Category Archives: Gravidez na Adolescencia

Vídeo = Gravidez na Adolescência

Ainda que cada vez mais a idade média das grávidas suba, e vemos muitos casos de gravidez após os 40 anos, algumas vezes a vida nos surpreende um pouco mais cedo, e o que pode parecer algum ruim, dependendo a visão que vai ter passado o susto inicial, pode ser algo bonito e legal, para ser aproveitado ao máximo, como mostra este belo vídeo abaixo.

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Mulheres estão tendo filhos mais tarde e gravidez na adolescência diminui

As brasileiras estão se tornando mães mais tarde e o fenômeno da gravidez na adolescência está diminuindo no país. Os dados fazem parte do Levantamento Estatísticas do Registro Civil, divulgado hoje (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o sociólogo Claudio Crespo, coordenador de População e Indicadores Sociais do instituto, o comportamento está ligado à inserção da mulher no mercado de trabalho e ao maior acesso ao estudo nos últimos anos.
“Há uma mudança que mostra um número crescente de nascimentos para mães de 25 a 29 anos. Isso aponta que a natalidade está tendo um deslocamento para essas idades mais avançadas, apesar dela ainda ser jovem, se comparado com outros países, como Itália ou Portugal”, destacou Crespo.


De acordo com o IBGE, o grupo de mães em idade mais avançada também aumenta no país. As mulheres que se tornaram mães entre 30 e 34 somavam 14,4% em 2002. Dez anos depois, em 2012, o grupo representava 19%. Em um recorte regional, os dados revelam que a gravidez tardia é ainda mais frequente no Sudeste (21,4%) e no Sul do país (20,7%).

Na outra ponta, o IBGE detectou que diminui o número de adolescentes grávidas entre 15 e 19 anos. “Isso vem se reduzindo em todo o país, mas tem ocorrido de modo mais acelerado no Sul e no Sudeste. No Norte ainda há proporções relevantes [de gestação] nesse grupo etário, em torno de 20%”, destacou o sociólogo.

O levantamento do instituto mostra que a gravidez entre os 15 e 19 anos caiu no Brasil de 20,4% do total, em 2002, para 17,7% em 2012. Atualmente, a Região Sudeste detém o menor índice (15,2%) e a Região Norte (23,2%), o maior percentual de gravidez nessa faixa etária.

Segundo Crespo, entre os fatores que influenciaram a mudança de comportamento da mulher brasileira no que diz respeito à idade em que engravidam está o maior grau de escolaridade da mulher, maiores oportunidades de emprego e queda nas taxas de fecundidade. São esses fatores sociais que impulsionam a maternidade em idades mais avançadas.

A taxa de fecundidade da brasileira, de acordo com o IBGE, caiu de seis filhos por mulher na década de 1960 para 1,9 filho, em 2010.
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Riscos na Gravidez

Quando se fala em gravidez de risco é comum imaginarmos a futura mãe, que passa todo período gestacional deitada, sem poder realizar as tarefas do cotidiano. No entanto, diversas situações que não obriguem a mãe a ficar acamada, também são relacionadas à este tipo de gestação. A Hipertensão e o Diabetes estão na lista de doenças mais frequentes na gravidez e podem causar riscos tanto para a mãe quanto para o bebê. Normalmente não requerem repouso absoluto da mãe, no entanto o risco da gestação é maior.

A idade também é fator que pode influenciar na evolução da gravidez. Por exemplo as adolescentes podem sofrer com a imaturidade orgânica, ou seja, quando o corpo ainda não está pronto para gestar. A demora em diagnosticar a gravidez, comum nesta idade, também pode acarretar problemas.

Já as mulheres acima dos 35 anos compõem o outro grupo de risco relacionado à faixa etária. O adiamento da gravidez em função da busca por uma estabilidade profissional é cada vez mais comum, e isso resulta na diminuição da fertilidade e numa probabilidade maior de desenvolvimento de doenças da tireoide, diabetes e hipertensão, além do maior risco de anormalidades cromossômicas no feto, como por exemplo, a síndrome de Down.

Histórico de uso de álcool, drogas e doenças sexualmente transmissíveis (DST’s), também promovem riscos. Outra questão que precisa ser avaliada, é a situação socioeconômica das futuras mães. Para algumas famílias mais carentes, o pré-natal não é considerado prioridade na gravidez, o que posterga um diagnóstico e tratamento precoce de doenças que podem aparecer.

Mães que vivem em situações de insegurança, seja por questões financeiras ou de relacionamento, podem desenvolver quadros graves de ansiedade, o que pode aumentar o risco de depressão pós-parto.

A mulher já diagnosticada como hipertensa ou diabética antes de engravidar, deve procurar o tratamento adequado para que os níveis de pressão ou glicose estejam sob controle para que a gestação ocorra. Mulheres acima do peso também são orientadas a emagrecer antes da gravidez. Atividade física e acompanhamento nutricional podem auxiliar para diminuição, principalmente, no risco de desenvolvimento do diabetes gestacional.

O acompanhamento realizado no pré-natal é que permite o diagnóstico precoce da maioria das doenças na gestação e o tratamento adequado, portanto, fundamental para uma gravidez segura e o nascimento de um bebê saudável.
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Video = 41% das mulheres grávidas não programaram…

A gravidez costuma ser um dos momentos mais importantes na vida de uma mulher. Contudo, esse momento nem sempre é planejado: uma pesquisa da Organização Mundial da Saúde diz que 41% das mulheres grávidas não programaram. E, em boa parte dos casos, as futuras mamães são pré ou adolescentes.

