Category Archives: Gravidez Tardia

Vídeo = Gravidez em mulheres com mais de 35 anos

Especialista reprodução humana, o médico Luiz Eduardo Albuquerque orienta no vídeo abaixo sobre a relação entre idade e gravidez, congelamento de óvulos e tratamentos para reprodução.

“Sabemos que 80% dos casais que tentam ter um filho engravidam dentro do período de um ano”, explica.

“Mas muitas mulheres se preocupam com a infertilidade só quando o problema realmente aparece”, alerta o diretor clínico da Fertivitro.

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Vídeo = Depoimento de Uma Grávida aos 45 Anos e Os Riscos da gravidez depois dos 40 anos


Vejam nos vídeos abaixo o obstetra Maurílio da Cruz explicando os riscos da gravidez depois dos 40 anos de idade, e o depoimento de uma grávida aos 45 anos.

Primeira parte:


Segunda parte:
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Gravidez tardia é tendência irreversível

Trata-se de algo que vemos acontecer na prática no dia a dia das lojas da Zazou, aonde nossas clientes hoje tem uma idade média de 34 anos, contra 27 anos há 13 anos atrás quando a Zazou começou...

Ao longo das décadas, a idade em que as mulheres consideram ideais para começar uma família tem aumentado de forma constante. E, segundo o médico britânico David Richmond, presidente do Royal College of Obstetrics and Gynaecologists, esta tendência veio para ficar. A gravidez tardia é tendência irreversível!

Ele acrescenta que não tem adiantado a tentativa de persuadir as pacientes a engravidar mais cedo.
“Eu acredito que a tendência é irreversível por conta da igualdade social, profissional e financeira que vivemos. Se colocássemos um homem nesta situação, ele faria exatemente o mesmo. Eu respeito totalmente essa posição”, ressaltou.


A idade média em que as britânicas têm engravidado vem aumentando e, atualmente, atingiu os 29,8 anos. Quase 50% dos partos no Reino Unido agora são de mulheres com mais de 30 anos. Além disso, os números mostram que a quantidade de bebês nascidos de mães com mais de 40 anos, e até mesmo com mais de 50, tem crescido rapidamente. Em 2008, 69 crianças nasceram de mulheres com mais de 50 anos, enquanto em 2012, foram 154.

O especialista acredita que este comportamento tem a ver com o fato de muitas mulheres preferirem, antes de se tornarem mães, se sentir seguras com seus trabalhos e com a vida financeira. No entanto, ele afirma que a maioria conhece os riscos da maternidade tardia. Ele também lembra do custo adicional desta decisão: Richmond diz que mães com mais de 40 anos costumam custar mais caro ao sistema de saúde.

O quadro preocupa médicos, já que a gravidez tardia aumenta o risco de abortos espontâneos e também, muitas vezes, resultam em partos complicados. As mulheres que demoram para se tornar mães também estão mais predispostas a problemas de fertilidade e seus filhos têm mais propensão a defeitos de nascença e deficiências.
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Gravidez Após os 30 anos

Hoje em dia, existe uma idade ideal para ter filhos? Quais os riscos de se engravidar depois dos 30 anos?

Confira neste vídeo abaixo dicas de um especialista dos riscos de uma gravidez após os 30 anos.
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Mães acima dos 35 têm menos chances de ter filhos com malformação congênita

Embora a gravidez depois dos 35 anos pareça ser no mínimo arriscada, um novo estudo garante que crianças nascidas desta forma estão menos sujeitas a riscos de malformação genética.

A pesquisa que chegou a essa conclusão foi extensa, envolveu ecografias retiradas do ventre de 76 mil futuras mães residentes no estado do Missouri, nos EUA. As voluntárias foram divididas entre as de idade superior a 35 anos e as mais jovens do que isto.

Uma malformação congênita é qualquer defeito ou conjunto de defeito na constituição de órgãos de um bebê ao nascer. Alguns, como a anencefalia, praticamente eliminam qualquer chance de sobrevivência, enquanto outros significam deficiências permanentes em várias partes do corpo.

Categorizando as malformações por órgãos específicos, os cientistas obtiveram resultados quase unânimes. Gestantes acima dos 35 anos carregavam fetos com 40% menos chance de ter malformações no cérebro, rins e intestinos. Já para o coração, houve um empate técnico entre os dois grupos.

O objetivo do estudo, segundo uma das líderes do levantamento, não é necessariamente incentivar as mulheres a adiar a gravidez, mas fazê-las se sentir mais seguras. Não se deve, segundo a pesquisadora, desprezar os riscos que uma gestação em idade avançada oferece. Mas o argumento de que a condição aumenta os riscos de deficiência nas crianças, de acordo os cientistas, não pode se sustentar.
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Vídeo = Gravidez aos 40 Anos

Cada vez mais comum, e vemos isto bastante no dia a dia das lojas da Zazou, as mulheres estão engravidando mais tarde. Para entender isto trago um video com um depoimento de uma mãe aos 40 anos, assim como de uma especialista que dá dicas para quem esta nesta mesma situação.
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Mulheres estão tendo filhos mais tarde e gravidez na adolescência diminui

As brasileiras estão se tornando mães mais tarde e o fenômeno da gravidez na adolescência está diminuindo no país. Os dados fazem parte do Levantamento Estatísticas do Registro Civil, divulgado hoje (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o sociólogo Claudio Crespo, coordenador de População e Indicadores Sociais do instituto, o comportamento está ligado à inserção da mulher no mercado de trabalho e ao maior acesso ao estudo nos últimos anos.
“Há uma mudança que mostra um número crescente de nascimentos para mães de 25 a 29 anos. Isso aponta que a natalidade está tendo um deslocamento para essas idades mais avançadas, apesar dela ainda ser jovem, se comparado com outros países, como Itália ou Portugal”, destacou Crespo.


De acordo com o IBGE, o grupo de mães em idade mais avançada também aumenta no país. As mulheres que se tornaram mães entre 30 e 34 somavam 14,4% em 2002. Dez anos depois, em 2012, o grupo representava 19%. Em um recorte regional, os dados revelam que a gravidez tardia é ainda mais frequente no Sudeste (21,4%) e no Sul do país (20,7%).

Na outra ponta, o IBGE detectou que diminui o número de adolescentes grávidas entre 15 e 19 anos. “Isso vem se reduzindo em todo o país, mas tem ocorrido de modo mais acelerado no Sul e no Sudeste. No Norte ainda há proporções relevantes [de gestação] nesse grupo etário, em torno de 20%”, destacou o sociólogo.

O levantamento do instituto mostra que a gravidez entre os 15 e 19 anos caiu no Brasil de 20,4% do total, em 2002, para 17,7% em 2012. Atualmente, a Região Sudeste detém o menor índice (15,2%) e a Região Norte (23,2%), o maior percentual de gravidez nessa faixa etária.

Segundo Crespo, entre os fatores que influenciaram a mudança de comportamento da mulher brasileira no que diz respeito à idade em que engravidam está o maior grau de escolaridade da mulher, maiores oportunidades de emprego e queda nas taxas de fecundidade. São esses fatores sociais que impulsionam a maternidade em idades mais avançadas.

A taxa de fecundidade da brasileira, de acordo com o IBGE, caiu de seis filhos por mulher na década de 1960 para 1,9 filho, em 2010.
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Video = Gravidez Tardia

Vejam um video sobre a gravidez tardia depois dos 35 anos com dicas de especialistas e casos reais.
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Riscos na Gravidez

Quando se fala em gravidez de risco é comum imaginarmos a futura mãe, que passa todo período gestacional deitada, sem poder realizar as tarefas do cotidiano. No entanto, diversas situações que não obriguem a mãe a ficar acamada, também são relacionadas à este tipo de gestação. A Hipertensão e o Diabetes estão na lista de doenças mais frequentes na gravidez e podem causar riscos tanto para a mãe quanto para o bebê. Normalmente não requerem repouso absoluto da mãe, no entanto o risco da gestação é maior.

A idade também é fator que pode influenciar na evolução da gravidez. Por exemplo as adolescentes podem sofrer com a imaturidade orgânica, ou seja, quando o corpo ainda não está pronto para gestar. A demora em diagnosticar a gravidez, comum nesta idade, também pode acarretar problemas.

Já as mulheres acima dos 35 anos compõem o outro grupo de risco relacionado à faixa etária. O adiamento da gravidez em função da busca por uma estabilidade profissional é cada vez mais comum, e isso resulta na diminuição da fertilidade e numa probabilidade maior de desenvolvimento de doenças da tireoide, diabetes e hipertensão, além do maior risco de anormalidades cromossômicas no feto, como por exemplo, a síndrome de Down.

Histórico de uso de álcool, drogas e doenças sexualmente transmissíveis (DST’s), também promovem riscos. Outra questão que precisa ser avaliada, é a situação socioeconômica das futuras mães. Para algumas famílias mais carentes, o pré-natal não é considerado prioridade na gravidez, o que posterga um diagnóstico e tratamento precoce de doenças que podem aparecer.

Mães que vivem em situações de insegurança, seja por questões financeiras ou de relacionamento, podem desenvolver quadros graves de ansiedade, o que pode aumentar o risco de depressão pós-parto.

A mulher já diagnosticada como hipertensa ou diabética antes de engravidar, deve procurar o tratamento adequado para que os níveis de pressão ou glicose estejam sob controle para que a gestação ocorra. Mulheres acima do peso também são orientadas a emagrecer antes da gravidez. Atividade física e acompanhamento nutricional podem auxiliar para diminuição, principalmente, no risco de desenvolvimento do diabetes gestacional.

O acompanhamento realizado no pré-natal é que permite o diagnóstico precoce da maioria das doenças na gestação e o tratamento adequado, portanto, fundamental para uma gravidez segura e o nascimento de um bebê saudável.
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Gravidez Tardia Após os 40 Anos Aumenta Muito

Uma pesquisa realizada pelo Hospital das Clínicas (HC) de São Paulo mostrou que o número de gestações tardias passou de 5% para 16% nos últimos quarenta anos. O tema chama a atenção dos médicos e pesquisadores não só pelo aumento do número de mulheres que tomam esta decisão, mas também pelas implicações trazidas pelo quadro.

