Category Archives: Fraldas

Detalhes da Fabricação de uma Fralda de Bebê

Algo que uma futura mãe precisa conhecer muito bem é sobre fraldas. Mas você sabe como se faz uma fralda?

Vamos então acompanhar abaixo todo o processo de produção de uma fralda. Embora pareça simples, dezenas de testes de qualidades são feitos antes de o produto chegar às prateleiras de todo o país. Veja, a seguir, detalhes, materiais usados, no processo de fabricação de uma fralda da Huggies da Kimberly-Clark.

1) Matérias-primas

Para fabricação de uma fralda, cerca de 20 matérias-primas são utilizadas. Entre elas, a celulose e polímero, mais conhecido como gel absorvente, estão entre os principais componentes.

2) Bobinas

A celulose, uma das principais matérias-primas de uma fralda, vem enrolada em bobinas. Cada uma pesa em média 700 quilos.

3) TNT

O TNT é outro componente utilizado na fabricação de uma fralda. Ele é usado como cobertura interna do produto e tem o objetivo aumentar a performance da fralda.

4) Personagens

No Brasil, a Turma da Mônica, do Maurício de Sousa, é parceira da Huggies e estampa toda a linha de fraldas da companhia com seus personagens na versão babies.

Detalhes da Fabricação de uma Fralda de Bebê

5) 100% automatizado

O processo de fabricação de uma fábrica da Huggies é 100% automatizado sem a necessidade da intervenção humana. Por hora, a Kimberly produz cerca de 300.000 fraldas no Brasil.

6) Processo

Por ser todo automatizado, todo o material se encontra dentro da máquina e em poucos minutos uma fralda fica pronta. Dentro do equipamento, a celulose é desfibrada e transformada em polpa, neste momento também, ela se mistura com o gel absorvente e, então, começa de fato o nascimento de uma fralda.

7) Montagem

Mói, mistura e transforma. Da máquina, as fraldas da Huggies já saem prontas e embaladas.

8 ) Detectores

Durante o processo de produção, a Kimberly trabalha com um mecanismo capaz de identificar se em alguma das milhares fraldas produzidas diariamente possui algum corpo estranho, como metal, por exemplo.

9) Fora do padrão

Toda fralda produzida pela Huggies e que foge do padrão qualidade é descartada. O material não é reaproveitado para a fabricação de um novo produto.

10) Empacotadas

As fraldas já saem das máquinas embaladas e prontas para chegarem ao varejo. Nesta hora, funcionários da Kimberly organizam os pacotes em embalagens maiores.

11) Funcionários

Na fábrica da Kimberly, em Suzano, mais de 1.200 funcionários trabalham em três diferentes turnos. Além de Suzano, a fábrica de Camaçari, na Bahia, também produz fraldas.

12) Prontas

Prontos, os pacotes de fraldas são guardados em depósitos e seguem para os centros de distribuição da Kimberly.

Detalhes da Fabricação de uma Fralda de Bebê

13) Distribuição

Depois de embaladas, as fraldas estão prontas para serem distribuídas aos consumidores. Por ano, a Kimberly produz 2,6 bilhões de fraldas no Brasil.

14) Qualidade

A Kimberly realiza pelo menos 15 testes de qualidade. Um deles avalia os tamanhos das fraldas e se eles estão dentro dos padrões da companhia.

15) Mais testes

A cada meia hora uma fralda é retirada da produção para ser avaliada. Outro teste importante realizado pela Kimberly é o de absorção, o qual tiras de fraldas são mergulhadas em água.

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Video = Dicas Prática do Passo a Passo de Como Trocar as Fraldas do seu Bebê

Para ter uma idéia, você vai trocar cerca de 250 fraldas, isto só no primeiro mês de vida do seu filho. Saiba o que precisa fazer para virar craque nesta arte. Por isto fica a dica deste vídeo que a Revista Crescer fez com o passo a passo de como trocar as fraldas do seu bebê.
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Fotógrafa vira sucesso com fotos irresistíveis de recém-nascidos

A britânica Maria Murray largou uma carreira no mercado imobiliário e se tornou sucesso no Reino Unido com suas fotos de recém-nascidos. Premiada com o título de melhor fotógrafa de retratos do país, ela hoje chega a clicar 250 bebês por ano.
Fotógrafa vira sucesso com fotos irresistíveis de recém-nascidos
Seu mérito? Colocar os pequeninos em poses irresistíveis, com direito a sorrisos de derreter o coração mais gelado. Para tal suas sessões de fotos duram em média três horas e meia, podendo chegar a seis horas de trabalho. Como trabalha com bebês que não têm nem duas semanas de vida, Murray espera o tempo que for para conseguir captar seus melhores momentos. O preço médio é de 1.500 libras (R$ 4 mil, aproximadamente), mas pode chegar a 10 mil libras (mais de R$ 26 mil). O que acha da idéia? Que tal promovermos uma promoção na Zazou para sortear uma destas seções entre nossas gravidinhas?
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Escolha das Fraldas Descartável = Tripla Proteção da Huggies Turma da Mônica

A escolha da fralda descartável que seu filho vai usar não é algo fácil, por isto queria contar a respeito das novidades deste segmento, em especial de uma das melhores, que é a Huggies do modelo Turma da Mônica com Tripla Proteção. Pois além da proteção já reconhecida pelo consumidor, agora este modelos de fralda conta com uma nova camada externa que entrega mais maciez e conforto para o bebê.
Escolha das Fraldas = Tripla Proteção da Huggies Turma da Mônica
Huggies Turma da Mônica Tripla Proteção agora vem com a nova camada de absorção extra, que mantem a pele do bebê protegida por até 10 horas, além dos atributos já conhecidos e valorizados pelas mães de todo o país. Além disto, outro diferencial desta fralda descartável, é que também possui fecho ajustável, que abre e fecha, permitindo que a mamãe ajuste a fralda sempre que for preciso. A marca acompanha a evolução de seu público, por isso, constantemente investe em pesquisas e inovações relevantes na categoria de fraldas. As novidades trazidas em Huggies Turma da Mônica Tripla Proteção demonstra exatamente isso. Turma da Mônica Tripla Proteção, que esta disponível nos tamanhos P, M, G ou XG. Para ter uma idéia de custo, ela vem em pacotes diferentes cada um com o preços sugeridos abaixo: - Regular: 8 à 11 fraldas descartáveis por R$ 6,21 - Jumbinho: 16 à 28 fraldas descartáveis por R$ 13,44 - Jumbo: 24 à 36 fraldas descartáveis por R$ 15,63 - Mega: 42 à 60 fraldas descartáveis por R$ 27,05 - Hiper: 84 à 108 fraldas descartáveis por R$ 52,58 E você já escolheu qual vai usar?
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Dicas sobre Tamanho e Tipos Diferentes de Fraldas de Pano