Alguns fatores, de acordo com especialistas, são fundamentais para entender esse alto número: a conversa com a família ainda é pouca e há também o medo de dizer não ao parceiro ou parceira. Veja na reportagem da TV Mackenzie no video abaixo.
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Video = Gravidez na adolescência

Tire suas dúvidas sobre gravidez na adolescência com a ginecologista obstétrica Dra. Albertina Duarte do Hospital das Clínicas de SP.
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Gravidez prematura cai no Brasil

Menos adolescentes de 15 a 19 anos estão tendo filhos no Brasil, em especial nas regiões Sudeste e Sul. A proporção de registros de nascimentos cujas mães pertencem a essa faixa etária caiu de 20,9%, em 2000, para 17,7% em 2011. Os dados são da pesquisa “Estatísticas do Registro Civil”, divulgada recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Um dos motivos mais significativos, apontados por estudiosos nas áreas de saúde e adolescência, é a melhoria da escolaridade das meninas e a perspectiva de entrada no mercado de trabalho. Na última década, houve um crescimento econômico maior e mais oportunidades de emprego. Isso, somado aos fatores educacionais, ajuda a explicar a queda no número de gravidez precoce, lembrando também que essa diminuição reflete a efetividade de políticas públicas iniciadas por movimentos sociais pelos direitos das mulheres.

Os resultados da pesquisa são significativos se comparados ao cenário brasileiro nos anos de 1990, quando se observava um ligeiro aumento da fecundidade entre as jovens de 15 a 19 anos. Nessa época, enquanto as taxas de fecundidade se reduziam no país, a gravidez na adolescência aparecia como um problema crescente. Em contraposição ao conjunto de mulheres que passou a optar por ter menos filhos, a taxa de natalidade das adolescentes era relativamente alta. Essa realidade começou a mudar nos anos 2000. O censo de 2000 mostra que havia uma tendência de rejuvenescimento do padrão de fecundidade. O estudo de 2010 apontou para a redução da taxa de nascidos de mães adolescentes. A pesquisa sobre registros civis vem confirmar isso.

A redução na proporção de mães adolescentes é, sem dúvida, um bom sinal. Mas o índice de 17,7% ainda está longe do ideal. Segundo o secretario da secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães, o governo federal não trabalha com uma meta especifica de diminuição de gravidez precoce, mas afirma que conseguir baixar para menos de 10% seria o melhor resultado. “É claro que a redução é boa, mas é uma média nacional. Esconde problemas graves. Em áreas mais pobres e carentes, o percentual é muito maior”, afirma Magalhães. “Se fizer o mapa da gravidez na adolescência, bairro a bairro, ele se sobrepõe ao mapa da pobreza. Onde há baixa renda e baixa escolaridade, geralmente em periferias e zonas rurais, com predominância de negros e pardos, haverá mais casos de gestações na adolescência”, acrescenta.

A tese de doutorado de Aline de Carvalho Martins, assistente social e responsável pelo atendimento das adolescentes no Instituto Fernandes Figueira - unidade de Assistência, Ensino, Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) – teve como tema a gestação de menores de idade. Na pesquisa, usou dados do Ministério da Saúde que mostram o aumento da gravidez entre meninas pardas de 10 a 19 anos, no comparativo de 2000 (295.266 casos de gestações nessa faixa etária) com 2010 (304.060 casos). Isso mostra, portanto, que quando a cor é segregada o número de mulheres brancas cai e o de pardas cresce – motivo para comemorar, em parte, a redução mostrada no novo estudo do IBGE.

“Vi na minha pesquisa de doutorado que muitas dessas meninas não tinham perspectiva de entrar em universidade e viviam no entorno de pessoas com subempregos. São famílias que tem trabalho e dinheiro em um mês e no outro não. Essas adolescentes são pessoas com dificuldade de planejar e definir quando é o melhor momento de ter filho. Elas não planejam, reagem”, afirma Aline.

A questão da gravidez na adolescência não passa necessariamente pela falta de informação, mas, principalmente, pela ausência de perspectiva. Por isso, as frequências de gestações de meninas menores de idade mudam de acordo com a inserção social da adolescente. Para aquelas que pertencem a famílias com menor renda e apresentam dificuldade de ingressar na escola, por exemplo, a possibilidade da gravidez aparece como uma motivação. Daí a importância de aumentar o nível de escolaridade como forma de criar alternativas capazes de oferecer novos objetivos às meninas.

“Engravidar passa a ser uma chance de inserção social, de consolidação de um papel. A gestação na adolescência acaba se concentrando em famílias de menor renda e com maiores dificuldades socioeconômicas. A contrapartida dessa gravidez é o aumento do risco social, porque dificulta a vida escolar, a entrada no mercado de trabalho, priva as meninas de algumas experiências”, explica Maria Auxiliadora Gomes, superintendente Materno-Infantil da secretaria municipal de Saúde do Rio de Janeiro. O resultado da gravidez precoce, como aponta Maria Auxiliadora, é a perpetuação do baixo nível de escolaridade.

A pesquisa do IBGE mostra que, enquanto no Sudeste e no Sul a proporção de nascidos de mães adolescentes é menor do que a média nacional, no Norte e no Noroeste é maior. No Maranhão e no Pará, a proporção de registro de nascimentos de filhos de mães do grupo etário que vai de menores de 15 anos até 24 anos chega a 57,7% e 57,4%. “As meninas têm filhos por uma desesperança sobre projetos de vida. A fantasia da mulher grávida é a de ganhar algum poder. No entanto, a gravidez na adolescência pode impossibilitar o verdadeiro amadurecimento”, diz a psicóloga Lulli Milman, fundadora do atendimento infantil no serviço de psicologia aplicada da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). “O adolescente tem que dedicar muito a si próprio. Ele está se construindo. Os jovens são, de forma geral, pessoas muito narcísicas. A gravidez na adolescência demanda dedicação e um olhar especial para o bebê. Os dois acabam no prejuízo”, afirma Lulli.

