Category Archives: Doula

Video = Doulas e o Parto Humanizado

Você sabe o que é uma Doula e parto humanizado?

Então vejam um vídeo sobre o tema com do Programa Mulher em Foco com uma entrevista com uma Doula, além de um depoimento de uma grávida que fez um parto humanizado.

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Video = Conheça o Trabalho da Doula

Conheça no vídeo abaixo o trabalho de uma Doula no programa Mulheres da Gazeta com a participação de Katia Barga e Marcelly Ribeiro.
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Para que serve uma doula pós-parto?

Já haviamos comentado aqui da importância de uma Doula no parto, mas será que ela também pode ser útil no pós-parto? O parto constitui-se num processo de transição que coloca um ponto final no estado da gravidez e dá início ao puerpério ou pós-parto. Durante os longos meses de gestação, a mulher foi se adaptando às transformações internas e externas que ocorriam lenta e gradualmente. Todos à sua volta eram-lhe solícitos aos seus desejos e cuidados, ela era o centro das atenções. Com o nascimento do bebê, nasce uma família. As mudanças são bruscas e tudo muda em sua vida. Ocorre, então, uma mistura profunda de sentimentos: alívio e euforia por já terem passado pela experiência do parto e por ter sido constatado que o bebê nasceu perfeito e saudável, o que aumenta sua autoconfiança por ter sido capaz de procriar bem. Quando o bebê é apresentado aos pais, todas as atenções se voltam para ele. Muitas vezes surgem sentimentos de frustração com o filho, por ser diferente do idealizado seja pelo sexo ou mesmo pela aparência física, ou até mesmo um diagnostico de alguma patologia. Ao olharem para aquele ser tão pequeno e indefeso, totalmente dependente e ainda desconhecido, é que os pais sentem o profundo impacto do compromisso assumido para toda a vida, o que os torna fragilizados e assustados. A mãe neste período passa por diversas angustias: 1) A Amamentação: Vou ter leite o suficiente? Até quando amamentar? Vai doer? Vou agüentar acordar e amamentar?, 2) Estar sozinha: Os medos de assumir responsabilidades, visitas e comemorações afetam esta angustia a fazendo ficar com mais perguntas ao seu redor, 3) O corpo: Confronto com o corpo atual é um aspecto difícil a ser superado, pois já havia se acostumado com a imagem do corpo grávido, um vazio dentro dela que não sabe por que sente, 4) Abstinência sexual: Vem fortalecer o sentido de fealdade na mulher, de perda da sensualidade e do poder de sedução e que a leva, muitas vezes, a suspeitar da fidelidade do companheiro. Estes e ainda outros fatores, como: fadiga, prisão de ventre, depressão, sangramentos, desconfortos e contrações, que nos faz observar que, o pós-parto é um período muito delicado, porém riquíssimo em aprendizagens.
Para que serve uma doula pós-parto?
A doula pós-parto faz o que for necessário para que a mãe possa cuidar e apreciar o seu novo bebê, prestando apoio emocional e físico. Apoia a mãe e os restantes membros da familia a transmitirem calmamente para a sua nova situação familiar. No pós-parto, além de mãe de mãe a doula é também mãe da família, cuidando desta no seu todo e apoiando cada elemento. Os serviços variam de acordo com as necessidades da mãe. Amamentação, cuidados com a rotina domestica e a cuidar dos outros filhos do casal, informações sobre puericultura e ajudar o parceiro e outros filhos do casal a apoiar a mãe. A doula encoraja a mãe a cuidar de si mesma e do seu bebê, para que ambos passem mais e melhor tempo junto, verifica também se a mãe esta bem alimentada, hidratada, confortável, ajudando–a no puerpério. Se ficou interessada neste tipo de ajuda para você também, fica a dica da Mércia Nelly de Morais, que aos 30 anos é fisioterapeuta e coordenadora do projeto Recanto Mãe Coruja. Pode entrar em contato com ela pelo email: recandomaecoruja@gmail.com.
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Projeto Acolher & as consequências emocionais de um parto prematuro para a mulher e para o bebê

Queria comentar aqui com vocês sobre um projeto que vale a pena conhecer e ajudar! Trata-se do “Projeto Acolher”, que é fruto das experiências pessoais vividas pela doula e psicóloga Débora Meister Ortola, que depois de vivenciar gestação e parto complicados em 1999, e ter sua filha internada em uma UTI neonatal, Débora passou a se interessar pelas questões referentes as consequências emocionais de um parto prematuro para a mulher e para o bebê, assim como sobre as dificuldades que isso poderia acarretar no estabelecimento do vínculo mãe-filho.
Projeto Acolher
Quando começou a se preparar para engravidar pela segunda vez queria realizar seu sonho de ter um parto normal. Conheceu a humanização do parto e apaixonou-se. Desde então, formou-se como doula e buscou na formação em psicologia ferramentas para compreender as questões psíquicas que envolvem a gestação, parto e desenvolvimento do bebê. Tem como missão oferecer atendimento a gestantes de todas as classes sociais, de risco ou não, e também a seus companheiros e bebês. Acredita que cuidando das gestantes e bebês desde o início, ainda na gestação, poderá contribuir para que as relações entre mães/pais e bebês sejam mais saudáveis. Ela ainda conheceu outra parceira de velha data da Zazou, que é a a doula e educadora perinatal Mara Freire em 2005, no Amparo Maternal, e após vários anos se reencontraram em um momento muito especial na vida de ambas descobrindo muitas coisas em comum, sendo a principal delas a imensa paixão e vontade de doar-se para ajudar as gestantes e bebês na caminhada rumo ao nascimento e desenvolvimento. Este é um projeto que será construído, a partir de agora, a quatro mãos e dois corações, engajados em ajudar e trabalhar em favor das gestantes e seus bebês. Para conhecer mais visitem o site do projeto em: http://www.projetoacolher.com
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Video = Doula + Educação Perinatal + Gestação + Amamentação + Shantala

