investiguem as causas no período em que não estão grávidas, só tentando nova gravidez após a correção dos fatores que causam as perdas consecutivas”, aconselha Sarno.
A imunoterapia com linfócitos paternos, uma vacina que beneficia pacientes que sofrem de abortos recorrentes de causa imunológica aloimune ou que tenham falhas em ciclos de fertilização in vitro, passou a ser utilizada este mês em Salvador, trazida pelo mestre em ginecologia e obstetrícia pela Universidade de Campinas Manoel Sarno. Por enquanto esta só acessível a pacientes particulares. Pelo SUS, apenas a Unicamp disponibiliza, mas está temporariamente suspensa. O custo dos quatro meses de tratamento fica em torno de R$ 3 mil. A vacina, aplicada no antebraço, é preparada a partir de um concentrado de linfócitos do sangue paterno. Com a aplicação, pode ocorrer uma reação local discreta, que é mais acentuada na primeira dose. São indicadas duas doses da vacina, com intervalos de um mês. Após a segunda dose, repete-se o crossmatch. Se a mulher passou a produzir os anticorpos, ela é liberada para engravidar. Caso contrário, ou quando acontece uma baixa concentração de anticorpos, recomenda-se o reforço com o marido e/ou doador. Ainda durante o início da gestação é feito mais um reforço, com quatro doses com intervalo de um mês. Com esta técnica, 80% dos casais realizam o sonho de ter um filho. Veja abaixo os procedimentos para se investigar abortos recorrentes e falhas em ciclos de fertilização in vitro: 1) PARA O CASAL - Prova cruzada (crossmatch) - Tipagem sangüínea: ABO e Rh - Cariótipo de sangue periférico com bandas - Sorologias para HIV I e II, HTLV I e II - Pesquisa de HbsAg e anti-HCV - Sorologia para Chagas e Sífilis (VDRL) 2) PARA A PACIENTE - Pesquisa de anticardiolipina e anticoagulante lúpico - Fator antinúcleo (FAN) - Antiperoxidase e tireoideana e antitireoglobulina - Pesquisa de Mycoplasma e Chlamydia no colo uterino - Pesquisa de Streptococus beta hemolítico no colo uterino e na secreção vaginal - Sorologia para toxoplasmose e citomegalovírus - Prolactina sérica - Glicemia de jejum e pós-prandial - TSH e T4-livre - Teste de Coombs indireto - Dosagens de antitrombina III e das proteínas C e S - Dosagens das células NK (CD-3, +16, +56) - Pesquisa da mutação do gene do fator V de Leiden - Pesquisa da mutação G20210A do gene da protrombina - Pesquisa da mutação C677T do gene da metileno tetrahidrofolato redutase
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Estudo liga fertilização in vitro após os 35 a risco maior de Down

Remédios usados em tratamentos de fertilização In vitro (FIV) em mulheres mais velhas podem aumentar os riscos de que elas tenham bebês com Síndrome de Down, pelo menos é o que dizem agora especialistas, depois de alguns estudos.
Estudo liga fertilização in vitro após os 35 a risco maior de Down
Os cientistas já sabem que os riscos de uma mulher ter um filho com a condição aumentam em proporção direta à idade da mãe, especialmente a partir dos 35 anos de idade. Agora, após um estudo pequeno envolvendo 34 casais, pesquisadores da Grã-Bretanha e Alemanha dizem suspeitar de que determinadas drogas usadas para estimular os ovários na FIV em mulheres mais velhas afetem o material genético dentro dos óvulos. O estudo foi apresentado durante uma conferência da European Society of Human Reproduction and Embryology em Estocolmo, na Suécia. A equipe, do London Bridge Fertility, Gynaecology and Genetics Centre, em Londres, Inglaterra, e da Universidade de Bonn, na Alemanha, disse que serão necessárias mais investigações para confirmar sua hipótese. Os pesquisadores dizem também não saber ao certo qual seria a magnitude do risco, mas acreditam que os remédios podem estar associados a outras anomalias genéticas. A Síndrome de Down, também conhecida como Trissomia 21, é um distúrbio genético resultante da presença de três cópias do cromossomo 21 em vez de duas. Toda célula de um indivíduo com a condição contém 47 cromossomos em vez de 46. A condição é caracterizada por problemas de desenvolvimento mental e físico. Os 34 casais participantes haviam recorrido à técnica mais comum de reprodução assistida, a FIV. Todas as mulheres do grupo tinham mais de 31 anos e tomaram remédios que estimulam os ovários a liberar óvulos para a FIV. Ao analisar os óvulos já fertilizados, os cientistas verificaram que alguns deles apresentavam erros genéticos. As anomalias encontradas poderiam resultar no fim da gravidez (por aborto natural) ou em nascimentos de bebês com distúrbios genéticos. Uma análise mais detalhada de cem dos ovos que continham anomalias revelou que a maioria dos erros genéticos envolviam duplicações de cromossomos. Frequentemente, o erro resultou em uma cópia extra do cromossomo 21. No entanto, os pesquisadores encontraram nos ovos fertilizados in vitro padrões de erros genéticos diferentes, e mais complexos, daqueles encontrados em casos clássicos de Síndrome de Down observados em bebês de mães mais velhas que engravidam naturalmente. Isto levou os pesquisadores a suspeitar de que o tratamento de FIV seria o responsável.
'Isto pode ser um indício de que a estimulação dos ovários estaria provocando alguns desses erros', disse Alan Handyside, diretor do London Bridge Fertility, Gynaecology and Genetics Centre e chefe do estudo.
'Já sabemos que esses remédios de fertilidade podem ter um efeito similar em estudos de laboratório. Mas precisamos trabalhar mais para confirmar nossas descobertas.'
Se mais testes confirmarem a hipótese da equipe, pode ser que médicos sejam mais cuidadosos ao recomendar esse tipo de tratamento, disse Handyside. O grupo disse esperar que seu estudo possa também ajudar a identificar que mulheres se beneficiariam mais de técnicas de reprodução assistida que utilizam ovos doados em vez da FIV. Outro cientista envolvido no estudo, Joep Geraedts, da Universidade de Bonn, disse:
'Isto (este estudo) já é um grande passo adiante que ajudará casais que têm esperanças de uma gravidez e nascimento saudáveis a alcançar isso'.
Comentando o estudo, o especialista britânico em fertilidade Stuart Lavery, médico do Queen Charlotte's Hospital, em Londres, disse:
'Há um grande aumento no número de mulheres com idade mais avançada se submetendo a tratamentos por FIV.' 'Anteriormente, achávamos que essas anomalias nos cromossomos estavam associadas à idade do ovo.' 'O que esse trabalho mostra é que muitas das anomalias não são aquelas convencionalmente associadas à idade. (O estudo) aumenta a preocupação de que algumas das anomalias estejam relacionadas ao tratamento'. 'Não está muito claro se a medicação em si estaria afetando a qualidade do óvulo ou se a medicação estaria apenas reforçando o problema e excluindo óvulos que o sistema de controle de qualidade da natureza teria descartado (no processo natural de engravidamento).'
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Video = Dicas sobre a Gravidez depois dos 40 anos