Queria compartilhar a dica do Espaço Mamifera sobre fralda de pano moderna, que tem muitos tipos diferentes e cada família se adapta melhor a um. Elas podem ser de tamanho perfeito, de tamanho ajustável (crescem com o bebê), de diversos tecidos e cores.
Fraldas de Pano
Mas por que então nos dias de hoje usa-las? 1) Mais sustentável: produz menos lixo, diminuindo o descarte de quantidade extraordinária de materiais de difícil decomposição como plástico e gel; é feita em casa, dando possibilidade de renda às artesãs enquanto elas cuidam dos seus bebês e família. 2) Mais conforto: a pele do bebê entra em contato com tecidos confortáveis e mais frescos, evitando alergias e assaduras. 3) Mais bonito: possui lindas estampas e cores, muito diferente da padronização das fraldas descartáveis. 4) Mais barato: as fraldas de pano são reaproveitadas e se tornam muito mais baratas em longo prazo que as fraldas descartáveis. Em geral, uma fralda de pano que será reutilizada por meses ou anos custa o mesmo que um pacote de fraldas descartáveis que dura alguns dias somente. 5) Mais carinho: feita por mãos mamíferas com muito amor. 6) Mais conexão com seu bebê: pois o uso de fraldas de pano instiga a intuição materna com relação aos ritmos de eliminação do bebê; mais conexão com as mães que vieram antes de você, sua mãe, sua avó, pois todas usaram fraldas de pano; mais conexão com o planeta e com a geração que estamos cuidando, pois assumimos a responsabilidade da geração do lixo que produzimos, encontrando uma solução respeitosa e sustentável para todos.
Dicas sobre Tamanho e Tipos Diferentes de Fraldas de Pano
São elas por tamanho: 1) Tamanho Perfeito: Podemos encontrar os tamanhos RN, P, M, G ou GG. Estes tamanhos variam com o peso do bebê. Em geral, a distribuição é a seguinte: - Recém Nascido – até 3,5 kg - Pequeno- de 3 a 6 kg - Médio – 6 a 9 kg - Grande – 9 a 12 kg - Extra-Grande – 11 a 15 kg 2) Tamanho Ajustável: Cada fabricante tem uma faixa de peso, mas em geral podemos encontrar: - Recém Nascido ao Médio – 3 e 4 kg a 8 e 9 kg - Médio ao Extra-Grande – 5 e 6 a 16 e 18 kg As fraldas ajustáveis servem por muito tempo, cada tamanho serve mais ou menos por metade do tempo da vidinha de fraldas dos nossos bebês, podendo ser até um pouco mais, dependendo do jeito que cada uma goste de usar a fralda e se o bebê é mais gordinho ou magrinho. Se você gosta de usá la no seu bebê embaixo do umbigo, a fralda menor poderá ser usada por mais tempo, ou se é uma menininha, também dá pra usar por um tempo maior. Caso contrário, passar pro tamanho maior evitará vazamentos, principalmente se o bebê for menino. As fraldas com ajuste de elástico caseado nas pernas possibilitam a fralda ficar justinha, evitando vazamentos. 3) Tamanho Único (One Size): Servem do recém-nascido até o tamanho GG, já no desfralde. Podem ter ajuste nas perninhas ou não, mas em geral na frente e na cintura estará a parte que “crescerá” com o bebê. Podem ficar um pouco grandes no recém-nascido dependendo do tamanho do bebê, mas perto de um mês de vida o bebê já caberá nesta fralda. Para usá-las em recém-nascido, o ideal é que se utilize a fralda de algodão dobra em triângulo e presa com fita adesiva ou snap.
Dicas sobre Tamanho e Tipos Diferentes de Fraldas de Pano
Além do tamanho existem tipos diferentes: 1) Capa: Esta fralda é toda inteira, sem bolsos, ou seja, você põe no bumbum do bebê com um pano absorvente que fica em contato com o bebê. Este pano pode ser uma fralda tradicional, aquelas de antigamente, ainda muito comuns e úteis no enxoval do bebê. Aqui está mais uma utilidade! Esta fralda geralmente é feita de algodão e em tamanho 70×68 cm. Dobramos a fralda em retângulo de modo que fique com várias camadas. Outra forma de usá-las é com a dobra em triângulo. Vantagem: pode-se trocar somente o absorvente sujo por outro absorvente limpo, mantendo a mesma fralda para uso. Desvantagem: o bebê fica em contato com o absorvente úmido. Para minimizar este problema, existe a opção da fronha absorvente. Esta fronha é um saquinho feito de soft e algodão. Colocamos o absorvente dentro da fronha, e a parte de soft fica em contato com o bebê, mantendo-o sequinho. O soft deixa passar o xixi sem absorver, dando a sensação de sempre seco. 2) Pocket: Fralda com um compartimento para colocar os panos absorventes, o que chamamos de bolso. Toda parte interna da fralda é coberta por uma camada de soft, tecido que deixa o xixi passar sem absorvê-lo, possibilitando que o bebê fique sempre sequinho porque sua pele não estará em contato direto com os absorventes molhados. Entre este tecido e a parte externa, existe o compartimento ou bolso. Os absorventes ficam bem acomodados dentro do bolso, diminuindo a chance de vazamento. Uma forma de diminuir e ou evitar vazamentos e infiltrações é colocar os absorventes espalhados no bolso da fralda, fazendo com que eles ocupem toda superfície do bolso. Vantagem: bebê sempre sequinho; absorventes bem acomodados no bolso. Desvantagem: não pode ser reaproveitada após o cocô; demora mais para secar depois de lavada. 3) Contour: São fraldas de algodão sem camada impermeável. Devem ser usadas com uma capa impermeável por cima. Pode ser sem fechamento e neste caso são usados os snaps ou prendedores ou as fitas adesivas para fraldas. Podem ser com fechamento, em geral de velcro ou botão sem opção de ajuste. São ideais para recém-nascidos porque são mais delicadas, muito macias e o bebê terá contato apenas com tecido de algodão. A maioria dos modelos importados oferecem esta fralda em algodão orgânico, o que a torna ainda mais adaptada para o bebê que acaba de chegar ao mundo. 4) All In One: Já vem com absorvente embutido, preso por dentro da fralda. Vantagem: estão prontas para uso. Desvantagem: demoram muito pra secar. Teste todas e veja o que mais se adapta a sua realidade!
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Video = Ator Sidney Sampaio apresenta o filho de cinco meses e ensina a trocar fraldas