Vejam no vídeo abaixo uma entrevista com a Dra. Andréa Diniz, que fala de fisioterapia e do seu trabalho como Doula, assim como o depoimento da Flávia Valentini, falando da sua gestação e a importância do acompanhamento da Doula. Gravidez, educação perinatal, gestação, amamentação e Shantala são alguns assuntos abordados nessa longa entrevista.
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Video = Benefícios do Parto Humanizado e e Natural

Existe ainda muita dúvida em relação ao Parto, e para melhor lhe informar, para que possa tomar a decisão do que é o melhor para você, trago abaixo um vídeo do programa Programa Manhã Viva com uma entrevista com a Enfermeira obstetra Patrícia Borges e com a Psicóloga e Doula Flávia Penido, que explicam o trabalho de uma Doula e relatam os benefícios do parto natural.
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Parto Normal Domiciliar + Escolha do Nome + Fralda de Pano

Queria aproveitar uma entrevista da Mariana Maffei, que é a filha primogênita de Ana Maria Braga, que deu à luz recentemente a sua primeira filha, que vai se chamar Joana, fruto de seu casamento com o economista Paschoal Caruso Feola, para levantar aqui a bola para 3 assuntos interessantes que são o tipo de parto, a escolha do nome, e o tipo de fralda usar. O interessante para começar é que a primeira neta da apresentadora Ana Maria Braga veio ao mundo de parto natural, realizado na casa de Mariana Maffei, em São Paulo, às 9h44, na última quinta-feira (3). O portal da Ana Maria Braga conversou com a mamãe de primeira viagem e conseguiu detalhes sobre o método de parto domiciliar. O site quis saber se Mariana tinha a intenção de dar à luz em casa desde o início da gestação:
“Na realidade não foi desde o início da gestação, porque não tinha ideia dos tipos de parto. Sabia que queria um parto normal, mas não sabia como conseguir isso e não sabia o que era um parto natural, de fato. Através de minha amiga e doula Marcelly descobri o parto natural e comecei a entender e participar dos encontros de gestantes, listas de discussão. Eu tinha um ginecologista desde adolescente que ia a consultas periódicas, e mesmo ele sendo meu médico, resolvi conhecer um outro médico ativista do parto natural e minha identificação foi imediata. Foi assim que o rumo das coisas mudou e continuei as consultas de pré-natal com ele. Mesmo com o pré-natal com este outro médico, decidi que teria duas parteiras. Lia relatos de parto e sentia que queria aquilo pra mim: um parto domiciliar. Por conta da gestação, acabei adquirindo hábitos mais saudáveis. Sempre fui atlética, mas não tinha uma regularidade de exercícios definida. Foi quando comecei a me dedicar a ioga, com a própria doula, que já me preparava para o parto, com exercícios para o períneo, controle da respiração, e uma consciência corporal maior”, contou ela.
E você que tipo de parto pretende ter? Mariana revelou ainda que desde o início teve afinidade com as parteiras e que seu marido, seu enteado, sua doula – Marcelly -, suas parteiras Márcia Koiffman e Priscila Colacciopo estiveram presente no parto. A equipe também quis saber como foi o processo de escolha do nome e Mariana revelou que sempre gostou muito de Joana, mas que durante a gravidez cogitou vários nomes, mas se decidiu quando começou a ganhar vários presentes de Joaninha:
“Joana é um nome que sempre gostei muito, que sempre chamou a minha atenção, mas não tinha um nome que eu falava que daria para minha filha quando tivesse. Durante a gravidez tinha vários nomes em vista, mas coincidentemente comecei a ganhar várias coisas de Joaninha... Minha mãe me deu uma joaninha muito legal e minha avó me deu um timer de geladeira de joaninha, e pousavam várias joaninhas em mim durante a gravidez. Perguntamos um dia pro Davi, meu enteado, como ia chamar a irmãzinha dele e ele, sem saber de nada disso, disse que ia se chamar Joana, que ele tinha contado para um amiguinho da sala dele que a irmã dele se chamaria Joana”, revelou para o site.
Você já escolheu o nome? A filha da apresentadora falou também sobre os cuidados com Joana, que optou usar fraldas de pano e que o primeiro contato com a filha foi uma explosão de felicidade.
“Outra coisa que optei foi usar fraldas de pano. Eu as acho surpreendentes. Ela traz outra dimensão do cuidado, da suavidade, do carinho que é cuidar da fralda do neném, e além da questão ecológica que não precisa nem falar”.
Que tipo de fralda você pretende usar no seu bebê? Mande seus comentários. Leiam a matéria completa em: http://anamariabraga.globo.com/home/canais/canais-casa.php?id_not=3819
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Doulas começam a atuar em janeiro no Hospital da Mulher

