Category Archives: Aleitamento

Sorteio na Zazou do Kit de Produtos de Amamentação da Lansinoh e de Capa de Amamentação do Baby Moment

Gostaria de avisar as grávidas de que apesar da semana de mundial da amamentação ter acabado, gostariamos de continuar reforçando o assunto, por isto vamos fazer um sorteio ao longo do mês de agosto, para as gravidas que forem na loja da Zazou de um Kit completo de produtos de amamentação da Lansinoh Brasil e uma útil e charmosa capa de amamentação da Baby Moment.

Sorteio na Zazou do Kit de Produtos de Amamentação da Lansinoh e de Capa de Amamentação do Baby Moment

O kit de produtos da Lansinoh para ajuda-la na amamentação contém:

- 1 Pomada de Lanolina HPA 40g

- 1 caixa de Absorventes Descartáveis para Seios (36un)

- 1 Corretor de Mamilos LatchAssist

- 1 Terapia 3 em 1 TheraPearl

- 1 Bomba Tira-Leite Manual

- 1 caixa de Sacos de Armazenamento de Leite (25un)

Para participar é fácil, basta ir na loja da Zazou em São Paulo, que fica na Av. Juriti 433 em Moema, e para cada peça que comprar independente do preço, você ganha um número para participar. Assim quem comprar mais tem mais chances de ganhar. Serão duas ganhadoras, Uma para o Kit e outra para a capa. Sorteio será feito por uma cliente de forma independente na loja da Zazou no último sábado de agosto. Mais uma vez a Zazou preocupada em oferecer diferenciais e mimos para as gravidinhas.

Estamos esperando vocês! Boa sorte a todas!

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Sorteio no Instagram da Zazou de Kits da Lansinoh na Semana da Aleitamento Materno

Aproveitando a Semana Mundial do Aleitamento Materno, e até como uma forma de apoio ao tema, assim como comemoração de termos atingido 30 mil seguidoras em nosso Instagram da Zazou, vamos fazer em parceria com a @lansinohbrasil um sorteio entre vocês de um kit completo dos produtos #lansinoh como este da foto que detalharemos a seguir.

Para participar é fácil e gratuito, basta estar seguindo o Instagram da @zazou_gestante e o da @lansinohbrasil, marcando lá neste post que fizemos no nosso insta com a imagem abaixo pelo menos uma amiga sua que está grávida ou acabou se ter bebê, dizendo no comentário daquele post, quais os diferenciais da moda gestante da Zazou e o motivo pelo qual gostaria de ganhar este presente da Zazou? Coloquem de que cidade são e com quantas semanas de gravidez estão! A melhor resposta recebe em casa este belo kit e todos os produtos da Lansinoh! Que tal gostaram? Venha participar!


s kits a serem sorteados serão completos! Contendo:

- 1 pomada de lanolina HPA 40g
- 1 caixa de Absorventes Descartáveis para Seios (36un)
- 1 Corretor de Mamilos LatchAssist
- 1 Terapia 3 em 1 TheraPearl
- 1 Bomba Tira-Leite Manual
- 1 caixa de Sacos de Armazenamento de Leite (25un)

Boa sorte a todas!

Ah, vamos sortear outro kit igual entre as grávidas que forem pessoalmente na loja da Zazou em São Paulo esta semana!
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Haddad aprova lei para multar quem impedir amamentação em público

O prefeito Fernando Haddad sancionou recentemente uma lei para garantir o aleitamento materno em qualquer estabelecimento de São Paulo, ou seja, quem proibir a mãe de amamentar seu filho em público pagará multa de R$ 500. Em caso de reincidência, o valor dobra.
Haddad aprova lei para multar quem impedir amamentação em público


A lei detalha que o estabelecimento não precisa ter "área segregada" para amamentação.
"Todo estabelecimento localizado no Município de São Paulo deve permitir o aleitamento materno em seu interior, independentemente da existência de áreas segregadas para tal fim. Para fins desta lei, estabelecimento é um local, que pode ser fechado ou aberto, destinado à atividade de comércio, cultural, recreativa ou prestação de serviço público ou privado", de acordo com o texto.


Segundo o Diário Oficial da Cidade de São Paulo, a lei já entrou em vigor, porém a Prefeitura tem 90 dias para regulamentar o que for necessário.

O projeto de lei é do vereador Aurélio Nomura (PSDB) e foi proposto após uma mãe ter sido orientada a não amamentar seu filho em público no Sesc Belenzinho, na Zona Leste, em 2013. A proibição gerou grande repercussão na internet e mães realizaram amamentação coletiva ("mamaço") no Sesc. Na ocasião, o Sesc Belenzinho pediu desculpas pelo ocorrido. A administração informou que uma funcionária nova teria indicado a sala de amamentação à mãe. Uma segunda funcionária presenciou o diálogo e corrigiu a orientação.
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Mitos e verdades da amamentação

A fase da amamentação traz uma série de dúvidas para as mães, como a possibilidade de uma nova gravidez neste período ou se a sua alimentação vai influenciar no desenvolvimento da criança. Semana passada foi a Semana Mundial do Aleitamento Materno, com isto estes temas ficam ainda mais em evidência, e mais uma vez trazemos ele como destaque no Blog da Zazou.

Confira abaixo alguns mitos e verdades sober a amamentação esclarecidos pelo especialista em ginecologia e obstetrícia pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, Achilles Cruz:

1) Amamentar é um método anticoncepcional 100% eficaz.

Mito.

Algumas mulheres podem voltar a ovular mesmo no período da amamentação quando o ciclo menstrual está bloqueado devido à supressão dos hormônios. O ideal é que ela já comece a adotar algum tipo de método contraceptivo a partir da sexta semana após o parto. Logo no primeiro retorno ao ginecologista, o ideal é que a mãe converse sobre o método mais adequado para evitar uma nova gravidez em pouco tempo. Ele irá orientá-la sobre o uso de camisinha, DIU, implantes ou até mesmo as pílulas de progestagênio, que são as mais indicadas para esse período.

2) A mulher que está amamentando pode tomar qualquer tipo de pílula.

Mito.

Neste período, as pílulas mais indicadas são as de progestagênio, como o desogestrel, hormônio que inibe a ovulação. Livre de estrogênio, este princípio ativo não interfere na qualidade ou no volume do leite, não havendo interferência na alimentação do bebê.

3) Engravidar enquanto está amamentando é benéfico

Mito.

Não existe um intervalo estabelecido entre uma gravidez e outra, porém, é aconselhável que a mulher não engravide enquanto estiver amamentando, porque a sobrecarga da amamentação somada a uma nova gestação pode comprometer a saúde da mãe.

4) A alimentação da mãe influencia o leite.

Verdade.

Tudo o que a mãe come acaba passando para o leite materno. Por isso, é importante que a mulher faça uma dieta variada e beba bastante líquido nesse período. O consumo de bebidas alcoólicas ou cigarros é contraindicado. Medicamentos, por exemplo, só devem ser tomados com orientação médica.

5) Estresse influencia a produção de leite.

Verdade.

Quando a mulher está muito cansada ou ansiosa, a produção do hormônio ocitocina, que é o responsável pela vasão do leite, é bloqueada. O leite não seca quando se está estressada, mas a sua descida pode ficar prejudicada.

6) Amamentar faz bem para a saúde da mãe e do bebê.

Verdade.

Os bebês alimentados exclusivamente por leite materno até os seis meses de idade ficam mais protegidos contra inflamações, otites e diarreias. Segundo o Ministério da Saúde, as chances de a mãe desenvolver câncer de mama diminuem em 5% a cada 12 meses de aleitamento.
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Vídeo = Nutrição durante a gestação e amamentação

Veja no vídeo abaixo algumas dicas com uma especialista sobre a nutrição durante a gestação e amamentação.
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Estudo polêmico questiona benefícios da amamentação

Um novo estudo da Universidade do Estado de Ohio, financiado pelo Instituto Nacional de Saúde da Criança e Desenvolvimento Humano Eunice Kennedy Shriver, dos Estados Unidos, está gerando polêmica ao sugerir que os benefícios da amamentação para a saúde e o bem-estar estão sendo supervalorizados. Em outras palavras, os cientistas questionaram o resultado de inúmeras pesquisas publicadas pelas mais respeitadas revistas científicas do mundo nos últimos anos, que apontam que o leite materno fortalece o sistema imunológico, diminui o desenvolvimento da obesidade e até mesmo problemas neurológicos.

Publicado na revista “Social Science & Medicine”, o estudo analisou dados da Pesquisa Longitudinal Nacional da Juventude dos EUA desde 1979. Eles avaliaram informações de 8.237 crianças e 1.773 pares de irmãos alimentados de forma diferente quando bebê, uns tinham recebido leite materno e outros complemento alimentar. De acordo com os autores, a opção por avaliar irmãos teve como objetivo excluir diferenças sociais, genéticas e de criação do resultado.
“Muitos estudos anteriores não controlaram ou não puderam controlar estatisticamente fatores como raça, idade, renda familiar, o emprego da mãe, coisas que sabemos que podem afetar tanto a amamentação quanto os resultados de saúde”, disse Cynthia Colen, professora de sociologia da Universidade do Estado de Ohio e principal autora do estudo. “Mães com mais recursos, com níveis mais elevados de educação e de renda e mais flexibilidade em suas programações diárias são mais propensas a amamentar seus filhos e fazê-lo por longos períodos de tempo”.


Os pesquisadores analisaram 11 indicadores de saúde e bem-estar infantil: índice de massa corporal (IMC), obesidade, asma, hiperatividade, relação afetiva com os pais e comportamento de obediência, bem como pontuações prevendo desempenho acadêmico em vocabulário, leitura, matemática, inteligência e competência escolar.

Apesar das análises sugerirem que a amamentação com leite materno levou a melhores resultados do que a alimentação com mamadeira em 8 dos 11 indicativos, a comparação com irmãos da mesma família foi descrita como tendo diferenças próximos do zero, ou estatisticamente não significativas. Com isso, a equipe concluiu que o melhor desempenho no estudo geral poderia ter ocorrido por fatores externos. Eles também sugeriram que os irmãos amamentados eram mais propensos a ter asma. Assim que publicada, a pesquisa gerou respostas ao redor do mundo. O Serviço Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido revisou o estudo e publicou em seu site texto com diversos questionamentos. De acordo com o NHS, não está claro por que essa tendência inversa (da asma) foi encontrada neste estudo, mas ele não mostra que a amamentação provoca asma ou que a mamadeira impede.

