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5 Dicas para uma gravidez saudáve

A maioria das mulheres quando desejam engravidar se preocupam em manter uma gestação saudável para que o bebê venha forte e saudável. A maternidade é um período que deixa muitas mulheres em dúvida do que se deve ou não fazer para ter uma gestação tranquila, geralmente nessa fase o corpo passar por várias transformações, sem falar no psicológico da mulher que passa por diversos estágios e as emoções ficam a flor da pele.

O que fazer para passar por mais essa etapa da vida de maneira saudável e serena ?Hoje separamos cinco dicas para as futuras mamães que desejam passar por uma gravidez tranquila e saudável confira abaixo quais são elas:

1) FAÇA EXAMES DE ROTINA

Para ter uma gestação saudável e segura é importantíssimo que a mulher faça sempre o pré-natal com todos os exames e consultas prescritos pelo seu médico obstetra, havendo alguma dúvida ela deve sempre esclarecer com o seu médico todas as suas inseguranças e qualquer mudança que esteja lhe incomodando no momento da gestação.

O acompanhamento médico é essencial para observar todas as mudanças não só para o desenvolvimento fetal do bebê, como também para acompanhar a futura mamãe em seu quadro de gestação e assegurar a ambos uma gravidez tranquila e saudável!

2) SAIA DO SEDENTARISMO = PRATIQUE ATIVIDADES FÍSICAS

O sedentarismo não faz bem a ninguém e a prática de atividades físicas é muito importante para todas as mulheres até para aquelas que estão no período de gestação devem fazer atividades físicas durante a gravidez, lógico que sempre recomendado pelo seu médico e exercícios apropriados para uma gestante, fazer atividades físicas durante a gravidez vai além do controle de peso, qualquer atividade física ajuda e muito a futura mamãe aliviar as tensões, melhora ainda a circulação sanguínea, a postura e o condicionamento cardiorrespiratório, fortalece a musculatura abdominal, diminui as dores lombares, facilita a recuperação pós-parto, além de prevenir o diabetes gestacional ou permitir um controle adequado para quem já o possui.

As mulheres que estão no período de gestação e já faziam antes atividades físicas podem continuar a pratica-las; porém, mas sempre devem ser acompanhadas por um profissional. Já para as sedentárias, comece aos poucos boas opções são a hidroginástica e a caminhada.

3) ATENÇÃO REDOBRADA NA ALIMENTAÇÃO

Manter uma alimentação saudável e equilibrada é um passo bastante complicado para a maioria das gestantes, porém é fundamental que durante toda a gestação a mulher tome bastante cuidado com a alimentação, o ideal é procurar um médico nutricionista para fazer um cardápio apropriado para esse período, nessa fase a mulher tende abusar de certos alimentos que costumam trazer futuramente sérios problemas não apenas na parte estética como também na saúde como um todo. A grávida deve ingerir bastante líquido, evitar todo o excesso de frituras, açúcar e sal, então nada se sair comendo todos os salgadinhos e doces que achar pela frente. Alimentos que não são saudáveis só vão fazer você engordar ainda mais e vão ajudar a retenção de líquidos, além de repercussões do excesso de insulina para o bebê o que é prejudicial ao feto.

Por esse motivo a alimentação é um fator que deve ter a sua atenção redobrada e acompanhada se possível de um médico nutricionista, alimentar-se, a cada três horas de alimentos com baixo valor calórico e grande valor nutricional é o melhor a se fazer quando desejamos ter uma gravidez saudável e sem riscos. Programe-se para fazer uma dieta balanceada,com um cardápio que inclua frutas, legumes, vegetais e proteínas durante e após a gestação. Então já sabe nada de se render aos famosos “desejos de grávida”, policie-se!

4) DURMA BEM

A gestante necessita de boas noites de sono para ter uma melhor qualidade de vida, e além disso o descanso programado devem fazer parte da rotina de toda mulher que está grávida, eles são fundamentais para uma gestação tranquila e saudável. Caso necessário invista em um colchão adequado e um travesseiro que não force muito a região cervical são pré-requisitos para um bom descanso.

Procure criar hábitos de deitar por 20 minutos no meio da manhã e a da tarde, sempre que possível, outra dica é manter as pernas levemente elevadas, para ajudar na circulação e evitar os famosos inchaços que a maioria das gestantes costumam ter nos pés. Vale ainda apostar em técnicas de relaxamento, ou praticar ioga, alongamentos,até mesmo massagens relaxantes para aliviar a tensão e o estresse, agindo assim você certamente terá uma boa noite de sono, que irá refletir trazendo ótimos benefícios durante toda a sua gestação.

5) NUNCA TOME REMÉDIOS SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA

Sabe aquela azia que a maioria das grávidas sentem? cuidado com os medicamentos, nunca tome nada sem antes conversar com o seu médico. Todo e qualquer remédio deve ser prescrito pelo seu médico, por mais simples e inofensivo que ele lhe pareça.

Sempre pergunte ao seu obstetra se está liberada durante a gestação os remédios que tiver dúvida e relate sempre ao médico sobre possíveis reações alérgicas. Alguns medicamentos são abortivos e podem causar hemorragia nas mulheres grávidas, ou até afetar o bebê ,então fique atenta e NUNCA se auto medique.

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Pregorexia = Anorexia na Gravidez

Queria usar aqui o caso da modelo Sarah Stage, que está a menos de uma semana do nascimento de seu primeiro filho, mas o que mais chama a atenção é a barriga definida que ela continua exibindo no nono mês de gravidez, para um assunto importante que esta pode de trás disto tudo...
“É sem dúvida um caso de transtorno alimentar”, garante a psicóloga Irema Barbosa Magalhães, que já acompanhou mais de cem casos de grávidas anoréxicas.


Há seis anos, a especialista estuda casos de “pregorexia” (termo em inglês para definir anorexia na gravidez) e avalia de perto essas mulheres desde o início da gestação até dois meses após o parto.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, estima-se que os transtornos alimentares atinjam 3% das gestantes. “Mas alguns estudos já mostraram que, nos Estados Unidos, por exemplo, cerca de 10% das grávidas sofrem de algum transtorno alimentar não identificado”, comenta Irema, que estuda o tema como parte de seu doutorado na Universidade Paris V da Sorbonne.

Segundo a especialista, o tema não é novo, começou a ser estudado no final dos anos 80. Mas casos como o de grávidas saradas, que expõem a gestação no Instagram, e de famosas que continuam magras durante a gravidez, como Victoria Bekcham, contribuem para que o assunto volte à tona.

O caso da modelo norte-americana Sarah Stage alerta para possíveis consequências que o movimento de musas fitness, obcecadas em documentar suas rotinas de exercícios e alimentação no Instagram, pode provocar.
“Trata-se de um transtorno alimentar só pelo fato de ela não querer ganhar peso durante a gravidez. E o exibicionismo da barriga nas redes sociais para mostrar que não está engordando é um comportamento muito peculiar de quem sofre com isso”, diz a especialista. “Em uma das fotos, ela chegou a dizer que a criança está pesando 2 quilos. Isso é impossível. Considerando líquido amniótico e placenta, não tem como o bebê ter esse peso dentro da barriga que ela mostra nas fotos.”


O controle de alimentação, calorias e exercícios é o que diferencia uma grávida anoréxica daquela naturalmente magra. Um referencial mais exato pode estar no IMC (Índice de Massa Corporal).
“Quando ele está abaixo de 18,5, é sinal de desnutrição. Neste caso, a recomendação é de um ganho de peso em torno de 12,7kg a 18kg. Mas também não quer dizer que uma pessoa com um índice maior não vá ter grandes problemas de transtorno alimentar”, esclarece a psicóloga.


Ela explica, ainda, que desenvolver algum distúrbio só durante a gestação é raro. Na verdade, o histórico de anorexia ou bulimia pré-gravidez pode contribuir para o quadro durante a gestação. O que acontece, segundo Irema, é que, em alguns casos, a patologia existiu, mas nunca foi diagnosticada. E daí a futura mãe pode ser surpreendida de alguma forma.
“Essas mulheres tendem a comer exatamente aquilo que o médico sugere, nenhum grama a mais. Eu já vi paciente emagrecer, engordar só três quilos ou então engravidar pesando apenas 34kg. Essas jamais vão se adaptar nutricionalmente para a vinda do bebê. Elas vão é fazer muito exercício físico”, diz Irema.


A especialista também descarta que os distúrbios possam aparecer em alguém sob influência de grávidas saradas ou famosas magras. “Isso só acontece se as seguidoras ou admiradoras tiverem tendência a apresentar algum distúrbio psicológico.”

Para Irema, a anorexia é um mal-estar muito mais profundo do que a simples questão de querer se adequar a certo padrão de beleza. “É muito mais sobre não querer ter aquele corpo de mulher, mais profundo do que querer parecer uma modelo de capa de revista.”

Na verdade, o quadro se manifesta como uma forma de controlar tudo aquilo que ela puder, corpo e alimentação, quando não é possível dominar algum conflito interno. "É exatamente por isso que ela acontece, principalmente, na gravidez e na adolescência – dois momentos de transição significativos", diz.
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Trabalhando durante a gravidez

A cada ano aumenta o número de mulheres grávidas que continuam trabalhando, isso porque é cada vez mais explícito que trabalhar não vai machucar o bebê e porque as mulheres atuais estão mais ativas do que nunca. Exceções feitas para mulheres que têm uma gravidez de alto risco, o trabalho não prejudica em nada o período da gestação, só é preciso tomar cuidados especiais.

Por exemplo veja abaixo o caso da Carol Chab, engenheira agrônoma e radialista, está grávida de seu primeiro filho e continua trabalhando diariamente, apenas reforçando alguns cuidados médicos.
“Apresento meu programa na rádio de segunda à sábado, das dez da manhã ao meio dia, e não quero deixar de lado a minha profissão por causa da gravidez: quero agregar aos dois”, comenta.


O ideal é que mulheres grávidas adaptem a sua função à gravidez de forma que sintam-se mais seguras, façam boas refeições e possam descansar sempre que sentirem vontade.

Não é novidade que, durante esse período, é preciso evitar esforços exagerados, como fazer muitas horas extras, viagens prolongadas sem orientação do seu médico e até as festas depois do expediente se a futura mamãe estiver cansada, mas isso não é motivo para deixar de viver.
“A gravidez é um momento único, especial, mas, ao mesmo tempo, não se pode deixar que ela seja o único foco da sua vida. Você tem pessoas ao seu redor, sua profissão e seus hobbies. O legal mesmo é poder unir tudo isso”, comenta Carol.


As principais dicas para continuar na ativa e evitar problemas com o bebê são fazer pausas a cada três horas, caminhar, fazer alongamentos, elevar os pés algumas vezes ao dia para facilitar a circulação e evitar inchaços.
“Além disso percebi, na prática, que nós, grávidas, vamos ao banheiro com muito mais freqüência. Por isso, se puder trabalhar perto de um banheiro será melhor para você, qualquer coisa peça para mudar de lugar com algum colega, ele não irá recusar. E, é claro, sempre que precisar ir ao banheiro, vá. Não fique segurando a vontade”, sugere Carol.


Fazendo refeições leves e saudáveis a futura mamãe se sentirá mais confortável para trabalhar, assim como evitando ambientes quentes e abafados.
“Sempre que ficar com calor abra as janelas ou saia do local por algum tempo, afinal, ninguém quer que a sua pressão baixe, não é?”, brinca.


Quando estiver no final da gravidez você poder decidir junto com seus colegas e superiores qual é o melhor momento para parar de trabalhar.
“Algumas mulheres trabalham até o último dia da gestação, outras optam por parar algumas semanas antes. Independente da sua escolha, o ideal é deixar tudo planejado com antecedência para não comprometer o trabalho de ninguém”, opina Carol.


Porém, é preciso lembrar que quando o parto se aproxima, a mulher tende a se cansar mais rápido e poderá ser difícil manter o trabalho no nível de sempre. Além disso, é importante deixar um pouco de tempo para descansar, afinal, esses são os últimos dias em que a mamãe vai poder dormir sem as preocupações de o neném acordar durante a noite.
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Café durante a gravidez pode aumentar chances de leucemia no bebê

Mulheres que consomem café durante a gravidez podem prejudicar os seus bebês. Pelo menos foi o que indicou um estudo divulgado recentemente pelo jornal inglês "Daily Mail", que diz de que as crianças nascidas de mães que tomaram dois copos da bebida por dia na gestação têm mais de 60% de chances de desenvolver leucemia na infância.

Segundo a pesquisa, a cafeína altera o DNA dos embriões e os torna mais vulneráveis a desenvolver tumores. Estudiosos afirmaram que as autoridades devem alertar as gestantes sobre o consumo de café, assim como são aconselhadas a cortar o fumo e o álcool.

O professor de Efeitos da Radiação da Universidade de Bristol, Denis Henshaw, informou que não considera que as gestantes devam parar de tomar a bebida, mas devem reduzir o consumo.
"As gestantes podem beber menos de dois copos por dia, ou talvez até ocasionalmente. Os estudos confirmam que há risco de 60% da criança desenvolver leucemia quando o consumo é superior a isso. A incidência da doença aumentou muito nas últimas décadas", disse o professor.
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Nutricionistas orientam sobre hábitos saudáveis na gravidez e tiram dúvidas sobre o que comer na gravidez?

A alimentação equilibrada é um hábito recomendado para toda a vida. Durante a gestação, a responsabilidade quanto à alimentação aumenta, uma vez que implica diretamente no perfeito desenvolvimento do feto. As nutricionistas da Coordenação Técnica de Nutrição do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente, Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) Daniele Marano, Marcela Knibel e Roseli Costa, explicam como o consumo dos alimentos saudáveis durante a gravidez influencia a saúde dos bebês.

1) Mas qual será na prática a real importância de uma boa alimentação na gravidez?

A alimentação adequada ao longo do período gestacional exerce papel determinante sobre os desfechos relacionados à mãe e ao bebê. Contribui para prevenção de uma série de ocorrências negativas, assegura reservas biológicas necessárias ao parto e pós-parto, garante substrato para o período da lactação, como também favorece o ganho de peso adequado de acordo com o estado nutricional pré-gestacional. Ressalta-se que a inadequação do ganho de peso durante a gestação tem sido apontada como fator de risco tanto para a mãe quanto para a criança, contribuindo para a elevação da prevalência de uma série de problemas.

2) Mas então o que não pode faltar no prato de uma grávida?

As refeições devem contemplar todos os grupos alimentares existentes. A gestante deverá ingerir vegetais (folhosos e legumes), frutas, carne bovina, frango, fígado (uma vez por semana), ovos e peixes (sardinha, salmão, atum, pescada, cavalinha), leguminosas (feijão, grão de bico, lentilha, ervilha), cereais (arroz integral, batata, milho, entre outros), azeites (de preferência extra virgem), leite e derivados do leite (fora do horário do almoço e jantar).