Você sabe como trocar a fralda do seu bebê? O pai do bebê sabe? Pois pelo menos o pai do bebê Leonardo de cinco meses, o ator Sidney Sampaio mostra abaixo que é sim um tremendo paizão, daqueles que fazem questão até de trocar fralda! Veja no vídeo abaixo do programa "Mãe & Cia", o ator ensinando a limpar o bebê e trocar a fralda, mostrando que, apesar das dificuldades iniciais, aprendeu direitinho, e que a prática é a melhor escola.
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Parto Normal Domiciliar + Escolha do Nome + Fralda de Pano

Queria aproveitar uma entrevista da Mariana Maffei, que é a filha primogênita de Ana Maria Braga, que deu à luz recentemente a sua primeira filha, que vai se chamar Joana, fruto de seu casamento com o economista Paschoal Caruso Feola, para levantar aqui a bola para 3 assuntos interessantes que são o tipo de parto, a escolha do nome, e o tipo de fralda usar. O interessante para começar é que a primeira neta da apresentadora Ana Maria Braga veio ao mundo de parto natural, realizado na casa de Mariana Maffei, em São Paulo, às 9h44, na última quinta-feira (3). O portal da Ana Maria Braga conversou com a mamãe de primeira viagem e conseguiu detalhes sobre o método de parto domiciliar. O site quis saber se Mariana tinha a intenção de dar à luz em casa desde o início da gestação:
“Na realidade não foi desde o início da gestação, porque não tinha ideia dos tipos de parto. Sabia que queria um parto normal, mas não sabia como conseguir isso e não sabia o que era um parto natural, de fato. Através de minha amiga e doula Marcelly descobri o parto natural e comecei a entender e participar dos encontros de gestantes, listas de discussão. Eu tinha um ginecologista desde adolescente que ia a consultas periódicas, e mesmo ele sendo meu médico, resolvi conhecer um outro médico ativista do parto natural e minha identificação foi imediata. Foi assim que o rumo das coisas mudou e continuei as consultas de pré-natal com ele. Mesmo com o pré-natal com este outro médico, decidi que teria duas parteiras. Lia relatos de parto e sentia que queria aquilo pra mim: um parto domiciliar. Por conta da gestação, acabei adquirindo hábitos mais saudáveis. Sempre fui atlética, mas não tinha uma regularidade de exercícios definida. Foi quando comecei a me dedicar a ioga, com a própria doula, que já me preparava para o parto, com exercícios para o períneo, controle da respiração, e uma consciência corporal maior”, contou ela.
E você que tipo de parto pretende ter? Mariana revelou ainda que desde o início teve afinidade com as parteiras e que seu marido, seu enteado, sua doula – Marcelly -, suas parteiras Márcia Koiffman e Priscila Colacciopo estiveram presente no parto. A equipe também quis saber como foi o processo de escolha do nome e Mariana revelou que sempre gostou muito de Joana, mas que durante a gravidez cogitou vários nomes, mas se decidiu quando começou a ganhar vários presentes de Joaninha:
“Joana é um nome que sempre gostei muito, que sempre chamou a minha atenção, mas não tinha um nome que eu falava que daria para minha filha quando tivesse. Durante a gravidez tinha vários nomes em vista, mas coincidentemente comecei a ganhar várias coisas de Joaninha... Minha mãe me deu uma joaninha muito legal e minha avó me deu um timer de geladeira de joaninha, e pousavam várias joaninhas em mim durante a gravidez. Perguntamos um dia pro Davi, meu enteado, como ia chamar a irmãzinha dele e ele, sem saber de nada disso, disse que ia se chamar Joana, que ele tinha contado para um amiguinho da sala dele que a irmã dele se chamaria Joana”, revelou para o site.
Você já escolheu o nome? A filha da apresentadora falou também sobre os cuidados com Joana, que optou usar fraldas de pano e que o primeiro contato com a filha foi uma explosão de felicidade.
“Outra coisa que optei foi usar fraldas de pano. Eu as acho surpreendentes. Ela traz outra dimensão do cuidado, da suavidade, do carinho que é cuidar da fralda do neném, e além da questão ecológica que não precisa nem falar”.
Que tipo de fralda você pretende usar no seu bebê? Mande seus comentários. Leiam a matéria completa em: http://anamariabraga.globo.com/home/canais/canais-casa.php?id_not=3819
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Teste de Fraldas Descartáveis

Já sabe qual a marca de fraldas descartáveis que vai comprar para o seu bebê? Saiba de que uma marca de fralda é melhor que as demais, mas são poucas as que não são, pelo menos, aceitáveis. O instituto Pro Teste fez um interessante levantamento e teste com nove das principais marcas de fraldas descartáveis e descobriram, por exemplo que os produtos têm desempenho diferente para meninos ou meninas. Outro problema que existe em quase todas (com exceção de duas) é que elas dificultam a respiração da pele do bebê. Observaramos também que não há muita oferta de pacotes com poucas unidades no mercado. E a capacidade das embalagens varia muito de uma marca para outra, tanto na quantidade de unidades que elas contêm quanto no tamanho das fraldas. Esse é um fator importante a ser observado, pois se uma marca tamanho M serve em um bebê, não quer dizer que esse mesmo tamanho vá servir se for de outra marca, ou seja, os tamanho das fraldas não é padronizado.
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Dicas Úteis de Como Limpar o Bebê nas Troca de Fraldas