O resultado que aponta que a amamentação pode gerar asma é bobagem. É tão impossível que não pode ser levado em consideração, afirma Marisa Aprile, presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria. Ao contrário, a amamentação reveste o trato respiratório, e pesquisas já comprovaram que crianças alimentadas apenas com leite materno até os seis meses tinham crises mais brandas e eram menos dependentes de oxigênio mesmo com bronquiolite.

Um dos pontos mais questionados da pesquisa é a base de dados. Eles não levam em consideração, por exemplo, o tempo de amamentação do bebê e nem se o leite materno foi o único alimento da criança até os meses, conforme recomendação da Organização Mundial de Saúde. No caso dos irmãos, os pesquisadores não questionam os motivos pelos quais a mãe amamentou um e não outro filho.
“Uma mãe pode ter começado a amamentar o seu filho, ter encontrado problemas, não ter tido um bom suporte e logo depois ter introduzido a fórmula (complemento alimentar para bebês). Para os pesquisadores, a criança foi amamentada mesmo que tenha sido apenas uma vez”, escreveu Mike Brady, coordenador de campanha da Baby Milk Action, no site da ONG. “Será que devemos realmente esperar que essas crianças tenham ganhos significativos em leitura e habilidades matemáticas anos depois?”.


De acordo com Marisa, o ano da coleta de dados também pode ser considerado um dos pontos questionáveis do estudo. Se reparar bem, eles usam dados que começam em 1979, uma época onde não conhecíamos exatamente todos os benefícios da amamentação. A orientação não era adequada e por isso muitas mulheres tinham problemas para amamentar, explica Marisa. Antigamente também a indicação era dar suco a partir dos dois meses e fruta a partir dos três. Os estudos atuais que mostram os benefícios da amamentação se baseiam em crianças que só mamam até os seis meses.

Maria Lúcia Futuro, uma das coordenadoras da ONG Amigas do Peito, acusa a indústria de alimentos e bebidas para bebês de tentar fabricar dúvidas sobre a importância da amamentação.
Eu vi o estudo e deu vontade de rir e chorar ao mesmo tempo. Pois ele tem um monte de furos, mas vai servir para que pessoas não tão esclarecidas questionem a amamentação. E isso acontece justamente no momento em que o mundo inteiro se conscientiza dos benefícios do leite materno e as indústrias começam a se sentir ameaçadas, acusa Maria Lúcia.


O estudo de Ohio questiona a culpa que as mulheres sentem por não poder amamentar e afirma que investimentos em políticas de licença maternidade, creches públicas e um melhor salário para mães de baixa renda poderiam ser mais benéficos do que o leite materno. Segundo Marisa, uma coisa não tem a ver com a outra:
Tenho a impressão de que algumas pessoas supervalorizam o fato de umas mulher conseguirem amamentar e outras não. As que amamentam foram abençoadas, mas não quer dizer que as que não conseguiram não tenham feito coisas muito boas para seus filhos. Mas ao invés de usar a energia para falar mal do leite materno, deviam usar a mesma energia para dar suporte as que não conseguem alimentar seus filhos naturalmente.
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A gestante pode fazer a mamografia?

A gravidez é um momento único para a mulher. É quando ela vivencia o sonho da maternidade, encanta-se ao ver a barriga crescendo dia-a-dia, e nutre, cada vez mais, o amor pelo bebê que está gerando. É nesta fase também, que precisa ter alguns cuidados e realizar uma série de exames, a fim de manter a sua saúde e a do bebê em dia.

Dentre os principais exames a serem realizados estão as ultrassonografias, diabetes gestacional, cultura de secreção vaginal, entre outros. Cada um com suas especificidades, para que tudo ocorra bem durante a gravidez.

Mas, e a mamografia? Será que a grávida também pode fazer?

Neste período, a mamografia deve ser evitada em mulheres que não apresentam qualquer sintoma nas mamas. No entanto, em casos de suspeita do surgimento da doença na gestação, o exame indicado é o ultrassom, que não expõe a criança a radiações que possam prejudicar a formação de suas células. A menos que haja uma suspeita real do câncer, a mamografia não deve ser realizada. Se for necessária, os radiologistas protegem o abdome da mulher com um avental de chumbo, já que, o bebê está em formação e com muitas células em desenvolvimento.

Durante a gravidez, o câncer de mama não é tão frequente, mas pode acontecer. Após a descoberta do nódulo, ainda é necessário verificar se a lesão é benigna, o que acontece na maioria dos casos.

Aliás você sabia de que, segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), a cada ano, a amamentação completa diminui de 3 a 4% o risco de a mulher desenvolver o câncer de mama?

E ainda que mulheres que amamentam por mais de seis meses têm menos chances de desenvolver a doença devido a substituição de tecido glandular por gordura nas mamas?

Isso mostra que, não apenas os bebês se beneficiam da amamentação, mas as mães também. Por isso, é fundamental sempre orientar as gestantes e mães de bebês recém-nascidos que o aleitamento materno, além de fonte de saúde, ajuda na prevenção do câncer de mama.

De acordo com o INCA (Instituto Nacional do Câncer), o câncer de mama é o segundo mais comum no mundo e o mais frequente entre as mulheres, com uma estimativa de mais 1,15 milhão de novos casos a cada ano, e responsável por mais de 400 mil mortes a cada ano. Cuide-se!
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Modelagem Especializada = Usar Roupas da Zazou Depois do Parto na Amamentação X Jaque Khury Amamentando com Vestido da Zazou

Muitas grávidas ainda acham de que primeiro irão sair da maternidade, já com o corpo que tinha antes, o que infelizmente não é a realidade, que é um pouco mais cruel, e faz com que isto demore um pouco mais no período de recuperação do pós-parto, que como na gravidez, varia de mulher para mulher, mas uma coisa é certa, a amamentação ajuda bastante.

Por isto que a modelagem especializada da roupa, precisa ser pensada, não apenas para enquanto que a barriga cresce, mas também enquanto que ela diminuiu, e mais do que nisto nesta fase, também em facilitar a amamentação. Que é o que a estilista da Zazou faz com muito cuidado e dedicação.

Pois foi o que a Jaque Khury descobriu nestes últimos dias, em que tem amamentado e perdido grande parte do peso ganho durante a gestação. Vejam só uma foto dela amamentando o pequeno Gael usando um vestido azul da Zazou, que ela postou em seu Instagram.
Modelagem Especializada = Usar Roupas da Zazou Depois do Parto na Amamentação X Jaque Khury Amamentando com Vestido da Zazou
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Uso do Sutiã Especializado para Gestante Durante a Gravidez

Durante a gravidez os seios alcançam seu desenvolvimento máximo, ficam maiores e, para muitas mulheres, mais sensuais. O problema é que depois que o bebê nasce e após o término do período da amamentação, o tamanho volta a reduzir e eles podem ficar mais flácidos. Para evitar esse problema, que incomoda muita gente, dormir de sutiã pode ser uma alternativa!

Como as mamas são supersensíveis à atuação dos hormônios, do primeiro ao terceiro mês de gestação elas crescem bastante, justamente quando a produção deles está alta. E o sutiã, que serve para deixar a mulher mais bonita, ajuda na sedução e outras coisas mais, tem a função de sustentar os seios, que tendem a “cair” por causa do peso, ao longo da vida. Como na gravidez esse peso vai aumentar, a recomendação médica é usar o sutiã próprio para grávidas até para dormir.

Sendo que os tops de algodão, mais confortáveis, de algodão e sem costura, também podem fazer sua parte. Por mais que pareça que vá incomodar, na verdade para muitas grávidas ele pode ser um alívio na hora de deitar, melhorando o sono. Não é uma obrigação, mas pode trazer benefícios.

O crescimento dos seios durante a gravidez acontece porque, desta forma, adquirem as características necessárias para desempenharem a sua função, que é a produção de leite para alimentar o bebê. É por isso que, ao longo de toda a gravidez, a influência de determinadas hormônios, sobretudo da progesterona, proporciona alterações evidentes. Ao longo do primeiro trimestre da gestação, os seios incham e aumentam de peso, costumam estar hipersensíveis, sobretudo nos mamilos, o que pode tornar intolerável qualquer atrito ou carícia.

Mas a mama não irá necessariamente ficar mais flácida depois da gravidez e, especialmente, da amamentação. Isso varia muito para cada mulher. Há casos em que não há flacidez, mas o cuidado precisa ser constante, o ideal é hidratar a pele com cremes para que as fibras não se rompam tanto.

Lembrando de que a Zazou tem uma linha completa de lingeries com modelagem própria para as necessidades das mudanças no corpo da gestante, como o caso do crescimentos dos seios, que precisam de uma atenção especial.
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Tirando Dúvidas sobre Amamentação

Muitas grávidas tem dúvidas comuns sobre a amamentação, por isto pedimos ajuda para o famoso ginecologista José Bento, para tirar algumas delas, e assim você estar melhor informada e preparada:

1) Posso engravidar durante a amamentação?

Segundo o ginecologista José Bento, pode ser mais difícil ficar grávida nesse período, mas é possível. Durante a amamentação, pode ocorrer queda de libido, por causa do aumento do hormônio prolactina e da queda de testosterona.

Essas alterações hormonais atrofiam o músculo da vagina, o que causa dor e incômodo durante a relação, para evitar, a dica é usar lubrificante.

Além disso, a falta de sono e o cansaço durante esse período também podem reduzir a vontade da mulher de fazer sexo. De qualquer maneira, o ideal é que ela volte a ter relações apenas 40 dias após o nascimento do bebê.

2) Meus mamilos estão rachados, com fissuras e já chegaram a sangrar. Estou preocupada porque minha filha, de 2 meses, mamou sangue junto com o leite materno. O que pode acontecer?

As fissuras mamárias dificultam a amamentação, além de causar muita dor e assustar a mãe. Se o leite sai com sangue, ele pode irritar o estômago do bebê e se ele vomitar, pode sair um leite coalhado com sangue. Ao notar sangue no leite, portanto, é preciso avisar o pediatra. De qualquer maneira, a dica do ginecologista José Bento e preparar os mamilos durante a gravidez para evitar esses problemas.

3) Meu filho mama durante o dia, de 4 em 4 horas, e durante a noite, de 2 em 2 horas. Gostaria que fosse o contrário. Tem alguma coisa que eu possa fazer?

