Category Archives: Exames

Gravidez influi na visão

As alterações hormonais durante a gestação podem causar graves doenças nos olhos, e é este o tema que queria compartilhar mais informações com vocês.

Começando comentado sobre um recente estudo realizado na Turquia apontou por exemplo o agravamento do ceratocone como um dos distúrbios oculares relacionados à gestação. Já no Brasil a evolução dessa doença que afina e deforma a córnea está por trás de 7 em cada 10 transplantes. A boa notícia é que a aplicação na córnea do crosslink, associação de riboflavina com radiação ultravioleta, pode fortalecer as fibras de colágeno antes da gravidez e evitar a evolução do ceratocone. A má é que falta planejamento familiar no Brasil. Prova disso é o índice de 11,7% de partos prematuros revelado pelo Ministério da Saúde, muitos relacionados a doenças que podem ser diagnosticadas por exame ocular.

Outro ponto interessante de comentar é que uma das queixa mais comum entre gestantes é a visão desfocada, que está relacionada à maior retenção de líquidos pelos tecidos oculares que provoca oscilação na refração. Mas é apenas uma alteração temporária, que geralmente após o parto a mulher volta ao grau usado antes de engravidar. Por isso, novos óculos ou lentes de contato só são indicados quando a visão atrapalha as atividades do dia-a-dia. Por causa da instabilidade do grau, comenta, a cirurgia refrativa para corrigir miopia, hipermetropia ou astigmatismo é contra-indicada para gestantes.

A maior produção de estrogênio durante a gravidez também provoca a síndrome do olho seco que desencadeia intolerância às lentes de contato. Os sintomas são visão embaçada que melhora com o piscar, desconforto após ver TV ou trabalhar no computador, sensação de areia nos olhos, vermelhidão, coceira e lacrimejamento excessivo. As recomendações dos médicos para diminuir o ressecamento dos olhos são: instilar lágrima artificial sem conservante, evitar o consumo excessivo de carboidratos, gordura e carne bovina e adicionar à dieta frutas, verduras e fontes de ômega (semente de linhaça, sardinha e salmão).

Dados do IBGE (Instituto brasileiro de Geografia e estatística) apontam que no Brasil cerca de 18% das mães têm pouca idade, de 15 a 19 anos. e 14% mais de 0 anos. Significa que mais de 3 em cada 10 gestantes brasileiras têm maior risco de desenvolver a chamada hipertensão gestacional, que é uma que traz o risco para o desenvolvimento da pré-eclâmpsia. A doença acontece depois da 20ª semana de gravidez, quando além da hipertensão, a mulher elimina proteína pela urina e tem inchaço generalizado, o que representa a maior causa de morte na gestação. A boa notícia é que um exame de Dopplerfluxometria, uma espécie de ultrassom dos olhos, pode antecipar o diagnóstico desta doença, pela análise da velocidade do fluxo sanguíneo nos vasos do globo ocular. Assim se faz o diagnóstico precoce da hipertensão gestacional e da pré-eclâmpsia que são sinalizadas por manchas e pontos escuros na visão.

O diabetes gestacional também pode ser diagnosticado pelo exame de fundo de olho. A doença atinge cerca de 7% das gestantes e pode ser evitada com uma dieta rica em proteínas, com pouco açúcar e carboidratos, que é desencadeada pelo aumento da produção de HLP (Hormônio Lactogênio Placentário) que inibe a produção de insulina pelo pâncreas. Isso aumenta o nível de glicose no sangue e faz crescer novos vasos na retina que comprometem gravemente a visão. Pode também causar hemorragia vítrea com obstrução visual, descolamento da retina sinalizado pela visão de flashes ou glaucoma neovascular caracterizado pelo crescimento de vasos na íris que provocam súbita perda da visão. O diabetes gestacional geralmente aparece na 24a semana da gestação e desaparece após o parto. Os exames devem ser feitos a partir da 12a semana nos grupos de risco.

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Vídeo = Exames importantes durante a gravidez

A Dra. Flávia Fairbanks explica no vídeo abaixo sobre a importância dos principais exames que precisam ser feitos durante a gestação do seu bebê.
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Projeto Tum Tum & o exame de cardiotocografia na gravidez

Gostaria de apresentar a vocês o Projeto Tum Tum, que é uma campanha de crowdfunding que está arrecadando fundos para o Amparo Maternal. A verba se destina à compra de dois cardiotocógrafos, aparelhos essenciais para monitorar a frequência cardíaca do feto.

Você pode conferir todos os detalhes na página da campanha no Kickante:

http://www.kickante.com.br/campanhas/projeto-tum-tum

A ação foi feita com muito carinho e adoraríamos poder contar com sua participação! Ajude o Amparo Maternal, que que ele possa ajudar gestantes que não têm as suas mesmas condições de pagar um bom plano de saúde, ou médicos e hospitais particulares, oferecendo a elas um atendimento de qualidade durante a gravidez, que todas as grávidas merecem!
Projeto Tum Tum & o exame de cardiotocografia na gravidez


Para quem não sabe o exame de cardiotocografia é um método de avaliação das reais condições do bebê dentro da barriga da mãe. Ele detecta a frequência cardíaca do feto e as contrações uterinas, e através de um registro gráfico o médico pode avaliar o bem estar materno-fetal.

Existem quatro classificações para esse exame. É chamado de cardiotocografia anteparto quando realizado antes do início do trabalho de parto. A cardiotocografia intraparto é realizada durante o trabalho de parto e mostra de que forma o bebê está reagindo às contrações. Se não há interferência do médico que está realizando o exame, é chamada de basal, feito com o feto em repouso. Quando o resultado desse é suspeito, o examinador pode realizar a cardiotocografia estimulada, que modifica o estado de sono do bebê. Esse método utiliza um estímulo sonoro no abdome da mãe com uma fonte com frequência de 500 a 1.000 Hz para verificar a reação do bebê. O feto também pode ser estimulado mecanicamente, através da movimentação do polo cefálico.

Atualmente, alguns médicos utilizam esse exame como rotina no pré-natal no final da gestação, como uma forma de complementar os exames de ultrassonografia. Sua grande vantagem é ser um método não evasivo e de fácil realização, pois é feito através da pele da mãe.

Eletrodos ligados a um monitor são colocados na barriga da mãe e, durante cerca de 20 a 30 minutos, o aparelho registra de modo contínuo a frequência cardíaca e movimentos do bebê, bem como a presença e duração de contrações do útero. Ao final do exame, o aparelho gera um laudo em forma de gráfico, semelhante ao de um eletrocardiograma, que deve ser interpretado pelo especialista.

Quando o exame não segue o padrão de normalidade, pode significar insuficiência na oxigenação cerebral do bebê, o que ocorre, por exemplo, por motivos placentários, posicionais, ou quando o cordão umbilical está enrolado no pescoço do feto. Dependendo do resultado do exame, eventualmente, o médico pode definir o melhor momento e método de realizar o parto.
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Conheça os exames recomendados durante a gravidez que garantem a saúde da mãe e do bebê

Queria reforça aqui e a importância da realização dos exames do pré-natal. São testes laboratoriais simples, que garantem a saúde tanto do bebê quanto da grávida e podem evitar diversas complicações, mesmo durante o parto.

Alguns dos procedimentos são obrigatórios, outros são recomendados pelos médicos e outros, ainda, são mais específicos, solicitados de acordo com o desenrolar da gestação. A principal função dos testes é dar informações tanto sobre o desenvolvimento do feto quanto da saúde da mulher. As mães devem sempre estar atentas às recomendações médicas durante todo o ciclo da gravidez e alguns exames devem ser repetidos para acompanhamento. Dessa forma, a gravidez será uma experiência tranquila e saudável tanto para a mulher quanto para o bebê e que caso a mãe apresente quadros de doenças associadas, a gama de exames também deve englobar o problema base.

Confira a seguir os exames recomendados durante o pré-natal:

1) Hemograma completo:

Realizado durante os três trimestres da gravidez, verifica sinais de infecção, anemia ou alterações nas plaquetas e é pedido pelo ginecologista logo na primeira consulta. Para realizar o exame, a mulher não pode ter feito esforços físicos.

2) Exame qualitativo de urina e urocultura:

Os médicos pedem que a gestante realize esse procedimento no primeiro, segundo e terceiro trimestres, pelo menos uma vez. O exame é feito para checar se há alguma patologia ou anormalidade nos rins e no aparelho urinário da mulher. Caso haja algum tipo de infecção e a doença não seja tratada, pode levar ao trabalho de parto prematuro.

3) Ultrassonografia obstétrica:

O ideal é que seja realizada no primeiro trimestre, entre a 8ª e a 10ª semana, já que vai mostrar se a gestação é única ou múltipla e determinar a idade gestacional exata. Deve ser repetida no segundo e terceiro trimestres para acompanhar se o desenvolvimento do feto está dentro do esperado e verificar seus batimentos cardíacos.

4) Ultrassom morfológico do 1º trimestre:

É realizado entre a 11ª e a 14ª semana de gestação e tem por finalidade predizer qual o risco que o feto tem de apresentar alguma síndrome, principalmente a Síndrome de Down. O risco é calculado com base em achados ultrassonográficos, como a medida da translucência nucal, bem como nos resultados da avaliação da circulação fetal e pela presença ou não do osso nasal. Com muitas mulheres engravidando em idade cada vez mais avançada, o exame é adotado rotina nesses casos.

5) Ultrassom morfológico do 2º trimestre gestacional:

É realizado entre a 19ª e a 24ª semana de gestação. Trata-se de uma análise detalhada da anatomia fetal, já que essa é a melhor época para visualizar a formação do bebê por meio do ultrassom. O exame irá determinar o crescimento fetal e o bom desenvolvimento da criança por meio da avaliação da movimentação do feto, fluxos sanguíneos e crescimento médio.

6) Glicemia:

Útil para detectar intolerância à glicose e diabete. O teste é feito no início da gravidez e será repetido na 26ª semana de gestação, quando o corpo apresenta mais dificuldade para assimilar o açúcar.

7) Tipagem sanguínea e fator RH:

Deve ser realizado no primeiro trimestre. Verifica a compatibilidade de sangue do casal. Se a mãe for RH negativo e o pai RH positivo, a mulher deve tomar uma injeção de imunoglobulina na 27ª semana da gravidez e até 72 horas após o parto para que, caso o bebê seja RH positivo, não haja aglutinação do sangue.

8 ) Sorologia para HIV, sífilis, toxoplasmose, hepatite B, hepatite C e rubéola:

São exames que precisam ser feitos no primeiro e no terceiro trimestres. Eles determinam se a gestante já teve contato com as doenças para que, em caso positivo, sejam tomados os cuidados necessários para que o bebê não seja infectado. Algumas das doenças podem trazer consequências sérias como má-formação, cegueira e até mesmo a morte.

9) Ecocardiografia fetal:

Feito no segundo trimestre da gravidez, o exame verifica a presença de problemas cardíacos no feto por meio de um ultrassom do abdômen materno. O médico recomenda principalmente se há histórico de doenças cardíacas na família da mãe ou se a mulher engravidou após os 40 anos de idade.
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Por que o ultrassom é tão importante durante a gravidez?

O ultrassom é o exame mais realizado durante o pré-natal, e não poderia ser diferente. Fazendo uso de ondas sonoras de alta frequência, inaudíveis para os ouvidos humanos, o equipamento permite visualizar as condições em que o bebê está se desenvolvendo e, principalmente, diagnosticar anomalias anatômicas ou ainda defeitos congênitos.

De acordo com Victor Bunduki, especialista em medicina fetal e ultrassonografia do Centro de Diagnósticos Brasil (CDB Premium), quando o exame detecta cardiopatias e doenças do tórax, podem ser realizadas intervenções ainda no ambiente intrauterino, como transfusões de sangue, derivações (ventriculares, renais), punções de líquido amniótico com finalidade terapêutica etc, embora o feto portador de malformação cardíaca grave deva nascer em um centro de referência provido de UTI neonatal, cardiologistas pediátricos e cirurgiões cardíacos, já que desse atendimento depende a sua sobrevida.