Como deve saver fazer a troca da fralda e a higienização de forma adequada ajuda a prevenir doenças causadas por fungos e bactérias que se proliferam na umidade e na presença de fezes e urina. De acordo com recomendações de pediatras, o ideal é trocar a fralda cerca de oito vezes ao dia no começo com o bebê ainda pequeno, especialmente quando você notar que a criança fez xixi ou cocô. Abaixo algumas dicas para manter seu bebê sempre limpo e seco: 1) Observe sempre se a fralda está seca, tanto de urina como de suor, e troque-a sempre que estiver suja. 2) Se for trocar uma fralda com fezes, lave o bumbum do bebê com água morna e sabão neutro. Se for urina, use lenços umedecidos ou algodões embebidos em loções próprias para higienizar o local. 3) A cada troca, limpe bem as dobrinhas, que acumulam sujeira. 4) Limpar bebês meninas requer um cuidado extra para não levar sujeira do ânus para a vagina. 5) Para evitar as assaduras, use pomadas especiais para bebês que servem de barreira entre a urina e/ou fezes e a pele. 6) Guarde as fraldas de pacotes abertos fora do saco, em local fresco, seco e limpo. 7) Na hora de escolher o tamanho da fralda, respeite o conforto de seu bebê. Marcas de aperto nas pernas e na cintura indicam que o seu bebê cresceu. 8) Descarte a fralda sempre no lixo, jamais no vaso sanitário. 9) Na hora da troca, deixe a nova fralda aberta por alguns segundos para ventilar. Boa sorte!
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Video = Dicas de Como Trocar a Fralda do Bebê Passo a Passo

Já sabe trocar fraldas? Se ainda não, melhor se preparar, pois serão centenas delas só no primeiro mês de nascimento... Veja então no vídeo abaixo, feito pela Revista Crescer, várias dicas de como trocar fralda de um bebê passo a passo com uma forma bem didática. Não deixe de mostrar este vídeo também para o seu marido, para ele não ter desculpa para não faze-lo e lhe ajudar...
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Mães trocam fraldas descartáveis por fraldas de pano

Que tipo de fraldas você pretende usar com seu bebê? Você usaria de pano apenas para ajudar a preservar o meio ambiente? O Canal F do Fantástico da TV Globo, fez uma interessante reportagem sobre pessoas que mudaram de hábitos para ajudar a preservar o meio ambiente, como as fraldas de pano em bebês ou passar o café num filtro de pano. Tem até xixi no banho!
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A Matéria-Prima das Fraldas

Você sabe do que é feito as fraldas? Qual a matéria-Prima usada na sua fabricação? Segue abaixo então mais info sobre cada uma delas: 1) Celulose Fibras de madeira natural (pinus) + % de umidade, que é da natureza do material. Normalmente são fornecidas em rolos/bobinas e tem como principais funções: 1) Absorver (10g/g); 2) Reter e 3) Distribuir/difundir líquidos por toda a extensão da Fralda. 2) SAP (Gel) São compostos sintéticos (poliacrilato de sódio), derivados do ácido acrílico, em forma de grãos e tem como principal função absorver (até 60g/g) e reter líquidos. Após a absorção ele se expande e se transforma no aspecto gelatinoso (“gel”). 3) Não Tecido São fibras de polipropileno, consolidadas termicamente, é um produto sintético (nafta, propeno) proveniente do petróleo, é tratado para se tornar hidrofílico. Sua principal função no produto é cobrir o painel e permitir que o líquido passe rapidamente p/ dentro do painel absorvente. 4) Filme de Polietileno Produto sintético (nafta – propeno) derivado do petróleo, é microgravado para aumentar a espessura aparente e dar a sensação de suavidade e conforto. Possui um dos lados tratados eletrostaticamente para auxiliar na adesão e tem como principal função a impermeabilização do produto evitando vazamentos e transpasse de umidade. 5) Fitas Adesivas (laterais) É um produto sintético (BOPP) derivado do petróleo, composto de adesivo de um excelente “pega” e tem como principal função ajustar/fixar a fralda à cintura do bebê. 6) Frontal Tape Também é um produto sintético, derivado do petróleo (BOPP), tem num dos lados uma fina camada de adesivo e noutro uma impressão decorativa. Sua principal função é servir de base/estrutura para a fixação das fitas laterais (reposição) e decoração da fralda. 7) Elásticos Pode ser um produto natural (latex de borracha) ou elastômeros sintéticos derivados do petróleo. Sua principal função é ajustar a fralda as pernas do bebê (sem deixar marcas), não permitindo a ocorrência de vazamentos. 8) Adesivo Hot Melt É um composto de produtos sintéticos, derivados do petróleo, de alta coesão, que é aplicado no estado líquido (viscoso), e quente (spray, linhas ou slot) . Pode ser de construção ou do elástico ou até pode atender as duas funções. O adesivo de construção tem como finalidade realizar a união dos materiais entre si (filme +painel + não tecido), enquanto o de elástico serve para auxiliar na fixação do elástico ao filme de PE. 9) Papel Tissue É formado por fibras celulósicas (natural), sem agente branqueador óptico ou matizante, crepado e tem como função ajudar no transporte e corte da celulose (sem rebarbas). Também, age como agente de coesão/integridade no painel absorvente e proíbe os grãos de gel de migrarem para a superfície da fraldas (não contato com a pele do bebê).
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Movimento prega volta das fraldas de pano