Segundo o ginecologista José Bento, é possível reverter isso. A mãe precisa deixar o quarto bem escuro e sem barulho à noite para que o bebê entenda que é hora de dormir. Em alguns momentos, mesmo que ele chore querendo mamar, ela não deve sair correndo para amamentá-lo. Pela manhã, é importante abrir a cortina e deixar o ambiente bem iluminado.

4) Estou amamentando e gostaria de saber se o chocolate e o feijão causam mais cólicas no bebê?

Não existe comprovação científica de que chocolate, feijão e outras leguminosas causam mais gases no bebê. Segundo a ginecologista e obstetra Poliani Prizmic, é importante que a mãe observe no pós amamentação se em determinados alimentos, com o consumo deles, a criança tem cólica. Se tiver, ela pode tentar evitar esses alimentos para diminuir a quantidade de gases produzidos.
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Video = Semana Mundial da Amamentação 2013 e a importância do Aconselhamento

Aconselhamento foi o tema da Semana Mundial da Amamentação em 2013, por isso mostramos a importância das pessoas que estão próximas a mãe no que se refere ao aleitamento e apresentamos os benefícios de alimentar bem o bebê diretamente da mãe nos primeiros momentos de vida. Veja mais detalhes no video abaixo.
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Empresas criam espaços para funcionárias tirarem leite para filhos

Amamentação é algo muito importante, mas o trabalho também, e depois da merecida licença maternidade, mesmo que o bebê ainda esteja amamentando é fundamental um apoio da empresa para que esta rotina seja facilitada.
Vejam só que legal esta iniciativa de algumas empresas, que criaram um espaço especial para as suas funcionárias tirarem leite para filhos!
Empresas criam espaços para funcionárias tirarem leite para filhos


Há um mês, de segunda a sexta-feira, duas vezes por dia, Viviane Constante de Sousa, de 29 anos, vai até o 'Canto da Mamãe' do Itaú Unibanco, em São Paulo, para retirar seu leite e reservar o alimento para a pequena Maitê, de 8 meses. Na sala de apoio à amamentação, ela consegue armazenar o leite em um freezer, que é levado para a casa no fim do expediente, e depois segue para a escolinha da bebê no dia seguinte.
“Saber que poderia usar o espaço me deixou mais tranquila para voltar ao trabalho. Depois de passar sete meses em casa, senti falta do cheiro e da pele da Maitê. Passei dez dias chorando de saudade”, conta.


Além de retirar o leite, ela ainda amamenta a bebê duas vezes por dia e durante a madrugada, a cada três horas. Atuando como secretária da superintendência comercial, ela acredita que a possibilidade de usar o espaço deixou seu dia a dia no trabalho mais fácil.
“Sei que vou conseguir desempenhar minha função e quando sentir o peito cheio ou estiver com dor posso retirar o leite”, afirma.


Com o útero retrovertido e ovário policístico, Viviane soube que talvez teria que esperar até um ano e meio para engravidar. Mas, três meses após a notícia, ela descobriu que estava grávida. Como tinha a menstruação irregular por causa dos problemas, ela não prestou atenção nos sinais da gravidez. A confirmação veio com um exame de sangue feito na própria empresa.
“Estava sentindo muitas dores nos seios e me matava na academia, porque achava que estava gordinha”, diz.


No seu primeiro ultrassom, mais uma surpresa: a gestação já tinha três meses e, além de ouvir o batimento cardíaco, Viviane já pode ver o corpinho de Maitê em formação. Fazendo as contas, ela descobriu que tinha engravidado uma semana após parar o anticoncepcional. Agora, Viviane pretende manter a amamentação de Maitê até quando tiver leite.
“Ela chora na escolinha quando meu leite termina. Meu primeiro sonho era engravidar e o segundo era amamentar”, conta.


Cintia Ruiz, de 33 anos, advogada do departamento de fontes alternativas de energia do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) está utilizando a sala de apoio à amamentação da empresa, conhecida como ‘Espaço Deleite’, pela segunda vez.

Mãe de dois filhos, o primeiro com 2 anos e 10 meses e a segunda com 7 meses, ela usa a sala uma vez por dia, há um mês.
“Você fica com uma consciência mais tranquila sabendo que vai conseguir conciliar o trabalho com a amamentação”, conta.


Ela relembra que conversando com colegas mais antigas, soube que algumas utilizaram o banheiro para retirar o leite antes da implementação da sala, em 2009.
“Se você pensar que seu peito vai encher e você vai ter que tirar no banheiro ou ficar com ele doendo é horrível, nem consigo imaginar, deve ser muito desconfortável."


Além de usar a sala de apoio à amamentação, Cintia ainda tem o benefício do abono aleitamento, que oferece flexibilidade na carga horária das funcionárias que retornam de licença maternidade. Na prática, as mães podem reduzir a jornada em uma hora durante seis meses, após o retorno da licença.

Trabalhando como dentista na Petrobras na Bahia, Maria Elisa Teixeira Oliveira, de 31 anos, acompanhou de perto, e na prática, o aumento do uso da sala de apoio à amamentação da empresa. Ela utilizou o espaço em 2010, por cinco meses, e há três voltou a frequentar o local, com a chegada de seu segundo filho.
“No início poucas pessoas utilizavam, eu era a única. Mas, depois começamos a informar sobre o uso da sala e também sobre os benefícios da amamentação. Pode parecer uma bobagem, mas a pessoa se sente acolhida”, conta.


Maria Elisa lembra que a volta ao trabalho após o nascimento do bebê representa uma quebra abrupta do convívio da mãe e do bebê, que até então passam a maioria do tempo juntos.
“Você passa 6 meses junto e de uma hora para outra se afasta. É um conforto saber que você vai poder saciar o filho de alguma forma.”
“Temos que desenvolver essa outra faceta, porque você não é apenas mãe, também é uma profissional e isso traz orgulho e satisfação pessoal”, ressalta.


Estela Haikawa dos Santos, de 32 anos, analista de processos da Brasilprev, usou a sala de apoio à amamentação da empresa por 3 meses, até sua filha completar 10 meses de idade. Hoje, ela tem 1 ano e 4 meses.
“Foi tudo planejado, alinhado ao meu momento na carreira.”


Para ela, ter a licença-maternidade de seis meses, além de mais um mês de férias, foi muito importante para o desenvolvimento do bebê.
“Ela começou a ir para a escola um pouco mais madura. Ela já não era tão frágil como um bebê de 4 meses”, complementa.


O retorno ao trabalho foi gradual, respeitando seu tempo de adaptação, sem deixar a amamentação e o tempo com a filha de lado.
“Todos entendem que é um pouco difícil. Mas, a sala contribuiu para me deixar mais tranquila no trabalho.”


A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que as crianças devem receber aleitamento materno exclusivo até os 6 meses de idade. A partir daí, os alimentos complementares, como sopas e papinhas, podem ser inseridos com a manutenção do aleitamento. A OMS ainda recomenda a amamentação até o bebê completar 2 anos.

O artigo nº 396 da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) prevê que a mulher terá direito, durante a jornada de trabalho, a dois descansos especiais, de meia hora cada um, para amamentar o filho até que ele complete 6 meses. Ainda está previsto que quando a saúde do filho exigir, o período de 6 meses poderá ser estendido.
“Esses descansos são super discutidos porque algumas empresas não aceitam negociação e não permitem que a funcionária entre mais tarde ou saia mais cedo. Por outro lado, alguns juízes já determinaram que essa prática é válida”, diz a advogada Fabíola Marques, do escritório Abud e Marques Advogados Associados.


O Ministério da Saúde, juntamente com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) regulamentou a implementação das salas de apoio à amamentação nas empresas em 2010. As salas possuem estações de coleta de leite, com poltrona, ordenhadeira elétrica, material de higienização pessoal, freezer, toucas, máscaras, etiquetas para identificação dos recipientes e pias para lavar as mãos.

As mães ainda recebem um kit de transporte com bolsa térmica, fio conector, gelo rígido e frascos para armazenar o leite.

Na salas, as profissionais podem retirar o leite, que é armazenado em frascos previamente esterilizados. O leite é mantido em um freezer e as mães levam tudo em uma frasqueira com gelo rígido para manter o leite refrigerado durante o transporte.
Empresas criam espaços para funcionárias tirarem leite para filhos Empresas criam espaços para funcionárias tirarem leite para filhos


O Itaú Unibanco possui a sala de apoio à amamentação desde 2007. Em 2012, o espaço teve 3.560 utilizações.
“Antes da implantação, as colaboradoras retiravam o leite materno no ambulatório ou até no vestiário da academia. Elas dependiam dos refrigeradores para guardar o leite. Percebíamos que não era o ideal e que poderíamos fazer melhor”, diz Sergio Fajerman, diretor da área pessoas do Itaú Unibanco.


O BNDES possui duas salas de apoio e quatro estações de coleta. Desde a criação dos espaços, em setembro de 2009, os locais foram utilizados por 100 mulheres, que totalizaram 1.546 extrações de leite humano, sendo que 13 foram doadoras de leite humano para o BLH Fernandes Figueira. O investimento inicial foi em torno de R$ 20 mil e o custo de manutenção mensal é inferior a R$ 500.
“Elas retornam mais seguras, menos ansiosas e com menor sensação de abandono de seus filhos. As mulheres ficam em melhores condições físicas e psíquicas para a execução do trabalho”, afirma Ana Paula Mendonça, chefe do departamento médico da FAPES (Fundação de Assistência e Previdência Social do BNDES).


A primeira sala de apoio à amamentação da Petrobras foi instalada no segundo semestre de 2009, na sede da empresa no Rio de Janeiro. Segundo a instituição, a prática está sendo expandida para outras cidades do país.
“O princípio básico foi o de atender uma necessidade real das mulheres que retornam do período de licença maternidade”, afirma Janice Dias, gerente de orientações e práticas de responsabilidade social da empresa.


Em 2009, a Brasilprev lançou o 'Programa de Promoção da Saúde' que incentivava o aleitamento materno. Após uma reestruturação em 2012, foi criado o ‘Espaço da Mamãe’, que serve para acompanhar o período pós licença-maternidade e a amamentação. Desde 2009, 20 funcionárias utilizaram o espaço.
“O papel de ser mãe não termina depois do período da licença, então vemos que as colaboradoras se sentem mais satisfeitas com este auxílio”, ressalta Rosiney Acosta, gerente de pessoas da Brasilprev.


