Category Archives: Pos-Parto

Em Entrevista a Cantora Wanessa Camargo Disse Continuar Usando Roupas de Grávida no Pós-Parto

A midia normalmente adora mostrar e dar destaque para algumas mães famosas, que privilegiadas pela natureza voltam ao corpo de antes da gravidez em pouquíssimo tempo, mas esta infelizmente não é a realidade da maioria da grávidas, que ainda demoram alguns meses para conseguir isto, mesmo com ajuda da amamentação e de atividades fisicas.

Não esta sendo o caso recente da cantora Wanessa Camargo, que deu uma entrevista recente para o Globo, em que disse claramente de que não está com pressa de ficar em forma. A cantora, que deu à luz a seu segundo filho João Francisco há dois meses, ainda está acima do peso e não pretende correr contra o tempo para retornar à antiga forma.

Veja só o que ela disse:

Em Entrevista a Cantora Wanessa Camargo Disse Continuar Usando Roupas de Grávida no Pós-Parto

Gostaria de destacar de que, nem sempre se ganha apenas 9 a 12 kg na gravidez. No caso dela, foram 18kg na gravidez, e mesmo depois de 2 meses ela ainda esta com 13kg acima do peso. Mas legal ver de que a minha grande prioridade é amamentar meu filho com exclusividade até os 6 meses dele,

Achamos legal dela ter dito também que está medindo seu emagrecimento pelas roupas, e que apesar de ainda inchada, aos poucos vai vendo o enagrecimento pela cintura. E que “a roupa não mente“. Mas melhor ainda foi quando ela confessou (até por que muitas mulheres não gostem de contar isto) que ainda usa roupas de grávida mesmo no período de recuperação do pós-parto!

Apesar de muitas acharem que só vão usar suas roupas de grávida até o parto, a realidade é que ainda usam por um pouco mais de tempo depois, como esta fazendo a Wanessa.

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Pesquisa sugere melhor período para mulher perder peso após gravidez

Uma pesquisa conduzida por médicos do Canadá sugere que o período entre três e 12 meses depois do parto é o ideal para perder os quilos a mais ganhos durante a gravidez.

Segundo o estudo, publicado na revista especializada 'Diabetes Care', as mães que não conseguem perder o excesso de peso dentro de um ano depois do nascimento do bebê, ou engordam neste período, podem correr sérios riscos de saúde.

Os pesquisadores afirmam que esse grupo pode vir a sofrer problemas como hipertensão e outros fatores que provocariam diabetes e doenças cardíacas no futuro.

O estudo revelou que os fatores de risco mais elevados para a saúde das mulheres - observados um ano depois do parto e naquelas que não emagraceram - não foram verificados três meses após o nascimento do bebê.

A conclusão sugere que o período crítico para as mulheres perderem pelo menos uma parte do peso extra ganho durante a gravidez se estende de três a 12 meses depois do parto.

Os pesquisadaores canadenses acompanharam o emagrecimento depois do parto de um grupo de cerca de 300 mulheres saudáveis. Eles também monitoraram fatores de risco para diabetes e doenças do coração, como a pressão sanguínea, o LDL (colesterol ruim) e a resistência à insulina (hormônio responsável pela redução da glicemia, a taxa de glicose no sangue).
A maioria das mulheres não está voltando ao peso de antes da gravidez logo imediatamente (depois do parto) e descobrimos que o padrão típico é que mais de 80% não fazem isto durante três meses, disse Ravi Retnakaran, pesquisador em diabetes e clínico do Hospital Mount Sinai, de Toronto, responsável pela pesquisa. Sugerimos que, entre 3 e 12 meses, a mulher já deva estar na trajetória do emagrecimento', acrescentou. Percebemos que o período entre 3 e 12 meses depois do parto é crucial. Neste período, médico e paciente devem prestar atenção ao controle do peso, o que poderá ser muito importante para a saúde metabólica e vascular a longo prazo', afirmou Retnakaran.


Por causa do crescimento do bebê, é normal o aumento de peso durante a gravidez. Em média, ao longo dos nove meses de gestação, mulheres costumam ganhar cerca de 20% ou mais de seu peso total.

Depois do parto, as tentativas de perder peso podem ser prejudicadas pela falta de exercícios e também pela falta de sono.

A pesquisa também mostrou que o peso de uma mulher um ano depois do parto é um forte indício de como será seu peso 15 anos depois.

A hipótese, segundo os médicos do Hospital Monte Sinai, é que o efeito cumulativo do ganho de peso durante cada gravidez contribui para que a mulher tenha um risco maior de desenvolver doenças como diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.

Ao fim do estudo, os médicos descobriram que 75% das pesquisadas perderam peso entre três e 12 meses após o parto. Eles acrescentaram que a prática de exercícios foi importante para alcançar a meta.

As 25% restantes que não emagreceram ou que engordaram tinham um perfil que mostrava um risco maior de desenvolver diabetes e doença cardíacas no futuro.

Maureen Talbot, enfermeira cardíaca da organização especializada em cuidados com o coração British Heart Foundation, reconhece que pode ser difícil perder peso depois da gravidez, mas lembra que ficar acima do peso aumenta o risco de ataque cardíaco e derrame.
'Com um bebê novo você vai, sem dúvida, ficar ocupada, então não tente correr para dietas e uma rotina extenuante de exercícios', diz Talbot. 'Ao invés disso, volte a fazer exercícios de forma equilibrada encaixando atividades físicas em sua rotina, por exemplo, uma caminhada na hora do almoço ou uma aula de ginástica com o bebê', acrescentou.
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Cuidados e Dicas para as Futuras Mães para depois do parto durante o Puerpério

Muitas grávidas não sabem, mas o período imediatamente a seguir, ao nascimento do seu filho, chama-se de Puerpério.

Será por exemplo necessário, se cuidar e medir a sua tensão arterial, a temperatura e os pulsos, após o nascimento do seu filho. Deve ficar de olho em eventuais hemorragias vaginais, os seios, as pernas, o funcionamento da bexiga e dos intestinos. Os seus orgãos reprodutores deverão regressar ao estado normal, passadas quatro a seis semanas. A permanência no hospital, será de dois a três dias, mas se fez uma cesariana poderá demorar um pouco mais, mas no máximo cinco dias, após o parto. Mas que seu corpo não volta ao normal depois que sai da maternidade. Provável que, talvez necessite de cerca de um ano, para se recompor do seu estado físico e psicológico, proporcionado pela gravidez e pelo parto.

O corrimento sanguinolento, que o útero liberta após o parto, chamado de lóquios, é muito abundante nos primeiros dias, podendo mesmo apresentar pequenos coágulos. Inicialmente vermelho, passará depois a ser castanho e cada vez mais reduzido. Se a cor vermelha voltar a aparecer, a seguir à mamada ou após realizar uma atividade física, não se assuste. Ao fim de 10 a 14 dias, os lóquios tendem a desaparecer, mas caso voltem, consulte o seu médico.

Se estiver amamentando o bebê, o seu ciclo regressará após o desmame, mas se não estiver amamentando por algum motivo, é provável que volte, passadas seis a dez semanas. Por isto cuidado, pois pode voltar a engravidar, logo com o reaparecimento da menstruação e com a nova ovulação, ao retomar a sua vida sexual sem precauções.

A vontade de urinar, durante os primeiros dias pode ser muito frequente. Mas, é também possível que sofra de prisão de ventre. Beba muitos líquidos, e coma fruta, legumes, pão integral e cereais.

A zona entre a vagina e o anus, pode estar muito dorida, principalmente se fez uma episiotomia. As dores podem durar muito tempo, mesmo meses, e para ser aliviada poderá fazer, algumas coisas: experimente tomar banhos de sal, sentar-se em cima de uma bóia insuflável ou almofadas, faça ginástica adequada para o pós-parto, deite-se de lado quando amamenta ou aplique um saco de um gelo, de maneira a reduzir o inchaço. Estas dores, provocadas pela contração e descontração do útero, poderão ser suaves num primeiro parto, porque nos seguintes podem ser muito dolorosas.

As hemorróidas é outra das coisas que ataca, antes e depois do parto. Aplique um saco de gelo, um spray ou uma pomada e, sentir-se-à melhor. Tenha atenção ao peito. Após o segundo até ao quarto dia, o seu peito estará mais cheio devido à subida do leite. Portanto, compre um bom soutien, ainda que este desconforto dure cerca de 36 horas.

As estrias, também marcam o seu território, nas coxas, nos seios, e abdómen, mas desaparecerão passado um tempo. O seu cabelo cairá mais do que o normal, após três meses de parto. Não se preocupe, isto é apenas passageiro.

Durante ou depois da gravidez, as dores das costas são muito habituais, ainda para mais se tiver utilizado a anestesia epidural. Para que as dores não se agravem, tenha as costas apoiadas enquanto amamenta o bebé, dobre os joelhos ao levantar objectos pesados, tenha uma postura correcta ao estar de pé ou ao caminhar e, se estiver muito mal das costas, procure um fisioterapeuta.

Pratique os exercícios adequados, para que não venha a expelir urina quando ri, tosse ou espirra. Alguns dos exercícios, são muito simples. Inspirar devagar, deixando o abdómen subir. Depois expire, puxando os músculos do abdómen para dentro, com força. Este é um dos vários exercícios, próprios para o pavimento pélvico, mas pode também praticar natação, ginástica normal ou aeróbica. Deve é informar o professor, que foi mãe há pouco tempo.

Não comece logo a fazer uma dieta, após o parto. Continue com o mesmo tipo de alimentação equilibrada, que realizava durante a gravidez. Assim, o seu peso normal será recuperado, e será ainda mais eficazmente atingido, se fizer os exercícios de ginástica recomendados. Se amamentar o seu bebê, vai precisar de muitas mais calorias por isso, coma devidamente alimentos à base de muitas proteínas.

Quando voltar a fazer sexo, vai estar ainda sensivel por umas 3 a 4 semanas depois do parto, e é normal que se sinta um pouco dorida ou seca. Use um lubrificante ou geleia. Atenção, que este período de 3 a 4 semanas, pode ser mais longo, pois o apetite sexual da mulher pode ser relativamente baixo.

Um esgotamento físico e psicológico, acontece à maioria das mães. São as noites mal dormidas, a ansiedade, o receio de não estar a cumprir na perfeição o seu papel de mãe, as alterações na rotina diária e, um estado irritável que a domina sem cessar. Procure amigos e familiares, onde a boa disposição deve reinar, vá às compras, à cabeleireira e distraia-se bastante.

Os sintomas de uma depressão pós-parto, surgem a três, cinco dias depois do mesmo e, é habitual a vontade de chorar, a incapacidade de concentração, perda de memória, sono excessivo, perda de interesse por sexo, receio de tocar no bebé, alterações no apetite e energia excessiva.

Uma consulta pós-natal é recomendada, especialmente por volta das 6 semanas depois de já ser mãe, para verificar se o útero já recuperou e, se todas as suas componentes internas ou externas, se encontram em perfeitas condições.
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Vídeo = Entrando em Forma Depois da Gravidez

Vejam no vídeo abaixo uma médica que acabou de ser mãe a menos de 1 mês, dando um depoimento e dicas de como entrar em forma com saúde depois da gravidez, que é algo que muitas grávidas tem medo, até pelo desconhecimento do que tem que fazer da forma certa para conseguir.
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Prática de comer placenta está se espalhando pelos Estados Unidos

A placentofagia, que é a prática de guardar a placenta após o nascimento do bebê para comê-la, não é um hábito hippie, um rito de passagem de culturas primitivas nem um ritual de bruxaria assustador. Está acontecendo no estado do Utah, nos Estados Unidos, e em outros locais do país com frequência crescente.

É uma prática sem precedentes antropológicos, promovida por um grupo de mães que acreditam piamente em seus benefícios para a saúde, apesar da escassez de pesquisas sobre o assunto. O hábito tem promovido um novo nicho profissional: o dos preparadores de placenta.

Os hospitais de Utah não têm uma estimativa precisa de quantas mães pedem para ter as placentas empacotadas e colocadas no gelo, em vez de descartá-las. O Hospital Universitário de Utah estima que entre 5% e 10% das mães fazem esse pedido. Já o Intermountain Medical Center afirma receber cerca de dois pedidos a cada mês.

"Mas parece que há uma tendência de aumento", diz Bernice Tenort, gerente de enfermagem da ala de partos do Hospital Universitário.

Para muitos, pensar em canibalizar algo expelido de seu próprio corpo desencadeia um reflexo de ânsia. A placenta contém material genético da mãe, do pai e do bebê. Mas a prática 'pegou' principalmente entre mulheres brancas, casadas, de classe média, com formação universitária, a maioria das quais relatam experiências positivas de acordo com um estudo recente na revista científica "Ecology of Food and Nutrition". Também é popular entre mulheres que escolhem ter seus bebês em casa, segundo o estudo.

O órgão passa nutrientes essenciais da mãe para o bebê e contém ferro e hormônios benéficos do pós-parto, como progesterona e ocitocina, por isso supõe-se que ingeri-lo traga benefícios. Blogs sobre a maternidade e sites que estimulam o parto em casa asseguram que a prática pode diminuir o sangramento pós-parto, ajudar o útero a voltar a seu tamanho normal, enriquecer a produção de leite, além de prevenir a depressão pós-parto.

"Tem várias coisas que fazemos para melhorar nossa saúde que não foram estudadas e provadas pela ciência médica, ainda assim sabemos que funcionam", diz Laura Curtis, dona da maior empresa voltada para encapsular placenta em Utah, a PlacentaWise, em Lindon.

Laura aprendeu a encapsular placentas durante um treinamento para se tornar doula. "Foi estranho para mim e pareceu nojento", ela diz. "Eu nem encosto em carne. Sou vegana". Mas ela foi convencida por depoimentos de outras pessoas. "Existe uma demanda por esse serviço e a necessidade de pessoas que o façam de forma segura", diz Laura, que segue os protocolos aplicados ao manejo de comida.

Nada disso tem base na ciência. Já existiram muitos estudos observacionais em humanos, datando desde 1900, e estudos com animais: a maioria dos mamíferos come sua placenta. Mas nunca houve estudos randomizados. "Tem várias coisas que animais fazem e que humanos não deveriam fazer", diz Mark Kristal, um psicólogo do programa de neurociência comportamental da Universidade de Buffalo.

Apesar de a prática ser comum entre os animais, não existem evidências antropológicas de que a prática existiu entre humanos. "Em qualquer cultura, quando isso é mencionado, é mencionado como um tabu", diz Kristal.

Ainda assim, não existem evidências de que a prática faça mal. "Não vamos contra a prática", diz Bernice, do Hospital Universitário. "Nosso objetivo é honrar os direitos dos pacientes e fazer a experiência do nascimento da maneira que eles querem".

Há vários métodos de encapsular placentas. Laura cozinha o órgão no vapor de 10 a 12 minutos de cada lado. Depois o material é fatiado, desidratado e transformado em um pó, que é encapsulado.

Todo o local de preparo é limpo e desinfetado. Os pacientes devem entregar a placenta, mantida em ambiente refrigerado, até 48 horas depois do parto. Os médicos devem assinar um documento com os resultados de testes para patógenos, como HIV e hepatite.