As carnes deverão ser assadas, grelhadas, ensopadas ou cozidas, evitando as frituras. Recomenda-se não ingerir gordura vegetal hidrogenada, que pode comprometer o crescimento e o desenvolvimento fetal.

3) E como devem ser distribuídas as refeições ao longo dos dias?

As refeições devem ser distribuídas em seis vezes ao dia: desjejum, colação, almoço, lanche, jantar e ceia. Os intervalos em média são de três horas entre uma e outra refeição.

4) Há uma estimativa de quantos quilos a mulher deve engordar durante a gestação?

O ganho de peso na gestação deve ser suficiente para promover o desenvolvimento fetal completo e também para armazenar nutrientes adequados no organismo materno para o aleitamento. Nenhuma mulher deve perder peso durante a gravidez, independente do seu Índice de Massa Corporal (IMC) antes de engravidar. O Institute of Medicine (IOM) recomenda as faixas de ganho de peso ideal durante a gestação.

5) Mas qual o peso ideal?

No caso de gestação de feto único, o ganho de peso (Kg) recomendado é:

- Gestantes com baixo peso pré-gestacional: 15,0kg (média);
- Gestantes com peso adequado pré-gestacional (eutróficas): 12,5Kg (média);
- Gestantes com sobrepeso pré-gestacional: 9,0Kg (média);
- Gestantes com obesidade pré-gestacional: 7,0Kg (média).

No caso de gestação múltipla (dois ou mais fetos), o ganho de peso também dependerá do estado nutricional pré-gestacional, podendo variar de 11,0 Kg (obesidade pré-gestacional) a 27,9 Kg (baixo peso pré-gestacional).

A gestante deverá ter acompanhamento nutricional no pré-natal, para avaliação do estado nutricional, detecção de possíveis inadequações dietéticas, desmistificação de mitos e realização da educação alimentar e nutricional. As consultas devem ser iniciadas, preferencialmente, no primeiro trimestre da gestação.

Algumas mulheres, especialmente com gêmeos, perdem bastante peso durante e após a gestação por causa dos filhos.

6) Nestes casos é recomendada a utilização de suplementos nutricionais?

Tanto em mulheres com gestação de feto único quanto nas gravidezes gemelares pode ocorrer diminuição de peso devido às adaptações hormonais. A ação do estrogênio pode causar náuseas, vômitos e anorexia, principalmente, no primeiro trimestre. A perda de peso após o parto ocorre, geralmente, em maior intensidade nos primeiros três meses e naquelas que amamentam exclusivamente. Os suplementos nutricionais são recomendados nas situações em que a demanda nutricional não é atendida por meio da dieta.
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Vídeo = Nutrição durante a gestação e amamentação

Veja no vídeo abaixo algumas dicas com uma especialista sobre a nutrição durante a gestação e amamentação.
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Suplementos e Vitaminas Durante a Gravidez

É muito comum as gestantes saírem da primeira consulta do pré-natal com uma lista de suplementos para garantir uma gravidez saudável e o desenvolvimento perfeito do bebê. Mas será que tudo isso é mesmo necessário. Os especialistas afirmam que não. Indispensável, mesmo, somente o ácido fólico. O ferro é prescrito com frequência porque maioria das pessoas tem carência desse mineral, mas uma alimentação balanceada pode assegurar as outras vitaminas.

A importância do ácido fólico, explica o nutrólogo Roberto Navarro, é porque ele pode reduzir pode reduzir em até 75% os casos de má-formação do tubo neural do feto, como mielomeningocele e espinha bífida. Por isso, o Conselho Federal de Medicina recomenda que os médicos receitem no primeiro trimestre da gestação. Nesse caso, a alimentação não supre.

Apesar de a farinha de trigo branca ser, por lei, enriquecida com ácido fólico, o que trouxe melhora, de modo geral, nos casos de má-formação e também na redução da anemia na população, o suplemento não está presente nas quantidades adequadas para as gestantes. Além disso, o ácido fólico aquecido é menos absorvido no organismo e tudo o que se faz com a farinha de trigo é normalmente assado.

Para trazer benefícios para uma gestação, é preciso ingerir 400 mg de ácido fólico por dia, que pode ser adquirido no comprimido diário. O mais indicado é que a mulher comece a tomar os suplementos de ácido fólico de dois a três meses antes de engravidar e siga até a amamentação. "Apesar do benefício contra a má-formação vir apenas no primeiro trimestre, sugere-se que continuar tomando até o final da gravidez possa trazer benefícios não relacionados ao tubo neural", explica o ginecologista Rafael Davi Botelho, do HCor.

O médico afirma que, no caso das outras vitaminas, as mulheres que se alimentam bem podem dispensá-las “Na ausência de uma avaliação cuidadosa por um nutricionista, é prudente, no entanto, recomendá-los”, ressalva.

Para a mulher que for tomar suplementos polivitamínicos na gravidez, sempre recomendado por um médico, o ginecologista Cláudio Severino, do Hospital Samaritano dá a dica: a vitamina deve ser ingerida 15 minutos antes do almoço ou jantar, uma vez ao dia. “A recomendação é porque está perto da refeição, o estômago está mais ácido”, diz. Além disso, tomar a vitamina com sucos ácidos, como o de laranja ou limão, aumenta a absorção dos nutrientes.

Veja abaixo onde encontrar as vitaminas necessárias e quando a suplementação é importante:

Ferro: recomendado para gestantes a partir do segundo trimestre da gestação, quando a mãe precisa produzir mais hemácias e o feto também. Se a mãe estiver anêmica antes do segundo trimestre, o ferro é recomendado antes. De praxe, é estendido até a amamentação.

Para o ginecologista Cássio Sartorio, do Vida, Centro de Fertilidade da Rede D’Or, se a mãe tiver uma alimentação adequada com ferro de origem animal (que tem alta absorção) e o exame de sangue mostrar que os níveis estão dentro do padrão, ela não precisa de suplementação. “O problema é que a maioria tem carência de ferro na gravidez”, explica Sartorio. O acompanhamento médico para quem optar por não tomar suplemento deve ser rígido.

Ômega 3: Navarro conta que alguns estudos mostraram que a mãe que tem uma dieta mais rica em ômega-3 resulta em um bebê com quociente de inteligência maior no primeiro ano de vida, bem como diminui a chance de parto prematuro e bebê de baixo peso. Essa substância é principalmente encontrada na gordura do peixe (DHA e EPA), que são fundamentais para o desenvolvimento do feto.

Se a mãe come peixe diariamente ou três vezes na semana (atum, sardinha, salmão ou truta), não é preciso suplementar. Caso contrário, uma cápsula ao dia durante toda a gestação supre a necessidade. Mas atenção, apesar da venda livre, a grávida só deve tomar suplemento se for orientação médica. “Em doses muito altas, o ômega-3 altera a coagulação do sangue e pode dar hemorragia no parto”, alerta o nutrólogo, lembrando que as grávidas devem passar longe de peixe cru.

Vitamina A: a grávida precisa de 10% a mais de vitamina A do que se não estivesse gerando um bebê. Nos suplementos direcionados para gestantes, essa vitamina já está dosada. “Se ela optar pela alimentação, três cenouras a mais por dia, por exemplo, é suficiente para suprir essa necessidade”, explica Navarro.

Se for por meio de suplementos, é preciso tomar estritamente a quantidade receitada pelo médico, porque a dose alta de vitamina A aumenta as chances de má-formação fetal. “Pela alimentação é muito difícil ter excesso de vitamina”, explica.

Vitamina C: quando há um bebê na barriga, o aporte de vitamina C deve ser de 13% a mais, ou uma laranja a mais por dia, além da quantidade comum que já se consumia da vitamina, explica o nutrólogo.

Vitaminas do complexo B (B1, B2, B3, B6): uma grávida precisa de 30% a mais dessas vitaminas, que estão presentes normalmente nas carnes. “Cem gramas a mais de carnes magras já supre essa necessidade”, conta o nutrólogo. Há, também nos vegetais, mas aí a quantidade deveria ser maior – um prato a mais, com todas as cores de vegetais (vermelho, verde, laranja), ou uma colher de chá de levedo de cerveja por dia. No caso da vitamina B12, a mulher precisa de 8% a mais.

Zinco: para estar dentro dos padrões, uma futura mamãe precisa de 38% a mais de zinco do que quem não está grávida. Esse mineral está presente onde tem proteína, seja vegetal ou animal. Se a mulher já come 100 gramas a mais de carne por dia por conta do complexo B, ela já consegue a quantidade de zinco necessária. Para quem não gosta da carne, há zinco no feijão, grão-de-bico, soja, e basta uma concha a mais no prato.

Iodo: suprir 47% de iodo pode não ser uma tarefa simples, já que a maior parte está presente no sal e nas algas marinhas, dois alimentos que as grávidas devem passar longe, uma vez que sal em excesso aumenta a pressão arterial e as algas marinhas podem estar contaminadas, causando sérios danos à saúde. O jeito, então, é ficar com as castanhas, nozes e amêndoas. Uma castanha a mais por dia já impede que a grávida tenha carência de iodo.

Selênio: para uma boa gravidez, é preciso ter mais 9% de selênio, que pode ser encontrado em uma castanha-do-pará a mais por dia.
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Vídeo = Nutrição durante a gestação e amamentação

Vejam no vídeo abaixo dicas sobre Nutrição durante a gestação e amamentação com a Nutricionista Josiane.
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7 Cuidados que deve ter no início de sua gravidez

Por conta disso, a mulher precisa manter alguns cuidados muito antes da concepção. O ideal é começar o acompanhamento médico antes que ocorra a gravidez, para se preparar e fazer todos os exames necessários como sorologias, hemograma, dosagens hormonais, urina, Papanicolaou, colposcopia e ultrassonografia para garantir que a mãe e o bebê não corram nenhum risco de saúde.

Para ajuda-la nesta fase, pegamos então algumas dicas com a Dra. Erica Mantelli (CRM-SP: 124.315), que é ginecologista e obstetra pós–graduada em Sexologia pela Universidade de São Paulo (USP).

A primeira delas é que após os resultados dos exames é hora da mãe investir em suplementação, afinal toda mulher que deseja ter um filho precisa redobrar a atenção, principalmente com a alimentação. A gestante precisa por exemplo passa a consumir mais ácido fólico, que é uma vitamina do complexo B presente em espinafre, brócolis, vegetais de folhas verde-escuras, fígado, frutas cítricas e gema de ovo. A deficiência dessa vitamina pode causar uma má-formação do tubo neural do bebê que está iniciando o seu desenvolvimento dentro da barriga da mãe.

Para conseguir levar a diante uma gravidez, a ginecologista e obstetra Erica Mantelli listou sete dicas para você futura mamãe se preparar para a gravidez. Confira:

1) Pré-natal

É importante que a mulher faça um bom pré-natal para garantir uma gestação tranquila. A escolha do obstetra e do ginecologista deve ser levada em consideração, o bom relacionamento entre o médico e a gestante é fundamental em todo os meses da gravidez.

2) Alimentação

Muitas mulheres se preocupam tanto com a alimentação nessa fase que param de comer certo tipo de alimento. O ideal é fazer uma dieta que inclua verduras, legumes e frutas, carboidratos (de preferência integrais), proteína -que pode vir do peixe, da carne, do frango, dos ovos, de castanhas ou sementes -- e também leite e laticínios em geral.

3) Faça atividade física regularmente

A atividade física na gestação melhora o humor com a liberação da serotonina. Se você já está acostumada a se exercitar, mantenha a caminhada leve, desde que se sinta confortável.

A atividade física auxilia no controle do peso, menor risco de diabetes gestacional, hipertensão arterial e de problemas com coluna. Mas, antes de fazer qualquer atividade, consulte o seu médico.

4) Não se automedique

É importante não tomar nenhum tipo de remédio antes de consultar o seu médico. Além disso, na primeira consulta durante o pré-natal informe o seu médico quais são os medicamentos que você toma com frequência e pergunte se o remédio irá fazer mal a saúde do seu bebê.

O ideal é antes mesmo de engravidar já substituir os medicamentos e cosméticos por aqueles que são permitidos na gravidez, para que não prejudique o bebê desde as primeiras semanas.

5) cuidado com o consumo de cafeína

O consumo de café, chás, refrigerantes devem ser reduzidos na gestação. O seu excesso pode contribuir para o baixo peso do bebê.

6) Pare de fumar e beber

Lembre-se que gestantes fumantes correm um risco maior de abortamento espontâneo, de parto prematuro e de ter um natimorto. O ideal é parar de fumar antes mesmo de engravidar, porém, se não conseguir tente reduzir o número de cigarros por dia, qualquer redução pode salvar a vida do seu bebê.

Em relação ao álcool, o seu excesso pode ser responsável por várias causas desde dificuldade para aprender até problemas congênitos. Procure não beber nessa fase.

7) Descanse

O cansaço e o sono também podem interferir no bebê. Técnicas de relaxamento como ioga, alongamentos e massagem ajudam a reduzir o estresse e colaboram para você dormir melhor.

Para mais dicas dela, basta acessar o site: www.ericamantelli.com.br
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Alimentação correta durante a gravidez

Todo cuidado é pouco quando se trata de gravidez, principalmente quando o assunto é alimentação. Durante a gestação o importante não é comer por dois, como a maioria diz, e sim manter uma alimentação saudável e equilibrada.

A nutricionista do Hospital Daher, Gianna Rosa, tirou algumas dúvidas sobre os cuidados necessários para uma boa alimentação no período gestacional. Ela afirma que durante este período é essencial o consumo de todos os tipos de macronutrientes de boa qualidade, são eles:

1) Carboidratos – preferencialmente os integrais, como pães e massas;

2) Proteínas – de preferência carnes brancas, leites e derivados desnatados;

3) Lipídeos – ricos em ômega 3 e 6; e Micronutrientes – vitaminas, minerais presentes nas frutas, legumes e verduras.

4) É recomendado que gestantes evitem o consumo de doces, carboidratos refinados e gorduras saturadas.

É normal que durante a gravidez a mulher sinta fome a toda hora, e por isso acabam comendo mais do que o necessário. Por outro lado, há um grupo de mulheres que por medo de adquirir quilos a mais faz inúmeras dietas e diminui as principais refeições, o que acaba prejudicando a saúde do bebê e da mãe. A gestante deve se alimentar de forma saudável de três em três horas e em pequenas porções, e não é necessário comer sempre que sinta fome, pois esta necessidade por vezes pode ser apenas gula. É preciso saber distinguir cada necessidade e desejo.
“Não é recomendado um grande consumo de produtos lights, diante dos cuidados com o peso, e sim a ingestão de alimentos saudáveis, ricos em fibras, vitaminas e minerais. Também é recomendado evitar ao máximo o consumo de alimentos industrializados”, alerta Gianna Rosa.