A coordenadora médica do Hospital e Maternidade São Luiz, Márcia Maria da Costa, abordou o tema durante o durante o 2º Congresso Nacional dos Hospitais Privados (Conahp).
“Ao retardar a maternidade, a gestação pode ser considerada de alto risco e a probabilidade de uma evolução desfavorável é mais acentuada”, afirma.


A especialista explica que esta escolha acarreta riscos como a maior incidência de diabetes gestacional (19,2%); doença hipertensiva (14,6%); abortamento (20%); e prematuridade (15%). Para os recém-nascidos, os riscos incluem complicações decorrentes da prematuridade e alterações genéticas.

Na unidade Itaim do hospital, o crescimento de casos de mulheres com mais de 40 anos internadas no setor de patologia obstétrica foi de 106%, com uma média de 8% ao ano, no período entre 1998 a 2008.

O tratamento deste grupo de risco evoluiu com a medicina e, nestes casos, os cuidados durante o pré-natal podem identificar complicações maternas e o tratamento precoce.

Com a possibilidade de engravidar mais tarde, muitas mulheres preferem resolver alguns aspectos da vida antes: carreira, relacionamento e estabilidade financeira são alguns deles.

De acordo com pesquisas recentes, a maternidade tardia também pode trazer benefícios para as mães e para os bebês. De um modo geral, mulheres mais velhas são mais assertivas em relação aos cuidados e à educação dos filhos.

Além disso, muitas delas têm mais disposição para amamentar e tendem a escolher alimentos mais saudáveis para suas crianças, preferindo frutas, legumes e verduras a doces, refrigerantes e comidas processadas. Halle Berry, Uma Thurman, Mariah Carey, Nicole Kidman, Solange Couto e Carla Bruni, são algumas das celebridades que tiveram filhos após os quarenta.
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Gravidez depois dos 40

Vejam no vídeo abaixo do programa Revista BHNews, em que a Angélica Hodge entrevista o especialista em medicina reprodutiva Ricardo Leão, que fala mais sobre a gravidez depois dos 40.
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Vídeo = Gravidez tardia

No vídeo abaixo um ginecologista fala sobre as implicações de uma gravidez depois dos 35 anos.
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Gravidez Após os 35 Anos

Atualmente grande parte dos casais optam por ter filhos após os 35 anos. Este período coincide com o declínio da fertilidade na mulher. A diminuição do potencial reprodutivo, reserva ovariana, é a conseqüência do envelhecimento natural dos ovários. O potencial reprodutivo da mulher diminui na 3ª década, tornando-se muito baixo na 4ª, mesmo que a função ovariana de produção hormonal, permaneça até a menopausa, ao redor dos 50 anos.

O declínio da fertilidade relacionado à idade da mulher é muito bem demonstrada pelo estudo da população rural do Senegal, cujas mulheres têm em média 7,9 filhos: em torno dos 25 anos a fertilidade é máxima, diminuindo, significativamente, após os 35 anos. Taxas de gestação menores, maior incidência de abortamento e de malformações congênitas refletem no envelhecimento e diminuição da qualidade do óvulo, ocorrendo gradual e naturalmente com a idade. Além disso, a possibilidade do aparecimento de doenças ginecológicas que diminuem a fertilidade, como infecções pélvicas e endometriose, aumenta com a idade, tornando a gestação uma tarefa mais difícil.
Gravidez Após os 35 Anos

Gravidez Após os 35 Anos


O potencial reprodutivo da mulher é chamado reserva ovariana. Está relacionado ao número de folículos primordiais presentes no ovário, que diminuem com a idade. Sendo limitado o valor preditivo da idade da mulher, isoladamente, para estimar as chances de gestação e de resposta aos tratamentos que envolvam indução da ovulação, pesquisa-se outros parâmetros que avaliem o potencial reprodutivo: são os testes de reserva ovariana. Dosagem de FSH Basal: Scott et al. em 1989 correlacionaram níveis de FSH aumentados no 3º dia do ciclo com chances significativamente menores de gestação.
Gravidez Após os 35 Anos


Em 1990, o mesmo grupo, demonstrou entre pacientes de mesma idade, pior performance reprodutiva quando o FSH basal é mais elevado e quando há grande variação na dosagem de FSH basal entre os ciclos .

Foi descrito por Navot e cols., em 1987, como "teste prognóstico de fecundidade feminina". É o mais empregado para avaliação da reserva ovariana em mulheres acima de 35 anos. O teste consiste na dosagem de FSH no 3º dia do ciclo, administração de citrato de clomifeno do 5º ao 9º dia do ciclo e dosagem de FSH no 10º dia. Se o FSH no 10º dia for maior que 15mUI/ml, a chance de gestação é muito baixa.

As pacientes que se beneficiam dos testes de reserva ovariana são aquelas com dificuldade de concepção aos 35 anos ou mais, com infertilidade sem causa aparente, com história familiar de falência ovariana precoce e aquelas que realizaram quimioterapia ou radioterapia pélvica.

A despeito da validade da avaliação da reserva ovariana, as pacientes com testes alterados têm significativamente menores taxas de gestação do que pacientes com testes normais. Esta informação é importante para o clínico orientar futuros tratamentos, bem como para o casal avaliar se deve ou não investir em tratamentos, adotar uma criança ou optar por uma vida sem filhos.

Sendo a qualidade do ovócito de mulheres climatéricas o principal fator relacionado a pobre performance reprodutiva, melhorar a qualidade do ovócito é o que tem sido proposto.

É uma técnica na qual os gametas femininos (óvulos) de uma doadora jovem são doados a uma mulher infértil (receptora), para que sejam fertilizados pelos espermatozóides do marido da receptora. A fertilização é realizada in vitro, e os embriões são transferidos para o útero da receptora (que tem o endométrio preparado para a implantação).

Esquema do procedimento doação de óvulos. Os óvulos são retirados da doadora e inseminados com os espermatozóides do marido da receptora. O embrião é transferido para o útero da receptora Os resultados de gestação publicados pela Red Latinoamericana de Reprodução Assistida, em 2003, referente a ciclos com ovócitos doados em pacientes com mais de 38 anos, mostram taxas de gestação similares àquelas de pacientes jovens, em torno de 36%. A utilização de óvulos doados é, atualmente, a melhor opção para pacientes com reserva ovariana diminuída, climatéricas e, também, para mulheres que já realizaram vários ciclos de fertilização in vitro e sem sucesso. Este procedimento, entretanto, deve ser muito bem esclarecido e entendido, pois envolve carga genética de outra mulher.

A criopreservação de tecido ovariano é uma técnica desenvolvida para manter a função reprodutiva de mulheres que necessitam fazer quimioterapia, radioterapia, cirurgia pélvica radical ou, simplesmente, desejam preservar a fecundidade. O princípio é simples, fragmentos de ovário são retirados dias antes da realização de procedimentos esterilizantes, sendo congelados em nitrogênio líquido e meios de cultura protetores. Após a cura da doença básica ou quando a mulher desejar engravidar, os gametas criopreservados podem ser utilizados. O autotransplante (retorno de fragmentos ovarianos à própria paciente) já foi descrito com sucesso e parece promissor. A maturação folicular em outro animal, e subseqüente fertilização in vitro, também já foi demonstrada. Outro avanço, ainda incipiente, é o desenvolvimento de sistemas in vitro para desenvolvimento e maturação de folículos primordiais.

Todas as opções e as dificuldades reprodutivas devem ser consideradas no aconselhamento, planejamento e acompanhamento das pacientes que desejam gestar em idades mais avançadas. Os avanços reprodutivos aumentaram as chances de gestação no climatério, e ampliaram o conhecimento dos riscos associados, tornando as gestações mais conscientes.
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Video = Gravidez Tardia Após os 40 Anos

Após os 40 anos, a probabilidade de engravidar diminui muito. Pesquisas e mais pesquisas indicam que, a partir dessa faixa etária, a mulher tem entre 6 e 8% de chances de engravidar naturalmente, em um ano de tentativas. Mas isso não significa que ela não vai conseguir e nem desistir, muito pelo contrário. O Hospital das Clínicas, da Universidade de São Paulo, a USP, um dos mais importantes do país, fez um levantamento e constatou que a média de gestantes com mais de 35 anos atendidas por eles saltou de 5%, na década de 1970, para mais de 16% na atualidade. E parece que essa não é uma realidade exclusiva de São Paulo não. Confira na matéria da UCS TV, de Caxias do Sul.
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Video = Gravidez depois dos 40 anos

Nas últimas décadas, muitas mulheres dedicaram mais tempo aos estudos, conquistaram o mercado de trabalho e por isso adiaram o sonho de ter um filho. Vejam no vídeo abaixo mais dicas de um especialista o ginecologista e obstetra do Hospital Universitário Pedro Ernesto Alexandre Trajano sobre a gravidez depois dos 40 anos.
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Video = Gravidez tardia

Primeiro os estudos, o investimento na carreira, casamento e só bem depois, pensar em filhos. Muitas mulheres tomam essa decisão, e na hora de engravidar, acabam tendo dificuldade. A chance de aborto aumenta com a idade e também a chance de ter um filho com alguma deficiência. Gravidez tardia é assunto do Fala Doutor no video abaixo.
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Video = Gravidez Tardia

A gravidez bem sucedida de mulheres com mais de sessenta anos, alimenta polêmica sobre os limites da fertilização assistida depois da menopausa.

Vejam então um vídeo abaixo com uma entrevista com o médico urologista Renato Fraietta, coordenador do grupo de reprodução humana da Unifesp que vai nos falar até que ponto idade da mulher é barreira para ter filho.
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Maternidade depois dos 30

É cada vez mais comum mulheres investirem em suas carreiras profissionais na juventude. Elas trabalham, estudam e se preparam para exercer uma profissão que a remunere bem e que dê um retorno satisfatório. Casamento e filhos ficam em segundo plano. Segundo pesquisa do Hospital das Clínicas de São Paulo, na década de 70 o índice de gravidez depois dos 35 anos era de 5%, hoje chega a 16,6%.