Mesmo sendo tão importante para a saúde da mãe e do bebê, dados do IBGE revelam que 40% dos brasileiros vêm ao mundo sem que a gestante tenha passado por todas as consultas e exames do pré-natal. Na opinião de Bunduki, quatro exames seriam o mínimo necessário durante uma gestação normal.
“O primeiro exame é muito útil para confirmar a gestação, identificar o local da implantação e determinar a idade gestacional. O segundo, também chamado de morfologia do primeiro trimestre, mede a ‘translucência nucal’. O terceiro exame morfológico confirma a idade gestacional, avalia o crescimento e, principalmente, a morfologia fetal. Já o quarto tem o objetivo de avaliar o crescimento, a quantidade de líquido e a placenta – além de revisar a morfologia. Isso tudo pode ser realizado também no segundo trimestre, mas existem patologias típicas do terceiro trimestre que podem levar a alterações de líquido e da placenta”.


Quem determina os pedidos de exame é o obstetra da paciente, de acordo com as características da gestação. O ultrassom não tem qualquer contraindicação tanto para a mãe quanto para o feto. A partir da quinta semana depois da última menstruação, é possível enxergar o embrião pelo ultrassom transvaginal ou, ainda, a partir da sexta semana via supra púbica. É nessa fase que, apesar de o embrião medir poucos milímetros, podemos identificar e ouvir seus batimentos cardíacos.

Ainda no primeiro trimestre de gravidez é possível realizar o exame de translucência nucal. Trata-se de um exame de rastreamento de alterações genéticas (cromossomopatias) como a Síndrome de Down, por exemplo, em que a região da nuca do bebê é medida. Em bebês que têm alterações cromossômicas, essa medida pode estar aumentada. O exame não tem finalidade diagnóstica, mas seleciona as pacientes que teriam indicação de estudo do cariótipo, colhido por punção do líquido amniótico, ou ainda a pesquisa de DNA fetal no sangue materno, exame que vem ganhando importância por não ser invasivo para o feto.

Outras malformações estruturais podem ser detectadas pelo ultrassom. A hidrocefalia, que é o acúmulo de fluido cérebro-espinhal nas cavidades ventriculares do cérebro, é uma das mais recorrentes, bem como distúrbios do sistema nervoso central e alguns tipos de malformações cardíacas. A taxa de detecção do ultrassom gira em torno de 90% na identificação de problemas estruturais. Já o sexo do bebê poderá ser confirmado por volta do quarto mês de gravidez. Apesar de o sexo ser definido no momento da concepção, o órgão genital se desenvolve entre nove e doze semanas de gravidez. Portanto, entre a 14ª e a 16ª semana, dependendo da posição do bebê, é possível identificar o sexo da criança.

Exames um pouco mais sofisticados, como o ultrassom 3D, 4D e Doppler, também são indicados para checar eventuais problemas. O ultrassom com Doppler é indicado para avaliar a circulação da mãe para o bebê e para checar o fluxo nos vasos internos do bebê. É importante nos casos de diabetes, hipertensão e retardo de crescimento fetal, por exemplo. Já o ultrassom 3D nos permite enxergar as estruturas fetais em três dimensões, melhorando muito a visão da anatomia de superfície, principalmente do rostinho do bebê. Também é muito útil como complemento do ultrassom convencional em caso de diagnóstico de malformações. No 4D, além das imagens bastante reais, também é possível acompanhar os movimentos do bebê.
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Cientistas criam exame de sangue que prevê partos prematuros

Especialistas canadenses desenvolveram um exame de sangue que pode prever as chances de uma mulher grávida, que sofre contrações antes do tempo, de ter um bebê prematuro.

Cerca de 5% das mulheres que começam a ter contrações antes das 37 semanas de gravidez dão à luz em até 10 dias, afirmam os especialistas, em pesquisa publicada na revista científica PlosOne.

Atualmente, mulheres com contrações antes da hora não têm formas confiáveis de saber se estão prestes a entrar em trabalho de parto ou se as contrações vão parar. Em algumas ocasiões, são realizados esfregaços vaginais, mas esses testes muitas vezes podem acusar resultados errados.

O teste de sangue desenvolvido por pesquisadores do Mount Sinai Hospital, em Toronto, foi capaz de prever partos prematuros em 70% dos 150 casos analisados em um hospital na Austrália. A cientista Stephen Lye explica que o exame de sangue se baseia na busca por marcadores genéticos ligados ao parto.
"Os dados indicam que marcadores no sangue de mulheres com contrações antes da hora são capazes de indicar as chances de elas darem à luz prematuramente ou não", disse Lye. "Isso trará benefícios para as mães, para o bebê e para o sistema de saúde", acrescentou.


O exame será testado em um hospital em Toronto e deve estar disponível no mercado em cinco anos.
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A gestante pode fazer a mamografia?

A gravidez é um momento único para a mulher. É quando ela vivencia o sonho da maternidade, encanta-se ao ver a barriga crescendo dia-a-dia, e nutre, cada vez mais, o amor pelo bebê que está gerando. É nesta fase também, que precisa ter alguns cuidados e realizar uma série de exames, a fim de manter a sua saúde e a do bebê em dia.

Dentre os principais exames a serem realizados estão as ultrassonografias, diabetes gestacional, cultura de secreção vaginal, entre outros. Cada um com suas especificidades, para que tudo ocorra bem durante a gravidez.

Mas, e a mamografia? Será que a grávida também pode fazer?

Neste período, a mamografia deve ser evitada em mulheres que não apresentam qualquer sintoma nas mamas. No entanto, em casos de suspeita do surgimento da doença na gestação, o exame indicado é o ultrassom, que não expõe a criança a radiações que possam prejudicar a formação de suas células. A menos que haja uma suspeita real do câncer, a mamografia não deve ser realizada. Se for necessária, os radiologistas protegem o abdome da mulher com um avental de chumbo, já que, o bebê está em formação e com muitas células em desenvolvimento.

Durante a gravidez, o câncer de mama não é tão frequente, mas pode acontecer. Após a descoberta do nódulo, ainda é necessário verificar se a lesão é benigna, o que acontece na maioria dos casos.

Aliás você sabia de que, segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), a cada ano, a amamentação completa diminui de 3 a 4% o risco de a mulher desenvolver o câncer de mama?

E ainda que mulheres que amamentam por mais de seis meses têm menos chances de desenvolver a doença devido a substituição de tecido glandular por gordura nas mamas?

Isso mostra que, não apenas os bebês se beneficiam da amamentação, mas as mães também. Por isso, é fundamental sempre orientar as gestantes e mães de bebês recém-nascidos que o aleitamento materno, além de fonte de saúde, ajuda na prevenção do câncer de mama.

De acordo com o INCA (Instituto Nacional do Câncer), o câncer de mama é o segundo mais comum no mundo e o mais frequente entre as mulheres, com uma estimativa de mais 1,15 milhão de novos casos a cada ano, e responsável por mais de 400 mil mortes a cada ano. Cuide-se!
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Teste do pezinho passa a detectar outras duas doenças

A partir de agora o teste do pezinho feito no estado de São Paulo passou a incluir a detecção de outras duas doenças, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo. São elas a hiperplasia adrenal congênita, que é a doença que afeta a glândula adrenal e que provoca uma deficiência de enzimas e consequente desequilíbrio hormonal, e também a deficiência de biotinidase, que é outra doença metabólica que se manifesta por distúrbios neurológicos, lesões na pele, convulsões e atraso no desenvolvimento.

O novo teste do pezinho continua sendo capaz de identificar hipotiroidismo congênito, fenilcetonúria, anemia falciforme, fibrose cística e outras doenças da hemoglobina. As doenças que podem ser identificadas pelo teste do pezinho são "crônicas, genéticas e incuráveis", segundo a coordenadora estadual do Programa Nacional de Triagem Neonatal de São Paulo, Carmela Maggiuzzo Grindler.

A detecção e o tratamento precoce das enfermidades, possibilitados pelo teste do pezinho, dão ao paciente a chance de ter uma sobrevida normal, com maior qualidade de vida e preservação da capacidade cognitiva, ainda segundo a especialista.

O teste do pezinho deve ser coletado entre o terceiro e o sétimo dia de vida do bebê. Segundo a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo, 70% dos exames são coletados dentro da própria maternidade, seja pública ou privada. Nos demais casos, a coleta é feita em unidades básicas de saúde municipais.

O governo federal promete que, até 2014, todos os estados brasileiros estarão realizando o teste do pezinho mais completo, incluindo essas duas novas doenças.
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Novo teste sanguíneo pode prever pré-eclâmpsia durante a gravidez

Novo exame de sangue pode ajudar os médicos a determinar se uma mulher vai desenvolver uma forma grave de hipertensão arterial, conhecida como pré-eclâmpsia durante a gravidez. A pré-eclâmpsia pode danificar os rins, fígado e cérebro, e levar a complicações como parto prematuro, baixo peso ao nascimento e morte fetal.

O novo teste verifica os níveis de uma proteína chamada fator de crescimento placentário (PlGF), e foi avaliado em 625 mulheres britânicas. De acordo com o estudo, 61% das participantes que desenvolveram pré-eclâmpsia tinham baixos níveis de PlGF.

Os resultados também mostraram que se os níveis de PlGF em uma mulher caem abaixo de um determinado limiar antes de sua 35 ª semana de gravidez, o bebê pode nascer num prazo de 14 dias.
"O teste foi projetado para diferenciar as mulheres com pré-eclâmpsia daquelas com pressão arterial elevada," afirmou a pesquisadora Lucy Chappell. "Os testes atuais apenas detectam a doença, nos precisamos prever que ela vai acontecer, evitando sua evolução e os consequentes danos aos órgãos."


Ao utilizar o teste para identificar mulheres com alto risco de pré-eclâmpsia, "os médicos podem monitorar melhor e tratar a pressão arterial", disse Chappell. "Esta detecção precoce também evita internações desnecessárias das pacientes que não são susceptíveis a desenvolver pré-eclâmpsia."
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Diabetes gestacional pode trazer riscos para a mãe e o bebê

A gestação apresenta mudanças significativas no organismo da mulher, sobretudo, no sistema hormonal. E isso pode trazer algumas complicações, como por exemplo, a diabetes gestacional, doença caracterizada pelo alto nível de açúcar no sangue.

Durante a gravidez, os hormônios podem impedir que a insulina cumpra sua função. Quando isso acontece, os níveis de glicose podem aumentar no sangue, o que pode ser perigoso tanto para a mãe quanto para o bebê.

A diabetes gestacional geralmente começa na metade da gestação e, na maioria das vezes, desaparece após o parto. Por isso, é extremamente importante que todas as grávidas façam o teste oral de tolerância à glicose entre a 24ª e a 28ª semana de gestação para verificar a taxa de glicemia. No entanto, aquelas que possuem fatores de risco para a doença devem fazer o teste antes desse período..

A mulher deve estar muito atenta às mudanças e às alterações que ocorrem no decorrer da gravidez, sempre informando seu médico de tudo o que está sentindo, já que, os sintomas da doença podem ser muito leves e nem sempre percebidos pela gestante. Dentre os principais sinais estão o ganho de peso excessivo da mulher ou do bebê, inchaço, aumento exagerado do apetite, vômitos incontroláveis, infecções frequentes na bexiga, na vagina ou na pele, vontade de urinar frequente, visão turva, muita sede e fadiga.

Por isso, se a doença for constatada durante a gravidez, o médico deverá acompanhar de perto a futura mamãe e o bebê, para que possam ser evitadas complicações como aborto espontâneo, pré-eclâmpsia, risco de infecção urinária ou respiratória e necessidade de parto cesárea, devido ao tamanho do bebê. Além disso, alguns cuidados com a alimentação deverão ser tomados para garantir uma gestação e um parto saudável.

Todo esse controle deve ser acompanhado por um especialista, pois dietas mal planejadas podem interferir no desenvolvimento do feto.
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cfDNA = Novo Teste detecta Síndrome de Down durante gravidez com mais precisão

Uma equipe de cientistas britânicos desenvolveu um novo exame que promete detectar, mais cedo e com mais precisão, a síndrome de Down durante a gravidez.

A equipe da universidade Kings College de Londres, responsável pela pesquisa, analisou o sangue de 1 mil grávidas e concluiu que o novo teste, chamado exame de DNA fetal (cfDNA, na sigla em inglês), pode mostrar "quase que com certeza" se o bebê é portador do distúrbio genético.