A prestação de serviço das doulas (que em grego significa "mulher que serve") às gestantes do Hospital da Mulher, em Santo André terá início a partir deste mês de aneiro. Por dia, seis doulas (três à tarde e três à noite) darão auxílio às mães após o parto. A parceria com a Associação de Voluntárias de Saúde de Santo André foi formalizada semana passada pela primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade de Santo André, Denise Ravin. A doula tem a função de amparar as mães após o parto, auxiliando física e emocionalmente. Ela representa uma figura da família, mas não substitui profissionais médicos. Uma delas é Eva Pires, 63 anos, que há dez faz parte da associação. Ela fez o curso da Prefeitura em 2008 e atuou seis meses no Hospital Municipal de Santo André.
"As enfermeiras não podem ficar o tempo todo bajulando para substituir alguém da família. Por isso nós abraçamos, conversamos, e muitas das mães se abrem. Nessas conversas elas aliviam a dor. Ficamos felizes de saber que ajudamos. Testemunhar o nascimento de uma criança é um fato marcante. A recompensa só vem de Deus."
De acordo com Denise Ravin, as doulas são, em sua maioria, voluntárias que já atuam em unidades de Saúde da cidade. Algumas pesquisas de especialistas da categoria, médicos e obstetras, apontam que a participação das doulas proporciona redução de 50% nas taxas de cesárea, de 20% na duração do trabalho de parto, de 60% nos pedidos de anestesia e de 40% no uso de fórceps (instrumento utilizado para auxiliar a retirada do feto).
"Entendemos que o trabalho é muito importante, de carinho, de cuidado, pois a gestante está passando por um processo de transformação", avaliou a primeira-dama.
O processo de negociação para a chegada das doulas no Hospital da Mulher foi retomado em abril do ano passado. O contrato já foi assinado entre as partes para o início dos atendimentos. E você o que acha disto? Deveriam fazer o mesmo em outros hospitais e cidades? Mande seus comentários.
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Doulas = Paz, Tranquilidade e também Segurança na Hora do Parto