Gilvânia de Fátima Peixoto é um exemplo dessa virada feminina. Uma economista de sucesso que viveu intensamente sua vida e priorizou o lado profissional. Ela não se deu por satisfeita enquanto não conseguiu sua casa própria e carro comprados com o resultado de seu talento empresarial. Formada pela Unimotes, Gilvânia tem pós-graduação voltada para administração empresarial e alcançou o êxito na carreira. Hoje ela diz se sentir realizada profissional e pessoalmente.
- Nunca me preocupei em casar e ter filhos como uma regra ou lei natural da vida, sempre priorizei minha carreira. sabia o que queria da vida e com isso deixei que as coisas ocorressem naturalmente comigo. Casei e tive minha filha com quase vinte anos de empresa, já formada, pós-graduada e com os bens materiais que sempre sonhei em ter. Penso que toda gravidez deveria ser planejada, pois uma criança não pede para nascer e deve ter direito a um excelente tratamento com muito amor e carinho e suas necessidades básicas supridas, disse.
Sobre os benefícios e malefícios de uma gravidez tardia, ela responde:
Wuando resolvi engravidar obtive várias informações de pessoas próximas, médicos e muita leitura, sabia que depois dos 35 anos toda gravidez é de risco e precisa de cuidados redobrados, pois não só a criança, mas a minha saúde também estava em risco. Mesmo sabendo disso tudo, eu quis porque meu instinto materno e a minha força de vontade me diziam “vá em frente que você consegue” e graças à Deus. deu tudo certo para mim. Sem dúvida os benefícios são bem maiores, estou mais madura independente em todas as áreas, confio na educação que darei a minha filha, pois com a minha idade, tenho base para isso afirmou.
Maternidade depois dos 30
Maria Celene Alves Aguilar é professora de inglês em Bocaiúva e resolveu, aos 39 anos, que chegara a hora de ser mãe. Ela havia encontrado a pessoa certa e tinha meios financeiros e emocionais para dar suporte a um filho, mas sabia que pela sua idade passaria por uma gravidez de alto risco e foi alertada pelos médicos. Mas isso não atrapalhou seus sonhos de ser mãe e foi em frente.

Quando o filho Heitor nasceu, em dezembro de 2006, Maria Celene foi surpreendida por um diagnóstico de Síndrome de Down do filho, o que a deixou de início triste e preocupada, mas seu amor por ele era tão grande que logo procurou se adaptar aos cuidados especiais que seu filho necessitava. Ela diz não se arrepender de ter adiado sua maternidade e que se fosse hoje, faria a mesma coisa.
Ela trouxe alegria para a minha vida, disse.
A médica ginecologista Vânia Geralda diz que uma mulher que resolve ter filho depois dos 35 anos tem que saber que terá uma gravidez de risco, pois o seu aparelho reprodutor está em processo de envelhecimento.
Nesta idade existe o risco de aparecimento de miomas, infertilidade, além de estar mais associada à diabetes, hipertensão e outros problemas circulatórios. Aumenta também a possibilidade de abortamento e de nascimentos prematuros, com isso a criança corre o risco de nascer com má formação ou com diversos tipos de síndromes sendo a mais comum a síndrome de Down, também a gravidez pode se prolongar além do normal e com isso ter de ser feito uma cesariana. A mulher se estiver com boa saúde não terá tantos riscos, mas seu filho não estará livre deles principalmente depois dos quarenta anos, o risco se acentua ainda mais. O correto é fazer um bom pré-natal com um bom acompanhamento médico que certamente dará tudo certo contou.
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Qual o limite máximo de idade para uma mulher gerar um filho?

Ao menos três mulheres com mais de 60 anos deram à luz no País no último ano, sendo duas delas nos últimos meses, após serem submetidas a procedimentos de reprodução assistida. No País, não há uma legislação que imponha um limite máximo de idade para uma mulher gerar um filho nem consenso entre os médicos.
Qual o limite máximo de idade para uma mulher gerar um filho
O caso mais recente é de um casal de Santos: Antônia tem 61 anos e José César Arte, 58. Eles são casados há 25 anos e, anteontem, ela deu à luz um casal de gêmeos, Sofia e Roberto. Os bebês nasceram aos sete meses de gestação e estão na UTI neonatal, pois precisam de acompanhamento. Sofia nasceu com pouco mais de 980 gramas e Roberto com 1,1 kg. Os dois respiram naturalmente, sem aparelhos. Há cerca de dez anos, o casal havia tentado engravidar por meio de reprodução assistida, mas não conseguiu e decidiu congelar os embriões. Nesse período, Antônia e Arte entraram na fila de adoção e chegaram a fazer uma entrevista com a assistente social do fórum, mas tiveram o pedido recusado por conta da idade dos dois. A partir daí eles resolveram tentar a fertilização in vitro de novo. E deu certo. Arte conta que procurou uma clínica especializada em Santos, mas o médico não assumiu o caso. Ele decidiu então buscar um especialista em São Paulo e o procedimento foi feito pelos irmãos Vicente e Soraya Abdelmassih, filhos do ex-médico Roger Abdelmassih. Orgulhoso, o pai não economiza nos elogios. “ O outro casal sexagenário é de Campinas. Márcia, de 61 anos, e Silvio, de 63, são os pais de Marcinha, que completou dois meses no dia 20. Uma mulher do Rio, de 61 anos, também deu à luz tardiamente uma menina: a criança nasceu em 2011 e vai completar um ano. A última resolução do CFM (Conselho Federal de Medicina) sobre reprodução assistida não impõe uma idade máxima para que uma mulher possa ser submetida aos procedimentos. A única restrição é em relação ao número de embriões: mulheres com até 35 anos podem implantar até dois; entre 36 e 39 anos, até três; e com 40 anos ou mais, até quatro embriões. Isso porque, quanto mais velha a mulher, menor a chance de sucesso. Adelino Amaral, presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida, diz que, apesar de não existir regulamentação, recomenda-se que a fertilização seja feita até os 55 anos da mulher. Além disso, a sociedade quer propor a redução da idade máxima para 50 anos. “ O ginecologista Carlos Alberto Petta, coordenador médico do Laboratório Reprodução Humana do Hospital Sírio-Libanês, é cauteloso ao avaliar os casos. “
Não há uma lei, mas existe o grande dilema ético. Não é só ter o filho, são várias questões. Por quanto tempo ela vai conseguir cuidar da criança? E se ela ficar doente? E o risco obstétrico que ela corre durante a gravidez?
Julio Voget, responsável pela fertilização do casal Márcia e Silvio, também é cauteloso.” “
Temos de ter muita cautela. Não é toda mulher nessa idade que pode engravidar. Se hoje os homens estão tendo filhos tardiamente, até depois dos 70, por que as mulheres não poderiam? Se ela tem condições, por que negar esse direito?”
José Hiran Gallo, coordenador da Câmara Técnica de Reprodução Assistida do CFM, diz que nenhuma norma é "absoluta e imutável".
Todas elas estão sujeitas a aperfeiçoamentos que podem ser implementados se houver justificativas técnica, social e ética que os viabilizem.”
Veja a matéria deste caso no vídeo abaixo:
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Video = Mitos e Verdades da Gestação Tardia

Vejam no vídeo abaixo do programa JP Online, em que a apresentadora Luciana Ferreira recebe em nossos estúdios o Dr. Gustavo Kroger, especialista em reprodução humana, para falar sobre os mitos e verdades da gestação tardia.
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Gravidez Tardia = Após os 50 Anos

Em sete anos, pelo menos 1.163 crianças nasceram no Rio de Janeiro de mães na faixa dos 50 anos, e no Brasil, esse número salta para 16.372 partos no mesmo período. Estes são dados do Censo de 2010 do IBGE, que mostram um pouco da realidade que até então se escondia em laboratórios de fertilização. Cada vez mais, o desejo de ser mãe faz mulheres mais velhas transpor as fronteiras da idade com eficácia. Depois de sofrer complicações em uma gravidez, aos 21 anos, a enfermeira Neiva Pereira decidiu aumentar a família adotando três crianças. Contudo, a vontade de gerar uma criança do próprio ventre, três décadas depois, a impulsionou a procurar a fertilização com remédios:
“A minha família pirou quando soube que eu estava esperando uma criança aos 51 anos”, conta a mãe, hoje com 53.
Mulheres nessa faixa etária precisam superar não só os efeitos do tempo, que diminui a qualidade e quantidade de óvulos, mas os altos custos do tratamento de fertilização. Em média, cada procedimento custa R$ 20 mil. E nem sempre surte efeito na primeira tentativa: “Tentei duas vezes”, lembra a técnica da Petrobras Bárbara Cristina, de 48 anos e grávida de oito meses de Pietro. Em média, o Censo mostra que, de 2003 a 2010, os hospitais do Rio fizeram 150 partos, por ano, de mães com 50 anos ou mais: “O que se espera a partir de 45 anos é que a reserva de óvulos já tenha esgotado”, explica a diretora do Centro de Fertilidade da Rede D’Or, Maria Cecília Erthal.
Gravidez Tardia = Após os 50 Anos
Há um mês, por exemplo, a coluna de Leo Dias noticiou com exclusividade a gravidez de trigêmeos da apresentadora de televisão Marcia Goldschmidt, de 50 anos. Outra artista que já havia chamado atenção para uma gestação tardia foi a atriz Solange Couto, que engravidou aos 54 anos, em 2011 e foi cliente da Zazou no Rio:
“As chances de abortar em gestações com óvulos próprios chega a 50%”, alerta a médica Maria Cecília.
Procedimentos de reprodução humana assistida estão longe de ser oferecidos no sistema público de Saúde. O Ministério da Saúde chegou a criar em fevereiro um grupo de trabalho e a anunciar a negociação do procedimento para a rede. Os trabalhos não evoluíram, no entanto. Ainda que pareça difícil, uma gravidez tardia pode ocorrer em uma a cada 30 mulheres acima de 45 anos que mantêm relações sexuais desprotegidas. A estimativa é que 4% da população feminina mundial seja altamente fértil, o que possibilitaria uma gestação ainda nessa faixa etária.
“A gravidez de uma mulher nessa idade com fertilidade acima do comum é maior do que uma outra da mesma idade que está tentando, por exemplo, através de reprodução assistida”, garante Maria Cecília.
Ainda assim, mulheres que desejam engravidar precisam consumir alimentos com ácido fólico e ômega 3 ao menos três meses antes de um tratamento: “São substâncias que vão atuar diretamente na manutenção das células da mãe, como antioxidantes, e capacitá-la mais para isso”, explica amédica. E, com o passar das décadas, o corpo da mulher se torna mais sensível a doenças: “É importante lembrar que a pressão alta e a diabetes gestacional podem provocar abortos. Essa idade requer maior prevenção desses sintomas, comuns em uma gravidez”, conclui Maria Cecília. Quando o som de três minúsculos corações bateram no aparelho de ultrassom, a analista de sistemas Eunice Vianna, de 45 anos, não segurou a emoção: “Foi lindo e arrepiante”, conta, emocionada. Casada há 12 anos com o também analista de sistema Pedro Vianna, de 45, a gestante já havia tentado engravidar três vezes antes, sem sucesso: “Fiz uma série de exames para achar algum problema e nunca dava nada. Daí, resolvemos apelar para o tratamento de fertilização”, explica a futura mãe. Com a vinda dos filhos, a vida a do casal vai sofrer mudanças. O escritório vai se transformar em quarto dos bebês, e o enxoval começou a ser comprado: “Acho que toda mulher que quer engravidar, seja com 20 ou 50 anos, precisa acreditar que pode. Os recursos médicos e a tecnologia estão aí para nos levar à conquista do sonho”, diz. Há mais de 20 anos, o hospital paulista Pérola Byington atende mulheres que não conseguem engravidar e de graça. No total, são mais de mil crianças nascidas no programa de reprodução humana assistida: “Infelizmente, nossa fila de espera atual para iniciar tratamento é de dois anos e meio”, diz o diretor médico do programa, Mário Cavanha. Com o uso de um ciclo de fertilização por paciente, diz Cavanha, a chance de a mulher engravidar chega a 35%: “Para isso, elas não podem passar de 35 anos e têm que seguir à risca o nosso tratamento”, informa o médico. Márcio Cavanha é um dos especialistas participantes do grupo de trabalho do Ministério da Saúde para negociar a oferta da reprodução humana assistida no SUS: “Eles me chamaram para uma reunião em fevereiro e nunca mais se falou nisso”, conta. O especialista do Byington também defende maior investimento: “Poderiam ser criados centros de referência em regiões do País, como o Nordeste. O governo precisa saber que há demanda. Muita demanda”, desabafa.
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Vídeo – Gravidez Tardia