Existem algumas dúvidas que rondam a vida alimentar das gestantes, e uma das principais é o consumo de alimentos crus, como comida japonesa. Durante o preparo deste tipo de alimento, o pescado pode ser manuseado por pessoas que não tenham lavado adequadamente as mãos, sem falar em possíveis problemas com a assepsia do restaurante. Como o calor mata a maioria dos germes, o mais indicado é consumir apenas alimentos cozidos. De acordo com Gianna Rosa, o consumo de alimentos crus não prejudica a saúde, o que deve ser observado é a procedência do alimento, e principalmente se está fresco para consumo.

A nutricionista do Hospital Daher, Gianna Rosa, preparou abaixo um cardápio com uma refeição diária ideal para a saúde tanto da gestante, quanto da criança. O cardápio depende de vários fatores, como atividade física, presença de patologias associadas, carência de micronutrientes, estado nutricional e restrições alimentares. Levando em consideração esses fatores, o consumo considerável é:

• Desjejum:

1 fonte de CHO (carboidratos): pão integral, bolo sem caldas e/ou recheios, tapioca ou cuscuz; 1 a 2 fontes de proteína: leite, queijo, etc.;
1 fonte de cereal: granola ou aveia;
1 fruta.

• Colação (lanche da manhã):

1 fruta ou 1 fonte de CHO, vai depender da atividade física.

• Almoço:

2 a 4 fontes de verduras e legumes: salada e guarnição;
1 fonte de CHO: arroz, de preferência integral;
1 fonte de leguminosas: feijão;
1 fonte de proteína: carne branca.

Importante: evitar o consumo de bebidas durante as refeições, principalmente refrigerantes e sucos em pó.

• Lanche da tarde:

1 fonte de CHO: pão integral, bolo sem caldas e/ou recheios, tapioca ou cuscuz;
1 a 2 fontes de proteína: leite, queijo, etc.

• Jantar:

2 a 4 fontes de verduras e legumes: salada, guarnição;
1 fonte de CHO: arroz, de preferência o integral;
1 fonte de leguminosas: feijão;
1 fonte de proteína: carne branca.
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Vìdeo = Alimentação na Gravidez

Vejam no vídeo abaixo a Nutricionista Dra. Marianna falando sobre alimentação na gestação.
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Vitamina D na gravidez pode deixar o músculo do bebê mais forte

Crianças são propensas a ter músculos fortes se suas mães tiveram um nível mais elevado de vitamina D em seu corpo durante a gravidez. É o que afirma um estudo da Universidade de Southampton (Reino Unido), publicado em janeiro no Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism.

Os autores acompanharam quase 700 mães inglesas e seus filhos. Eles compararam os níveis de vitamina D no corpo dessas mulheres quando grávidas e avaliaram o quão bem seus filhos poderiam espremer um sensor de pressão aos quatro anos de idade.

Os resultados mostraram que crianças cujas mães tomaram vitamina D durante a gravidez tiveram apertos mais fortes e maior massa muscular quando chegaram a idade avaliada. Quanto mais vitamina D a mulher absorvera durante a gravidez, mais forte era o aperto de seu filho.

Segundo os cientistas, a vitamina D tem um efeito sobre a forma como as fibras musculares crescem no útero, ajudando os bebês a trabalhar melhor a musculatura após o nascimento. Eles afirmam que jovens com músculos fortes são menos suscetíveis a quedas e fraturas debilitantes na velhice.

Embora a vitamina D seja encontrada em peixes oleosos e outros alimentos, é, sobretudo criada pelo organismo quando a nossa pele é exposta à luz solar.

Durante a gravidez, a mulher deve adotar e mudar uma série de hábitos, principalmente alimentares. Afinal, o crescimento e o desenvolvimento do feto dependem exclusivamente da nutrição materna. Um estudo feito nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha verificou que mais da metade das gestantes analisadas, tanto adolescentes quanto adultas, não consomem as quantidades adequadas de nutrientes necessários para a plena formação do feto. Segundo a nutricionista Amanda Epifânio, do Citen, há uma necessidade ainda maior de consumir diversas vitaminas e minerais durante a gestação, e as deficiências nutricionais podem provocar desde um peso abaixo do ideal no recém-nascido até uma má formação fetal. "Algumas grávidas, inclusive, requerem atenção especial e suplementação extra alimentar", conta.
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Vitaminas na gravidez

A gravidez é provavelmente o período da vida em que as mulheres mais se preocupam com o que estão comendo e bebendo. Afinal, não é apenas a própria saúde que está em jogo, mas também o desenvolvimento do bebê. Para garantir uma gestação saudável, a maioria dos obstetras indica a suplementação vitamínica ao longo dos nove meses.

Para começar, se a grávida ainda não estava tomando ácido fólico (vitaminas do complexo B), ela deve começar a ingerir um suplemento com tal nutriente tão logo descubra que está grávida, até o fim do primeiro trimestre. A substância previne malformações relacionadas ao tubo neural do bebê (o que vai dar origem à coluna vertebral). A evidência já foi comprovada em inúmeros estudos científicos, tanto que as farinhas de milho e de trigo são enriquecidas com ácido fólico no Brasil e em outros países. Mas os benefícios vão além: a ingestão dessa substância, antes de engravidar e nas primeiras semanas de gestação, reduz em até 40% a chance da criança desenvolver autismo, segundo pesquisa publicada esse ano na revista da Associação Médica Americana.

A partir do segundo semestre, aumenta a necessidade de alguns minerais, como o ferro. A mulher grávida deve ingerir o dobro do normal nesse período. Uma das razões é que cresce o volume de sangue no organismo e o ferro é uma peça fundamental para a produção do mesmo. Não é à toa, portanto, que a fortificação de farinhas com ferro também seja garantida por lei. Nessa fase da gestação, começa o processo de ossificação dos ossos do bebê. Por isso a necessidade de cálcio do organismo também vai aumentar.

As carnes vermelhas são a principal fonte de ferro na alimentação. Uma dica é tomar suco de laranja após as refeições principais, já que a vitamina C presente na laranja favorece a absorção da substância pelo organismo. Já o cálcio é encontrado principalmente no leite e derivados e em vegetais verde-escuros. A suplementação tanto de ácido fólico, quanto de cálcio e de ferro são comuns na gestação, pois nem sempre a gestante consegue ingerir o mínimo recomendado diariamente.

Vale a pena deixar claro, no entanto, que os multivitamínicos não substituem um cardápio equilibrado. O problema é que atualmente a maioria das mulheres se alimenta de comidas processadas, que são nutricionalmente pobres. Nesse caso, faz-se necessário a suplementação não apenas dos minerais cuja necessidade aumenta na gravidez, como também de outros nutrientes. Mas antes de prescrever qualquer multivitamínico, é importante que o obstetra converse com a gestante para saber que substâncias realmente fazem ou não falta à alimentação dela. Ainda que a venda de vitaminas não exija receita médica, ela explica que, em excesso, podem trazer alguns problemas. Os riscos variam de acordo com o tipo de vitamina: o consumo exacerbado de vitamina E, por exemplo, causaria alterações na coagulação do sangue. Já o de vitamina C, cálculos renais. Ou seja, mais um motivo para evitar a automedicação.
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Dieta rica em gordura durante gravidez pode afetar cérebro de bebê

A ingestão frequente de gordura durante a gravidez pode alterar o cérebro do bebê em desenvolvimento, revelou um estudo feito por cientistas americanos. A pesquisa também sugere que essa dieta poderia aumentar a chance de obesidade do filho na vida adulta.

Os testes foram realizados em ratos e mostraram uma alteração na estrutura do cérebro desses animais quando houve ingestão em excesso de gordura durante a gravidez.

Segundo os cientistas, da Escola de Medicina da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, onde o estudo foi conduzido, essa pode ser uma das explicações para o fato de filhos de pais obesos terem maior propensão a se tornar adultos acima do peso.

Especialistas lembram, no entanto, que as mesmas mudanças no cérebro humano ainda não foram cientificamente comprovadas. Hábitos alimentares compartilhados por toda a família são um fator importante em relação à obesidade, acrescentam eles. Entretanto, há evidências de que uma dieta rica em gorduras durante a gravidez pode, de fato, moldar a silhueta da criança no futuro, assim como alterações no DNA.

O experimento feito em ratos mostrou que mães que tiveram uma dieta rica em gordura durante a gravidez deram à luz filhotes com alteração no hipotálamo – parte importante no cérebro para a regulação do metabolismo.

Esses filhotes tinham maior probabilidade de se tornarem obesos e desenvolver Diabetes Tipo 2 em relação a outros cujas mães receberam uma dieta normal.
"Para o filhote, isso pode ser um sinal de que ele pode crescer muito, pois o ambiente está rico em comida", explicou Tamas Horvath, pesquisador e professor de Yale. "Nós, definitivamente, acreditamos que tais processos são fundamentais para entender o que acontece com seres humanos e porque certas crianças têm grandes chances de se tornarem obesas. Precisamos pesquisar mais a fundo, pois esses estudos podem ter forte impacto tanto em animais quanto em serem humanos", acrescentou Horvath.


Segundo ele, uma alimentação saudável durante a gravidez pode ajudar a quebrar o ciclo de que pais obesos vão, incondicionalmente, gerar filhos obesos.
"Pesquisas de 20 anos mostram que a alimentação no início da vida tem efeitos duradouros sobre doenças cardiovasculares, osteoporose e alguns tipos de câncer", explicou Graham Burdge, professor da Universidade de Southampton. "Trata-se de um avanço importante, pois mostra circuitos neurológicos sendo alterados. Essa característica não foi vista antes", acrescentou Burdge.


Ele ressalva, no entanto, que há diferenças fundamentais na forma como ratos e humanos processam a gordura no organismo. Por isso, o mesmo pode não acontecer com mulheres grávidas.
"Muito do que sabemos vem de pesquisas em animais. O próximo grande passo é saber se os mesmos mecanismos ocorrem de igual forma em humanos e como podemos mudar isso".
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Vídeo = Alimentação Para Gestantes

Vejam no vídeo abaixo as dicas de uma alimentação saudável durante a gravidez no programa Cozinha Popular no SPTV da Globo, em que especialistas contam o que precisa fazer.


Se deseja saber o seu peso ideal, a Zazou tem uma calculadora que vai lhe ajudar em:

http://pesoideal.zazou.com.br
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Vídeo = Importância do Ácido Fólico na Gravidez

A cada mil crianças que nascem no Brasil, uma apresenta alguma deformação no tubo neural, estrutura embrionária que dará origem ao cérebro e à medula. Dentre os problemas, o mais grave é a anencefalia, quando o bebê nasce sem a massa cerebral. Para evitar situações assim, o Conselho Federal de Medicina divulgou uma recomendação sobre o uso do Ácido Fólico. Veja mais detalhes no vídeo abaixo na reportagem de Catarina Jatobá.
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Consumo de sal na gestação pode causar hipertensão no bebê

O consumo excessivo de iodo, encontrado no sal de cozinha, entre grávidas e lactantes, pode alterar a programação genética dos bebês causando hipertireoidismo e hipertensão quando se tornarem adultos. Por outro lado, se o consumo de sal durante a gravidez for baixo, o problema pode ser o desenvolvimento de resistência à insulina.

Entre as principais fontes de iodo, que naturalmente são bastante consumidos pelas gestantes, estão os temperos e condimentos, além de alimentos como: leite, queijo, ovos e bacon. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde a dose diária recomendada para a ingestão está em torno de 6 gramas por dia, incluindo aí o sal adicionado e o contido no próprio alimento.

Segundo o ginecologista Alberto Monteiro Júnior, durante a gestação, quando a mulher apresenta um excessivo aumento de peso e de volume de líquido corporal, de fato se justifica a redução da ingestão do cloreto de sódio. “As recomendações ficam em torno de 2g a 3g por dia, o que corresponde a menos de uma colher de chá, incluindo o sal dos alimentos e aquele utilizado no preparo deles. Se a mulher for hipertensa, torna-se obrigatório o controle mais rigoroso, pois a doença pode evoluir, representando um grande risco para a gestante e para o feto”, explica.

A hipertensão gestacional é uma complicação clínico-obstétrica que ocorre entre 5 e 7% das grávidas brasileiras. O aumento da pressão é um mal que pode comprometer a saúde e a vida tanto da mãe quanto do bebê. Alberto Monteiro é taxativo: “Maus hábitos e alimentação desequilibrada. Aí está a origem de praticamente todos os problemas de saúde”. Para ele, ainda, o aumento da pressão durante a gestação se inclui nessa sentença.

Alberto Júnior lembra que a deficiência na ingestão do iodo também pode causar um aumento da glândula tireoide e durante a gestação ocasionar danos cerebrais em crianças, porque os hormônios dessa glândula são alguns dos responsáveis pelo desenvolvimento do sistema nervoso central.
“No primeiro trimestre da gestação, o feto é totalmente dependente dos hormônios tireoidianos produzidos pela mãe e qualquer alteração na síntese hormonal nessa fase pode causar consequências graves para o desenvolvimento fetal. Mas, no segundo trimestre, o bebê já tem sua própria tireoide desenvolvida, mas ainda depende do aporte de iodo da mãe, que é feito pela placenta”, disse o especialista.


O ginecologista recomenda que as gestantes devam estabelecer uma dieta balanceada, já que seria impossível devido ao hábito alimentar do brasileiro abolir totalmente o sal dos alimentos, devendo lembrar das dosagens contidas nos alimentos ao natural, sendo que 1kg de sal contém 400mg de sódio.

No mundo, um em cada cinco indivíduos com idade superior a 18 anos apresenta hipertensão arterial. No Brasil, entre 22% e 44% da população adulta é portadora dessa síndrome. As consequências da hipertensão crônica, que é o caso das gestantes que consomem muito iodo durante a gestação, ocasionam o surgimento, muitas vezes sem sintomas, de lesões em órgãos-alvo - angina ou infarto do miocárdio, insuficiência cardíaca, episódio isquêmico ou acidente vascular cerebral e complicações renais.

Nos casos em que a hipertensão arterial surge apenas no curso de uma gestação, o especialista alerta “Nesses casos temos uma patologia obstétrica grave, chamada de Doença Hipertensiva Específica da Gravidez (DHEG), cuja a tríade de sintomas clássicos são a hipertensão, edema e proteinúria, que pode levar a quadros convulsivos com hemorragia intracraniana, que é uma das maiores causas de óbitos maternos e fetais” finaliza.
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Vitamina D na gestação aumenta força muscular dos bebês

Ter filhos mais fortes e saudáveis é um desejo comum entre pais e mães, e os esforços para atingir esse objetivo podem começar mais cedo do que você imagina. Um estudo recente, feito por pesquisadores da Universidade de Southampton, na Inglaterra, apontou que a força muscular das crianças está relacionada ao nível de vitamina D no organismo da mãe durante a gravidez.