Atualmente, o teste mais comum é feito entre a 11ª e a 13ª semana de gravidez por meio de ultrassom. Nele, o médico mede a quantidade de um líquido atrás do pescoço do bebê chamado translucência nucal. Crianças com síndrome de Down tendem a apresentar uma maior quantidade de dessa substância.

Além disso, hoje, as grávidas podem fazer um exame de sangue para checar se há níveis anormais de certas proteínas e hormônios em seus bebês.

A partir desses testes, são calculadas as chances da criança ser portadora da síndrome. No entanto, se a chance for alta, a recomendação é que as grávidas passem por um dos dois testes para esses casos, ambos invasivos e arriscados.

Um deles é a biópsia do vilo corial, que analisa uma pequena amostra da placenta. O outro é a amniocentese, que testa o líquido amniótico que envolve o bebê. A probabilidade de os dois exames provocarem aborto é de 1 em 100 casos.

O professor Kypros Nicolaides, que coordenou a pesquisa, afirmou que o novo exame de DNA é muito mais certeiro, já que seu resultado indica com 99% de precisão se o bebê apresenta a síndrome de Down.
"Esse teste é praticamente um diagnóstico. Ele mostra com quase certeza se o seu bebê tem ou não a síndrome", diz Nicolaides. "Da perspectiva da mulher, ele traz uma mensagem muito mais clara sobre o que fazer em seguida."


Segundo ele, hoje a prática médica recomenda envolver os pacientes nessas decisões.
"Mas isso é apenas da boca para fora. Porque se o risco é de, por exemplo, um em 250, como é possível decidir? Quando os pacientes tiverem mais clareza, será mais fácil."


A equipe médica, que publicou a pesquisa sobre o teste na revista científica Ultrasound in Obstetrics and Gynaecology, agora vai fazer um estudo com 20 mil mulheres para incrementar os resultados obtidos. A Associação de Síndrome de Down no país disse que a realização do teste ainda não é algo iminente.
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Video = Ultrasom na Gravidez

O Programa Viva Bem levou um especialista para explicar mais detalhes sobre o ultrasom na gravidez.
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Exame de sangue que vê síndrome de Down em feto

Um exame de sangue destinado a mulheres grávidas para detectar anomalias nos cromossomos dos fetos começa a ser oferecido no Brasil. O teste, que será analisado nos EUA, pode ser feito a partir da nona semana de gestação e serve para identificar síndromes como: Down, Klinefelter, Turner, Edwards, Patau e triplo X.

O resultado sai após uma comparação das cópias dos cromossomos do filho, da mãe e, se necessário, do pai. Cerca de 5% do DNA do feto circulante no sangue da mulher já é suficiente para observar possíveis alterações.

Segundo o obstetra Eduardo Cordioli, coordenador da maternidade do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, há 30 anos os casais já podem saber se seus filhos têm algum problema genético, por meio de um exame de ultrassom ou da coleta de líquido amniótico com uma agulha na barriga da mãe. O problema é que esse último procedimento é feito apenas a partir do quarto mês de gestação, é mais invasivo e tem 0,5% de chance de aborto, o que não acontece no novo teste.
"É como se fosse um hemograma simples e não existe nenhum risco. Quanto mais cedo os pais tiverem uma notícia dessas, mais tempo têm para se preparar, mudar de planos, informar-se, conhecer associações e crianças na mesma situação. É melhor saber antes do que ter uma surpresa", destaca o médico.

Exame de sangue que vê síndrome de Down em feto


Entenda abaixo o que é cada uma dessas alterações cromossômicas, por que ocorre e o que causa?

1) Down

É provocada por uma cópia extra do cromossomo 21. Pode provocar deficiência intelectual, defeitos cardíacos ou em outros órgãos, perda de audição ou visão.

2) Klinefelter

Ocorre por uma cópia extra do cromossomo X e afeta apenas os meninos. Pode dar atraso na fala e outras dificuldades de aprendizagem, infertilidade e altura maior que o normal.

3) Turner

Acontece por uma falta na cópia do cromossomo X (é chamada também de Monossomia X) e atinge apenas as meninas. Elas são mais baixas, podem ter defeitos cardíacos ou renais, problemas de audição, dificuldades de aprendizagem e infertilidade.

4) Edwards

É causada por uma cópia extra do cromossomo 18. Leva a uma deficiência intelectual severa, problemas no crescimento, defeitos graves no cérebro, coração e outros órgãos. Muitos bebês morrem antes do nascimento ou até 1 ano de vida.

5) Patau

Ocorre por uma cópia extra do cromossomo 13. Provoca deficiência intelectual severa, defeitos graves do cérebro e outros órgãos. Muitos bebês morrem antes do nascimento ou até 1 ano de vida.

6) Triplo X

Acontece por uma cópia extra do cromossomo X e afeta apenas as meninas. Elas podem ter dificuldades de aprendizagem e ser mais altas que a média. Algumas têm problemas emocionais que podem exigir tratamento. A maioria, porém, não apresenta sintomas ou só tem sinais leves.

De acordo com ele, todo diagnóstico precoce facilita um eventual tratamento. Por isso, quanto mais cedo o obstetra souber que o bebê tem síndrome de Down ou outra anomalia cromossômica, pode acompanhar o desenvolvimento dessas alterações, planejar o parto e avisar o pediatra que cuidará da criança.

O Albert Einstein ainda está analisando laboratórios americanos para escolher aquele que fará os exames, que devem começar a ser oferecidos em breve, ainda no primeiro semestre. O laboratório Fleury, que tem unidades em São Paulo, no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, também deve ter os testes nos próximos meses.

Ainda não se sabe quanto o exame vai custar nesses locais, mas o Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia (IPGO) fechou uma parceria com o laboratório americano Natera e vai colocar o serviço à disposição por R$ 3.500. Para ter mais precisão, além do sangue da mãe, o teste pode ser feito com uma amostra adicional da mucosa interna da bochecha do pai.

Segundo o obstetra e diretor do IPGO, Arnaldo Cambiaghi, o resultado sai em 15 dias e há apenas quatro casos em que a mulher não pode fazer o exame: quando for gravidez de gêmeos ou mais, quando a mãe tiver usado óvulo de uma doadora, já tiver feito transplante de medula óssea ou for obesa (acima de 120 kg). Nos três primeiros casos, isso ocorre porque há um número maior de DNAs no sangue, o que dificulta a análise. Já em pacientes obesas, a quantidade de DNA livre no sangue diminui, o que também prejudica o diagnóstico.

Entre os fatores de risco que favorecem uma alteração cromossômica na gestação, estão a idade avançada da mãe, principalmente após os 35 anos, e histórico familiar de problemas genéticos.

Cambiaghi diz que o novo método não pretende incentivar o aborto, mas deixar os casais mais tranquilos ou preparados emocionalmente em caso de resultado positivo. Se o feto tiver algum problema cromossômico, os pais também já podem começar a procurar serviços especializados, destaca o médico.

Veja a relação que existe entre a idade da mãe com os discos de anomalistas na gravidez.

Idade da mãe X Risco de síndrome de Down X Risco total de anomalias cromossômicas

20 = 1/1.667 = 1/526
25 = 1/1.250 = 1/476
30 = 1/952 = 1/385
35 = 1/378 = 1/192
40 = 1/106 = 1/66
49 = 1/11 = 1/8

Fonte: Practice and Principles, Creasy and Resnick, eds. W.B. Saunders, Philadelphia 1994:71
"Nas síndromes de Patau e Edwards, que são mais graves e comuns, o bebê nasce vivo, ao contrário de outras doenças, em que morre naturalmente, é possível pedir autorização judicial para o aborto. Mas a decisão fica a critério do juiz", explica.


No Brasil, o aborto é proibido exceto em casos de anencefalia (feto sem cérebro), estupro e risco de vida para a mãe.

Segundo Cordioli, as síndromes de Patau e Edwards são incompatíveis com a vida, o que não acontece no Down. O obstetra do Albert Einstein também diz que o risco de ter um segundo filho com alterações genéticas vai depender da idade e das características da mãe, do tipo de problema genético e de outros fatores. E não se devem fazer exames cromossômicos antes da gravidez, por ser "desnecessário", na opinião do médico.
"O mais importante é a mãe ter uma vida saudável, com bons hábitos", ressalta.
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Video = Por que é tão importante fazer um ultrassom no começo da gravidez?

Por que é tão importante fazer um ultrassom no começo da gravidez?

Veja a resposta no vídeo abaixo.
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Video = É possível detectar defeitos físicos do bebê no 1 trimestre da gravidez?

É possível detectar defeitos físicos do bebê no 1 trimestre da gravidez?

Veja no vídeo abaixo o que um especialista diz a respeito.
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20 Anos do Exame de Ecocardiograma Fetal

O ecocardiograma fetal nasceu no Brasil em 1992, ou seja, fazem apenas 20 anos que este exame passou a ser usado nas maternidades brasileiras, e podemos dizer com certeza de que ele mudou o destino dos recém-nascidos, se tornando uma nova eficiente ferramenta nas mãos dos bons os pediatras e cardiologistas. Trata-se de uma técnica simples, parecida com o ultrassom, capaz de identificar problemas cardíacos nos bebês ainda na barriga da mãe. Com ele, as intervenções cirúrgicas podem ser planejadas e realizadas antes mesmo do nascimento. Ate então, só quando as crianças chegavam ao mundo sem força nem para chorar, e roxas por falta de ar motivada pelas falhas no coração, os médicos pensavam em cirurgias de risco para evitar a morte prematura dos pacientes. Não raro, eles nasciam mortos ou sobreviviam somente algumas horas fora do útero materno, engrossando os índices de mortalidade infantil.
20 Anos do Exame de Ecocardiograma Fetal
“No início da década de 90 voltei dos Estados Unidos com especialização em um exame que ainda não fazia parte da rotina do pré-natal no Brasil. Ninguém entedia a minha função”, lembra a Lilian Lopes, cardiologista do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo e uma das primeiras a disseminar o uso do ecocardiograma fetal no País. “Aos poucos, a técnica foi popularizada e hoje, principalmente perto da 26ª semana de gestação, já é possível identificar se o feto tem alguma malformação congênita no coração”, complementa Lilian. “Se o resultado for positivo, há uma reprogramação das consultas do pré-natal e do parto.”
Pelos dados brasileiros, 30% destes 24 mil recém-nascidos cardiopatas apresentam anomalias que podem ser identificadas já no pré-natal caso tenham acesso ao ecocardiograma. O exame é indicado para as mães que estão no grupo de risco, sendo elas as grávidas diabéticas, hipertensas, com mais de 35 anos ou que já tiveram algum filho com cardiopatia. Simone Pedra, cardiologista pediátrica do Hospital do Coração (HCor), diz que a realização da técnica é indicada também quando o ultrassom comum mostra alguma alteração cardíaca no bebê sem explicação clínica, como um coração maior ou menor do que o tamanho previsto para a idade do feto.
“Em 80% dos casos, não há razão médica – doença materna por exemplo – para as crianças apresentarem este problema durante o desenvolvimento. Acontece por fatores ainda não explicados pela ciência”, diz a médica.
“Como os diagnósticos de fetos com alterações cardíacas aumentaram consideravelmente com o ecocardiograma fetal, a indústria foi provocada a apresentar soluções”, afirma o cirurgião da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular e médico do Hospital da Luz, Ivo Richter. “Os aparelhos cirúrgicos ficaram menores para poder operar os corações pequenos, as técnicas ficaram mais precisas e seguras. Tudo isso permitiu que bebês que nascem com metade do coração atrofiado possam ser operados. Uma boa parte dos procedimentos é feita quando as crianças estão no útero. E contrariando os casos do passado, hoje eles sobrevivem.”
Para o aniversário de 20 anos do ecocardiograma fetal, os médicos esperam que ele se torne mais acessível e democrático no Brasil. Ainda hoje, o procedimento não é contemplado por todos os hospitais públicos e nem é coberto por todos os planos de saúde.
“A maioria dos aparelhos e dos cirurgiões de bebês recém-nascidos está concentrada nos grandes centros urbanos e hospitais universitários”, lamenta Ivo Richter.
As diferenças regionais na especialidade podem ser evidenciadas pelos números de cirurgias cardíacas feitas em crianças com menos de 1 ano. Em Rondônia, no ano passado, 17 nesta faixa etária foram internadas por problemas cardíacos, segundo levantamento feito pela reportagem nas planilhas do Ministério da Saúde. Em São Paulo, em igual período, o número foi 48 vezes maior, 810 internações.
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Ultra em 3D = Modelo em 3D permite que gestantes cegas sintam feto com as mãos