Cada vez mais comum, inclusive entre as clientes da Zazou, é a gravidez tardia depois dos 35 anos em torno dos 40, por isto trago no vídeo abaixo mais sobre o assunto.
Depois também mande seu depoimento de como anda sua gravidez.
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Video = Gestação aos 40 anos

Cada vez mais as mulheres tem filhos mais tarde. Gestação aos 40 anos é algo muito mais comum hoje em dia. Vejam então no vídeo abaixo o Ginecologista Eliano Pellini falando sobre os riscos e cuidados que se deve tomar em uma gravdiez tardia após os 40 anos.
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Gravidez depois dos 40 exige atenção redobrada

Vida profissional, estabilidade financeira e uma relação estável são algumas preocupações que fazem muitas mulheres protelarem o sonho de serem mães. O problema é que estes não são objetivos tão fáceis de serem alcançados. Mais do que isto a decisão de engravidar após os 40 anos de idade é uma atitude que exige consciência e responsabilidade. Isto porque a baixa fertilidade e as complicações aumentam consideravelmente a cada ano, principalmente após os 35 anos.
Solange Couto e a Gravidez depois dos 40 exige atenção redobrada
A Solange Couto foi a cliente grávida mais velha que já atendemos na Zazou aos 54 anos! Toda gravidez requer cuidados, por isto que nestes caso é ainda mais fundamental a realização do pré-natal, com no mínimo oito consultas, pois uma gravidez após os 35 anos oferece ainda mais riscos à mulher, porém uma gestação em qualquer idade pode se tornar de alto risco. As três doenças mais comuns em gestantes em idade avançada são: hipertensão, infecção urinária e diabetes gestacional, além de trombose em pessoas com predisposição. Para o bebê os riscos são de doenças genéticas, por exemplo, síndrome de down e anencefalia. Nao vamos nos esquecer de que as mulheres já nascem com todos os seus óvulos, por isso aos 35 anos as células reprodutoras já estão velhas, não há uma renovação. Isto provoca o aumento da chance de doenças genéticas e a infertilidade após os 40 anos de idade. Para diminuir os riscos de qualquer gestação, como já foi dito, o mais importante é o acompanhamento médico. O pré-natal de uma gestante com mais de 35 anos deve ser feito mensalmente até a 20ª semana, quinzenalmente a partir da 21ª semana e semanalmente no último mês de gravidez. Durante todo o pré-natal são solicitadas ultrassonografias e exames de sangue. No ultrassom os médicos avaliamos o peso e a oxigenação do bebê. É comum a prescrição de suplementos e vitaminas para as gestantes de qualquer idade e no caso de mulheres mais velhas não é diferente, em especial o Ácido fólico, que é importante para evitar má formação. Além de ser antitrombótico, no caso de gestantes em idade avançada, é recomendada a ingestão durante toda a gravidez. O ômega 3 previne partos prematuros, equilibra a pressão arterial e ajuda na formação neurológica do bebê. O ferro é muito importante para prevenir a anemia, muito comum em gestantes com esta idade. O pós-parto também exige cuidado. Pois a Trombose é uma doença relativamente comum nestes casos, pois as mulheres com mais de 40 anos tendem a ser menos ativas, isso aumenta as chances de desenvolver o problema. Logo após o parto e nos meses seguintes é essencial a realização de caminhadas, mesmo que ela sinta dores.
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Gravidez Tardia = Mulheres que dão à luz tarde, vivem mais e envelhecem menos!

Contra a gravidez tardia, existem uma série de argumentos, ainda que ela tenha se tornado cada vez mais comum, tanto que já disse aqui, de que quando abrimos a primeira loja da Zazou há 10 anos atrás, a idade média de nossas clientes, estava na faixa média de 27 anos, e hoje subiu para 34 anos e não para. Ou seja, em 10 anos subiu 7 anos... As atrizes Solange Couto e Leticia Spiller são dois bons exemplos de algumas de nossas clientes que tiveram uma gravidez tardia...
Gravidez Tardia = Mulheres que dão à luz tarde, vivem mais e envelhecem menos!Gravidez Tardia = Mulheres que dão à luz tarde, vivem mais e envelhecem menos!
Fiquei surpreso com um estudo que mostra uma estatística médica israelense, que provou de que a mortalidade feminina é menor entre as mulheres que tiveram a última gravidez numa idade mais avançada. Este descobrimento levou os estudiosos israelenses à idéia de que esta dependência poderá ajudar no estudo dos mecanismos do envelhecimento e dos métodos de combate ao mesmo. Soube-se que o conjunto dos genes das mulheres que engravidaram de forma natural na idade maior a 45 anos, e o das mães que por última vez deram à luz antes dos 30 anos, diferem em 60 genes. 7 destes genes respondem pela longevidade do organismo. Aliás, 4 genes impedem o envelhecimento. É de supor que estes genes se ativem na mulher engravidada depois de 45 anos de idade, para ajudá-la a levar a termo a gestação e dar à luz o bebé, enquanto que tal ajuda não é precisa às mães mais jovens.
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Gravidez após os 40 anos = Como Lidar Com Situações de Dificuldade de Engravidar & Depressão Pós-Parto

Algumas mulheres preferem ter filhos após 35-40 anos. Existem vários motivos e hipóteses. Entre eles, o fato de trabalhar muito, investir na carreira profissional, se realizar profissionalmente, o que pode ser um sonho aliado ao de ser mãe. Vemos isto bastante nas lojas da Zazou entre nossas clientes, por isto resolvemos trazer o assunto para destaque aqui. Queria então trazer a visão da professora e escritora Maria Madalena sobre o tema, em que para começar ela não quer dizer que filho seja um incômodo ou sirva para atrapalhar a vida da mãe, mas sim pela dedicação que ela precisa e quer dar ao filho, acompanhando seu crescimento e preparando-o para a fase adulta. Em outros casos, o fato de não conseguir engravidar mesmo após muitos tratamentos. Com o avanço da ciência e da medicina, ela vai buscar outras maneiras para engravidar, caso pelo processo natural não deu certo. Pode ser uma fertilização artificial, como foi mostrado na novela Fina Estampa. Porém, nesse caso ou em qualquer situação, o diálogo do casal é de suma importância, pois ambos precisam aceitar a situação e querer muito esse filho. Reforço que o diálogo entre o casal tem que existir sempre, pois sem diálogo é impossível sustentar qualquer tipo de relacionamento. Quando citei diálogo, significa um diálogo verdadeiro e transparente, onde haja respeito e lealdade das duas partes. Existe também a ideia e possibilidade da adoção, onde alguns casais preferem, outros não. Aí entra, além do diálogo citado, a estabilidade mental, física, moral e financeira do casal. A mulher nunca deve desistir de ter um filho por sentir medo de algo, e sim buscar orientação de profissionais para saber como está sua saúde, que é fator fundamental para se ter um filho, pois assim o médico irá explicar tudo sobre idade, saúde, gravidez após 40 anos. Riscos existem, sim. E estar consciente desses riscos facilita muito a procurar ajuda médica. Enfim, primeiramente precisa estar muito bem informada, fazer exames, para depois tentar gerar um filho. O fator emocional pesa bastante também para o casal e a mulher. Na verdade, um simples estresse é o suficiente para desorientar a pessoa emocionalmente. E o emocional abalado mexe com toda estrutura psíquica e física. Nesse caso, é interessante buscar uma ajuda terapêutica para saber como lidar com a situação da gravidez, da ansiedade, procurando, assim, um autoconhecimento para que tudo ocorra da melhor maneira possível. Apesar dos riscos, uma gravidez após os 40 anos tem também suas vantagens, porque é algo planejado. A depressão pré-parto/pré-natal ou pós-parto pode ocorrer com qualquer mulher, não necessariamente após 40 anos, lembrando sempre que cada organismo reage de uma forma. E existem estudos que até os pais ficam com depressão pré-parto/pré-natal ou pós-parto pelo simples fato de verem suas mulheres deprimidas. É uma porcentagem de pelo menos 10% de pais no mundo. Mas logo passa. Porém, a mulher, caso tenha depressão pré-parto ou pós-parto, precisa imediatamente procurar ajuda terapêutica. A depressão pós-parto ou pré têm sintomas semelhantes ao de uma depressão comum, onde a pessoa sente-se desvalorizado no extremo, autoestima comprometida, desmotivação para a vida, tentativa de suicídio, abandono do recém-nascido, entre outras. Lembrete: depressão é séria e precisa ser tratada por profissionais da área. E os sintomas citados acima nem sempre significam depressão, ok? Nunca faça automedicação, procure um profissional específico. Somente o médico saberá diagnosticar tudo certo. É importante que a mulher fique atenta e, caso perceba algum sinal ou sintoma depressivo, imediatamente fale com seu médico. A mulher, independentemente da idade, ao ter um filho, é necessário saber administrar muito bem o tempo com a criança, pois não resolve ficar o dia todo com o filho e não lhe dar atenção devida. Pode ser meia hora, mas tem que ser intenso.
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Video = O que é preservação da fertilidade?