Na Natura, a sala de amamentação surgiu junto com o berçário há 21 anos. Atualmente, o berçário conta com 176 crianças.
“Graças à iniciativa, percebemos que grande parte das mães acaba amamentando seus bebês por mais tempo, já que pode sair a qualquer hora do dia para alimentá-lo”, afirma Juliana Wei, gerente de remuneração, benefícios e expatriados da Natura.
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Campanha de Doação de Leite Materno

Muitas de vocês ainda estão grávidas, mas gostaria de deixar um pedido para que depois que tenham seus bebês, que ao amamentar lembrem e participem de uma importante campanha de Doação de Leite Materno, pois muitos outros bebês estão precisando, e não vai lhe dar muito trabalho ajuda-los!
Campanha de Doação de Leite Materno
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13 Dicas Úteis e Práticas sobre os Cuidados com os Seios na Amamentação

Após o nascimento do bebê, a dor nas mamas podem aumentar pelo estímulo nos mamilos para as primeiras sugadas do recém-nascido. Nesse período podem surgir fissuras, que são pequenas rachaduras.
“Para evitar este problema, é importante não limpar o leite que escorre dos mamilos, pois tem ação de proteção nas mamas”, ensina Dra Erica Mantelli.


Depois dessa fase de amamentação, é natural que as mamas voltem ao normal.
“As mamas podem até diminuir, pois o músculo fica um pouco enfraquecido. E para evitar que uma mama fique maior que a outra devido à amamentação, é importante alternar as mamas na hora de alimentar o bebê”, diz a médica.



Mas quais os cuidados especiais que as futuras mães devem tomar?

Vale tomar alguns cuidados para minimizar todos esses desconfortos que podem afetar as mamas. Anote então ai:

1) Na gravidez, os mamilos escurecem e incham, as dores aumentam e podem surgir estrias e flacidez.

2) Evite usar sabonetes e cremes nos mamilos. Os hidratantes podem ser usados nas mamas, evitando os mamilos e aréolas. A hidratação deixa a pele mais fina, e se o mamilo for hidratado em excesso pode sofrer rachaduras mais facilmente.

3) Na primeira consulta de pré-natal seu médico deve analisar suas mamas e orientá-la sobre os cuidados especiais de acordo com o seu tipo de mamilo.

4) Para gestantes que apresentam mamilos muito pequenos, planos e até invertidos existem alguns exercícios que melhoram o formato do mamilo, deixando-o mais apto para amamentação.

5) A gestante pode fazer exercícios manuais diários, com movimentos fáceis como por exemplo segurar o mamilo com o dedo indicador e polegar e delicadamente realizar movimentos de esticar o mamilo e torcer para a esquerda e a direita.

6) Mulheres de pele muito clara e sensíveis tendem a ter mais facilidade para rachaduras. O uso esporádico de buchas no mamilo pode ajudar a deixar a pele do mamilo mais espessa, com menos tendência para machucados e rachaduras.

7) Não esfregue em excesso buchas ou toalhas nos mamilos, pois o desgaste da pele favorece o aparecimento de lesões e retira a proteção natural da pele.

8 ) Banho de sol nos mamilos durante 15 minutos ajuda a manter a pele do mamilo mais firme e resistente, com menos propensão a rachaduras. Prefira o sol da manhã ou do final da tarde e use filtro solar.

9) Todo exercício ou uso de buchas deve ser recomendado pelo seu médico, para que isso não prejudique ao invés de ser benéfico. Durante as mamadas é importante posicionar o bebê adequadamente fazendo com que ele pegue o mamilo por inteiro.

10) A amamentação é um momento muito importante, pois além de fornecer o alimento mais rico e completo para o crescimento do seu filho, é um momento mágico, de troca de calor, amor e carinho.

11) A amamentação não deve ser dolorosa. Se estiver com muita dor, provavelmente a pega do bebê está errada. Converse com seu médico e explique o que está sentindo.

12) As mamas podem latejar e tendem a sofrer pequenas rachaduras, principalmente quando a pega da boca do bebê é inadequada Depois de amamentar não lave os mamilos, deixe o restinho do leite, pois ele atua como um cicatrizante natural.

13) Se a mama estiver muito cheia, dolorida, vazando leite e o bebê não estiver conseguindo sugar corretamente, procure retirar um pouco de leite antes da mamada, com ordenha manual ou com uma bombinha para aliviar o inchaço e o efeito dolorido.

Lembrando de que a Zazou tem uma linha completa de lingerie para o pós-parto e amamentação das melhores marcas do mercado (Liz, My Lady, Love Secret, etc), cujo principal diferencial esta na modelagem própria para facilitar a amamentação, e deixa-la mais confortável e segura nesta fase.
13 Dicas Úteis e Práticas sobre os Cuidados com os Seios na Amamentação com sutiã para amamentação na Zazou
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Doação de Leite Materno

Em Quipapá, cidade da Mata Sul pernambucana a aproximadamente 180 quilômetros do Recife, a unidade municipal de saúde não dispõe de um local apropriado para receber e manter doações de leite materno. Sem ter o que fazer com o excedente, a técnica em enfermagem Michele Maximino, 31 anos, desprezava o leite que sobrava após amamentar a filha Mariana, de 7 meses. No Recife para brincar o carnaval, ela resolveu procurar um banco de leite da capital depois da folia. Segundo o marido, em apenas três dias, ela acumulou nove litros e meio e deixou de boca aberta os funcionários do Instituto Materno Infantil de Pernambuco (Imip) que, infelizmente, não puderam receber a doação, porque o leite estava acondicionado inadequadamente.

Surpresos com a quantidade e com a facilidade da mulher para doar, os funcionários do banco de leite a orientaram sobre a higienização dos seios e dos vasilhames que vão receber o material. Na primeira ordenha na unidade de saúde, Michele conseguiu doar 1,3 litro, de acordo com o marido dela, Ederval Trajano. “Michele sempre teve essa quantidade de leite, a gente nunca procurou saber se era muito ou pouco. O pessoal do Imip ficou abismado mas, para nós, foi uma coisa normal”, conta. O marido lembra que, no mesmo dia, Michele voltou ao Imip e doou mais 680ml. Ainda na quinta-feira, mas em casa, ela guardou mais 700ml em dois vasilhames.
Doação de Leite Materno

“São situações especiais em que algumas mulheres têm uma hiperprodução de leite. No caso de Michele, ela está amamentando muito bem a filha, e consegue fazer uma ordenha com muita facilidade. O normal em cada ordenha é algo em torno de 200ml, às vezes até menos. Quando conseguimos 200ml, a gente faz uma festa”, conta a nutricionista Tereza Freire, coordenadora do banco de leite da maternidade municipal Bandeira Filho, no Recife, que agora está atendendo Michele.

“O leite dela flui com muita facilidade. Ainda paramos de ordenhar um dos seios porque a neném acordou e quis mamar. Ou seja, Michele produziu mais do que um litro e meio”, ressalta Tereza. Na tarde da sexta, Ederval Trajano lembra que a mulher doou mais 800ml e, durante este final de semana, já há seis frascos – cada um com 350ml – cheios de leite, esperando o momento de serem levados para o banco da maternidade.


A filha do casal, Mariana, nasceu em junho do ano passado, prematura de sete meses. “Ela nasceu em Caruaru [no Agreste] e a previsão era passar entre 40 e 50 dias na UTI, mas passou somente 17, por causa do leite materno”, diz o orgulhoso pai. Trajano conta que eles estão começando a incrementar a alimentação da menina, incluindo frutas e outros itens nas refeições, mas admite que está sendo difícil tirá-la do peito. “Ela é um bebê saudável e está muito habituada ao leite materno”, afirma.

Mariana é a terceira filha de Michele. Além da menina, com Ederval ela também tem Gabriel, de 2 anos. Do primeiro casamento nasceu Richard, que hoje tem 13 anos. Na lembrança do marido, a abundância de leite também aconteceu após o parto de Gabriel. “Ela amamentava umas cinco crianças que moravam perto de nós”, conta.
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Depoimento sobre a Modelagem Especializada de Moda Gestante das Roupas da Zazou = Da Gravidez até a Amamentação

Temos uma preocupação muito grande, em fazer uma roupa bem prática, que não apenas seja bonita, mas que tenha um perfeito caimento, independente do tamanho de sua barriga, para que a mesma peça possa ser usada do início ao final da gravidez, e mesmo depois durante a recurepação do pós-parto, e também na amamentação, e o segredo disto esta na modelagem especializada própria, que permite que tudo isto seja possível com a mesma peça.

Veja então um depoimento prático da Blogueira Ana Masi, que durante sua gravidez foi nossa cliente, e agora mostra tudo isto em seu Instagram, em que postou esta semana uma foto sua amamentando com uma bata da Zazou.
Ana Masi e o Depoimento sobre a Modelagem das Roupas de Moda Gestante da Zazou = Da Gravidez até a Amamentação


Como ela mesmo disse: Fica a Dica!

O legal é que outras clientes satisfeitas como a Carol Biggian, que também mandaram seus depoimentos confirmando e aprovando as roupas da Zazou...
Ana Masi e o Depoimento sobre a Modelagem das Roupas de Moda Gestante da Zazou = Da Gravidez até a Amamentação


Fica o convite para que venham em uma das lojas da Zazou (Ipanema | Rio e Moema | SP) como ela experimentar pessoalmente esta tal modelagem, e perceber todo o diferencial que ela faz na prática no seu corpo.
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Estudo americano sugere que amamentar não faz as mamas caírem

Culpar o aleitamento por conta dos seios caídos ou da beleza das mamas não é mais desculpa para as mulheres que sofrem com o problema após o nascimento do bebê.


A afirmação é do médico Hooman Soltanian que conduziu uma pesquisa junto com o Hospital Universitário Case Medical Centerem Ohio, Estados Unidos, e sugere que "as mulheres que amamentaram seus bebês têm a pele do seio com melhor qualidade do que as que nunca amamentaram". O modo de vida que cada mulher tem é fundamental para a beleza dos seios, ressalta o estudo.

A pesquisa foi feita com 150 pares de mulheres gêmeas, com idade média de 47,6 anos, durante o Festival de Irmãos Gêmeos de Twinsburg, onde anualmente acontece o maior encontro de gêmeos, trigêmeos e irmãos múltiplos do mundo. "Gêmeos oferecem uma oportunidade excelente para analisar o papel dos fatores extrínsecos em pessoas com predisposições genéticas idênticas", explica o cirurgião plástico e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Marcelo Wulkan.