Estava vendo uma matéria no Jornal Nacional que falava do momento mágico da ultrassonografia durante a gravidez, que agora também já pode ser compartilhado por gestantes que não enxergam, graças a uma tecnologia nova. A emoção de Fabiane e Luis Fernando é imaginar o bebê com as informações do médico pelas imagens da ultrassonografia. Mas a tecnologia atual vai permitir uma experiência inovadora. Os dois vão poder sentir o feto com as mãos, exatamente igual como ele está na barriga da mãe. Como? O trabalho premiado internacionalmente é feito no laboratório do Instituto Nacional de Tecnologia (INT), no Rio de Janeiro. As imagens do ultrassom são processadas em um programa de computador, que faz cálculos matemáticos com as medidas do bebê até chegar a um modelo virtual em 3D, impresso com as dimensões reais do feto. No caso de Isloane, 17 centímetros. O projeto que começou como estudo para bebês com malformações ganhou um novo sentido.
“A mesma emoção que um exame de ultrassonografia permite para uma gestante, a Fabiane também está tendo essa oportunidade”, fala o obstreta Heron Werner. “É como se eu tivesse voltado a enxergar. Muito linda, linda”, diz Fabiane emocionada.
E você gostaria também de experimentar também?
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Video = Cardiologista fala da importância do ecocardiograma fetal

Quanto mais cedo se descobre um problema de saúde mais é fácil é resolvê-lo. Quando se trata de bebês esta afirmação é ainda mais verdadeira, já que eles são bem mais vulneráveis. Por isso, muitas vezes é importante descobrir anormalidades na saúde da criança ainda no ventre da mãe. Por isto, para falar sobre a importância do ecocardiograma fetal, Luciana Ferreira recebe nos estúdios da Jovem Pan Online a Dr. Lilian Lopes que é uma especialista cardiologista do Incor.
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Video = Saiba mais sobre o Exame de Gravidez Beta HCG

Esta desconfiada que esta grávida, e quer confirmar através de um exame? Então veja no vídeo mais detalhes sobre o exame de gravidez Beta HCG:
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Saiba se o formato da barriga indica o sexo do bebê

É sempre assim: é só uma mulher anunciar que está grávida para começarem os palpites para adivinhar o sexo do bebê. Mas será que as características físicas podem ajudar a descobrir se uma gestação é de menino ou menina?
Saiba se o formato da barriga indica o sexo do bebê
Uma das crenças populares mais comuns está ligada ao formato da barriga. As mais pontudas anunciariam a vinda de um bebê do sexo masculino. Mas a questão do desenho da barriga não tem uma relação direta com o sexo da criança! É o biotipo, e até mesmo a questão do útero da gestante, que vão determinar o desenho e o formato da barriga. Outra crença é de que, se a barriga da gestante apresentar uma linha de coloração escura, o bebê será um menino. Na verdade, essa linha que é conhecida como linha Alba, todos nós temos. Na gestante, por influência dos hormônios da gravidez, ela se torna escurecida e desaparece entre quatro a seis meses depois do parto. Nas gestações de menina, algumas pessoas afirmam que o inchaço, o aparecimento de acne e até a intensidade do enjoo são maiores. Essas questões podem ter alguma relação com o nível de hormônio da mulher. Quando é uma gestação de menina, a mulher tem dois cromossomos X na célula. E, aparentemente, quando você tem essa carga genética maior, você teria ações hormonais um pouco mais elevadas do que em uma gestão de menino. Mas esse fator não pode ser considerado determinante. Pacientes que apresentem pressão alta, ou que tenham problemas de circulação, terão um edema maior do que uma gestante que tenha uma circulação melhor. Ou seja, mesmo que a gestação seja de menino, problemas relacionados à saúde da gestante podem azer com que ela inche mais do que uma mulher grávida de menina. Conclusão é de que infelizmente não é possível determinar o sexo do bebê apenas com a análise de características físicas da mãe. O único método preciso é por meio de exames. Para descobrir o sexo do bebê, podem ser realizados exames de sangue, similares a um hemograma, ou o ultrassom. A partir da oitava semana, é possível fazer um exame de sangue chamado sexagem fetal, que determina o sexo pela análise da existência ou não do cromossomo Y no sangue materno. Nesse exame, se for encontrado a presença do cromossomo Y, o bebê é um menino. Já o ultrassom pode ser realizado a partir da 11ª semana, com 75% de acerto, ou após a 16ª semana, quando a taxa de acertos aumenta.
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Video = Importância pré natal

O pré natal é assistência prestada à mulher durante a gravidez. Nele são realizados diversos exames e consultas médicas que podem evitar complicações para a mãe e para o bebê até o momento do parto.
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Saiba quais exames um pré-natal completo deve conter

Tão logo seja descoberta a gravidez, a futura mamãe iniciará o pré-natal com o suporte de um obstetra de confiança, para identificar situações que podem interferir tanto em sua saúde como na do feto. Esse acompanhamento será feito por meio de exames que indicarão quais os cuidados pré-natais e possíveis tratamentos. O obstetra e ginecologista com especialização em medicina fetal do Hospital e Maternidade São Luiz, Mário Burlacchini, enumera quais os principais, de acordo com a fase da gestação: A) Exames da Primeira Consulta A primeira providência é fazer o exame de sangue para confirmar a gravidez. Com o resultado positivo em mãos, o especialista solicita: 1) Ultrassom transvaginal (se o atraso da menstruação já estiver por volta de seis a sete semanas): Avalia se o embrião está implantado adequadamente no útero, qual o tempo da gravidez, se é gemelar e se é ectópica, ou seja, ocorre nas trompas. 2) Hemograma completo: Checa os níveis de globulina e a necessidade de reposição de vitaminas 3) Tipagem sanguínea para fator RH: Identifica se mãe possui RH negativo. 4) Glicemia: Aponta se a mulher é diabética. 5) Sorologia para rubéola, toxoplasmose, HIV, sífilis e hepatites A e B: Se identificadas, estas doenças podem resultar em malformações fetais. 6) Urina tipo 1: Investiga infecções e doenças renais. 7) Parasitológico de fezes (exame de rotina). 8 ) Papanicolau, se mulher realizou há mais de um ano. B) Exames do 1º trimestre (entre 11 e 14 semanas): 9) Ultrassom morfológico: Avalia as malformações fetais e a translucência nucal, a qual pode dar indícios da Síndrome de Down; para confirmar este quadro fazem-se os exames beta HPG livre e PAPP-A. C) Exames do 2º trimestre (entre 20 e 24 semanas): 10) Ultrassom: Para acompanhar crescimento fetal, peso e líquido da placenta. 11) Glicemia com sobrecarga: Retira-se sangue depois da ingestão de uma alta taxa de glicose a fim de averiguar a ocorrência de diabete gestacional. D) Exames do 3º trimestre (entre 30 a 36 semanas): 12) É o período ideal para realização do ultrassom 3D (imagem estática) ou 4D (imagem com movimento): Com essa tecnologia é possível ver melhor órgãos internos do feto, como o funcionamento do pulmão. São mais indicados para casos de desconfiança de malformações, em virtude do grande detalhamento da imagem, e nas gestações normais contribuem para aumentar ainda mais o vínculo entre pais e nenê. 13) Ultrassom obstétrico (entre 34 a 36 semanas): Verifica o desenvolvimento do feto de acordo com a idade gestacional. 14) Repetição do exame para HIV e sífilis: É importante rastrear novamente, porque essas doenças podem ser transmitidas ao bebê durante o parto. 15) Streptococus do grupo A (bactéria existente no trato intestinal normalmente): Pesquisar se há na vagina ou no ânus, pois no parto pode passar à criança e gerar infecção pulmonar – importante causa de morte no primeiro dia de vida do recém-nascido. Vejam abaixo também alguns sinais de alerta, que vão indicar de que algumas gestantes vão requerer cuidados adicionais e um acompanhamento ainda mais criterioso e outros exames específicos, quando apresentarem: - Hipertensão: São solicitados exames para aferição do nível de colesterol, coagulação sanguínea, além de exames de ureia, creatinina, proteína na urina de 24h e ácido úrico, para checar a função renal. Faz-se também ultrassom para averiguar crescimento fetal e teste de vitalidade fetal, que verifica oxigenação, bem-estar e nutrição. - Diabetes: A gestante deve controlar a glicemia com o exame do furinho do dedo – de cinco a sete vezes por dia. - Problemas hematológicos: Deve-se investigar trombofilia. - Cardiopatia: Edocardiografia, eletro e ecocardiograma fetal, quando há histórico de a mulher ter nascido com cardiopatia congênita ou tiver filho com problemas no coração - Contrações antecipadas: Faz-se a fibromectina fetal para verificar se bebê corre risco de nascer antes do tempo
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Video = Qualquer obstetra está apto a efetuar ecografias na gravidez?

Qualquer obstetra está apto a efetuar ecografias na gravidez? Uma das ideias erradas que existem sobre o acompanhamento que o casal deve fazer da sua gravidez, reside na crença de que qualquer obstetra está apto a efetuar ecografias na gravidez. Neste vídeo abaixo o Prof. Luís Graça, da Faculdade de Medicina de Lisboa em Portugal, explica que na realidade este importante exame só deverá ser efetuado por obstetras com extenso treino e que dediquem pelo menos 50% do seu tempo de trabalho à ecografia.
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Video = Saiba mais sobre o ultrassom morfológico e demais exames são feitos no 3º trimestre da gravidez

Para falar da importância do ultrassom morfológico e explicar quais exames são feitos no 3º trimestre da gravidez, a Luciana Ferreira recebeu nos estúdios da Jovem Pan Online, o Dr. Edílson Ogeda, que é ginecologista obstetra e diretor da Maternidade do Hospital Samaritano de São Paulo.
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Video = Teste da Orelhinha

A lei federal 12.303 de 2010 tornou obrigatório e gratuito o teste da orelhinha na rede pública de saúde do país. É dever dos pais exigir o teste e dos hospitais fornecê-lo. O otorrinolaringologista Hélio Epiphânio explica que o exame é fundamental para detectar perdas auditivas que podem dificultar ou impedir o aprendizado da linguagem pelo ser humano. O exame pode ser realizado ainda na maternidade e é recomendado que seja feito no máximo até os seis meses, segundo o médico. São fatores para problemas de audição o nascimeto prematuro, a rubéola da mãe durante a gravidez e outras patologias. Epiphânio destaca, no entanto, que uma perda auditiva pode ocorrer em bebês que não tiveram qualquer complicação durante a gravidez e parto e por isso o teste é tão importante e deve ser feito em todas as crianças. O primeiro exame é de execução rápida e não causa desconforto algum para o bebê. Caso o resultado seja normal, a criança não precisa mais fazer outros testes. Se detectada alguma alteração, o mesmo teste é repetido e outros dois são feitos, para então aplicar-se tratamento e acompanhamento específico para o caso.
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Video = Meu bebê não mexe muito. Isso é normal?

Meu bebê não mexe muito. Isso é normal? Para tirar esta dúvida vejam no vídeo abaixo as dicas da ginecologista Dra. Silvia Regina Piza.
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Amniocentese: fazer ou não fazer?