O que é preservação da fertilidade? Saiba mais a respeito das técnicas e até quando ela pode faze-lo no vídeo com o ginecologista Dr. Joji Ueno,
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Diminui índice de gravidez entre as adolescentes e aumenta o de Gravidez Tardia

O número de nascimentos registrados em cartório é o menor nos últimos 10 anos. Em 2010, 2.747.373 nascimentos foram registrados. Em 2000, esse número foi de 2.862.340. Além do número absoluto ter sido menor, houve uma desaceleração de sub-registros no país, que passaram de 21,9% em 2000 para 8,2% em 2009, chegando a 6,6% em 2010, segundo os dados das Estatísticas do Registro Civil 2010, divulgadas pelo IBGE. A quase totalidade (97,8%) dos nascimentos ocorreram em hospitais. Mas persistem diferenças regionais, o parto domiciliar ainda é significativo em Estados como Acre, com 9,6% dos partos domiciliares (1.265), Amazonas, 7,0% (4.284) e Pará, 5,3% (6.201). As informações das Estatísticas do Registro Civil 2010 corroboram dados do DataSus, que apontam para a redução da gravidez entre adolescentes. Em 2000, 21,7% dos nascidos tinham mãe com menos de 20 anos. Esse índice baixou para 18,4%. O mesmo ocorreu na faixa etária entre 20 a 24, queda de 30,8% para 27,5%. Por outro lado, a porcentagem dos filhos nascidos de mães na faixa de 25 a 39 anos cresceu. Passou de 37,5% para 42,9%. Os Estados do Norte e Nordeste ainda têm altos índices de gravidez ma adolescência. No Pará, em um quarto dos nascimentos as mães tinham menos de 20 anos. No Acre, o índice é de 24,9%. Na outra ponta, Estados do Sul e do Sudeste tiveram aumento da proporção de mães com idades entre 35 e 44 anos, sendo o Rio Grande do Sul (13,9%), DF (13,6%), São Paulo (12,8%) e Rio de Janeiro (12%). Rio Grande do Sul tem ainda o maior índice mães com idade entre 40 e 44 anos (3%).
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Mulheres estão deixando gravidez para depois dos 30 anos

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou recentemente os resultados preliminares da amostra do Censo 2010, que mostram um país onde as mulheres têm menos filhos e são mães um pouco mais tarde. Comparando o Censo de 2000 e o de 2010, a concentração de filhos inverteu. Enquanto no primeiro, as mulheres mais jovens tinham mais filhos (de 15 a 19 anos, 18,5% e de 20 a 24 anos, 29,3%), o levantamento do ano passado mostra queda nestas faixas-etárias (17,7% e 27,0%, respectivamente). Em contrapartida, o Censo 2010 mostrou um aumento no número de mães mais velhas: passou de 27,6% (em 2000) para 31,3% do total de crianças nascidas no país.
Censo 2010
O resultado preliminar do Censo, ao que parece, retrata uma mudança nos planos da maternidade em prol do sucesso profissional e estabilidade financeira. Foi o caso da bióloga Edilma Paraguai. Após a faculdade, ela ingressou no mestrado em Microbiologia e Imunologia. O próximo passo, o doutorado, uma vez que sua área de atuação exige constante estudo e especialização.
“Nunca paramos de estudar, pois tudo muda a cada instante. A atualização permanente é uma exigência”, revela Edilma.
A dedicação profissional acabou entrando em choque com a mulher e Edilma decidiu deixar o lado ‘mãe’ falar mais alto. Por causa da idade avançada, ela teve que recorrer à reprodução assistida. A bióloga investiu em seu sonho e aos 47 anos foi mãe de Alice. Realizada, ela garante que ser mãe é um aprendizado diário cheio de surpresas maravilhosas.
“Hoje me considero uma mulher realizada profissionalmente e pessoalmente, pois tenho uma família linda, um marido e companheiro espetacular, uma filha apaixonante que tem me ensinado como é linda a maternidade e a entender o porquê que as mulheres de uma geração anterior a minha tinham muitos filhos”, diz emocionada.
Se por um lado, a maturidade pode representar solidez profissional e financeira, também pode significar problemas à saúde e dificuldades para engravidar. A endometriose e outras doenças clínicas como a hipertensão, o diabetes e o aparecimento de miomas (comuns em 40% das mulheres em idade madura) são fatores que preocupam os médicos. Ao planejar uma gravidez é preciso fazer um check-up das condições físicas da paciente e identificar as patologias existentes. Um mioma, por exemplo, pode provocar um aborto instantâneo. Oa especialistaa explicam ainda que fatores externos, como o estresse também podem levar a infertilidade. Pesquisas já comprovaram que o estresse pode provocar anovulação psicogência (ausência de ovulação). O estresse emocional também pode causar amenorréia psicogênica (falta de menstruação) e dismenorréia (cólicas menstruais).
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Video = Gravidez Tardia

Veja no vídeo abaixo uma entrevista concedida pela Dra. Tania Schupp sobre gravidez após os 40 anos, que se torna cada vez mais comum.
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Video = Brasileiras se tornam mães cada vez mais tarde

Brasileiras se tornam mães cada vez mais tarde. A taxa de fecundidade de mulheres com mais de 30 anos aumentou. O Censo mostra ainda que o número médio de filhos por mulher caiu para 1,86. A pesquisa sugere que os nascimentos são cada vez mais planejados. E é exatamente isto que vemos no perfil de nossas clientes na Zazou, que nestes 10 anos pulou de uma média de 27/28 anos quando abrimos para 33//34 atualmente. Veja mais detalhes no vídeo abaixo:
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Video = Gravidez Tardia

Qual a idade ideal para engravidar? Depois de que idade é considerado uma gravidez tardia? Veja resposta para esta e outras perguntas com uma especialista no vídeo abaixo. Parte 1 de 2:
Parte 2 de 2:
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Até que idade é possível congelar óvulos?

Um especialista em fertilidade britânica entrou em conflito com um especialista dos EUA sobre quando é o "momento limite" para mulheres solteiras, que querem ter filhos, possam recorrer a técnicas de congelamento de seus óvulos. Gillian Lockwood, diretora médica da Midland Fertility Services (que fica em Aldridge, Reino Unido), defende a prática até os 42 anos (dependendo das condições de saúde da mulher, claro), apesar de, nos EUA, uma pesquisa mostrar que a idade média das mulheres que procuram congelamento de óvulos por razões sociais está entre 37 e 39 - época em que os ovos estão se deteriorando rapidamente. Uma revisão de 26 estudos a serem apresentados na reunião anual da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (ASRM), em Orlando, descobriu que mulheres que congelaram seus ovos quando tinham menos de 30 tiveram maiores taxas de sucesso do que aquelas que fizeram o mesmo procedimento quando já estavam mais velhas. Roger Lobo, presidente da ASRM, alerta que as mulheres não devem deixar para muito tarde esta opção. Lobo comenta que congelamento de óvulos ainda é "um procedimento experimental", com "evidências insuficientes" para comprovar se é de fato um "recurso que vale a pena".
- Apesar de um número crescente de clínicas que oferecem este procedimento médico e a significativa atenção da mídia nos últimos anos, as mulheres não estão buscando o congelamento eletivo de óvulos em uma idade em que este procedimento já não é tão seguro para ajudá-las a realizar seus objetivos de fertilidade.
Gillian Lockwood diz que, embora seja verdade que o congelamento de óvulos não é uma opção para muitas mulheres avançadas em seus 30 anos, é preciso examinar melhor qual a condição de saúde das candidatas.
- Quão bem essas mulheres estão clinicamente estas mulheres? Em que condições produzem seus próprios óvulos aos 40 anos? Óvulos de uma mulher de 39 anos, quando congelados, têm maior índice de fertilização in vitro do que óvulos de outra de 42 anos de idade? Há uma queda acentuada de produção entre uma idade e outra, mas ainda assim a avaliação clínica se faz necessária.
Gillian Lockwood diz que é frequentemente contactada por mulheres na faixa dos 35 anos, com a intenção de congelar óvulos.
- Elas descobrem que seu direito de ter filhos pode acabar antes de encontrarem o homem ideal. E querem congelar seus óvulos para ganharem mais tempo a fim de conquistarem um pai para seus filhos.
O congelamento de óvulos ainda é raro na Grã-Bretanha, mas é um procedimento reconhecido como um último recurso para as mulheres que querem preservar sua fertilidade, seja por razões sociais, seja porque problemas médicos, como aquelas que têm que enfrentar tratamentos severos contra o câncer. A médica britânica deu assistência a cerca de cem mulheres nos últimos para congelamento de óvulos por razões sociais.
- Com a maioria das mulheres que buscam a clínica, eu vejo que estamos de acordo de que o congelamento de óvulos social não é apropriado, seja a paciente deixou para fazer o procedimento tarde demais ou seja porque a sua reserva ovariana é muito baixa. Acho que, nestes casos, eu considero antiético. Há mulhere que congelam três ou quatro óvulos quando se sabe que, para ter uma chance realista de gravidez, é preciso ter de 16 a 20 óvulos disponíveis. Eu ainda diria que uma mulher que deseja ser mãe genética e até meados dos seus 30 anos não encontrou o homem ideal teria mais chances se recorresse ao tratamento antes dos 40, mas se estiver em bom estado de saúde e tiver um bom índice de fertilidade, pode esperar até no máximo 42 anos.
Cientistas estão desenvolvendo um teste que poderia aumentar dramaticamente as taxas de sucesso de fertilização in vitro, a partir de um único ciclo de tratamento. A técnica, criada na Universidade de Oxford, verifica a existência de anormalidades cromossômicas no embrião em desenvolvimento, mas também observa dois novos marcadores que podem, potencialmente, levar a gravidez ao fracasso. A longo prazo, os pesquisadores esperam poder aumentar as taxas de sucesso para a marca dos cem por cento. Atualmente, só cerca de 30 por cento dos ciclos de fertilização in vitro resultam em gravidez. Muitas tentativas falham devido a anormalidades cromossômicas.
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Video = Ser Mãe Depois dos 40 Anos