Médicos falam no vídeo abaixo dos riscos e cuidados para uma gravidez despois dos 40 anos. Vejam algumas mães falam de sua experiência real e na felicidade de se ter um filho nesta idade, e outras que estão tentando mesmo depois dos 40. Veja por que é tão dificil...
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Manter boa higiene oral pode ajudar a engravidar mais rápido

Mulheres tentando engravidar devem ser avisadas sobre a importância do uso de fio dental e da escovação dentária, uma vez que cientistas da University of Western Australia descobriram que a boa higiene bucal pode colaborar para que a gravidez ocorra dois meses mais rapidamente, já que as doenças peridontais causam inflamações que podem contaminar o sistema circulatório, prejudicando outras partes do corpo.
Manter boa higiene oral pode ajudar a engravidar mais rápido
Para a descoberta, os cientistas acompanharam 3.500 mulheres ao longo de suas gestações, perguntando como e por quanto tempo elas haviam planejado a gestação, descobrindo que aquelas que possuíam problemas peridontais levaram cerca de sete meses até engravidar, enquanto as que se mantinham saudáveis levaram apenas cinco meses. Os cientistas também confirmaram estudos prévios que sugeriam que a idade, peso e o fato de ser ou não fumante impactam na capacidade de engravidar.
"Este é o primeiro estudo que comprova que a doença peridontal exerce influência negativa na fertilidade de forma tão importante quanto a obesidade", disse o Professor Roger Hart, autor da pesquisa, que não identificou quaisquer ligações entre o nível social da mulher e sua fertilidade.
O cientista sugeriu que todas as mulheres que estejam tentando engravidar visitem o dentista com regularidade para checar problemas bucais. Os problemas peridontais já foram relacionados a abortos e partos prematuros, assim como doenças cardíacas, diabetes do tipo 2, problemas renais e respiratórios.
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Australiana gera 19 bebês para casais inférteis com doação de óvulos

A australiana Faith Haugh já gerou 19 bebês para casais inférteis através da doação de óvulos, apesar de dizer não ter 'nenhum instinto maternal'. australiana Faith Haugh já gerou 19 bebês para casais inférteis através da doação de óvulos Nos últimos 17 anos, ela passou por 42 ciclos de injeções de hormônios para aumentar a produção de óvulos com o único objetivo de ajudar pessoas com dificuldade de engravidar.
'Tudo começou quando eu vi um anúncio enorme no jornal de um casal que não conseguia ter filhos. Eu sabia que era fértil e decidi doar meus óvulos anonimamente', disse Haugh à BBC Brasil.
O casal teve gêmeas e Faith decidiu doar mais óvulos para casais anônimos através de um hospital. Mais tarde, ela passou a ajudar casais que conheceu através de anúncios no jornal e grupos de infertilidade na internet.
'O engraçado é que não tenho nenhum instinto maternal. O que acontece é que eu tenho um excesso de óvulos de boa qualidade que iam para o lixo todo mês então decidi usá-los para ajudar os outros.'
'Quando você conhece esses casais, eles estão tão nervosos que sempre acabam chorando no meio da conversa. Eles querem filhos desesperadamente. Vê-los assim estressados e alguns meses depois segurando um bebê nos braços é incrível', diz Haugh.
Haugh não recebe nenhuma compensação financeira pela doação. Ela diz que doar óvulos é como dar um presente a alguém, e acha que dinheiro pode levar as pessoas a tomar esta decisão pelos motivos errados. A australiana, que trabalha com atendimento ao consumidor e é casada com Glenn, um açougueiro de 46 anos, tem uma filha de 22 anos de outro relacionamento e é avó de uma menina de dois anos. Ela diz que perguntou ao marido se ele queria filhos, apesar de não gostar de ficar grávida, mas disse que eles acabaram não tendo nenhum bebê já que ambos apreciam a liberdade que têm atualmente e a possibilidade de viajar e aproveitar a vida.
'Ser mãe não é só dar à luz, é abrir mão de muita coisa em nome dos filhos. Noites em claro, preocupação... Eu tenho muito respeito pelos casais que decidem fazer a fertilização in vitro', diz ela.
Faith diz também ter convencido o marido a doar sêmen. Ele é pai biológico de quatro crianças. Enquanto no Brasil a doação de óvulos e sêmen só pode ser feita de forma completamente anônima, as leis australianas preveem que os bebês concebidos desta forma têm o direito de saber quem são os pais biológicos e devem receber informações sobre eles ao completar 18 anos de idade. O objetivo é evitar que eles se casem ou tenham filhos com meios-irmãos sem saber. Faith Haugh diz que se encontra pessoalmente com a metade dos filhos gerados com seus óvulos e mantém contato com outros.
'Eu sempre digo aos pais que eles pediram uma doadora e não uma amiga, mas que se eles se sentirem bem em mandar fotos e informações sobre as crianças, para mim é um bônus.'
'Eu peço apenas um telefonema quando eles nascem. Eu não me sinto mãe dessas crianças, mas me sinto muito privilegiada em poder receber notícias deles algumas vezes por ano ou encontrá-los esporadicamente', diz Haugh.
A última criança gerada com um de seus óvulos nasceu dois anos atrás, mas aos 41 anos, Haugh diz que não vai mais doar óvulos.
'Eu preciso ser responsável em relação aos riscos relacionados à idade. Mas não consigo virar as costas para esses casais inférteis, então passei a oferecer meus conhecimentos a possíveis doadores e pessoas interessadas em utilizar óvulos doados', conta ela.
'Definitivamente, não é uma experiência para qualquer um. Doar óvulos não é como fazer um tabuleiro de bolo. Mas quando se está munido de informação é mais fácil tomar a decisão certa.
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Video = Especialistas falam sobre os riscos da gravidez tardia para mães e bebês