A pesquisa, publicada no jornal científico The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism (JCEM), mediu os níveis de vitamina D em 678 mulheres na 34ª semana de gestação. Tempos depois, os pesquisadores mediram a massa e a força muscular das crianças ao agarrarem um objeto com as mãos, com quatro anos de idade. Os resultados mostraram que mães com níveis mais altos de vitamina D no organismo geraram filhos mais fortes.

O pesquisador Nicholas Harvey, que liderou o estudo, afirma que essa relação entre vitamina D e força muscular também pode surtir efeitos na saúde futura das crianças. Para ele, é provável que a maior força observada aos quatro anos persista na vida adulta e ajude a prevenir problemas que têm sido relacionados à baixa força muscular em adultos, como diabetes, quedas e fraturas.

O estudo da Universidade de Southampton se soma a outros que vêm comprovando e reiterando a importância da vitamina D na gestação. Uma pesquisa publicada no final de 2012 pelo JCEM, por exemplo, apontou que mães com carência de vitamina D no primeiro e segundo trimestres da gestação têm maiores chances de gerar bebês abaixo do peso normal.

Há ainda registros na literatura médica que sugerem uma ligação entre a falta da vitamina D e a ocorrência de diabetes gestacional, pré-eclâmpsia, infecções vaginais e perda de massa óssea pela mãe. A comprovação destas hipóteses ainda depende de trabalhos complementares, mas os indícios já deixam claro que a atenção aos níveis da vitaminta D deve ser redobrada durante a gravidez.

O principal fator de formação de vitamina D no organismo é a exposição diária ao sol. Justamente por isso, é comum haver altos índices de carência dessa vitamina entre moradores de grandes cidades, onde as pessoas passam a maior parte do tempo sob iluminação artificial, seja em casa, no trabalho ou em locais de lazer como shopping centers.

Para combater o problema, o obstetra Jurandir Piassi Passos, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), aconselha que as gestantes tomem sol por cerca de 30 minutos todos os dias, de preferência no início da manhã ou no final da tarde, quando a intensidade dos raios solares é mais amena.

Caso você não consiga separar meia hora apenas para isso, vale dividir o período em intervalos menores, espalhados ao longo do dia. Quem pratica atividades ao ar livre, por exemplo, já está cumprindo sua cota.

A exposição ao sol deve ser feita sem uso de filtro solar e não precisa usar biquíni ou maiô. Você pode estar de bermuda e camiseta, expondo apenas braços, pernas, pescoço e rosto.

A alimentação também pode ajudar a elevar as doses de vitamina D no organismo. A principal fonte são os peixes de água salgada e seus óleos – como o óleo de fígado de bacalhau –, mas a gema de ovo e os derivados do leite também contém a vitamina em menores quantidades.

Jurandir Passos argumenta que, embora esses esforços para melhorar os níveis de vitamina D sejam importantes, eles podem não ser suficientes. “Há trabalhos que mostram que mesmo com uma mudança nos hábitos alimentares e com exposição ao sol pode ser difícil atingir os níveis ideais da vitamina”, diz o obstetra. Nesses casos, pode ser necessário receitar suplementos, e a maioria dos polivitamínicos indicados pelos obstetras às gestantes já contém doses de vitamina D.

O médico lembra que, antes de fazer qualquer alteração nos seus hábitos, é importante conversar com o seu obstetra para evitar também o problema oposto: excesso de vitamina D. “Essa vitamina pertence ao grupo das lipossolúveis, que se acumulam no organismo, diferente das hidrossolúveis que são eliminadas. O excesso da substância é prejudicial e pode causar alterações renais, sensação de boca seca, náusea e vômitos”, explica Passos.

Por isso, é importante medir os níveis de vitamina D no sangue de cada pessoa e, somente a partir disso, definir a dose correta de suplementos, caso eles sejam realmente necessários.
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Até que ponto é saudável realizar exercícios físicos durante a gravidez?

“Um erro clássico durante a gravidez é a mulher que pratica exercícios físicos achar que não precisa (e não querer) modificar sua rotina. Por quê? Porque gravidez não é doença, mas elas só se esquecem que é uma condição especial e, como tal, deve ser revista toda e qualquer aplicação de exercícios e modalidades, desde a intensidade fisiológica até a execução biomecânica”, explica Gizele Monteiro.


Assim como a Zazou, referência entre as gestantes e mamães brasileiras, a personal gestante, parceira da Zazou de longa data, questionou ao ver as imagens na internet da fisiculturista Lea-Ann Ellison, que aos oito meses de gravidez do terceiro filho, postou seus treinos de bodybuilder cotidianos de levantamento com peso.
"Ao analisar os vídeos até percebemos que a carga está reduzida (perto do que ela treina, percebemos isso pela facilidade com que ela faz os momentos), mas a gestante ainda mantém exercícios que não são adequados por comprometer pontos e regiões que são sensíveis na gestante. Mesmo atletas devem modificar a biomecânica dos seus movimentos", explica ela.

“Quem não é especialista (em exercícios na gravidez) não entende que essas posturas e exercícios podem romper sua linha alba (região central do seu músculo abdominal), promovendo uma grande diástase (lembrando que essa no caso da atleta já é sua terceira gestação). A americana gestante faz as atividades com a coluna desalinhada e com uma lordose aumentada pela gravidez, postura que pode levar ao aparecimento de uma hérnia de disco (mesmo sendo sua musculatura fortalecida)”, diz Gizele.


A personal gestante enfatiza que na gravidez as mudanças biomecânicas e posturais, além dos efeitos hormonais sobre as articulações facilmente, podem favorecer riscos a sua coluna, ainda mais com exercícios inadequados como esses da Lea-Ann Ellison. O músculo abdominal e o assoalho pélvico na fase em que ela se encontra estão com efeitos hormonais e não apresentam mais a mesma eficiência para dar suporte e controle para a coluna.
“Mesmo com a musculatura fortalecida, está errado e ponto. Claro que ela tem condição física, mas a gravidez é um momento especial para o corpo da mulher. A mulher deve desacelerar e mudar um monte de coisas em seu programa. Ao realizar uma pesquisa rápida pela internet podemos ver que não é só ela que tem feito treinos intensos e com movimentos completamente inadequados. É chocante o que vemos!!! Exercícios na gravidez devem ser seguros e controlados”, ressalta a Personal Gestante.


Segundo Gizele, no programa "Gravidez em Forma", cuidamos de cada detalhe de movimentos, analisamos a freqüência cardíaca, temos atividades físicas especiais para fortalecimento do assoalho pélvico e da lombar, preparando também a futura mamãe para o parto e pós-parto.
Completa ela: “Claro que não sabemos sobre o controle cardíaco dela, mas aqui deixo claro que o exercício intenso e sem controle fisiológico leva a um risco cardíaco para a mulher e também sobre o bebê, que pode ter comprometido o seu aporte sanguíneo e de oxigênio. Os "exercícios adequados" durante a gravidez são fundamentais para proteger a saúde da mamãe e do bebê".


De acordo com Gizele, durante a gravidez o organismo da mulher passa por uma série de alterações em seus sistemas: biomecânicas, posturais, fisiológicas, mas essencialmente as hormonais e metabólicas são de grande importância para a saúde da mulher e do bebê.

A mulher nesse período terá uma elevação dos seus níveis de progesterona e isso altera o apetite, fazendo a gestante ter mais fome. Isso porque os hormônios atuam no centro de apetite e saciedade, localizado no sistema nervoso central. O exercício e um controle alimentar são de extrema importância para manter a saúde materna e fetal, fazendo com que a gestante controle seu peso e não engorde mais do que o necessário.

O programa Gravidez em Forma (www.gravidezemforma.com.br) foi elaborado para que as gestantes possam manter o controle do seu peso com orientações saudáveis e adequadas, desde a alimentação até o exercício.
“O exercício e uma alimentação saudável durante a gravidez facilitará também o retorno depois de ter dado à luz e, portanto, obter os benefícios em longo prazo para a saúde. Entre outras coisas, esses benefícios podem incluir alguma proteção contra doenças do coração e hipertensão, osteoporose, obesidade, entre outros”, diz Gizele.
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Enjôo na Gravidez

Um dos sintomas mais comuns da gestação, com certeza, é o enjoo. Você pode ficar enjoada com algo que ama, seja um cheiro ou uma comida. E a alimentação, tão importante para a saúde da mãe e do bebê, também ajuda a amenizar esse mal-estar típico do começo da gestação. As dicas abaixo são da nutricionista Andréa Santa Rosa, que por sinal também está grávida de cinco meses.

Como o enjoo é mais comum quando a grávida acorda, é importante que a primeira refeição do dia tenha alimentos mais "secos". Normalmente, sugiro uma maçã, torradas feitas com pão integral com um fio de azeite ou pouca manteiga clarificada.

Ao longo do dia, sabe aquela regrinha de comer de três em três horas para manter o corpo funcionando e não engordar?

Também se aplica na gravidez, sempre levando em conta as questões individuais. Lascas de gengibre em pequenas quantidades, chips de batata doce no forno e até a pipoca de panela são boas dicas para os lanches.

Vale lembrar que o mal-estar pode estar ligado à falta de vitamina B6, por isso invista em alimentos que suprem essa deficiência, como farelo e gérmen de trigo e carnes. O gelado também é um ótimo aliado contra o enjoo: picolé de frutas pode funcionar como um SOS quando a gestante está na rua e o mal-estar não vai embora de jeito nenhum.

Um cuidado importante que você deve ter é com os líquidos: o excesso piora a digestão e pode indiretamente agravar o problema. Para se manter hidratada (algo fundamental na gestação!), tome água, água de coco e sucos naturais aos poucos. Fique atenta também a alguns alimentos, como frituras, doces, e alimentos com temperos e odores muito fortes, que agravam o enjoo.

Depois do primeiro trimestre, a tendência é o mal-estar melhorar e talvez você precise ajustar a sua dieta por conta da restrição de alimentos que sofreu no início da gravidez. Vale procurar um especialista para ajudar você a equilibrar as suas refeições. Manter-se bem nutrida garante um ganho de peso dentro do ideal, saúde e boa nutrição para o bebê e uma excelente recuperação no pós-parto. Então cuide-se e tenha uma excelente gestação!
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Grávidas em Forma para as festas de fim de ano e sem inchaço no verão

Personal Gestante Gizele Monteiro, parceira de longa data da Zazou, apresenta abaixo algumas boas dicas práticas com um passo a passo simples e dicas essenciais para as futuras mamães manterem a forma nas festas de final de ano.

Uma gravidez em forma é o sonho de toda mulher. Ainda mais no verão. Mas ficar em forma depende do ganho de peso e inchaço. No final da gravidez o corpo da mulher possui maior volume sanguíneo e de líquidos. É justamente nessa época do ano que também a mamãe pode ganhar mais peso facilmente, com o agito dos preparativos das festas e com o calor excessivo do verão. Com isso ela tende a ficar mais cansada e inchada.
“O inchaço ocorre progressivamente ao longo do dia, intensificando-se no final da tarde e no começo da noite. Além de pés e pernas, há outros locais do corpo que também podem apresentar inchaço, como as mãos, rosto e nariz”, explica a mestra em exercícios no Brasil, Gizele Monteiro- personal gestante e autora do e-book "Gravidez em Forma".


Segundo a especialista, há dicas essenciais para driblar alguns sintomas e aproveitar essa época do ano, mesmo quem estiver na praia, aliando esse momento especial da vida. Sempre, é claro, com a liberação do obstetra. A meta é apresentar sugestões de exercícios que promovem o condicionamento físico e bem estar com os cuidados que uma gestante precisa. São elas:

1- Faça uma alimentação balanceada durante todos os dias, preferindo por uma alimentação leve e saudável;

2- Procure optar por alimentos mais leves nas festas;

3- Aproveite o seu tempo livre para realizar uma caminhada, de intensidade leve a moderada, sem exageros.

4- Mantenha-se hidratada, beba água antes, durante e após a atividade. Também hidrate-se com sucos naturais, eles contém nutrientes importantes para uma gestante;

5 – Se a mamãe estava sedentária, procure fracionar o tempo da caminhada, realizando pouco tempo várias vezes ao dia, 10 a 15 minutos – duas a três vezes ao dia;

6 – Já as mamães que já realizam exercícios com freqüência manter o tempo de 20 a 30 minutos de forma contínua, podendo realizar entre uma e duas vezes ao dia;

7- Se ficar cansada, no outro dia descanse. A proposta da atividade nesta época é apenas para que não fique totalmente parada, comendo e aumente o seu peso. O aumento de peso irá piorar o inchaço.

8- Procure sempre usar o protetor solar, independente do horário do dia, afinal queremos evitar qualquer mancha na pele. Boné ou chapéu também são adereços interessantes para essa proteção. Use e abuse;

9- Caminhadas na areia são ótimas. Você pode usar a água como resistência, isto se a praia for plana. Apenas observe se a resistência da água não está sendo cansativo para você;

10- Praia de tombo (com inclinação) não é a mais indicada para realizar a caminhada para gestantes, pois a postura não fica adequada, podendo predispor a dor lombar e pélvica, então opte pela Orla;
Existem alguns exercícios e massagens que auxiliam a amenizar o inchaço.
“Exercícios e massagens são muito importantes na prevenção e redução de inchaço. O movimento de pés e pernas ajuda no retorno do sangue, diminuindo a quantidade de líquidos nas pernas e amenizando dessa forma inchaço acontecer”, diz a personal gestante.


· Estique suas pernas em uma cadeira, deixando-as na linha do quadril. Faça movimentos para cima, para baixo e circulares com os tornozelos.
· Sente-se na ponta da cadeira e realize a elevação dos calcanhares. Realize em torno de 10 movimentos a cada hora.
· Apóie-se em uma parede e realize a elevação dos calcanhares. Realize de 8 a 10 movimentos a cada hora.
· Sentada em uma cadeira, utilize uma bolinha de tênis ou borracha para realizar uma pressão massageando a planta dos pés. Além da pressão, a mamãe pode também deslizar a bolinha sob a planta dos pés. Passe por todo o arco do pé, calcanhares e ponta dos pés.
Por fim fica a dica do projeto "Gravidez em Forma", aonde as futuras mamães já podem ter acesso a dicas com a personal gestante Gizele Monteiro para controlar o seu peso na gravidez. Basta acessar o site e se cadastrar para receber em seu e-mail as dicas saudáveis para sua gravidez e aproveitar o verão para ficar em forma na gravidez: www.gravidezemforma.com.br
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Vídeo = Àlcool é proibido na gravidez?

Com as festas de fim de ano, surge a dúvida: é permitido fazer um brinde mesmo estando grávida?

Vejam no vídeo abaixo com a Dra. Flávia que responde que infelizmente não, a bebida alcoólica na gravidez é completamente proibida! Cuide do seu bebê com carinho e espere os 9 meses para voltar a brindar.
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Grávidas receberão orientações sobre a importância do ácido fólico

O Conselho Federal de Medicina vai pedir aos médicos de todo país que reforcem a prescrição de ácido fólico para mulheres grávidas. A substância é uma vitamina do complexo B que evita má formação do feto, se a mãe tomar o comprimido no início da gravidez.