Laura encapsula de 18 a 20 placentas por mês. O pacote básico, composto por um vidro de cápsulas e o cordão umbilical desidratado e moldado no formato de um coração, custa 200 dólares.
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Vídeo = Tratamento de Beleza na Gravidez e no Pós-Parto Durante a Amamentação

Trago mais uma edição do Programa Na Moda, apresentado pela jornalista e designer de moda Érika Okazaki, desta vez falando dos tratamentos de beleza na gravidez e no pós-parto durante a amamentação.
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Natália Guimarães Sai da Maternidade São Luiz com as Gêmeas Kiara e Maya Vestida de Zazou Moda Gestante

Natália Guimarães e o cantor do KLB Leandro deixaram a maternidade com as gêmeas Kiara e Maya nesta segunda-feira, apenas três dias após o nascimento das recém-nascidas no hospital São Luis de São Paulo. Detalhe importante: ela estava usando um vestido vermelho da atual coleção de inverno 2013 da Zazou para sair elegante nas fotos, como podem ver abaixo.
Natália Guimarães Sai da Maternidade São Luiz com as Gêmeas Kiara e Maya Vestida de Zazou Moda Gestante


Orgulhosos, os novos pais beijaram Miara e Maya e posaram sorridentes para fotos. Leandro e Natália contaram com a ajuda de duas enfermeiras para deixar a maternidade. Maya nasceu com 46 cm e 2,715 quilos. Já Kiara veio ao mundo um minuto depois, com 45,5 cm e 2,580 quilos.

Com a alta hospitalar, Natália se prepara para receber visitas em sua casa, em São Paulo, de amigos mais próximos e familiares. A ex-miss escolheu lembrancinhas na cor rosa para quem visita as gêmeas. Entre os itens distribuídos estão os brigadeiros de colher dentro de pequenas mamadeiras e garrafinhas de água personalizadas com o nome das meninas feitas pela empresária Mari Azevedo, do Atelier M. Azevedo.
Natália Guimarães Sai da Maternidade São Luiz com as Gêmeas Kiara e Maya Vestida de Zazou Moda Gestante


Leandro acompanhou o parto desde o começo e foi o único que entrou na sala de cirurgia. O cantor fez questão de dar banho nas garotinhas e, por meio de seu Instagram, declarou que é um "papai babão" e registrou o momento com uma foto.

A Zazou gostaria de dar aos parabéns ao novo casal de pais, e desejar muita saúde e o mesmo sucesso também para as gêmeas.

Por fim se gostou do estilo e deste look, vejam mais fotos da Natália ainda grávida com outros looks da atual coleção, que ela mesmo escolheu na loja de moda gestante da Zazou em Moema em SP, no link abaixo:

http://www.zazou.com.br/home/default.asp?id=album&pg=NataliaGuimaraes
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Mariana Belém é o Pos-Parto usando Vestido Estampado da Zazou

O que muitas grávidas de primeira gestação não sabem, é que elas não vão sair da maternidade com o seu corpo antes da gravidez. Mas não se preocupe pois isto vai acontecer, mas leva um certo tempo, ainda que a natureza seja sábia e a amamentação ajude bastante nisto.

Veja só o caso de nossa querida cliente Mariana Belém, que seguindo uma dieta alimentar da moda Dukan desde janeiro com acompanhamento médico, a cantora conseguiu perder 10kg em 3 meses, e feliz resolveu compartilhar com seus seguidores no Instagram o seu novo físico, e o mais interessante que queria destacar aqui, é que esta usando ainda um vestido estampado verde da Zazou! Que pelo vistou ela gostou bastante...
Mariana Belém é o Pos-Parto usando Vestido Estampado da Zazou Moda Gestante


Legal mostrar isto, pois muitas vezes as grávidas não compram moda gestante, pois acham que vão usar pouco, o que não é verdade, ou ainda que não vão usar depois e perder a roupa, o que mais uma vez esta ai a Mariana para mostrar ao contrário, que pode sim continuar usando por bastante tempo.
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Zazou em Destaque no Blog Modelitto = Usando Roupas da Zazou Mesmo Depois da Gravidez

Muitas grávidas, em especial na primeira gestação, ainda sem experiência práticas, acham que não vale a pena investir e comprar moda gestante em lojas especializadas, pois vão usar pouco, apenas em alguns meses, até o parto.

Mas antes de mais nada, vão descobrir de que não saem da maternidade depois do parto, com o mesmo corpo, pois há um longo período de recuperação no pós-parto, até que isto aconteça, por isto é comum que precise continuar a usar as roupas para grávidas, agora com um movimento inverso da barriga diminuindo aos poucos.

Muitas acham também que nunca mais vão usar estas roupas, mas se elas tem estilo, e principalmente qualidade, que aguentam bem o uso intenso deste período, aonde são usadas dezenas de vezes, dado as opções limitadas que terão no armário, afinal ninguém refaz todo o enxoval.

Para mostrar isto acontecendo na prática, ficamos felizes de ver um post do Instagram do Blog Modelitto, com a @JuJacinto usando um casaco cardigam da Zazou, que ela comprou e usou durante sua gravidez, e que gostou tanto, que agora continua usando.
Zazou em Destaque no Blog Modelitto = Usando Roupas da Zazou Mesmo Depois da Gravidez


Vejam só o depoimento dela:
Modelitto do dia @jujacinto: Amo meu maxi cardigan de tricot da @zazou_gestante!


Algumas peças são mais fáceis de continuar usando, outras como as calças por exemplo, que tem malhas, precisam de alguns ajustes, que podem ser feitos por costureiras especializadas, que nós mesmos indicamos em nossas lojas, que estão acostumadas a reforma-las, e deixa-las prontas para continuar a serem usadas.

Faça como ela, e venha se vestir com peças de qualidade e estilo, que vai depois conseguir usar!

Para aquelas que não vão continuar usando por algum motivo, aproveito para lembrar da nossa campanha de responsabilidade social constante que temos há muitos anos, chamada: "Grávida Solidária", em que pode doar estas roupas de grávida usadas, para instituições de caridade que atende gestantes carentes, que estão precisando e vão adorar usa-las.
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13 Dicas Úteis e Práticas sobre os Cuidados com os Seios na Amamentação

Após o nascimento do bebê, a dor nas mamas podem aumentar pelo estímulo nos mamilos para as primeiras sugadas do recém-nascido. Nesse período podem surgir fissuras, que são pequenas rachaduras.
“Para evitar este problema, é importante não limpar o leite que escorre dos mamilos, pois tem ação de proteção nas mamas”, ensina Dra Erica Mantelli.


Depois dessa fase de amamentação, é natural que as mamas voltem ao normal.
“As mamas podem até diminuir, pois o músculo fica um pouco enfraquecido. E para evitar que uma mama fique maior que a outra devido à amamentação, é importante alternar as mamas na hora de alimentar o bebê”, diz a médica.



Mas quais os cuidados especiais que as futuras mães devem tomar?

Vale tomar alguns cuidados para minimizar todos esses desconfortos que podem afetar as mamas. Anote então ai:

1) Na gravidez, os mamilos escurecem e incham, as dores aumentam e podem surgir estrias e flacidez.

2) Evite usar sabonetes e cremes nos mamilos. Os hidratantes podem ser usados nas mamas, evitando os mamilos e aréolas. A hidratação deixa a pele mais fina, e se o mamilo for hidratado em excesso pode sofrer rachaduras mais facilmente.

3) Na primeira consulta de pré-natal seu médico deve analisar suas mamas e orientá-la sobre os cuidados especiais de acordo com o seu tipo de mamilo.

4) Para gestantes que apresentam mamilos muito pequenos, planos e até invertidos existem alguns exercícios que melhoram o formato do mamilo, deixando-o mais apto para amamentação.

5) A gestante pode fazer exercícios manuais diários, com movimentos fáceis como por exemplo segurar o mamilo com o dedo indicador e polegar e delicadamente realizar movimentos de esticar o mamilo e torcer para a esquerda e a direita.

6) Mulheres de pele muito clara e sensíveis tendem a ter mais facilidade para rachaduras. O uso esporádico de buchas no mamilo pode ajudar a deixar a pele do mamilo mais espessa, com menos tendência para machucados e rachaduras.

7) Não esfregue em excesso buchas ou toalhas nos mamilos, pois o desgaste da pele favorece o aparecimento de lesões e retira a proteção natural da pele.

8 ) Banho de sol nos mamilos durante 15 minutos ajuda a manter a pele do mamilo mais firme e resistente, com menos propensão a rachaduras. Prefira o sol da manhã ou do final da tarde e use filtro solar.

9) Todo exercício ou uso de buchas deve ser recomendado pelo seu médico, para que isso não prejudique ao invés de ser benéfico. Durante as mamadas é importante posicionar o bebê adequadamente fazendo com que ele pegue o mamilo por inteiro.

10) A amamentação é um momento muito importante, pois além de fornecer o alimento mais rico e completo para o crescimento do seu filho, é um momento mágico, de troca de calor, amor e carinho.

11) A amamentação não deve ser dolorosa. Se estiver com muita dor, provavelmente a pega do bebê está errada. Converse com seu médico e explique o que está sentindo.

12) As mamas podem latejar e tendem a sofrer pequenas rachaduras, principalmente quando a pega da boca do bebê é inadequada Depois de amamentar não lave os mamilos, deixe o restinho do leite, pois ele atua como um cicatrizante natural.

13) Se a mama estiver muito cheia, dolorida, vazando leite e o bebê não estiver conseguindo sugar corretamente, procure retirar um pouco de leite antes da mamada, com ordenha manual ou com uma bombinha para aliviar o inchaço e o efeito dolorido.

Lembrando de que a Zazou tem uma linha completa de lingerie para o pós-parto e amamentação das melhores marcas do mercado (Liz, My Lady, Love Secret, etc), cujo principal diferencial esta na modelagem própria para facilitar a amamentação, e deixa-la mais confortável e segura nesta fase.
13 Dicas Úteis e Práticas sobre os Cuidados com os Seios na Amamentação com sutiã para amamentação na Zazou
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Dor na coluna pós-gravidez

Durante a gravidez, é muito comum a gestante reclamar de dor nas costas devido ao peso da barriga. Porém, a futura mamãe não sabe que essa dor costuma persistir no pós-parto, principalmente se a anestesia usada no parto foi a peridural que bloqueia a dor em uma região específica do corpo. Para que as dores não se agravem, é importante que a mulher mantenha as costas apoiadas enquanto amamenta o bebê, dobre os joelhos ao levantar objetos pesados e permaneça com a postura correta ao sentar.

A dor nas costas pode se estender após o nascimento do bebê, mas é possível suavizá-la mantendo a posição correta. A estabilidade da coluna da mulher que acabou de dar à luz fica fragilizada devido a grande variação de peso e volume da barriga, ao longo de toda a gestação e após o nascimento. O abdome fica flácido e carregar o recém-nascido pode sobrecarregar ainda mais a musculatura das região lombar, dos braços e dos ombros.

Após o nascimento do filho, o corpo feminino sofre uma nova transformação e, muitas vezes, nesse período a dor na coluna se mantém, afinal ela precisa cuidar do bebê e acaba ficando em posições inadequadas, por descuido, cansaço ou falta de informação, como na hora de amamentar ou dar banho. Durante a gestação a barriga da mulher é projeta para frente e os ombros para trás, contra balanceando o peso. Essa mudança gera uma hiperlordose, o aumento da curva na região lombar, sobre caregando a musculatura nessa região mas que tende a normalizar após o nascimento da criança. No entanto, a mulher precisa corrigir a postura para gradativamente se livrar desse incomodo.

Depois do nascimento da criança, o corpo da mãe irá passar por uma adaptação natural. O ortopedista explica qual é a melhor posição para segurar o bebê e, aos poucos, corrigir a postura. Em pé, ela deve segurar o bebê sobre um dos ombros, encaixar a nádega e contrair os músculos da barriga. Evitando colocar um dos lados do quadril para fora para apoiar o bebê ‘montando’ sobre ele.

Já durante a fase de amamentação, ela deve permanecer sentada em uma cadeira na posição vertical, pois pode ficar horas nessa posição, sem comprometer a coluna. O ideal é apoiar toda o dorso e sentar-se ereta, sem se esquecer de apoiar os pés em uma banqueta para elevar a altura dos joelhos mantendo uma posição de 90 graus nos quadris e joelhos, além de apoiar o antebraço e cotovelo para que o ombro fique sempre relaxado. E o bebê pode ser colocado sobre uma almofada para aproximá-lo da mãe.Na hora de trocar a fralda, mantenha os produtos de higiene por perto como água, sabonete ou lenço umedecido, fralda descartável, pomada contra assadura e fralda de pano. O bebê pode ser trocado em uma superfície, mais ou menos, da altura da cintura, evitando que a mulher fique curvada.

Segue abaixo algumas dicas de ortopedistas para evitar desconfortos no pós-parto:

1) Quando pegar o bebê no colo, aproxime-se dele, dobre os joelhos, abaixe e levante-o próximo ao seu corpo, colocando o peso nas suas pernas. Firme o abdome para ajudar a não sobrecarregar a coluna.

2) Vai passear de carro com o bebê? Nada de tirar o bebê do seu colo enquanto ainda está de pé do lado de fora. Sente-se no banco do carro, dobre o joelho apoiando-o no banco do carro e só depois coloque-o na cadeirinha ou bebê conforto.

3) Faça aquecimento em casa: ande rapidamente no lugar, levantando o joelho até uma altura cômoda, curve os cotovelos e movimente os braços para frente e para trás e mantenha a barriga contraída e o peito levantado.
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Video = Recuperação pós gravidez com Cirurgias de Abdominoplastia e Mastopexia

Vejam no video abaixo o tema da recuperação do corpo e da beleza pós gravidez, com uma especialista portuguesa falando das cirurgias plásticas de abdominoplastia e mastopexia.
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Plástica Pós-Gravidez = Mastopexia é indicada para levantar os seios

A gravidez é um momento único na vida de uma mulher e a geração de uma nova vida implica em grandes transformações no corpo. Além do ganho de peso, os seios ficam maiores devido à produção de leite materno e a pele fica mais flácida por causa do grande estiramento.
“As mamas podem ficar caídas e com flacidez após o término do período de amamentação, fato que deixa muitas mulheres insatisfeitas com a sua imagem corporal. Perder muito peso também pode afetar os seios”, explica o cirurgião plástico Alderson Luiz Pacheco.
De acordo com Pacheco, a mastopexia é a intervenção cirúrgica indicada para levantar os seios, eliminar o excesso de pele e acabar com a flacidez na região. As mamas ficam com aspecto mais jovem e a paciente se sente mais segura, confiante e com a auto-estima elevada.
“Esta parte do corpo feminino é muito importante para a parte estética e sexual. Quando os seios ficam flácidos e caídos, a mulher tem vergonha de usar um biquíni, decote ou até mesmo ficar nua na presença do seu parceiro”, afirma o especialista, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
Plástica Pós-Gravidez = Mastopexia é indicada para levantar os seios
A mastopexia pode ser associada ao implante de silicone quando a paciente também deseja aumentar o volume dos seios. O médico destaca que não importa o tamanho das mamas, todas podem sofrer ptose, por isso em alguns casos os dois procedimentos podem ser associados.
“O ideal é que as intervenções sejam realizadas em duas etapas. Na primeira é feita a mastopexia e na segunda é colocada a prótese de silicone. O intervalo entre cada etapa deve ser de três meses. Isto garante mais segurança a paciente e um resultado estético melhor”, observa.
Pacheco destaca que é possível realizar a mastopexia e o aumento dos seios no mesmo tempo cirúrgico, mas a recomendação vale apenas para pacientes que necessitem de um levantamento mais sutil ou quando a prótese não possui um grande volume.
“Se a mastopexia tiver uma extensão maior ou o implante for grande e as duas intervenções forem realizadas simultaneamente, há o risco de haver o alargamento da cicatriz devido à pressão exercida pela prótese de silicone”, esclarece o cirurgião, mestre em Princípios da Cirurgia utilizando o laser.
As principais técnicas usadas na mastopexia são a periareolar, vertical ou âncora e a escolha depende do grau de ptose. A primeira é indicada para pacientes com seios levemente caídos, casos em que a quantidade de pele a ser removida é pequena. A incisão é feita somente ao redor da aréola e este é considerado o procedimento menos invasivo.
“A vertical é indicada para seios com ptose moderada. A incisão é ao redor da aréola e entre ela e a marca abaixo do seio. Já a âncora é recomendada para mamas muito caídas. O corte é ao redor da aréola, verticalmente para baixo e na marca abaixo do seio”, aponta.
Na mastopexia ainda é possível reduzir o tamanho da aréola quando ela é desproporcionalmente maior do que o seio, promovendo equilíbrio a toda anatomia da mama. Em alguns casos, o procedimento pode deixar a cicatriz com uma cor mais clara, consequência que pode ser facilmente tratada com micropigmentação.
“Quanto mais pele é retirada, maiores são as cicatrizes, porém, existem diversas técnicas que ajudam a esconder as marcas nas dobras naturais do corpo. Com o tempo, as cicatrizes ficam menos visíveis”, acrescenta.
A cirurgia pode durar de duas a quatro horas e a anestesia é geral. No período pós-operatório, a paciente deve evitar movimentos bruscos, não pode levantar os braços e nem fazer esforços físicos, dirigir ou se expor aos raios solares por, no mínimo, 30 dias.
“É fundamental usar sutiã especial pós-cirúrgico, produzido com malha elástica específica, e realizar sessões de drenagem linfática para reduzir o inchaço”, finaliza Pacheco, proprietário e diretor da Clínica Michelangelo de Cirurgia Plástica, localizada na cidade de Curitiba, no Paraná.
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Melhores técnicas para desinchar após a gravidez