Enquanto para algumas a maternidade se apresenta como a solução para um quadro de ausência de opções, a pesquisa do IBGE mostra que tem crescido a proporção de mulheres que tiveram filhos no grupo dos 30 aos 34 anos. No Brasil, em 2011, a proporção de registros de nascimentos cujas mães têm essa faixa etária foi de 18,3%. Em 2000, o percentual era de 14,4%. No Sul, Sudeste e Centro-Oeste é maior o percentual de mulheres que tiveram filhos entre os 30 e 34 anos do que as que deram à luz entre os 15 e os 19 anos. O Distrito Federal, Rio Grande do Sul e São Paulo foram as unidades da federação que tiveram os maiores percentuais de registros de nascimentos de mães com idade entre os 35 e 39 anos.
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Video = Gravidez na adolescência

Veja nos dois vídeos abaixo um médico especialista falando mais e dando dicas sobre a gravidez na adolescência. Parte 1 de 2:
Parte 2 de 2:
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Video = Mães adolescentes e bebês prematuros se tornam um drama comum em maternidades do Brasil

Mães adolescentes e bebês prematuros se tornam um drama comum em maternidades do Brasil. A grande quantidade de bebês que nascem prematuros se deve a muitas mulheres serem ainda adolescentes e não fazerem o pré-natal adequado. O próprio organismo dessas jovens ainda não está preparado para suportar uma gravidez. Vejam mais a respeito desta situação no video abaixo.
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Diminui índice de gravidez entre as adolescentes e aumenta o de Gravidez Tardia

O número de nascimentos registrados em cartório é o menor nos últimos 10 anos. Em 2010, 2.747.373 nascimentos foram registrados. Em 2000, esse número foi de 2.862.340. Além do número absoluto ter sido menor, houve uma desaceleração de sub-registros no país, que passaram de 21,9% em 2000 para 8,2% em 2009, chegando a 6,6% em 2010, segundo os dados das Estatísticas do Registro Civil 2010, divulgadas pelo IBGE. A quase totalidade (97,8%) dos nascimentos ocorreram em hospitais. Mas persistem diferenças regionais, o parto domiciliar ainda é significativo em Estados como Acre, com 9,6% dos partos domiciliares (1.265), Amazonas, 7,0% (4.284) e Pará, 5,3% (6.201). As informações das Estatísticas do Registro Civil 2010 corroboram dados do DataSus, que apontam para a redução da gravidez entre adolescentes. Em 2000, 21,7% dos nascidos tinham mãe com menos de 20 anos. Esse índice baixou para 18,4%. O mesmo ocorreu na faixa etária entre 20 a 24, queda de 30,8% para 27,5%. Por outro lado, a porcentagem dos filhos nascidos de mães na faixa de 25 a 39 anos cresceu. Passou de 37,5% para 42,9%. Os Estados do Norte e Nordeste ainda têm altos índices de gravidez ma adolescência. No Pará, em um quarto dos nascimentos as mães tinham menos de 20 anos. No Acre, o índice é de 24,9%. Na outra ponta, Estados do Sul e do Sudeste tiveram aumento da proporção de mães com idades entre 35 e 44 anos, sendo o Rio Grande do Sul (13,9%), DF (13,6%), São Paulo (12,8%) e Rio de Janeiro (12%). Rio Grande do Sul tem ainda o maior índice mães com idade entre 40 e 44 anos (3%).
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Video = Gravidez na Adolescência

Veja no vídeo abaixo uma matéria do programa "Profissão Repórter" da TV Globo que motra as mudanças na vida de adolescentes que viram mães precocemente. Parte 1 de 2:
Parte 2 de 2:
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Video = Gravidez na adolescência e infertilidade

Gravidez na adolescência e infertilidade são temas delicados que rodeiam a vida de uma mulher. Vejam então no vídeo abaixo a Drª Denise Coimbra, falando sobre o assunto, desde a prevenções, métodos contraceptivos, até esclarecendo dúvidas comuns sobre o processo de fertilização.
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Video = Amiga, Tô Grávida!

Vejam no vídeo abaixo da oficina de atores uma história bem comum entre as adolescentes e a gravidez.
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Video = Riscos da gravidez na adolescência

O programa Sociedade em Questão aborda fatos relevantes da sociedade, e por isto mesmo não poderia deixar de falar dos riscos da gravidez na adolescência, que também damos destaque hoje neste blog ao trazer este vídeo com entrevista com dois especialistas.
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Gravidez precoce aumenta risco de parto prematuro e cegueira infantil

A gravidez entre as adolescentes brasileiras vem caindo, mas ainda atinge índice crítico, pelo menos é o que mostra os indicadores do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que apontam de que 18,2% das mães no País estão na faixa etária de 15 a 19 anos.
Gravidez Precoce
De acordo com o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, estudos da OMS comprovam que a gestação antes dos 18 anos é um fator de risco para o parto prematuro. Por isso, para ele a gravidez precoce associada à sobrevida de 80% dos bebês prematuros está fazendo a retinopatia da prematuridade crescer no País. A doença representa a segunda causa de cegueira entre as crianças brasileiras. É caracterizada pelo desenvolvimento desordenado dos vasos da retina que pode provocar falhas na circulação, hemorragia e o descolamento da retina que causa cegueira. A estimativa do CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia) é de que no Brasil ocorrem 30 mil novos casos ao ano. Entre bebês prematuros, 30% são atingidos pela retinopatia e 8% desses ficam cegos. Queiroz Neto explica que isso acontece porque nos bebês que nascem antes do tempo a retina não se encontra completamente vascularizada e pronta para entrar em contato com o ambiente externo. Os pais, ressalta, devem estar mais atentos com filhos de peso inferior a 1,5 quilo ou nascidos antes da 36ª semana da gravidez. Para evitar a perda da visão, ele destaca que deve ser feito um exame de fundo de olho, no máximo, até a sexta semana do nascimento, ou seja, ainda na UTI neonatal. Queiroz Neto afirma que a retinopatia da prematuridade provoca outras alterações nos olhos que podem exigir o uso de correção visual e procedimentos cirúrgicos. As principais são: alto grau de vício refrativo - miopia, hipermetropia ou astigmatismo, - estrabismo, ambliopia e visão subnormal.
retinopatia+da+prematuridade
No estágio inicial da retinopatia, quando só os vasos periféricos sofrem alteração, ele diz que são feitas sessões de crioterapia. Consiste na aplicação de laser através da esclera (parte branca do olho).nos vasos que crescem na periferia da retina. No estágio intermediário são feitas aplicações de lazer dentro do olho e no avançado, quando ocorre descolamento de retina, a única terapia é a retinopexia, uma cirurgia que recoloca a retina em seu leito. O especialista diz que nem todo bebê prematuro desenvolve retinopatia, mas todos devem ter acompanhamento oftalmológico mais frequente para evitar o comprometimento ocular. Nos casos de bebês que precisam usar óculos de grau já nos primeiros meses de vida, a recomendação é manter a criança usando os óculos para estimular o desenvolvimento da visão que só é concluído entre 6 e 8 anos.
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Video = Dia Mundial de Prevenção à Gravidez Precoce