Para chegar aos resultados, foram feitas fotos dos seios das irmãs juntas, enquanto um questionário detalhado era preenchido com informações sobre dieta, prática de exercícios físicos e tabagismo, número de gestações e frequência e modo do uso do sutiã. Outras questões eram se as entrevistadas faziam reposição hormonal e se amamentaram. A análise foi feita cruzando os resultados do questionário com a aparência das mamas apresentadas nas imagens, que não eram identificadas para não influenciar a opinião dos avaliadores.

Entre as conclusões do estudo, Hooman afirma que as mulheres que hidratavam a pele dos seios tinham menos rugas na região, as que fumavam e bebiam tinham seios menos atraente e as que fizeram reposição hormonal após a menopausa apresentavam forma, tamanho e projeção dos seios mais atraente. De acordo com Wulkan, ainda é necessário mais estudos que ratifiquem as conclusões. "O que antes era um presente para o recém-nascido, parece ser também um futuro presente para a estética da mama da mãe", diz.

Vejam mais dicas bem legais e práticas sobre amamentação no vídeo abaixo:

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A frustração de ser mãe e não conseguir amamentar

Sabemos que a amamentação é até certo ponto bastante simples, justamente por ser algo natural, inerente ao vínculo da mãe com o bebê. Entretanto, essa tarefa apresenta alguns pormenores que necessitam de cuidado e orientação.
A frustração de ser mãe e não conseguir amamentar

"No decorrer de todos esses anos de trabalho, constatei a ansiedade de muitas mães e gestantes relacionada ao assunto amamentação. A grande maioria delas, ainda durante a gravidez, expressa grande preocupação por não conseguir amamentar o filho”, comenta a psicóloga Cynthia Boscovich.


Fala-se muito sobre o preparo dos seios para que a amamentação seja bem-sucedida. Isso, porém, não significa que as mães que não prepararam os seios durante a gravidez não conseguirão amamentar seus bebês, e tampouco significa que as que se prepararem se sairão melhores, pois o êxito do aleitamento materno depende de inúmeros fatores.

O aleitamento materno bem-sucedido envolve a mãe, o bebê e o ambiente no qual estão inseridos, e nesse ambiente encontra-se também o pai, figura muito importante e necessária para que a mãe sinta-se segura e amparada para dedicar-se aos cuidados com o recém-nascido. No início de vida do bebê, o mundo deve-se adaptar a ele para que este sinta que o mundo foi ele quem criou. Na amamentação podemos perceber isso com muita clareza. Quando a mãe amamenta o bebê, ele sente que o seio materno é a extensão da própria boca, como se o seio aparecesse no momento exato em que dele necessita. Trata-se de uma experiência muito rica e importante para o desenvolvimento psíquico do bebê, mas para que tenha esses aspectos positivos, a mãe deve estar totalmente envolvida nesse processo de forma natural e prazerosa. As pessoas envolvidas nos cuidados com o bebê, invariavelmente se remetem à experiência de cuidados que receberam enquanto bebês. Esse processo mobiliza questões muito primitivas e inconscientes, que deixaram marcas corporais e psíquicas, boas ou não. Sendo assim, fica mais fácil compreender o porquê de algumas mães não conseguirem sentir prazer nessa tarefa ou até mesmo a realizarem de forma insatisfatória ou, como ocorre com muitas chegarem até a desistir do aleitamento.
“Percebo que muitas mães se sentem culpadas e frustradas pelo fracasso do aleitamento. A sociedade cobra que as mães amamentem os filhos e estejam realizadas com a maternidade. No entanto, observo que isso nem sempre é possível. Nesses casos, é perfeitamente compreensível e saudável para o bebê que o aleitamento seja feito por meio de mamadeira ou de qualquer outra forma, pois quando o aleitamento materno se dá de modo não prazeroso ou com muitas dificuldades, já perdeu sua função principal que é proporcionar a integração do bebê, independentemente dos aspectos nutricionais”, orienta a especialista.


A experiência do aleitamento por mamadeira pode ser um grande alívio para mães e filhos. As mães precisam ser muito bem orientadas para que se sintam amparadas em suas escolhas relacionadas aos cuidados com o bebê, sendo um deles o aleitamento materno. É claro que a boa orientação no início é muito importante, pois contribui e incentiva as mães a não desistirem, mesmo que os primeiros dias não sejam muito fáceis e dependam da adaptação não só do bebê, mas também da mãe. É possível que ocorram dores, decorrentes de o bebê não fazer a “pega” adequada ou dos ajustes relacionados à quantidade de leite ser excessiva ou insuficiente. Além disso, alguns cuidados devem ser tomados pela mãe, como por exemplo, a ordenha do leite, o bom posicionamento do bebê ao seio, entre outras diversas orientações que se fizerem necessárias nesse momento inicial.

O início de vida saudável para o desenvolvimento emocional do bebê requer paciência dos pais para que tudo venha a transcorrer de forma suficientemente boa.
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Menos da metade das mães brasileiras alimentam seus bebês exclusivamente com leite materno até os seis meses de idade

Mesmo com todas as campanhas em prol da amamentação já realizadas no país alertando para o leite materno como o alimento ideal para a criança, o último levantamento do Ministério da Saúde, de 2008, mostra que apenas 41% das mães fornecem exclusivamente o alimento até os seis meses de idade.


A amamentação exclusiva até os seis meses de vida e combinada, até os dois anos de idade, com outros itens, reduz a incidência de sobrepeso na vida adulta, tanto pela correta formação dos hábitos alimentares, quanto pelo estímulo à produção de hormônios.
“Para dimensionar o impacto da introdução de complementos antes da 17ª semana de vida, o que não é recomendado pela Sociedade Brasileira de Pediatria e pela Organização Mundial da Saúde, temos estudos que revelam que cada mês de retardo na introdução de novos alimentos para bebês entre 2 e 6 meses diminui de 6% a 10% o risco de excesso de peso na vida adulta”, ressalta a Dra. Virginia Resende S. Weffort, professora de Pediatria da Universidade Federal do Triângulo Mineiro e Presidente do Departamento de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria.


Sob o ponto de vista do desenvolvimento infantil, esta prática previne a obesidade em outras etapas da vida, na medida em que o aleitamento materno estimula, por exemplo, a produção dos hormônios grelina e leptina. Ambos regulam o efeito de saciedade, criando um padrão para esta sensação. Nas raras situações em que a amamentação é contra-indicada, a criança deve receber a fórmula infantil adequada, prescrita pelo médico.

Com relação à formação dos hábitos alimentares, a partir dos seis meses, a oferta calórica do leite materno torna-se insuficiente para suprir o metabolismo da criança. O consumo ideal de energia deve ser obtido por meio de uma alimentação complementar adequada, associada à ingestão habitual de leite materno. Os novos alimentos introduzidos na dieta devem ser ricos em energia, proteínas, gorduras e micronutrientes (particularmente ferro, zinco, cálcio, vitamina A, vitamina C e folatos), de fácil consumo e de boa aceitação.

As frutas raspadas ou amassadas, junto com a papa de carne com hortaliças e cereais ou tubérculos (arroz, mandioca, batata, macarrão, etc) são os primeiros alimentos a serem introduzidos na dieta do bebê. Os sucos devem ser dados na quantidade máxima de 100ml por dia. As papas devem ser oferecidas quando a família estiver reunida, na hora do almoço ou do jantar. Deve-se variar os ingredientes, porém é importante manter o equilíbrio, incluindo uma porção de proteína, duas ou três de cereal ou tubérculo, uma de leguminosa (feijão, soja, ervilha, etc), uma de verduras (folhas e verduras) e uma de óleo. A partir dos 9 meses deve-se aumentar progressivamente a consistência dos alimentos até que com 12 meses, receba a refeição semelhante à da família, tendo- se o cuidado de evitar temperos e condimentos.

A pediatra alerta ainda para resultados de dois ensaios clínicos e 18 outros estudos recentes, que sugerem que a amamentação exclusiva por seis meses tem várias vantagens em relação à amamentação exclusiva por três a quatro meses seguidos de aleitamento misto, ou seja, com leite materno e leites tradicionais. Estas vantagens beneficiam tanto a mãe, que perde peso de maneira mais ágil, em razão do restabelecimento hormonal, quanto o recém nascido.

As crianças que são amamentadas adoecem com menor frequência, necessitando de menos atendimentos médicos, hospitalizações e medicamentos.

De acordo com a Dra. Virginia Resende S. Weffort, as propriedades do leite materno garantem a primeira imunização do bebê contra doenças infecciosas, pois confere à criança elementos essenciais para o desenvolvimento de sua imunidade, além de propiciar o crescimento e nutrição adequados. “O leite materno é a melhor imunização que a mãe pode oferecer aos seus filhos. É praticamente uma vacina justamente no momento em que a criança está desenvolvendo seu sistema imunológico. Amamentando, são bem menores os riscos de doenças como a diarreia, infeccções respiratórias”, completa.

O bebê diminui consideravelmente o risco de infecção gastrointestinal, já que o leite materno é rico em prebióticos, componentes alimentares com propriedades imunológicas. Ele também estimula o crescimento da microflora não patogênica – que protege o intestino de bactérias.
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Blusa para Amamentação da Zazou no Blog Dress2Impress

Se você esta procurando roupas para o período de recuperação do pós-parto, que sejam planejadas em especial para a amamentação, gostaria de dizer de que a Zazou tem várias opções de modelagem pensando neste momento e necessidades específicas.