A importância do ácido fólico no inicio da gestação já foi comprovada no início da gestação. Ele reduz em até 75% o risco de o bebê ter má formação da coluna vertebral e também evita a anencefalia, quando a criança nasce sem cérebro.

A prescrição do complemento deve acontecer na dose certa: 400 microgramas por dia. Mas cuidado pois, uma dosagem maior pode ser prejudicial.

A vitamina está presente principalmente nos legumes e verduras verde-escuras e também em algumas frutas, como laranja e abacate. Assim, uma alimentação rica em acido fólico também ajuda na saúde do bebê. Porém, durante a gravidez, só a alimentação não basta e é preciso tomar o comprimido uma vez ao dia.
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Alimentação adequada na gravidez pode prevenir doenças em bebês

Segundo especialistas, mesmo que a alimentação da futura mãe seja considerada saudável, ajustes devem ser feitos durante a gestação. O objetivo é aumentar a ingestão de substâncias como: ácido fólico, ferro, cálcio e proteína, importantes à formação do bebê

A alimentação adequada é indicada para qualquer pessoa, independente da idade em que se encontra. No entanto, durante a gravidez, uma dieta equilibrada pode prevenir complicações no desenvolvimento dos bebês. De acordo com a nutricionista Sofia Sesti, a alimentação adequada na gestação auxilia na formação de estruturas fetais fundamentais para o seu correto desenvolvimento e maturação. Por isso, segundo ela, alimentos ricos em ácido fólico, presentes em vegetais de cor verde-escura, previnem a má-formação do tubo neural. Além disso, o ômega-3, presente principalmente em peixes como salmão fresco e atum, são auxiliares no desenvolvimento sistema nervoso fetal além de reduzir o risco de parto prematuro sem causa determinada.

As nutricionistas explicam que o ideal é que a futura mamãe coma a cada três horas, dividindo os alimentos em porções de pães e cereais, incluindo sempre os integrais, frutas, legumes e verduras. Leite, derivados, ovos cozidos e carnes magras também são indicados, pois são proteínas de alto valor biológico. Já as frituras, doces, comidas muito temperadas e o refrigerante devem ser consumidos em pouca ou nenhuma quantidade. A atenção também deve ser voltada ao consumo de água: o cálculo é de 35 mililitros de água para cada quilo de peso corporal da mãe. O total é a quantidade indicada para ser ingerida durante o dia.

A alimentação adequada também tem benefícios para a mãe, não somente para o bebê. Uma dieta equilibrada evita o excesso de peso e diminui desconfortos como: cansaço, náuseas e prisão de ventre. A Hipertensão e o Diabetes também podem ser evitados durante a gestação, com o controle alimentar.
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Consumo de peixes durante a gravidez pode diminuir a ansiedade

Especialistas da Universidade Bristol, no Reino Unido, encontraram evidências de que a tensão na gravidez pode ser minimizada com a ingestão de peixes. Para chegar à conclusão, foi avaliado o padrão alimentar de aproximadamente 9.500 grávidas e seu estado emocional.
“As gestantes que não consumiam peixes eram 53% mais propensas a apresentar ansiedade”, conta Juliana Vaz, nutricionista da Universidade Federal de Pelotas, no Rio Grande do Sul (e uma das profissionais responsáveis por analisar os resultados do estudo.


Para evitar a inquietação, o ideal seria comer de duas a três porções de peixe por semana, de preferência aqueles ricos em ômega 3, como atum, salmão e sardinha. Ao que tudo indica, esse é o nutriente associado à ação tranquilizadora.
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Desejos da gravidez

Castanha de caju com água de coco, algodão doce, churros, tomate com açúcar e até ferrugem. Era esse o menu que dava água na boca de Barbara Assmann, 22 anos, durante sua primeira gravidez.
"Cheguei a chorar por conta dos meus desejos", confessa. "O único que não realizei foi o de chupar o parafuso enferrujado que vi no banheiro da casa da minha mãe, afinal eu estava grávida, não louca", diverte-se a jovem, que é mãe de Lorena e está grávida de 8 meses de Laura.


Desejos tão inusitados quanto os de Barbara são comuns, mas devem ser informados ao médico, pois podem significar mais do que simples vontades. "Carências nutricionais levam o cérebro da gestante a procurar alimentos que contenham os nutrientes que estão em déficit no organismo", explica Rosana Menezes de Souza, nutricionista clínica do Hospital e Maternidade Santa Brígida.

A especialista aproveita para listar os alimentos recomendados e os que devem ser evitados durante a gestação. Segundo Rosana, alimentos integrais, frutas, legumes, verduras, carne bovina magra, frango sem pele, peixe, leguminosas como feijão, soja, grão de bico e ervilha, sucos e fontes de cálcio, como leite, iogurte e queijos magros, são os ideais. Já café, chocolate, embutidos, molhos cremosos, temperos prontos ou picantes, queijo amarelo, frituras e carnes cruas devem ficar de fora.

Difícil é resistir à tentação de um sashimi fresquinho, como nos casos da atriz Betta Toninni, 27 anos, e a assistente fiscal Priscylla Campos, 24 anos.
"Fiquei fissurada por comida japonesa, ia no mínimo duas vezes por mês no rodízio", revela Betta. No caso de Priscylla, além da culinária oriental, uva e bolos com recheio e cobertura faziam parte da lista de vontades. Ela relata: "às vezes sentia cheiros que despertavam alguns desejos e batia um desespero. Quando eu finalmente os realizava, sentia um prazer muito grande; uma simples uva parecia nunca ter sido tão saborosa".


A nutricionista Rosana alerta para o risco que existe em atender a determinados desejos: "não aconselho ingerir alimentos crus, por exemplo, pois existe o sério risco de intoxicação alimentar, tanto da mãe quanto do bebê".

A alteração dos hábitos alimentares durante a gestação, quando é comum a mulher ingerir alimentos com pouco ou nenhum valor nutritivo, é conhecida como Picamalácia ou Pica. Além das carências nutricionais, Rosana explica que há outros fatores que contribuem para o surgimento do quadro, como mudanças nos níveis dos hormônios prolactina e progesterona, que mexem com o apetite e com o Ph da boca, e carências afetivas, que levam a gestante a buscar a atenção do companheiro por meio de pedidos muitas vezes extravagantes.

O Dr. Jurandir Piassi Passos é ginecologista, obstetra e especialista em medicina fetal do laboratório Delboni Auriemo Medicina Diagnóstica e esclarece as gestantes quanto às consequências de se atender - ou não - aos desejos. "Depende do que a gestante quer. A recusa não trará problemas para o desenvolvimento do bebê. A substância contida no alimento desejado pode ser muito mais prejudicial", frisou Dr. Jurandir.
O médico cita casos extremos: "quando a mulher compreende a situação e a aceita, só uma boa orientação já resolve o problema. Mas, quando a ingestão de substâncias pode colocar em risco a saúde da gestante ou do bebê, pode haver a necessidade de internação e utilização de medicamentos ansiolíticos ou antidepressivos".


Não importa o motivo: seja porque o médico proibiu, seja porque a loja de conveniência estava fechada às três horas da manhã, desejos não atendidos não trarão prejuízos. "Com certeza, a criança não vai nascer com cara ou corpo do alimento que a mãe não conseguiu obter", tranquiliza o Dr. Jurandir. Fundamental. Nesta situação é bom contar com o carinho e a disposição do companheiro, dos familiares e dos amigos para tornar a gravidez menos turbulenta. O especialista do laboratório Delboni afirma que, muitas vezes, "a necessidade de atenção, a insegurança e a ansiedade acabam levando a mulher a ter alterações do padrão alimentar, solicitando ou mesmo ingerindo alimentos fora do habitual".

O fato é que a gravidez é uma fase de grande sensibilidade, instabilidade emocional e variações de humor. Todo o cuidado, portanto, é sempre bem-vindo. "Meu companheiro me apoiou em todos os momentos, principalmente nos mais complicados. Minha família e meus colegas de trabalho me mimavam muito: se eu dizia estar com vontade de arroz doce, no dia seguinte ganhava uma travessa inteira", lembra Priscylla. O tratamento vip fez toda a diferença para a mamãe do recém-nascido André Luiz: "foi muito importante pra mim, me sentia segura e amada".

Betta Toninni e Barbara Assmann também demonstram grande carinho ao lembrar do apoio que receberam durante a gestação, mesmo quando surgiam os desejos mais complicados. "Eu saía da zona sul e atravessava São Paulo inteira só pra comer o pão da padaria do bairro da minha mãe. Nenhum pão no mundo era tão saboroso quanto aquele, cheguei a comer dez pães no mesmo dia", revela a atriz, mãe de Rian, 4 anos.

Prestes a dar a luz à segunda filha, o caso de Barbara foi ainda mais difícil. "Estávamos no mês de julho e senti desejo de comer chocotone. Não achamos em lugar nenhum, sofri bastante. Agora já conseguimos comprar alguns, mas minha vontade não sacia, preciso comer um por semana", declara. Mesmo admitindo que a realização de um desejo é extremamente prazerosa, as entrevistadas são unânimes quanto à necessidade de cuidar da alimentação pra garantir a própria saúde e a do bebê. "Saiba diferenciar o desejo da simples vontade de comer, para não abusar e ganhar muito peso, algo fácil de acontecer durante a gestação", aconselha Barbara às gestantes de primeira viagem.
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Futuras mamães não devem exceder o peso extra na gestação

O ganho de peso durante a gravidez é inevitável, mas, em alguns casos, a gestante abusa de alimentos gordurosos e em grandes quantidades e acaba ganhando quilos extras, expondo-as a doenças características do período gestacional, como diabetes e hipertensão arterial. Mas quadros de pregorexia, um novo comportamento alimentar cada vez mais comum entre as brasileiras e que leva mulheres grávidas a ficarem magérrimas, também é um processo perigoso para a saúde da mãe e do bebê.

De acordo com as nutricionistas, esse comportamento pode prejudicar, e muito, a saúde da mãe, pois pode levar ao desenvolvimento de transtorno alimentar grave, como anorexia ou bulimia nervosa, e do bebê. Nesta fase, a mulher geralmente se sente mais gordinha, as roupas não servem, mas é normal. A mulher tem que, apenas, manter o peso próximo do ideal para seu porte físico, já que o excesso de peso na gestação é muito ruim.

No entanto, o baixo peso também é arriscado para quem está grávida. A gestação é um período em que a necessidade nutricional aumenta muito e a quantidade de nutrientes ingerida tem que ser superior para suprir a mãe e o bebê. Se a mãe não se alimenta bem, haverá deficiência dos dois, o que pode se refletir na criança com o aparecimento de doenças. Esta não é a hora de fazer dieta.

A amamentação é um período em que a mulher perde peso de forma rápida e natural. Ela gasta calorias enquanto amamenta, mas a alimentação é fundamental até mesmo para evitar cólicas no bebê, porque tudo que a mãe ingere passa para o bebê através do leite. Alimentos muito condimentados e apimentados não são indicados, nem mesmo a cerveja preta, que dizem aumentar a produção do leite. Por conter álcool, ela é prejudicial à formação do bebê.

O ideal é se manter dentro da margem de segurança, que é o ganho de peso entre 8 e 10 quilos acima do peso inicial. A avaliação de especialista é capaz de encontrar deficiências ou excessos de nutrientes, vitaminas e minerais fundamentais para adequar o melhor peso durante a gravidez. O excesso de peso e altas taxas de glicose no sangue, por conta de uma alimentação descontrolada com ingestão de muito açúcar e gordura, geram alterações perigosas na pressão arterial, levando à pré-eclampsia. A doença é caracterizada pela hipertensão, que pode evoluir para convulsão e coma, problema que acaba levando ao aborto ou ao nascimento prematuro.

Para ajuda-la a saber qual deveria ser o seu peso ideal a cada semana da sua gravidez, a Zazou disponibiliza uma calculadora online do peso ideal em:

http://pesoideal.zazou.com.br
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Video = Dicas para Ter uma Gravidez Em Forma pela Personal Gestante Gizele Monteiro

Queria hoje dar a dica de um novo serviço que a personal gestante Gizele Monteiro esta oferecendo com dicas bem úteis através de sua lista particular para mulheres grávidas no site Gravidez em Forma, aonde ela dá dicas de como manter o peso e se sentir bonita durante toda a gravidez em:

http://www.gravidezemforma.com.br/

Seguem abaixo alguma destas primeiras dicas de muitas que ela vai lhe dar e que certamente irão lhe ajudar no seu dia-a-dia, um caminho para manter a forma na gravidez, controlar o peso e melhorar sua qualidade de vida e do seu bebê.

Há anos, que ela defende que se a gestante deseja manter a forma, ela precisa de informação de qualidade. Por isso, não tenha nenhuma dúvida que é isso que você irá receber. Assim vai saber exatamente o que fazer para começar do jeito certo e Assumir esse Compromisso pela saúde do seu filho e por você!

Veja um video com dicas da Gizele como é Possível manter a Forma na Gravidez:


Para outros videos e mais dicas acessem o site da Gizele. Recomendamos.
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Prática de comer placenta está se espalhando pelos Estados Unidos

A placentofagia, que é a prática de guardar a placenta após o nascimento do bebê para comê-la, não é um hábito hippie, um rito de passagem de culturas primitivas nem um ritual de bruxaria assustador. Está acontecendo no estado do Utah, nos Estados Unidos, e em outros locais do país com frequência crescente.

É uma prática sem precedentes antropológicos, promovida por um grupo de mães que acreditam piamente em seus benefícios para a saúde, apesar da escassez de pesquisas sobre o assunto. O hábito tem promovido um novo nicho profissional: o dos preparadores de placenta.

Os hospitais de Utah não têm uma estimativa precisa de quantas mães pedem para ter as placentas empacotadas e colocadas no gelo, em vez de descartá-las. O Hospital Universitário de Utah estima que entre 5% e 10% das mães fazem esse pedido. Já o Intermountain Medical Center afirma receber cerca de dois pedidos a cada mês.

"Mas parece que há uma tendência de aumento", diz Bernice Tenort, gerente de enfermagem da ala de partos do Hospital Universitário.

Para muitos, pensar em canibalizar algo expelido de seu próprio corpo desencadeia um reflexo de ânsia. A placenta contém material genético da mãe, do pai e do bebê. Mas a prática 'pegou' principalmente entre mulheres brancas, casadas, de classe média, com formação universitária, a maioria das quais relatam experiências positivas de acordo com um estudo recente na revista científica "Ecology of Food and Nutrition". Também é popular entre mulheres que escolhem ter seus bebês em casa, segundo o estudo.