Veja no vídeo abaixo uma entrevista ao vivo com a diretora do Instituto Kaplan, que fala sobre dia mundial de prevenção à gravidez precoce, mostrando de que a informação aliada a educação sexual são medidas que têm se mostrado eficazes para evitar o aumento nos casos de gravidez na adolescência, assim como o uso da camisinha é importante para a prevenção da gravidez precoce. Vamos deixar de lado mais este tabú.
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Video = Dados nacionais sobre gravidez na adolescência

O recente caso do jovem jogador Neymar de 19 anos, anunciar que será papai do bebê de sua namorada de apenas 17 anos, fez com que a apresentadora Ana Maria Braga fizesse novo alerta para o assunto, trazendo dados nacionais sobre gravidez na adolescência. Veja mais detalhes no vídeo abaixo:
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Gravidez na Adolescência = Avó as 29 anos

Para falar de gravidez entre adolescentes, queria trazer este incrível caso de um Galês que já é avô aos 29 anos, um verdadeiro recorde no Reino Unido... Shem Davies tem 29 anos e já é avô. Sim, a filha dele, Tia, de 14 anos, deu à luz este mês. Shem está sendo considerado o avô mais jovem do Reino Unido. A avó, Kelly John, de 30 anos, não vive mais com ele, em Bridgend (País de Gales). O pai do bebê é Jordan Williams, de 15 anos.
Gravidez na Adolescência = Avó as 29 anos
"Estou incrivelmente orgulhoso de Tia. Ela será uma mãe brilhante", afirmou Shem, que está desempregado, ao semanário "People".
Piot ainda é que além de Tia, Shem tem mais um filho, com outra mulher. Já a mãe novata disse que não ficará feliz se a filha repetir o que ela fez e der à luz aos 14 anos. O Reino Unido tem alto índice de gravidez entre adolescentes: cinco vezes mais elevado que na Holanda e duas vezes mais alto que na França e na Espanha.
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Video = Conheça riscos e prevenção da gravidez na adolescência

Autoridades comemoram a queda do número de partos de mulheres jovens. Mas a gravidez na adolescência ainda preocupa a sociedade. Os jovens estão descobrindo o sexo cada vez mais cedo. Veja mais sobre este tema no vídeo abaixo em uma matéria da Globo News:
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Video = Projeto ajuda mães adolescentes

Veja no vídeo abaixo um orojeto que tem ajudado mães adolescentes carentes a enfrentarem as mudanças da vida com a chegada de um bebê. O legal é que as jovens recebem orientação sobre prevenção, doenças sexualmente transmissíveis, métodos contraceptivos e planejamento familiar.
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Gravidez na Adolescência vem Ganhando bastante Atenção e até Glamour da Mídia

Vocês já notaram como a gravidez na adolescência vem ganhando bastante atenção na mídia de entretenimento nos últimos dois anos, em especial desde os populares reality shows da MTV: "16 and Pregnant" e "Teen Mom", até também algumas recentes capas de revistas importantes. Algumas pessoas criticaram essas iniciativas por tornar atraente a gravidez na adolescência. Nova pesquisa sugere que os adolescentes não concordam com esse ponto de vista. E você? Segundo a nova pesquisa de opinião pública com jovens (de 12 a 19 anos) patrocinada pela campanha nacional norte-americana de prevenção da gravidez não planejada e na adolescência, a maioria dos adolescentes (79% das meninas e 67% dos meninos) concordam que, quando o programa de TV ou a personagem com quem se identificam passa por essa situação, eles tendem a pensar mais sobre o próprio risco de engravidar ou causar gravidez e como evitá-la. Mande sua opinião nos comentários deste post.
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Video = Gravidez na Adolescência

Veja no vídeo abaixo o programa Bem Viver da Just TV com Regina Pastore que debate a gravidez na adolescência com Dra. Andréia Erchovitz médica, com a Claudia Siqueira pedagoga e o psicanalista Thiago Matheus.
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Video = Serginho Groisman faz um debate sobre gravidez na adolescência

Veja no vídeo abaixo o Serginho Groisman promovendo um debate sobre gravidez na adolescência.
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Video = Diminui o número de partos de adolescentes no Brasil

Em 2009, foram mais de 400 mil partos de crianças e adolescentes em todo o país, e isto só na rede pública. O estatística ainda é alta, mas, nos últimos cinco anos, houve uma redução de 22% nesse número. Veja uma matéria com mais detalhes no assunto feito pelo jornal Bom Dia Brasil da Globo:
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Video = Alexandre Garcia fala dos riscos de uma gravidez precoce

Vejam no vídeo abaixo o comentarista Alexandre Garcia do jornal Bom Dia Brasil, em que afirma que as gestações em mulheres muito jovens ou mais velhas são de alto risco, e que só as mulheres se preocupam com a gravidez de suas filhas. E você o que acha? Mande seus comentários.
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Video = Casos de gravidez na adolescência preocupam autoridades da saúde no Brasil

Centro de pesquisa de São Paulo constatou que em 2008, 96 mil garotas entre 10 e 20 anos engravidaram. O lado positivo é que o número é 36% menor ao de dez anos atrás, mas ainda são preocupantes. Vejam o vídeo abaixo com uma matéria do programa Hoje em Dia sobre gravidez na adolescência mostrando um pouco mais desta realidade, mostrando um interessante caso real, com depoimento de uma destas menina grávida. E você já passou por isto? Conte também seu caso aqui. Mande seu depoimento! Aguardamos seus comentários.
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Menor morre após tomar remédio para provocar aborto