Vejam no video abaixo uma entrevista com a psicóloga Lígia Guerra falando de mães e de casais que optam por ter filhos aos 40 anos.
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Video = Gravidez Após os 40 Anos

Vejam uma entrevista com a Dr. Debora que é médica psiquiatra especialista no assunto e fala um pouco desta situação, que trago para sua informação:
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Video = Gravidez acima dos 40 anos

Veja no vídeo abaixo algumas bela histórias de grávidas acima dos 40 anos, algo cada vez mais comum, com depoimentos e dicas de a Dr. Isabella, que é nossa parceira no Espaço Bella Gestante em Botafogo no Rio.
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Polêmica da Gravidez aos 61 Anos X Inseminação Artificial = Qual é o Limite de Idade para Engravidar?

Estava lendo uma matéria no Globo, que fala um pouco da polêmica da idade limite para engravidar, e achei que era um tema importante para ser debatido aqui neste blog, e tomei a liberdade de traze-lo para o foco de sua atenção. Aos 90 anos, Sarah, mulher de Abraão, deu à luz Isaac, amamentou-o por cinco anos, teve muito tempo para ser mãe e morreu aos 127 anos. Milagres como esses, antes só relatados na Bíblia, começam a acontecer no Brasil. E isto por causa das técnicas modernas de inseminação artificial. Um exemplo é o caso da carioca I.. Aos 61 anos, ela dará à luz em novembro seu primeiro bebê. Como isto foi possível? Simples: ela recebeu o implante de um óvulo doado, fertilizado em laboratório com o sêmen de seu marido, que tem 38 anos.
Inseminação Artificial
Ela não quer revelar seu nome porque sabe que sua gravidez causa certo estranhamento e já foi objeto de polêmica entre os médicos. Para quem pensa que o caso de I. é exceção, basta lembrar de outras mulheres que engravidaram depois dos 50. No último dia 9, a mineira Janete da Silva Pinheiro, de 52 anos, foi mãe pela primeira vez. Casada há 23 anos com Ítalo Albizzati, de 88 anos já bisavô, ela deu à luz um casal de gêmeos em Nova Lima, na região de Belo Horizonte.
Slonage Counto Grávida Depois dos 40 anos
Também este ano, no dia 15 de agosto, a atriz Solange Couto, casada com Jamerson Andrade de 24 anos, e que foi cliente da Zazou no Rio, teve o seu terceiro filho, aos 55 anos. Histórias como as de I., Janete e Solange trazem de volta a polêmica sobre qual é o limite de idade para engravidar? Especialistas do Conselho Federal de Medicina (CFM) andam preocupados com a nova onda. Mas a última resolução da entidade não impõe limite de idade para inseminação ou fertilização de mulheres. Um casal pode recorrer à reprodução assistida "desde que exista probabilidade efetiva de sucesso e não incorra em risco grave de saúde para a mãe ou o descendente". A única restrição: o número de embriões implantados no útero não pode passar de quatro. Segundo o médico Adelino Amaral, presidente da Associação Brasileira de Reprodução Assistida, chegou a ser proposto o limite de idade de até 50 anos para mulheres, mas a decisão não foi unânime e o conselho vetou limites.
Gravidez Tardia
A orientação é respeitar a fisiologia do organismo feminino. Em média, a mulher entra na menopausa aos 53 ou 54 anos, e deixa de ovular. Fazer inseminação ou fertilização além dessa idade é falta de bom senso. Há risco de a gestante sofrer hipertensão grave, diabetes e ter parto prematuro, lembrando que isso aconteceu com os bebês de Janete. Depois da menopausa, a mulher só engravida com óvulo doado. Quanto maior a idade, maior o perigo.
As chances de engravidar naturalmente são baixas acima de 40 anos, mesmo com ajuda de reprodução assistida. Adelino cita estudo publicado na "Fertility", mostrando que, em mulheres submetidas à fertilização in vitro na faixa de 40 a 43 anos, o índice de nascimentos foi de apenas 7%; acima de 46, chegou a 1,7%. Para I., a inseminação deu certo. Com a ajuda de uma amiga, ela pesquisou o endereço de uma clínica e logo na primeira consulta soube que só conseguiria engravidar com óvulo de doadora.
Eu já estava na menopausa e fazia reposição hormonal. Ou aceitava óvulo doado ou nada. Meu marido queria muito ser pai. Eu também queria ser mãe. Sempre me cuidei, tenho ótima saúde, nunca fumei, não bebo e fiz dança durante anos. Passei por rigorosa avaliação clínica e o médico se sentiu seguro para levar o procedimento adiante. Deu certo na segunda tentativa com óvulos da mesma doadora. As características da doadora, que por contrato não posso saber quem é, são similares às minhas. Eu gerei o bebê, então sou a mãe de fato.
I. conta que as pessoas ficam mais preocupadas do que ela quando descobrem a sua gravidez, revelada só à família e a poucos amigos. Ela brinca:
A minha avó, na idade que estou, andava de cadeira de rodas. Hoje, uma mulher aos 60 anos, quando se cuida, está em plena forma.
Para a gravidez dar certo, ela retirou pólipos e precisou de hormônios para preparar o útero para receber o embrião. Com a formação da placenta, passou a ter naturalmente produção dos hormônios da gravidez. E poderá amamentar, pois a hipófise no cérebro estabiliza a secreção de estrogênio e progesterona e estimula a produção de leite. O especialista em reprodução humana Marcello Valle, do Hospital da UFRJ e diretor da Clínica Origen, que tratou de I., conta que o caso dela é raro, e só foi possível porque I. está bem do ponto de vista clínico cardiológico, e emocional.
A medicina está quebrando barreiras, e a discussão de casos de maternidade tardia é feita muito mais sob os aspectos moral e filosófico. A história desta mulher é exceção e não significa que todas as mulheres acima de 50 anos podem engravidar. Há riscos no tratamento e o casal deve estar bem informado a respeito deles. A avaliação médica precisa ser muito criteriosa.
O bebê de I. não tem o seu material genético, só o do pai e da doadora do óvulo. Mas na escolha, conta Valle, foram levados em conta características físicas, etnia e tipo sanguíneo da gestante. E, por enquanto, ela não tem contraindicação para parto normal. A resolução do CFM não permite que a doadora venda seus óvulos no Brasil. Aqui, a doação de óvulos é mais rara que a de sêmen. Mas na Espanha, um dos países mais liberais, paga-se até mil euros por cada óvulo, e 100 euros pelo sêmen, lembrando ainda que hoje é comum brasileiras aos 35 anos, que ainda não decidiram ser mães, congelarem seus óvulos para serem usados por elas mesmas futuramente. Para ter uma idéia de custos, em média, cobra-se de R$ 800 a R$ 1.200 para retirar o óvulo para congelamento e a mensalidade de manutenção é de R$ 40 a R$ 60 mensais. Já cada tentativa de fertilização in vitro passa de R$ 10 mil. A carioca I. precisou de duas fertilizações para engravidar. Esta medicina é cara e para poucos, apenas para os casais que buscam estes tratamentos e que podem pagar por isto.
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Taxa de fecundidade cai drasticamente

A Sociedade Européia de Reprodução Assistida alerta que há uma drástica mudança em relação à fecundidade da mulher e a idade. O declínio nas taxas de fecundidade vem acontecendo desde 1970 em toda Europa.
“As chances de uma mulher na faixa etátia dos 35 a 39 anos engravidar dentro de um ano passaram de 86% para apenas 52%”, destaca Luca Gianaroli, presidente da ESHRE. Para o especialista do Hospital Universitário de Copenhagen, Lone Schmidt.
No Brasil, o panorama não e diferente, lembrando que a taxa de fecundidade é uma estimativa do número médio de filhos que uma mulher teria até o fim deu seu período reprodutivo. No final da década de 60, de acordo com o IBGE, a taxa de fecundidade era de cerca de 6 filhos por mulher, passando para 4,5 no final da década de 70. Hoje a taxa média de fecundidade é de 1,94 filho por mulher, conforme Pesquisa Nacional por Amostra de Domícilio feita em 2009, semelhante a dos países desenvolvidos.
Taxa de fecundidade cai drasticamente
A proporção de casais jovens sem filhos na Europa aumentou substancialmente de 12% para 18%, bem como a proporção de casais que terminam com menos filhos, que passou de 15% para 24%. A solução de acordo com os europeus é proporcionar a reprodução assistida, como o exemplo, da Dinamarca, onde 8% de todas as crianças nasceram com o auxílio da fertiliação in vitro. Mas é importante ressaltar que o tratamento de fertilidade não supera o declínio da fecundidade relacionada à idade. Outra questão a ser considerada é o adiamento da gravidez, que vem se tornando uma constante entre as mulheres, que optam por conceber cada vez mais tarde, priorizando os estudos e o sucesso profissional. De acordo com uma pesquisa divulgada pelo IBGE em 2005, comparando dados dos censos de 1991 e 2000, o número de brasileiras de 40 a 49 anos quesão mães de primeira viagem aumentou 26,9%. Ou seja, está se tornando cada vez mais comun ser mãe depois dos 35. O problema, explica o especialista em reprodução humana, Nilo Frantz, é que a qualidade do óvulo é inversamente proporcional à idade da mulher. Quanto maior a idade, menor a eficiencia dos óvulos. Aumentar a consciência da população em relação à sua fertilidade é essencial. Há uma lacuna neste sentido, pois homens e mulheres, muitas vezes, superdimensionam a possibilidade de engravidar a qualquer momento. Informar e lançar campanhas de conscientização junto à opinião pública, com a colaboração de diferentes grupos de profissionais da saúde é o melhor caminho, acredita o especialista.
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Atriz Solange Couto Deu a Luz aos 54 anos e Guarda Células Tronco