Elas têm a função de incentivar e desmitificar o parto normal para as gestantes. No momento tão esperado, e também depois, a doula é uma figura fundamental para as novas mamães. São os instantes decisivos. À volta da gestante, todos se movimentam na expectativa da chegada do bebê. Mas o que ela sente? O que pensa nesse momento? Ao seu lado, alguém segura sua mão e transmite toda a serenidade necessária para que tudo corra bem. Essa pessoa é a doula, cujo papel é auxiliar a gestante, dar carinho, apoio antes, durante e depois do parto. As histórias sobre parto natural que a nutricionista Patrícia Schwengber ouviu de sua mãe foram sempre positivas. Hoje, aos 30 anos, a vinda de sua primeira filha, Isabela (que a essa altura já deve ter poucos dias de vida), será cercada de segurança transmitida por sua doula Cátia Carvalho, que a acompanha desde os sete meses de gestação. A relação entre doula e doulanda, como são chamadas as gestantes que optam por esse acompanhamento, cresce em intimidade. Entre aulas de yoga e de cuidados com bebê, Patrícia e Cátia abrem caminho para o parto normal e humanizado, que vai de encontro aos índices alarmantes de cesarianas, 85% de partos cirúrgicos na rede privada, segundo o Ministério da Saúde. Um número muito acima dos 15% recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
“Achar um médico que faça parto normal é difícil, a maioria quer cesariana. Com a Cátia perdi muito os medos, tive acesso a informações que muitas vezes os médicos não passam. O que o trabalho da doula me passa é segurança e tranquilidade. É uma relação muito gostosa que temos”, diz a nutricionista.
Como mãe de primeira viagem, Patrícia tem seus receios e não arriscará um parto em casa. Vai esperar pelas primeiras manifestações de Isabela em casa e, quando tiver perto de sua chegada, irá para o hospital.
“Na verdade, a gente quebrou um paradigma inverso. Está tão instituído o parto cesariano que a gente fica à mercê do médico, desconhece as alternativas e os outros profissionais envolvidos no processo. Através da doula, fui levado a conhecer essa nova realidade”, diz Guilherme Gapski, 40 anos, marido de Patrícia.
Doula desde 1988, Cátia teve dois filhos de parto natural e com o apoio de outra doula. Um dos grandes desafios em seu trabalho é desmistificar o parto natural. Muitas gestantes procuram o acompanhamento de uma doula com receio de dor e sofrimento, outras vão por indicação de obstetras que não tentam convencê-las de um procedimento cirúrgico.
“É exposto o parto anormal, que não é a coisa fisiológica. Quando a grávida chega ao hospital, é olhada com cara de pânico, falam que ela vai pedir por anestesia, pedir por uma cesária, as pessoas perguntam se ela não tem medo da dor, mas é claro que ela tem! Nosso trabalho é incentivar a escolha da gestante, dando ferramentas para ela ter um parto mais confortável através de exercícios, massagem, acalmando o marido, tentado diminuir todas as intervenções, que muitas vezes não ajudam na hora do parto e são extremamente desagradáveis para a mãe”, explica.
Doula e parteira não são a mesma pessoa, mas trabalham juntas ao lado de outros profissionais da saúde. Cátia costuma dizer que o médico está pelo parto, os enfermeiros estão pelo médico, o neonatologista está pelo bebê e a doula encontra-se ali pela grávida. A grande luta dessas profissionais é pela atenção e respeito à intimidade do parto, diluindo a imagem do nascimento como algo sofrido, impessoal. A escolha pelo parto humanizado não foi uma opção apenas na segunda gravidez da professora Adriana Facina, 39 anos. Durante a gestação de sua primeira filha, Adriana tinha o desejo de dar à luz por parto normal, mas na época foi convencida pelos médicos a fazer uma cesariana. A figura de uma terapeuta corporal, que a acompanhou durante o procedimento, foi muito importante para que ela tivesse sua intimidade garantida nos primeiros momentos pós-parto. Grávida de sete meses de um menino, Adriana procurou a doula Gisele Muniz, 28, para acompanhá-la nessa gestação. A professora mudou de obstetra e espera agora ter um parto normal.
“Esperei muito por isso na outra gravidez. Quando fizeram a cesariana foi uma grande frustração. Hoje tenho muita convicção do que quero. Eu não tenho medo, o que me preocupa atualmente é ter um parto domiciliar, só que é financeiramente difícil, os planos de saúde não aceitam”, lamenta Adriana.
Como doula, Gisele passa os conhecimentos do parto humanizado, as técnicas para relaxamento e também sua experiência como alguém que escolheu parto natural. Depois do nascimento de sua filha em 2006, a educadora perinatal considerou o assunto tão apaixonante que quis investir em cursos de formação.
“A doula não faz nenhum procedimento clínico e por isso qualquer pessoa sem ser da área da saúde pode atuar. Nosso foco é dar base à mulher, apoio e carinho”, diz.
O que a maioria vê como um momento sofrido durante o trabalho de parto, as doulas descrevem como o alcance à partolândia. Um estado alterado de consciência, quando a mulher se deixa levar pelos seus instintos primitivos e se concentra para parir.
“Algumas relatam até como um transe mesmo, em que nada mais importa. Nenhuma ordem importa, isso quando o parto é fisiológico. Já vi várias mulheres dizendo para desligar a câmera, rasgarem a roupa, darem ordens. A mulher deixa de falar, deixa de brincar, ela fica mais séria. Para a gente, a mulher chegar nesse estado é uma coisa fantástica”, relata Gisele. “Para possibilitar que a mulher chegue nesse transe, a gente tenta evitar ao máximo o entra e sai no quarto, enfermeiro fazendo perguntas do tipo ‘qual seu CPF?’, pessoas que não têm nada a ver com aquele momento fotografando. Isso faz com que os partos sejam longos e a mulher demore a se concentrar. Esse é o lado mais instintivo, mais bicho que a mulher vai liberar. Elas têm que se entregar ao momento, à dor, não ter controle de tudo. Algumas mulheres sentem dor, outras não, algumas dizem que é apenas um desconforto, um apertão por dentro ou a dor maior do mundo. O importante é usar aquilo para trazer o bebê ao mundo. Nesse momento, a mulher se revela como ela é na vida”, completa Cátia.
A pessoa mais importante na cena do nascimento. Foi assim que se sentiu a jornalista Sarah Nery, 28 anos, quando se preparava para dar à luz a Caio. Ela fugiu da cesariana e preferiu ter seu filho em casa, com ajuda de uma parteira e de uma doula.
“Dar à luz com ajuda de uma doula é ter curiosidade e controle no parto, como elas dizem, ter um empoderamento do parto. O nascimento é algo tão maravilhoso, mas se perdeu porque o parto virou um estresse, uma coisa medrosa. O papel da doula foi fundamental, a ideia do parto natural é que tudo aconteça naturalmente, o corpo pede movimentos e você faz, não fica presa numa mesa. Nesse aspecto, minha doula trabalhou com massagens, respirações e movimentos”, conta.
E você também já usou a ajuda de uma Doula? Pretende usar? Nos mande seu depoimento!
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Video = Conheça o lindo trabalho das Doulas

Conheça o lindo trabalho das doulas, que acompanham as futuras mamães na hora do parto, através do vídeo abaixo de uma matéria no programa Mais Você da TV Globo com a Ana Maria Braga.
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Parto Humanizado em Casa = Dificuldades de Registrar do Bebê em Cartório