Que este caso abaixo sirva de exemplo e oriente melhor sobre este polêmico tema. A adolescente A.L.S. de apenas 15 anos, estava grávida de 3 meses, quando decidiu realizar um aborto. O motivo teria sido ocasionado por causa de uma briga com seu namorado. Então neste final de semana a menor realizou o processo de aborto sem comunicar a família, ingerido medicamentos, porem após tomar os remédios à menor começou a sentir dores por todo o corpo, além de passar mal. O avô da menor ao perceber a situação tentou levá-la ao hospital de Rio Branco, mas no caminho a menor não resistiu e faleceu.
“Minha neta tinha comentado que discutiu com o namorado, então, dias depois percebi que ela estava passando mal, daí quando a situação piorou decidi levá-la ao hospital, mas no caminho infelizmente ela morreu”, relatou o avô da menor, visivelmente emocionando.
O corpo da menor foi encaminhado para IML para a realização da autópsia que vai apontar a causa da morte. O resultado deve sair em trinta dias. Por isto tome bastante cuidado ao tomar este tipo de decisão. Converse com sua família. Consulte um médico de confiança. E faça a coisa certa...
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Video = O momento do parto e a chegada do bebê na Adolescência

Para uma adolescente grávida, o parto é um momento de expectativa e medo. Depois dos nove meses de gestação, chega a hora de enfrentar as difíceis tarefas de ser mãe. Veja então no vídeo abaixo a reportagem abaixo da MG TV da Globo:
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Grávida Aos 16 = Novo Reality da MTV

Estreiou na MTV um programa "Grávida Aos 16", que aborda os dilemas e as dificuldades de uma gestação no período da adolescência, mostrando experiências reais. É apresentado as segunda-feira às 22h30 e reprises no sábado à 0h, e também no domingo às 19h15. Trata-se de um reality, que esta fazendo o maior sucesso nos Estados Unidos na MTV de lá, e que por isto mesmo será apresentado de maneira simultânea em todos os países onde a emissora vai ao ar. Em seis episódios com uma hora de duração cada, a série procura mostrar a trajetória de meninas que lidam com todas as transformações decorrentes de uma gravidez precoce. Para aprofundar o debate sobre o tema, haverá dois episódios especiais: um deles reúne os participantes do reality e suas famílias para uma conversa sobre a série, e o outro mostra cenas inéditas que foram cortadas dos episódios da primeira temporada. Devido à importância do tema, a MTV optou por lançar a série simultaneamente em todas as suas emissoras espalhadas pelo mundo, menos na americana, onde a série já foi exibida com uma considerável audiência. A intenção é tratar da gravidez na adolescência próximo a realidade e distante dos comuns julgamentos morais. Em diferentes focos, a série mostra a influência do fato nos estudos, na vizinhança, no próprio corpo, na família, no destino da criança e na vida das garotas que encaram uma gravidez tão cedo. Aliás, tratar o tema de maneira direta, sob a perspectiva das meninas envolvidas, parece ser o principal diferencial da série. Apesar de evidenciar algumas histórias de jovens americanas, a gravidez na adolescência é uma questão complexa e de preocupação mundial. Aproveitando o tema, a MTV Brasil também apresentará uma série de vinhetas abordando a gravidez na adolescência, todas com a VJ Penélope Nova. As vinhetas já podem ser vistas durante a programação da emissora e têm o objetivo de levantar questões relacionadas ao assunto, como medidas de prevenção à gravidez e DSTs, além de educação sexual e políticas de saúde. As peças misturam informação objetiva com a vivência pessoal de Penélope. Veja o trailler no vídeo abaixo:
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Video = Jovens planejam a gravidez como ascensão social

Vejam só no vídeo abaixo uma reportagem do MG TV que mostra um triste retrato sobre as jovens mães mineiras que quando ficam grávidas de traficantes, as meninas marcam posição na comunidade onde vivem. Mas algumas adolescentes das camadas mais pobres planejam a gravidez para ter uma ascensão social.
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Revista “Teen Vogue” coloca Modelo Grávida na capa de novembro

Já tivemos como modelos de catalogos passados de moda gestante fashion da Zazou diversas grávidas jovens, e por isto gostariamos de trazer esta notícia abaixo para sua informação e debate neste Blog: A modelo de 19 anos que é a capa de novembro da “Teen Vogue” revelou no ensaio fotográfico que está grávida. capa de novembro da Teen Vogue Jourdan Dunn não está visivelmente grávida na capa, afirmou Amy Astley, editora-chefe da Teen Vogue. Ela ainda disse que a revista só soube da gravidez após a sessão de fotos. Os editores não consideram retirar a capa de Jourdan com a colega modelo Chanel Iman do mercado. "A gravidez adolescente é uma difícil questão da vida real que os leitores da Teen Vogue (com uma idade média de 18) são maduros o suficiente para serem expostos" Astley disse em um comunicado. "Teen Vogue sentiu que era importante apoiar, e não punir, Jourdan Dunn, que contribuiu para uma sessão de fotos bonitas e que certamente terá uma carreira de sucesso na moda." A capa levantou a preocupação de alguns pais, adolescentes e jovens contra a gravidez adolescente. A capa da revista centra-se, principalmente, sobre a amizade dos duas modelos, que cresceram sob concorrência por um tempo e suas experiências como modelos negros no mundo da moda. "Não há nenhuma mensagem de que isso não é bom”, defende Catherine Essig, uma estudante de 19 da Universidade Metodista de Dallas que se preocupa com as leitoras entre 16 e 16 anos.
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Adolescente de 14 anos dá à luz trigêmeos

Já falamos muito aqui sobre gravidez na adolescência e de gravidez de múltiplos, e agora queria contar aqui este caso das duas coisas ao mesmo tempo... Uma adolescente de 14 anos deu à luz trigêmeas no Hospital Ministro Costa Cavalcanti, em Foz do Iguaçu (PR). A mãe foi submetida a uma cesariana no sétimo mês de gestação. Os bebês nasceram com 1,220 kg, 990 gramas e 1,045 kg. Por serem prematuras, as crianças estão na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal, mas todas passam bem. Segundo informações da maternidade, Melissa, Micaela e Mirela devem ficar internadas até completar pelo menos dois quilos cada uma. A descoberta da gravidez tripla ocorreu apenas no quarto mês de gestação. “Fiquei tranquila, mas quem ficou chocada foi minha mãe”, contou a adolescente. A avó das trigêmeas tem 28 anos e também engravidou aos 14 anos. A bisavó tem 47 anos e a tataravó tem 72 anos de idade. O pai das crianças tem 16 anos e deve voltar de uma viagem para registrar as filhas. A família precisa da ajuda para o enxoval dos bebês e pede, principalmente, a doação de fraldas descartáveis.
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Seriado sobre gravidez na adolescência