Depois do tão aguardado nascimento do bebê, alguns quilinhos extras adquiridos durante os nove meses de gestação vão embora, mas o inchaço, principalmente na região da barriga e das pernas, demora a sumir. Isso acontece porque as taxas hormonais femininas, alteradas desde o início da gestação até a amamentação, fazem com que o organismo retenha mais líquido do que o habitual, tornando o processo de drenagem mais preguiçoso e demorado. No entanto, existem no mercado de estética atual tratamentos que ajudam a driblar o inchaço natural do pós-parto. Nesta fase, é fundamental investir em técnicas que ativam a circulação e o sistema linfático, além de beber muita água e não ficar muito tempo sentada ou em pé.Também é indicado evitar o consumo excessivo de sal, açúcar e café para não aumentar a retenção de líquidos e nem prejudicar a circulação sanguínea. Mesmo com as técnicas que aceleram a eliminação das toxinas e o inchaço do corpo, a nova mamãe precisa saber que, com o tempo, tudo voltará ao normal. Além disso, é fundamental que ela não entre na pressão de ficar como as celebridades que após 40 dias do parto já estão exibindo uma barriguinha tanquinho.
Melhores técnicas para desinchar após a gravidez
Confira abaixo alguns dos tratamentos simples e eficazes que ajudam a mulher se livrar com mais facilidade da retenção de líquido e inchaços naturais do pós-parto. 1) Drenagem Linfática Manual Indicação: um dos melhores tratamentos para gestantes, a drenagem linfática é recomendada para suprimir os líquidos que ficam retidos no corpo depois da gravidez Benefícios: estimula o sistema linfático, responsável pela eliminação de toxinas, ajudando na redução do inchaço e oxigenação dos tecidos. Seus efeitos são prolongados por até 48h após a sessão Quantidade de sessões: neste período, de uma a duas vezes por semana Valor médio: de R$ 50 a R$ 80 por sessão 2) Endermologia Indicação: aplicada para retenção de líquidos e redução de medidas Benefícios: por meio de massagens a vácuo, favorece o funcionamento dos sistemas venoso e linfático, contribuindo para melhorar a circulação do sangue e o endurecimento dos tecidos. Melhora a oxigenação e o tônus da pele, além de moldar o corpo Quantidade de sessões: em geral, recomenda-se de cinco a dez sessões para obter resultados satisfatórios Valor médio: de R$ 50 a R$ 100 por sessão 3) Plataforma Vibratória Indicação: queridinho da diva pop Madonna, aparelho é indicado para drenar as toxinas do corpo e ainda enrijecer os músculos Benefícios: trabalha por meio da vibração mecânica, aumentando a drenagem de toxinas e melhorando a circulação corporal. Além disso, promove relaxamento e tonificação muscular, apresentando resultados rápidos Quantidade de sessões: dependerá do tipo de parto realizado e de possíveis complicações, em razão da vibração Valor médio: R$ 200 (pacote de dez sessões) 4) Drenagem com ultrassom Indicação: aplicado para acelerar o sistema linfático Benefícios: com a capacidade de penetrar na pele e promover micro massagem entre os tecidos, aparelho acelera a drenagem, fazendo com que a água retida se espalhe e combata o inchaço Quantidade de sessões: de uma a duas vezes por semana. O procedimento deve ser feito somente em áreas específicas, onde existe maior retenção líquida Valor médio: R$ 80 por sessão
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Dicas para lidar com o novo corpo após a gravidez

Ser mãe é uma experiência única, mas não há como negar que o corpo passa por algumas transformações durante a gravidez, como estrias, quilos a mais e seios maiores.
Dicas para lidar com o novo corpo após a gravidez
Por isso, o site Your Tango listou algumas boas dicas para lidar com as novas curvas. Veja a seguir: 1) Compre roupas do seu número: Ninguém gosta de gastar dinheiro com roupas novas quando sabe que só vai usá-las por alguns meses. Mas acredite, é preciso tomar essa atitude. Vai fazer bem para você e para o seu parceiro, que não terá que ouvir reclamações sobre suas calças apertadas. 2) Invista em um sutiã: É normal, os seios ficam maiores nessa fase e é preciso saber valorizá-los. Compre um sutiã de amamentação que seja firme, dê forma para os seus seios e reduza as dores nas costas. 3) Saia de casa: Não é só porque você teve um filho que precisa ficar o dia todo em casa, usando chinelos e camisola. Arrume um motivo para dar uma caminhada. O exercício físico vai ajudá-la a se sentir melhor e seu bebê vai gostar de respirar novos ares. Se estiver cansada, não precisa ir muito longe! Uma volta no quarteirão já ajuda melhorar o humor e queimar algumas calorias. 3) O lanche certo: Algumas mulheres querem emagrecer tão rápido depois da gravidez que pulam refeições e depois acabam caindo em tentação e devorando um prato bem calórico. Claro que é difícil se alimentar bem quando um bebê ocupa todo o seu tempo, mas estocar lanchinhos saudáveis em casa, como barras de cereais, nozes, frutas secas e água gelada, é uma boa saída. Comer um lanche rico em proteínas vai ajudá-la a se sentir melhor e ainda evita as compulsões. 4) Mantenha a calma: Não há uma fórmula mágica para perder peso após a gravidez. E as celebridades? Bom, elas têm personal trainers, nutricionistas, babás e muito dinheiro para entrar em forma rapidamente. Como nem todo mundo tem as mesmas condições, acalme-se. Pare de se cobrar, a ansiedade só piora as coisas e leva à compulsões e noites mal dormidas. Perder peso leva tempo. Enquanto isso não acontece, tente equilibrar a alimentação e suas horas de sono. 5) Tire uma soneca: Assim que seu bebê estiver dormindo, esqueça as obrigações. Não resolva fazer o jantar, limpar a casa ou pesquisar novas dietas na internet. Aproveite para dormir também ou não vai ter energias para cuidar do seu filho. Acredite, essa é a melhor forma de fazer você se sentir revigorada. 6) Curta seu novo corpo: Pode parecer estranho, mas aproveite essa fase para se olhar no espelho e apreciar suas curvas. Se o seu marido ou alguma amiga te elogiar, prefira agradecer a contradizê-los. Ninguém está tão preocupado com seus quilos a mais quanto você. As pessoas só veem que você acabou de ser mãe e admiram sua nova fase. Por que não fazer o mesmo? 7) Peça ajuda: Logo depois da maternidade, é normal receber várias visitas. Se não tem como contratar uma babá, aceite a ajuda de seus familiares e amigos. Peça para eles segurarem o bebê por 20 minutos enquanto você toma banho, se troca e arruma o cabelo. Afinal, não dá para fazer tudo sozinha. 8 ) Admire o bebê: Pode parecer brega, mas sempre que sua autoestima estiver baixa, observe o seu bebê. Não há conforto maior em saber que ele só está ali por sua causa. Nessas horas, estrias a mais, bojos e olheiras valem a pena. 9) Calcinha modeladora: Não importa se você engordou apenas 5 kg durante o parto, seu corpo nunca vai ser como antes. Para modelá-lo e deixar sua barriga mais firme, use calcinhas modeladoras que não marcam as gordurinhas na roupa.
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10 dicas de uma fisioterapeuta para quem acabou de ter um bebê

A chegada de um bebê é sem dúvida um dos momentos mais inesquecíveis de uma mulher. Mas durante a licença maternidade, além de toda alteração hormonal e emocional que a mamãe passa neste novo período, há também novos fazeres dentro de casa, como segurar o recém-nascido no colo, amamentar, trocar a fralda, por exemplo. Sem contar a possível depressão pós-parto. Para prevenir e amenizar dores musculares nas costas, câimbras e má-circulação nas pernas e nas articulações, principalmente neste inverno, a fisioterapeuta Vanessa Marques, ensina algumas dicas simples para ser adotadas no dia a dia. Entre elas: 10 dicas para o pós-parto: 1) RESPIRE de forma correta: Esse ato é simples, porém de grande importância para o relaxamento mental e físico. Com toda a mudança de rotina, as mamães no pós-parto muitas vezes não conseguem diminuir o ritmo. Quando estiver confortável, em um ambiente tranqüilo, faça o seguinte: feche os olhos, inspire pelo nariz (puxe o ar) e expire pela boca (solte o ar) lentamente. Na expiração, libere todo o cansaço e se sentirá mais leve depois. Pode repetir quantas vezes achar necessário e se sentir relaxada. Cuidado para não puxar o ar com muita força e sentir tontura. 2) DESCANSE no intervalo das mamadas: É importantíssimo que a mãe esteja descansada e relaxada para que a amamentação seja bem sucedida. O cansaço e o stress da mãe podem diminuir a produção de leite. Aproveite quando seu bebê dormir para descansar, nem que seja meia horinha. Já notamos a diferença. 3) POSTURA: Não tem corpo que agüente por muito tempo a má postura durante a realização de atividades como amamentar, dar banho ou segurar o bebe. - Durante a amamentação lembre-se de se sentar-se um uma posição correta e confortável. Quando estiver sentada, mantenha os pés apoiados no chão e lembre-se de dar apoio aos seus braços, com almofada de amamentação ou até podendo improvisar com um travesseiro ou rolinho de toalha. Mantenha os ombros relaxados para não sobrecarregar a cervical. Caso prefira amamentar fora da cadeira, lembre-se de apoiar corretamente a coluna e os braços para que fiquem confortáveis. - Ao trocar a fralda do bebe ou dar banho dê uma atenção especial a sua postura. Não mantenha por muito tempo a sua coluna curvada à frente. 4) ALONGUE-SE: Medidas simples que farão toda a diferença na sua qualidade de vida. Cuidar de um bebê pode acarretar em dores ou adquirir alguma tendinite, então, nada melhor do que PREVENÇÃO. - Três alongamentos que podem ser feitos antes ou depois de amamentar. São simples e não gastam muito tempo. Os alongamentos podem ser feitos na posição sentada com os pés e coluna apoiadas ou em pé com semiflexão dos joelhos: a) Relaxe os ombros e suba-os lentamente associando com a respiração (puxando o ar). Quando soltar os ombros solte também o ar esvaziando os pulmões. Repita de três a cinco vezes. b) Tracione a cabeça para baixo com a ajuda das mãos na nuca. Mantenha por 10 segundos e repita o movimento duas vezes. c) Tracione a cervical com cuidado para o lado direito e mantenha 15 segundos, depois repita o mesmo movimento para o lado esquerdo. Repetir de duas a três vezes. Estes alongamentos deixarão a região cervical mais leve e relaxada. 5) MÁ-CIRCULAÇÃO: Não fique muito tempo na mesma posição. O momento da amamentação é uma boa hora para ativar o sistema linfático. Faça movimentos circulares com os pés cinco vezes para o lado direito e cinco vezes para o lado esquerdo. Caso tenha algum apoio para os pés também irá facilitar o movimento e a circulação. 6) ASSOALHO PÉLVICO: Independente do tipo de parto, a musculatura desta região deve ser trabalhada. Assim que seu médico liberar o ideal é passar em uma consulta com fisioterapeuta especializado nesta área para uma avaliação completa. Alguns serviços públicos e privados já possuem este tipo de atendimento. 7) ALIMENTAÇÃO: Alimente-se bem no período pós –parto, assim como a gestação, essa etapa requer cuidados especiais com a saúde. Ingerir alimentos nutritivos de três em três horas. 8 ) HIDRATAÇÃO: A ingestão diária de muita água e fundamental para a mamãe. 9) ATIVIDADES FÍSICAS: Assim que seu médico liberar, retorne as suas atividades físicas. Além de socialização com outras pessoas fora do ambiente da sua casa, estará principalmente se dedicando à saúde e bem-estar. 10) DELEGAR: Delegar tarefas facilita sua rotina e não a deixará sobrecarregada. Enfim, curta este momento que é mágico na vida de qualquer mulher. Sabendo que erros e acertos são comuns nesta fase e é neles que aprenderemos a grande dádiva da maternidade. As dicas acima são da Vanessa Marques, que é fisioterapeuta especialista em Obstetrícia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e Fisioterapia hospitalar pelo Hospital Israelita Albert Einstein.
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Personal gestante dá dicas de como perder peso após a gravidez

Nem sempre é fácil entrar em forma depois da chegada do bebê. Vale destacar que a volta ao corpo ideal tem que ser gradativa e toda mamãe deve levar em conta como foi sua gestação, mudança hormonal, ganho de peso durante o período e um novo universo que ela acaba de entrar. Voltar à forma mantendo a saúde nesse momento é o mais importante, afinal a mamãe precisa de energia para cuidar do bebê e essa é uma fase onde muitas se sentem cansadas, não dormem e ficam muito mal humoradas. Mas após o segundo mês tudo vai melhorando e então é o momento de colocar uma meta para a volta do seu corpo, MAS COM SAÚDE. De acordo com a personal gestante Gizele Monteiro, diretora do Mais Vida Gestantes, exercícios especializados são fundamentais nesta etapa. Não dá para fazer qualquer abdominal, não dá para exagerar na esteira e nem no peso. Além de provocar cansaço, pode provocar uma lesão ou aparecimento de dores.
“Depois de ver o seu médico para a liberação pós-parto, você já pode ter uma luz verde para iniciar um programa pós-parto. Geralmente, quem fez parto normal após 30-40 dias já pode começar a fazer exercícios leves, como caminhada e exercícios leves de fortalecimento e alongamento. Lembre-se que até próximo aos seis meses as articulações e ligamentos ainda não voltaram a sua estabilidade e sobrecargas”, explica Gizele.
Dicas: 1) Seja cautelosa nos seus passos para não comprometer a amamentação. Aliás a amamentação é uma forte aliada na volta do seu peso. 2) Se você quiser um treino bem estruturado, procure a orientação de um profissional especializado - personal gestante. Eles podem lhe dar ótimas dicas de como perder peso após a gravidez de forma saudável ou ter um programa individualizado para você realizar em casa. 3) Não deixe de seguir uma dieta balanceada e saudável. O ideal seria conversar com um nutricionista especializado. Para quem ainda não conhece a Gizele Monteiro é a Diretora e idealizadora do Mais Vida Gestantes – programa de exercícios para gravidez e pós-parto. Realizou mestrado na Unifesp com tema de estudo: Exercícios na gravidez. Autora do livro: Guia prático de exercícios para gestantes – Ed. Phorte.
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Video = Boa forma na gravidez e pós parto

Vejam dicas úteis e práticas de profissionais especializados em gestantes de como manter a boa forma na gravidez e pós parto.
Lembrando de que a Zazou tem uma linha de roupas de fitness para gestante, tendo como diferencial a modelagem especializada para o corpo da grávida.
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Video = Como cuidar do corpo depois da gravidez