Vejam no vídeo abaixo alguns especialistas falando sobre os riscos da gravidez tardia para mães e bebês, e a A difícil tarefa de conciliar a vida profissional com a pessoal, que acaba levando muitas mulheres a adiar o plano de engravidar. Mas é importante que a mulher saiba de que a gravidez tardia pode trazer riscos para a mãe e para o bebê.
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Video = Tratamentos de Fertilização

Esta com dificuldade de engravidar? Então precisa ver esta materia deste video abaixo que fala dos tratamentos de fertilização para as famílias que desejam ter um bebê, com dicas práticas do obstetra Francisco Furtado Filho, que fala um pouco mais sobre as técnicas que podem ajudar os casais a engravidar.
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Video = Número de mulheres grávidas com mais de 40 anos cresce quase 30% em dez anos

Veja uma matéria do Jornal da Manhã que mostrar que o número de mulheres grávidas com mais de 40 anos cresce quase 30% em dez anos! E foi realmente o que percebemos também na própria loja da Zazou, em que nestes 10 anos de existência da Zazou, a idade média das clientes subiu em 5 anos, mostrando exatamente esta realidade. Isto significa também que é preciso fazer uma moda focada nesta cliente e neste perfil também, que não vão estar desamparadas nas lojas da Zazou, pelo contrário vão se sentir em casa. Vejam abaixo fotos de alguns exemplos práticos de quem visitou e se vestiu na Zazou durante sua gravidez depois dos 40:
Gravidez Tardia de FamosasGravidez Tardia de Famosas
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Artrite Reumatóide X Gravidez

Um estudo de cientistas da Califórnia, com 68 mil grávidas apontou que a artrite reumatóide pode atrapalhar os planos das mulheres em se tornar mães. Do total, 25% das mulheres com artrite reumatóide tentaram engravidar durante pelo menos um ano, sem sucesso. No caso das mulheres que não sofriam da doença, apenas 16% teriam demorado a engravidar durante este tempo. Além disso, 10% das mulheres com A.R. passaram por tratamentos de fertilidade em comparação a 8% das mulheres sem a doença. A artrite reumatóide aparece quando o sistema imunológico ataca o tecido das juntas por engano, levando a inflamação, dor e danos às articulações. A doença é mais comum em mulheres que homens e, apesar de surgir durante a “meia idade”, ela pode afetar adultos também. O pesquisador Damini Jawaheer do Oakland Research Institute se questiona se é a doença ou os remédios para seu tratamento que podem afetar a fertilidade da mulher. “Pouco se sabe sobre os efeitos do tratamento de A.R. neste contexto”.
Artrite Reumatóide X Gravidez

O médico disse que as mulheres que estão tentando engravidar são aconselhadas a suspender o uso de drogas contra a artrite, porque algumas delas podem causar má formação no bebê. Ele especula que é possível que, quando a mulher para de tomar o medicamento, há um aumento da A.R. o que, de alguma maneira, retarda a possibilidade de gravidez. “Entretanto, mais estudos são necessários para investigar outras causas”, disse Jawaheer.

Os resultados foram baseados em 68 mil mulheres dinamarquesas que ficaram grávidas entre 1996 e 2002. Destas mulheres, 112 haviam sido diagnosticadas com A.R. antes da gravidez. Geralmente, as mulheres que sofriam da doença demoraram mais para conseguir conceber.
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Vestido mostra como seria estar grávida

Quem nunca se perguntou como seria estar grávida? Pois com a novidade abaixo, até homens vão poder experimentar a sensação de estar grávida com um novo vestido criado por Takuya Iwamoto, do Instituto de Ciência e Tecnologia Avançados do Japão. A roupa simula o peso, temperatura, movimentos e até as batidas do coração do feto. O equipamento reproduz a sensação dos 9 meses de gestação em apenas 2 minutos, mas também pode ser usado por mais tempo para simular uma gravidez no dia a dia. Uma bolsa de quatro litros de água morna é usada para imitar o feto. Os chutes são reproduzidos com 45 balões que expandem ou contraem. Um sistema de injeção de ar replica os movimentos do feto dentro do corpo. O sistema de gravidez contém ainda um acelerômetro e sensores de toque que permitem interação. Quando o vestido está conectado a um computador, o programa mostra um modelo 3D do feto que pode mudar para representar estágios diferentes de gravidez. O feto na tela responde aos movimentos do usuário do vestido. Veja mais no vídeo abaixo. Os cientistas esperam que o vestido da gravidez ajude a entender melhor o que se passa com uma mulher verdadeiramente nesse estado. O trabalho será apresentado na conferência Siggraph, no Canadá.
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Sêmen de loiros altos torna Dinamarca meca da inseminação artificial