O canal Boomerang estreia nesta semana o seriado “A Vida Secreta de Uma Adolescente Americana”, em que um dos temas centrais abordados será exatamente a gravidez precoce. Gravidez na Adolescencia no seriado A Vida Secreta de Uma Adolescente Americana A série é assinada por Brenda Hampton, produtora de “7th Heaven”. O seriado jovem fez bastante sucesso nos Estados Unidos, superando o seu concorrente direto “Gossip Girl” em audiência. “A Vida Secreta de Uma Adolescente Americana” é protagonizada pela jovem Shailene Woodley (“The O.C.”) e conta com a atuação de outros rostos conhecidos da TV americana como Josie Bisset (“Melrose Place”), Steve Schirripa (“Família Soprano”) e John Schneider (“Smallville”). Para quem ficou interessada em ver o seriado é exibido sempre as terças-feiras às 21h no canal Boomerang.
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Video = Gravidez Indesejada na Adolecência

Os números são alarmantes: cerca de 500 mil adolescentes, entre 10 e 19 anos de idade, deram ficaram grávidas em 2008 no Brasil. Em muitos casos, a gravidez foi indesejada. A situação, no entanto, já é bem melhor do que no passado. Graças a uma boa dose de informação. Veja no vídeo abaixo uma matéria do Jornal da Gazeta sobre o assunto:
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Video = Dia Mundial da Prevenção da Gravidez na Adolescência

No próximo dia 26 de outubro será comemorado o Dia Mundial da Prevenção da Gravidez na Adolescência. O objetivo é conscientizar as meninas das consequências de uma maternidade precoce. Vejam uma matéria sobre o assunto no vídeo abaixo do programa RJ TV e da Coluna Bem Estar:
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Video = Relacionamento entre Mãe e Filha Adolescente Grávida

Trago desta vez um vídeo do quadro Liga das Mulheres do Fantástico da Rede Globo que aborda o tema do difícil relacionamento entre mãe e sua filha adolescente grávida. Você já passou por isto com sua filha ou sua mãe? Pois foi o que aconteceu com a Stephanie, que era atleta de natação, mas teve a adolescência interrompida por uma gravidez inesperada. A mãe da menina de 15 anos, Lurdes, escreveu para a Liga das Mulheres e pediu a ajuda. Vejam o resultado e dicas no video abaixo:
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Video = Jovens demais para ser pais

Queria trazer novamente a tona o tema da gravidez na adolescência, trazendo este vídeo abaixo do programa Pensa Nisso da TV Globo mostrando um caso real: Tudo muda na vida de um adolescente depois de uma gravidez. Alguns gostam, outros odeiam a ideia de ter responsabilidades de adulto. Será que eles vão amadurecer e se tornar bons pais?
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Quando a gravidez chega cedo

Gostaria de abordar um tema que temos visto acontecer cada vez mais entre as clientes da Zazou, que é a gravidez precoce, e para isto trago abaixo um artigo do médico Luiz Machado escreveu e que achei oportuno, para sua informação e reflexão: "Filhos... Filhos? Melhor não tê-los! Mas se não os temos Como sabê-lo?" Vinícius de Moraes Acordei cedo no domingo e resolvi escrever. Comecei a meditar a respeito de um fato, um desafio para uma personagem de 15 anos. Gosto de escrever artigos que falam da vida médica, do dia-a-dia do profissional médico. Para que todas as pessoas analisem e emita suas conclusões a respeito. Normalmente nós, os médicos, estamos empenhados em levar uma mensagem de vida a todas aqueles que nos cercam, tanto quanto àqueles outros que estão à distância. E, não nos lembramos de atender às necessidades de nossa vida interior. Mas, algum fato deixa marca na vida da gente. O que gostaria de relatar que me trouxe muita angústia, foi o que se passou no meu plantão na Maternidade Pública. - Era de madrugada, quando alguns funcionários se encontravam no Centro Obstétrico, já com aquele movimento de gestante em Trabalho de Parto, que é normal. Alguns funcionários já com o semblante bastante cansado, vindo de plantão de outro hospital, sabendo que os seus filhos aguardavam em casa, precisando delas (na maioria são mulheres). Entretanto, a dedicação falava mais alto. Logo depois: - Veio informação que a gestante com 15 anos já estava sendo encaminhada para o Centro Obstétrico para parto normal. E assim, já avisado o Pediatra para recepcionar o novo nascimento daquela criança que vinha de um ventre de outra criança. Os envolvidos direto já prontamente parlamentados e posicionados com o preparo habitual para um parto. Quando ouvi aquela menina tremendo e chorando: - Ô tio, vai doer?... Neste momento estava avisando que iria fazer uma anestesia local, para fazer episiotomia (um corte na vagina, para facilitar a saída do seu bebê). - Aquilo me deixou bastante angustiado pela expressão daquela indagação. Comecei a pensar: - De que forma nós educamos nossos filhos? - Quais os valores que achamos importantes? Com certeza orientá-los, dar exemplos, a forma que tratamos as pessoas vai norteando a sua própria educação. Enquanto pequeninos achamos tudo engraçado, até os palavrões. Quando negligenciamos, pagamos o preço mais à frente. Os pais procuram ajudar de todas as formas, que não sabem mais o que fazer com filhos perdidos nas drogas, no álcool, até no crime. Estamos cada vez mais ausentes dos nossos filhos, somos sempre imediatistas. Tudo é automático. O pai quando fica em casa está sempre na frente da televisão ou lendo jornal. Voltando à história: - O que é gravidez indesejada? Primeiramente, quero discordar do nome. Porque nenhuma gravidez pode ser indesejada. Mas, sim inoportuna. A gravidez precoce ou importuna está se tornando cada vez mais comum na nossa sociedade, é claro que um dos motivos é a precocidade da vida sexual. O envolvimento não se refere somente aos problemas físicos, mas também emocionais, sociais e outros. Se é com certeza que jovens com 14 anos, não estão preparados para cuidar de um bebê, muito menos constituir uma família. Não assumem um compromisso sério e sempre, na maioria, os jovens abandonam a relação, não se importando com as conseqüências. Quando há uma participação mais efetiva dos pais, da escola que consegue promover explicações, isto é, mudança de atitudes, há mais probabilidade de gravidez precoce ter um final feliz e consequentemente diminui o índice de doenças sexualmente transmissíveis. De modo geral, o pai costuma ser dois a três anos mais velho que a mãe adolescente. Devemos lembrar que a gravidez nestas jovens se associam com mais freqüência ao abandono dos estudos, também. E a maior incidência de divórcios. Mas por que, afinal muitas adolescentes engravidam? Não é fácil responder. Antigamente podia-se pensar que era por falta de informação. O problema é que, muitas vezes, os jovens pensam ou dizem saber tudo sobre sexo e na verdade não sabem. "Nunca pensei que isso fosse acontecer comigo". Achamos que as coisas só ocorrem com os outros. Outro problema é que os jovens são imediatistas, valem do desejo imediato. Entretanto, nem toda gravidez inoportuna tem um fim infeliz. Mas, há exceções à regra. Os serviços de saúde têm que ter condições de informar, orientar e prestar assistência à adolescente grávida. Os programas de educação sexual feito pelas escolas têm que cumprir um papel fundamental. Mas, atenção: dar apenas informações técnicas aos jovens não basta. É muito importante que também sejam orientações em casa, na família. "A superação das dificuldades de comunicação e diálogos entre os pais e os filhos é o início para que sintam mais preparados para assumir com alegrias e responsabilidades a vida sexual" (Dr. Alberto Olavo A. Reis). Com certeza o Serviço Público de Saúde tendo conhecimento dos fatos, já tomou as providências para "policiar" a jovem mãe, orientando-a sobre a sexualidade. Do contrário, veremos novamente na maternidade no próximo ano. A função de gerir a Saúde em qualquer esfera institucional coloca vários desafios que precisam ser enfrentados. A gravidez precoce ou inoportuna é um deles.
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Vídeo = Documentário Meninas e a Gravidez na Adolescência