Você pretende ter um parto humanizado em casa? Pois vejam só um detalhe importante para você ficar ligada... Embora exista número crescente de mulheres que preferem ter seus bebês em casa (o chamado parto humanizado), as mães estão encontrando dificuldade na hora de registrar seus filhos e enfrentando até processos de investigação de maternidade. É o que aconteceu com a novelista Renata Dias Gomes, 26 anos. No dia 26 de abril, Renata, que é neta de Dias Gomes, teve seu segundo filho, Tom, em casa. Mas só conseguiu registrá-lo no dia 19 de maio. E o cartório ainda investiga se ela é mesmo a mãe de Tom. A novelista Renata Dias Gomes entende a rigidez, mas vê exageros no processo para registrar seu filho. Renata levou a Declaração de Nascido Vivo (DNV) fornecida por seu obstetra, Francisco Villela. Ainda assim, não conseguiu registrar o filho na primeira ida ao cartório da 5ª Circunscrição, em Copacabana, e teve voltar com duas testemunhas. “E eles ainda abriram processo interno para investigar se ele é mesmo meu filho”, conta. A novelista entende a rigidez com relação a veracidade das informações prestadas, mas vê exageros no processo.
“Entendo que haja uma preocupação com a adoção ilegal, mas eu tinha a declaração do meu médico e provas como a filmagem do parto. Conseguir levar as testemunhas é complicado por causa do horário de funcionamento dos cartórios”.
Segundo a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, os pais ou responsáveis pela criança devem ir ao cartório do lugar onde ela nasceu ou reside com a via amarela da Declaração de Nascido Vivo (DNV) fornecida pelo hospital ou maternidade e um documento de identificação. Mas se a criança não nasceu em hospital ou não tem a DNV por outro motivo, pai e mãe devem comparecer ao cartório acompanhados por duas testemunhas maiores de 18 anos que confirmem gravidez e parto.
“Pela lei, eles deveriam aceitar a DNV. Eu vou pessoalmente na prefeitura e só posso pegar três declarações por vez, é tudo organizado. Faço como no hospital. Mas já tive o mesmo problema em um parto anterior”, explica o Dr. Villela, que realiza partos em casa há cerca de 20 anos.
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Video = Médicos trocam experiências com parteira

Trago abaixo um vídeo do Globo Reporter na Amazônia em que médicos do hospital flutuante trocam experiências com parteira Ernestina Lima dos Santos, que já fez mais de 50 partos e conta que aprendeu o ofício com a mãe. Para ter uma idéia o tamanho das famílias da região impressiona, pois ter sete ou oito filhos é normal. O vídeo mostra no início um caso de picada de cobra, mas depois entra nesta parte da parteira que vale a pena ver:
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Blog Parto no Brasil

Queria comentar aqui com você sobre o trabalho feito pelo Blog Parto no Brasil, criado reentemente com o intuito de discutir questões relacionadas ao parto e nascimento no Brasil, assim como o papel da mulher como protagonista do nascimento, a vivência de uma maternidade consciente, além de propagar campanhas em favor ao parto normal, aleitamento materno e cuidados com o bebê que lhe dêem segurança, carinho e proteção! Por um gestar, parir e maternar com respeito! Visitem em: http://partonobrasil.blogspot.com/
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Video = Parto Normal X Cesárea

Um assunto que com certeza toda grávida pensa e discute bastante é o tipo de parto que vai ter. Se vai de parto normal ou de cesária? Já escolheu o que quer? Para ajuda-la nisto, queria trazer um pouco de informação, através do vídeo abaixo do programa Charme com a Adriane Galisteu, que por sinal esta grávida, onde são entrevistados alguns especialistas no assunto como o Dr. Adailton Salvatore Meira, e a Georgia Gazolla, que é uma doula que teve dois partos naturais, sendo o 2o na agua, e atriz Audine Muller que teve um parto normal. Cada um dá sua opiniao sobre as questões envolvendo o parto normal versus cesariana.
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Técnicas de relaxamento e respiração durante o trabalho de parto

Seguem abaixo algumas dicas úteis e práticas da Doula Mara Freire com técnicas de relaxamento e respiração durante o trabalho de parto: 1) Posição especifica, ambientes relaxantes e massagens podem melhorar muito as dores no pré–parto. 2) Massagens circulares nas costas, feitas pelo pai, por uma doula ou por alguém quem que esteja com ela, ajuda bastante. 3) Caminhar também contribui para diminuir a dor das contrações e controlar a ansiedade. 4) A respiração poderá ser profunda e lenta, cadenciada, com inspiração pelo nariz e expiração pela boca, para melhorar a oferta de oxigênio para o bebe. 5) Estar acompanhada das pessoas escolhidas para compartilhar esse momento também colabora para o bem–estar da parturiente. 6) Sentada ou deitada, procure a posição mais confortável e use travesseiros e almofadas macias. 7) Ficar em imersão numa banheira de água quente ou mesmo sob uma ducha proporciona muito alívio. 8) Uma música bem tranqüila ou de sua preferência, também contribuem para um melhor relaxamente e bem-estar.
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Mais Dicas sobre por que e como fazer o seu “Plano de Parto”