Tanto que ganhou destaque em um recente post de um blog de moda bem legal chamado "Dress2Impress" que abordou o tema e destacou uma blusa de amamentação da Zazou, como podem ver abaixo:
Blusa para Amamentação da Zazou no Blog Dress2Impress
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Dica para Amamentação em Público = Capas Baby Moment à venda na Zazou

Hoje queria dizer de que além de roupas para grávidas, a Zazou também vende outros produtos, como por exemplo uma moderna capa de amamentação da Baby Moment, criada para que as futuras mães possam amamentar em público de forma discreta sem qualquer tipo de constrangimento, que este belo ato possa ter.
Dica para Amamentação em Público = Capas Baby Moment à venda na Zazou
Quando muitas grávidas conhecem a capa Baby Moment pela primeira vez na loja da Zazou, ficam um pouco da dúvida se realmente seria realmente útil, e assim se valeria o investimento? Muitas nem levam na primeira vez que a conhecem, mas ficam com a idéia na cabeça, e quando percebem que será útil lsim, acabam voltando e comprando. O legal é que ao começar a usa-las, percebem que vale cada centavo, em especial as mães que amanebram bastante em público, seja quando vem uma visita em sua casa para conhecer o bebê, agora nâo vai mais precisar se retirar e deixa-la sozinha, pode continuar a conversar tranquilamente, ou também o que é comum na vida moderna faze-lo em restaurantes, shoppings e aeroportos (e até dentro do avião). Todas acabam usando demais esta capa, e até voltam para comprar mais algumas outras com tecidos e cores diferentes para combinar com suas roupas. Acabou aquele papo de usar aquela fraudinha que vive caindo e sem jeito...
Dica para Amamentação em Público = Capas Baby Moment à venda na Zazou
Vocês encontram esta capa para vender nas lojas da Zazou no Rio de Janeiro (Ipanema | 21-2247-4645) ou em São Paulo (Moema | 11-3846-6511) e até na Loja Virtual (www.lojazazou.com.br) com entrega pelos correios para todo o Brasil.
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Video = Amamentação Prolongada

Até quando uma criança deve mamar? Por que é tão difícil interromper a amamentação? Será que ela pode ser prejudicial depois de certa idade? Veja a resposta destas dúvidas comuns sobre a amamentação prolongada, que foi oo tema do programa Ligado em Saúde, com a participação da enfermeira e psicóloga Kátia Sydrônio, vice diretora de pesquisa do Instituto Fernandes Figueira (o IFF da Fiocruz), que tira todas as dúvidas sobre o assunto.
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Video = A amamentação serve como proteção ao desenvolvimento do câncer de mama?

A amamentação serve como proteção ao desenvolvimento do câncer de mama? Veja a resposta desta pergunta em um vídeo abaixo de um evento de médicos especialistas.
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Video = Doadoras de leite materno

Trago um vídeo que esta mostrando de que há menos doadoras de leite materno. Os bancos de leite materno de São Paulo estão sofrendo com a falta do produto nas geladeiras. O frio desta época do ano costuma espantar mulheres que doam leite às mamães que não podem amamentar.
Fica a dica para que você ajude!
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Video = Direitos das Gestantes e a Licença Maternidade

A licença maternidade é um direito de todas as mulheres que trabalham e que contribuem para a previdência social, o INSS. Trabalhadoras com carteira assinada, temporárias, autônomas,terceirizadas e domésticas, todas têm o mesmo direito. Veja no vídeo abaixo por que a Associação Brasileira de Pediatria é favorável.
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Video = Motivos para Amamentar seu Bebê

Veja no vídeo em que temos uma especialista explicando as boas razões para você amamentar, como bom desenvolvimento da criança e relacionamento mãe e filho. Você tem dúvidas?
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Para ajudar na Amamentação = Dica da Pulseira “Mame Aqui”

Nove entre dez mães se confundem na hora de amamentar e esquecem se a última mamada foi no peito direito ou esquerdo. Fazer o rodízio das mamas é importante para que o bebê possa se beneficiar de todas as fases do leite e cada mãe usa o truque que conhece para “marcar” o peito, que foi oferecido ao seu pequeno por último. Tem mãe que amarra fitinha no dedo mindinho. Mãe que deixa a alça do sutiã em posição diferente ou que deixam aberto. Outras que fazem marquinhas com caneta na mão e algumas que levantam a barra da calça. Criatividade e truque é o que não falta... Mas a dica que quero dar é que para facilitar a vida das mamães, a Carlotha Bolota lançou a charmosa pulseira "Mame Aqui". Ajustável, a pulseira é de elástico e vem com um descolado pingente de aço com um pezinho de recém-nascido gravado.
Disponível nas cores preta e bege, a Mame Aqui custa R$ 30, e é vendida somente no site da marca: www.carlothabolota.com.br e em breve também nas lojas da Zazou... Lembrando ainda, de que a Zazou tem para venda em nossas lojas em SP e Rio, toda uma linha de lingeries com sutiãs próprios para amamentação, das melhores marcas e pelos melhores preços.
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Video = Amamentação

Se você tem dúvidas sobre amamentação, precisa ver o vídeo abaixo, com a segunda parte de um bate-papo com especialistas, e com quem já passou por isto, contando um pouco da realidade, e que até teve dificuldade de amamentar, com dicas legais para quem tem dúvidas e medos.
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Video = Amamentação

Você esta preocupada com a amamentação? Veja então este vídeo abaixo, com um bate-papo com especialistas, e com quem já passou por isto, contando um pouco da realidade, e que até teve dificuldade de amamentar, com dicas legais para quem tem dúvidas e medos.
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Implantes de silicone não atrapalham a amamentação

Independentemente da idade e da fase da vida, mulheres costumam ter grande preocupação com a beleza. Algumas buscam a melhora do corpo por meio das cirurgias plásticas, sendo a colocação de próteses para o aumento dos seios, por sinal a mais procurada no Brasil. Para ter uma idéia, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, em 2011 foram realizadas 150 mil cirurgias deste tipo. Mas muitos mitos envolvem os implantes de silicone e a amamentação. 1) O silicone pode prejudicar a amamentação? Próteses de silicone nas mamas não atrapalham a amamentação, que é segura e saudável. Hoje em dia, não há problemas com esse tipo de cirurgia, já que as técnicas evitam a interferência na glândula mamária. Dependendo do caso, a glândula nem é tocada. Há casos em que a mãe já não tem leite, ou o produz em menor quantidade, e acredita que isso tenha alguma relação com o silicone, mas é um mito. A não ser que seja uma prótese realmente muito grande. 2) Próteses muito grandes podem atrapalhar a amamentação? Há mulheres que exageram na hora de escolher o tamanho de suas próteses de silicone, o que pode trazer problemas para as que pretendem ter filhos. Colocar um volume muito exagerado pode causar uma pequena atrofia no tecido mamário. Portanto, o desejo de ter mamas muito grandes pode ser prejudicial para a amamentação. 3) Implante de silicone interfere no leite? Estudos atuais mostram que não existe diferença no leite de mulheres com implante mamário e das mulheres sem implante. A amamentação pode ocorrer normalmente. Pois o leite não entra em contato com o silicone implantado. Se a cirurgia for feita corretamente, não haverá alteração nenhuma. A prótese fica envolta por uma cápsula que o próprio corpo produz, então não afetará em nada a amamentação. 4) Posso colocar próteses enquanto estiver amamentando? Não se deve. Durante a lactação, as cirurgias devem ser evitadas. Elas exigem o uso de medicamentos que podem passar para o sangue da mãe e, consequentemente, para o bebê. Além disso, a mama cresce por conta do período de aleitamento e não seria possível ter a real dimensão dessa região. 5) Próteses de silicone evitam a flacidez após a gravidez e a amamentação? Mamas sem ou com silicone, independentemente da amamentação, podem ou não apresentar flacidez. Isso depende de vários fatores, como genética, tamanho e envelhecimento. A colocação do silicone não garante resultados positivos para o resto da vida. Se a paciente engordar, engravidar ou amamentar, poderá ocorrer a queda fisiológica das mamas, que pode ser discreta a acentuada, mesmo com silicone. 6) Próteses antigas prejudicam o aleitamento? As próteses antigas exigiam a troca mais frequente (cerca de dez anos ou menos) do que as atuais. Hoje, mais resistentes, elas duram mais. Caso não haja rompimento, não há motivo para substituição. Para ter certeza da integridade do implante, é essencial fazer um "check-up" anual. As próteses devem ser avaliadas frequentemente pelo cirurgião plástico ou ginecologista. Se houver ruptura, deve ser substituída.
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Dica de Aplicativo para Smartphones sobre Gravidez = Nursing Master

Dando continuidade a série de dicas de aplicativos para Smartphones úteis para as futuras mães, hoje queria comentar sobre um que vai ajuda-la no período de amamentação quando seu bebê nascer. Trata-se do: Nursing Master. Trata-se de um aplicativo que foi feito pensando na mãe atarefada (ou pai) em mente, pois facilmente dá para ver quanto tempo durou cada mamada, e em que seio você deu de mamar da última vez, tudo isto com um simples toque de um botão.
Dica de Aplicativo para Smartphones sobre Gravidez = Nursing Master
Você terá e pode ver um log detalhado de todas as mamadas, e pode até mesmo ver um gráfico da amamentação ao longo de dias, semanas e meses, que pode depois ainda mandar por email para sua médica ou quem esta lhe ajudando com o assunto acompanhar de perto.
Dica de Aplicativo para Smartphones sobre Gravidez = Nursing Master
Um recursos legal já prometido, que virá na próxima versão, é que vai dar para comparar (anonimamente) como esta indo a amanentação do seu bebê com bebês de outras mães, que também estão usando o mesmo aplicativo.
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Video = Banco de Leite salva vidas de bebês

Vejam no vídeo abaixo uma matéria que mostra mais sobre o Banco de Leite do Hospital Maternidade Estadual Leonor Mendes de Barros, que é um dos principais centros de referência em aleitamento materno do País. Para atender a demanda é necessária a ajuda de mães que estão amamentando e tem sobra de leite.
Amamentar é um ato de amor. E doar o leite que sobra é multiplicar esse amor.
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Zazou Vende Capa de Amamentação do Baby Moment para Mães com Estilo

As mães cada dia mais tem uma vida agitada, e nem sempre dá para escolher o local aonde vai poder amamentar seu bebê com tranquilidade. Muitas vezes esta na rua e precisa dar de mamar. E ai como é que você faz? Gostaria então de lembrar de que a Zazou vende nas lojas de SP (Moema | 11-3846-6511) e no Rio (Ipanema | 21-2247-4645), assim como pela loja virtual (www.lojazazou.com.br) para todo o Brasil, as capas de amamentação da Baby Moment, que são as primeiras e ainda melhores do mercado, que tem como objetivo dar um pouco mais de privacidade para as futuras mães amamentarem seus bebês em locais públicos.
Zazou Vende Capa de Amamentação do Baby Moment para mães com estilo
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Cuidados com alimentação durante e pós gravidez