Do documentário abaixo você vai conhecer algumas histórias reais de gravidez na adolescência. Como a da Evelin, que no dia em que completa 13 anos, descobre que está grávida de seu namorado, um rapaz de 22 anos que acaba de se desligar do tráfico de drogas para o qual trabalhava na Rocinha, Rio de Janeiro, onde vivem. A gravidez não a impede de continuar sendo a garota de sempre. Já em outra história, a possibilidade de um aborto nem passou pela cabeça de Luana, 15 anos, quando ela descobriu que estava grávida. Órfã de pai, Luana vive com quatro irmãs e a mãe em uma casa onde só há mulheres. Desde cedo ajuda a mãe a criar as irmãs mais novas, e há meses vinha alimentando a idéia de ter um filho só para ela. O caso da Edilene não é diferente, pois também não planejou nem evitou sua gravidez. Tampouco o fez sua mãe. Agora, mãe e filha estão grávidas. Edilene espera um filho de Alex, por quem é apaixonada. Alex engravidou ao mesmo tempo sua vizinha, Joice, de 15 anos. Edilene, aos 14 anos e grávida, já vai viver o drama de um triângulo amoroso. Parte 1 de 3: Parte 2 de 3: Parte 3 de 3:
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Video = Gravidez na adolescência tem índices alarmantes em quatro bairros paulistanos

Os bairros que têm a maior quantidade de meninas entre 15 e 19 anos grávidas são Perus, Parelheiros, M'Boi Mirim e Brasilândia. Nesses locais, a cada mil jovens, 80 tiveram bebês. Veja mais detalhes no vídeo abaixo:
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Campanha no YouTube mostra parto de adolescente em pátio de escola

Uma campanha contra gravidez na adolescência mostrando imagens de uma jovem com uniforme escolar dando à luz no pátio de uma escola vem causando polêmica na Grã-Bretanha. O vídeo, feito com atores, foi publicado na semana passada no site YouTube e mostra imagens realistas, filmadas em um telefone celular, do que parece ser uma briga de escola e é, na verdade, o parto. Ficou curiosa? Então veja abaixo: "O vídeo foi produzido para coincidir com o lançamento de um site voltado para jovens, para ajudar na prevenção de gravidez na adolescência", disse a chefe do departamento de Relações Públicas do serviço público de saúde de Leicester, Emma Race. As imagens são tão realistas, que o YouTube chegou a retirar o vídeo do ar, na dúvida se se tratava de uma adolescente realmente dando à luz. "A ideia era chamar atenção para o problema e lançar o debate", disse Emma. A campanha foi produzida pela Leicester Teenage Pregnancy and Parenthood Partnership, um grupo que une profissionais da saúde pública e pais na luta contra gravidez na adolescência. O debate foi lançado prontamente, com a reprodução do vídeo e o anúncio de sua retirada temporária do ar em diversos sites de jornais, provocando comentários dos leitores, vários deles questionando de a tática de choque é a melhor forma de se chegar aos adolescentes. "Talvez se eles tentassem conversar com eles (os adolescentes), ou discutir os problemas, poderia funcionar melhor", diz um leitor do jornal The Sun. Segundo o serviço público de saúde de Leicester, a campanha foi idealizada depois de uma série de consultas com grupos de jovens que disseram, basicamente, que mensagens em pôsteres ou panfletos não têm qualquer impacto. "Os jovens disseram que, para ter algum impacto, as mensagens devem ter um tom engraçado ou chocante", disse Emma Race. "Neste caso, optamos pelo chocante." A opção também foi se aproximar da linguagem e meios usados pelos jovens, por isso, o vídeo foi publicado no YouTube e no site de relacionamentos Facebook. O site que acompanha a campanha também traz linguagem jovem. "Nós sabemos que o vídeo é chocante - mas os números de adolescentes grávidas com menos de 18 anos em Leicester também são", disse à imprensa Tim Rideout, o chefe executivo do serviço de saúde pública da cidade. Em 2007, uma em cada 20 adolescentes entre 15 e 17 anos de Leicester engravidou, um número mais alto do que a média nacional. A Grã-Bretanha é o país com maior índice de gravidez adolescente na Europa.
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Video = Jairo Bouer e a Gravidez na Adolescência