Imagine-se na seguinte situação: você, em trabalho de parto, chegando à maternidade. Enquanto seu marido fica na recepção preenchendo papéis você é levada para dentro, para ser preparada. Um pouco mais tarde te informam que ele não vai poder entrar porque a maternidade não permite. Informam também que ele está "aprontando uma confusão" lá na portaria e já chamaram a polícia... Outra situação: imagine-se em trabalho de parto, chegando de madrugada na maternidade. A recepcionista fica espantadíssima de você estar em trabalho de parto, pois as mulheres que têm o seu convênio geralmente vêm com cesárea marcada. A sala de pré-parto da maternidade é só para gestantes do SUS e você deveria ter uma carta do médico junto com uma autorização do convênio para poder ser internada diretamente no quarto. Enquanto ela tenta resolver o impasse você vai ter que esperar na recepção. Achou um abusrto este tipo de coisa e situação? Mas saiba de que infelizmente isto acontece e com uma frequência maior do que imagina... Para evitar imprevistos como este é melhor você fazer um Plano de Parto e conversar com seu médico sobre cada passo do trabalho de parto. Se você não tem convênio médico vá até a maternidade e se informe sobre todos os passos pelos quais passam as parturientes, desde a internação até a alta. Pode parecer besteira, mas fazer um Plano de Parto tem três funções muito importantes: 1) Evitar imprevistos de difícil solução. 2) Levar você a conhecer e pensar sobre cada momento do seu parto, podendo fazer escolhas que se referem ao seu corpo e ao seu bebê. 3) Deixar suas preferências bem claras para a equipe que vai te acompanhar. O Plano de Parto é tão importante que é a primeira de uma série recomendações da OMS para melhorar, no mundo todo, o nível do atendimento dado a parturientes e recém-nascidos. Mas então o que deve colocar neste seu plano? Tudo, desde as primeiras contrações até os primeiros dias pós-parto. O plano de parto é uma lista sobre os acontecimentos possíveis em um parto e sobre os quais você pensou. Pode ser feito em forma de carta ao médico e a instituição como já é feito em alguns países, ou simplesmente ser uma reflexão sobre o que você aprendeu e deseja sobre seu parto. Não é uma lista de "mandamentos" para os profissionais muito menos um "alvará" para sua desobediência frente à equipe. É uma organização de idéias para facilitar o diálogo com o profissional que te acompanhará. Vejam a seguir algumas perguntas de pontos que deveria se informar e ter uma opinião formada do que quer e o que não quer. Desde em que maternidade ou Casa de Parto você quer ter o bebê? Ou ainda se você gostaria de ficar lá com um acompanhante? Gostaria de ter uma doula? Irá receber lavagem intestinal, raspagem dos pelos, soro com hormônio para acelerar as contrações, anestesia, ficar sem beber líquidos? O que a medicina baseada em evidência e a OMS (Organização Mundial de Saúde) tem a dizer sobre estes procedimentos que vemos serem utilizados como rotina? Gostaria de amamentar logo após o parto e garantir alojamento conjunto logo a seguir ou concorda em esperar por 6 horas ou mais até poder se reencontrar com o bebê? Em caso de cesárea, gostaria de ser "apagada" após a saída do bebê? Ou gostaria de segurá-lo com a ajuda do seu acompanhante após o parto? Quais procedimentos você aceita e quais preferia evitar? Pequenos detalhes e enormes diferenças que podem garantir um parto único, feliz e ativo, trazendo maior segurança para mãe, pai e filho. Para a equipe, pode ser um norte para melhor poder atendê-la e até mesmo repensar as práticas que vem sendo feitas rotineiramente. Além de saber dos procedimentos de praxe do seu obstetra ou parteira e da maternidade, busque informações em livros e sites de confiança. Listas de discussão na internet e cursos de preparação para o parto podem ajudar bastante. Se puder, converse com ex-gestantes que tiveram parto no mesmo local, ou com o mesmo profissional. Aos poucos o que você quer e não quer no seu parto vai ficando mais claro e você pode ir conversando e negociando com seu médico o que é possível e o que não é. Desde a primeira consulta você pode começar a fazer perguntas sobre como o médico costuma agir durante o parto de suas pacientes. Para levar tudo por escrito é melhor que seja a parir do sexto mês, e para deixar uma cópia para o médico é melhor estar bem próximo da data prevista. Isto porque suas preferências podem sofrer mudanças. Mas e como o médico vai reagir ao seu plano de parto? Deve ser a melhor, pois a relação médico/paciente deve ser aberta e honesta. Os bons médicos já estão acostumados a ter com seus pacientes esse tipo de conversa. Se você não se sente à vontade nem para conversar com ele ou se ele reagir mal é melhor desistir logo e procurar outro!
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Você sabe o que é um “Plano de Parto” e para que ele serve?

Para quem ainda não sabe, e ainda não bateu um papo com uma boa e experiente Doula, como por exemplo a Mara Freire (marafreir@gmail.com). gostaria de explicar de que o Plano de Parto é uma carta, ou nelhor, uma simples lista onde você relaciona tudo o que gostaria ou não gostaria que acontecesse em seu parto. Acaba sendo assim uma importante ferramenta que muito tem ajudado as mulheres, em expressar seus desejos, medos e sonhos em relação ao seu parto. Você já sabe o que quer e o que não quer? A vantagem de fazer fazer seu plano de parto, mais que um simples documento, é uma útil forma de você entrar em contato antecipadamente com os procedimentos normalmente relacionados com o parto e nascimento, atentando para o diálogo prévio com a equipe que irá te assistir. Mas não vamos esquecer da flexibilidade que esta situação sempre necessita, sem radicalismos, ou seja, de que o Plano de Parto não é escrito "em pedra", porque os melhores planos de parto reconhecem que as coisas podem não sair de acordo com o planejado. Você precisa escrever o plano de tal maneira que sua parteira ou médico não sintam que estão de mãos amarradas. Eles podem precisar recomendar um novo curso de ação que pode não ser aquele que você tinha originalmente esperado, mas que é melhor para seu bebê. Criar o seu plano de Parto é uma oportunidade para refletir e discutir assuntos relacionados com o nascimento, envolvendo o seu companheiro, médico, parteira, enfermeira, doula ou outras pessoas envolvidas no seu parto. Mas crie um documento simples, claro e pouco extenso (uma página deverá ser suficiente). Depois de feito, uma cópia deste Plano de Parto deve ser entregue a todas as pessoas que intervêm no nascimento do seu filho. Sugerimos que entregue também uma cópia, à Administração do hospital/maternidade onde nascerá o seu filho, bem como juntar uma cópia aos seus histórico médico gestacional (carteirinha de grávida apresentada á cada consulta, exames, ultra, etc), que será entregue á equipe hospitalar na hora de sua admissão para o parto. Ou se for ter um parto domiciliar ou em uma Casa de Parto, entregue á equipe responsável. Lembre-se de que o parto não é um acontecimento totalmente previsível, pelo que será necessário adaptar o seu Plano de Parto, bem como sugestões de cartas e outras leituras que poderá fazer sobre esta questão, e destas, escolha apenas as que são realmente fundamentais para si!
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Video = Doula X Escolha do Parto = Normal X Cesariana