A simpática atriz Solange Couto, cliente da loja da Zazou no Rio como podem ver pelo vestido que esta usando abaixo, deu à luz aos 54 anos esta semana ao seu terceiro filho, chamado Bejamin, e fez questão de valorizar a vida, preservando as células-tronco do cordão umbilical.
Atriz Solange Couto Deu a Luz aos 54 anos e Guarda Células Tronco
Ele nasceu com 2,9 kg e 48 centímetros, na Casa de Saúde São José no Rio de Janeiro. O parto de cesárea foi acompanhado de perto pelo pai da criança, o estudante pernambucano Jamerson Andrade. Mãe e bebê passam bem segundo informações da equipe de enfermagem da CordCell, empresa médica brasileira pioneira na área de terapia celular parceira da Zazou, escolhida pela atriz para coletar e armazenar as células-tronco retiradas do cordão umbilical da criança. Solange Couto, que cativou o público ao viver a inesquecível Dona Jura em “O Clone”, seguiu o exemplo de atrizes como Juliana Paes, Letícia Spiller, Dani Suzuki, Claudia Mauro e Betty Gofmann, entre outras personalidades, e optou por guardar o material considerado o maior avanço da medicina nos últimos 20 anos. Atualmente as terapias com o uso de células-tronco tem se mostrado eficazes no tratamento de dezenas de doenças. Benjamim é o terceiro filho de Solange, que também é mãe de Márcio (36) e Morena (19), frutos de uniões anteriores.
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Mulheres decidem adiar gravidez após os 35 anos

A alegria hoje chega um pouco mais tarde na vida das mulheres. É o sinal dos novos tempos modernos. A gravidez tardia já é uma realidade. Para mostrar isto queria comentar sobre um levantamento feito em São Paulo, que mostra que aumentou o número de mulheres que decidem ser mães depois dos 35. Elas querem, primeiramente, se firmar na profissão até para poder cuidar melhor dos filhos. Vemos isto claramente na prática entre o perfil das clientes grávidas que vem a Zazou. Tanto que tentamos exatamente fazer uma moda para atender este perfil de cliente também. Atendemos clientes dos 15 anos até os 53 (recente caso da Solange Couto, que é cliente da Zazou no Rio). A pesquisa que registra esse aumento na taxa de fecundidade entre mulheres mais velhas é da Fundação Seade, e se baseia nos registros dos cartórios e também em dados do IBGE. Cuidar dessas mães e dos bebês é um desafio que a medicina tem enfrentado com ótimos resultados. Aos 39 anos, a administradora de empresas Patrícia Franconeri Moliterno reaprendeu a trocar fraldas. Quando o primeiro filho tinha 6 anos, ela engravidou da menininha que tanto queria ter.
“Acho que ser mãe a qualquer hora é muito bom. Você tem que tentar. Se você tem um sonho e quer ter um filho, acho que você tem que tentar. Vale a pena”, conta Patrícia Moliterno.
Ser mãe depois dos 35 anos era cena rara há uma ou duas décadas. Hoje as estatísticas indicam que cada vez mais mulheres decidem adiar a maternidade. Elas não têm pressa de buscar o parceiro ideal e de trabalhar pela estabilidade financeira, mas assim que podem não abrem mão de ter filhos. Uma pesquisa da Fundação Seade na cidade de São Paulo mostra que, em 2000, eram 42 nascimentos para cada 1.000 mulheres com idade entre 35 e 39 anos. Em 2009, foram 44 nascimentos. É um crescimento pequeno, mas que chama a atenção, já que, em todas as outras faixas etárias, a taxa de nascimentos caiu. Os médicos explicam que, em uma gravidez acima dos 35 anos, a probabilidade de má formação do bebê e complicações para a mãe é maior, mas um acompanhamento adequado pode reduzir os riscos.
“Quando fazemos um pré-natal adequado, a chance de morte e de doenças durante uma gravidez diminui até um nível inferior do que para uma população de baixo risco e que talvez não faça o pré-natal como deveria. O risco maior, mais do que a questão da idade, é fazer o pré-natal de forma inadequada, não seguindo as orientações médicas. Esse é o maior risco que nós temos”, diz o obstetra do Hospital das Clínicas Marco Galletta, especialista em gravidez de alto risco.
Segundo os médicos, dois fatores podem explicar o aumento da taxa de fecundidade entre mulheres com mais de 35 anos. Nessa idade, muitas precisam fazer tratamento e acabam tendo uma gravidez múltipla, normalmente de gêmeos ou até trigêmeos. Principalmente nas grandes cidades, nessa fase da vida elas alcançaram um padrão econômico mais estável e decidem ter famílias maiores. Em 30 anos, os institutos de pesquisa têm registrado muitas mudanças nesse perfil da população brasileira. Veja mais detalhes na matéria do Bom Dia Brasil da Rede Globo em:
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Exame pode apontar a idade fértil da mulher = Hormônio Antimülleriano (AMH)

Cinqüenta anos após o surgimento da pílula anticoncepcional, um exame não-invasivo tem auxiliado as mulheres a programarem a maternidade com segurança. A técnica foi tema do estudo da Dra. Paula Fettback, do Grupo Huntington, um dos principais centros de medicina reprodutiva do Brasil. Através da dosagem do Hormônio Antimülleriano (AMH), produzido pelas células da granulosa dos ovários, pode-se estimar de forma indireta se a quantidade de óvulos disponíveis está acima, na média ou abaixo do esperado para a idade e, desta forma, estimar a longevidade reprodutiva. O novo exame tornou-se um forte aliado dos profissionais que atuam na área e provavelmente em breve será solicitado rotineiramente nos consultórios ginecológicos para as pacientes por ser uma valiosa ferramenta no planejamento do futuro reprodutivo, pessoal e profissional da mulher moderna. Outro diferencial é que ele pode ser realizado em qualquer período do ciclo menstrual, pois não apresenta oscilação e risco de interferências hormonais. O estudo foi apresentado no Congresso Brasileiro de Reprodução Humana, em 2010, e analisou os índices do AMH nos folículos ovarianos de 900 mulheres em idade reprodutiva, através de um exame de sangue.
Exame pode apontar a idade fértil da mulher = Hormônio Antimülleriano (AMH)
“Trata-se de uma nova e importante ferramenta para avaliarmos e estimarmos quanto tempo as mulheres podem planejar a maternidade, inclusive sugerindo a necessidade de preservar a fertilidade através de congelamento de óvulos, por exemplo.”, esclarece a Dra. Paula Fettback.
Com o AMH é possível estimar não apenas a reserva ovariana, mas também avaliar uma possível falência ovariana precoce, quadro que dificulta a realização dos tratamentos de fertilização, indiferente da idade da paciente. A pesquisa apontou que valores de AMH maiores ou igual a 1,0 mg/ml, geralmente, associam-se a melhores resultados.
“Assim como o envelhecimento da nossa pele com a perda de elasticidade, luminosidade e o surgimento de rugas e linhas de expressão, o nosso aparelho reprodutivo também passa por algumas mudanças físicas. O fato é que a queda de produção do AMH geralmente se inicia por volta dos 35 anos, diminuindo as chances de engravidar. Nesse período, a mulher ainda apresenta boas taxas de gestação. Já a partir dos 40 esperam-se maiores dificuldades na recuperação de oócitos, fertilização e conseqüentemente gravidez.”, informa Dra. Paula.
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Video = Gravidez Depois dos 40 anos

Veja no vídeo abaixo a apresentadora Sandra Freitas entrevistando a médica ginecologista Maria Angélica Belônia, que fala sobre gravidez depois dos 40 anos.
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Estudo liga fertilização in vitro após os 35 a risco maior de Down