Você já deve ter ouvido falar de que ser mãe é padecer no paraíso... Esta citação poderia lembrar que o status de “mãe” não é apenas de prazer, mas de zelo, pois exige da mulher mudanças no seu comportamento, rotina e cuidados reforçados com a alimentação, desde a gravidez. De acordo com as nutricionistas, a alimentação é um ponto importante a ser zelado durante e pós gestação. É preciso que a mulher coma muita fruta, verdura, coisas magras e evite alimentos gordurosos e produzidos na rua. Além disto, algumas bebidas também devem retiradas do cardápio, tais como refrigerante e café. E para as gestantes que possuem o costume de tomar muito café, podem fazer a retirada aos poucos, assim como o refrigerante. O maior mal do refrigerante é que ele afeta diretamente na formação óssea do bebê. Por isso, é recomendado que a gestante tenha a opção por outros líquidos. Durante a gestação, o consumo de líquidos também é um dos fatores cruciais para a produção do leite materno: o melhor alimento para os recém nascidos. Não há um alimento específico que ajude na produção do leite. Bastante líquido, suco, mas nada específico. Este consumo de líquido ajuda e muito para a mulher ter leite materno. Mas, os cuidados com alimentação devem continuar mesmo após o nascimento da criança. O organismo frágil do recém-nascido fica vulnerável a dores e cólicas, que podem chegar a durar até três meses consecutivos. Para evitar a cólica na criança, mais cuidados e prevenções devem ser tomados, como chocolate, refrigerante e excesso de doce precisam ser evitados pelas mamães após o nascimento da criança. Estes alimentos, que fermentam mais, influenciam e causam desconforto à criança”, explica a nutricionista. A amamentação é o melhor alimento para o bebê. É bom lembrar que quando a mulher está amamentando ela precisa comer bem para repor o que está sendo gasto de três em três horas.
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Lingerie para Gestante da Liz à Venda nas Lojas da Zazou = Modelos de Sutiãs na Gravidez e Amamentação

Além de moda gestante, as lojas da Zazou também vendem outros produtos que as grávidas precisam para estarem bem confortáveis, como uma área só com Lingeries especializadas para gestante, com uma modelagem que vai lhe proporcionar a praticidade e conforto que precisa, das melhores marcas e modelos que selecionamos cuidadosamente deste segmento, como é o caso da Liz, e suas linhas Gestar e Nascer.
Lingerie para Gestante da Liz à Venda nas Lojas da Zazou Moda Gestante = Modelos de Sutiãs para GrávidasLingerie para Gestante da Liz à Venda nas Lojas da Zazou Moda Gestante = Modelos de Sutiãs para Grávidas
Temos ainda nas araras das lojas várias opções de calcinhas para gestante e pós-parto combinando e fazendo conjuntos. Na linha de amamentação, que logicamente dá para você também já comprar e usar antes durante a gravidz, tem alguns detalhes de modelagem que são importante você tomar cuidado na hora de escolher, como as alças mais largas e bojo maior, para aguentar seu seios maiores por causa do leite, assim como principalmente a abertura frontal, para facilitar no momento de amamentar, como é este o caso destes dois modelos diferentes da foto abaixo, cada um com seu tipo de abertura, seja nas alças (esquerda), ou na frente no próprio bojo (direita).
Lingerie para Gestante da Liz à Venda nas Lojas da Zazou Moda Gestante = Modelos de Sutiãs para GrávidasLingerie para Gestante da Liz à Venda nas Lojas da Zazou Moda Gestante = Modelos de Sutiãs para Grávidas
Todos estes modelos e diversos outros em várias cores (incluindo preta, branca, cor da pele, rosa, etc) estão disponíveis para sua escolha nas lojas da Zazou em São Paulo (Moema | 11-3846-6511) e no Rio de Janeiro (Ipanema | 21-2247-4645), assim como para todo o Brasil por Sedex através na Loja Virual (www.lojazazou.com.br).
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Video = Aleitamento e Dicas de Como Armazenar o Leite Materno

A alimentação com leite materno é muito importante para o desenvolvimento do bebê. Por isto para as mães que não conseguem amamentar durante o período recomendado pelo médico, uma boa opção é armazenar o leite. Mas para que as propriedades do leite sejam mantidas, é preciso de alguns cuidados especiais no armazenamento, que podem ver no video abaixo da Maternidade do Einstein.
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Video = Quando dar mamadeira para o bebê?

Quando dar mamadeira para o bebê? Veja no vídeo abaixo o que diz o obstetra Dr. Sergio Makabe.
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Video = Estou com os mamilos doloridos e com rachaduras? O que devo fazer?

Estou com os mamilos doloridos e com rachaduras? O que devo fazer? Veja o que o especialista Dr. Sergio Makabe diz e que dicas lhe dá no video abaixo.
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Video = Até quando amamentar?

Até quando amamentar? Veja o que diz o obstetra Dr. Corintio Mariani Neto.
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Americana ganha ação após ser retirada de voo por amamentar bebê

Vejam só este caso de direitos da consumidora e mãe que foram violados e agora punidos, com o caso da americana Emily Gillette, que mora em Santa Fe, no estado do Novo México (EUA), e acaba de ganhar uma ação na justiça contra a companhia aérea Delta Airlines e outras duas empresas, por ter sido tirada de um voo porque estava amamentando a filha de um ano.
O incidente ocorreu em 2006. Na época, uma aeromoça da companhia Freedom Airlines, uma linha regional da Delta, pediu a Emily que se cobrisse com uma manta, pedindo em seguida a ela que deixasse o avião quando ela se negou a fazê-lo. Detalhe a coitada da mãe estava em um assento junto à janela, no fundo do avião e do lado do marido, enquanto amamentava a bebê River. Na época, a Freedom Airlines se desculpou publicamente pelo incidente e acrescentou que a aeromoça que pediu para que a mulher descesse do avião havia sido punida. Por conta do incidente, a mulher apresentou uma denúncia à Comissão de Direitos Humanos do estado de Vermont. Em seguida, entrou com uma ação judicial contra a Delta Airlines, Freedom Airlines e Mesa Group Inc. Agora o advogado de Emily informou que as companhias aéreas chegaram a acordo com sua cliente. Segundo o jornal "USA Today", a mulher e as empresas concordaram em não divulgar o valor da indenização. Mas deve ter sido uma boa grana merecida! De acordo com a agência "Associated Press", a extinta Freedom Airlines e a Mesa Group também aceitaram pagar US$ 20 mil à Comissão de Direitos Humanos de Vermont.
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Video = Quais as vantagens do aleitamento materno?

Quais as vantagens do aleitamento materno? Veja o que diz o obstetra Dr. Corintio Mariani Neto.
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Dica de Curso de Amamentação da Sempre Materna

Amamentação é um assunto importante, que merece nossa atenção, e como sabemos que é normalmente um tema que as grávidas de primeira gestação tem muitas dúvidas, e até receios, gostaria de dar a dica de um curso sobre o tema do pessoal da Sempre Materna que acontece no dia 26 de Abril em SP:
Dica de Curso de Amamentação da Sempre Materna
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Video = Como posso estimular a minha produção de leite?

Como posso estimular a minha produção de leite? Veja no vídeo abaixo as dicas sobre a amamentação com a Dra. Lilian de Paiva Rodrigues.
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Video = Estou com mastite, preciso parar de amamentar?

Estou com mastite, preciso parar de amamentar? Veja a resposta e dicas do obstetra Dr. Corintio Mariani Neto no video abaixo.
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Video = Estou grávida e pretendo amamentar, como me preparo?

Estou grávida e pretendo amamentar, como me preparo? Uma dúvida comum é respondida no video abaixo com dicas do obstetra Dr. Corintio Mariani Neto.
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Amamentação e uma Visão Psicológica

A Zazou sempre apoiou as iniciativas em defesa da amamentação, dado a sua importância para a mãe e o bebê, sempre tentando trazer informações e dicas sobre este assunto neste Blog. Queria então trazer e compartilhar com as grávidas que nos acompanham, uma visão bem interessante do assunto da Psicóloga Renata Peixoto, que faz parte da Babá Ideal (www.babaideal.com.br), que conhece bem do assunto e traz algumas dicas legais abaixo.
Amamentação e uma Visão Psicológica
Como sabemos a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que até pelo menos os 6 meses de idade, a criança receba exclusivamente o leite materno como alimento. A partir de então, deve começar a incluir outros alimentos em sua dieta, porém pode seguir amamentando tranquilamente até os dois anos. Os benefícios físicos do aleitamento materno são amplamente divulgados nas campanhas governamentais, revistas e sites voltados para gestantes e nos consultórios médicos. O ato de amamentar, porém, envolve uma série de questões psicológicas que também devem ser consideradas. Durante toda a gestação mãe e bebê vivem um processo de união em um nível extremo. Eles fazem parte um do outro. O momento do parto, apesar da felicidade de trazer para o mundo este ser tão desejado, também constitui para ambos um momento de trauma pela separação. Para a mãe, este também é um momento de regressão para a sua própria experiência como bebê, o que pode facilitar ou dificultar o processo de amamentação. Experiências negativas vividas pela mãe em seu início de vida podem aumentar a sua insegurança e ansiedade por não sentir-se capaz de cuidar do bebê. Outro fator que pode influenciar a opção da mãe por deixar de amamentar está relacionado à própria biologia humana. Os seios constituem-se, ao mesmo tempo, como órgãos de nutrição e erógenos, sendo, portanto, uma zona de geração de prazer. O prazer que o ato de amamentar gera pode assustar algumas mulheres, desencadeando um sentimento de inadequação e culpa, colaborando então para o abandono do aleitamento materno. Em especial durante as primeiras semanas de vida, grande parte do tempo em que o bebê está acordado está ligado a amamentação, e toda a sua atenção e personalidade estão presentes nestes momentos de interação com a mãe. Quando superados estes sentimentos iniciais de insegurança e inadequação, o processo de amamentar colabora pra a criação e fortalecimento do vinculo entre mãe e bebê, ajudando ambos a superarem o trauma do nascimento e desenvolverem uma intensa identificação e relacionamento. Esta identificação será fundamental para o futuro desenvolvimento emocional, social e afetivo do bebê. É importante lembrar, porém, que o processo de amamentação é bastante cansativo para a mãe. O bebê precisa mamar em curtos espaços de tempo, e não é possível que a mãe seja substituída nesta tarefa, o que pode, com o passar dos meses, levar a mulher a uma sensação de perda de sua própria identidade. Contar com o apoio de pessoas próximas, para que consiga ter momentos para dedicar-se a sí própria, pode colaborar para a diminuição desta sensação, e consequentemente, para o prolongamento do período de amamentação. Caso queiram trocar mais ideias sobre o assunto com a Renata, ou contrata-la para lhe ajudar, os tels de contato dela são: (11) 5181-1381 ou (11) 2639-1779, ou então vale a pela visitar o site www.babaideal.com.br. Lembrando que para lhe ajudar a Zazou tem uma linha de peças todas pensadas em facilitar esta tarefa de amamentar.
Linha de Roupas para Amamentação da Zazou Moda Gestante
Assim como também temos para vender em nossas lojas a capa de amamentação da Baby Moment, que permite que tenha mais privacidade e tranquilidade para você e o bebê, ao amamentar em locais públicos.
capa de amamentação da Baby Moment na Zazou Moda Gestante
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Video = Existe leite materno fraco?