Veja no video abaixo uma especialista contando como cuidar do corpo depois da gravidez.
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Video = Volta ao Trabalho depois da Licença Maternidade

Mas e a volta ao trabalho depois da Licença Maternidade? Veja no video abaixo algumas mães compartilhando suas experiências sobre a dificil volta ao trabalhode pois da chegada do bebê.
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Veja como ficar linda após o parto

Com a chegada do bebê e a falta de tempo por causa dos cuidados exigidos por ele é normal que as mamães deixem a beleza um pouco de lado. Mas é possível conciliar a adaptação à nova vida com tratamentos e hábitos que trazem de volta, em pouco tempo, a boa forma de antes da gestação.
Veja como ficar linda após o parto
Um dos terrores das novas mamães é o aparecimento de manchas no rosto. Elas costumam surgir, nos três primeiros meses de gravidez. E o correto é evitá-las, usando protetor solar, chapéu ou boné para fugir da exposição à radiação ultravioleta. Mas se você se descuidou, o tratamento agora pode ser feito em casa, entre uma mamada e outra. Cremes com ativos clareadores, como ácidos retinóico e kójico ajudam. Peelings químicos e lasers são bons aliados para combater essas manchas, mas, aí, exige a ida a uma clínica. As estrias também são comuns nesta fase e podem aparecer por conta da idade, do peso do bebê ou do ganho excessivo daqueles quilos a mais. O uso de ácidos, microdermoabrasão, lasers e subcisão são válidos, dependendo de cada caso. Não é ideal passar creme hidratante no seio, apesar de ser este um hábito comum entre as mães. Pois o creme pode amenizar o aparecimento de estrias, mas o efeito sobre o mamilo não é bom. Ele deixa a pele desta região mais fina, favorecendo o surgimento de fissuras que prejudicam bastante na hora das mamadas e doem. Ainda para evitar as rachaduras, os médicos aconselham a não limpar os mamilos após as mamadas. Deixe o leite que saiu secar naturalmente. Ele funciona como uma proteção. O leite materno age nos mamilos como hidratante, tem propriedade cicatrizante, vitaminas e antibióticos naturais. As alterações hormonais da gravidez também afetam os cabelos, que ficam mais secos. Para combater isso, os especialistas recomendam o uso dos cremes hidratantes de ação noturna. Eles estão cada vez mais eficazes. O repouso ajuda o cabelo a absorver melhor o produto, que permanece nos fios por mais tempo. O uso de protetores térmicos e restauradores da estrutura capilar, como o óleo de argan, também ajudam na recuperação dos fios. Para voltar à antiga forma, as fisioterapeutas recomendam uma dupla poderosa: dieta balanceada (e rica) e exercícios físicos. A drenagem linfática também é ótima, pois acelera o metabolismo , eliminando o excesso de líquidos, toxinas e oxigena a pele, deixando-a mais macia e brilhante. Vejam abaixo outros cuidados básicos: 1) Para diminuir as rachaduras, a mulher deve expor os mamilos ao ar e ao sol sempre que possível no intervalo das mamadas ou dar banho de luz com lâmpadas de 40 watts, colocadas a um palmo de distância da mama, por 10 minutos de cada lado, três vezes ao dia. 2) O uso de pomadas cicatrizantes (consulte o médico) também ajuda na prevenção e no tratamento. 3) O peeling de diamante é eficaz para remover as manchas da pele. Por não utilizar produtos químicos, o tratamento pode ser feito por mães que ainda estão amamentando. 4) O uso de contraceptivos hormonais afeta a persistência de manchas após a gravidez. Por isso, é importante consultar seu médico para que ele avalie e indique o método de contracepção mais adequado. 5) Na hora de lavar os cabelos, não use xampu demais nem o coloque diretamente sobre a cabeça. Espalhe-o nas mãos e só depois esfregue-o nos fios e no couro cabeludo. 6) Evite o ar condicionado, que deixa o cabelo ressecado e mais frágil, retirando o brilho natural. Para proteger os fios, aplique algumas gotinhas de silicone. Elas ajudam também a selar as pontas duplas. 7) Manter a higiene com sabonetes antiacne, usar filtro solar livre de óleo e cremes hidratantes emolientes ajudam a melhorar o aspecto da pele oleosa. 8 ) Usar uma maquiagem de boa qualidade e removê-la completamente antes de dormir também é importante, pois evita a obstrução dos poros e o aparecimento de futuras espinhas e cravos.
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Qual é o momento certo de fazer cirurgia plástica depois do parto?

O exame Beta HCG (aquele que confirma a gravidez) deu positivo, e a partir desse dia, o corpo da mulher não é só dela. Pois começam as mudanças e restrições também. Um dos primeiros sinais é o aumento no volume dos seios. A progesterona favorece o crescimento das mamas, tornando-as bem maiores. Depois vem a barriga, os quadris, etc. Tudo aumenta em uma velocidade exponencial. Mas durante esse período e principalmente no pós-parto, não é hora de se preocupar com essas transformações, mesmo que o espelho diga o contrário. Dietas e, principalmente as cirurgias plásticas, devem ficar para depois. Após o parto, a mulher passa por uma fase de diminuição do inchaço natural da gravidez, sem falar do efeito de alterações hormonais, com o corpo voltando ao seu estado natural, por isso não é hora de programar uma cirurgia plástica. Se a mulher estiver amamentando, nem pensar... Para ter uma idéia, o médico Eurípes Salazar, que atua na área há mais de 40 anos, diz que o período mínimo para uma intervenção é três meses.
"Só podemos colocar prótese ou fazer suspensão passados, pelo menos, três meses da amamentação", explica o médico.
Mesmo a mãe que não amamenta, percebe mudanças nos seios depois da gravidez. É que os ligamentos que sustentam o peso dos seios esticam quando aumentam para produzir e armazenar o leite. Quando a mulher dá à luz e o bebê passa da fase de amamentação, os seios voltam ao tamanho normal, mas os ligamentos, muitas vezes, continuam esticados, causando a temida flacidez. Em muitos casos, também há redução no tamanho da mama. Uma dúvida importante: o ideal é colocar prótese de silicone ou suspender? Se a mulher estiver com a mama levemente caída, a prótese vai encher a região, tirando a flacidez. Mas existem casos de mamas caídas e flácidas e, nesse caso, é preciso suspender também e retirar o excesso de pele, porque a prótese não vai resolver o problema da flacidez. Também não existe tamanho de prótese ideal. Vai depender do diálogo do médico com a paciente.
Qual é o momento certo de fazer cirurgia plástica depois do parto?
No caso do abdome, aquelas indesejáveis gorduras localizadas podem ser resolvidas com uma lipoaspiração. Mas é importante, antes de recorrer à cirurgia plástica, acertar as contas com a balança e voltar ao peso normal. A lipo não deve ser a solução para quem deseja emagrecer, até porque existe um limite de gordura que podemos retirar - entre 3% e 5% do peso do paciente. A lipo é eficaz no caso das gorduras localizadas. Já a flacidez pós-parto, requer a abdominoplastia. A gordura fica localizada, principalmente, acima da marca da cicatriz cesariana, dando o efeito chamado "barriga de avental". A intervenção corrige a flacidez muscular e remove o excesso de pele e gordura em todo o abdome. Nesse caso, a mulher deve estar preparada para enfrentar uma nova cirurgia e estar ciente das restrições. Como na cirugia da mama, ela deverá ficar um tempo, até seis semanas, sem levantar peso. Ou seja, nada de segurar o bebê. Mas antes de ir ao consultório, é preciso respeitar o período pós-parto, assim como se a mãe pretende ter mais filhos é melhor deixar a cirurgia para depois, ou aonda que a mulher deve sempre procurar um cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, e que logicamente qualquer intervenção deverá ser feita em um hospital bem equipado, se possível com uma UTI.
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Atriz Lavinia Vlasak Usando Vestido Branco Longo de Moda Gestante da Zazou no Pós-Parto

Muitas grávidas, em especial aquelas na sua primeira gestação, que ainda não passaram por isto, acham de que vão sair da maternidade já sem a barriga, que vai sumir com o parto, e por isto mesmo já usando suas antigas roupas. Porém infelizmente a realidade é outra, e a recuperação do pós-parto, acontece ao longo de alguns meses, com uma boa ajuda da amamentação, para queimar os excessos da gravidez. E por isto, muitas acham que só vão usar as roupas de grávidas até o parto, quando mais uma vez a realidade é outra, e ainda vão ter que usam por mais algum tempo suas roupas para gestante neste período de recuperação de suas antigas formas. Vejam só o caso da atriz Lavínia Vlasak, que acaba de ter seu segundo filho, e foi fotografada recentemente pela Revista Quem passeando no Rio. Detalhe é que esta usando ainda um vestido longo branco de moda gestante da Zazou, aonde se vestiu nas suas duas gestações na loja de Ipanema (Forum | 21-2247-4645).
Atriz Lavinia Vlasak Usando Vestido Branco Longo de Moda Gestante da Zazou no Pós-Partoo
A Lavínia foi uma grávida estilosa e chique, que se vestiu nas suas duas gestações na loja da Zazou no Rio. Vejam fotos dela ainda grávida fazendo compras na loja da Zazou em: www.zazou.com.br/home/default.asp?id=album&pg=LaviniaVlasak
Atriz Lavinia Vlasak Usando Vestido Branco Longo de Moda Gestante da Zazou no Pós-Partoo
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Busca pelos Padrões Tradicionais de Beleza e Corpo Perfeito X Anorexia na Gestação = Mommyrexia

Um assunto bastante delicado para algumas mulheres que estão grávidas ou planejam encomendar um herdeiro é a profunda mudança pela qual o corpo passa quando se está gerando uma criança. Os ponteiros da balança sobem, a barriga cresce e os seios aumentam, isso para citar apenas algumas das transformações visíveis, sem contar com as alterações no campo emocional e as muitas variações hormonais presentes nesta fase da vida da mulher.
Busca pelos Padrões Tradicionais de Beleza e Corpo Perfeito X Anorexia na Gestação = Mommyrexia
Não é difícil ouvir algumas gestantes dizerem que estão se sentindo enormes, inchadas "como um balão". Mas a questão é preocupante porque um número cada vez maior de futuras mamães passa a se preocupar excessivamente com o peso e fazer de tudo para manter a silhueta magérrima durante a gestação. A tendência, apelidada nos Estados Unidos de mommyrexia, o que quer dizer algo como "anorexia da mamãe", tem se espalhado em parte com base na pressão que as mulheres sofrem para se manterem magras durante toda a vida. O exemplo de celebridades como Victoria Beckham e outras famosas, que voltaram à forma pouquíssimas semanas depois de dar à luz, coloca expectativas irreais na cabeça das novas mães, que se pressionam a seguir esses exemplos. Problemas no relacionamento com o marido também podem contribuir para o quadro.
As mulheres comuns, com rotinas que envolvem trabalho, cuidados com o bebê, com a casa e outros afazeres, e que conseguiram manter um ganho de peso considerado normal durante a gestação, se sentem inferiores porque dificilmente conseguem voltar ao peso de antes da gravidez em tão pouco tempo quanto as celebridades. A busca pela boa forma em uma época tão delicada é extremamente perigosa para a saúde da mãe e do bebê, alerta a ginecologista e obstetra Viviane Monteiro, acrescentando que esse tipo de preocupação afeta as gestantes de todas as classes.
Viviane conta ainda que, para não adquirirem mais quilos, muitas mulheres restringem o consumo alimentar no final da gravidez, justamente quando o bebê precisa de nutrientes para manter o ganho de peso normal. As consequências de uma dieta de poucas calorias para a criança são bastante graves. Além do risco de mortalidade após o nascimento aumentar exponencialmente, aborto, má formação fetal, diabetes gestacional, hipertensão, depressão e complicações no parto podem ocorrer se a desnutrição for extrema. De acordo com a especialista, a mulher precisa ter consciência de que o ganho de peso durante a gestação não só é necessário, como inevitável. A quantidade de quilos a mais vai depender do tipo físico de cada uma, pois o organismo necessita fazer vários ajustes para dar suporte ao ser humano que vai abrigar pelos próximos meses. Placenta, bebê e líquido amniótico ajudam a empurrar os ponteiros da balança para cima e aumentar o susto ao se pesar.
Peso Ideal na Gestação
A nutricionista paulista Elaine de Pádua é especializada no atendimento de gestantes e recebe diariamente em seu consultório pacientes que cerca de 40 dias após dar a luz já estão angustiadas por não terem retornado ainda ao peso de antes da gestação, embora, segundo a especialista, o corpo não chegue a desinchar por completo antes de dois ou mais meses.
Cada vez mais parece que existe uma exigência pela magreza por parte das gestantes após o parto, o que faz com que muitas pacientes que nunca tiveram histórico de transtornos alimentares passem a viver uma espécie de obsessão, explica Elaine.
Ela afirma ainda que a melhor forma de a grávida aproveitar a gestação e garantir sua saúde e do bebê após o parto é ficar atenta aos nutrientes e não às calorias. Alguns cuidados são importantes para se assegurar um adequado estado nutricional materno durante a gestação. Uma alimentação diversificada, rica em frutas e verduras, é a melhor escolha sempre. O consumo diário de calorias pode aumentar um pouco conforme a gravidez avança, mas nada de fast food. As refeições precisam ser pensadas e equilibradas, para que se nutra o corpo e não apenas se ingira calorias. Isso se reflete na saúde da mãe e é muito importante para a correta formação do feto. Uma das melhores formas de perder peso após o parto é a amamentação, já que o metabolismo da mulher fica mais acelerado nessa fase para produzir um leite forte e bastante calórico para o bebê. Além de fortalecer os laços com o recém-nascido de uma forma única, a amamentação ajuda a mulher a ficar em contato e apreciar o próprio corpo. Como complemento, a produção de leite materno é tão intensa, que ela chega a gastar por dia cerca de 400 calorias a mais do que o normal, o equivalente a meia hora de corrida na esteira. Por isso, o apetite acaba ficando mais aguçado, mas se a mamãe cuidar da alimentação e dos nutrientes que ingere diariamente, é possível voltar ao peso normal com facilidade e prazer, já que o momento com o bebê é muito benéfico para os dois. Por fim fica a dica para saber se esta na faixa do seu peso ideal a cada semana de sua gravidez em: www.zazou.com.br/home/default.asp?id=calculadoras&pg=peso_ideal
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Video = Coleguinha Fernanda Goeth Mostra Rotina De Malhação Depois Da Gravidez

Lembrando da Coleguinha Fernanda Goeth Grávida Vestida de Zazou?
oleguinha Fernanda Goeth gravida vestindo Zazou Moda Gestante no Riooleguinha Fernanda Goeth gravida vestindo Zazou Moda Gestante no Rio
Veja outras fotos dela grávida na loja da Zazou no Rio em: www.zazou.com.br/home/default.asp?id=album&pg=FernandaGoeth Pois agora passado alguns meses, o site do Caldeirão do Huck acompanhou a volta da assistente de palco Fernada Goeth à academia e sua rotina De malhação depois da gravidez para recuperar a boa e velha forma.
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Fazer lipo logo depois de ter um filho é modismo arriscado