O órgão passa nutrientes essenciais da mãe para o bebê e contém ferro e hormônios benéficos do pós-parto, como progesterona e ocitocina, por isso supõe-se que ingeri-lo traga benefícios. Blogs sobre a maternidade e sites que estimulam o parto em casa asseguram que a prática pode diminuir o sangramento pós-parto, ajudar o útero a voltar a seu tamanho normal, enriquecer a produção de leite, além de prevenir a depressão pós-parto.

"Tem várias coisas que fazemos para melhorar nossa saúde que não foram estudadas e provadas pela ciência médica, ainda assim sabemos que funcionam", diz Laura Curtis, dona da maior empresa voltada para encapsular placenta em Utah, a PlacentaWise, em Lindon.

Laura aprendeu a encapsular placentas durante um treinamento para se tornar doula. "Foi estranho para mim e pareceu nojento", ela diz. "Eu nem encosto em carne. Sou vegana". Mas ela foi convencida por depoimentos de outras pessoas. "Existe uma demanda por esse serviço e a necessidade de pessoas que o façam de forma segura", diz Laura, que segue os protocolos aplicados ao manejo de comida.

Nada disso tem base na ciência. Já existiram muitos estudos observacionais em humanos, datando desde 1900, e estudos com animais: a maioria dos mamíferos come sua placenta. Mas nunca houve estudos randomizados. "Tem várias coisas que animais fazem e que humanos não deveriam fazer", diz Mark Kristal, um psicólogo do programa de neurociência comportamental da Universidade de Buffalo.

Apesar de a prática ser comum entre os animais, não existem evidências antropológicas de que a prática existiu entre humanos. "Em qualquer cultura, quando isso é mencionado, é mencionado como um tabu", diz Kristal.

Ainda assim, não existem evidências de que a prática faça mal. "Não vamos contra a prática", diz Bernice, do Hospital Universitário. "Nosso objetivo é honrar os direitos dos pacientes e fazer a experiência do nascimento da maneira que eles querem".

Há vários métodos de encapsular placentas. Laura cozinha o órgão no vapor de 10 a 12 minutos de cada lado. Depois o material é fatiado, desidratado e transformado em um pó, que é encapsulado.

Todo o local de preparo é limpo e desinfetado. Os pacientes devem entregar a placenta, mantida em ambiente refrigerado, até 48 horas depois do parto. Os médicos devem assinar um documento com os resultados de testes para patógenos, como HIV e hepatite.

Laura encapsula de 18 a 20 placentas por mês. O pacote básico, composto por um vidro de cápsulas e o cordão umbilical desidratado e moldado no formato de um coração, custa 200 dólares.
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Grávidas que bebem um copo diário de leite têm filhos mais altos

Uma nova pesquisa mostra que filhos de mulheres que beberam bastante leite durante a gravidez são mais propensos a serem altos quando atingem a adolescência. Pelo menos foi o que concluiu a equipe de cientistas responsável pelo estudo, que descobriu que a altura que os bebês nascidos no final dos anos 1980 alcançaram durante a adolescência estava diretamente relacionada com a quantidade de leite que suas mães consumiram quando eles estavam no útero.

Embora cientistas acreditem já há tempos que a ingestão de leite por parte da mãe promova o crescimento em recém-nascidos, a mais recente pesquisa sugere que esses benefícios duram até o início da idade adulta.

Especialistas em nutrição dos países envolvidos na pesquisa como: Estados Unidos, Islândia e Dinamarca, queriam verificar se os benefícios do leite observados nos primeiros estágios de vida se estendiam aos anos posteriores.

Os pesquisadores observaram filhos de 809 mulheres na Dinamarca, entre 1988 e 1989 , depois de monitorar a quantidade de leite que as mães tinham consumido durante a gravidez. Os bebês tiveram seus pesos e altura medidos no nascimento, e novamente quase 20 anos depois.

Os resultados, publicados na revista científica European Journal of Clinical Nutrition, apontam que adolescentes de ambos os sexos geralmente ficaram mais altos se suas mães tivessem bebido mais de 150 ml de leite por dia durante a gravidez, em comparação com filhos de mulheres que bebiam menos do que essa quantidade.

Ao final da adolescência, eles também apresentavam níveis mais elevados de insulina na corrente sanguínea, o que sugere um risco menor de sofrer de diabetes tipo II.

Em um relatório sobre as principais conclusões do estudo, os pesquisadores consideraram que o consumo de leite materno pode ter um efeito de promoção do crescimento em relação ao peso e à altura ao nascer. Os resultados também fornecem pistas de que este efeito pode até mesmo acompanhar os filhos até a idade adulta.

No início deste ano, cientistas britânicos descobriram que mulheres grávidas podem aumentar o QI de seus bebês bebendo mais leite, uma vez que o alimento é rico em iodo.

Eles analisaram mais de mil grávidas e descobriram que aquelas que consumiam menor quantidade de iodo, que também é encontrado em outros produtos lácteos e em peixes, eram mais propensas a terem filhos com índices de QI mais baixos e piores habilidades de leitura.

O iodo é essencial para a produção de hormônios pela glândula da tireoide, o que tem um efeito direto sobre o desenvolvimento do cérebro do feto.
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Qual é o ganho de peso ideal na gravidez?

Gestantes que se alimentam de forma adequada e evitam riscos tendem a ter menos complicações durante a gestação e no parto. E elas dão à luz a bebês maiores e mais saudáveis. Uma dieta balanceada é um dos elementos mais importantes para assegurar o futuro da mãe e do bebê.

As mulheres que entram na gestação no peso ideal e ganham entre 11 e 15 kg têm menos problemas do que as que ganham mais ou menos que isso. Se a gestação é múltipla, deve-se ganhar pelo menos 4,5 kg adicionais.

O peso ganhado durante a gestação representa o peso do feto e das partes do organismo que suportam o desenvolvimento dele. O volume sanguíneo aumenta em 50% ou mais e as mamas também crescem. O organismo ainda constrói reservas para sustentar o crescimento rápido do bebê e para proporcionar energia para o trabalho de parto e amamentação.

De acordo com a nutricionista do Meu Pratinho Saudável, Lara Natacci, muitas mulheres se preocupam demasiadamente com o peso e temem um aumento excessivo durante a gestação. Mas nessa época, a prioridade deve ser o ganho adequado de peso para o completo desenvolvimento do bebê.

Se a mãe estiver abaixo do peso quando ficar grávida, um aumento de 12 a 18 kg é indicado. Se estiver acima do peso, esse aumento deve ser de 7 a 12 kg.

A nutricionista ainda orienta que o peso deve aumentar gradativamente. No final do terceiro mês, deve ser esperado um ganho de 1 a 2 kg. Nos meses subsequentes, o ganho deve ser de aproximadamente 450 g por semana. Se o ganho for muito maior do que isso, deve-se tentar um controle das calorias ingeridas, sem privar o bebê de nutrientes essenciais, como mostram as dicas a seguir:

- dar preferência a leite ou iogurte desnatados e queijos magros;
- evitar alimentos ricos em gorduras e altamente calóricos, mas pobres em nutrientes, como doces, bolos, frituras;
- usar alimentos assados, cozidos e grelhados ao invés de fritos;
- consultar o médico a respeito de começar ou aumentar a atividade física.

Vejam abaixo uma matemática que mostra exatamente o que deveria ser em cada item o ganho total mínimo de peso em quilogramas:

1) Bebê: 3,200 a 3,600 kg
2) Placenta: 0,450 a 0,900 kg
3) Líquido Amniótico: 0,900 kg
4) Mamas: 0,450 kg
5) Útero: 0,900 kg
6) Volume Sangüíneo: 1,360 kg
7) Gordura Corporal: 2,300 kg
8 ) Massa Muscular e Líquidos: 1,800 a 3,200 kg
9) Total, no minimo: 11,360 Kg

Para ajudar a Zazou tem em nosso site uma calculadora online gratuita que lhe diz qual deveria ser o seu peso ideal de acordo com sua altura e a semana que esta de gestação em:

http://pesoideal.zazou.com.br/
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Redução de estômago pode aumentar chance de gravidez

Uma das maneiras de combater a obesidade e acelerar o processo de emagrecimento é a cirurgia bariátrica. Também conhecida como redução de estômago, a operação ainda gera desconfiança nas mulheres que pretendem engravidar.

Se você é uma delas, não há motivos para desespero. Com os cuidados necessários, a gravidez pode até ser mais saudável depois da cirurgia. É o que vive Solange Almeida, vocalista da banda Aviões do Forró. A cantora curte agora todas as emoções da gestação, cinco anos depois de ter o estômago reduzido.

A primeira dúvida das futuras mamães é saber quanto tempo após a operação é permitido engravidar. Essa questão não tem uma resposta única e depende da evolução do caso. O ideal é aguardar até que a paciente consiga manter o peso esperado. É preciso seguir a recomendação do médico que fez a cirurgia bariátrica. Eles geralmente pedem um ano.

Quem engravidar antes do período proposto pode comprometer a eficiência da cirurgia. Em alguns casos, corre o risco até de perder os benefícios da operação. Existe uma meta a ser alcançada, o que leva tempo. Não é porque reduziu o estômago que isso vai ser resolvido obrigatoriamente. Sendo que o recomendado é que o médico autorize a gravidez e acompanhe também o pré-natal.

Outro aspecto que precisa de atenção é a nutrição. Após a cirurgia, é normal que as mulheres sofram alterações no consumo de alimentos. Elas têm uma absorção reduzida, já que um pedaço do estomago foi retirado. O ideal é fazer um acompanhamento para conferir se todos os nutrientes necessários estão sendo oferecidos corretamente ao bebê. Na maioria das vezes, são indicados complementos vitamínicos.

Se você está em dúvida entre engravidar ou fazer a redução de estômago primeiro, saiba que apostar na cirurgia antes pode até deixar a gestação mais saudável. Com o peso excessivo, há um risco muito maior de morbidade obstétrica. Há também uma chance maior de pressão alta e diabetes.

Outro benefício da cirurgia é que a chance de engravidar aumenta após a perda de peso, segundo a médica. A gordura acumula um hormônio derivado do estrogênio. O excesso desse hormônio acaba dificultando a ovulação da paciente.

Com esses cuidados em dia, a cirurgia bariátrica não interfere na gravidez. Depois do período recomendado, você pode começar uma nova fase da vida, com a autoestima em alta e uma gestação saudável.
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Video = Dicas para Manter o Peso Ideal Durante a Gravidez

Vejam no video abaixo uma especialista do Programa "Eu Magro" da Clínica Win Saúde, que dá dicas ajudando as gestantes a não excederem o peso ideal nos nove meses da gravidez.


Lembrando de que no site da Zazou tem uma calculadora online gratuita que diz qual deveria ser seu peso ideal a cada semana de sua gravidez de acordo com sua altura e perfil em:

http://www.zazou.com.br/home/default.asp?id=calculadoras&pg=peso_ideal
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Video = Gravidez com Saúde

Vejam um video abaixo do programa Simplesmente Amigas com uma personal trainer falando de sua gravidez com saúde.
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Video = Faz Mal Comer Carnes e Peixes Crus Durante a Gravidez?

Neste sábado estava na loja da Zazou em São Paulo, quando uma cliente grávida, disse que ia depois dali almoçar com o marido em um restaurante japonês. Lhe perguntei se ela não tinha medo de comer peixe cru, e ela disse que por precaução iria comer algo quente.

Por isto resolvi trazer aqui para o Blog um video com a nutricionista Marina Gorga falando sobre a prática de comer carnes ou peixes crus durante a gravidez.


E você tem comido carne ou peixe cru? O que diz o seu médico ou nutricionista?
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Fique de olho no ganho de peso durante a gravidez

Ganhar peso na gravidez é importante, mas com cautela e acompanhamento, pois os limites para manter a saúde da mãe e do bebê são bem definidos e os cuidados começam antes mesmo da gestação. Isso porque o peso pré-gestacional, o Índice de Massa Corporal (a relação em que peso é dividido pela altura ao quadrado) da mãe e os quilos ganhos, durante os nove meses, são fatores que influenciam o peso do bebê ao nascer e a saúde futura da mãe. E esse peso da criança pode ser um indício importante de desenvolvimento de doenças no futuro, muitas vezes ainda na infância.

Então, ficar de olho nesse fator durante o pré-natal, com acompanhamento rigoroso do obstetra não é exagero para ninguém. Não há um número mágico de quilos que se pode ganhar. Existem algumas tabelas que ajudam a obstetra a individualizar a avaliação para cada gestante. Ganhar peso de menos pode impactar no peso e tamanho do feto. Outro problema são dietas muito restritivas, elas vão refletir diretamente na nutrição desse bebê. A falta de alimento afeta o desenvolvimento de uma gestação saudável, até porque a deficiência nutricional abate primeiro a mãe e depois a criança.

Como se vê, o importante é não ter exageros, nem para mais e nem para menos. É fundamental avaliar os hábitos alimentares: muita gente acredita que tem uma alimentação saudável, mas, às vezes, passa muitas horas sem comer, não consome todos os grupos alimentares nas refeições, entre outras falhas que precisam ser corrigidas durante a gestação e mantidas após. E considerar alguns fatores tão importantes quanto e que, infelizmente, não há como mudar: a biologia e a genética podem fazer diferença. Se essa mãe tem "tendência" a engordar, deve ter atenção redobrada. Pergunte a sua mãe, tia, vó como foi a gravidez delas?

Com ganhos exagerados, as chances de desenvolver diabetes gestacional, hipertensão e pré-eclâmpsia são mais altos. Não dá para cometer deslizes. Para estas, passado o parto, o peso e a distribuição da gordura adquiridos na primeira gravidez costumam ser alterações que persistem por mais tempo, sendo mais difícil perder peso. Por isso é tão importante evitar excessos durante os nove meses e se possível se preparar antes de engravidar.

É aí que entra a luta contra o sedentarismo. Além da alimentação balanceada, incluir exercícios durante a gravidez podem ajudar no equilíbrio dessas "forças". Ficar de preguiça nove meses vai fazer diferença. Separe uma horinha para se mexer, com orientação e acompanhamento. Aliás, esse é outro momento de importante orientação do obstetra: e quais exercícios podem ser feitos para manter a evolução natural do peso e sem colocar em risco a gravidez? E melhor: quais podem ajudar a ter um parto mais tranquilo?

Fica combinado assim: agora que já sabe a importância de manter o peso recomendado, separe suas dúvidas e leve para seu obstetra. Isso vai ajudar na consulta e vai te deixar mais confortável para passar por esse momento especial sem comprometer a saúde de seu corpo e do seu bebê.

Veja qual deveria ser o seu peso ideal a cada semana de sua gravidez em:

http://www.zazou.com.br/home/default.asp?id=calculadoras&pg=gestacao
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Vitamina E na gravidez pode prevenir hipertensão nos filhos

Uma pesquisa feita com ratos como cobaias sugere que a administração em grávidas desnutridas de um tipo ativo de vitamina E, o alfa-tocoferol, durante o período perinatal (gestação ou o período que vai da fertilização até o nascimento) pode ajudar a prevenir o surgimento de hipertensão nos filhos quando adultos.