O médico psiquiatra Jairo Bouer foi o entrevistado recentemente do programa Roda Viva, e discutiu a saúde e o comportamento do jovens em relação a gravidez e sexualidade. Fando um pouco também de drogas nesta fase. Vejam neste vídeo abaixo os melhores momentos do programa: E você o que acha do ssunto?
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Mae e Filhas Grávidas Juntas = Unidas na gravidez precoce = Por ano 32 mil meninas entre 10 e 14 anos têm filho

Aos 33 anos, Kelly Regina Lages Cardoso teve uma gravidez inesperada. Afinal, já era mãe de menina de 14 anos e de menino de 10. Quinze dias depois, receberia notícia de outra gravidez inesperada: “Alô, mãe, tenho uma surpresa: você vai ser vovó”, disse pelo telefone Tainá Letícia. As duas estão grávidas há oito meses e darão a luz na primeira semana do mês que vem. O susto de Kelly é cada vez mais comum no País. Por ano, 32 mil meninas entre 10 e 14 anos têm filho. Para o consultor do Ministério da Saúde, Marcos Ribeiro, a situação preocupa. Só informar os riscos da gravidez na adolescência não muda comportamento. Se informa, mas não se conscientiza. O especialista defende clareza na discussão. Os adolescentes começam a vida sexual cada vez mais cedo, com 12 ou 13 ano”. Ele aponta o resultado: a gravidez e os casos de Aids aumentam entre adolescentes. Kelly conversa francamente com a filha, inclusive sobre métodos contraceptivos. Ela tomava anticoncepcional. Mas trocou o remédio e não me avisou. Na substituição, engravidou. O descuido alimenta a gravidez precoce. Na adolescência, há o pensamento mágico de que isso não vai acontecer comigo. A taxa de natalidade caiu de 6,2 filhos por mulher em 1940 para 2,3 em 2000. O estudo "Perfil das Mães Brasileiras", da Fundação Getúlio Vargas, mostra que nas últimas 3 décadas a faixa de mães entre 15 e 19 anos foi a única em que a fecundidade aumentou. Pulou de 0,07 filho por jovem em 1980 para 0,09 em 2000. Ministério da Saúde, Prefeitura do Rio e governo do Estado oferecem programas de prevenção a doenças sexualmente transmissíveis e de controle de natalidade. Precisamos de programas mais sistemáticos. O problema tem de ser discutido em casa com clareza e fazer parte do cotidiano. Os dois barrigões chamam atenção. “Quando vamos ao posto de saúde, o pessoal todo vem ver”, conta Kelly, que deverá ter parto natural de um menino até o dia 4, no Hospital de Acari. Já Tainá tem previsão de parto de uma menina até o dia 16. As duas fizeram o pré-natal em posto de saúde de Padre Miguel. “Filhos são uma bênção. Mas, no momento, nossas condições não são boas”, admite a mãe e futura avó.Kelly é operadora de telemarketing e o marido, cobrador de ônibus. A renda da família é de R$ 1.200. O enxoval dos bebês se resume a seis roupinhas e cinco pacotes de fraldas. “O ‘namorido’ da Tainá tem 22 anos, dá atenção, mas está desempregado. Não há planos de eles morarem juntos”, explica. Para Kelly, o diálogo evitou o pior: “Temia que minha filha fizesse aborto escondido e ficasse estéril, como algumas amigas”. “Vou amadurecer muito com o bebê”, diz Tainá, que volta a estudar após o resguardo.
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Video = Páginas da Vida – Depoimento sobre Gravidez Aos 16 Anos

Já trouxe aqui para este Blog muita informação sobre gravidez na adolescência, mas hoje resolvi trazer um video da novela Páginas da Vida, que foi ao ar no Cap 22, com um depoimento de uma mãe aos dezesseis anos e toda a barra que foi levar a gravidez a diante:
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Video = Gravidez na adolescencia

Veja no video abaixo a entrevista com o Dr. Marco Aurélio Galletta para o Programa Tribuna Independente da Rede Vida sobre a gravidez na adolescência:
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Video = Gravidez na adolescencia

Veja no video abaixo uma matéria falando sobre a gravidez na adolescencia:
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Video = Projeto Lua Nova com Grávidas Adolescentes

Trago no vídeo abaixo a histíria da Rachel, que do sonho de ser mãe, formou uma grande família acolhendo adolescentes grávidas, que na maioria das vezes estão em situação de risco, desprezadas ou expulsas pela família. Raquel dá um lar e a oportunidade de se tornar uma cidadã valorizada. Bem legal e bonito!
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Video = Cineasta conta sua experiência com adolescentes grávidas

A diretora do documentário "Meninas", Sandra Werneck, conta para Jairo Bouer do UOL e os internautas o que aprendeu com filme sobre jovens grávidas:
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Video = Gravidez na adolescencia

Esta matéria sobre Gravidez na Adolescência realizada pela TV PUC traz surpreendentes depoimentos de especialistas e adolescentes sobre o tema e a fala também da paternidade nesta fase da vida.
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Video = Gravidez na Adolescencia no Programa Charme

Segue abaixo um video com entrevista sobre Gravidez na Adolescência no Programa Charme apresentado por Adriane Galisteu no SBT:
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Video = Pesquisa s/ Gravidez na adolescencia

Dados do IBGE mostram que nos últimos dez anos, o número de mulheres que foram mães entre 15 e 17 anos passou de 6,9% para 7,6%. Aumento se deu principalmente no Nordeste. Veja a matéria no video abaixo:
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