Quem engravida depois dos 35 pode encontrar mais dificuldade para voltar ao peso anterior. Mulheres que deram à luz ao primeiro filho lá pelos 20 anos e voltam a engravidar depois dos 30 costumam sentir a diferença. Como Lucila Figueiredo, 39. Teve seu segundo filho há um ano e dois meses ainda não recuperou a forma.
"Engordei 17 quilos na gravidez, nunca me senti tão imensa." Ela, 1,60 m, pesava 70 quilos quando engravidou. "Na gestação mantive meus hábitos. Nunca fui de comer porcarias, frituras, mas uma segunda gravidez com 38 anos contribuiu para ganhar tudo isso de peso". Quanto teve a primeira filha, aos 29, engordou nove quilos. "Não fiz e não faço atividade física. Durante a amamentação perdi dez quilos. Passei o ano oscilando entre 75 e 77 quilos até que, em dezembro, resolvi encarar uma dieta. Até agora perdi dez quilos", conta Lucila.
Uma lenda urbana que circula entre novas mães diz que celebridades saem da mesa de parto diretamente para a mesa de lipoaspiração. O procedimento, embora não seja ilegal, é de alto risco. O organismo leva seis semanas para voltar ao normal depois do parto. Nesse período, a mulher ainda tem anemia relacionada ao sangramento do parto e seus hormônios ainda não voltaram ao normal, o que pode influenciar na coagulação. Coração, fígado e rins ainda estão se recuperando da sobrecarga da gravidez.
"Tudo isso gera um risco aumentado para a anestesia e para a cirurgia", explica o obstetra Paulo Nowak.
Para o médico, a lipo só deveria ser feita depois do desmame.
"A amamentação interfere na liberação hormonal, o que gera impacto na coagulação e eleva muito o risco de trombose", afirma o médico.
Recuperar a boa forma ajuda a ter a resistência física necessária para carregar o bebê e todo o aparato que surge junto com ele. A ansiedade em relação a isso, no entanto, pode ser inimiga da nova mãe. A pressa para voltar ao peso é uma "loucura escabida", na opinião da nutricionista Andrea Santa Rosa. "A indústria da imagem tem gerado desequilíbrio na cabeça das mulheres. Em vez de criar laços com o filho, muitas ficam com a obsessão de aparecer magras na foto. É focar no ponto errado. Nessa fase, o corpo diz para a mulher que é hora de focar na cria", diz. Ela destaca ainda a importância do parto normal no processo de volta à forma: "Já passei por ambos; é inegável que o natural ajuda a mulher a se recuperar mais cedo".
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Veja como voltar à forma depois do parto, mas sem neurose e nem exageros

Logo depois de ter dado à luz, a mulher comum vê notícias sobre alguma celebridade que surgiu magérrima semanas após o parto. A reação à foto é dúbia. De um lado, há a desconfiança de que a famosa amamente montada na bicicleta ergométrica. De outro, inveja ao pensar que ela mesma vai demorar meses antes de se reencontrar com o jeans favorito.
"Emagrecer é mais difícil para as novas mães por conta do contexto social", diz a nutricionista Cynthia Antonaccio, da Equilibrium Healthy Food.
Ela enumera: a licença-maternidade, que põe a mulher o dia inteiro perto da geladeira, o hábito de comer a sobra de comida que a criança deixa, as festas infantis e a falta de tempo para exercícios são alguns sabotadores da volta à silhueta. Há "excesso de autoindulgência" no comportamento das novas mães, diz Andrea Santa Rosa, membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Institute for Functional Medicine (EUA).
"Muitas mulheres usam a gravidez ou a amamentação como justificativa para fazer atrocidades alimentares que elas não se permitiriam em outras fases da vida. Depois do parto o corpo 'quer' emagrecer, é natural que volte ao peso anterior, mas você também não pode fazer de tudo para impedi-lo", diz.
Para a apresentadora Angélica, que voltou ao seu peso (53 quilos) seis meses após o nascimento do segundo filho, o segredo é o equilíbrio.
"As prioridades mudam. Você passa a se preocupar mais com o bebê, a madrugada é pontuada por mamadas, você não dorme muito bem, fica com menos disposição nessa fase. Tudo tem seu tempo", diz ela, que fez drenagem linfática até no dia do parto e muita dieta e malhação logo depois.
A mulher que ganhou entre nove e 12 quilos na gestação deve recuperar o peso anterior em cerca de seis meses. Quem engordou mais pode levar até nove meses para perder os quilos extras, segundo o obstetra Paulo Martin Nowak, da Unifesp. O ideal para emagrecer com saúde nessa fase é perder até um quilo por semana, segundo a nutricionista Cynthia Antonaccio. Quem manteve o peso adequado na gestação e se alimentou bem pode perder os quilos extras só com o gasto calórico do aleitamento. É o caso de Amanda Agostini, 28. Dois meses após a chegada de sua filha, a publicitária já havia recuperado seu peso. Na gravidez, ganhou só os dez quilos recomendados e fez caminhadas. Hoje, três meses depois do parto, não faz dieta. Seu único exercício é passear com a filha pelas ruas do bairro. Tanta facilidade, no entanto, foi possível porque antes da gravidez Amanda corria e nadava: "Agora fico cansada só de pensar em exercício. Quando tenho tempo livre quero mais é descansar". Mesmo quem não teve dificuldade para perder os quilos a mais deve praticar algum exercício leve. A atividade física ajuda a superar outros percalços do pós-parto, como a queda abrupta na quantidade de hormônios, que pode levar a mulher a comer mais ou a se sentir "feia". Além disso, a distensão sofrida pela pele da barriga pode causar estrias e flacidez; o útero ainda dilatado faz com que a postura permaneça como na gravidez, com a barriga projetada para frente e o bumbum para dentro. A falta de preparo físico faz com que muitas mães sintam dores nas costas e nos braços. Magrinha e sedentária, a redatora Luciane Zardo, 31, pretende fazer pilates para se livrar das dores de coluna: "A gente fica o tempo inteiro com a coluna projetada para frente para cuidar do filho, uma hora começa a doer".
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Para que serve uma doula pós-parto?

Já haviamos comentado aqui da importância de uma Doula no parto, mas será que ela também pode ser útil no pós-parto? O parto constitui-se num processo de transição que coloca um ponto final no estado da gravidez e dá início ao puerpério ou pós-parto. Durante os longos meses de gestação, a mulher foi se adaptando às transformações internas e externas que ocorriam lenta e gradualmente. Todos à sua volta eram-lhe solícitos aos seus desejos e cuidados, ela era o centro das atenções. Com o nascimento do bebê, nasce uma família. As mudanças são bruscas e tudo muda em sua vida. Ocorre, então, uma mistura profunda de sentimentos: alívio e euforia por já terem passado pela experiência do parto e por ter sido constatado que o bebê nasceu perfeito e saudável, o que aumenta sua autoconfiança por ter sido capaz de procriar bem. Quando o bebê é apresentado aos pais, todas as atenções se voltam para ele. Muitas vezes surgem sentimentos de frustração com o filho, por ser diferente do idealizado seja pelo sexo ou mesmo pela aparência física, ou até mesmo um diagnostico de alguma patologia. Ao olharem para aquele ser tão pequeno e indefeso, totalmente dependente e ainda desconhecido, é que os pais sentem o profundo impacto do compromisso assumido para toda a vida, o que os torna fragilizados e assustados. A mãe neste período passa por diversas angustias: 1) A Amamentação: Vou ter leite o suficiente? Até quando amamentar? Vai doer? Vou agüentar acordar e amamentar?, 2) Estar sozinha: Os medos de assumir responsabilidades, visitas e comemorações afetam esta angustia a fazendo ficar com mais perguntas ao seu redor, 3) O corpo: Confronto com o corpo atual é um aspecto difícil a ser superado, pois já havia se acostumado com a imagem do corpo grávido, um vazio dentro dela que não sabe por que sente, 4) Abstinência sexual: Vem fortalecer o sentido de fealdade na mulher, de perda da sensualidade e do poder de sedução e que a leva, muitas vezes, a suspeitar da fidelidade do companheiro. Estes e ainda outros fatores, como: fadiga, prisão de ventre, depressão, sangramentos, desconfortos e contrações, que nos faz observar que, o pós-parto é um período muito delicado, porém riquíssimo em aprendizagens.
Para que serve uma doula pós-parto?
A doula pós-parto faz o que for necessário para que a mãe possa cuidar e apreciar o seu novo bebê, prestando apoio emocional e físico. Apoia a mãe e os restantes membros da familia a transmitirem calmamente para a sua nova situação familiar. No pós-parto, além de mãe de mãe a doula é também mãe da família, cuidando desta no seu todo e apoiando cada elemento. Os serviços variam de acordo com as necessidades da mãe. Amamentação, cuidados com a rotina domestica e a cuidar dos outros filhos do casal, informações sobre puericultura e ajudar o parceiro e outros filhos do casal a apoiar a mãe. A doula encoraja a mãe a cuidar de si mesma e do seu bebê, para que ambos passem mais e melhor tempo junto, verifica também se a mãe esta bem alimentada, hidratada, confortável, ajudando–a no puerpério. Se ficou interessada neste tipo de ajuda para você também, fica a dica da Mércia Nelly de Morais, que aos 30 anos é fisioterapeuta e coordenadora do projeto Recanto Mãe Coruja. Pode entrar em contato com ela pelo email: recandomaecoruja@gmail.com.
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Dietas restritas logo após o parto podem afetar a produção de leite

Após o nascimento do bebê, muitas mulheres já pensam em iniciar uma dieta para eliminar os quilinhos a mais. Porém, antes de investir em uma dieta restritiva, é preciso lembrar que durante a amamentação a mulher chega a gastar 30% mais calorias (de 500 a 700 calorias a mais), precisando manter uma alimentação reforçada para suprir as necessidades do organismo.
Dietas restritas logo após o parto podem afetar a produção de leite
O cuidado precisa começar antes ou nos primeiros meses da gestação com um plano alimentar equilibrado. Seguindo corretamente uma dieta saudável, adquirindo a quantidade de peso necessária durante os nove meses, a mulher conseguirá voltar a seu peso anterior sem grandes dificuldades. Ou seja, é possível retornar ao peso normal durante a amamentação, desde que uma alimentação saudável e a prática regular de atividade física de intensidade moderada façam parte da rotina. Porém, se o excesso de peso for muito significativo e a perda de peso nesta fase for realmente necessária, a lactante pode ser orientada a reduzir a sua alimentação de forma a perder cerca de 0,5 kg por semana, a partir do momento que a amamentação já estiver bem estabelecida, já que dietas restritas podem afetar a produção de leite e impedir o estabelecimento do aleitamento materno.
Volta ao peso normal após a gravidez
Para produção adequada de leite é preciso consumir todos os grupos de nutrientes, ou seja, a dieta deve conter carboidratos, proteínas, lipídios, vitaminas e minerais e, claro, bastante água. Não consumir bebidas alcoólicas e alimentos que causam gases no bebê como: refrigerantes, doces e fibras em excesso. Aos poucos a própria mulher perceberá quais são os alimentos que causam desconfortos ao seu bebê. Outra dica é ingerir diariamente o número de porções adequadas de cada um dos grupos de alimentos, o que vai depender da idade, peso, altura, nível de atividade física, tipo de aleitamento materno praticado (exclusivo ou misto) e número de bebês que está amamentando. O ideal é fazer cerca de 6 refeições diárias (3 principais e 3 lanches mais pequenos), mais ou menos de 3 em 3 horas. E se houver necessidade de uma dieta, o mais importante é que ela seja feita com orientação de uma nutricionista e acompanhamento médico.
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Gravidez X Queda dos Cabelos Durante e Depois

Estima-se que aproximadamente 85% das mulheres sofrem de queda capilar, em maior ou menor grau, após o parto. Apesar do número elevado, não há motivos para pânico.
Gravidez X Queda dos Cabelos Durante e Depois
Veja abaixo as dicas da dermatologista Leila Bloch (CRM-SP 108287), que é uma conhecida médica dermatologista e cirurgiã capilar, além de pesquisadora especialista em cabelos, que vai esclarecer as principais angústias das grávidas sobre este tema durante e depois da gestação. 1) A aparência e resistência dos cabelos mudam durante a gravidez. Por quê? Devido ao aumento de hormônios femininos e às outras alterações hormonais fisiológicas comuns na gestação (que não estão relacionadas a problemas ou doenças), os fios ganham um “efeito protetor” natural que evita a queda e transmite a sensação de cabelos mais fortes e viçosos. 2) Após o parto, os cabelos mudam novamente e começam a cair em grandes quantidades, principalmente no período da amamentação. É uma fase natural ou alarmante? Totalmente natural. Durante a amamentação, os fios que não caíram durante os noves meses, começam a cair durante um período de três a seis meses após a gestação. Embora seja uma situação desconfortável, esse quadro é mais comum do que se imagina. Em mulheres que não apresentam nenhum problema anterior ou genético de queda e calvície, esse processo é autolimitado e para espontaneamente depois de semanas ou meses. Se a situação não normalizar naturalmente, é indicado procurar um dermatologista para realizar exames e investigar possíveis causas que estejam agravando o problema, como deficiência de vitaminas, ferro e proteínas. Entretanto, em mulheres com tendência a desenvolver calvície feminina, os fios caem em maior quantidade e chegam a diminuir (pode ocorrer diminuição do volume dos cabelos), persistindo mesmo seis meses após o parto. Nestes casos, o término da gestação pode funcionar como um “gatilho” para as que têm predisposição genética. Por isso, o dermatologista deve ser procurado o quanto antes para iniciar os tratamentos adequados. 3) Quais são os tratamentos indicados em mulheres incomodadas com a queda de cabelos sucessiva à gravidez? Após o parto, pode-se iniciar o uso de loções com princípios ativos que controlam a oleosidade e funcionam como antiqueda. O uso de shampoos adequados, prescritos pelo médico dermatologista, também auxiliam na recuperação da saúde capilar. Além disso, podem ser realizados tratamentos de estímulo capilar, como peeling capilar e massagens estimuladoras. Entre as novas tecnologias, o laser de baixa potência apresenta bons resultados nas pacientes. E nos diagnósticos de falta de vitamina, é indicada a reposição. Já para as mulheres com tendência à calvície, o uso de medicamentos que evitam o afinamento dos cabelos, chamados antiandrógenos, pode ser iniciado ao final da amamentação a fim de evitar a evolução do quadro, bem como pode ser realizada a aplicação de agentes contra a perda capilar, por meio da intradermoterapia, aplicação por meio de puncturas no couro cabeludo, em número de 20 a 30, de minoxidil e d-pantenol com vitaminas e um anestésico para amenizar a possível sensação de desconforto. O intuito do procedimento é a diminuição da queda de cabelos e a estimulação para a repilação. 4) Com os tratamentos corretos, a restauração da saúde capilar é 100% garantida? Para as mulheres que nunca apresentaram problemas de queda capilar, é possível normalizar a vida dos fios em até sete meses após o parto. Nos tratamentos para combater a calvície, o processo é mais lento e pode durar um período maior, que varia caso a caso e sempre com acompanhamento médico.É um quadro clínico cujo tratamento é de longo prazo.
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Maternidade X Vida Profissional = Dá para Conciliar?