Preocupadas com o planeta em que seus bebês vão viver no futuro, mães no Brasil e pelo mundo afora vêm embarcando numa viagem ao passado. É um movimento que prega a volta das fraldas de pano como uma alternativa aos modelos descartáveis, com o objetivo de causar menos danos ao meio ambiente. No Rio, essa moda ecologicamente correta ainda está engatinhando, mas já encontra seguidoras, como a carioca Raquel de Lucena. Depois de ter Zahra por meio de parto natural, há quase sete meses, ela decidiu que tudo da filha seria “o mais natureba possível”. Optou então pelas fraldas de pano tradicionais, que foi buscar na mesma fábrica que sua mãe comprou as suas, quando bebê. “Fizeram um chá de fralda surpresa, mas eu queria não usar muito as descartáveis. Decidi que ia ficar com as que ganhei e usar as de pano junto. Toda vez que posso deixo ela só no pano, com a fralda caretona mesmo, tradicional. Nem usei alfinete, só amarrei”, conta Raquel. Zahra com as fraldas de pano compradas por sua mãe, Raquel: opção por menor impacto no meio ambiente. “Utilizando a de pano sempre que posso, eu me sinto diminuindo a quantidade de fraldas descartáveis despejadas nos lixões, além da sensação boa em deixar minha filha mais livre e ‘ventilada’.” Hoje, os modelos de pano ganharam nova roupagem, com o mesmo formato das de plástico. A diferença é que, após o uso, em vez do lixo, vão direto para o tanque e ou para a máquina de lavar. Foram essas que a jornalista Ana Paula Calabresi, carioca que mora desde 2007 em Vancouver, no Canadá, decidiu usar com a filha Alice, de 6 meses, pelo menor impacto que têm no meio ambiente. Por não ter quantidade suficiente dos modelos de pano, ela as alterna com as descartáveis. “Dão mais trabalho, mas é como lavar roupa normal. Tem toda a questão do uso da água, mas a água é tratável. Os lixões só acumulam mais e mais as fraldas de plástico, que demoram centenas de anos para se decompor”, conta Ana, que comprou as suas pela internet, da marca Fuzzi Bunz, que comercializa seus produtos em países como o Canadá, o Chile e os Estados Unidos. A escolha ecologicamente correta também se traduziu em economia. “Apesar do custo inicial das fraldas de pano ser maior (elas não são tão baratinhas), no longo prazo o investimento se paga e acho que você ainda sai no lucro”. A analista de sistemas Suzana Velloso usou fraldas de pano, compradas nos Estados Unidos, até os 5 meses de seu filho Otávio. “O que mais me fez usar foi uma questão dele não ter contato com fralda descartável tão novinho, porque dá muita assadura. Essa fralda de pano não dá assadura, não precisava usar creme nenhum”, conta Suzana. O bebê hoje está com 9 meses e os modelos comprados ficaram pequenos. Suzana agora espera que ele cresça mais um pouquinho para usar as biodegradáveis gDiapers, também encontradas lá fora. O modelo é o mesmo que a atriz Julia Roberts disse ter usado em seus gêmeos, em entrevista à revista americana “Vanity Fair”, em 2007. Assim como nos Estados Unidos, um levantamento publicado pela empresa de pesquisas Mintel, em 2008, revelou que o uso de fraldas de pano quadruplicou na Grã-Bretanha nos últimos anos, devido à preocupação dos pais com o ambiente. Segundo a pesquisa, o uso de fraldas de pano aumentou em 6 pontos percentuais de 2005 a 2007, e hoje chega a 8% dos pais com filhos que ainda usam fraldas. Uma enquete feita pelo G1 nas ruas e em um shopping de grande circulação do Rio, no entanto, revelou que por aqui a maioria ainda resiste em abrir mão da praticidade das fraldas descartáveis. Veja a matéria no vídeo abaixo: É uma causa muito nobre, mas é muito difícil. Para mães que trabalham, como eu, é complicado. O negócio seria um bom investimento em fraldas biodegradáveis. A causa é muito nobre, seria o ideal, mas a mãe moderna não agüenta”, conta Francielli, que agora está tentando desfraldar Valentina, com 1 ano e 10 meses. E você o que acha? Outra engajada na proteção ao meio ambiente que tentou, mas não conseguiu seguir com o uso das fraldas de pano é a apresentadora Cynthia Howlett. “Comecei mas desisti... Dá muito trabalho...” Pioneira na fabricação dos novos modelos de fraldas de pano no Brasil, a engenheira química Bettina Lauterbach viu o número de pedidos passar de dez para 400 por mês, em dois anos. “A procura vem aumentando gradualmente. A propaganda é no boca a boca. É um público mais alternativo. A mãe perua, de salto alto, não aceita o produto”, conta Bettina, que fabrica essa nova geração de fraldas ecologicamente corretas em Gramado, no Rio Grande do Sul, e as vende pela internet. Ao criar sua alternativa às fraldas descartáveis, ela contou com a opinião de pais e mães que já usavam seus slings (faixas de pano em que o bebê é segurado junto ao corpo). “Elaboramos um modelo e enviamos para quem comprava os slings. Algumas mães nem olharam, outras testaram e deram opiniões e fizemos adaptações. A aceitação está sendo muito boa. Tenho mães no segundo filho que reaproveitaram todas as fraldas”, conta. Para convencer mães de primeira ou segunda viagem a comprar seus modelos, que custam a partir de R$ 17,50, Bettina expõe em seu site que, até os 2 anos de vida, uma criança usa cerca de 5.500 fraldas, que levam anos e anos para se decompor nos lixões. Para o biólogo Mario Moscatelli, se por um lado você tira as fraldas dos lixões, por outro consome mais água. “É o cobertor curto. Você utiliza mais água e detergente, que nem sempre é biodegradável. Já a fralda descartável tem o material plástico, que vai ficar ad eternum (eternamente) em processo de decomposição”. Para o ambientalista, a melhor solução seria um investimento, por parte das empresas, na busca por materiais que causassem menos danos ao meio ambiente. “Antigamente era um tempo em que a mulher não trabalhava. Hoje, o ponteiro do relógio parece estar acelerado. O ideal seria que as empresas fizessem fraldas descartáveis com materiais que entram em decomposição mais facilmente e que esse resíduo fosse encaminhado a um aterro sanitário. É um rumo mais pé no chão”, diz Moscatelli. Esse movimento pelo bem do planeta vem ressuscitando ainda os absorventes reutilizáveis. Eles também voltaram com nova roupagem, ganhando a preferência de gente como a tradutora e empresária Silvia D. Schiros, que mantém o blog Faça a sua parte. “Eu não cheguei a usar fraldas de pano com minhas filhas. Uso há muito tempo absorventes reutilizáveis”, conta. Tatiana Moraes, uma das responsáveis pelo aBiosorvente, fabricado há oito anos, conta que a ideia foi desenvolvida por sua sócia, Diana Hirsh, como uma alternativa aos absorventes descartáveis “Diana descobriu que os absorventes reutilizáveis eram uma realidade em outros países como EUA, França e Canadá. Como sabia costurar, ela fez os absorventes para consumo próprio, mas logo as amigas começaram a pedir, aí surgiu a ideia de comercializá-los. A procura tem aumentado, sim, porém de forma muito lenta. Parece que mudar hábitos é muito difícil”, conta Tatiana.
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A Evolução das Fraldas Descartáveis