Selecionar um potencial pai para o seu filho está se tornado mais parecido com fazer compras na internet do que você pensava. E queria trazer este assunto para o debate neste forum. Estou falando da Dinamarca estar se tornando por alguns motivos a meca da inseminação artificial, para clientes qie buscam traços típicos de população escandinava, e aonde as clínicas garantem anonimato para doadores...
"Muitos de nossos clientes querem tradicionalmente doadores de pelo menos 1,80 metros e olhos azuis", afirma Peter Bower, diretor da Nordic Cryobank, enquanto exibe o seu acervo de doadores de sêmen.
Para estreitar as suas buscas, os clientes eliminam homens que estão acima ou abaixo de um determinado peso. Eles clicam no perfil do candidato e, mediante o pagamento de uma taxa, conseguem fazer o download de uma foto deste quando ele ainda era bebê. Os funcionários da clínica ainda fornecem por escrito uma breve descrição ou detalhes a respeito do potencial doador, como, por exemplo, explica, Bower a de que ''ele gostou de conversar no laboratório após ter feito a doação ou que se veste bem ou se interessa muito por este ou aquele tipo de música''. Mas nenhuma das informações fornecidas permite identificar um indivíduo, a não ser que ele opte em poder ser identificado. Na Dinamarca, a doação de sêmen não precisa vir acompanhada de nome e telefone do doador, ao contrário do que ocorre na Grã-Bretanha e em um número cada vez maior de países europeus. A opção pelo anonimato fez da Dinamarca uma espécie de "Meca" para mulheres estrangeiras que querem engravidar por meio de inseminação artificial, e fez com que no país não haja escassez de sêmen oficialmente examinado e testado. Clínicas dinamarquesas que oferecem inseminação contam com três tipos principais de clientes: casais de lésbicas, casais heterossexuais e mulheres solteiras. É esta última categoria a que mais cresce. Peter Bower diz que mulheres britânicas estão na vanguarda deste serviço, mas a procura por estrangeiros, de um modo geral, está forte. Segundo dados do Departamento de Saúde da Dinamarca, em 2008, 2.694 mulheres estrangeiras foram às cidades dinamarquesas de Aarhus e Copenhague em busca de inseminação. Em 2010, esse número subiu para 4.665. Como parte de uma curiosa estratégia de marketing e promoção, as amostras são levadas do banco de sêmen até a clínica de fertilização, chamada de Clínica da Cegonha, em uma jornada através da capital dinamarquesa, em uma bicicleta no formato de espermatozoide.
Congeladas em nitrogênio líquido, as amostras são guardadas na cabeça esférica do espermatozoide, à frente do guidão. As instalações da clínica representam o auge do estilo chique do design dinamarquês.
"Queremos que as mulheres se sintam como rainhas", afirma a enfermeira-chefe da clínica, Lilian Joergensen, apontando para uma coroa de madeira situada acima da cama em que é feita a inseminação.
"Tentamos oferecer uma atmosfera de tranquilidade que deixará os clientes com boas memórias sobre onde a história de seus bebês começou. Em alguns dias, podemos realizar até 17 inseminações, mas o importante é destinar o mesmo tempo e atenção a cada mulher", conta a enfermeira.
"Nós ouvimos a história dela, seus problemas, levamos o seu ânimo em consideração. Não é aceitável que ela seja apenas mais um número no nosso registro. Ela vem aqui e usa este quarto como se fosse o seu próprio quarto, pode trazer amigas, velas, o que ela quiser."
Em sua residência em New Malden, no sul de Londres, a britânica Kellie Lombard e sua parceira contam como a experiência dinamarquesa foi um êxito. Kellie havia se submetido a tratamentos caros, mas mal-sucedidos, na Grã-Bretanha e na África do Sul. O casal tomou conhecimento do tratamento dinamarquês pela internet e agora tem uma família próspera, com duas "mães", dois gêmeos idênticos com quase cinco meses de idade, e uma menina de dois anos de idade. O pai biológico é o mesmo homem dinamarquês anônimo. Kellie costuma brincar em relação ao critério que elas escolheram para encontrar um pai. "
Inicialmente, estávamos buscando David Beckham, mas também queríamos alguém que tivesse qualificações acadêmicas."
Surpreendentemente, elas possuem muitas informações a respeito do pai biológico de suas crianças: sua idade, peso, o fato de que ele é um estudante de medicina e como ele se parece. Elas também conhecem o som da voz dele, pois ouviram uma gravação de áudio na qual ele explica porque estava fazendo a doação. Sua principal motivação era financeira. E elas acharam que ele soava como uma "boa pessoa". Kellie admite que a sua não é uma família típica. Quando ela leva a sua filha de aparência escandinava ao parque, as pessoas perguntam se o "papai" dela é muito alto. Ela apenas responde que ele tem 1m93 de altura. Se essa nova tendência da inseminação ganhar ainda mais força, os genes nórdicos poderão se espalhar mais do que muitos poderiam imaginar. E você o que acha disto?
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Video = Tenho 45 anos, ainda posso engravidar ou recorrer a fertilização?

Tenho 45 anos, ainda posso engravidar ou recorrer a fertilização? Veja no vídeo abaixo o que diz a respeito da gravidez tardia o Ginecologista e Obstetra Dr. Nelson Antunes Jr.
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Video = O que é Endometriose?

Você sabe o que é a doença Endometriose? Pois então veja mais detalhes e explicações sobre esta doença no vídeo abaixo com o Ginecologista Dr. Sérgio Podgaec. Mas quais são então os tratamentos existentes para Endometriose? Veja no vídeo abaixo mais explicações sobre eles.
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Novas Técnicas na Reprodução Assistida

Em dezembro de 2010, o Conselho Federal de Medicina (CFM 1957/10) publicou uma regulamentação que determina no numero máximo de embriões a serem transferidos para pacientes dentro de três faixas etárias: até 2, 3 e 4 embriões, para mulheres com até 35, 36-39 e 40 ou mais, respectivamente. Para que consigamos propiciar uma melhora na qualidade embrionária e também na sua seleção, novas tecnologias em reprodução assistida vêm sendo utilizadas. Atualmente visando diminuir o número de gestações múltiplas e número de embriões excedentes mantendo a taxa de gestação constante tem-se buscado uma melhor seleção dos gametas feminino e masculino. Para que isso seja feito com eficiência algumas tecnologias estão disponíveis para auxiliar nessa seleção. Técnicas voltadas para a seleção de gametas masculinos como a Super-ICIS tem como característica proporcionar um aumento de até 12.000 vezes evidenciando a maioria dos defeitos morfológicos presentes nos espermatozóides. Através dessa técnica podemos selecionar um espermatozoide morfologicamente normal para ser utilizado no procedimento de ICSI (injeção intra-citoplasmática de espermatozóides).
injeção intra-citoplasmática de espermatozóides

Com relação a seleção oocitária existem algumas técnicas. Dentre estas, o uso de um sistema de lentes e câmeras chamado OCTAX – Polar AID possibilita a visualização da birrefringência da zona pelúcida o que mostra a organização das glicoproteínas presentes nesta membrana. Este conjunto de lentes associado a um programa de computador executa uma série de cálculos para definir um escore para a zona pelúcia indicando o grau de organização das glicoproteínas mencionadas anteriormente. Um escore mais alto indica uma boa organização indicando que o oócito está saudável. Outra característica deste equipamento é indicar a localização do fuso meiótico, estrutura presente próximo ao corpúsculo polar que sugere onde houve a divisão meiótica e local provável dos cromossomos presentes no oócitos. Através desta visualização podemos evitar, durante o procedimento de ICSI, a injeção nessa região danificando esta estrutura inviabilizando o oócito e conseqüentemente o embrião.