Queria trazer algumas informações e dicas do dr. Jorge Telles, que é Médico Ginecologista e Obstetra, formado na PUCRS em 1984, sobre um tema que ainda gera muitas dúvidas comuns entre as grávidas, que não sabem se devem ou não fazer o exame da amniocentese, que é um dos procedimentos mais comuns para se detectar anomalias antes do nascimento.
Amniocentese
1) O que é a amniocentese? Amniocentese é a coleta de líquido amniótico para exame. Este líquido está na bolsa ou balão onde o bebê se desenvolve. No líquido, encontramos células do bebê que descamaram da pele, do tubo digestivo e respiratório das quais podemos estudar o material genético. A amniocentese deve ser diferenciada de outro exame chamado Biópsia de Vilo Corial (BVC), onde o especialista em Medicina Fetal retira células da placenta para análise. A BVC é realizada a partir das 12 semanas de gestação. 2) Como é feita? É realizada por uma punção com agulha muito fina através do abdômen da mãe, guiada pela ultrassonografia. O especialista em Medicina Fetal tem treinamento para esta coleta com o mínimo de desconforto para a mãe e com risco bastante baixo. Via de regra é feita quando o risco de encontrarmos algum achado que seja perigoso para o feto seja maior que o risco do procedimento (cerca de 0,5%). 3) Em quais casos é indicada? Tanto a amniocentese quanto a BVC são indicadas para a avaliação do cariótipo fetal, pesquisas de infecções, pesquisas de algumas doenças gênicas. Outra utilidade importante da amniocentese é para pesquisa de maturidade fetal, via de regra realizada no terceiro trimestre, nas gestações de alto risco materno ou fetal. 4) Quando é feita? A amniocentese é realizada necessariamente após as 15-16 semanas de gestação. 5) A amniocentese provoca dor? Sim, mas é comparável à dor de uma injeção, pois fundamentalmente a dor é da passagem da agulha pela pele. 6) Alguma recomendação sobre o comportamento depois do exame? A maioria dos profissionais recomendam repouso relativo por cerca de 12 horas. 7) Quais são os riscos da amniocentese? O risco geral é de cerca de 0,5% ou 1:200. 8 ) Quais doenças genéticas podem ser detectadas pela amniocentese? Inúmeras doenças podem ser pesquisadas no líquido amniótico. Desde genéticas até infecções, além de dosagens de biologia molecular. A maioria dos exames de amniocentese são realizados para avaliação do cariótipo fetal, sendo o resultado mais comum o de cariótipo normal da espécie humana: 46XX (menina) ou 46XY (menino). 9) E se o resultado do teste mostrar que o feto tem uma doença genética? Qual é o procedimento padrão? Neste caso necessariamente o bebê deve ser avaliado por um especialista em Medicina Fetal ou em Genética para a correta interpretação do exame e aconselhamento do casal. 10) Quanto tempo demora para sair o resultado da amniocentese? A análise completa do cariótipo leva cerca de 2 a 3 semanas, pois necessita de cultivo das células (chamadas amniócitos) em estufas para posterior leitura e interpretação do exame. 11) Quanto custa o exame? A análise no laboratório de Genética custa cerca de 600 a 800 reais e o custo da amniocentese em si depende do valor do serviço profissional do médico, mas em geral também está entre 600 e 1000 reais. 12) Quais pontos devem ser considerados antes de decidir se é melhor fazer ou não amniocentese? Hoje temos diversos exames que chamamos de Rastreamento Cromossômico, tanto por ultrassonografia como por testes bioquímicos, que são complementares. O resultado alimenta softwares específicos para cálculo de risco fetal. Aconselha-se que um profissional de Medicina Fetal ou mesmo o obstetra avalie e faça a consulta de aconselhamento do casal sobre o resultado e o real risco fetal para estas patologias.
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Vídeo = Pré-natal: Os cuidados com as gestantes

Veja no vídeo abaixo um médico dando dicas sobre o Pré-natal e os cuidados com as gestantes.
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Video = Médicos do Canadá pedem que sexo de bebê só seja revelado após 30 semanas de gestação

Médicos do Canadá pedem que sexo de bebê só seja revelado após 30 semanas de gestação. Isto por que por incrível que pareça, nos EUA e no Canadá, foi detectado que alguns grupos étnicos de imigrantes abortam fetos de mulheres até que tenham um feto masculino. Apesar de parecer cruel, a ação faz parte da cultura de outras nações. Veja mais um especialista falando mais sobre o tema no vídeo abaixo.
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Câncer de Mama e a Mamografia na gestação

O momento da realização de exames para obter o diagnóstico do Câncer de Mama inspira cuidados específicos durante a gravidez.
Câncer de Mama e a Mamografia na gestação
Em caso de suspeita do surgimento da doença na gestação, o exame preferencial é o ultrassom, que não expõe a criança a radiações que prejudicam a formação das células. Mais precisamente, a radiação pode ocasionar a agenesia do fêmur (ausência do osso que liga o joelho a bacia). A situação é crítica durante o primeiro trimestre de gestação.
A mamografia não deve ser realizada a menos que haja uma suspeita real de câncer. Se for necessário, o exame é realizado com um avental de chumbo que protege o abdômen. O bebê ainda está se formando, ainda há muitas células que não estão bem desenvolvidas - explica a diretora médica Radiá dos Santos.
As mulheres devem se certificar de que não estão grávidas ao realizar qualquer exame radiológico. O Câncer de Mama na gravidez não é tão frequente, mas acontece. Após a descoberta do nódulo, ainda é necessário verificar se a lesão é benigna, o que acontece na maioria dos casos. A gestação no último trimestre não apresenta problemas na formação da criança em consequência de exames radiológicos. Estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca) apontam que cerca de 52 mil mulheres brasileiras apresentarão a neoplasia em 2012.
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Triagem NeoNatal = Exames e Testes nos Recém Nascidos

Na triagem neonatal, existem exames que o bebê realiza desde o nascimento até o terceiro mês de vida, e que podem diagnosticar problemas de saúde antes mesmo que eles se manifestem. São chamados em conjunto de triagem neonatal e incluem avaliação de exames de sangue, de audição, visão e coloração da pele. Vejam abaixo os principais exames e testes que são feitos durante a triagem neonatal em todos os bebês recém nascidos: 1) Teste do Pezinho Um dos mais conhecidos pela população, o teste do pezinho ajuda a detectar doenças como a Fenilcetonúria, um distúrbio genético no qual um dos aminoácidos presentes no leite materno ameaça a saúde do bebê, causando retardo mental grave, e o Hipotireoidismo Congênito, deficiência de hormônios, normalmente produzidos pela glândula tireóide, que na maioria das vezes provoca um defeito no crescimento. Além dessas duas, a anemia falciforme e a fibrose cística são doenças que podem ser detectadas com o teste do pezinho. Desde julho de 2001, o Ministério da Saúde tornou obrigatória a realização do teste do pezinho na Rede SUS e normatizou o diagnóstico, atendimento e acompanhamento dos pacientes triados, por meio da Portaria Ministerial MS/GM nº 822 /2001. Entretanto, apesar da obrigatoriedade do teste é necessário que toda mãe se conscientize da importância de sua realização e procure as unidades de saúde para fazê-lo, isso porque o teste deve ser realizado após o quinto dia de vida do bebê, período em que muitos já tiveram alta dos hospitais. 2) Teste do olhinho Deve ser feito preferencialmente ainda na maternidade. É o chamado reflexo vermelho e tem o objetivo de suspeitar da ocorrência de uma doença rara, o retinoblastoma. Caso não seja feito na maternidade o pediatra o fará na primeira consulta ou indicará onde fazer. 3) Teste da orelhinha: Exame realizado a partir do primeiro mês, ou mesmo, ao nascimento, capaz de identificar alterações auditivas que poderão interferir na qualidade de vida da criança, pois a audição é importante também para o desenvolvimento da fala e da linguagem. A orientação para sua realização é feita no momento da alta da maternidade. 4) Icterícia: A icterícia ou amarelão é uma alteração na cor da pele e branco dos olhos dos recém-nascidos por acúmulo de uma substancia no seu sangue, a bilirrubina, deixando o bebê amarelado. Não é considerada doença, atinge metade dos bebês nascidos no tempo certo, sendo ainda mais freqüente nos prematuros. A cor amarelada aparece no segundo ou terceiro dia de vida primeiramente no rosto, depois vai aumentando para tórax, abdômen e finalmente as pernas. As fezes e urina permanecem com coloração normal. Na maioria das vezes regride espontaneamente em torno do décimo dia de vida do bebê, sendo importante o banho de sol porque a luz ajuda na eliminação da bilirrubina. O ideal é ficar de olho e a qualquer dúvida procurar o pediatra do bebê.
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Ultrassom na gravidez = Resposta para 13 Dúvidas Comuns entre as Grávidas

O ultrassom é um dos exames mais solicitados durante o pré-natal, para acompanhar as condições de saúde da mãe e do bebê, por isto mesmo resolvemos trazer um pouco mais de informação sobre o assunto para você. O termo ultrassom se refere a ondas sonoras com frequência superior àquela que nós, humanos, somos capazes de ouvir. Ao entender apropriadamente os princípios físicos dessa tecnologia, o ultrassonografista está apto a otimizar a qualidade da imagem, contribuindo para um diagnóstico de alta qualidade e precisão. Apesar de aparentemente simples, esse exame tão comum ainda gera muitas dúvidas entre as futuras mamães.
Ultrassom na gravidez = Resposta para 13 Dúvidas Comuns entre as Grávidas
Seguem, então, treze perguntas de dúvidas comuns entre as grávidas, que foram respondidas pelo doutor Victor Bunduki, médico obstetra e especialista em medicina fetal e ultrassonografia do CDB Premium, em São Paulo: 1) O ultrassom é um exame seguro? Sim, é um exame isento de contraindicações tanto para a mãe quanto para o feto. No caso do ultrassom com dopplerfluxometria colorida, que analisa o fluxo sanguíneo em diferentes vasos do corpo humano, recomendamos que seja realizado somente após a 9ª semana de gestação, para maior segurança. 2) É verdade que o feto, ao contrário dos humanos, ouve o som emitido pela tecnologia ultrassom? Não. No ultrassom, lidamos com mais de três milhões de hertz, enquanto o ouvido humano escuta até dois mil hertz. Portanto, essa questão está totalmente descartada. 3) A partir de quando é possível ter uma imagem do bebê? Como as semanas de gestação são contadas a partir da data da última menstruação, é possível enxergar o embrião a partir da quinta semana – pelo ultrassom transvaginal – ou ainda a partir da sexta semana via suprapúbica. É nessa fase que, apesar de o embrião medir poucos milímetros, podemos identificar e ouvir seus batimentos cardíacos. 4) Existe um ‘número ideal’ de ultrassonografias recomendado às gestantes? Não há um número ideal. Quem determina os pedidos de exame é o obstetra da paciente, de acordo com as características da gestação. Entretanto, quatro exames seriam o mínimo necessário durante uma gestação normal. O primeiro, para confirmar a gravidez e descartar ou não a gestação gemelar. Ainda no primeiro trimestre, medimos a translucência nucal; no segundo trimestre, é possível realizar uma boa avaliação morfológica; e, no terceiro trimestre, devemos revisar a morfologia e acompanhar o crescimento, a quantidade de líquido amniótico e o aspecto da placenta. 5) O que significa “translucência nucal”? Trata-se de um exame de rastreamento de alterações genéticas (cromossomopatias) – como a Síndrome de Down, por exemplo – em que medimos a região da nuca do bebê. Em bebês que têm alterações cromossômicas essa medida pode estar aumentada. Esse exame, portanto, não tem finalidade diagnóstica, mas seleciona as pacientes que teriam indicação de estudo do cariótipo (colhido por punção de vilosidade coriônica ou do líquido amniótico). 6) Em que período da gestação o ultrassom é mais importante? Todos são igualmente importantes. O primeiro exame é muito útil para confirmar a gestação, identificar o local da implantação e determinar a idade gestacional. O segundo, também chamado de morfologia do primeiro trimestre, mede a translucência nucal, conforme mencionado. O terceiro exame morfológico confirma a idade gestacional, avalia o crescimento e, principalmente, a morfologia fetal. Já o quarto tem o objetivo de avaliar o crescimento, a quantidade de líquido e a placenta – além de revisar a morfologia. Isso tudo pode ser realizado também no segundo trimestre, mas existem patologias típicas do terceiro trimestre que podem levar a alterações de líquido e da placenta. Daí a importância de realizar um ultrassom nessa fase da gravidez. 7) Que doenças podem ser identificadas durante o ultrassom gestacional? São inúmeros tipos de malformações estruturais que podem ser detectados pelo ultrassom. Entre os mais recorrentes estão a hidrocefalia – que é o acúmulo de fluido cerebroespinhal nas cavidades ventriculares do cérebro – e outros distúrbios do sistema nervoso central, além de alguns tipos de malformações cardíacas, entre outras. 8 ) Em que casos o obstetra costuma solicitar exames mais sofisticados de ultrassom, como Doppler, 3D e 4D? O ultrassom com doppler é indicado para avaliar a circulação da mãe para o bebê e para checar o fluxo nos vasos internos do bebê. É importante nos casos de diabetes, hipertensão e retardo de crescimento fetal, por exemplo. Já o ultrassom 3D nos permite enxergar as estruturas fetais em três dimensões, melhorando muito a visão da anatomia de superfície, principalmente do rostinho do bebê. Também é muito útil como complemento do ultrassom convencional em caso de diagnóstico de malformações. No 4D, além das imagens bastante reais, também é possível acompanhar os movimentos do bebê. 9) É possível que o ultrassom cometa erros, indicando problemas inexistentes? Por mais que uma tecnologia ofereça recursos de ponta, o exame depende de um operador passível de cometer falhas. Por isso, além de se recomendar que uma malformação, por exemplo, seja confirmada através de um novo exame, é importante que a gestante realize seus exames em clínicas com boa reputação, principalmente que tenham profissionais especializados em medicina fetal. 10) Mesmo que todos os exames solicitados estejam aparentemente normais, é possível que uma criança nasça com alguma malformação? É possível, já que a sensibilidade ou taxa de detecção do ultrassom gira em torno de 90% na identificação de malformações estruturais. Sendo assim – e por existirem malformações muito discretas, de difícil identificação – o exame tem suas limitações. Por isso, há casos em que há indicação de um acompanhamento rigoroso, com a realização de exames complementares. 11) Há casos em que o ultrassom identifica a necessidade de intervenções na hora do nascimento do bebê? Sim, especialmente as cardiopatias e doenças do tórax. Há intervenções que podem ocorrer inclusive no ambiente intrauterino, como transfusões de sangue, derivações (ventriculares, renais), punções de líquido amniótico com finalidade terapêutica, entre outros. Fetos portadores de malformações cardíacas graves devem nascer em um centro de referência provido de UTI neonatal, cardiologistas pediátricos e cirurgiões cardíacos, prontos para atender o recém-nascido cardiopata, dado que desse atendimento depende a sua sobrevida. 12) Como deve ser a preparação da gestante para o exame de ultrassom? Nos três primeiros meses é necessário que a gestante beba bastante água antes de se submeter ao exame. Pelo menos, entre quatro e cinco copos. Depois da 12ª semana, entretanto, isso não é mais necessário. Vale ressaltar que, ao contrário do ultrassom suprapúbico, o transvaginal é realizado com a bexiga vazia. O gel utilizado durante o exame é o meio ideal para a transmissão das ondas sonoras através da pele e facilitar o deslizamento do equipamento. 13) A partir de quando é possível saber o sexo do bebê? Apesar de o sexo ser definido no momento da concepção, o órgão genital se desenvolve entre nove e doze semanas de gravidez. Portanto, entre a 14ª e a 16ª semana, dependendo da posição do bebê, é possível identificar o sexo da criança. Quando a criança está sentada sobre as perninhas ou quando está de pernas cruzadas, é mais difícil a visualização de sua genitália – obrigando os pais a terem um pouco mais de paciência para obter essa informação.
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Video = Teste da orelhinha avalia a saúde dos bebês