Vamos falar um pouco sobre como foi a evolução das fraldas descartáveis neste Blog. Acho que nunca paramos para pensar e saber um pouco desta história. Tudo começou em meados dos anos 40, em função da escassez do algodão provocada pela guerra, foi lançada na Suécia a primeira fralda descartável no mundo. Também, nesta mesma época, nos EUA, uma ama de casa de Westpot chamada Marion Donovan inventou uma capa impermeável para proteger a fralda da saída de líquidos. Esta capa era feita dos restos de cortinas de banheiro e no seu interior se colocava a fralda convencional (de pano). recebeu 04 patentes como resultado de seus desenhos, entre outros, o uso de clips de plástico para fixação das fraldas. Em 1947, George M. Schroder, foi contratado pela empresa Cia Henry Frede & Co. pra criar a primeira fralda descartável e usar telas não tecidas. A fralda descartável nos anos 50 era um artigo luxuoso e somente usada em ocasiões especiais, como viagens e visitas ao médico. A primeira fralda industrializada, foi fabricada usando-se um desenho retangular e em seu núcleo eram colocadas várias camadas de papel tissue de 15 a 25 folhas e eram envolvidas por uma película plástica. Nos anos 50, praticamente permaneceu sem mudanças, porém seu alto custo não permitia atingir a maioria da população, além do mais, sua distribuição estava limitada a poucos países. Nesta mesma época, os absorventes deram um salto muito grande no mercado. No final da década de 50 foi que Vic Mills, que trabalhava para a P&G, pensando no conforto de seu neto, reestilizou/reformulou o desenho e deu o nome de PAMPERS (em 1959). (mimar, aconchegar...) Nos anos 60 a fralda se desenvolveu bastante, pois a indústria aprendeu com as necessidades das mães. Em 1961 foi introduzida maciçamente no mercado americano e teve êxito moderado, pois havia um ponto negativo; sua desvantagem era a falta de fitas adesivas próprias, porque a todo momento da troca, as mães tinham que ter um rolo de fita crepe em mãos (grande incômodo). Nos anos 60 foi substituído o recheio de papel tissue por fibras de celulose e com isso as fraldas apresentaram uma grande melhoria no desempenho. As fraldas eram grossas, pois tinham que evitar o vazamento (8 a 10% vazavam). O tamanho médio pesavam, no mínimo umas 65g cada e uma máquina corria no máximo 100pçs/min. Nos anos 70 houve uma grande explosão, além da P&G, também entraram neste mercado a KC e J & J. A partir daí os preços começaram a cair para os consumidores. No início desta década a J&J lançou no mercado as fraldas com fitas adesivas laterais já incorporadas. A demanda mundial excedeu a capacidade produtiva por muitos anos e a taxa de penetração cresceu muito nos EUA, Europa, Japão e também a América Latina não ficou para trás. Nesta época apareceram as dobras (Z, W, C, etc...), o adesivo frio foi substituido pelo hot melt (aumento de velocidade das linhas), diferentes tamanhos, capacidade de absorvência, uso noturno, etc... A velocidade das máquinas já atingia umas 250/min. No final de 70 apareceram os elásticos laterais, apareceram os pediatras combatendo o uso das fraldas, pois eram espessas e podiam deformar os ossos das pernas. A taxa de vazamento caiu para 5%. Nos anos 80, com os elásticos, foi possível alterar a anatomia das fraldas, pois nas laterais e na cintura já dispunham desse recurso ajustável. Houve movimentos dos ecologistas combatendo as fraldas e então já se falava em plásticos biodegradáveis. Isso foi muito evidenciado na Europa e no Canadá e com menos intensidade nos EUA e América Latina. Descoberta do SAP (Gel): A taxa de vazamento caiu para aprox. 2%, reduziu-se a espessura; reduziu-se o peso de até 50% e aumentou-se muito o desempenho/absorvência; reduziu-se o consumo das embalagens (ecológico) e o problemas das assaduras desapareceram. Cada 1grama de gel, reduzia 4 de celulose. No Japão já se falava em filme respirável. Nos anos 90 apareceram novas características agregando conforto, tais como: Telas SMS(Maciez e resistência); Clothlike; Barreiras fecais; Fitas laterais com fechamento mecânico “velcro”; Aloe vera; Indicadores de umidade; Protetores contra germes; Fitas frontal florescentes, etc. Nos EUA, Japão e Europa Ocidental a taxa de penetração chega a mais de 95%. Na América Latina há muitas variações de 15 a 75%. No final, a média das máquinas estavam em 300 pçs/min, embora os grandes fabricantes já falassem em 800 pçs/min.
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Kit de Higiene do Bebê para as Trocas de Fraldas

A higiene do bebê requer cuidados especiais, para isso é necessário um conjunto de itens que se tornam obrigatórios a cada troca de fralda, trata-se do chamado: "Kit de Higiene". Aí sempre aparece a dúvida nas grávidas de primeira viagem do que vem nestes kits? Será que tudo tem mesmo utilidade? Qual? O kit de higiene geralmente é composto por: 01 bandeja, 02 potes, 01 garrafa térmica, 01 lavanda e 01 lixeira. Sendo que sses itens possuem a seguinte utilidade prática: - Bandeja: Auxilia na organização dos produtos de higiene do bebê;. - Potes: Apresentam tamanhos diferentes e são usados para guardar cotonetes e algodão. - Garrafa térmica: Mantém a água morna para higienizar o bebê a cada troca de fralda. Normalmente são revestidas com o tecido utilizado no enxoval do quarto. - Lavanda: Trata-se de uma tigela de cerâmica, usada para molhar o algodão na água morna que é retirada da garrafa térmica a cada troca de fralda. - Lixeira: Geralmente, peça avulsa ao kit. Mas importante para colocar as fraldas sujas e material usado na limpeza. A bandeja possui um local certo no quarto do bebê, deve ser colocada sobre a cômoda ao lado do trocador, tudo em um só lugar, organizado e de fácil acesso, afinal, enquanto o bebê estiver sobre o trocador e por questões de segurança, não poderá se manter sozinho nem tampouco solto. Os kits de higiene, por serem indispensáveis, são elaborados de forma coordenada à decoração do quarto do bebê e podem ser confeccionados em cerâmica, acrílico, madeira, forrados com tecido, diversos tipos de pinturas e aplicações, o que os tornam charmosos! Kit Higiene do Bebê Para maiores esclarecimentos e informações, aonde encontrar belos e úteis Kits de Higiene, fica a dica para contatar o Atelier Alexandra Abujamra através do: Tel: (11) 3064-7393 Email: contato@alexandraabujamra.com.br Site: http://www.alexandraabujamra.com.br
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A Evolução das Fraldas Descartáveis