As informações foram apresentadas nesta quinta-feira (22) pela professora de bioquímica e fisiologia Ana Durce Oliveira da Paixão, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), durante a reunião anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (Fesbe), em Caxambu, Minas Gerais.

O efeito ocorre porque a vitamina E tem propriedades antioxidantes que ajudam a prevenir a formação de radicais livres na gravidez, afirma a professora. "O tocoferol age principalmente prevenindo o estresse oxidativo. No entanto, há ações genômicas [da vitamina] das quais ainda pouco se sabe", ponderou. saiba mais

Na pesquisa, fêmeas grávidas de ratos foram submetidas à desnutrição. Nessa situação, elas tiveram "estresse oxidativo", ou seja, formação de radicais livres. No período de gravidez, estas moléculas mudaram a expressão de alguns trechos do DNA do feto, prejudicando seu funcionamento. "Afeta a vida inteira do filhote, [a expressão] do gene fica modificada", disse Ana Durce.

Ela afirma que, nos testes com ratos, a administração da vitamina em fêmeas grávidas e desnutridas foi satisfatória em prevenir que os filhotes tivessem hipertensão. No entanto, efeitos colaterais podem surgir e ainda demandam outras pesquisas para serem conhecidos.

"O tocoferol, quando administrado em uma mãe com dieta normal, ele próprio causou hipertensão. Ainda não entendemos por que isso acontece, precisamos ainda estudar a razão disso", ponderou. Sobrecargas e doses elevadas da substância podem causar problemas, afirma a cientista.

"O conceito principal é que prevenir o estresse oxidativo, isto é, os radicais livres, pode prevenir sequelas da desnutrição materna", ressalta Ana Durce. Ela diz ainda que é preciso pesquisar mais sobre quais genes estão tendo sua expressão alterada pelos radicais livres nos fetos.

A pesquisa é um passo para saber como os radicais livres influenciam no aparecimento da hipertensão, diz a cientista. "Se a desnutrição 'programa' a hipertensão, é possível a 'reprogramação'", para evitar o distúrbio, na avaliação de Ana Durce.

"A desnutrição causa estresse [oxidativo]. A mãe já tem uma placenta com estresse aumentado, o feto está com estresse oxidativo aumentado e os genes fetais estariam afetados", avalia. Uma das hipóteses é que os radicais livres tenham consequências principalmente no sistema renina-angiotensina, que atua no controle da pressão arterial, pondera a pesquisadora.

Ela afirma ser muito cedo para falar em alfa-tocoferol como tratamento terapêutico em mulheres. Por enquanto os dados foram colhidos em pesquisas com ratos, e são necessários mais testes para saber se a substância pode no futuro ser eficiente com mulheres grávidas.

Em populações humanas, quadros de hipertensão em adultos que tiveram mães desnutridas foram identificados em várias regiões e épocas, afirma a professora da UFPE. Ela relata terem surgido populações na Holanda com hipertensão e função renal comprometida após a Segunda Guerra Mundial, por conta da desnutrição das mães na gravidez. Casos foram identificados entre aborígenes australianos, indígenas americanos e famílias europeias no pós-guerra, pondera.
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Dicas de Uma Nutricionista sobre uma Alimentação Saudável Durante a Gravidez

Manter a silhueta durante a gravidez não é tarefa nada fácil, Kim Kardashian que o diga. Além dos quilos que podem ser adquiridos nesse período, há também alguns alimentos que são proibidos durante os meses de gestação. Porém, as dúvidas se mantêm e as futuras mamães continuam a se perguntar qual a alimentação ideal para as grávidas?

Vejam então abaixo as dicas da nutricionista funcional carioca Cláudia Freitas, que esclarece de fato quais alimentos podem se tornar aliados das mulheres grávidas, quais são os vilões e o que é mito.

Mesmo quem nunca foi mãe já ouviu dizer que ácido fólico é essencial durante a gravidez, no entanto a especialista chama a atenção também para o consumo de zinco.
"Esses elementos são responsáveis por auxiliar no processo de formação do bebê e devem ser prioridade na alimentação", explica. Ela ainda recomenda alimentos que sejam ricos em cálcio, ferro, vitamina B12, além de procurar consumir bastantes fibras, que podem ser encontradas em verduras de cor verde escura e cereais, por exemplo. "O consumo de fibras é fundamental para a boa saúde. Na gestação, utilize os vegetais e frutas na sua forma integral, ou seja, com casca (bem lavadas), sucos não coados, vegetais crus, etc.".


Cláudia aconselha que as mulheres grávidas insiram, em sua dieta, leguminosas diariamente, pois possuem altos índices de ferro, além de outros nutrientes que são muito importantes nesse período, "como feijão, lentilha, grão de bico, ervilhas; alimentos ricos em fibras e ferro, além de outros nutrientes". Lembrando que estar grávida não significa "comer por dois" (no caso de um único bebê), o que deve ser feito é ter uma alimentação saudável e rica em vitaminas e nutrientes que ajudem a futura mamãe a ter uma gestação tranquila, assim como o parto.

Proteína animal demora mais a ser digerida e têm níveis significativos de lipídios. Por isso, a nutricionista recomenda o consumo de "carnes magras (em relação a gado), peixe e aves sem a pele, assim se ingere menor quantidade de calorias e se evita um consumo elevado de colesterol e gorduras saturadas, que causam danos ao coração e engordam".

Cláudia ressalta que manter uma boa alimentação, além de auxiliar no desenvolvimento do bebê ajuda a evitar ganho de peso excessivo nesse período e nos fez uma listinha com pratos e receitas que devem ser consumidos com muita moderação: "chocolates, bolos, tortas, cheeseburguer, lasanhas, preparações à milanesa, molhos brancos, gratinados; feijoadas, pizzas, pastelões, empadões, entre outros". Esses pratos são ricos em gordura saturada e carboidratos. "Quando for comer preparos deste tipo, procure ingerir uma quantidade um pouco menor do que a permitida no programa alimentar elaborado por sua nutricionista. Evite refrigerantes; doces em geral", aconselha.

No período de gestação, uma das características mais comuns é a formação de gases em consequência da constipação intestinal cauda por dos níveis de progesterona muito elevados para inibir a contração do útero, mas que leva também a diminuição da contração dos músculos do intestino. Nesse sentido, Cláudia Freitas afirma que não existe "receita de bolo, a dieta deve ser personalizada de acordo com as características e diagnóstico de cada uma, somente o profissional nutricionista está habilitado para esta orientação".

Embora, alimentos e pratos ricos em gordura e carboidratos possam ser consumidos com muita cautela durante a gravidez, segundo a especialista, existem alguns itens que devem realmente ser excluídos nesse período por razões particulares, confira:

1) Cafeína:

Pode causar taquicardia e trazer problemas cardio circulatórios. Freitas recomenda "2 xícaras pequenas de qualquer bebida que contenha cafeína/dia. Mais do que isto, é prejudicial ao bebê".

2) Adoçantes artificiais:

A gestação não é um período recomendado para perda de peso, e produtos dietéticos não devem fazer parte da dieta, além disso, a sacarina e o ciclamato, presente nesses produtos, atravessam a barreira placentária e ainda não há estudos conclusivos a respeito desse evento.

3) Bebida alcoólica:

Embora alguns especialistas liberem o consumo em quantidades mínimas, eventualmente ao longo da gravidez, a nutricionista Cláudia Freitas aconselha não beber. "Realmente não é indicado nem uma gota; pois sua ingesta junto a refeição pode prejudicar o alcance adequado das necessidades nutricionais; além disto, pode prejudicar seriamente as condições neurológicas do bebê", explica.

4) Queijos cremosos (brie, camembert, roquefort):

Pela possível contaminação por bactérias e leveduras.

5) Ovos, peixes crus (comida japonesa) e carne vermelha crua:

Também por contaminação, incluindo de metais pesados.

6) Embutidos e derivados de porco:

Recomenda-se não consumir. "Estes alimentos estão sujeitos à contaminação, intoxicação, verminoses, além de conter excesso de sódio, levando mãe e bebê a riscos".
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Video = Enjoos no início da gestaçã

Ao contrário do que muitas pessoas acham, o sexo ou os cabelos do bebê nada têm a ver com os enjoos no início da gestação. O mal estar é gerado pela ação de dois hormônios no organismo. Saiba mais a respeito no vídeo abaixo.
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Video = Alimentação durante a Gravidez

Veja no video abaixo algumas dicas de uma nutricionista sobre a alimentação da gestante durante a gravidez.
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Video = Restrição proteica durante a gestação

Outro dia vendo algumas fotos de uma gestante carioca conhecida por esta grávida de um bilionário, com uma barriga mínima, e achando isto o máximo, achei que algo não estava vendo bem divulgado. Mas como tudo na vida, os extremos, seja ele engordar muito, ou não engordar nada, pode ser perigoso para o seu bebê. Por isto resolvi trazer um vídeo sobre o tema que mostra o resultado de uma pesquisa que aborda a chamada fome holandesa.

Você esta se alimentando bem?

Vejam abaixo um vídeo sobre um estudo técnico sobre a restrição proteica durante a gestação.
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Como dormir melhor na gravidez?

Divisor de águas na vida de uma mulher, a gestação exige cuidados indispensáveis para o desenvolvimento e saúde não apenas do bebê, mas da mãe. Por esse motivo, a partir do momento no qual a gravidez é descoberta, o acompanhamento por meio do pré-natal deve ser iniciado, uma vez que pode evitar fatalidades. A partir de então, torna-se necessário que a gestante fique atenta e divida com o médico toda a rotina da gravidez. Quaisquer anormalidades, como cólicas ou sangramentos, devem ser pontuadas ao especialista. Outra questão que exige a atenção das futuras mamães é a alimentação. Indica-se que as gestantes reduzam o consumo de bebidas que contenham cafeína, uma vez que a substância aumenta o risco de baixa de peso do bebê, que evitem o uso de bebidas alcoólicas, assim como a ingestão de carne crua ou mal cozida, bem como os cigarros.

No dia a dia, cuidados com a postura também podem trazer benefícios e diminuir os efeitos que o crescimento da barriga pode acarretar. É importante, por exemplo, prestar atenção em como apanhar um objeto no chão. Lembrar sempre de fazê-lo flexionando os joelhos. Nunca curvar a coluna para baixo. Ao realizar os afazeres domésticos, mantenha o abdômen sempre contraído e cuide para que seus ombros sejam mantidos para trás de forma relaxada. Assim, as costas não ficaram curvadas. Ao sentar-se, optar por manter os pés apoiados no chão, mantendo a colina reta. Se necessário, colocar um travesseiro na região lombar.

A hora de dormir também exige alguns cuidados por parte da gestante. Segundo a professora do curso de Fisioterapia da Faculdade Pitágoras de Belo Horizonte, Ana Paula de Melo Ferreira, a melhor posição para o repouso, em qualquer idade gestacional, é deitando-se para o lado esquerdo, utilizando um travesseiro para apoio cervical (altura do ombro à cabeça) e outro entre as pernas. "Com o passar da gestação e o aumento do crescimento uterino, também pode ser utilizado um travesseiro para apoiar o abdômen lateralmente", afirma.

Para a docente da Unopar, Adriana Paula Fontana Carvalho, ao adotar a posição lateral esquerda, a circulação sanguínea da gestante se mantem normal, evitando o mal estar bastante comum no fim da gravidez. "Porém, se repousar de barriga para cima ainda for agradável, deve-se elevar levemente as pernas com ajuda de travesseiros ou almofada para melhorar a circulação e apoiar melhor a lombar no colchão", completa. A professora de Fisioterapia da Universidade de Cuiabá (UNIC), Myrian Arruda Sá, tranquiliza as gestantes e afirma que até o quinto mês é possível que a mulher durma de bruços. "A mãe não amassará o bebê, porque ele está extremamente protegido dentro do útero e não se machucará", relata.

Com o avanço da gestação, o desconforto ocasionado pelo crescimento do neném e, consequentemente, da barriga, as grávidas podem sentir dores fortes nas pernas e nas costas. Para amenizá-las, a fisioterapeuta e docente da Faculdade Pitágoras de Linhares, Ádma Candido Pinto, indica o uso de almofadas e travesseiros. "A dica é posicioná-los em meio às pernas ao deitar de lado, o que deixa a coluna mais reta. Também vale colocar um sob a barriga, outro para abraçar, enfim, usar quantos for necessário para uma posição alinhada e confortável", pontua. "Teste diversos tamanhos e formatos, identificando o que melhor se encaixa no seu corpo", completa.
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Alimentos que ajudam a Fortalecer a Imunidade das Grávidas

Durante o período gestacional, o sistema imunológico da mulher é bastante exigido, podendo ocorrer uma baixa natural da imunidade e, consequentemente, maior susceptibilidade a doenças e infecções. Por isso, fortalecer nosso sistema de defesa é muito importante, principalmente com a chegada do inverno, quando ficamos mais tempo em locais fechados e mais expostos a vírus e bactérias que provocam gripes e resfriados.

A alimentação desempenha um papel fundamental na melhora da resposta imune. Garantir uma ingestão adequada de energia, nutrientes e antioxidantes possibilita a formação e renovação das células de defesa (conhecidos como glóbulos brancos ou leucócitos), e também de outros elementos envolvidos no sistema imunológico.

E para nos ajudar a passar algumas dicas bem úteis e práticas para as grávidas que acompanham o Blog da Zazou, pedimos ajuda para a Nutricionista Clínica Laís Cruz (CRN3 18128), parceira nossa de longa data, que lista abaixo quais alimentos e nutrientes, que não podem faltar no seu cardápio da gestante, para melhorar a resistência e diminuir o risco de desenvolver as doenças mais comuns nessa época do ano, com a sua respectiva função no organismo da gestante, e em que alimentos vão encontra-los, para que tenha uma alimentação mais saudável e direcionada para suas demandas.

1) Glutamina

Fornece energia e auxilia na formação e crescimento das células de defesa do corpo
Em carnes (brancas e vermelhas), ovos, leite e derivados, soja e derivados

2) Ômega 3

Anti-inflamatório natural que auxilia as células de defesa do corpo
Em peixes gordurosos (salmão, atum, cavala, arenque), óleo de linhaça e suplementos

3) Carotenoides

Mantêm a estrutura e a função das células de defesa
Em batata-doce, abóbora, cenoura, espinafre, couve, mamão, manga

3) Zinco

Essencial no desenvolvimento e função das células do sistema imunológico
Em carnes (brancas e vermelhas), ovos, frutos do mar, nozes, cereais integrais

4) Selênio

Participa da formação de enzimas antioxidantes com ação imunoestimulante
Em castanha do Pará, linhaça, alho, frutos do mar, cereais integrais, cogumelos, semente de girassol

5) Vitamina C

Antioxidante que atua no combate aos radicais livres (que comprometem a imunidade)
Em frutas cítricas (limão, laranja, abacaxi), caju, acerola, goiaba.