Desde agosto de 2010, o teste da orelhinha é obrigatório e gratuito em todas as maternidades do país. A saúde do ouvido deve ser testada nas primeiras 24 horas de vida do bebê. A cada mil crianças, três apresentam alguma deficiência para ouvir. Veja mais sobre o assunto no vídeo abaixo do programa Bem Estar da TV Globo.
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Tireoide na gravidez

A gravidez é o período mais pleno da mulher, quando ela vive o verdadeiro milagre da vida. Neste período, os cuidados com a saúde devem ser redobrados para garantir uma gestação tranquila para a mãe e evitar que o bebê tenha problemas após o nascimento. Os exames de pré-natal são muito importantes para detectar doenças como hipertensão, anemia, infecção urinária e doenças transmissíveis pelo sangue de mãe para filho. Todas as gestantes têm direito a este acompanhamento, que pode ser feito pelo Sistema Único de Saúde. Dentre os exames realizados no pré-natal, está o hemograma completo, que também mede a dosagem do TSH, hormônio estimulador da função da tireoide, uma glândula que fica localizada no pescoço e produz dois hormônios que controlam o funcionamento de diversos órgãos.
Tireoide na Gravidez
Esses hormônios interferem diretamente em processos como crescimento, ciclo menstrual, fertilidade, sono, raciocínio, memória, temperatura corporal, batimentos cardíacos, funcionamento intestinal, força muscular e controle de peso corporal. Mesmo uma gravidez normal, resulta em uma série de importantes mudanças fisiológicas e hormonais podem alterar a função tireoidiana. O hipotireoidismo na gestação, quando a tireoide produz hormônios em quantidade insuficiente, pode causar sérias consequências para a mãe e o bebê, tais como anemia materna, dor muscular, fraqueza, insuficiência cardíaca, doença hipertensiva na gestação, anomalias placentárias, aborto espontâneo, recém-nascidos com baixo peso, parto prematuro, complicações fetais e descolamento de placenta. Porém, quando detectada precocemente, a doença pode ser totalmente controlada e as chances de ter uma gestação saudável são iguais as de uma mulher sem o problema.
Tireioide na Gravidez
Durante a gestação, a tireoide do feto é imatura e o sistema nervoso central e outros órgãos dependem do hormônio tireoidiano materno para seu desenvolvimento adequado. Quando o bebê não recebe a quantidade correta de hormônios tireoidianos, pode acontecer o hipotireoidismo congênito, doença que afeta o desenvolvimento do cérebro do bebê, sendo uma das causas mais frequentes de retardo mental. O problema é relativamente frequente: um em cada 3.500 a 4.000 recém-nascidos vivos apresenta o problema, segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. A principal forma de detectar o hipotireoidismo congênito é o Teste do Pezinho, que deve ser obrigatoriamente feito em hospitais e maternidades públicas e privadas. O teste é muito simples, basta retirar uma gota de sangue do pé do bebê no terceiro dia de vida. O exame ajuda a verificar se a tireoide do bebê está funcionando bem, além de atestar a ocorrência de outras doenças. Por isso, recomendo às mulheres que querem engravidar a pedirem aos seus médicos que incluam a dosagem de TSH em seus exames de rotina. As disfunções da tireoide têm tratamento que podem assegurar uma vida saudável tanto para as mamães, quanto para os seus bebês.
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Video = Triagens e Exames neonatais ainda na Maternidade previnem doenças em recém-nascidos

Triagens e exames neonatais, feitos ainda na maternidade, podem previr doenças em recém-nascidos, como podem ver em mais detalhes na matéria que detalha mais quais são eles no video abaixo.
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Video = Teste da Orelhinha

Veja no vídeo abaixo de que foi lançada uma campanha para incentivar teste da orelhinha, que é um exame que avalia a capacidade auditiva dos bebês, e que achei que seria interessante trazer para sua informação.
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Video = Depoimento da Reporter Heloísa Gomyde comenta detalhes de sua gravidez

Veja no vídeo o depoimento da repórter Heloísa Gomyde conta sua rotina de idas ao médico para realizar exames e ultrassonografias. Heloísa também dá um alerta para a alimentação, que precisa ser muito boa.
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Exames essenciais na gravidez

Os exames solicitados pelo médico irão depender da idade gestacional de cada grávida. A cada trimestre são pedidos novos exames. Confira de acordo com o trimestre, quais exames são solicitados e para que servem: 1- Hemograma Completo: É um dos exames mais solicitados em diversos casos, quando há a suspeita principalmente de infecções e processos inflamatórios. Verifica a quantidade de plaquetas e se há sinais de anemia. É normalmente o primeiro exame a ser solicitado. Ele é feito em jejum de no mínimo 3 horas e é feito através de coleta de sangue da mãe. 2- Tipagem Sanguínea: É o exame que é feito para definir qual o tipo sanguíneo da mãe, se ela é Rh positivo ou Rh negativo. Esse exame é feito para verificar se o tipo sanguíneo da mãe é compatível com o do pai, se caso não for, a mãe terá que tomar injeções de imunoglobulina na 28ª semana e nas primeiras 72 horas após o parto, caso o bebê seja Rh positivo. Essa injeção serve para que o organismo da mãe não identifique o feto como um “corpo estranho”. É um exame feito através da coleta de sangue e sai em até 1 dia útil. 3) Sorologia para Sífilis: É o exame que analisa se o organismo possui o vírus Treponema pallidum que o causador da Sífilis, doença que se não tratada durante a gravidez pode levar o feto à morte ou causar graves má formações. Também é realizado através de coleta de sangue da mãe. 4) Sorologia para HIV: É outro exame para verificar a presença de vírus, mas agora é do vírus da AIDS. Um vez detectado, a mãe inicia um tratamento para evitar que o bebê nasça com o vírus. 5) Sorologia para Hepatite B: É realizado para verificar a presença do agente causador da hepatite B. Caso a doença seja transmitida para o bebê, ele sofrerá das mesmas consequências que um portador da hepatite B, podendo desenvolver a cirrose hepática. 6) Sorologia para Hepatite C: É um exame que verifica a presença do vírus que causa a Hepatite C. Se o bebê for infectado pela doença, também sofrerá das mesmas consequências que um adulto, podendo desenvolver cirrose hepática. 7) Sorologia para Toxoplasmose: É feito para verificar se a gestante está infectada pelo vírus que causa a toxoplasmose que pode ser transmitida através de alimentos contaminados ou através das fezes de bichos como pombos e gatos. 8 ) Sorologia para Rubéola: É feito para verificar se a gestante não contraiu a doença. Embora seja inofensiva para a gestante, a doença pode levar a má formações cardíacas, oculares e cerebrais do feto. 9) Sorologia para Citomegalovírus: Verifica se a gestante possui o vírus causador. Uma vez passado para o feto, poderá ocasionar em baixo peso, microcefalia e icterícia. 10) Urocultura: É um exame que verifica se a gestante possui infecção urinária através da coleta de urina e análise da mesma. A infecção urinária pode adiantar o trabalho de parto e o bebê nascer prematuro. 11) Papanicolau: É um exame rotineiro de visitas a médicos ginecológicos, que verifica se há alguma modificação ou problema no colo do útero, como o câncer. Também identifica infecções vaginais que podem atrapalhar no desenvolvimento do bebê. 12) Ultrassom Transvaginal: É usado para verificar a presença do embrião, quanto tempo de gestação, se há problemas com o embrião, frequência cardíaca do feto e se há mais de um sendo gerado. 13) Translucência nucal: É feito para verificar as pregas da nuca do bebê, possibilitando diagnosticar caso o bebê tenha alguma síndrome, como a síndrome de down. É feito através de ultrassom abdominal ou transvaginal. 14) Teste de intolerância a glicose: É feito para verificar a tolerância da gestante a glicose, vendo se há uma possível diabetes, para que não ocasione problemas futuros. Depois de tudo isto, desejamos que você tenhauma gravidez bem saudável e sem problemas.
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Video = Teste do Pezinho

Médicos alertam que teste do pezinho é indispensável para garantir a saúde do bebê. Você sabe por que? Veja então mais a respeito do assunto no vídeo abaixo:
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Exame de sangue é método mais eficiente para saber sexo do bebê