Portanto, com a aplicação destas referidas técnicas, aumentamos a chance de formarmos embriões com melhor potencial de implantação e mais importante, reduzir o número a ser transferido para o útero da mulher para que se obtenha uma gravidez, adequando-se assim à nova regulamentação do CFM, sem no entanto, comprometer a taxa de gravidez de cada paciente.

Mais informações sobre o assunto através do email: luciana@clinicaconceber.com.br ou pelo site: www.clinicaconceber.com.br
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Video = Especialistas falam sobre Infertilidade

Veja no vídeo abaixo uma entrevista com dois especialistas, que fala mais sobre a infertilidade, e dando dicas e tirando dúvidas comuns sobre as várias técnica de reprodução humana.
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Probabilidade de ter filho depois dos 50 anos é de 1%

Engravidar naturalmente após os 50 anos, como no caso da atriz Solange Couto, é uma raridade, mas é uma possibilidade, dizem experts em reprodução. Há mulheres que menstruam e ovulam até os 58 anos. Mas a qualidade do óvulo diminui, o que reduz as chances. Dos 45 aos 49 anos, a probabilidade de a mulher engravidar naturalmente é de 3% a 4%, diz Dale. A partir daí, a chance cai para 1%. E mesmo assim, a gravidez tardia tem riscos altos, como a ipertensão, diabetes e o parto prematuro. Há ainda o risco do bebê ter síndrome de Down. Aos 35, há um caso de Down por 300 nascimentos. Aos 45, há um em 20 nascimentos. A gestação não é contraindicada se a mulher estiver bem de saúde. Se não tiver problemas metabólicos e for acompanhada, tem grandes chances de levar uma boa gravidez.
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Video = Maternidade e Antimaternidade Lúcida: a escolha é sua!

Vejam no vídeo abaixo uma entrevista dada pela consciencióloga Jackeline Bittencourt de Lima, que é autora do livro "Maternidade e Antimaternidade Lúcida: a escolha é sua!", a Ton Martins, no Programa "Ciência e Consciência" da TV Compléxis. Vale a pena ver o que ela tem a dizer para as tentantes e quem já passou pela situação de tratamentos para engravidar.
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Médicos sugerem campanha para que as mulheres não adiem a maternidade

Com a competição ferrenha do mercado de trabalho, as mulheres têm deixado a gravidez para bem depois dos 30 anos. No entanto, aos 35 anos, elas têm seis vezes mais probabilidade de sofrerem de problemas de fertilidade do que aos 25 anos, segundo o Royal College of Obstetricians and Gynaecologists, da Inglaterra. Os médicos alertam que as campanhas contra gravidez adolescente e o uso de contraceptivos dão a sensação, às adolescentes, de que a maternidade pode ser adiada indefinidamente. A batalha, agora, é por uma campanha alertando sobre os riscos da maternidade tardia junto com aulas sobre sexo seguro nas escolas, além de flexibilização das condições de trabalho.
As mulheres atingem a satisfação com suas carreiras e decidem que querem ter filhos, mas aí já é tarde e não há como fazer o relógio voltar atrás. Deveríamos facilitar a vida no trabalho para que as mulheres pudessem ter filhos antes, diz o ginecologista Gedis Grudzinskas, especialista em infertilidade.
Gravidez Tardia

O período mais seguro, segundo os médicos, é entre os 20 anos e os 35 anos.

Cerca de 30% das mulheres de 35 anos demoram mais de um ano para engravidar, percentual que cai para 5% entre as de 25 anos. E a maternidade tardia tem sérios riscos de complicações, como pré-eclâmpsia e aborto; além disso o parto geralmente não é normal, mas cesariana. Os homens da mesma idade também têm a fertilidade abalada, podendo demorar até dois anos para engravidar a parceira, mesmo se ela estiver na casa dos 20 anos. Mesmo assim, cerca de 27 mil bebês nasceram de mães com mais de 40 anos em 2010, o triplo de em 1989. Só que os bebês têm mais chances de nascerem prematuros, pequenos, com Síndrome de Down e outros problemas genéticos.
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Flash Frozen = Congelamento de Óvulos = Maternidade cada vez mais Tardia

O caso do nascimento de uma bebê na Inglaterra tem sido considerado um marco no tratamento para mulheres com mais de 50 anos conseguirem engravidar. De acordo com notícia publicada no site britânico Daily Mail, que aponta a viabilidade da maternidade cada vez mais tardia, a técnica utilizada para gerar Olívia foi o congelamento de óvulos, conhecido como flash frozen (ou congelamento instantâneo, em português). O procedimento acelera o tempo de congelamento que era de duas horas para apenas 60 segundos.
Flash Frozen = Congelamento de Óvulos = Maternidade cada vez mais Tardia

Com a rapidez do congelamento, a taxa de sobrevivência dos óvulos sobe de 65% para 95%, e isso contribui para o processo de fertilização, mesmo em mulheres mais velhas. Com a menor degeneração do produto genético, as chances de aborto e do desenvolvimento da síndrome de Down seriam equivalentes às da gravidez de uma mulher de 30 anos.