O que era pra ser uma alternativa, virou praticamente regra: é por cesareana que nasce a maioria dos bebês no país. Apesar da Organização Mundial de Saúde (OMS) recomendar que as cirurgias não ultrapassem 15% do total de partos, no Brasil esse índice chega a 90% nos hospitais particulares. Há um bom tempo o governo tenta reduzir esses números. Para isso, chegou a estabelecer um limite para a quantidade de cesareanas que cada estado poderia realizar. No vídeo abaixo do programa ViaLegal, a reporter Alessandra de Castro mostra que a essa medida gerou críticas e acabou questionada na Justiça: E qual a sua opinião sobre o assunto? Você gostaria ter liberdade de escolha? Como será o seu? Mande seus comentários.
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Vídeo = Parteiras

Falamos muito sobre partos aqui neste nosso Blog, com o debate do parto normal e da cesária, mas desta vez queria falar um pouco de algo que vemos poucos nas grandes cidades, mas tão comum no interior e nas zonas rurais deste país, que são as chamadas "Parteiras". Para isto trago no vídeo abaixo uma reportagem do Globo Rural, aonde você vai acompanhar o momento mais importante do trabalho de uma parteira: o nascimento de um bebê, e verá um pouco da realidade de uma grávida trabalhadora rural no interior. Mande seus comentários.
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Apoio durante o Parto = Doula

Relatos e estudos controlados randomizados sobre o apoio por uma única pessoa durante o parto, uma "doula", parteira ou enfermeira, mostraram que o apoio físico e empático contínuo durante o trabalho de parto apresentava muitos benefícios, incluindo um trabalho de parto mais curto, um volume significativamente menor de medicações e analgesia epidural, menos escores de Apgar abaixo de 7 e menos partos operatórios. Para quem ainda não sabe, uma "doula" é uma prestadora de serviços que recebeu um treinamento básico sobre parto, e que com isto está familiarizada com uma ampla variedade de procedimentos de assistência. Fornece então um importante apoio emocional, consistindo de elogios, reafirmação, medidas para aumentar o conforto materno, contato físico, como friccionar as costas da grávida e segurar suas mãos, com explicações sobre o que está acontecendo durante o trabalho de parto e uma presença amiga constante. Entretanto, o apoio reconfortante constante de uma pessoa envolvida diminuiu significativamente a ansiedade e a sensação de ter tido um parto difícil, numa avaliação feita por puérperas 24 horas após o parto. Também teve um efeito positivo sobre o número de mulheres que continuavam a amamentar 6 semanas após o parto. Uma parturiente deve ser acompanhada pelas pessoas em quem confia e com quem se sinta à vontade seu parceiro, sua melhor amiga, uma doula ou uma enfermeira-parteira. Em alguns países em desenvolvimento, esta lista também poderia incluir a parteira leiga. Em geral, serão pessoas que conheceu durante sua gestação. Os profissionais que prestam assistência obstétrica devem estar familiarizados tanto com suas tarefas médicas quanto com as de apoio, e ser capazes de realizar ambas com competência e delicadeza. Uma das tarefas de apoio do prestador de serviços é dar à mulher todas as informações e explicações que esta deseje e necessite. A privacidade da mulher no ambiente de parto deve ser respeitada. Uma parturiente necessita seu próprio quarto, onde o número de prestadores de serviço deve ser limitado ao mínimo essencial. Entretanto, na vida real com frequência as circunstâncias são consideravelmente diferentes da situação ideal acima descrita. Em países desenvolvidos, muitas vezes as parturientes sentem-se isoladas nas salas de parto de grandes hospitais, cercadas por equipamentos técnicos e sem um apoio amigo por parte dos prestadores de serviços. Em países em desenvolvimento, alguns hospitais de grande porte estão tão assoberbados por partos de baixo risco que é impossível fornecer apoio pessoal e privacidade. Os partos domiciliares em países em desenvolvimento frequentemente são atendidos por pessoal sem treinamento ou com treinamento insuficiente. Nessas circunstâncias, o apoio à parturiente é deficiente ou mesmo ausente, pois um número significativo de mulheres dá à luz sem nenhum tipo de parteiro. As implicações destas declarações em relação ao local do parto e ao fornecimento de apoio podem ser muito grandes, porque elas sugerem que os prestadores de assistência obstétrica devem trabalhar numa escala muito mais reduzida. Deve-se fornecer assistência especializada na comunidade onde a mulher mora ou num local próximo, em vez de concentrar todas as parturientes numa grande unidade obstétrica. Unidades de grande porte que realizam 50 a 60 partos por dia deveriam reestruturar seus serviços, a fim de poderem responder às necessidades específicas das parturientes. Os prestadores de serviços precisariam reorganizar os turnos de trabalho, a fim de satisfazer às necessidades de continuidade de assistência e apoio das parturientes. Isto também tem implicações de custo, e portanto torna-se uma questão política. Tanto países desenvolvidos quanto em desenvolvimento devem abordar e resolver essas questões, cada um de seu modo. Em conclusão, o parto normal, desde que de baixo risco, necessita apenas observação cuidadosa por um parteiro treinado e competente, a fim de detectar sinais precoces de complicações. Não necessita intervenção, e sim estímulo, apoio e carinho. Podem-se elaborar diretrizes gerais sobre o que é necessário para proteger e estimular o parto normal. Entretanto, cada país disposto a investir nesses serviços deve adaptar essas directrizes à sua situação específica e às necessidades das parturientes, assim como assegurar a presença dos elementos básicos, a fim de atender adequadamente as gestantes de baixo, médio e alto risco e aquelas que desenvolverem complicações. Se estão então procurando esta pessoa, que é uma Doula ou educadora perinatal, queria indicar a Mara Freire, que é bem experiente no assunto, pois já faz este acompanhamento com gestantes há mais de 25 anos, no exterior e por todo Brasil. Um dos seus diferenciais acho que esta na sensibilidade e observação das dificuldades que as mulheres encontram no período entre gestação e pós-parto, oferecendo assim o seu trabalho, apoiando e orientando as futuras mamães. Bem legal, não? Anotem aí os telefones de contato dela: (11) 8540-4637 ou (12) 8111-7973 ou pelo email: marafreir@gmail.com
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Video = Doulas fazem a diferença nas maternidades do Recife