Você quer ter um menino ou menina? Já sabe o sexo do seu bebê? Assim que descobre estar grávida, a mulher já começa a sonhar com o rosto do bebê, e até planeja toda uma vida para ele. Aliás com o pai também não é diferente. Mas se no passado, a demora para saber se o feto é um menino ou uma menina era uma tortura para alguns casais, hoje as coisas mudaram, e a tecnologia já permite que esse processo se acelerasse. Mas foi pensando não em tempo e sim em segurança que cientistas americanos analisaram diferentes tipos de exames, e concluíram que o teste de sangue é o mais eficiente.
Descobrir o Sexo do Bebe - Menina ou Menino
Os exames de sange estão se consolidando como um método confiável e seguro para saber o sexo do bebê nas primeiras semanas de gestação, em comparação com outros como a amniocentese ou o ultrassom. O sangue da mãe apresenta informação suficiente para determinar o sexo do feto a partir da sétima semana, segundo os resultados de uma revisão de 57 estudos sobre o tema, publicada no "Journal of the American Medical Association" (JAMA). Isso representa uma vantagem sobre o já tradicional ultrassom, para o qual é preciso esperar até a décima primeira semana e não oferece tanta segurança. Já a amniocentese, que permite investigar o sexo do bebê e outras características genéticas do feto a partir de uma mostra de líquido amniótico, trata-se de um exame invasivo que apresenta um certo risco, ainda que mínimo, para a gravidez. Por isso, os pesquisadores consideram que a análise de plasma sanguíneo, onde há fragmentos soltos dos genes do futuro bebê, poderia se consolidar como uma técnica idônea, tanto para determinar o sexo como para realizar outra classe de diagnósticos genéticos. Os pesquisadores, dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH, na sigla em inglês), após analisarem diferentes estudos que avaliaram a técnica, chegaram à conclusão de que o sexo do feto pode ser determinado corretamente mediante uma análise sanguínea, a partir da sétima semana, entre 95% e 99% das vezes. A porcentagem é muito superior ao que se obtém com o ultrassom, técnica que não é concluinte em ao menos 7,5% dos casos, quando realizado a partir da décima primeira semana. A respeito das análises de urina, no entanto, o estudo concluiu que não são confiáveis para obter informações relativas ao feto. Conhecer desde as primeiras semanas o sexo do feto não só tem uma importante função social, já que os pais desejam isso, como também permite avaliar a possível existência de desordens genéticas ligadas aos cromossomos sexuais (X e Y). A técnica consiste em analisar os fragmentos de DNA na célula de plasma procedentes do feto. A partir da sétima semana, a abundância desses fragmentos é suficiente para avaliar, em mais de 95% dos casos, se o feto é portador do cromossomo Y (um menino) ou não (uma menina).
Oráculo para Descobrir o Sexo do Bebê
Lembrando que como alternativa no site da Zazou o Oráculo do Sexo do Bebê, que pode ser acessado gratuitamente através do link: www.zazou.com.br/home/default.asp?id=calculadoras&pg=sexo_bebe E você toparia fazer este exame pagando caro apenas para saber o sexo do seu bebê mais cedo e com mais precisão? Mandem seus comentários.
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Teste reduz internações e partos prematuros = Medir a quantidade de Fibronectina Fetal

Um teste que mede a quantidade de fibronectina fetal, que é uma proteína produzida durante a gestação e que funciona como um "adesivo" entre as membranas fetais e maternas, é capaz de evitar até 86% das internações de gestantes e partos prematuros. Este foi o resultado de uma recente pesquisa realizada pela Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo. A presença da substância é um sinal de que o bebê está protegido, explica Rita de Cássia Silva Calabresi, diretora clínica do Hospital e Maternidade Interlagos, que foi onde as 63 grávidas que participaram do estudo foram clinicamente acompanhadas. O teste é indicado para mulheres que apresentam risco de prematuridade. Indicado então para mulheres que já tiveram um parto prematuro ou esperam por gêmeos, ou então que apresentam cólicas abdominais e contrações acompanhadas de modificações cervicais e infecção urinária. Os especialistas explicam que entre a 22ª e a 34ª semana de gestação, o organismo feminino não deve produzir a fibronectina fetal. Quando é encontrado então é sinal de processo inflamatório ou sangramento. Fatores que podem antecipar o parto. E quando o teste, que é realizado no período de 5 meses e meio a 8 meses e meio de gravidez, tem resultado negativo para a presença da substância, o risco de um parto prematuro é inferior a 1%. Sendo que 86% das mulheres que apresentaram o resultado negativo não precisaram ficar internadas e não tiveram partos prematuros. Já nos 14% dos casos positivos, indicando a iminência de trabalho de parto, o nascimento dos bebês ocorreu, em média, 11 dias após a realização do teste. Cm isto o teste é capaz de tranquilizar a paciente e, principalmente, evitar o uso desnecessário de medicamentos para inibir o trabalho de parto e os corticoides. “lém de evitar internações e gerar custos desnecessários. A análise da proteína é um procedimento simples e rápido. Com um cotonete é recolhido material (secreção) na vagina da paciente. Após dez minutos é possível identificar se o parto será ou não prematuro. Dá até para comparar a praticidade do teste ao dos exames rápidos de gravidez vendidos em farmácias.
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Video = Grávidas devem ficar atentas ao exame pré-natal

Muita grávida talvez nem tenha ideia, mas o pré-natal pode evitar doenças e até a morte dos bebês e das mães. Um alerta reforçado recentemete durante o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna. Veja mais no vídeo abaixo:
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Dúvidas sobre medicamentos, tratamentos dermatológicos, alimentos, cosméticos, plantas medicinais, radiação, durante a gestação (Parte 2 de 2)

Dando continuidade o último post sobre o Manual de Teratogênese em Humanos, que esclarece todas as dúvidas sobre medicamentos, tratamentos dermatológicos, alimentos, cosméticos, plantas medicinais, radiação, e outros mais, em Gestante.
Manual de Teratogênese em Humanos
Segue abaixo mais alguns pontos mais relevantes para compartilhar conosco e vocês. 3) Cabelos: 3.a) Alisamento: Quando são utilizados Hidróxido de sódio ou potássio ou combinação de hidróxido de cálcio e carbonato de ganidina, não foram encontrados problemas na gestação de humanos, mas não existem estudos epidemiológicos que permitam garantir a segurança na gestação. O formol provocou diversas alterações em animais, mas outros estudos não evidenciaram defeitos teratogênicos. Sendo que recentemente saiu uma matéria com a informação que o uso de formol está proibido pelo risco de causar câncer em humanos. 3.b) Aloe: Um estudo em animais observou aumento de abortamento em quem recebeu aloe no início da gestação, mas outro estudo não confirmou esta observação. 3.c) Descolorantes: O peróxido de hidrogênio e persulfato de amônia: consta no manual: "costumam envolver doses muito pequenas na exposição". 3.d) Permanente: Não existem evidências de teratogenicidade. 3.e) Tinturas: A absorção é muito pequena e não demonstra teratogenicidade. Efeitos tóxicos só ocorrem se a gestante se intoxicar em caso de absorção digestiva ou exposição industrial. Mesmo nos produtos com acetato de chumbo, a exposição é muito pequena e não prejudica o feto. 3.f) Amônia: Graças à capacidade de excreção fisiológica de compostos nitrogenados (quando a função hepática materna está normal) é improvável que cause danos ao feto. 3.g) Benzoato de benzila: Não houve evidência de efeitos teratogênicos. 3.h) Calêndula: Não houve evidência de efeitos teratogênicos. 3.i) Cânfora: Desde que usada por via tópica, não houve evidência de efeitos teratogênicos. 3.j) Hidroquinona: Baixo potencial teratogênico. Não foram localizados estudos de possíveis efeitos reprodutivos desse agente em humanos. 3.j) Lanolina: Não houve evidência de efeitos teratogênicos. 3.k) Óxido de Zinco: Não houve evidência de efeitos teratogênicos. Até hoje não há relação entre o uso tópico de cosméticos ou medicações e a ocorrência de malformações congênitas, mesmo quando estas substâncias se mostram comprovadamente teratogênicas se administradas por via sistêmica. A segurança é determinada principalmente pela baixa absorção que o uso tópico acarreta. porém, se usadas por um tempo prolongado, em áreas muito extensas da superfície corporal e em pele não íntegra, pode ocorrer aumento de absorção e o maior risco de complicações. Deve-se, via de regra, utilizar a menor dose eficaz da medicação pelo menor tempo possível, assim como para qualquer medicamento, por qualquer via, para qualquer pessoa, gestante ou não.
Cabelos na Gravidez
4) Emagrecedores 4.a) Sibutramina: Sem relatos de malformações, porém faltam estudos de maior poder para liberar seu uso na gestação e amamentação. 4.b) Orlistate (Xenical): Estudos em animais não demonstraram efeitos teratogênicos. Em humanos, os dados são escassos. 4.c) Anfetaminas: Não recomendado. Defeitos cardíacos, cerebrais e redução dos membros estão associados.
Emagrecedores na gravidez
5) Radiodiagnósticos: Nenhum método radiodiagnóstico deve ser negado à gestante. Não apresentam potencial teratogênico comprovado. Geralmente envolvem doses entre 0.02 e 5 rad. Existe um gráfico que mostra a exposição fetal à radiação de acordo com a área do corpo da mãe que vai ser submetida ao Raio X. As doses usuais nos exames de raio x não ultrapassam 5 rads, sendo assim, não há associação com o risco de malformações. 5.a) Bronzeamento Artificial: Não há comprovação para defeitos de malformações. Porém, os aceleradores de bronzeamentos orais devem ser evitados pelo risco carcinogênico. 5.b) Ressonância Magnética: Não é ionizante e não causa efeitos no feto. 5.c) Laser: Mais estudos são necessários para revelar seu potencial teratogênico. 5.d) Ultrassom: Não utiliza radiação. Como utiliza frequencia menor que 110mW não apresenta risco ao feto. 5.e) Ultrassom Terapêutico: Não deve ser usado na gestação devido à hipertermia, pois usa maior intensidade de energia. 6) Plantas medicinais: Boldo, Arruda, Buchinha do Norte, Cipó-mil-homens, Consólida, Erva de Santa-Maria, Losna, Melão de São-Caetano, Pinhão -de-purga e Poejo são plantas que não devem ser usadas na gestação.
Plantas medicinais na gravidez
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Nascimentos de prematuros podem ser previstos por exame de sangue

Um novo estudo concluiu de que mais de 80% dos nascimentos prematuros podem ser diagnosticados com um exame de sangue ainda durante a gravidez, que pode ser feito perto do segundo trimestre de gestação. Estamos falando do teste de sangue acusa a presença de três proteínas recém-identificadas e seis proteínas anteriormente descobertas, afirmam os pesquisadores da Brigham Young University (BYU) e da Universidade de Utah, nos Estados Unidos. As mulheres que terão complicações associadas ao parto prematuro apresentam níveis mais elevados destas proteínas no sangue do que mulheres que têm gravidez saudável​​.
“Quanto antes os médicos souberem da possibilidade de um nascimento prematuro, mais ações eles podem fazer para tentar prolongar a gravidez e prevenir problemas de saúde para o bebê”, conta Sean Esplin, professor de medicina materna da Universidade de Utah.
“Sabendo antecipadamente da condição da gravidez, nós poderíamos até mesmo prolongar a gestação por uma ou duas semanas. Isso teria um impacto muito grande no número de bebês que sobrevivem e na melhora do estado de saúde deles”, explica Esplin. “Com apenas uma intervenção, nós poderíamos criar um impacto positivo muito grande”.
Para o estudo, os investigadores coletaram amostras de sangue de 80 mulheres durante a sua 24 ª semana de gravidez, e, em seguida, de outras 80 durante a 28 ª semana. Metade das mulheres realizaram o parto no período adequado e a outra metade deu à luz prematuramente.
Os pesquisadores descobriram que o exame de sangue foi capaz de prever mais de 80% dos nascimentos antes da hora prevista tanto na 24ª semana quanto na 28ª.
“Este teste pode melhorar, e muito, a nossa capacidade de identificar as mães em risco de parto prematuro espontâneo, coisa que atualmente ainda não conseguimos fazer de forma adequada”, comenta Antonio Frias, professor de medicina materna da Universidade de Ciência e Saúde do Oregon. Frias não esteve envolvido com a pesquisa.
Os investigadores disseram que outros estudos devem ser feitos com mais mulheres antes de o exame de sangue poder ser usado regularmente com todas as gestantes.
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Ultrassonagrafias 3D e 4D

A ultrassonografia da gravidez, ainda que hoje esteja bem distante dos borrões incompreensíveis de décadas atrás, pode não atender aos desejos dos pais de ver em detalhes seus filhos pela primeira vez.
Ultra som na gravidez

A técnica da ultrassonografia em 3D e 4D, que permite a simulação de volume e que o bebê seja visto de vários ângulos, têm tido sucesso em realizar esta vontade.

A fase ideal é a partir da 26ª semana, pois neste período o bebê já possui uma imagem mais próxima do que será ao nascer. Para os pais, o ultra-som em 3D possibilita a tranqüilidade de visualizar a anatomia do feto aumentando o vínculo com o bebê, pois proporciona imagens reais de seu corpo, braços, pernas, mãos, pés e do rosto, fazendo com que os pais conheçam não só o sexo, mas o próprio bebê em detalhes. É a possibilidade de obter uma foto antes mesmo do nascimento!
Ultra som 3d

Aliás você pretende fazer um exame destes para ver seu bebê?