Obs - Dica: Tome água com gotas de limão, que ajuda inclusive no enjôo.

6) Vitamina E

Antioxidante que ajuda a manter a integridade da parede das células de defesa
Em óleos vegetais (azeite, soja, girassol), sementes, nozes, castanhas, avelãs, amêndoas

7) Bioflavonoides

Antioxidante que protege as células do corpo da ação dos radicais livres
Em cebola, parte branca de laranja e do limão, frutas vermelhas, cacau

8 ) Alicina

Auxilia a multiplicação e atividade das células de defesa, e aumenta a eficiência da produção de anticorpos
Em alho

9) Probióticos

Inibem a multiplicação de vírus, fungos e bactérias nocivas à saúde
Em leites fermentados, iogurtes enriquecidos

Procure selecionar um alimento rico em cada um desses nutrientes para incluir com frequência em seu cardápio. Além disso, cuidar da hidratação é essencial para melhorar a imunidade, garantindo a circulação e o fornecimento de nutrientes para todas as células do corpo. Consuma água ao longo do dia, de forma fracionada.

Acho que a dica vale para todas as mulheres e não apenas as grávidas...

Caso queiram saber mais como se alimentar bem nesta fase, a dica é ligar ou mandar um email para a Laís Cruz. Anotem ai os telefones de contato dela: (11) 3283-2050 (Paraíso) ou 5041-5982 (Campo Belo), e email:nutri.lais@gmail.com.
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Falta de iodo na gravidez pode afetar inteligência

Uma pesquisa britânica sugere que a deficiência de iodo na gravidez pode afetar a inteligência de crianças em idade escolar.

O estudo, publicado na revista científica Lancet, analisou mil famílias britânicas e observou QIs mais baixos e dificuldades relacionadas à leitura entre crianças cujas mães ingeriram poucos alimentos com iodo durante a gestação.

Os pesquisadores das Universidades de Surrey e de Bristol analisaram os níveis de iodo em amostras de urina de mulheres grávidas no sudoeste da Grã-Bretanha.

Os exames mostraram deficiência do nutriente em dois terços das mães pesquisadas. Mais tarde, os pesquisadores observaram que seus filhos tinham QI mais baixo aos oito anos e problemas relacionados à leitura aos nove anos.

A pesquisadora Sarah Bath disse à BBC que o estudo observou uma diferença de até três pontos para baixo nos QIs das crianças com deficiência de iodo em comparação com as que acusaram níveis normais.

Até recentemente acreditava-se que a deficiência de iodo era um problema em países em desenvolvimento, apesar de estudos anteriores terem registrado índices baixos de iodo também em mulheres britânicas. No entanto, o impacto da falta de iodo no desempenho escolar das crianças era até então desconhecido.

Segundo os pesquisadores, a deficiência de iodo pode "impedir que crianças atinjam seu potencial pleno" e que a questão deve ser tratada como "um problema sério de saúde pública".

O iodo é um nutriente essencial para o desenvolvimento do cérebro, com papel importante na produção de hormônios responsáveis pelo crescimento físico e neurológico.

Os pesquisadores aconselham mulheres em idade reprodutiva a seguirem uma dieta baseada em peixes e laticínios. Em contrapartida, eles não recomendam a ingestão de pílulas de algas marinhas porque contêm doses demasiadamente altas de iodo.

As recomendações dos cientistas, publicadas no site da British Dietetic Association, recomenda que mulheres grávidas e lactantes ingiram ao menos 250 microgramas de iodo por dia, enquanto outros adultos devem consumir 150 microgramas.
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Video = Alimentação da gestante

Vejam no vídeo abaixo mais uma edição do programa "Pausa para a Família" Especial Dia das Mães, em que a a nutricionista Vilani Dias dá mais dicas de alimentação, explicando como deve ser a alimentação da gestante.
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Video = Alimentação e Exercícios na gravidez

Manter uma alimentação saudável é indispensável durante a gestação. Mas a prática de exercício físico durante a gravidez traz qualidade de vida e disposição. Veja mais detalhes sobre o tema no vídeo abaixo do programa Programa Viver Bem.
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Video = Cuidados durante a gravidez com a Alimentação e Atividades Fisicas

A gravidez é um dos momentos mais importantes na vida de uma mulher. Por isso, alguns cuidados básicos são necessários para evitar alguns sustos indesejados na gestação. Sobre isso, no vídeo abaixo do programa Vida e Saúde, a apresentadora Teru Gouveia conversa com a obstetra Cláudia Amaral, também recebe uma educadora física para aprender exercícios para grávidas.
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Comer peixe pode diminuir risco de depressão pós-parto

Baixos níveis de ômega 3, substância encontrada nos peixes, podem estar associados à depressão pós-parto. De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Montreal e publicado pelo Canadian Journal of Psychiatry , as mulheres estão em maior risco de depressão durante e após a gestação. A saúde da mãe fica mais vulnerável durante esse período e a falta de ômega 3 pode ser responsável por esse quadro.
Comer peixe pode diminuir risco de depressão pós-parto


O estudo mostra que pode haver uma ligação entre a gravidez, o ômega-3 e a reação química que libera a serotonina, um regulador de humor nos nossos cérebros. O ômega 3 é transferido da mãe para o feto durante a gravidez e a amamentação, por isso os níveis diminuem no organismo da mulher até seis semanas após o nascimento.

Essa descoberta pode ser útil para o diagnóstico, tratamento e prevenção do problema", disse Shapiro, que ressaltou a importância de fazer novos estudos sobre a depressão pós-parto para esclarecer a ligação.
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O que comer na gravidez para deixar seu bebê mais saudável

O cuidado com a alimentação durante a gestação é cada vez mais presente na vida das gestantes. Grande parte dessa preocupação se deve a médicos e nutricionistas que procuram orientar as futuras mães sobre os benefícios de diversos alimentos e hábitos. Hoje em dia já se sabe, por exemplo, que não é necessário, e até contra-indicado, que a gestante coma por duas pessoas.

Especialistas também afirmam que uma dieta rica em peixes pode colaborar para que a criança se torne mais inteligente, já que o consumo de ômega 3, ácido graxo contido em salmão e sardinha, por exemplo, estimula o desenvolvimento cognitivo e motor do bebê . Entre tantas recomendações, confira quais alimentos podem colaborar de verdade para a saúde e o bem-estar do seu filho.
O que comer na gravidez para deixar seu bebê mais saudável


De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisa Agronômica (INRA), na França, o próprio peixe tem outros benefícios. O famoso ômega 3, também presente em nozes e sementes de linhaça, colabora para que as células imunológicas do intestino respondam a bactérias e substâncias estranhas de maneira mais adequada, diminuindo a probabilidade do bebê sofrer alergias após o nascimento. O sistema imunológico, portanto, amadurece mais rapidamente com a ajuda da substância.

Mesmo tendo mais chances de uma criança ser alérgica a um alimento com o qual nunca teve contato do que a um que já conhece, ainda que o contato tenha se dado dentro da barriga da mãe, não existem pesquisas suficientes que comprovem a teoria com total clareza. De acordo com nutricionistas, qualquer substância que entra em contato com o corpo pode gerar uma alergia e seria somente a alimentação da mãe que poderia impedir um possível quadro alérgico do filho.

Uma pesquisa realizada pelo programa de Prática de Parto e Enfermagem pela Saúde da Mulher (Nurse Midwifery/Women’s Health Nurse Practitioner), da Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos, mostra que as escolhas alimentares da gestante podem moldar o paladar do bebê prestes a nascer e, com isso, facilitar a preferência dele por alimentos mais saudáveis. Segundo o jornal norte-americano Washington Post, o conceito foi chamado de “aprendizagem de sabor pré-natal”. Isso acontece porque os sabores dos alimentos que a mãe ingere se misturam ao líquido amniótico e ao leite materno, fazendo com que o bebê também os sinta.

Seria lógico, então, afirmar que a mãe pode fazer com que seu bebê tenha maior facilidade para aceitar legumes e vegetais à medida que for crescendo, e até goste mais destes alimentos do que de outros. O raciocínio está correto. Acredita-se que existe uma memória metabólica e o feto habitua-se facilmente aos nutrientes que a mãe ingere. Se a mãe come muita fritura e bebe bastante refrigerante, por exemplo, a criança terá uma tendência a gostar mais desses alimentos.

Em um estudo realizado pela Universidade de Helsinki, na Finlândia, 300 grávidas foram questionadas sobre a quantidade de chocolate que ingeriam e sobre os níveis de estresse que vivenciavam diariamente. Seis meses após darem à luz, foram questionadas novamente, mas dessa vez sobre o comportamento das crianças. Foi descoberto, então, que os filhos de mães que comiam chocolate regularmente eram mais sorridentes e ativos, enquanto os filhos de mulheres que não comiam o alimento mostravam-se mais medrosos. No entanto, os pesquisadores esclareceram que não levaram em consideração outros fatores que poderiam influenciar os resultados. Por ser rico em triptofano, o chocolate aumenta a produção de serotonina (hormônio responsável pela regulação do humor, entre outras características) no cérebro.

De acordo com snutricionista, é possível que isso aconteça pelo fato de a mãe passar para o bebê a sensação de bem-estar que sente após comer chocolate, mas o alimento em si não faria tanta diferença. A nutricionista explica que a pesquisa não deve ser motivo de uma corrida de gestantes ao supermercado. O ideal mesmo é que a gestante encontre outras atividades que proporcionem sensação de bem-estar sem precisar sempre da ajuda do triptofano.

O consumo de ovos e bacon também poderia deixar o seu filho ainda mais inteligente ao nascer. De acordo com o jornal britânico The Telegraph, um grupo de cientistas da Universidade da Carolina do Norte resolveu fazer a alegria das gestantes norte-americanas e descobriu que um micronutriente chamado colina, presente em bacon e ovos, alimentos característicos do café da manhã nos Estados Unidos, pode ajudar no desenvolvimento do cérebro do feto, principalmente nas partes relacionadas à memória e ao reconhecimento.

O micronutriente é realmente importante para o desenvolvimento normal do cérebro e para a formação da acetilcolina, neurotransmissor que colabora para que as sinapses aconteçam de forma mais rápida e eficiente, mas as grávidas não devem abusar desses alimentos.Etudos sobre a importância da colina continuamem andamento. Elaexplica ainda que o micronutriente também pode ser encontrado no leite e na carne de frango, entre outros alimentos.

Outro estudo americano da Escola de Saúde Pública de Harvard, avaliou a ingestão de leite e laticínios durante a gestação e concluiu que a alimentação diária com iogurte de fruta de baixa caloria aumentava em quase duas vezes a probabilidade dos filhos desenvolverem asma até os sete anos de idade, além de serem mais propensos à rinite alérgica.

O iogurte desnatado tem uma menor quantidade de ácido graxo, e a grávida que faz uso desse tipo de alimento não estaria consumindo a mesma quantidade de gordura que uma gestante que ingere iogurte normal. No entanto, se somente o iogurte é light e a gestante se alimenta de forma correta no dia a dia, incluindo peixes, vegetais e outros alimentos em sua dieta, dificilmente faltará gordura para ela e para o desenvolvimento do feto. Diante desse cenário, Solange Junqueira acredita que o consumo de iogurte light não deve ser totalmente proibido.

A falta de gordura durante a gestação dificultará o desenvolvimento do sistema imunológico da criança e, por isso, podem surgir problemas respiratórios ao longo da infância. O importante, portanto, é não focar em baixas calorias durante a gravidez e lembrar que o período da gestação não é propício para perda de peso.
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Consumo de oleaginosas na gravidez reduz o risco de alergias no bebê

Uma alimentação equilibrada durante a gravidez tem uma importância valiosa, que irá refletir na saúde da mãe e do bebê. Seguir as recomendações de incluir muitos vegetais, frutas, grãos, proteínas magras e carboidratos integrais garantem mais disposição e evitam o ganho exagerado de peso durante essa fase.

Porém, existe outro grupo de alimentos que são extremamente importantes para colocar no cardápio da gestante segundo uma pesquisa divulgada no site do jornal britânico The Telegraph: as frutas oleaginosas. Aquelas frutas secas tão adoradas e consumidas com mais intensidade durante a época das festas como nozes, avelãs, amêndoas e castanhas, além do amendoim, têm o poder de reduzir a probabilidade de alergias nos bebês.
Consumo de oleaginosas na gravidez reduz o risco de alergias no bebê


De acordo com a pesquisa, filhos de mulheres que comeram amendoim e outros tipos de nozes e castanhas durante a gravidez tiveram um terço a menos de probabilidade de sofrer de asma até os sete anos de idade em comparação com aqueles cujas mães não consumiram as oleaginosas.

Uma ótima notícia para as futuras mamães que adoram esse tipo de alimento! Ainda mais que, durante muitos anos, as mulheres grávidas foram desaconselhadas a comer nozes de qualquer tipo, pois havia a suspeita de que elas aumentavam o risco de alergias em seus bebês. Mas em 2009, a Food Standards Agency revisou essa informação, afirmando que não há evidências claras de que o consumo de frutas secas durante a gravidez, na amamentação ou na primeira infância tem qualquer efeito sobre as chances de uma criança desenvolver uma alergia a elas.

Agora, pesquisadores dinamarqueses foram um pouco mais longe e descobriram que o consumo dessas nozes (castanhas, amêndoas, amendoim etc) durante a gravidez pode ter um efeito protetor para o bebê.

O novo estudo analisou mais de 60 mil mães e seus filhos, avaliando-os desde o início da gravidez até quando as crianças completaram sete anos de idade.

O resultado foi que o consumo desses frutos durante a gravidez reduziu em 25% a chance de uma criança ser classificada como asmática aos 18 meses e em 75% aos sete anos. O estudo revelou que a ingestão desses alimentos melhora o sistema imunológico, pois expõe a criança aos seus nutrientes desde os primeiros meses de vida como uma “vacina”.

Os cientistas afirmaram que é o mesmo princípio que acontece quando uma criança cresce cercada de cuidados extremos com higiene sem ser exposta a sujeiras e insetos. Esta não cria anticorpos e acaba desenvolvendo alergias.

Já as crianças criadas de uma forma mais exposta (mas, ainda com cuidados, é claro) com brincadeiras no chão e na terra, por exemplo — criam anticorpos e ficam menos doentes que as superprotegidas. Se o seu corpo já experimentou algo antes, não vai pensar que ele é um inimigo e sair lutando contra ele, que é o que acontece a uma resposta alérgica.

Porém, é importante sempre ficar alerta se você tem algum histórico familiar de alergia grave à esse tipo de alimento, consultando médicos e nutricionistas para esclarecer as suas dúvidas.
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