Seu primeiro filho nasceu. No início, tudo é lindo e perfeito. A mãe acompanha os primeiros meses do pequenino que é tão dependente e frágil. Até que chega ao fim o período da licença-maternidade e a mamãe precisa voltar a sua rotina profissional. Se você ainda não passou por esse dilema, com certeza um dia vai passar. Por mais amor que tenhamos pela profissão que escolhemos, deixar os filhos em casa é sempre uma decisão complicada. Bate aquela dúvida: continuo trabalhando, ou abro mão por um tempo para me dedicar à criação do meu bebê? Claro que essa decisão envolve vários fatores, entre eles o financeiro. Por isso, vale analisar a situação com cuidado para encontrar a melhor saída.
Maternidade X Vida Profissional = Dá para Conciliar?
Veja o caso da Sabrina Dantas, de São Paulo, que deixou de trabalhar há cerca de dois anos. O motivo foi a sua primeira gravidez.
“Estava tentando engravidar há muitos anos e, quando aconteceu, foi maravilhoso. Sempre tive o sonho de ser mãe. Quando consegui, me foquei somente na minha filha.”
Sabrina trabalhou por sete anos na empresa da família. Por isso, assim que soube da gravidez, se desligou e resolveu se dedicar ao momento e à pequenina que estava por vir.
“O fato de trabalhar com minha família tornou bem mais tranquila a possibilidade de ficar em casa para cuidar da minha filha.”
Há pouco tempo, Sabrina perdeu o pai em um acidente. Depois do ocorrido, ela resolveu que voltaria a trabalhar. No entanto, o retorno durou apenas um mês e meio. Logo ela percebeu que ainda não consegue ficar muito tempo longe da filha, que hoje está com 1 ano e 2 meses.
“Vi que não daria certo, pois minha filha precisa muito da minha atenção. Eu ainda amamento e faço questão de continuar amamentando até o momento em que sentir que ela precisa disso.”
Sabrina não se arrepende de sua decisão.
“Se eu pudesse, não voltaria mais a trabalhar. Sinto-me muito realizada como mãe e quero estar presente em todos os momentos importantes do desenvolvimento da minha filha. Mas a parte financeira sempre fala mais alto. Por isso, espero voltar a trabalhar quando me sentir segura para deixar meu bebê aos cuidados de outras pessoas.” “Não queria terceirizar a criação e educação da minha filha”
Veja também o caso da Isabela Kanupp, de Campinas (SP), que também deixou seu trabalho para se dedicar à maternidade, mas deu um jeitinho de unir um pouquinho da vida profissional com sua nova “carreira” de mãe.
“A logística para continuar a trabalhar fora com crianças pequenas é muito complicada. É escolinha, babá, uma diarista para manter a ordem... Eu queria uma vida simples, mandar na minha casa, na minha vida e nos meus horários.”
Isabela trabalhava na empresa dos sogros e, desde a metade de sua gravidez, não voltou mais. Hoje, ela organizou sua rotina para trabalhar em casa.
“Foi uma escolha que eu fiz. Acredito que você tem que colocar na balança para ver se vale a pena ou não voltar a trabalhar fora.”
Com sua logística montada, Isabela encontrou o estilo de vida que a faz feliz e realizada como mãe e como profissional.
“Sou muito feliz. É aquela escolha que eu não me arrependo nem um pouco. Ver seu filho crescer, acompanhar cada passo, cada descoberta de perto, não tem preço.”
Cada situação é uma, mas vale repensar e ver o que de fato vai falar mais alto. Com certeza, não é fácil para nenhuma mãe deixar seu pequeno em casa e sair para trabalhar, mas às vezes é a solução. No entanto, não deixe de pensar bem e conversar com seu marido. Juntos, vocês vão encontrar uma solução ideal para o impasse. E poderão curtir esse momento tão especial na vida de vocês.
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Cuidados para as futuras mães evitarem a depressão pós parto

Irritação, choro, raiva, e rejeição ao bebê, são sintomas da depressão pós parto. Esta que afeta mulheres após terem dado a luz a um bebê, sentem mal, rejeição, e em alguns casos não conseguem nem pegar a criança no colo.
Cuidados para as futuras mães evitarem a depressão pós parto
“A mãe tem aversão, não consegue segurar e nem amamentar; sofrem choram e mudam de comportamento”, explica psicóloga Márcia dos Reis Fagundes.
Ela relata que as mães sabem que o bebê é o centro das atenções, mas se sentem fragilizadas e carentes de atenção dos familiares e amigos. A psicóloga destaca que é de extrema importância a presença do esposo e da família apoiando e não deixando que falte carinho tanto a mãe quanto ao bebê. Veja só o caso e depoimento desta recente mãe que não quiz se identificar mas relata, que após o nascimento do seu filho, só chorava demais.
“Chorei muito, falava que não queria mais ter filhos, que não recomendava a ninguém e que ser mãe era horrível”, conta.
A mãe ainda fala que se sentia numa situação de arrependimento de ter colocado aquela criança no mundo. E só foi perceber que era depressão, após um ano, quando começou a melhor com o apoio da família sempre ao lado.
“Cheguei a engorda 20 quilos depois que tive meu filho, descontava toda a minha depressão na comida”, descreve a mãe.
Márcia conta que a depressão pós-parto, assim como a maioria dos transtornos psicológicos, tem como causas fatores biológicos, psicológicos e sociais.
“Caso a mãe já apresente depressão antes do parto é provável que ocorra seu agravamento”, afirma.
Além disso as grandes alterações hormonais durante a gravidez e a diminuição após o parto são um dos principais responsáveis.
“É necessário um acompanhamento psicológico para que essa mãe se dedica a esse dom maravilhoso que Deus deu a ela”, conta.
Uma alimentação adequada, rica em Omega 3 e sais minerais, e exercícios também são importantes para melhorar o humor e a saúde em geral.
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5 dicas para voltar à boa forma após o parto

Voltar ao peso ideal logo após o parto é o desejo de toda mãe. Dietas, exercícios e plásticas são algumas opções para remodelar o corpo, mas é preciso respeitar as alterações características do período. Sugiro não ter pressa. O pós-parto é uma fase de acomodação para o organismo da mãe, que sofreu alterações importantes, especialmente na região abdominal Veja abaixo algumas dicas de especialista no programa Mãe no GNT para eliminar a flacidez e os quilos extras da gestação: 1) Dieta Fazer uma dieta rigorosa nessa fase pode ser perigoso, já que o leite deve ser o alimento exclusivo do bebê até os 6 meses de idade. Os nutrientes ingeridos pela mãe passam para o bebê através do leite, por isso é necessário continuar controlando a alimentação, assim como na gravidez. Sugiro ingerir bastante água e seguir um cardápio balanceado, mas sem radicalismos, que podem prejudicar o desenvolvimento do bebê. Vale lembrar que o excesso de certos alimentos pode provocar reações na criança. Grãos como feijão, soja e grão de bico devem ser ingeridos com moderação, já que fermentam, dão gases e o bebê poderá sentir cólicas. 2) Exercícios físicos Para não ganhar muito peso, o ideal é praticar exercícios regulares durante toda a gravidez. Após o nascimento do bebê, alguns cuidados devem ser tomados. Independentemente do parto, é preciso aguardar seis semanas para voltar a praticar exercícios físicos, começando com atividades de intensidade leve a moderada. Os músculos do abdômen, assoalho pélvico e costas precisam de atenção especial, já que foram muito exigidos durante a gravidez. Caminhadas, exercícios na água e yoga são boas opções. É importante lembrar que amamentar o bebê também ajuda a eliminar os quilos extras. 3) Lipoaspiração A lipoaspiração é o procedimento mais realizado por mulheres que querem eliminar a gordura, mas ele ressalta que é preciso aguardar seis meses após o parto. A chamada hidrolipo é o método mais seguro. O procedimento permite retirada de volumes maiores de forma segura, diminui o sangramento, dor, gera menos hematomas e permite retorno precoce às atividades regulares. Geralmente, é possível ter vida normal em 5 ou 10 dias. Quando a flacidez é maior, com excesso de pele, indico uma lipoabdominoplastia, procedimento em que a gordura é aspirada através da lipo e as formas são redesenhadas com cirurgia plástica. 4) Tratamentos estéticos Procedimentos estéticos modernos podem ser bons aliados para a perda de medidas e a redução da flacidez no pós-parto. Os mais modernos são o V3 Contour, que usa um sistema de ultrassom guiado por software específico, o Venus, que utiliza radiofrequência, além do Coolsculpting e Proshock Ice, que reduzem a gordura localizada através do processo de resfriamento da pele. Em geral, é preciso aguardar 30 dias após o nascimento do bebê para submeter-se aos tratamentos. O ideal é começar durante o período de amamentação. Os aparelhos são seguros e nessa fase ainda há liberação do hormônio prolactina, que estimula a produção de leite e também ajuda na perda de peso. 5) Cirurgia Plástica O abdômen e seios são as partes do corpo que as mulheres costumam retocar após a gravidez. Para o sucesso de intervenções cirúrgicas nessas regiões, o médico recomenda calma. Logo após o parto a mulher encontra-se acima do peso, com flacidez dos músculos, inchada e o bebê precisa de atenção exclusiva. Nesse período, os riscos de infecções e trombose também são maiores. Recomendo aguardar 6 meses, para que os músculos retomem o tônus e o peso retorne ao que era antes da gestação. O resultado é melhor e a cirurgia muito mais segura. Os seios podem ser levantados, aumentados ou diminuídos e a abdominoplastia para eliminação da flacidez do abdômen.
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Video = Corpo da Juliana Paes Depois da Gravidez X Pós-Parto

Queria hoje abordar o tema da recuperação do pós-parto, e para isto usar o exemplo de uma famosa, que muitas vezes são usadas como exemplos, um pouco fora da realidade da maioria das mulheres, de como se pode recuperar a forma rapidinho... É difícil acreditar, mas a Juliana Paes, que usou o jeans da Zazou em sua gravidez, garante que seu corpo não é mais o mesmo depois que deu à luz Pedro, de quase um ano. Segundo ela, o shape demora a voltar ao que era antes.
"Corpo 100% depois da gravidez é ilusão"
Pelo menos é o que disse a apresentadora do "Por um Fio" em uma conversa com Mari Weickert para o "Vamos Combinar". Juliana diz ainda que o que vale é a transformação da mente e admite que o apelo sensual fica um pouco de lado com a experiência de ser mãe. Assista ao vídeo abaixo:
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Quase duzentos e setenta dias dentro da mamãe = Bebê nasceu! E agora? Baby-blues

Queria dar continuidade a série de post mensais intitulados “Quase duzentos e setenta dias dentro da mamãe” escrito pela Terapeuta de Bebês Dra. Regiane Glashan, especializada em Terapia perinatal, Relação mãe-bebê, Depressão pós-parto, que desta vez vai falar abaixo das experiências e emoções do período do pós-parto, até para você ter uma idéia melhor do que lhe espera em breve… A mamãe fica ansiosa, estressada e angustiada com tudo que ela tem que fazer: cuidar do bebê, dar conta dos afazeres da casa, cuidar do companheiro, receber as visitas, entre outras atividades do cotidiano, e, ainda, quando sobra um tempinho, se dar uma olhadinha no espelho e reparar que não deu tempo para pentear os cabelos. É uma verdadeira maratona fora de competição. A maioria das avós comenta que o culpado de tudo isso são os hormônios femininos em descompasso que tomam conta do corpo da mulher, “como um encosto “desde o comecinho da gestação. No início eles provocam náuseas, vômitos, sonolência, humor lábil e agora, no pós-parto, provocar esse tal de “bebê-azul”. Baby-blues: algo melancólico que deixa a mulher meio estranha. De um lado ele instiga a mãe a lembrar constantemente que o bebê existe e do outro deixa a mãe também azulada, azulada no sentido de se sentir meio perdida, com sentimentos de menos valia e de que não vai dar conta da situação. Deve ser azul de raiva por não entender o que o bebê quer dizer com seu chorinho (as vezes chorão) no seu comecinho de vida, azul por não ter outra opção de cor, pois seus vestidos coloridos de não grávida não lhe vestem bem ainda, azul por permanecer muito tempo acordada sob a luz do abajur. Azul, por poder ser a cor da mágoa sem causa aparente, que se agrava aos menores fatos do dia a dia. Penso que grandes autores da dramaturgia, por mais que tentem, são incapazes de tecer um enredo tão rico como o da mulher no período do baby blues. São as estações chuvosas e nebulosas que melhor o exemplificam.  É uma grande turbulência que permite a mulher entrar em contato íntimo com seu filho – acomete cerca de 70% a 90% das puérperas. Aparece por volta do terceiro ou quarto dia pós-parto e dura mais alguns dias. Contudo, como saber diferenciar um clássico baby-blues de uma depressão puerperal? O Baby-blues pode ser considerado como um estado de fragilidade e hiperemotividade em que a puérpera se “desmancha” em lágrimas, chora por algumas horas e logo depois nem pensa mais sobre o que desencadeou seu pranto. Entre um choro e outro, há espaço para a alegria de ter dado a luz a um bebê saudável e desejado. Portanto, o choro é intermitente e o que fala mais alto é o sentimento de incapacidade em assumir o papel de mãe. E as mães que já tiveram filhos anteriormente, elas também vivenciam o baby-blues? Certamente, só que elas temem não dar conta de todos eles. Bem, parece que rodeamos, circulamos e não respondemos o que desencadearia o baby-blues. Para alguns estudiosos do assunto, os culpados da turbulência emocional das mulheres recém paridas seriam os hormônios femininos em queda rápida. Todavia, como explicar a mãe de bebês prematuros que, muitas vezes, só levam seus filhos para casa após uma, duas ou mais semanas pós-parto e até então não apresentaram os sintomas do baby-blues? Não nego a tristeza que elas sentem por não estar com seus bebês nos braços. Passado o período de hospitalização do bebê, ambos (mãe-bebê) retornam ao lar e sem que ninguém perceba, o baby-blues começa a mostrar suas garrinhas e a mãe se desmancha em lágrimas, torna-se hipersensível e melancólica. Sem falar nas mães que adotam bebês. Elas também, em sua maioria, não escapam do baby-blues (choro, tristeza, falta de confiança em si mesma, sentimento de incapacidade em serem boas mães, entre outros). Françoise Dolto e Myriam Szejer*costumam afirmar que o bebê começava a ser a partir do terceiro dia pós-parto. Tempo quase que suficiente para a mãe identificar que o bebê em seus braços não é o mesmo que ela construiu em seu imaginário durante nove meses. Este bebê é singular, único, diferente de tudo que ela pode imaginar. É um momento onde a recém-mãe pode perceber que seu filho é dependente dela para tudo e o tudo é o tudo mesmo. Não tem um tudo parcial ou compartilhado – ele é um “serzinho” a mercê de seus cuidados e afetos: alimentar, higienizar, promover calor, mobilidade, aconchego, ternura, amor e tantos outros afetos e qualidades que só uma mãe devotada comum poderia oferecer ao seu bebê. O terceiro dia pode ser também o período em que o bebê começa a mostrar ao que veio. Sua força de vida e sua vontade de viver neste mundo que o cerca. O choro se torna mais forte, o bebê dorme um pouquinho menos, há o início do diálogo mãe-bebê – olho no olho, o leite desce, o bebê precisa ser inserido no seio familiar e ocupar seu espaço. A mãe é capaz de relembrar fatos de seu passado mais remoto – é como se acontecesse algo mágico e a mente da mulher ficasse mais transparente aos fatos de sua história. Os recém-papais também não escapam do baby-blues. Pode não ser tão acentuado como nas mulheres, mas também exibem um certo grau de melancolia. Refletem se serão bons pais, se darão conta em cuidar da família e prover o necessário para todos. Muitos pensam se ainda terão assegurado seu lugar no coração de suas companheiras. Não se espantem se alguns maridos após o nascimento de seu filho “cair de cama” em decorrência de uma gripe, sinosite ou outra patologia que simbolize esse período conflitante. É interessante lembrar que a mulher teve nove meses para se adaptar e se acostumar com a idéia de ser mãe. Para o homem, o significado é mais demorado, pois os ingredientes da massa não são adicionados um a um em seu ventre mês após mês. Quando ele menos espera, o bolo já vem prontinho e decorado com um laçinho azul ou rosa. É com o parto e a proximidade do bebê que o homem experimenta a realidade de ter uma vida sob sua responsabilidade. Portanto, foi preciso cortar o cordão umbilical que ligava o bebê a mãe para que o papai pudesse se conectar psicológicamente ao seu filho. Foi da cisão da mãe com o bebê que nasceu, realmente, a união da criança com seu pai.  Para quem deseja saber mais e trocar idéias sobre o assunto, queria dizer de que o consultório da Dra. Regiane Glashan (Coren 31970), fica na rua Constantino de Souza, 645 – cj.4 no Campo Belo em São Paulo, e o celular de contato dela é: (11) 9933-7938.
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Quase duzentos e setenta dias dentro da mamãe = O Pós-Parto