Vamos falar um pouco sobre como foi a evolução das fraldas descartáveis neste Blog. Acho que nunca paramos para pensar e saber um pouco desta história. Tudo começou em meados dos anos 40, em função da escassez do algodão provocada pela guerra, foi lançada na Suécia a primeira fralda descartável no mundo. Também, nesta mesma época, nos EUA, uma ama de casa de Westpot chamada Marion Donovan inventou uma capa impermeável para proteger a fralda da saída de líquidos. Esta capa era feita dos restos de cortinas de banheiro e no seu interior se colocava a fralda convencional (de pano). recebeu 04 patentes como resultado de seus desenhos, entre outros, o uso de clips de plástico para fixação das fraldas. Em 1947, George M. Schroder, foi contratado pela empresa Cia Henry Frede & Co. pra criar a primeira fralda descartável e usar telas não tecidas. A fralda descartável nos anos 50 era um artigo luxuoso e somente usada em ocasiões especiais, como viagens e visitas ao médico. A primeira fralda industrializada, foi fabricada usando-se um desenho retangular e em seu núcleo eram colocadas várias camadas de papel tissue de 15 a 25 folhas e eram envolvidas por uma película plástica. Nos anos 50, praticamente permaneceu sem mudanças, porém seu alto custo não permitia atingir a maioria da população, além do mais, sua distribuição estava limitada a poucos países. Nesta mesma época, os absorventes deram um salto muito grande no mercado. No final da década de 50 foi que Vic Mills, que trabalhava para a P&G, pensando no conforto de seu neto, reestilizou/reformulou o desenho e deu o nome de PAMPERS (em 1959). (mimar, aconchegar...) Nos anos 60 a fralda se desenvolveu bastante, pois a indústria aprendeu com as necessidades das mães. Em 1961 foi introduzida maciçamente no mercado americano e teve êxito moderado, pois havia um ponto negativo; sua desvantagem era a falta de fitas adesivas próprias, porque a todo momento da troca, as mães tinham que ter um rolo de fita crepe em mãos (grande incômodo). Nos anos 60 foi substituído o recheio de papel tissue por fibras de celulose e com isso as fraldas apresentaram uma grande melhoria no desempenho. As fraldas eram grossas, pois tinham que evitar o vazamento (8 a 10% vazavam). O tamanho médio pesavam, no mínimo umas 65g cada e uma máquina corria no máximo 100pçs/min. Nos anos 70 houve uma grande explosão, além da P&G, também entraram neste mercado a KC e J & J. A partir daí os preços começaram a cair para os consumidores. No início desta década a J&J lançou no mercado as fraldas com fitas adesivas laterais já incorporadas. A demanda mundial excedeu a capacidade produtiva por muitos anos e a taxa de penetração cresceu muito nos EUA, Europa, Japão e também a América Latina não ficou para trás. Nesta época apareceram as dobras (Z, W, C, etc...), o adesivo frio foi substituido pelo hot melt (aumento de velocidade das linhas), diferentes tamanhos, capacidade de absorvência, uso noturno, etc... A velocidade das máquinas já atingia umas 250/min. No final de 70 apareceram os elásticos laterais, apareceram os pediatras combatendo o uso das fraldas, pois eram espessas e podiam deformar os ossos das pernas. A taxa de vazamento caiu para 5%. Nos anos 80, com os elásticos, foi possível alterar a anatomia das fraldas, pois nas laterais e na cintura já dispunham desse recurso ajustável. Houve movimentos dos ecologistas combatendo as fraldas e então já se falava em plásticos biodegradáveis. Isso foi muito evidenciado na Europa e no Canadá e com menos intensidade nos EUA e América Latina. Descoberta do SAP (Gel): A taxa de vazamento caiu para aprox. 2%, reduziu-se a espessura; reduziu-se o peso de até 50% e aumentou-se muito o desempenho/absorvência; reduziu-se o consumo das embalagens (ecológico) e o problemas das assaduras desapareceram. Cada 1grama de gel, reduzia 4 de celulose. No Japão já se falava em filme respirável. Nos anos 90 apareceram novas características agregando conforto, tais como: Telas SMS(Maciez e resistência); Clothlike; Barreiras fecais; Fitas laterais com fechamento mecânico “velcro”; Aloe vera; Indicadores de umidade; Protetores contra germes; Fitas frontal florescentes, etc. Nos EUA, Japão e Europa Ocidental a taxa de penetração chega a mais de 95%. Na América Latina há muitas variações de 15 a 75%. No final, a média das máquinas estavam em 300 pçs/min, embora os grandes fabricantes já falassem em 800 pçs/min. Fralda em Detalhes
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Quanto Você Vai Gastar de Fraldas em 2 Anos?

Dando continuidade a conversa das fraldas, outra dúvida comum, é quanto vai custar comprar tantas fraldas assim? Para isto foi feito recentemente um levantamento em uma grande e tradiconal loja que vende fraldas com bons preços. Levando em consideração a média de preços das fraldas mais caras e melhores, mas também de marcas mais baratas, mas ainda legais e de qualidade, até para ver a diferença. O resultado chega a valores gasto em fraldas em 2 anos de R$ 4,4 mil se for usar uma boa marca e de R$ 3,4 mil se for usar uma mais barata. Dando uma diferença de R$ 1 mil só nisto em dois anos. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------- Tamanhos = R$ X No fraldas = Valor Total ---------------------------------------------------------------------------------------------------------- P (melhor) = R$ 0,59 cada X 630 fraldas = R$ 371 P (+ barata) = R$ 0,49 cada X 630 fraldas = R$ 309 ---------------------------------------------------------------------------------------------------------- M (melhor) = R$ 0,67 cada X 540 fraldas = R$ 362 M (+ barata) = R$ 0,55 cada X 540 fraldas = R$ 297 ---------------------------------------------------------------------------------------------------------- G (melhor) = R$ 0,81 cada X 4500 fraldas = R$ 3645 G (+ barata) = R$ 0,62 cada X 4500 fraldas = R$ 2790 ---------------------------------------------------------------------------------------------------------- Espero que isto lhe ajude a fazer seu planejamento e orçamento, pois os gastos estão apenas começando...
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Quantas Fraldas Uma Criança Usa?