Remédios usados em tratamentos de fertilização In vitro (FIV) em mulheres mais velhas podem aumentar os riscos de que elas tenham bebês com Síndrome de Down, pelo menos é o que dizem agora especialistas, depois de alguns estudos.
Estudo liga fertilização in vitro após os 35 a risco maior de Down
Os cientistas já sabem que os riscos de uma mulher ter um filho com a condição aumentam em proporção direta à idade da mãe, especialmente a partir dos 35 anos de idade. Agora, após um estudo pequeno envolvendo 34 casais, pesquisadores da Grã-Bretanha e Alemanha dizem suspeitar de que determinadas drogas usadas para estimular os ovários na FIV em mulheres mais velhas afetem o material genético dentro dos óvulos. O estudo foi apresentado durante uma conferência da European Society of Human Reproduction and Embryology em Estocolmo, na Suécia. A equipe, do London Bridge Fertility, Gynaecology and Genetics Centre, em Londres, Inglaterra, e da Universidade de Bonn, na Alemanha, disse que serão necessárias mais investigações para confirmar sua hipótese. Os pesquisadores dizem também não saber ao certo qual seria a magnitude do risco, mas acreditam que os remédios podem estar associados a outras anomalias genéticas. A Síndrome de Down, também conhecida como Trissomia 21, é um distúrbio genético resultante da presença de três cópias do cromossomo 21 em vez de duas. Toda célula de um indivíduo com a condição contém 47 cromossomos em vez de 46. A condição é caracterizada por problemas de desenvolvimento mental e físico. Os 34 casais participantes haviam recorrido à técnica mais comum de reprodução assistida, a FIV. Todas as mulheres do grupo tinham mais de 31 anos e tomaram remédios que estimulam os ovários a liberar óvulos para a FIV. Ao analisar os óvulos já fertilizados, os cientistas verificaram que alguns deles apresentavam erros genéticos. As anomalias encontradas poderiam resultar no fim da gravidez (por aborto natural) ou em nascimentos de bebês com distúrbios genéticos. Uma análise mais detalhada de cem dos ovos que continham anomalias revelou que a maioria dos erros genéticos envolviam duplicações de cromossomos. Frequentemente, o erro resultou em uma cópia extra do cromossomo 21. No entanto, os pesquisadores encontraram nos ovos fertilizados in vitro padrões de erros genéticos diferentes, e mais complexos, daqueles encontrados em casos clássicos de Síndrome de Down observados em bebês de mães mais velhas que engravidam naturalmente. Isto levou os pesquisadores a suspeitar de que o tratamento de FIV seria o responsável.
'Isto pode ser um indício de que a estimulação dos ovários estaria provocando alguns desses erros', disse Alan Handyside, diretor do London Bridge Fertility, Gynaecology and Genetics Centre e chefe do estudo.
'Já sabemos que esses remédios de fertilidade podem ter um efeito similar em estudos de laboratório. Mas precisamos trabalhar mais para confirmar nossas descobertas.'
Se mais testes confirmarem a hipótese da equipe, pode ser que médicos sejam mais cuidadosos ao recomendar esse tipo de tratamento, disse Handyside. O grupo disse esperar que seu estudo possa também ajudar a identificar que mulheres se beneficiariam mais de técnicas de reprodução assistida que utilizam ovos doados em vez da FIV. Outro cientista envolvido no estudo, Joep Geraedts, da Universidade de Bonn, disse:
'Isto (este estudo) já é um grande passo adiante que ajudará casais que têm esperanças de uma gravidez e nascimento saudáveis a alcançar isso'.
Comentando o estudo, o especialista britânico em fertilidade Stuart Lavery, médico do Queen Charlotte's Hospital, em Londres, disse:
'Há um grande aumento no número de mulheres com idade mais avançada se submetendo a tratamentos por FIV.' 'Anteriormente, achávamos que essas anomalias nos cromossomos estavam associadas à idade do ovo.' 'O que esse trabalho mostra é que muitas das anomalias não são aquelas convencionalmente associadas à idade. (O estudo) aumenta a preocupação de que algumas das anomalias estejam relacionadas ao tratamento'. 'Não está muito claro se a medicação em si estaria afetando a qualidade do óvulo ou se a medicação estaria apenas reforçando o problema e excluindo óvulos que o sistema de controle de qualidade da natureza teria descartado (no processo natural de engravidamento).'
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Video = Dicas sobre a Gravidez depois dos 40 anos

Médicos falam no vídeo abaixo dos riscos e cuidados para uma gravidez despois dos 40 anos. Vejam algumas mães falam de sua experiência real e na felicidade de se ter um filho nesta idade, e outras que estão tentando mesmo depois dos 40. Veja por que é tão dificil...
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Video = Especialistas falam sobre os riscos da gravidez tardia para mães e bebês

Vejam no vídeo abaixo alguns especialistas falando sobre os riscos da gravidez tardia para mães e bebês, e a A difícil tarefa de conciliar a vida profissional com a pessoal, que acaba levando muitas mulheres a adiar o plano de engravidar. Mas é importante que a mulher saiba de que a gravidez tardia pode trazer riscos para a mãe e para o bebê.
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Video = Número de mulheres grávidas com mais de 40 anos cresce quase 30% em dez anos

Veja uma matéria do Jornal da Manhã que mostrar que o número de mulheres grávidas com mais de 40 anos cresce quase 30% em dez anos! E foi realmente o que percebemos também na própria loja da Zazou, em que nestes 10 anos de existência da Zazou, a idade média das clientes subiu em 5 anos, mostrando exatamente esta realidade. Isto significa também que é preciso fazer uma moda focada nesta cliente e neste perfil também, que não vão estar desamparadas nas lojas da Zazou, pelo contrário vão se sentir em casa. Vejam abaixo fotos de alguns exemplos práticos de quem visitou e se vestiu na Zazou durante sua gravidez depois dos 40:
Gravidez Tardia de FamosasGravidez Tardia de Famosas
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Adiar gravidez expõe mulher a miomas

Ao adiarem a gravidez para depois dos 35 anos, as mulheres se tornam mais vulneráveis ao surgimento de miomas no útero, que atingem até 80% da população feminina, de acordo com os médicos. Só no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, são atendidas cerca de 400 mulheres por mês com a doença. Esse tipo de tumor, embora benigno, é o principal responsável pelas cirurgias de retirada do útero (histerectomia), que já está entre os procedimentos mais comuns da área ginecológica e impossibilita gestações posteriores.
"Hoje, se fala muito mais em mioma porque as mulheres começam a vida reprodutiva mais tarde", diz o ginecologista e obstetra Alberto d´Áuria, do Hospital e Maternidade Santa Joana.
Segundo ele, a gravidez é o único fator reconhecidamente protetor contra a doença. Isso porque o mioma é "alimentado" pelo hormônio estrógeno e inibido pela progesterona.
"Durante a gestação, a produção aumentada de progesterona durante 14 meses atua como um tratamento suficiente para amansar e acalmar as células que estão na iminência de se multiplicar e se transformar em mioma", completa o especialista.
Cerca de 25% das mulheres com mioma sofrem com os sintomas da doença, caracterizados por dor, sangramento e infertilidade. Nesses casos, o tratamento do tumor pode ser de várias formas: há opções clínicas, com a administração de remédios que minimizam os sintomas, mas apenas a técnica cirúrgica é capaz de impedir a reincidência da doença. A histerectomia é uma das alternativas mais eficazes. No HC, por exemplo, entre 50% e 60% das pacientes passam pelo procedimento cirúrgico. A doença tem forte componente genético, mas há alguns outros fatores de risco, além da gravidez tardia, que são observados na prática clínica: obesidade e hipertensão estão entre eles, segundo o ginecologista Eduardo Zlotnik, do Hospital Israelita Albert Einstein. Além disso, mulheres negras são mais suscetíveis ao problema se comparadas às brancas e asiáticas. "Infelizmente, não sabemos por que uma célula começa a se multiplicar de forma desordenada. É uma doença hormônio-dependente e vemos que mulheres que usam anticoncepcional oral correm menos riscos, mas não conhecemos uma ação preventiva forte", diz o ginecologista Rodrigo Aquino Castro, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A boa notícia é que o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) começou a testar um novo equipamento capaz de destruir tumores por meio de ondas de ultrassom superpotentes. O primeiro tipo de tumor a ser tratado experimentalmente pelo High Intense Focus Ultrassound (Hifu) foi o mioma. No momento do anúncio, o equipamento já tinha sido usado para tratar miomas de seis mulheres com sucesso. A vantagem da técnica é o fato de ser pouco invasiva: não há necessidade de cortes e o tumor é eliminado sem a danificação de tecidos adjacentes.
High Intense Focus Ultrassound (Hifu)
O Hifu combina a ressonância magnética, que permite localizar o tumor com precisão, com um feixe de ultrassom cerca de 20 mil vezes mais potente do que o usado em exames de imagem. Esse feixe é direcionado apenas para o tumor e a temperatura no local chega a 80ºC. Assim, o tumor é queimado sem danificar os demais tecidos. A técnica ainda não está disponível em larga escala, sendo usada experimentalmente em pacientes selecionados pelo Icesp.
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Atriz Solange Couto Visita Taís Araujo na Maternidade Vestida de Zazou

A sorrindente e simpática atriz Solange Couto tem uma vida social agitada, e por isto mesmo durante sua gravidez tardia, ela tem se vestido na Zazou no Rio. Vejam só a foto dela acompanhada do marido, Jamerson Andrade, vestida de preto básico com um casaco, ambos da Zazou, ao visitar a amiga Taís Araujo na Maternidade Perinatal na Barra, para conhecer João Vicente, primeiro filho da Taís com o ator Lázaro Ramos.
Atriz Solange Couto Visita Taís Araujo na Maternidade Vestida de Zazou
Veja ela com outros looks de inverno da Zazou em: www.zazou.com.br/home/default.asp?id=album&pg=SolangeCouto
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Video = Tenho 45 anos, ainda posso engravidar ou recorrer a fertilização?

Tenho 45 anos, ainda posso engravidar ou recorrer a fertilização? Veja no vídeo abaixo o que diz a respeito da gravidez tardia o Ginecologista e Obstetra Dr. Nelson Antunes Jr.
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Video = Ginecologista fala sobre os perigos da gestação tardia = Solange aos 54 e Betty aos 46

Ainda que a mulher ser preparada biologicamente para engravidar entre 22 e 26 anos, temos visto nos dias de hoje cada vez mais a realidade da gravidez tardia, que tem suas particularidades e perigos, que são descritos no vídeo abaixo por um médico especialista. E temos muitas clientes grávidas com mais de 40 anos, como foi o caso recentemente da atriz Solange Couto, que ficou grávida aos 54 anos, ou a atriz Betty Gofman, que ficou grávida aos 46 anos, e nem por isto deixaram de curtir bem sua gestação, logicamente bem vestidas todas exclusivamente de Zazou é claro...
Betty Gofman Grávida Vestida de Zazou e a Gravidez TardiaBetty Gofman Grávida Vestida de Zazou e a Gravidez Tardia
Betty Gofman Grávida Vestida de Zazou e a Gravidez TardiaBetty Gofman Grávida Vestida de Zazou e a Gravidez Tardia
Estão ai as duas para provar de que nem a gravidez, tão pouco a idade, é mais desculpa para não continuar a estar bem vestida e linda. Pelo menos para as grávidas que visitam as lojas da Zazou...
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