O programa Bom Dia Brasil fez uma matéria em que mostra que as Doulas fazem a diferença nas maternidades do Recife. Pegar na mão, dar atenção, encorajar, fazer massagem e orientar as gestantes que esperam para dar à luz são algumas atribuições dessas mulheres que servem de forma voluntária. Veja quem são as doulas no vídeo abaixo:
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Doula

Você sabe o que é uma Doula? Aonde ela pode ajudar na sua gravidez? A doula é uma assistente sem titulação oficial que proporciona informação, apoio físico e emocional às mulheres durante a gravidez, o parto e o pós-parto. A palavra "doula" procede do grego e se referia à mulher escrava que servia a outra mulher ou a um homem. Na Grécia a palavra tem conotações negativas, posto que significa "escrava", razão pela qual muitas preferem chamar a si mesmas "assistentes de parto". Quem primeiro utilizou o conceito "doula" na sua concepção moderna foi a antropóloga Dana Raphael, para referir-se às mulheres que ajudavam às novas mães durante a lactância e o cuidado ao recém-nascido nas Filipinas. "Doulas" não podem ser consideradas parteiras pois não realizam procedimentos médicos como auscuta fetal, medição de pressão e exame de toque do colo uterino. Sua função intraparto é de dar apoio físico e emocional à mulher em trabalho de parto. Durante a gestação fornecem informações baseadas em evidências científicas para evitar cesáreas indesejadas/ desnecessárias, proporcionar uma experiência positiva de parto, maior formação de vínculo mãe/bebê. São figuras importantes na retomada do parto fisiológico, natural, humanizado. Desde os primórdios da humanidade foi se acumulando um conhecimento empírico, fruto da experiência de milhares de mulheres auxiliando outras mulheres na hora do nascimento de seus filhos. Com a hospitalização do parto nas últimas décadas, as mulheres desenraizadas e isoladas perderam esse apoio psico-social. Como parte do processo de integração dos conhecimentos tradicionais milenares acumulados pela experiência humana com os progressos científicos contemporâneos, vem surgindo, no frio cenário do parto hospitalar, a figura da doula. A palavra grega doula, vem sendo utilizada a partir das pesquisas de Marshall H. Klaus e John H. Kennel no inicio da década de 90 para designar aquelas mulheres capacitadas para brindar apoio continuado a outras mulheres, (e aos seus companheiros e/ou outros familiares) proporcionando conforto físico, apoio emocional e suporte cognitivo antes, durante e após o nascimento de seus filhos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde de vários paises entre eles o Brasil (portaria 28 de maio de 2003) reconhecem hoje apos uma década de pesquisas cientificas a enorme contribuição da presença da doula nesse momento tão significativo e de tão profundas repercussões futuras. Tem se demonstrado que o parto evolui com maior tranqüilidade, rapidez e com menos dor e complicações tanto maternas como fetais. Torna-se uma experiência gratificante, fortalecedora e favorecedora da vinculação mãe-bebê. As vantagens também ocorrem para o Sistema de Saúde, que além de oferecer um serviço de maior qualidade, tem uma significativa redução nos custos dada a diminuição das intervenções médicas e do tempo de internação das mães e dos bebês. Na América do Norte, por exemplo, estima-se que existam atualmente de 10.000 a 12.000 doulas. No Brasil, a demanda de mulheres e instituições que solicitam esse serviço, ainda que bem menor, também vem crescendo significativamente. Mais de 100 doulas atuam no atendimento individual à mulher (particular, acompanhando partos em casa, casa de parto e maternidades) e outras tantas como voluntárias em hospitais do SUS.
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