"O nascimento de Olívia dá esperança para muitas mulheres jovens que querem preservar a fertilidade, principalmente em casos de tratamentos contra o câncer, ou até para as mulheres que não se sentem preparadas para gerar uma vida agora, mas querem ser mães um dia", disse Gillian Locwood, da Midland Fetility Services, ao site britânico.
A mulher moderna enfrenta o dilema de possuir uma estreita janela entre os 30 anos e o fim da idade fértil. Elas têm se casado mais tarde e optado por construir famílias em idade próxima ao limite do declínio reprodutivo. Com a consolidação desta técnica, as mulheres poderiam se programar para ter filhos mais tarde e com maior facilidade, já que o processo de congelamento deve exigir menos ciclos de tratamento. Os pais de Olívia, Karen Bateman e Carl Bate, começaram a planejar a família em 2002, mas o diagnóstico de endometriose em Karen fez os médicos alertarem sobre a possibilidade de ela não engravidar no futuro. Em 2009, Karen optou pela fertilização in vitro, mas apenas um embrião, dos 17 produzidos, se tornou viável e o tratamento falhou. No entanto, o casal não desistiu e, ainda em 2009, se tornou o primeiro a experimentar a técnica de congelamento instantâneo. Durante o processo, o óvulo é coberto por uma película e inserido em uma gota de solução. Por meio de partículas de nitrogênio líquido, a solução é rapidamente congelada e, em apenas um minuto, o material genético pode ser armazenado em nitrogênio líquido para ser utilizado no futuro. Em março de 2010, cinco meses após terem sido congelados, os óvulos de Karen foram descongelados e dois embriões foram colocados de volta em seu ventre. Durante duas semanas, o casal esperou ansioso pelos resultados, que foi confirmado com um teste simples de gravidez. Dos dois embriões, um deu origem à Olívia, o bebê que traz novas esperanças para a mulher moderna. E você o que acha da idéia de congelar seus óvulos para usar no futuro?

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Estresse não interfere em tratamento para engravidar

Mulheres que estão em tratamento clínico para tentar engravidar podem ficar tranquilas: apesar de o senso comum indicar o contrário, estar estressada, tensa ou ansiosa não afeta as chances de o ciclo de fertilização dar certo.
No Stress no Tratamento para Engravidar

A boa notícia é a conclusão de uma revisão de 14 estudos, envolvendo 3.583 mulheres inférteis de dez países. Todas responderam um questionário para falar sobre estresse e ansiedade antes de iniciar o tratamento e todas foram submetidas a um ciclo de tratamento de fertilidade.

A revisão levou em consideração estudos feitos entre 1985 e março de 2010. Os resultados foram publicados no British Medical Journal. Segundo a revisão, não há dúvidas de que o tratamento de fertilidade pode ser estressante, estima-se que cerca de 30% dos casais param o tratamento por causa da carga psicológica. Mas, segundo os pesquisadores, os resultados apontam que não há nenhuma associação entre o estresse emocional elevado e o fracasso do tratamento. Para os pesquisadores, a crença de que o estresse é o culpado de tudo é baseada em mitos como a frase "relaxe e você vai engravidar" ou "não pense nisso e você vai ficar grávida". Segundo Edson Borges Júnior, da clínica Fertility, ainda existe um folclore no imaginário das mulheres que fazem tratamento de fertilidade.
"Elas sempre perguntam se o fato de estarem estressadas vai reduzir as chances de gravidez. Muitas ainda acreditam nisso, enquanto o estresse não atrapalha tanto quanto pensam", diz.
De fato, o tratamento é estressante. A mulher passa por um ciclo de indução à ovulação que é dolorido (as injeções são na barriga) e, depois de implantar os embriões, ainda precisa esperar cerca de 12 dias para saber se o resultado é positivo ou não. E as chances de dar certo são de 40%. Tentativa natural. Artur Dzik, presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana, diz que o estilo de vida e fatores biológicos como o estresse podem contribuir para o insucesso de uma gestação - mas apenas quando a tentativa for natural.
"O problema emocional pode impactar a função reprodutiva in vivo mas não in vitro, com a eventual diminuição da libido, redução da frequência de relações sexuais e a não adesão aos tratamentos médicos propostos para corrigir a infertilidade. Mas, no caso da reprodução assistida, não tem como o estresse interferir", diz o médico.
Carlos Alberto Petta, responsável pelo Centro de Reprodução Humana de Campinas, concorda. Ele diz que é sabido que o estresse, a correria e a agitação do dia a dia podem provocar alterações hormonais e fazer a mulher não ovular, por exemplo.
"Mas se essa mulher foi tratada e conseguiu ovular para iniciar o ciclo de fertilização, não é o fato de estar estressada que vai interferir nas chances de gravidez. É muito injusto com a mulher falar que ela não consegue engravidar por causa disso. Nem tudo na vida é estresse", diz.
É o caso da fonoaudióloga Elaine Cristina Vigatto, de 35 anos, grávida de cinco meses. Ela se autodeclara ansiosa e estressada e diz que antes de iniciar o tratamento tomava remédios e fazia terapia com psicólogo para tentar reduzir a ansiedade. Elaine tentou engravidar naturalmente durante um ano. Passou por vários médicos e todos diziam que o fato de ela ser ansiosa e estressada estava interferindo nas chances de gravidez.
"Ouvia isso a todo momento, mas nunca me conformei. Eu tinha certeza de que havia algum problema biológico interferindo."
E ela estava certa. O estresse, no caso dela, pouco tinha a ver com a dificuldade de engravidar. Quando procurou uma clínica especializada em reprodução, soube que tinha endometriose - doença em que parte do endométrio se estabelece fora do útero, provocando infertilidade. Elaine iniciou o tratamento dois meses depois do diagnóstico e conseguiu engravidar na terceira tentativa - exatamente num período em que estava mais ansiosa e estressada por causa das falhas anteriores.
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Video = Fertilização In Vitro em uma Animação em 3D

Vejam no vídeo abaixo uma Animação em 3D bem legal e didática, que esta em inglês, mas com legendas, que mostra passo a passo a Fertilização In Vitro (FIV).
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Video = Conheça as técnicas de reprodução assistida mais usadas no Brasil