Queria comentar aqui um momento importante na gravidez, ou melhor, depois dela no pós-parto, até por que sei que muitas gestantes não sabem muito bem o que vai acontecer neste período de recuperação. Para isto ninguém melhor do que a Dra. Regiane Glashan, que é uma parceira que sempre escreve textos bem legais e cheio de informações dicas. Trago abaixo mais um destes texto da série: "Quase duzentos e setenta dias dentro da mamãe", que você acompanha aqui neste Blog. Logo após o parto a mulher se depara com o contorno de seu corpo modificado pelo pós parto. Os seios estão entumecidos e cheios de leite para alimentar o bebê. O corpo atual parece bem diferente do que ele era anteriormente a gravidez. As pernas ainda estão inchadas, a barriga meio molinha e protubere e as roupas antigas ainda não vestem bem. Elas ainda precisam de certa ajuda para subir ou descer degraus. Nada que com o tempo não volte ao que era antes ou pelo menos bem parecido. O que não se pode esquecer é que uma gestação acarreta marcas indeléveis na mulher – é uma experiência inigualável. É um período onde a mulher muda de status, deixa de ser filha de seus pais para se tornar mãe e dona de um corpo maduro e fecundo. Algumas mulheres se angustiam ao verem sua sedução comprometida e se estressam com os defeitos: sinais de flacidez, gordurinha localizada, cicatriz da cezareana ou perineal, ou outros defeitos que em outra data passaria “batida”, mas que agora são enormes. Nem todas as mulheres reagem dessa maneira, e, acabam se voltando totalmente para o bebê que acabou de nascer. Finalmente, existem mulheres que se sentem frustradas ao se depararem com a sensação de ventre vazio, e, ao mesmo tempo a necessidade de cuidar de alguém dependente e indefeso. É claro que cada mulher vai reagir a sua maneira e esta reação vai depender da história pessoal de cada uma e de como os modelos familiares, sociais e culturais influenciam seu modo de ser e de ver as coisas. As mulheres no PP são muito influenciáveis pela forma como seus parceiros as qualificam, ou seja, como mulheres fortes, sedutoras, bonitas e suficientemente mães devotadas. Parece que o momento PP torna-se mágico e com ele a mãe se encanta com seu bebê, o mantém limpinho, cheiroso, vestido com roupinhas primorosas e ao mesmo tempo se desencanta com sua própria aparência. É como se a recém-mãe esquecesse temporariamente ,e, neste aspecto, digo temporariamente, por que em alguns meses ela vai novamente se descobrir e se reabrir para o mundo, das vaidades que ela cultivava antes do bebê nascer. É como se a recém-mamãe ficasse numa posição de pano de fundo para que o bebê possa ocupar o lugar de destaque na família e atinja o brilho das passarelas – é o famoso “feito por mim”. Cuidar do bebê seria o equivalente a cuidar de si mesma. Com a amamentação começam os acertos, os encontros e desencontros, os mitos e os tabus. Peito grande, peito pequeno – bico pra dentro, bico pra fora – leite forte, leite fraco – canjica ou cerveja preta – canja de galinha por meses ou uma refeição balanceada – cólica do bebê, comida ingerida pela mãe. Meu Deus! Isso tudo não pode estar acontecendo em um tempo só, afinal o jogo só está começando e a mamãezinha já está ofegante, cansada e estressada. Não há dúvida que amamentar é dar ao bebê amor, carinho e proteção, mesmo por que esse chavão já é bem conhecido e divulgado. Pelo menos entre os profissionais de saúde. Amamentar é tudo isso quando tudo vai bem, ou seja, quando a díade mãe-bebê se encaixam, e, a vida segue sem maiores problemas. O caldo entorna ou o porco torce o rabo quando o aleitamento não flui como o esperado e o ato de amamentar se torna um inferno astral, corporal, emocional tanto para a mãe quanto para o bebê. A final, uma relação de encaixe só pode ser boa se for satisfatória (legal) para a dupla. Quando o encaixe não acontece, a culpa pode inundar os pensamentos da mãe, e, o pior de tudo, o bebê fica receptivo as ansiedades da mamãe e o relacionamento tende a tornar-se conturbado. Portanto, parece mais humano encarar a amamentação como algo pertencente não só a biologia humana, mas também como algo que é específico de cada mulher e, como tal, subjetivo à sua própria história de vida. É preciso entender como essa mulher/mãe vivenciou o processo de amamentação em sua família de origem: foi prazeroso e espontâneo para sua avó, mãe, tias, primas ou a rede social? Esta mulher está inserida em uma rede de apoio a amamentação? Alimentar um bebê com mamadeira, de maneira tranqüila e serena, com fácies descontraídas e sorriso nos lábios, pode ser preferível, ao invés de assumir que sentir dor, sangrar, chorar é em função do sacrifício de ser mãe e padecer no paraíso. Amamentar pode ser encarado como um tango tradicional entre parceiros que nunca se viram ou mesmo dançaram por uma única vez. Ambos estabelecem uma “milonga” até encontrarem os passos e o ajuste perfeito. É uma adaptação recíproca, que exige tempo, preparo e reparo. Porém, quando os passos se interagem e a entrega acontece o final é perfeito. Não nego que algumas mulheres precisam de apoio para superar as dificuldades da amamentação, e, para tanto contamos com profissionais “cobra” no assunto: enfermeiras, fonoaudiólogas e outras que se dedicam a esse assunto com muito carinho e competência dispostas a minimizar os embates desse processo. A amamentação é tema para diversas discussões. É um assunto que ao mesmo tempo que é vista como natural é também polêmico. Tudo isso por que amamentar não é só por o peito para fora e dar para o bebê. É muito, mais muito mais do que isso – é técnica e sentimentos que estão envolvidos nesta “ligadura”mãe-bebê. Amamentar pode ser entendido como uma das primeiras formas de diálogo entre duas pessoas tão íntimas e desejosas de se encontrar e vincular. Amamentar e oferecer nutrientes vitais a quem se ama, é estreitar laços amorosos, é compartilhar de proximidade e fetos – é uma forma da mãe recompensar a si e ao seu filho o primeiro “corte”ou separação que o ser humano sofre. O corte do cordão umbilical. A amamentação restitui uma nova forma de conecção: olho no olho, corpo a corpo e acima de tudo, uma ligação pessoa a pessoa. Quem é esse tal de Baby Blues? Cerca de 3 a 4 dias após o nascimento do bebê, a mamãe que estava meio aérea aos acontecimentos, começa a juntar os “pedacinhos”e inicia uma jornada em busca de seu equilíbrio emocional. A recém mamãe está preocupada com o desenrolar da amamentação, com perda de peso natural do bebê no começo de vida, com os cuidados básicos de higiene e com a interpretação da linguagem não verbal do bebê, ou seja, em decifrar seu choro, seus gestos e seus reflexos. A mulher se torna mais sensível, mais chorosa, e, alguns dizem que pode ser devido aos hormônios, outros dizem que ela está plenamente identificada com seu bebê e acaba sofrendo pela impotência em fazer de “tudo” para seu filhinho. Aguardem plo nosso próximo encontro com a Terapeuta Regiane, com mais novidades para as leitoras do Blog da Zazou para grávidas antenadas. Para quem quer falar mais sobre o assunto, fica a dica do contato direto da Regiane Glashan pelo email: terapeutadebebes@gmail.com ou pelo site: www.terapeutadebebes.com.br
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Quase duzentos e setenta dias dentro da mamãe = O Pós-Parto

Queria dar continuidade a série de post intitulados "Quase duzentos e setenta dias dentro da mamãe" escrito pela Terapeuta de Bebês Dra. Regiane Glashan, especializada em Terapia perinatal, Relação mãe-bebê, Depressão pós-parto, que desta vez vai falar abaixo das experiências e emoções do período do pós-parto, até para você ter uma idéia melhor do que lhe espera em breve... Fizemos uma longa viagem até aqui. Passamos pela história do casal, pela história individual, pela gestação e seus trimestres, pelo parto e chegamos, então, ao pós-parto. Será que essa fase tem alguma surpresa para apresentar? Como será que a mulher vivenciará seus primeiros dias com seu bebezinho e as mudanças visíveis em seu corpo? E o aleitamento, é fácil? É instintivo? Qualquer mulher pode amamentar? Como lidar com esse recém-chegado tão conhecido e tão desconhecido ao mesmo tempo? Meu Deus, quantos questionamentos! Será que existe resposta para tudo isso? Acho melhor ir com calma, afinal, caldo de galinha e paciência, nunca fez mal a ninguém. O pós-parto é uma fase onde a mulher se depara com a chegada do bebê e os imprevistos que aparecem e que nem sempre estavam contemplados nos livros ou na lista da maternidade. As emoções maternas começam a aflorar e a fragilidade psíquica abre espaço para inundar a mente dessa futura mamãe. São emoções agradáveis e outras nem tão agradáveis assim. A primeira semana costuma ser vestida de alguns momentos dramáticos, onde uma gota de água é capaz de transbordar o oceano ártico, pacífico, antártico e tantos quantos houver na face da terra. Se o bebê dorme é por que ele dorme. Se ele chora é por que ele chora. Se ele dorme durante a mamada é por que ele rejeita o seio. Se ele não arrota é por que ele não mamou o suficiente. Se ele soluça é por que o leite é fraco e não sustenta o bebê. Se ele fica vermelhinho é por que está doente. Se ele regogita é por que tem dificuldade em digerir o leite. Se, se, se ... Meu Deus, quantos se (s). Todos esses questionamentos geram angústias na mãe, que não sendo suficiente, acabam acometendo ao papai e depois a toda família também. Será que isso passa? É como se a angústia e a ansiedade vivida pelos recém-pais fosse um vírus que vai passando de um para outro, desorganizando o ambiente e a quietude da nova família. Como um ser tão pequenininho já pode fazer tanto barulho na cabeça de gente tão grande? É um período esperadamente confuso e ao mesmo tempo mágico. De um lado as angústia de ter que adivinhar os se(s) e os porquês, e, em seguida as alegrias em receber a visita de amigos e familiares que são estimados (e outros nem tanto assim). Receber presentes é um momento de intensa felicidade. É a hora de aproveitar para enumerar os grandes feitos, as conquistas e as descobertas do bebê frente ao mundo que ele está desbravando, e, com muita bravura e sofisticação psíquica e física. Cada dia que passa ele fica mais esperto, inteligente e “grandinho”. Querem exemplos? Ele segue com seus olhinhos espertos a face de quem se apresente a sua frente, ele abre os olhos ao ouvir a voz, ele faz caretinhas, entre outras habilidades. É a hora de grandes descobertas: é a cara do papai, tem o cabelinho espetado do priminho, o rostinho delicado da mamãe, as mãozinhas são perfeitinhas que nem a titia, etc.. Seja lá como for, cada um está identificando e assegurando que o bebê pertence a família, e, como tal, já está abrindo seu próprio espaço. Uma explosão de coisas está acontecendo ao mesmo tempo, ora com o bebê, ora com a mãe, ora com o pai, ora com a família toda. Não é a toa que passar pelos três primeiros meses é considerado um marco. É como vencer uma batalha e receber o premio ou a medalha da “paz e harmonia” no lar. Quer ver? Então respire fundo e aguarde as cenas do próximo capítulo. Desculpe, o próximo tópico do mês que vem aqui mesmo no Blog da Zazou para Grávidas Antenadas.
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Plástica no Pós-Parto para Recuperar Antiga Forma

Em recente matéria em um jornal o cirurgião plástico Glauco Almeida (membro especialista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica) falou sobre como reconquistar a forma e medidas de antes da gravidez, e até melhorá-la... A empreitada fica mais fácil para quem tem na genética uma forte aliada e leva à sério as orientações nutricionais e estéticas, como: engordar só um kg por mês, ficar de olho no controle do peso, usar cremes hidratantes pelo menos duas vezes ao dia nas mamas e no abdome, fazer atividade física com orientação profissional, evitar tomar sol e sempre usar protetor solar. Portanto antes de mais nada, tomem estes cuidados acima. A recuperação da forma ocorre normalmente em um período de três a seis meses, especialmente para as mães que sabiamente dão de mamar a seus filhos. Mas para muitas, o processo pode ser infelizmente um pouco mais longo. E não adianta ser apressadinha, pois a cirurgia plástica de pós-parto só deve ser realizada, no mínimo, após 12 meses do nascimento do bebê e a paciente tem de estar no peso próximo ao ideal.
Plástica no Pós-Parto para Recuperar Antiga Forma
Dentre os procedimentos cirúrgicos mais procurados estão as correções de abdome e de mamas, cuja colocação de silicone só deve ser feita seis meses após o termino da amamentação, que dão adeus à incômoda sensação de “queda”. Para tratar a flacidez da pele abdominal, recomenda-se a abdominoplastia, associada, ou não, à lipoaspiração. O abdome de mulheres que já gestaram, pelo menos duas vezes, geralmente precisa da abdominoplastia e não apenas de lipoaspirações. O objetivo é melhorar o contorno corporal, retirar as estrias, melhorar e definir a cintura e reposicionar a musculatura. A cirurgia do abdômen é realizada por meio de uma incisão em formato arqueado logo acima da implantação dos pelos pubianos. A cicatriz é posicionada de forma a ficar escondida sob o biquíni. Na miniabdiminoplastia, a cicatriz é bem menor, parecida com a cicatriz da cesariana, indicada para quem apresenta pouca flacidez.
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Video = Porque ocorre a depressão pós-parto?

Porque ocorre a depressão pós-parto? Veja os motivos no vídeo abaixo com dicas do Ginecologista e Obstetra Dr. Sérgio Floriano sobre o assunto.
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Video = Pós-parto = Confira recomendações do que pode ou não ser feito pelas mamães

Vejua o vídeo abaixo do programa "Mãe e Cia" da GNT, uma matéria com depoimento da mamãe Alessandra Barleta, que compartilha as recomendações de sua médica do que pode ou não fazer durante o pós-parto, como por exemplo não pegar peso, subir e descer escadas e agachar são algumas das ações que devem ser evitadas pelas mamães. Outra dica que gostaria de acrescentar é que a barriga e seu corpo não voltam ao normal imediatamente depois que sai da maternidade. Ou seja, vai continuar a usar suas roupas de grávidas por mais um tempo, até se recuperar. Isto é normal. Não precisam se preocupar. E você quais as dicas que pode dar sobre o pós-parto?
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A importância do contato pele a pele entre a Mãe e o Bebê

Hoje em dia há inúmeros estudos que mostram a importância do contato pele-a-pele, entre mãe e bebê, imediatamente após o nascimento, ou o mais precoce possível.
A importância do contato pele a pele entre a Mãe e o Bebê

O bebê fica mais feliz, sua temperatura mais estável, há mais glicose disponível no sangue e a respiração e os batimentos cardíacos se estabilizam com mais facilidade. Ademais, este contato permite que o bebê seja colonizado pelas mesmas bactérias da mãe, o que não acontece quando o bebê está na incubadora e está sendo colonizado por bactérias diferentes. Assim como a amamentação este é um importante método de prevenção de doenças, principalmente as alergias em bebês a termo ou prematuros. Ainda que o bebê esteja recebendo oxigênio na UTI neonatal, ele pode se beneficiar do Método Canguru, pois vai ajudá-lo a depender cada vez menos deste elemento para respirar.