Mas será que a técnica tem valores para o desenvolvimento da medicina? Este foi tema do debate da mesa-redonda “Ultrassonografia 3D e 4D”, que contou com a participação de Flávio Prado Vasques, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense, Jorge Rezende Filho, da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, Evaldo Trajano Filho, da Sociedade Brasileira de Ultrassonografia, e Heron Werner Júnior, doutor em radiologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tanto as apresentações de Jorge Rezende Filho quanto à de Evaldo Trajano Filho enfatizaram a realidade de, atualmente, a técnica de 3D e 4D não tem verdadeiras funções diagnósticas. “(Esta técnica) não tem respaldo nem garantia que justifique seu uso rotineiro”, disse Jorge. Segundo ele, o 3D pode ajudar na melhor identificação e detalhamento de má-formação fetal, por exemplo, anencefalia, problemas em extremidades, nanismo ou anomalias genitais, mas o diagnóstico de todos estes problemas é possível no tradicional 2D sem riscos para a saúde do bebê. Já Evaldo Trajano Filho lembrou que faltam protocolos adequados quanto à “exibição, orientação e aquisição das imagens”, o que entrava seu uso rotineiro.
Ultrassonagrafias 3D e 4D

Heron Werner Júnior, por sua vez, acredita no crescimento da utilização do 3D e 4D no futuro. Mostrou uma série de fotos que mostravam como a imagem conseguida pela tecnologia 3D se aproxima das reais estruturas do bebê, sendo, então, uma técnica que pode ser de grande auxílio para “elucidar uma má-formação complexa”, pondera. Além disso, o profissional relatou sua experiência com a fabricação de modelos reais, feitos de materiais variados como polímero, gesso, plástico, entre outros, baseados em ultrassonografias 3D. Os “bonecos” são feitos utilizando impressoras especiais.

Estes modelos têm grande potencial, acredita Werner Júnior, para fins acadêmicos, podendo ser utilizados como material didático em faculdades e também para avaliação posterior dos próprios médicos e equipes multidisciplinares. Além disso, ele citou o experimento inglês chamado “Bonding Before Birth”(“unindo antes do nascimento”), que pretende, ao colocar as mães em contato com as reproduções, fortalecer os vínculos mãe-bebê. No Brasil, o profissional comentou que realiza projeto semelhante com deficientes visuais, que podem de fato sentir o filho. “Você pode fazer um ultrassom, gerar volume, imprimir este volume exatamente como ele é, e a mãe, que não vai poder ver seu feto na tela do computador, vai poder sentir como seu filho é, através da reconstrução deste modelo”, afirmou. Além da observação do feto, foram reconhecidos os méritos da técnica para uso ginecológico. Jorge Rezende Filho lembrou que a sonda vaginal 3D pode ser útil para identificar estruturas como DIUs ou miomas. O 3D também se mostra eficaz, disse ele, para avaliação da cavidade uterina, mostrando com mais nitidez anomalias nas estruturas do útero. Citando pesquisa da doutora em Radiologia e Áreas Afins pela Universidade Federal do Rio de Janeiro Maria de Lourdes de Almeida Lima, ele mostrou sua utilização da técnica para distinção entre tumores benignos e malignos para câncer de mama. O profissional concluiu então, que, para ginecologia, é uma técnica que considera de “serventia por ser não-invasiva e de acesso, hoje, cada vez mais simplificado”.
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Teste genético é criado para prever sucesso de fertilização in vitro

Um pesquisador da Faculdade de Medicina Albert Einstein, da Universidade Yeshiva, em Nova York, ajudou a desenvolver o primeiro exame genético de sangue para prever as chances de uma fertilização in vitro (FIV) resultar em uma gravidez bem-sucedida. O teste, relatado na revista médica online PLoS One, baseia-se na constatação de que diferentes subtipos do gene FMR1 (conhecido como cromossomo X frágil, responsável pelo retardamento mental do feto) em potenciais mães são associados a chances significativamente distintas de conceber um filho por FIV.
"Essa é a primeira evidência de que um gene específico pode estar diretamente relacionado aos resultados da fertilização in vitro", disse o médico David Barad, um dos autores e professor adjunto de epidemiologia e saúde da população e também de obstetrícia, ginecologia e saúde da mulher na faculdade Einstein. Além disso, Barad é diretor de reprodução assistida do Centro de Reprodução Humana (CHR, na sigla em inglês), em Nova York.
"Nossa pesquisa sugere ainda que o gene FMR1 - conhecido por prever falha ovariana prematura - pode ser usado para prognosticar em que idade a fertilidade da mulher começará a diminuir", acrescentou.
O estudo também apoia a crença de que a autoimunidade (imunidade de alguém a suas próprias células ou tecidos) desempenha um papel na infertilidade, tema controverso entre os especialistas em medicina reprodutiva. O trabalho envolveu 339 mulheres com infertilidade submetidas a um total de 455 ciclos de FIV no CHR. Os pesquisadores investigaram a relação entre três diferentes grupos genéticos de FMR1 e os resultados da gravidez e dos níveis de autoimunidade. As mulheres com o genótipo "normal" de FMR1 tinha uma taxa de gravidez de 38,6%; aquelas com "heterozigoto-normal/alto" tiveram um índice de 31,7%; e as com "heterozigoto-normal/baixo" tiveram 22,2% de chance. O genótipo associado à menor taxa de gravidez (heterozigoto-normal/baixo) também foi ligado a medidas de aumento da autoimunidade. As mulheres com esse genótipo apresentaram uma maior incidência de síndrome de ovários policísticos (causa comum de infertilidade), que pode ter um componente autoimune, segundo especialistas.
"Estudos anteriores sugerem que a autoimunidade desempenha um papel na infertilidade", afirmou o Dr. Barad. "Agora, pela primeira vez, temos um potencial mecanismo genético que pode servir de base para várias ameaças à fertilidade."
O custo do exame de sangue para FMR1 deve ser relativamente baixo - comparável aos testes de triagem para a doença de Tay-Sachs e outros problemas genéticos. Embora a análise ainda não esteja clinicamente disponível, é provável que os resultados levem a aplicações no futuro.
"Qualquer exame que possa prever a fertilidade de uma mulher poderá ajudá-la a planejar sua família", destacou. "Por exemplo, se uma mulher que pretende fazer faculdade de direito ou medicina descobre que tem um certo risco de perder a função ovariana antes dos 35 anos, ela pode deixar seus óvulos em um banco ou tentar ter filhos numa idade mais precoce, em vez de adiar a gestação", completou o pesquisador.

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Hibridização Genômica Comparativa = 10 anos de tentativas e Casal tem gêmeos com nova técnica de triagem de embriões

Queria trazer a história, uma britânica que passou mais de dez anos tentando ter um filho através de tratamentos de fertilização in vitro deu à luz dois bebês gêmeos após se submeter a uma técnica inovadora de verificação genética de embriões, que mostra que vale a pena continuar tentando. Os Pais George e Helen Ashton disseram à BBC que se sentem "orgulhosos e privilegiados por serem pais de dois lindos meninos". A técnica, conhecida como Hibridização Genômica Comparativa, permite uma espécie de escaneamento em busca de anormalidades genéticas nos embriões e aumenta as chances de uma gravidez bem sucedida no processo de fertilização in vitro. Segundo o ginecologista Tim Child, da clínica Oxford Fertility Unit, a maior parte dos abortos naturais nas mulheres que passaram pela fertilização ocorre porque o embrião tem o número incorreto de cromossomos.
"Na fertilização in vitro normal, cultivamos os embriões e escolhemos os dois melhores para implantar no útero com base na sua aparência, mas muitos acabam sendo anormais. A nova técnica permite checar todos os 23 pares de cromossomos para garantir que o embrião seja saudável", disse à BBC.
A tecnologia usada no procedimento permite conferir os cromossomos no embrião a poucos dias de seu desenvolvimento. Somente os mais saudáveis e com as maiores chances de sobrevivência são implantados no útero da mãe. Pesquisadores da Universidade de Oxford dizem que a técnica aumenta para 66% o número de mulheres que engravidam com a fertilização in vitro. Sem a técnica, o índice habitual é em torno de 28%. Cerca de 37 mil mulheres passa pelo tratamento de fertilização in vitro a cada ano no Reino Unido e menos de um em cada quatro procedimentos tem êxito. Tim Child, que realizou o procedimento em Helen Ashton, diz que a técnica ainda é cara e, por isso, recomendada somente para os casais que tentaram engravidar várias vezes sem sucesso. George e Helen Ashton tentaram a fertilização in vitro cinco vezes em quase dez anos. Ela diz que ficou grávida algumas vezes, mas sofreu abortos naturais.
"Não queríamos admitir a derrota nem perder as esperanças, mas chegamos ao ponto de pensar: 'talvez isso não vá acontecer para nós'. Estávamos chegando ao fim da linha", conta.
No Brasil, a técnica começou a ser estudada em 2004. Hoje ela é aplicada em dois laboratórios, somente em casos de pessoas com um longo histórico de tentativas.
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Video = Estado da Saúde Pública & Como as Grávidas Estão Sendo Tratadas

Vejam no vídeo abaixo em uma matéria que mostra de como anda um pouco a saúde pública na Ceilândia (DF), e, que mulheres que estão grávidas não estão conseguindo fazer o teste de hepatites B e C na rede pública de saúde, assim como os demais pacientes também reclamam da falta de remédios.
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Alterações nos níveis de glicose durante a gravidez aumenta risco de diabetes gestacional

Mais de 15 mil mulheres com idades entre 20 e 49 anos e que tiveram alterações na glicemia durante a gravidez, mas que não receberam o diagnóstico de diabetes gestacional propriamente dita, mas mesm assim foram monitoradas pelo instituto com o intuito de determinar o risco destas gestantes desenvolverem a doença no futuro depois da gravidez. Os dados colhidos foram comparados com informações de mais de 60 mil gestantes sem alterações no açúcar sanguíneo, sendo que todas as mulheres foram acompanhadas por mais de seis anos após o parto. Ao final do período, aquelas que tinham alguma anormalidade nas taxas de glicose tiveram um risco cerca de 2,5 vezes maior de desenvolver diabetes no futuro. A taxa de incidência da doença foi de cinco casos a cada mil pessoas entre aquelas com glicose alterada. E de 1,7 caso entre as que não apresentaram o problema. Recentemente, novas pesquisas começaram a sugerir que mesmo pequenas alterações da glicemia podem aumentar o risco de diabetes.
Normalmente, o diabetes gestacional desaparece após o parto. Mas estudos revelam que pacientes com a doença têm um risco maior de desenvolver o problema no futuro, é o qe revela a ginecologista Flávia Fairbanks.
Para detectar um possível diabetes gestacional, é indicada às mulheres a realização de um exame no segundo trimestre da gravidez que consiste na ingestão oral de uma dose de 50 gramas de glicose.
O sangue é colhido posteriormente, em dois momentos. Quando há alterações nos resultados, é realizado outro exame, com uma dose maior de glicose, explica Flávia.
Para ter uma idéia do tamanho deste problema, no período gestacional, o diabetes atinge cerca de 7% das mulheres brasileiras. Por isto mesmo a realização do exame na fase pré-natal está entre os mais importantes para as gestantes. Já fez o seu? Nos conte como foi! Compartilhe suas experiências com outras grávidas deste Blog.
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Video = Ultrassonografia

Queria trazer abaixo um vídeo que mostra como usar a tecnologia em favor da saúde. Afinal os modernos recursos tecnológicos vieram para proporcionar ao médico todos os meios necessários para um diagnóstico preciso, além de ajudar na prevenção de doenças. No vídeo abaixo você vai poder conhecer um pouco mais sobre a ultrassonografia, um dos exames mais esperados durante a gravidez, por exemplo. É ele que revela o sexo do bebê, que mostra partes físicas, que estima peso e altura. Quer saber como funciona a ultra? Quem traz as informações abaixo, é o doutor Mário Caporal, imaginologista. medico com 35 anos de experiência no ramo. Parte 1 de 3: Parte 2 de 3: Parte 3 de 3:
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