Desde o nascimento do primeiro bebê de proveta brasileiro, há 27 anos, até hoje é crescente o número de casais que procuram técnicas de reprodução assistida. Por isto mesmo trago um vídeo com uma matéria do programa Espaço Aberto da Globoews mostrando mais detalhes das técnicas de reprodução assistida mais usadas no Brasil.
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Video = Avanços na medicina ajudam curar doenças que causam infertilidade

Estima-se que seis milhões de brasileiras sofram com a endometriose. Assim como o mioma no útero e ovário policístico também causam infertilidade. Veja então esta matéria sobre o assunto no vídeo abaixo do programa Espaço Aberto Saúde da GloboNews, e assim conheça as dificuldades de diagnóstico, os tratamentos e os avanços mais recentes.
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Terceirização da Gravidez = Barriga de Aluguel Comercial na Índia

Barriga de Aluguel

Desde 2002, na Índia a terceirização também é possível para a gravidez. A Barriga de Aluguel por lá é permitida e virou um comercio forte e até competitivo... Sim, naquele ano, a barriga de aluguel comercial foi legalizada, e logicamente como os preços são mais baixos do que nos Estados Unidos, o que fez com que cada vez mais estrangeiros com desejo de ter um filho procuram as mães de aluguel indianas. Lembrando de que aqui a barriga de aluguel comercial é proibida por lei no Brasil e em vários outros paises. Abrindo assim a oportunidade de resolver o problema em outro pais. Há diversos riscos e pode haver complicações jurídicas na Índia. Mesmo assim, vários casais deram este passo, mas por questões de privacidade, seus detalhes não podem ser divulgados. Segundo a advogada Wilma Eusman, especializada em paternidade homossexual, o procedimento deve ser o seguinte:

Na certidão de nascimento do bebê é colocado o nome da mãe de aluguel. Se ela for casada, seu marido, caso o direito local o reconheça automaticamente como pai da criança, tem que negar a paternidade perante um juiz. O pai pode então oficialmente reconhecer a criança, de maneira que o bebê receba a nacionalidade e passaporte do seu pais. Um ano mais tarde, a mãe pode então adotar seu filho ou filha.
Mas negar e reconhecer a paternidade de um bebê na Índia não é, na prática, tão simples como parece. O problema é que, segundo ela, que o parlamento indiano ainda não aprovou a legislação em relação ao reconhecimento de paternidade.
“Uma certidão de nascimento que tenha um outro nome, além do da mãe de aluguel, não será aceita”, diz Eusman. “Quando esta nova legislação for adotada, aparecerá na certidão de nascimento o nome dos pais genéticos. Para o direito indiano, os pais estrangeiros serão então os pais jurídicos. Mas também não está claro se isso será aceito pelo direito holandês. Acho que deveria ser aceito, mas tenho a impressão que a maioria do parlamento não pensa desta forma.”
As clínicas indianas são cada vez mais cuidadosas ao lidar com casais de países diferentes, onde as regras são diferentes das da Índia. Como explica a dra. Manika Khanna, da Clínica Gaudium, em Nova Delhi: “Nós nos asseguramos de que a barriga de aluguel é legal no pais de onde vêm os futuros pais. Pouco tempo atrás, recebemos um pedido de um casal da Holanda. Nós queremos ajudá-los, mas não podemos por causa da lei. Não queremos cair numa situação em que o bebê nasce, mas que seja um problema jurídico levar a criança.” Mesmo para casais dos Estados Unidos, onde a barriga de aluguel comercial é permitida, pode haver problemas. Myleen e Jan Sjodin, por exemplo, tiveram desentendimentos com sua médica, a dra. Shivani Sanchdev-Gour, de Nova Delhi, sobre a quantia a ser paga.
“Três semanas antes de irmos para a Índia a médica disse: não, este não foi o valor que dei a vocês. Naturalmente, você se sente intimidado por alguém que tem tanto poder e influência sobre o seu bebê. Ela sabe que a maioria das pessoas em minha situação simplesmente cala a boca e paga”, conta Myleen.
Como segundo a dra. Shivani o negócio não tinha sido concluído financeiramente, as autoridades indianas não puderam aprovar o visto para sua filha, Almari. Depois de seis semanas de negociações com a dra. Shivani e as autoridades, o casal decidiu pagar 10 mil dólares extra.
“Nós queríamos finalmente poder sair de lá. Mas foi o pior pesadelo de nossas vidas. A ganância, a corrupção, os subornos... é muito pior do que eu jamais vi num filme ou na televisão.”
Myleen não é unica com críticas sobre a barriga de aluguel na Índia. Organizações de defesa dos direitos das mulheres falam sobre a exploração de mulheres pobres. As mães de aluguel da dra. Shivane e dra. Khanna realmente são mulheres de pouca educação, com baixa renda familiar, que o fazem apenas pelo dinheiro. Asha, de 35 anos, por exemplo, espera com este dinheiro poder dar uma educação a suas duas filhas, de 10 e 12 anos. Mas não é um dinheiro fácil, ela diz:
“Eu gostaria de poder ver o bebê depois do nascimento, para saber onde está e como vai. Me sinto um pouco ligada à criança.”
O advogado Sunil Agrawal, que representa casais estrangeiros em Nova Delhi, também diz que as mães de aluguel quase sempre dão à luz com cesariana, embora os médicos o neguem. Os obstetras fazem isso para poder planejar tudo melhor e poder cobrar mais pelo procedimento e posterior acompanhamento. Embora seja difícil, Asha deverá ser novamente mãe de aluguel. E Myleen, apesar da má experiência, também não se arrepende:
Olho para minha filha e vejo que ela vale cada dólar.”
E você o que acha disto? Mande seus comentários e opinião se faria algo assim de ir a Índia ter o seu filho?