Para compreender melhor a importância de se manter o contato pele-a-pele sempre que possível nas primeiras semanas de vida (não apenas através da amamentação) é preciso lembrar que o bebê é como qualquer mamífero em seu habitat: no contato próximo com a mãe (ou com o pai), quando o bebê é levado para longe de seu ambiente natural ele evidencia uma série de sinais psicológicos de que está sobre estresse. Um bebê que não tem contato com os pais (por permanência na incubadora ou por serem enrolados em cobertores e impedidos de sentir a pele dos pais) pode ser tornar sonolento ou letárgico, chora com facilidade e protestam com mais frequência. Quando o bebê é enrolado em cobertores, de forma a imobilizá-lo, ele é impedido de interagir com sua mãe, do modo natural. O contato pele-a-pele favorece a troca de informação sensorial que estimula comportamentos no bebê: ele procura o seio da mãe para mamar e permanece calmo. Do ponto de vista da amamentação, bebês que são cuidados pelo Método Canguru imediatamente após o parto (na 1ª hora) tem mais chance de realizar uma boa pega sem ajuda e assim terá mais chance de sugar com mais facilidade, diminuindo os riscos de causar lesões nos mamilos da mãe. Quando a mãe tem os seios cheios, o bebê pode até ter uma pega inadequada e ainda assim conseguir sugar o leite (por permanência no seio ou frequência das mamadas), mas a mãe pode desenvolver mastite e bloqueio de ductos com mais facilidade. Nos primeiros dias, entretanto, a mãe não tem as mamas cheias, como quer a natureza, e tudo que o bebê precisa neste momento é aprender a realizar uma boa pega para ingerir o colostro que está disponível para ele. Em resumo, realizando o contato pele-a-pele o mais precocemente e sempre que possível, por pelo menos 1 hora tem efeitos positivos. O bebê: - tem mais chance de ter uma boa pega sem ajuda; - mantém a temperatura estável; - mantém a glicemia estável; - mantém a respiração e batimentos cardíacos estáveis, - oferece segurança e conforto; - mantém a pressão sanguínea normal; - chora menos; - tem mais chances de mamar exclusivamente e por tempo prolongado; - dá sinais para a mãe quando estiver pronto para mamar. No contato íntimo entre a dupla mãe-bebê, ninguém deve orientar que o bebê faça alguma coisa, nem mesmo que pegue o seio materno, pois a posição inclinada verticalmente no abdome e no peito da mãe, ele mesmo encontrará o caminho enquanto a mãe apenas apóia seu corpo. Se o bebê não pegar o seio imediatamente, não entre em pânico. Desde que seja um neonato saudável, deixe que ele “diga” quando está preparado para mamar. Gostaria de agradecer a Enfermeira consultora em aleitamento materno Grasielly Mariano, parceira da Zazou, que gentilmente nos enviou estas dicas acima para nosso blog, como uma forma de compartilhar conosco um pouco de todo o seu vasto conhecimento no assunto e experiência prática de anos. Por isto se desejar maiores informações sobre o tema recomendo o contato diretamente com ela pelo site: www.lactare.com, ou então pelo E-mail: enfgrasi@lactare.com, assim como pelo celular: (11) 7761-3254.
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Video = Depressão Pós-parto

Vejam no vídeo abaixo uma matéria de um programa americano (em inglês mas com legendas em português) que fala um pouco mais da Depressão Pós-parto, mostrando casos reais e dicas de especialistas no assunto.
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Atividades físicas no pós-parto ajudam a mulher a entrar em forma

Durante toda a gestação, a mulher tem seus hormônios muito alterados. Entre eles, o estrógeno, progesterona e a relaxina influenciam a condição física da gestante. O volume sanguíneo aumenta e com isso a frequência cardíaca também passa a ser mais elevada. As paredes das veias e artérias ficam mais finas e com isso a circulação é comprometida, causando as tão conhecidas varizes. No entanto, essa mudança hormonal é necessária e ajuda a mamãe a preparar seu corpo para o grande evento: o parto. Essa mudança hormonal se mantém ate aproximadamente cinco meses após o parto e esse é um fator muito importante na hora da mulher decidir voltar a praticar uma atividade física após o nascimento do bebê. A mulher pode aproveitar a alta nos hormônios para voltar à forma que tinha antes da gravidez, já que o estrógeno e a progesterona ajudarão muito na recuperação da nova mamãe e também na elaboração de um programa de exercícios por um profissional. Esse ponto é muito importante e gostaria de ressaltá-lo. Somente após a liberação do médico, a mamãe pode começar a buscar seu corpo de volta, iniciando com caminhadas e, em seguida, exercícios de fortalecimento que sejam indicados por um especialista. O trabalho da musculatura do assoalho pélvico é importantíssimo nessa fase, pois durante toda a gestação, essa musculatura foi sobrecarregada pelo peso do útero e ainda mais sobrecarregada se o parto foi normal. Quanto antes a mamãe começar a treiná-lo, melhor para sua recuperação. Mesmo que o parto normal sobrecarregue mais o assoalho pélvico, os exercícios devem ser feitos independente do tipo de parto, pois durante a gestação, o bebê exerceu uma sobrecarga nessa musculatura e todo trabalho de fortalecimento é bem vindo para sua recuperação. Esse tipo de trabalho é muito importante para evitar a tão temida incontinência urinaria e até mesmo para restabelecer a sensibilidade e controle da região pélvica na hora da relação sexual. Os exercícios de Kegel são uma simples e ótima forma de trabalhar essa musculatura: são contrações do trato urinário e do ânus que podem ser feitas de forma rápida para trabalhar as fibras de contrações rápidas, responsáveis pelo controle da musculatura no caso de um espirro por exemplo. E, de forma lenta, que são responsáveis pelo uso mais continuo dessa musculatura, por exemplo, durante uma relação sexual. Aproveite então essa enxurrada de hormônios que ajudam a ter o seu corpo de volta e comece a malhar assim que seu médico permitir. Não esqueça que é possível voltar a ter o corpo de antes da gravidez. Estas foram dicas do Professor Alexandre Alves da BPFit, um espaço parceiro da Zazou especializado em atender grávidas, que fica na Vila Olímpia bem perto da Zazou e do Roteiro das Grávidas.
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O que precisa saber sobre a recuperação do pós-parto

Trago abaixo um texto da Raquel Beer, que conta tudo o que precisa saber antes sobre a recuperação do pós-parto, destacando 9 pontos que ninguém gosta de discutir, mas é preciso que saiba como a perda de cabelo, os sangramentos, as hemorróidas e tudo mais que acompanha esta fase. Descobre-se a gravidez, e nove meses depois o bebê nasce. Para muitos, esse é o fim do processo gestacional, o que é uma ideia equivocada. Na verdade, os reflexos da gravidez ainda duram por alguns meses depois de dar à luz. São sintomas delicados, motivo pelo qual não são amplamente discutidos. Selecionamos nove pontos específicos da recuperação pós-parto para mostrar como os reflexos da gravidez vão muito além dos nove meses. 1) Você tem contrações Contrações continuam depois que o bebê nasce. Esse processo se chama involução e começa no parto: primeiro o encolhe-aperta do útero para empurrar primeiro o bebê, depois a placenta, e esse movimento continua acontecendo até que o útero volte ao tamanho e formato que tinha antes da gravidez. As contrações normalmente só são perceptíveis nos primeiros dias após o parto, mas podem durar um pouco mais em algumas pessoas. E elas não são como as contrações do parto; elas não incomodam mães de primeira viagem, mas podem se tornar desconfortáveis depois de sucessivos partos. Elas também podem parecer mais fortes durante a amamentação, já que o hormônio ocitocina, eu é liberado durante a amamentação, também estimula contrações. 2) Você sangra Mulheres sangram depois do parto, em um período que pode variar entre quatro e seis semanas. É como ter todas as menstruações que se evitou durante a gravidez de uma vez só. Apesar de poder ser bem intenso no começo, o fluxo diminui depois de duas ou três semanas. Hospitais e maternidades oferecem absorventes largos e potentes para os primeiros dias do pós-parto, mas você precisará de mais. Absorventes internos não são permitidos. 3) A primeira evacuação é assustadora Depois de dar à luz um filho, fazer força não é nada atraente. Certifique-se de que seus pontos estão firmes e podem agüentar os movimentos. Tente usar um banquinho para os pés, de forma a ficar em uma posição mais confortável que a sentada. Hospitais oferecem laxantes – tome-os. Beba muitos fluídos e coma muitas fibras. Se as coisas ficarem complicadas, enemas – introdução de líquido laxativo no ânus – podem ser uma opção, mas esse problema normalmente desaparece nos primeiros dias. 4) Hemorroidas aparecem Hemorroidas não são mais que a irritação e inchação das veias ao redor do ânus. Elas podem começar a inchar na gravidez e piorarem no parto. Eventualmente, até podem voltar ao tamanho normal, mas enquanto isso não acontece, visitas ao banheiro podem se tornar bastante estressantes. Na hora da evacuação, é normal que sangue apareça – não é nada perigoso, mas pode doer. Tente fazer compressas com ervas medicinais, como a hamamélis, e converse com seu médico se ficar preocupada; há tratamentos para casos mais graves. 5) O cabelo cai Durante a gravidez, os cabelos param de cair por 40 semanas, e ganha-se uma cabeleira farta. Mas depois que o bebê nasce, todos os fios que não caíram durante a gestação vão embora. Demora alguns meses para que se perceba a perda – que pode ser bem acentuada, principalmente na linha do cabelo –, e ele só começará a crescer novamente no sétimo ou oitavo mês pós-parto. Apesar de algumas mulheres perderem mais cabelo que outras, quase todas terão sua cabeleira original de volta. 6) O suor ficará mais intenso Durante a gravidez, o corpo fica repleto de água, e depois do parto o líquido precisa se esvair. Algumas vezes mulheres acordam com lençóis encharcados no terceiro dia do pós-parto. Não há nada errado, mas é algo desconfortável, e a quantidade de suor é ainda maior para mulheres que tomaram algum medicamento durante a gravidez – a pitocina, por exemplo, é um antidiurético. No entanto, geralmente, o suor tem seu pico em um dia, ou pouco mais, e pára. Beber muita água pode, na verdade, ajudar a tirar a que precisa sair. 7) Amamentar dói, no começo Mesmo se você está bem e apenas se ajustando, como toda mãe, a essa nova função corporal, pode surgir alguma dor. Quando o leite aparece na primeira semana, os seios ficam maiores e doloridos. Para ajudar com o desconforto, use água aquecida do chuveiro e ibuprofeno – um analgésico e anti-inflamatório. Amamentar também pode ajudar. Certifique-se que o bebê não sugue o mamilo (o que pode ser bem dolorido), mas sim a auréola – a parte escura ao redor do mamilo. É bom ter uma aula de amamentação e visitar um especialista depois do parto, assim que possível. 8) Amamentar dá fome Produzir leite para uma amamentação contínua requer muita energia, mais até do que a necessária para desenvolver o bebê no útero. É um apetite que a maioria das mulheres não sente desde a infância. Todos os organismos são diferentes, mas o apetite de mulheres que amamentam pode parecer insaciável. Você também vai querer (e precisar) beber líquidos constantemente; mulheres podem se sentir especialmente sedentas no minuto que começam a produzir leite. Então pegue um copo d’água antes de embarcar nessa. 9) As emoções do pós-parto podem não corresponder à expectativa Do jeito que as emoções do pós-parto são discutidas, você pensaria em duas opções: encanto completo ou depressão catastrófica. Mesmo que essas duas sensações sejam reais para muitas mulheres, existem muitas, muitas outras. Todas as mulheres experimentam uma variedade ampla de estados emocionais: euforia, alívio, ansiedade, alegria, choque, solidão, tristeza, preocupação, orgulho, confiança e/ou exaustão. Todos esses sentimentos são absolutamente normais e podem aparecer nos primeiros meses – ou dias – do pós-parto.
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Video = Boa Forma e Exercicios Físicos Durante a Gravidez e Recuperação no Pós-Parto

Não foi apenas a Zazou que foi até o programa da Vanessa Caubianco, pois quem esteve também no Lá em Casa, foi o educador físico Alexandre Alves, especialista no assunto de manter a forma e exercícios durante a gravidez e o Pós-Parto. Roupa de Ginástica para Gestante da Zazou Veja a entrevista completa com várias dicas bem úteis e interessantes que todas as gestantes precisam saber: Lembrando ao Alexandre de que a Zazou tem uma linha de fitness com roupas de ginástica próprias para gestante com não apenas um estilo atual, mas também com uma modelagem própria especializada, que é o que diferencia esta roupa, pois vai proporcionar conforto (de não ficar apertando) e segurança (de não ficar caindo). Fitness para Gestante da ZazouFitness para Gestante da Zazou
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Malhação pós-parto deve obedecer o rítmo do seu corpo

O momento inesquecível aconteceu, você deu a luz ao seu filho e agora se divide entre as tarefas de mãe, esposa e profissional. O corpo ainda carrega as marcas da gravidez e, por isso, o desejo de se exercitar é grande. A insegurança em ficar longe do bebê também não ajuda, além das dúvidas referentes aos exercícios físicos adequados para este momento de pós-parto. Se você já foi atleta ou sempre fez atividade física, mesmo moderadamente, poderá retornar à academia e praticar as atividades que mais gosta desde que isso aconteça de forma progressiva, que respeite limites de desconforto e dor e, principalmente, que receba a liberação do médico obstetra. Caso você não tinha o hábito de praticar esportes o cuidado deve ser dobrado, é necessário iniciar os treinos com exercícios leves. Em ambos os casos, a hidroginástica é muito recomendada. Pois além da redução de impacto, esta modalidade ajuda na circulação e na drenagem da região abdominal e dos membros inferiores, proporcionando uma diminuição de edemas. Com pique e determinação, você poderá realizar atividades físicas todos os dias, mas não faça nada por conta própria. A programação das atividades deve ser criada por um profissional de educação física. E o cronograma de exercícios pode mesclar atividades mais leves como aulas de alongamento e postura, que também contribuirá para o relaxamento da mãe. Seja na hidroginástica ou em qualquer outra atividade física, o importante é reiniciar a prática de esportes pensando na qualidade de vida. Não matricule-se na academia buscando conquistar o corpo perfeito rapidamente. As mães recentes devem ter consciência de que o corpo sofreu alterações intensas tanto ósseas quanto fisiológicas durante a gestação. Existe um tempo para que estas alterações sejam recuperadas e isso depende muito de cada organismo. Caso você não pensa em ficar nenhum minutinho longe do bebê, uma ótima opção é inscrevê-lo numa aula de natação para crianças. A partir dos 6 meses, seu pequeno poderá cair na água ao seu lado, é uma ótima oportunidade para aumentar a afetividade, confiança e convivência entre você e ele. Além disso, é um excelente estímulo para que você volte a frequentar o espaço da academia e introduza o bebê a uma vida saudável.
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Video = Ajuda com a Depressão Pós-Parto

O tema de uma recente reportagem especial do Bom Dia Rio é muito difícil para as mulheres. Para cerca de 10% delas, o que deveria ser uma realização se transforma em um período de profunda tristeza. Estou falando da Depressão Pós-Parto. Vejam mais a respeito no vídeo abaixo:
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Video = Luiza Valdetaro fala sobre vaidade pós-gravidez

Olha só que interessante o que a maternidade pode mudar a vida e a visão das mulheres em todos os sentidos... No vídeo abaixo do SUper Bonita do GNT a atriz Luiza Valdetaro conta que casou sem fazer as unhas, e que só descobriu a própria vaidade após ter uma filha.
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Video = Top Models Dão Dicas do que Fazer para Voltar a Forma depois do Parto

Muitas grávidas tem a preocupação do que vai acontecer depois do parto. Para estas veja então no vídeo abaixo, algumas top models famosas, entre elas a Adriana Lima e Alessandra Ambrosio, contando como fizeram para ter de volta o corpo perfeito.
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Video = Depressão pós-parto e Como as mães podem buscar ajuda

O programa Bom Dia Rio fez recentemente uma reportagem especial a respeito deste tema que é muito difícil para as mulheres, que é a depressão pós-parto, dando dicas de como as mães podem buscar ajuda. Para ter uma idéia do tamanho do problema, cerca de 10% das grávidas passam por isto, e o que deveria ser uma realização se transforma em um período de profunda tristeza. Veja detalhes no vídeo abaixo: E você passou por isto? Mande seus depoimentos.
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