Existe leite materno fraco? Veja a resposta no vídeo abaixo com a Dra. Lilian de Paiva Rodrigues.
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Veja como voltar à forma depois do parto, mas sem neurose e nem exageros

Logo depois de ter dado à luz, a mulher comum vê notícias sobre alguma celebridade que surgiu magérrima semanas após o parto. A reação à foto é dúbia. De um lado, há a desconfiança de que a famosa amamente montada na bicicleta ergométrica. De outro, inveja ao pensar que ela mesma vai demorar meses antes de se reencontrar com o jeans favorito.
"Emagrecer é mais difícil para as novas mães por conta do contexto social", diz a nutricionista Cynthia Antonaccio, da Equilibrium Healthy Food.
Ela enumera: a licença-maternidade, que põe a mulher o dia inteiro perto da geladeira, o hábito de comer a sobra de comida que a criança deixa, as festas infantis e a falta de tempo para exercícios são alguns sabotadores da volta à silhueta. Há "excesso de autoindulgência" no comportamento das novas mães, diz Andrea Santa Rosa, membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Institute for Functional Medicine (EUA).
"Muitas mulheres usam a gravidez ou a amamentação como justificativa para fazer atrocidades alimentares que elas não se permitiriam em outras fases da vida. Depois do parto o corpo 'quer' emagrecer, é natural que volte ao peso anterior, mas você também não pode fazer de tudo para impedi-lo", diz.
Para a apresentadora Angélica, que voltou ao seu peso (53 quilos) seis meses após o nascimento do segundo filho, o segredo é o equilíbrio.
"As prioridades mudam. Você passa a se preocupar mais com o bebê, a madrugada é pontuada por mamadas, você não dorme muito bem, fica com menos disposição nessa fase. Tudo tem seu tempo", diz ela, que fez drenagem linfática até no dia do parto e muita dieta e malhação logo depois.
A mulher que ganhou entre nove e 12 quilos na gestação deve recuperar o peso anterior em cerca de seis meses. Quem engordou mais pode levar até nove meses para perder os quilos extras, segundo o obstetra Paulo Martin Nowak, da Unifesp. O ideal para emagrecer com saúde nessa fase é perder até um quilo por semana, segundo a nutricionista Cynthia Antonaccio. Quem manteve o peso adequado na gestação e se alimentou bem pode perder os quilos extras só com o gasto calórico do aleitamento. É o caso de Amanda Agostini, 28. Dois meses após a chegada de sua filha, a publicitária já havia recuperado seu peso. Na gravidez, ganhou só os dez quilos recomendados e fez caminhadas. Hoje, três meses depois do parto, não faz dieta. Seu único exercício é passear com a filha pelas ruas do bairro. Tanta facilidade, no entanto, foi possível porque antes da gravidez Amanda corria e nadava: "Agora fico cansada só de pensar em exercício. Quando tenho tempo livre quero mais é descansar". Mesmo quem não teve dificuldade para perder os quilos a mais deve praticar algum exercício leve. A atividade física ajuda a superar outros percalços do pós-parto, como a queda abrupta na quantidade de hormônios, que pode levar a mulher a comer mais ou a se sentir "feia". Além disso, a distensão sofrida pela pele da barriga pode causar estrias e flacidez; o útero ainda dilatado faz com que a postura permaneça como na gravidez, com a barriga projetada para frente e o bumbum para dentro. A falta de preparo físico faz com que muitas mães sintam dores nas costas e nos braços. Magrinha e sedentária, a redatora Luciane Zardo, 31, pretende fazer pilates para se livrar das dores de coluna: "A gente fica o tempo inteiro com a coluna projetada para frente para cuidar do filho, uma hora começa a doer".
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Sorteio do Carrinho de Bebê Importado pela Be Baby e Kit Amamentação da NUK na Nova Loja da Zazou em SP

Para comemorar a abertura da nossa nova loja em Moema, que veio substituir a antiga, que fechou na Vila Olímpia, resolvemos fazer um sorteio bem legal e atraente durantes os meses de janeiro e fevereiro, para as grávidas que fossem nos prestigiar e conhecer a nova loja na AV. Juriti, 433 (11-3846-6511).
Nova Loja de Moda Gestante da Zazou
Fizemos então uma promoção que sorteamos um um Carrinho de Bebê importado pela Be Baby (www.bebaby.com.br) da conhecida marca alemã ABC Desing, no modelo de 3 rodas 3-Tec na cor preta, além de outro de um Kit Amamentação da NUK (www.nuk.com.br), com direito a bomba elétrica e todos os assessórios que a futura mãe vai precisar. E o sorteio foi neste último sábado às 18hs na presença de uma série de clientes, que foram as auditoras. Para sortear os números na urna chamamos uma pessoa que estava acompanhando uma das clientes, que foi a Roberta Gonçalves, que sorteou os números 3829 para o carrinho e o 3972 para o Kit da Nuk.
Sorteio do Carrinho de Bebê Importado pela Be Baby e Kit Amamentação da NUK na Nova Loja da Zazou em SP
A feliz ganhadora do carrinho importado top-de-linha da Be Baby, no valor aprox de R$ 2,8 mil, foi a Lidanne Dantas, que mora em Cotia no Portal da Granja Viana, e veio na loja no dia 21 de janeiro, levando 5 peças, com data provável do parto em julho de 2012.
Carrinho de Bebê Importado pela Be Baby na Zazou
Já a feliz ganhadora do Kit de Amamentação da Nuk, no valor aprox. de R$ 600, foi a Maria Rita de Cássia Riff, que mora no bairro de Santana na zona norte de m SP, e veio na loja no dia 2 de fevereiro, comprando 9 peças, com data provável do parto para maio de 2012. Já a ganhadora do mesmo Kit da Nuk na loja do Rio foi a Renata Charao Marques, que mora em Laranjeiras, com data provável do parto em junho de 2012.
Kit de Amamentação da Nuk na Zazou
Agradeço antes de mais nada as parceiras da Zazou: Be Baby e NUK, que alinhadas com nossa visão de oferecer produtos e servilos de qualidade diferenciada, confiaram em nosso trabalho de 10 anos, e prestigiaram nossas clientes. Queria também agradecer a todas as demais clientes, que participaram, e estavam loucas para também ganhar estes belos prêmios. Mas infelizmente não dava para todas. Por outro lado qual a outra loja que oferece este tipo de sorteio e diferenciais deste nível? :-) A boa notícia é que já começou nossa próxima promoção na loja da Zazou em Sâo Paulo, que vai sortear desta vez um belo ensaio fotográfico com book com a grávida ganhadora feito pelo fotógrafo Eder Bruscagin (ederbruscagin.com.br), completo com direito a toda uma produção de cabelo e maquiagem, em uma locação a ser definida pelo fotógrafo em conjunto com a gestante, dentro da Grande SP. O ensaio contempla 40 fotos tratadas escolhidas pelo fotógrafo entregues em Alta-resolução em CD junto com um livro fotográfico no formato 24x30cm contendo este 25 fotos com 20 páginas. Tudo isto em um pacote de valor aprox. de R$ 1,5 mil. Mais uma vez uma promoção democrática, em que não precisa pagar ou comprar nada para participar. Basta ir na loja da Zazou e preencher o formulário que já ganha um número. E para cada peça que comprar, independente do preço, ganha mais um outro número extra, aumentando suas chances.
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Amamentar em público e onde se quiser. Tem que poder. Mas precisa?

Imagine a cena. Você está no restaurante prestes a atacar o seu prato fumegante, que acaba de chegar. Na mesa ao lado, uma mulher abre os botões da blusa e posiciona um bebê em frente a um dos seios. Pode não ser o seu caso mas, para muitas pessoas, a cena é suficiente para acabar com o apetite. Por que o incômodo acontece e, mais precisamente, quem está no lugar errado – a mãe ou a pessoa incomodada – é um debate que está apenas começando no Brasil e no resto do mundo. Na semana passada, centenas de americanas foram a lojas da rede de departamento Target para amamentar seus filhos. A ação foi uma resposta ao constrangimento sofrido dias antes por uma mãe do Texas, convidada a se retirar por estar alimentando seu filho dentro de uma loja.
“Não estou falando de mim ou da Target”, disse Michelle Hickman, a organizadora do protesto. “Falo de algo [o constrangimento] que nos afeta diariamente. Você não quer comer o seu lanche no banheiro, quer? Por isso, não vou amamentar meu filho no toalete”, disse.
Michelle e as outras mulheres tiveram a mesma ideia que dezenas de mães brasileiras em maio de 2011, quando ocorreu o “mamaço” do Itaú Cultural, em São Paulo. Na tarde do dia 12, um grupo de mães se uniu em solidariedade à antropóloga Marina Barão, que havia sido proibida de amamentar o filho de três meses durante uma exposição no local. A instituição, que proíbe que as pessoas comam perto das obras, disse que o caso foi fruto de uma má interpretação dessa regra por parte de uma funcionária. Cada vez que um “mamaço” acontece, as mães de pequenos abrem um novo espaço na vida das cidades – é difícil se esconder para executar a tarefa numa metrópole como São Paulo e, mais difícil e descabido ainda, seria ficar em casa porque se tem filhos em idade de aleitamento. Mães não deveriam ser expulsas por dar de mamá. Não deveriam ter de se trancar em um banheiro público, não raras vezes sujo, porque a fome bateu no seu filhote. Dito isso, ficamos com outra questão, bem mais delicada e nebulosa: o que é adequado? As pessoas que se sentem incômodas com um peito pulando pra fora da roupa no restaurante deveriam ser tratadas como aberrações? O cara ruborece quando a amiga mostra uma parte do corpo que ninguém da turma jamais viu merece ser afogado em críticas? A verdade é que é difícil debater etiqueta quando a questão ainda engatinha para vencer o obstáculo do direito, do que “pode” ou não. O próprio Facebook, usado para compartilhar imagens momentos privados, enfrentou no último dia 8 “mamaços” em frente às suas sedes por deletar fotos de mães amamentando.
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