Barriga de Aluguel
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Hibridização Genômica Comparativa = 10 anos de tentativas e Casal tem gêmeos com nova técnica de triagem de embriões

Queria trazer a história, uma britânica que passou mais de dez anos tentando ter um filho através de tratamentos de fertilização in vitro deu à luz dois bebês gêmeos após se submeter a uma técnica inovadora de verificação genética de embriões, que mostra que vale a pena continuar tentando. Os Pais George e Helen Ashton disseram à BBC que se sentem "orgulhosos e privilegiados por serem pais de dois lindos meninos". A técnica, conhecida como Hibridização Genômica Comparativa, permite uma espécie de escaneamento em busca de anormalidades genéticas nos embriões e aumenta as chances de uma gravidez bem sucedida no processo de fertilização in vitro. Segundo o ginecologista Tim Child, da clínica Oxford Fertility Unit, a maior parte dos abortos naturais nas mulheres que passaram pela fertilização ocorre porque o embrião tem o número incorreto de cromossomos.
"Na fertilização in vitro normal, cultivamos os embriões e escolhemos os dois melhores para implantar no útero com base na sua aparência, mas muitos acabam sendo anormais. A nova técnica permite checar todos os 23 pares de cromossomos para garantir que o embrião seja saudável", disse à BBC.
A tecnologia usada no procedimento permite conferir os cromossomos no embrião a poucos dias de seu desenvolvimento. Somente os mais saudáveis e com as maiores chances de sobrevivência são implantados no útero da mãe. Pesquisadores da Universidade de Oxford dizem que a técnica aumenta para 66% o número de mulheres que engravidam com a fertilização in vitro. Sem a técnica, o índice habitual é em torno de 28%. Cerca de 37 mil mulheres passa pelo tratamento de fertilização in vitro a cada ano no Reino Unido e menos de um em cada quatro procedimentos tem êxito. Tim Child, que realizou o procedimento em Helen Ashton, diz que a técnica ainda é cara e, por isso, recomendada somente para os casais que tentaram engravidar várias vezes sem sucesso. George e Helen Ashton tentaram a fertilização in vitro cinco vezes em quase dez anos. Ela diz que ficou grávida algumas vezes, mas sofreu abortos naturais.
"Não queríamos admitir a derrota nem perder as esperanças, mas chegamos ao ponto de pensar: 'talvez isso não vá acontecer para nós'. Estávamos chegando ao fim da linha", conta.
No Brasil, a técnica começou a ser estudada em 2004. Hoje ela é aplicada em dois laboratórios, somente em casos de pessoas com um longo histórico de tentativas.
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Video = Qual a melhor idade para Gravidez?

Qual a melhor idade para Gravidez? Veja no vídeo abaixo o que diz um especialista a respeito do tema:
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Analgésicos podem interferir na fertilidade = Criptorquidismo

Novas evidências científicas sugerem que o uso de analgésicos leves, tais como a aspirina, o paracetamol e o ibuprofeno, pode ser a causa para o aumento de distúrbios reprodutivos do sexo masculino, nas últimas décadas. Uma pesquisa coordenada por David M. Kristensen e publicada na revista Human Reproduction revela que mulheres que tomaram uma combinação de mais de um analgésico durante a gravidez, ou que tomaram o medicamento durante o segundo trimestre de gestação, tiveram um risco maior de dar à luz a filhos com testículos que não desceram, doença conhecida como criptorquidismo. Trata-se de uma condição que é conhecida por ser um fator de risco para a baixa qualidade seminal dos homens e para o câncer de células germinativas testiculares na vida adulta. Para realizar o estudo, pesquisadores da Dinamarca, Finlândia e França acompanharam dois grupos de mulheres na Dinamarca e na Finlândia. Ao nascer, os meninos foram examinados em busca de todos os sinais de criptorquidia, que vão desde uma forma leve da doença, na qual o testículo está localizado no alto do escroto, a uma forma mais grave, em que o testículo é tão alto no abdômen, que não é palpável. A prevalência de criptorquidia foi menor na Finlândia (2,4%) em comparação com a Dinamarca (9,3%). A pesquisa revelou que mulheres que utilizaram mais de um analgésico simultaneamente (por exemplo, paracetamol e ibuprofeno) tiveram um risco sete vezes maior de dar à luz a meninos com algum tipo de criptorquidismo, em comparação com mulheres que não tomaram nenhum medicamento durante a gestação.
"Isto se dá porque os analgésicos interrompem a produção dos andrógenos, levando a um abastecimento insuficiente do hormônio masculino, testosterona, durante um período crucial da gestação, quando os órgãos masculinos estão se formando", explica o Prof° Dr° Joji Ueno, ginecologista, diretor da Clínica Gera.
O segundo trimestre é momento mais sensível da gestação. Qualquer uso de analgésicos, neste momento da gravidez, mais do que dobrou o risco de criptorquidia. Do uso individual de analgésicos, o ibuprofeno e a aspirina aumentaram, aproximadamente em quatro vezes, o risco de criptorquidia. O paracetamol apresentou uma duplicação do risco. E o uso simultâneo de mais de um analgésico, durante o segundo trimestre da gestação, aumentou o risco em 16 vezes.
Se a exposição aos desreguladores endócrinos é o mecanismo por trás dos problemas crescentes de saúde reprodutiva entre os homens no mundo ocidental, esta pesquisa sugere que uma atenção especial deve ser dada ao uso de analgésicos durante a gravidez, pois este pode ser um dos principais motivos para os problemas que enfrentamos, hoje.
Os autores da pesquisa destacam também um aumento significativo na incidência de criptorquidia congênita nas últimas décadas, notadamente na Dinamarca, onde os casos aumentaram de 1,8% em 1959-1961, para 8,5% em 1997-2001.
"Embora seja necessária cautela sobre um eventual excesso ou exagero no uso de analgésicos leves, eles são a maior fonte de exposição das gestantes a desreguladores endócrinos. A utilização destes compostos pode afetar, em larga escala, a população mundial", diz Joji Ueno.
Os pesquisadores reforçam a necessidade de mais estudos epidemiológicos sobre o tema.
"Enquanto isto, os ginecologistas podem reconsiderar a prescrição de analgésicos a mulheres grávidas", aconselha destaca o diretor da Clínica Gera.
"As próprias pacientes podem tentar reduzir o uso destes medicamentos durante a gravidez, em vista das conseqüências. Mas como cada caso é único, apenas o médico que acompanha o pré-natal da paciente pode aconselhá-la sobre a melhor medida a ser adoptada".
Mais informações: www.clinicagera.com.br.
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