Dando continuidade aos assunto das fraldas, uma dúvida comum é quantas fraldas o seu bebê vai usar, para saber quantas precisa comprar. Para ajuda-la nisto saiba que estudos alegam que os bebês usam na média de 5000 a 6000 fraldas descartáveis nos seus primeiros 24 meses de vida. Vejam só abaixo como chegaram a estes números, e o racional dos valores, assim como o tamanho da fralda usada: Até os 3 meses = 90 dias = 7 fraldas/dia = 630 fraldas = Tamanho P Dos 3 aos 6 meses = 90 dias = 6 fraldas/dia = 540 fraldas = Tamanho M Dos 6 aos 24 meses = 900 dias = 5 fraldas/dia = 4500 fraldas = Tamanho G Portanto o total de fraldas até os 2 anos somando estes números acima seria de 5670 fraldas! Bastante não?
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Criança não está preparada para sair das fraldas antes dos 18 meses

Gostaria de abordar aqui outro assunto que interessa bastante as grávidas, que na sua primeira gestação ainda tem muitas dúvidas a respeito do uso das fraldas. Começo trazendo a informação de até quando eles vão precisar usa-las? Apesar da simbiose entre bebês e fraldas descartáveis, que funcionam quase como uma segunda pele, todas as crianças saudáveis terão de deixar de usá-las. A questão é: quando essa troca deve acontecer? A SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) preconiza que o processo nunca deve ocorrer antes dos 18 meses porque a criança não está preparada. Segundo os pediatras, no período entre 18 e 30 meses uma criança saudável costuma estar "madura" para fazer xixi na privada (com assento redutor). As idades, porém, são apenas parâmetros. Cada criança tem seu ritmo e sua maturidade. Meninas costumam sair da fralda antes, e irmãos não seguem o mesmo padrão. Retirar a fralda é um marco no desenvolvimento infantil. Estudos consideram, inclusive, que esse é o primeiro grande estresse da vida de uma criança. "É um dos primeiros passos para ela se tornar autossuficiente", diz a nefrologista pediátrica Denise Mota, doutora em epidemiologia e professora da Universidade Federal de Pelotas (RS). Para urinar no banheiro, a criança precisa lembrar que tem de caminhar até o vaso ou penico, baixar as calças, sentar, urinar, puxar as calças, dar a descarga e lavar as mãos. É um processo complexo, que deve ser treinado em etapas. "Quando o Pedro tinha dois anos, comecei a falar que ele já estava moço e que moços não usam fralda. Mas percebi que tinha de partir dele", diz Wendy Aquino, 29. Cerca de três meses depois, ela começou a notar que o menino anunciava que estava fazendo xixi na fralda. Foi a senha para que ela iniciasse o processo sob orientação pediátrica. Hoje, aos 2 anos e 8 meses, Pedro já está habituado a usar o banheiro. Além das habilidades infantis, o fim das fraldas exige também paciência e disponibilidade dos pais. "Se a criança sentar e depois de três segundos levantar, dizendo que não quer, sem problema. Depois de cinco minutos, convide de novo", orienta Albert Bousso, professor de pediatria da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) e pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein e do Hospital Universitário da USP. Os pais precisam ainda ter desapego material porque a urina (e as fezes) vão escapar no sofá, na cadeira, na cama, no chão, no tapete -e até nos móveis ultramodernos da casa de amigos. A pior coisa a fazer é obrigar a criança a sentar-se na marra. Ou brigar, bater e gritar por causa dos inevitáveis escapes. "As mães e os pais têm de entender que, da mesma forma que a criança tem de cair para aprender a andar, que ela demora para ser alfabetizada, o controle da urina não ocorre de uma hora para outra. Pode levar de dois a quatro meses, com fatores positivos [como incentivo dos pais quando ele acerta] presentes", diz o pediatra. A nefrologista Denise Mota descobriu, em estudo feito em Pelotas (RS), que, apesar da preconização da SBP e do discurso dos pediatras, entre as mães pesquisadas não há consenso sobre o melhor momento para tirar as fraldas. A retirada, para elas, pode ocorrer em momentos tão díspares quanto antes de o bebê ter 18 meses ou com uma falante criança de três anos. "Pela praticidade da fralda, as mães começam o processo quando a criança está quase com três anos e sem orientação pediátrica", afirma. A falta de aconselhamento pode levar a um processo inadequado e gerar problemas na criança. "A retirada precoce da fralda, ou seja, antes dos 18 meses, é associada ao prolongamento do treinamento e a alguns problemas tardios de enurese (urina que escapa à noite) e constipação", afirma Nilzete Brezolin, presidente do Departamento de Nefrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. Um treinamento inadequado também pode levar à recusa da criança em ir ao banheiro. Da mesma forma, a demora para retirar a fralda também tem consequências. Segundo o levantamento de Denise Mota, "o treinamento tardio pode resultar em aumento do risco de doenças infecciosas, com diarreia, assim como num aumento da prevalência de constipação e recusa em ir ao banheiro". A falta de orientação, segundo Mota, seria resultado do pouco valor que se dá ao controle dos esfíncteres, apesar de ser um marco importante da infância. "As orientações costumam ser pouco utilizadas pelos médicos em consultas de rotina e, quando utilizadas, não são abordados todos os tópicos, tampouco se pergunta aos pais que tópicos gostariam de discutir", diz a médica, no estudo. A pediatra Gelsomina Colarusso Bosco, do Hospital e Maternidade São Luiz, concorda. "Infelizmente isso acontece. As mães têm muitas dúvidas, mas ficam sem orientação", diz. Ela costuma pedir à família que decide embarcar rumo ao fim das fraldas descartáveis para abolir três itens: pressa, comparação com irmãos e com outras crianças e cobrança. Foi o que fez a dentista Claudia Pessoa Rangel Bourdoukan, 33. "A nossa pediatra foi muito parceira. Queria tirar a fralda antes dos 18 meses porque a Bruna já se incomodava, mas fui orientada a esperar." Começou com 22 meses e, em 60 dias, Bruna se adaptou -mas às vezes o xixi ainda escapa. Informação e paciência são as palavras-chaves para saber, inclusive, que o mais fácil de treinar é o cocô. Feito uma vez por dia, e como o hábito do intestino é previsível, dá para se antecipar e perguntar à criança se ela quer ir ao banheiro. E o mais difícil é o xixi da noite. Tanto que a fralda noturna não costuma ser riscada da lista do supermercado tão rapidamente. Mas, em geral, o controle dos esfíncteres (inclusive à noite) está completo aos quatro anos. O que não significa o fim dos "acidentes" noturnos. É normal escapar na cama até os seis anos. "Conforme a criança cresce, a capacidade da bexiga também aumenta, e os escapes no meio da noite tendem a reduzir", diz Denise Mota.
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